segunda-feira, 17 de março de 2008

Clássicos do BRASIL

CLÁSSICOS PAULISTAS
PALMEIRAS 4X1 SÃO PAULO
Ex-são-paulinos e pênaltis derrubam tabu
Dois ex-são-paulinos e três pênaltis acabaram com um tabu de quase 11 anos. O Palmeiras, que não vencia o São Paulo em Campeonatos Paulistas desde março de 1997, ganhou. E goleou. Com gols e boas atuações dos atacantes Denílson e Kléber, ambos formados no Morumbi, o Verdão fez 4 a 1 – de virada e com três penalidades – e acabou com um um longo jejum. O Palmeiras subiu para a vice-liderança e deixou o rival fora da zona de classificação, em sétimo lugar.
A disputa do clássico começou antes mesmo de o juiz apitar. Ainda nos vestiários, os dois técnicos travaram uma verdadeira guerra fria. Por ser o mandante, o Palmeiras deveria divulgar a sua escalação com 45 minutos de antecedência. O técnico palmeirense, Vanderlei Luxemburgo, divulgou, mas só sete titulares. Luxa queria mistério. O são-paulino Muricy Ramalho, que não é muito disso, entrou na onda do rival e também escondeu parte da sua equipe.

PRÓXIMOS JOGOS
20/3, 19h20m - Sportivo Luqueño (PAR) x São Paulo - Taça Libertadores
22/3, 18h10m - Paulista x Palmeiras - Campeonato Paulista

Quando os times foram para campo, novidade mesmo só no Tricolor. Muricy, que nem levou o volante Fábio Santos para o jogo, ainda tirou Joílson para a entrada de Júnior. Com isso, Zé Luís foi recuado para a lateral-direita e Richarlyson avançado da zaga para o meio-campo. Tudo para dar mais liberdade para Carlos Alberto.

O jogo foi bastante prejudicado pelo estado do gramado. Choveu muito em Ribeirão Preto no final de semana, principalmente minutos antes do início do clássico. Um dia antes também, o Botafogo, o dono do estádio, disputou uma partida (ganhou do Rio Branco por 1 a 0) pela Série A-2 do Paulistão, destruindo ainda mais o campo em que Palmeiras e São Paulo iriam jogar.
O clássico ainda teve polêmica. Logo aos 10 minutos, Borges foi lançado por Adriano na área. A sua posição era legal (por 38 centímetros), mas o árbitro Flávio Rodrigues Guerra assinalou o impedimento. Na seqüência, Marcos rebateu e Richarlyson completou para o gol, mas o jogo estava parado. Mais tarde, polêmica para o outro lado. Leandro cruzou na área e Zé Luís desviou para escanteio. A bola resvalou no seu braço, mas o juiz nada marcou. Sem falar nos pênaltis que ainda estavam por vir...
Mas teve bola na rede também. Aos 38 minutos, Jorge Wagner cobrou escanteio e Adriano, mesmo cercado por Diego Souza e Henrique, cabeceou firme para abrir o placar. O São Paulo pressionava, mas foi o Palmeiras quem marcou. Kléber, formado no Morumbi, tirou do zagueiro com estilo e, de fora da área, tocou no canto de Rogério Ceni, que tinha a visão encoberta.

Um segundo tempo alviverde
Se o primeiro tempo foi igual, o segundo foi só palmeirense. Três pênaltis nos minutos finais definiram o clássico. Primeiro foi Júnior que derrubou Valdivia na área. O são-paulino deu um carrinho e o chileno, esperto, deixou a perna para esperar o toque e cair. Denílson, outro ex-jogador do São Paulo e que tinha acabado de entrar, pegou a bola e cobrou com tranqüilidade, aos 31 minutos. Quem tinha dúvida se ele iria comemorar contra o ex-time viu uma vibração muito grande do atacante.

O Tricolor não teve nem tempo para reagir. Poucos minutos depois, outro pênalti. Dessa vez de Juninho em Kléber. O zagueiro foi expulso e Valdívia marcou o terceiro gol. Na comemoração, o tradicional choro – como tinha feito no clássico com o Corinthians. Os dois gols seguidos derrubaram o São Paulo. Com apenas mais dez minutos de bola rolando pela frente, os tricolores ficaram sem forças para buscar a igualdade.

E ainda teve tempo para mais um gol palmeirense. Como? De pênalti, de novo. Richarlyson derrubou Diego Souza na área. Ele mesmo bateu e transformou a quebra de tabu em uma sonora goleada.

"É preciso saborear essa vitória"
Vanderlei Luxemburgo, técnico palmeirense
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 4X1 SÃO PAULO
PALMEIRAS
Marcos
Élder Granja
Gustavo
Henrique
Leandro
Wendel
(Martinez)
Léo Lima
Diego Souza
Valdivia
Kléber
(Makelele)
Alex Mineiro
(Denílson)
T.: V. Luxemburgo
SÃO PAULO
Rogério Ceni
Zé Luís
André Dias
Juninho
Júnior
(Aloísio)
Richarlyson
Hernanes
Jorge Wagner
Carlos Alberto
(Joílson)
Borges
Adriano
T. Muricy Ramalho
Gols: Adriano, aos 38, e Kléber, aos 43 minutos do primeiro tempo; Denílson, aos 31, Valdivia, aos 39, e Diego Souza, aos 49 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Diego Souza e Gustavo (P) e Carlos Alberto, Rogério Ceni, Richarlyson e Adriano (SP)
Cartão vermelho: Juninho (SP)
Árbitro: Flávio Rodrigues Guerra
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Aline Lambert
Data: 16/3/2008
Estádio: Santa Cruz, Ribeirão Preto (SP)
Renda: R$ 829.500,00
Público: 28.422 pagantes
PONTE PRETA 4x2 GUARANI
Ponte Preta vence dérbi e volta ao G-4
Dizem que clássico não tem lógica, mas no dérbi campineiro deste domingo deu a lógica. A Ponte Preta, em situação bem melhor no Campeonato Paulista, venceu o Guarani, que vive situação dramática na competição estadual. Jogando em seu estádio, o Moisés Lucarelli, a Macaca fez 4 a 2 e voltou para a faixa de classificação - é a terceira colocada com 27 pontos. O Bugre continua com 14 pontos e na zona de rebaixamento.

A Ponte marcou primeiro. Após cruzamento na área, o zagueiro César aproveitou um bate-rebate e, aos 14 minutos, balançou a rede. Pouco depois, aos 32, Marcelo Soares tocou por baixo do goleiro e ampliou.

O Bugre voltou do intervalo ameaçando mais e conseguiu descontar antes do primeiro minuto. Aos 39 segundos, Cris fez o primeiro gol do Guarani. Mas a reação foi brecada por Elias. Aos 27, o jogador, que é um dos destaques da Ponte no Paulistão, fez 3 a 1.

Quando a vitória parecia certa, pênalti para o Guarani. Aos 29, Henrique bateu, diminui e devolveu as esperanças para os bugrinos. Mas, aos 43, Wanderley fez o quarto e decretou a vitória.

- Para jogar uma partida dessa é preciso ter sangue nos olhos - vibrou o zagueiro Cris, autor do primeiro gol da Macaca no clássico de Campinas.

Foi a vitória de número 58 da Ponte em dérbis, contra 63 do Guarani. Mas, neste Campeonato Paulista, quem comemora é a Macaca.
CLÁSSICO CARIOCA
FLAMENGO 2X3 BOTAFOGO
No primeiro encontro após a emocionante e polêmica final da Taça Guanabara, o Botafogo deu o troco e venceu o Flamengo por 3 a 2, neste domingo, no Maracanã, pela 4ª rodada do segundo turno do Campeonato Carioca. Wellington Paulista, Zé Carlos e Jorge Henrique marcaram os gols alvinegros. Léo Moura e Thiago Salles descontaram.

O triunfo ainda não teve o gosto de revanche para o Botafogo, mas serviu como um aperitivo. Com a cabeça no duelo contra o Nacional, do Uruguai, pela Libertadores, o Flamengo entrou em campo com apenas quatro jogadores em relação ao time que venceu a final da Taça Guanabara: Bruno, Leo Moura, Jaílton e Toró. A torcida alvinegra chegou a ouvir um "Mamãe, Eu Quero", mas aproveitou para dar a resposta ao "chororô", provocação rubro-negra após a final da Taça Guanabara. Botafoguenses cantaram na arquibancada a música que surgiu na vitória sobre o Volta Redonda durante a Taça Rio: "tu és, time de fanfarrão, ganha metendo a mão, que papelão... eu, nunca me calarei, onde estiver gritarei, pega ladrão''. A vitória também serviu para acabar com um tabu que durava 15 jogos. O Botafogo não ganhava do Flamengo desde 2004. Eram sete derrotas e oito empates no período.

Com o resultado, o Botafogo segue na cola do Vasco na briga pela liderança do Grupo B. Os dois times têm 12 pontos e 100% de aproveitamento na Taça Rio. Mas o time cruzmaltino leva vantagem no saldo de gols: 13 contra 8 do Botafogo. Já o Flamengo passou para o segundo lugar no Grupo A com nove pontos. O Fluminense, que no sábado venceu o Americano, assumiu o primeiro lugar com dez pontos.

Na próxima rodada da Taça Rio, o Flamengo enfrenta o Cabofriense, no sábado, às 16h, no Maracanã. Já o Botafogo encara o Macaé, no domingo, às 16h, no Engenhão.

Wellington Paulista deixa o Botafogo na frente
O primeiro lance perigoso foi do Flamengo com Toró. O meia arriscou um chute da entrada da área e o goleiro Castillo defendeu bem no canto esquerdo. A resposta alvinegra veio em seguida com Wellington Paulista. O atacante recebeu na área e, mesmo com pouco ângulo, arriscou o chute. Bruno espalmou para escanteio.

Aos 15 minutos, o Botafogo teve outra boa oportunidade. Cruzamento para a área e Alessandro cabeceou para fora com perigo. O Alvinegro jogava melhor e Jorge Henrique reclamou de um pênalti após ser derrubado por Egídio. O árbitro Marcelo de Souza Pinto não marcou nada. Mas o gol sairia minutos depois. Após uma dividida na entrada da área, Gavilán deu uma bobeira e, de carrinho, Jorge Henrique conseguiu tocar na bola. Ela sobrou limpa para Wellington Paulista na área, que deslocou o goleiro Bruno com um chute rasteiro no canto direito e fez 1 a 0 para o Botafogo.

Após sofrer o gol, o Flamengo passou a buscar mais o ataque. Renato Augusto fez boa jogada e chutou após entrar na área. O goleiro Castillo defendeu com o pé. Na sobra, o meia rubro-negro ainda tentou nova finalização, mas a bola bateu na defesa e foi para escanteio.

Como a polêmica não poderia ficar fora de mais um Botafogo e Flamengo... Bola ao alto no meio-campo após o árbitro parar a partida para o atendimento de Renato Augusto. O alvinegro Túlio avisa que vai devolver a bola aos rubro-negros. Após o árbitro largá-la no chão, o volante dominou e, no momento que ia chutá-la para os zagueiros do Flamengo, foi surpreendido por Toró. O meia chegou com rapidez e roubou a bola. Túlio segurou o meia rubro-negro, que partia rápido para o ataque. O alvinegro recebeu o cartão amarelo e ficou reclamando com o árbitro. O Flamengo cobrou a falta e Renato Silva derrubou Obina na área. Pênalti! Os alvinegros reclamaram. Léo Moura pega a bola e cobra bem para empatar a partida aos 39 minutos. Na comemoração, o lateral fez com as mãos um coração em homenagem à namorada e cantora Perlla, que estava no Maracanã.

O empate não abalou o Botafogo. No último minuto do primeiro tempo, Lucio Flavio foi derrubado na área por Jaílton. Pênalti! Zé Carlos cobrou muito bem no canto direito deslocando o goleiro Bruno, que nem pulou. Botafogo 2 a 1. E a primeira etapa terminava com Túlio reclamando de Toró.

Foi uma vergonha o que aconteceu. Eu falei para ele que iria chutar a bola para o Bruno. E ele fez isso. Não tem fair play
Túlio sobre a bola ao alto com Toró antes do gol rubro-negro




Clima esquenta e Flamengo tem dois jogadores expulsos


O segundo tempo começou agitado. Aos dois minutos, Toró fez o gol de empate ao driblar o goleiro Castillo. Mas o árbitro Marcelo de Souza Pinto marcou impedimento corretamente e anulou o gol. Mas o nervosismo da torcida alvinegra durou pouco. Aos sete minutos, Jorge Henrique apareceu bem na área e aproveitou o cruzamento de Wellington Paulista. O atacante cabeceou no canto direito de Bruno para fazer o terceiro gol do Botafogo. O goleiro rubro-negro nem chegou a pular.

O quarto gol quase saiu pouco depois em uma jogada muito parecida. Jorge Henrique apareceu nas costas de Egídio e cabeceou. Só que Bruno conseguiu espalmar para escanteio e fez uma defesa difícil. O Botafogo estava mais organizado em campo e chegava com facilidade ao ataque. Diguinho arriscou um chute da intermediária e o goleiro Bruno se esticou para alcançar a bola que foi no ângulo esquerdo.

O técnico Joel Santana resolveu arriscar e colocou Marcinho e Maxi no time. Aos 24 minutos, falta perto da área do Botafogo. Após o cruzamento de Egídio, Thiago Salles cabeceou e fez o segundo gol do Flamengo. O goleiro Castillo correu para buscar a bola na rede junto com quatro rubro-negros. E uma confusão novamente aconteceu lembrando a cena da final da Taça Guanabara. Mas desta vez nenhum jogador foi expulso.

O clima estava quente. Em um lance na lateral, Jorge Henrique sofreu uma entrada mais forte de Egídio. Jônatas chegou empurrando e reclamando e a confusão começou novamente. Empurra-empurra em campo e desta vez o árbitro expulsou Jônatas. Pouco depois Obina deu um carrinho em cima de Lucio Flavio e também foi expulso. A torcida alvinegra cantava "timinho" na arquibancada. E o futebol foi esquecido. No final, a merecida vitória do Botafogo.



BOTAFOGO 3 x 2 FLAMENGO
Castillo
Alessandro
Renato Silva
Andre Luis
Triguinho (A. Felício)
Túlio (Eduardo)
Diguinho
Lucio Flavio
Zé Carlos (Wellington Jr.)
Jorge Henrique
Wellington Paulista
T: Cuca
Bruno
Leo Moura
Leonardo
Thiago Sales
Egídio
Gavilán (Léo Medeiros)
Jaílton (Marcinho)
Jônatas
Toró
Renato Augusto (Maxi)
Obina
T: Joel Santana Gols: Wellington Paulista aos 22; Léo Moura aos 39; e Zé Carlos aos 46 minutos do primeiro tempo; Jorge Henrique aos 7; Thiago Salles aos 24 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Jaílton (Flamengo); Jorge Henrique, Túlio, Andre Luiz e Triguinho (Botafogo)
Cartões vermelhos: Jônatas e Obina (Flamengo)
Árbitro: Marcelo de Souza Pinto (RJ)
Auxiliares: Beival do Nascimento Souza (RJ) e Vilmar Raul (RJ)
Data: 16/03/2008
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro
Público: 21.010 pagante
Renda: R$ 296.733,00
CLÁSSICO MINEIRO
IPATINGA 1X0 ATLÉTICO-MG
Tigre consegue vitória inédita contra o Galo
Neste domingo, pela primeira vez na história, o Atlético-MG foi derrotado pelo Ipatinga. O gol marcado por Nenê aos 10 minutos do segundo tempo deu ao Tigre seu primeiro triunfo sobre o Galo no décimo jogo entre as duas equipes. Antes deste jogo, aconteceram sete vitórias atleticanas e dois empates.

Além disso, o Ipatinga quebrou mais um tabu: o Galo nunca tinha perdido um jogo no Ipatingão, palco da partida deste domingo. O Tigre chegou a nove pontos, conseguindo abrir três de diferença para a zona de rebaixamento, já que o Democrata/SL perdeu por 2 a 1 para o Tupi.

Já o Galo perdeu a oportunidade de passar o Rio Branco na tabela e ainda alcançar o rival Cruzeiro, primeiro colocado com 16 pontos. O Atlético-MG tem 13 e, por enquanto, ainda está entre os quatro primeiros do Mineiro.

Nesta quinta, o Ipatinga pega o Social, às 19h30m, no Independência. O Galo recebe o Tupi, no domingo, às 16h, no Mineirão.



Equilíbrio no primeiro tempo

A partida começou dando a impressão de que seria muito movimentada. Com meio minuto de jogo, o lateral-direito Mariano arrancou pelo meio e chutou rasteiro, assustando o goleiro Juninho, que viu a bola raspar sua trave esquerda.

O Tigre tomou a iniciativa do jogo e dominou as ações nos cinco minutos iniciais. O Galo nem conseguia passar do seu meio-campo direito, embora tentasse jogadas em contra-ataques. O Atlético-MG esbarrava na defesa do Ipatinga, que estava bem postada, e em erros de passe.

Aos poucos, o Galo foi equilibrando o jogo. Aos 10 minutos, Danilinho recebeu cruzamento quase na pequena área e pulou para desviar de cabeça, mas não conseguiu alcançar. Cinco minutos depois, o troco do Ipatinga: Gérson Magrão recebeu pela esquerda da área de Willian e chutou cruzado, para fora.

A partir dos 20, o panorama mudou. O Atlético-MG é quem tocava a bola, buscando espaço na defesa do Tigre, enquanto o time da casa partir em contra-ataques. A partir deste momento, a qualidade da partida caiu, com as duas equipes errando um número muito grande de passes.

O Galo reclamou de um pênalti aos 25 minutos. O zagueiro Emerson, do Ipatinga, saiu jogando mal e Danilinho roubou a bola. O meia atleticano arrancou pelo meio e tentou o toque para Marinho. A bola tocou no braço de Emerson e sobrou para a defesa, mas o árbitro interpretou o toque como involuntário.

O Ipatinga ainda teria uma última chance aos 44, em uma jogada ensaiada em cobrança de falta. Gérson Magrão cobrou curtinha para Henrique, que chutou com muita força, buscando o ângulo superior esquerdo. A bola passou perto, mas saiu. Sem acréscimo, o árbitro encerrou o primeiro tempo logo depois deste lance.



Gol na etapa final

No segundo tempo, os torcedores finalmente puderam testemunhar um gol no Ipatingão. E foi do Tigre: aos 10 minutos, Nenê recebeu um lançamento espetacular nas costas da defesa do Galo, arrancou livre pelo meio e chutou na saída de Juninho, fazendo 1 a 0.

Seis minutos depois, o Ipatinga quase ampliou. Mariano cruzou da direita, Juninho afastou mal e a bola sobrou nos pés de Willian. Caído, ele chutou para o gol sem goleiro, mas o zagueiro Leandro Almeida impediu a bola de entrar, em lance incrível, salvando o Galo.

A partir daí, o Atlético-MG tentava partir para o ataque, mas muito desorganizado. O time mais perigoso ainda era o Ipatinga, principalmente nas jogadas de Mariano pela ala-direita.

Sem força para reagir, o Galo continuou sofrendo com as investidas do Tigre pelas pontas até o final da partida. Depois dos cinco minutos de acréscimo, a vitória inédita do Ipatinga se confirmou e a torcida pôde comemorar.


A ficha do jogo


IPATINGA 1 x 0 ATLÉTICO-MG

Rodrigo Posso
Mariano
Henrique
Emerson
Beto
Cleber Goiano
Augusto Recife
Leandro Salino (Paulinho)
Gérson Magrão (Hugo)
Willian (Osmar)
Nenê
T: Moacir Júnior Juninho
Coelho
Martinez
Leandro Almeida
Thiago Feltri
Xaves
Danilinho
Thiago Carpini (Gérson)
Sidnei (Souza)
Renan
Marinho (Eduardo)
T: Geninho Gol: Nenê, aos 10 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Leandro Salino, Willian, Cleber Goiano, Henrique (Ipatinga), Xaves, Renan e Leandro Almeida (Atlético-MG)
Árbitro: Renato Cardoso Conceição
Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago e Helbert Costa Andrade
Data: 16/03/2008
Estádio: Ipatingão, em Ipatinga (MG)
CLÁSSICO PARANAENSE
ATLÉTICO-PR 0X1 PARANÁ
Paraná vence e deixa rival na lanterna
O Paraná levou a melhor sobre o Atlético no clássico paranaense deste domingo, na Arena da Baixada, vencendo por 1 a 0. O Tricolor chegou à liderança do Grupo A na segunda fase, com seis pontos, e deixou o rival na lanterninha, sem pontuar. No próximo fim de semana, Paraná e Atlético jogam fora de casa contra Engenheiro Beltrão e Iraty, respectivamente, na última rodada do turno.

As primeiras jogadas de perigo do clássico nasceram de cobranças de falta de Netinho. A primeira, logo aos cinco minutos, bateu no travessão, e a segunda originou um gol de Antônio Carlos bem anulado pelo árbitro. No entanto, foi o Paraná que marcou: Joelson concluiu de cabeça um cruzamento de Everton, aos 26 minutos. A bola ainda bateu no zagueiro Rhodolfo antes de entrar.



Torcida rubro-negra vaia o time
O lance do gol começou num escanteio cobrado por Cristian, que antes se jogou no gramado alegando ter sido atingido por um objeto atirado da arquibancada.

O segundo tempo foi de pressão do Atlético, que tentou chegar ao gol mesmo de forma desordenada, por meio de chutões. Aos 14 minutos, o time conseguiu pôr a bola no chão em boa tabela de Willian e Netinho, mas a jogada terminou com o goleiro Fabiano Neves se antecipando a Marcelo Ramos.

O Paraná também levou perigo e poderia ter chegado ao segundo gol num chute de Araújo em que Vinicius fez bela defesa. No fim da partida, a torcida rubro-negra vaiou a equipe e gritou os nomes de Claiton e Ferreira, que deixaram o clube.



Ficha do jogo
ATLÉTICO 0 x 1 PARANÁ
Vinicius
Danilo
Rhodolfo
Antônio Carlos
Nei
(Choco)
Valencia
Netinho
Irênio
(Pedro Oldoni)
Piauí
Marcelo Ramos
Willian
T: Ney Franco Fabiano Neves
Daniel Marques
Nem
Luiz Henrique
Araújo
Jumar
Leo
Cristian
(Wellington)
Everton
Giuliano
Joelson
(Beto)
T: Paulo Bonamigo Gol: Joelson, aos 26 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Nem, Luiz Henrique, Cristian e Giuliano (Paraná)
Árbitro: Mauricio Batista dos Santos
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho e Ivan Carlos Bohn
Data: 16/03/2008
Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Público: 13.508 pagantes
Renda: R$ 260.767,50
CLÁSSICO PERNAMBUCANO
SPORT 1X0 NÁUTICO


Apesar de não ter jogado bem, o Sport conseguiu manter sua invencibilidade e venceu o clássico contra o Náutico, pelo Campeonato Pernambucano, por 1 a 0. Em partida muito movimentada e com várias chances perdidas pelo Timbu, o Leão conseguiu segurar o resultado, construído ainda no primeiro tempo, e segue na luta pelo título antecipado do Estadual.



Com o resultado, o Sport vai a nove pontos e lidera a tabela. O Timbu, com duas derrotas seguidas, estacionou nos 3 pontos e viu a luta pelo título ficar muito mais difícil. Na próxima rodada, o Sport encara o Ypiranga e o Timbu pega o Central, ambos os jogos no domingo.




Leão constrói resultado logo no início


O clássico começou nervoso nos Aflitos. Precisando da vitória, o Náutico partiu para o ataque, mas pecava nos passes e nas finalizações. Apesar de ter mais posse de bola, o Timbu demonstrava muito nervosismo e não causava perigo ao Leão. O Sport se limitava a marcar e tentar o contra-ataque. Um deles funcionou. Luizinho Netto fez bela jogada pela lateral e sofreu falta. O próprio jogador cobrou e cruzou para a área. Romerito tentou duas vezes até a bola sobrar para o capitão Durval, que mesmo sob marcação, chutou no canto esquerdo de Eduardo.

Após sofrer o gol, Náutico partiu ainda mais para o ataque. O Leão recuou ainda mais e passou a rifar a bola, abdicando completamente do ataque. Aos 25, o goleiro Eduardo saiu mal a bola e deu de presente para o Leandro Machado. O atacante do Leão invadiu a área, mas, com o gol livre, preferiu tentar o drible em cima de Paulo Almeida. O volante conseguiu roubar a bola e evitou o que seria o segundo gol do Sport.

Aos 29, Alessandro fez bela jogada pela esquerda e tocou para Radamés, que cruzou com efeito para a área. A bola foi direto para o gol, surpreendendo Magrão, que conseguiu mandar para escanteio.O Leão deu o troco em seguida. Daniel avançou com a bola e mandou uma bomba para o gol de Eduardo. O goleiro do Timbu fez uma defesa milagrosa de mão trocada, mandando a bola para escanteio.

Carlinhos Bala trabalhou a bola com Romerito, que se livrou da marcação de Paulo Almeida e invadiu a área. Na hora de chutar, porém, o jogador bateu mal na bola e desperdiçou mais uma chance de ampliar o placar. A melhor chance do Náutico foi com Geraldo, aos 43. Radamés cruzou para área e, em falha generalizada da zaga leonina, o atacante tentou o peixinho e, por pouco, não empatou a partida antes do fim do primeiro tempo.



Náutico luta, mas não consegue o gol de empate

O segundo tempo começou movimentado. Com Enílton no lugar de Leandro Machado, que não vinha bem no jogo, o Sporte tentou sair mais para o jogo. Mas partiu para o ataque foi do Náutico. Após grande jogada de Geraldo pela ala direita, a bola foi lançada na área para a cabeçada de Warley. O goleiro Magrão fez uma defesa espetacular e salvou o Leão. Logo em seguida, o goleiro voltou a brilhar em chute de Geraldo.

O Leão voltava a buscar o contra-ataque com Enilton, mas o atacante se enrolava com a bola. A pressão era toda do Timbu, que buscava desesperadamente o gol de empate. Everaldo, Serginho e Warley tiveram chance, mas esbarraram nas defesas de Magrão. Aos 10, após bola cruzada na área, Wellington cabeceiou com estilo, mas a bola foi na trave.

Aos poucos, o Sport adiantou a marcação e conseguiu evitar as jogadas do Timbu. O Leão, porém, dependia das arrancadas de Enilton e Carlinhos Bala para atacar, mas com pouco perigo. Aos 27, Diogo cruzou para a área e Carlinhos bala chutou em cima de Eduardo. A bola sobrou para Enilton, que isolou a bola. Logo depois, Enilton perdeu mais uma chance incrível. Eduardo saiu novamente errado e deu a bola para Carlinhos Bala, que tocou para Enilton. Na frente do goleiro, o atacante chutou em cima de Eduardo e desperdiçou uma grande oportunidade de ampliar.

Aos 28, uma boa chance para o Náutico. Radamés cruzou na área e Evérton desviou de cabeça para a trave, quase marcando gol contra. Logo em seguida, Wellington chutou após cruzamento e Magrão mais uma vez salvou o Sport. O Náutico continuou pressionando, mas não conseguia marcar o gol de empate. Com os espaços deixados pelo Timbu, o Leão continuava criando oportunidades no contra-ataque, todas desperdiçadas por Enilton e Carlinhos Bala. Mas não precisava. Apesar da pressão do Náutico, o Leão conseguiu sair de campo com a vitória no primeiro clássico do Campeonato Pernambucano.





FICHA TÉCNICA
SPORT NÁUTICO
Magrão
Luisinho Netto
Durval
Igor
Fábio Gomes (Diogo)
Daniel
Everton
Romerito
Kássio (Sandro Goiano)
L. Machado (Enílton)
Carlinhos Bala
T: Nelsinho Baptista
Eduardo
Serginho
Vagner
Everaldo
Alessandro (Laborde)
Ticão
Paulo Almeida (Berg)
Radamés
Marcelinho
Warley (Kuki)
Wellington
T: Roberto Fernandes
Gol: Durval, aos 11m do primeiro tempo.

Cartões Amarelos: Vagner, Everaldo, Ticão e Serginho (Náutico); Daniel Paulista, Luisinho Netto e Romerito (Sport)

Cartões Vermelhos: Daniel Paulista (Sport)

Árbitro: Wilson de Souza Mendonça

Auxiliares: Ubirajara Ferraz e Luciano Cruz

Horário: 16h

Estádio: Aflitos, Recife

Data: 15/03/2008

Público: 19.897 torcedores

Renda: R$285.984,00

domingo, 16 de março de 2008

Jogos da semana

Semana de 17 á 23/03/2008
SPORTV
Campeonato Paulista
Sábado, 22/03/2008
17:30 Paulista x Palmeiras
Domingo, 23/03/2008
18:10 Guaratinguetá x Santos
Taça Libertadores
Terça, 18/03/2008
19:30 Estudiantes x Danúbio
21:30 Caracas x Cruzeiro
Quarta, 19/03/2008
19:30 Libertad x Fluminense
21:30 San José x Santos
Quinta, 20/03/2008
17:00 Deportivo Cuenca x Lanús
19:20 Luqueño x São Paulo
21:20 Colo Colo x Boca Juniors
Campeonato Francês
Sábado, 22/03/2008
13:10 Nancy x Metz
SPORTV 2
Taça Libertadores
Quarta, 19/03/2008
21:50 Flamengo x Nacional
Copa do Brasil
Quinta, 20/03/2008
20:15 Bragantino x Vasco
ESPN
Terça 18/03/2008
Copa da Alemanha
16:25 Borussia Dortmund X Carl Zeiss Jena
Quarta 19/03/2008
Campeonato Holandes
15:45 PSV X Ajax
Campeonato Ingles
17:45 Tottenham X Chelsea - 2º TEMPO
Sábado 22/03/2008
Campeonato Ingles
11:55 A Definir
Campeonato Espanhol
15:55/17:55 A Definir
ESPN BRASIL
Quarta 19/03/2008
Campeonato Italiano
16:30 Milan X Sampdoria
Sábado 22/03/2008
Campeonato Ingles
09:45 Tottenham X Portsmouth
14:15 Everton X West Ham
Campeonato Italiano
16:30 A Definir
Domingo 23/03/2008
Campeonato Ingles
10:30 Manchester United X Liverpool
Campeonato Alemão
13:00 A Definir

GP da Austrália


Hamilton vence com facilidade na Austrália
Lewis Hamilton venceu com facilidade o GP da Austrália, primeira etapa da temporada 2008 da Fórmula 1. O inglês da McLaren, atual vice-campeão mundial, dominou a prova desde o início e escapou dos vários incidentes durante a corrida em Melbourne. Nick Heidfeld, da BMW Sauber, foi o segundo, com Nico Rosberg, da Williams, completando o pódio.
Fernando Alonso, da Renault, foi o quarto, após uma disputa sensacional nas últimas voltas da corrida com Heikki Kovalainen, da McLaren. O finlandês ultrapassou o espanhol a duas voltas do fim, mas, inexplicavelmente, cedeu a posição no meio da reta para o rival da equipe francesa.

Rubens Barrichello fez uma corrida sensacional com a Honda, mas teve seu desempenho atrapalhado pela equipe. Ele estava na terceira posição, quando foi chamado aos boxes para fazer o último pit stop durante um safety car provocado pelo acidente de Timo Glock, da Toyota. Só que o brasileiro reabasteceu no período proibido pelo regulamento e ainda saiu com a luz vermelha do pit lane acesa. Além de fazer um stop and go de dez segundos, ele ainda foi desclassificado após a prova.
Corrida é marcada por vários acidentes
A corrida já começou confusa. Enquanto Lewis Hamilton e Robert Kubica duelavam pela ponta, Felipe Massa tentou ultrapassar Heikki Kovalainen e rodou na segunda perna da primeira chicane. O brasileiro quebrou a asa dianteira ao bater nos pneus.

Atrás deste incidente, várias colisões aconteceram e Sebastian Vettel (STR), Giancarlo Fisichella (Force India), Mark Webber (RBR), Anthony Davidson (Super Aguri) e Jenson Button (Honda) abandonaram antes do fim da primeira volta. Kazuki Nakajima, outra vítima dos acidentes, teve de trocar o aerofólio dianteiro.

Kimi Raikkonen, que largou em 15º, subiu para a oitava posição ainda na primeira volta. No entanto, ele ficou atrás de Rubens Barrichello, da Honda, por 18 voltas. O brasileiro lutou muito, mas teve de ceder a posição para o finlandês. Jarno Trulli, da Toyota, que estava na sexta posição, abandonou no momento de seu primeiro pit stop.

Entre os primeiros, Robert Kubica foi o primeiro a parar, na volta 16. Ele voltou no meio do tráfego e permitiu que Heikki Kovalainen avançasse para o segundo posto. Após a primeira seqüência de pit stops, Hamilton liderava a prova, com Kimi Raikkonen na terceira posição.


Após o erro no início, Felipe Massa era o piloto que menos conseguiu avançar durante a prova. Na 25ª volta, ele e David Coulthard provocaram o segundo safety car, quando colidiram na primeira curva do traçado. O escocês da RBR levou a pior e teve seu carro totalmente destruído, enquanto o brasileiro seguiu na prova, embora por pouco tempo, pois abandonou logo na relargada com problemas no motor.

Raikkonen tentou a ultrapassagem sobre Kovalainen quando o safety car saiu da pista. No entanto, o atual campeão mundial escapou na terceira curva, mas conseguiu voltar, em último. Mais tarde, ele voltaria a errar no mesmo ponto. Nelsinho Piquet, da Renault, abandonou com problemas de câmbio.

O último safety car da corrida foi provocado por Timo Glock, da Toyota. Ele escapou na curva 12 e rodou várias vezes no meio da pista. O carro do alemão espalhou vários detritos pelo asfalto. Os pits foram abertos em seguida, quando Kovalainen e Alonso fizeram o último pit stop, caindo para o fim do pelotão. Sebastian Bourdais, da STR, estava em quarto, quando seu motor estourou. Mas ele ainda terminou em oitavo. Raikkonen também teve problemas no fim, teve de abandonar e chegou em nono, sem marcar pontos.
Confira o resultado final do GP da Austrália de 2008:
Melhor volta: Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m27s418, na 43ª
Pos Piloto País Equipe Tempo
1 Lewis Hamilton-----ING------McLaren-Mercedes-----58 voltas em 1h34m50s616
2 Nick Heidfeld-----ALE-----BMW Sauber-----a 5s478
3 Nico Rosberg-----ALE-----Williams-Toyota-----a 8s163
4 Fernando Alonso-----ESP-----Renault-----a 17s181
5 Heikki Kovalainen-----FIN-----McLaren-Mercedes-----a 18s014
6 Kazuki Nakajima-----JAP-----Williams-Toyota-----a 1 volta
7 Sebastien Bourdais-----FRA-----STR-Ferrari-----a 3 voltas/motor
8 Kimi Raikkonen-----FIN-----Ferrari-----a 5 voltas/abandono
Não completaram:
Robert Kubica-----POL-----BMW Sauber-----a 11 voltas/acidente
Timo Glock-----ALE-----Toyota-----a 15 voltas/acidente
Takuma Sato-----JAP-----Super Aguri-Honda-----a 26 voltas/motor
Nelsinho Piquet-----BRA-----Renault-----a 28 voltas/câmbio
Felipe Massa-----BRA-----Ferrari-----a 29 voltas/motor
David Coulthard-----ESC-----RBR-Renault-----a 33 voltas/acidente
Jarno Trulli-----ITA-----Toyota-----a 39 voltas/mecânico
Adrian Sutil-----ALE-----Force India-Ferrari-----a 50 voltas/acidente
Mark Webber-----AUS-----RBR-Renault-----a 58 voltas/mecânico
Jenson Button-----ING-----Honda-----a 58 voltas/acidente
Anthony Davidson-----ING-----Super Aguri-Honda-----a 58 voltas/acidente
Sebastian Vettel-----ALE-----STR-Ferrari-----a 58 voltas/acidente
Giancarlo Fisichella-----ITA-----Force India-Ferrari-----a 58 voltas/acidente
Rubens Barrichello-----BRA-----Honda-----desclassificado

Sorteios da UEFA

O sorteio das quartas de final da Copa da Uefa 07/08,a final será em Manchester na Inglaterra,no City of Manchester Stadium.
* Jogos de ida – 3 de abril / Jogos de volta – 10 de abril
Bayer Leverkusen (ALE) x Zenit (RUS)
Rangers (ESC) x Sporting (POR)
Bayern de Munique (ALE) x Getafe (ESP)
Fiorentina (ITA) x PSV Eindhoven (HOL)
O sorteio das quartas de final da Liga dos Campeões 07/08,a final será em Moscou na Rússia,no estádio Luzhniki.
ARSENAL(ING) x LIVERPOOL (ING)
ROMA(ITA) x MANCHESTER UNITED (ING)
SCHALKE 04(ALE) x BARCELONA (ESP)
FENERBAHÇE(TUR) x CHELSEA (ING)

Futebol Internacional

Manchetes:
Luis Fabiano brilha e põe Sevilla entre os primeiros colocados.~
Zidane chega em SP,feliz porestar no "país do futebol".
De olho na Inter,Roma passa pelo Milan.
No sufoco,Man.Unt. vence lanterna.
CAMPEONATO ALEMÃO
Pequeno Cottbus derruba gigante Bayern
O pequeno Energie Cottbus surpreendeu o gigante Bayern de Munique neste sábado, em casa, e venceu por 2 a 0, com gols de Jelic. O resultado entrou para a história do futebol alemão como uma das maiores zebras do campeonato. Foi a primeira vitória do Cottbus nos últimos três meses.

Mesmo com a derrota, a equipe de Munique continua na liderança isolada. Ela tem 50 pontos ganhos, cinco a mais do que o Hamburgo, que neste sábado venceu o Borussia Dortmund por 1 a 0. O Werder Bremen jogará neste domingo contra o Wolfsburg e, se vencer, chegará aos 46. Já o Energie Cottbus chegou aos 20 pontos melhorando sua posição para evitar o rebaixamento.

Desesperado para fugir da queda, o Energie Cottbus se encheu de coragem e foi para cima do poderoso Bayern de Munique. Para alguns, a atitude ofensiva seria um erro de estratégia, pois a equipe ficaria exposta e poderia levar facilmente um gol do adversário. Mas a decisão de "agredir" o líder do campeonato foi premiada no primeiro tempo.

E o atacante Jelic foi o grande destaque dos primeiros 45 minutos. Logo aos 18 minutos, ele aproveitou bom passe de Skela e chutou de primeira para abrir o placar. A vantagem fez bem ao time da casa, que passou a acreditar na vitória. Aos 29, a confiança ficou ainda maior depois que Ribery desperdiçou cobrança de pênalti. O francês parou nas mãos do goleiro Tremmel.



Segundo tempo é do Bayern, mas sem gols
A defesa levou à torcida local à loucura. A arquibancada explodiu e empurrou o Energie em campo. A recompensa veio aos 38, novamente com Jelic. O atacante recebeu na área e bateu cruzado, sem defesa para Oliver Kahn.

Na volta do intervalo, o Bayern de Munique dominou a partida. Adiantou suas linhas e buscou durante os 45 minutos. Só que não estava em um dia inspirado. As melhores chances foram do time da casa, em contra-ataques. Se não fosse o goleiro Kahn, Jelic teria feito o terceiro no fim da etapa complementar. Mas a torcida do Cottbus pouco lamentou, pois o resultado já estava garantido.
Resultados:
Sábado, 15/03/2008
> Karlsruhe 0 x 1 Eintracht Frankfurt
> Hannover 2 x 2 Arminia Bielefeld
> Bochum 1 x 1 Stuttgart
> Hansa Rostock 0 x 0 Hertha Berlim
> Hamburgo 1 x 0 Borussia Dortmund
> Energie Cottbus 2 x 0 Bayern
Sexta, 14/03/2008
> Schalke 04 2 x 1 Duisburg

CAMPEONATO ESPANHOL
Luis Fabiano põe Sevilla no G-4
Luis Fabiano mostrou neste sábado por que vale R$ 158 milhões para o Sevilla. O artilheiro marcou duas vezes e deu a vitória ao seu time por 2 a 1 sobre o Valencia, fora de casa, o que colocou a equipe na zona de classificação à Liga dos Campeões.

Com o resultado, o Sevilla pula para o quarto lugar do Campeonato Espanhol, somando 45 pontos. O Valencia, com 36, segue em décimo. O time de Luis Fabiano pode sair do G-4 no domingo, já que Atlético de Madri (44) e Racing Santander (44) entrarão em campo (veja abaixo a tabela de jogos).

O atacante brasileiro precisou de apenas 21 minutos para garantir o 2 a 0. Logo aos 11, abriu o placar de falta. Dez minutos depois, aproveito passe de Keita na área e fez o segundo. Com os dois gols, Luis Fabiano chega a 22, disparado na artilharia da competição.

Já aos 44, o Valencia conseguiu descontar. Albiol, após passe do brasileiro Edu, marcou.
Depor bate o Real e mantém tabu
Em jogo de baixo nível técnico, o La Coruña venceu o Real Madrid por 1 a 0, no estádio Riazor, e se distanciou um pouco da zona de rebaixamento do Campeonato Espanhol. O gol que deu os três pontos para o Depor foi do zagueiro Pepe, contra. O time da capital não consegue uma vitória em La Coruña há 17 anos.

Com o resultado, o La Coruña chega aos 34 pontos ganhos, se afastando da zona de perigo. O Real Madrid, com 62, segue na liderança isolada, mas poderá ter a sua diferença reduzida para cinco pontos em caso de vitória do Barcelona neste domingo, contra o Almería.

Os primeiros 45 minutos irritaram os torcedores que foram ao estádio assistir ao confronto. O Real Madrid teve mais posse de bola, mas nem chegou perto do gol de Aouate. Na única jogada de ataque dos visitantes, Raúl, aos 43, chutou para fora. O La Coruña, por sua vez, conseguiu ameaçar duas vezes o gol de Casillas. Em ambas, o goleiro evitou o gol facilmente.

Fora isso, a partida foi marcada, principalmente, pelo excessivo número de passes errados. Deportivo e Real insistiam nas jogadas pelo meio e esbarravam no sistemas defensivos.



Gol salvador
Na volta do intervalo, o La Coruña mudou a postura. E a eficiência na troca de passes. Logo aos 12 minutos, o desconhecido lateral brasileiro Filipe driblou Torres e cruzou para a área. O zagueiro Pepe tentou tirar, mas desviou para o próprio gol, tirando a possibilidade de Casillas defender.

O lance acordou o técnico do Real Madrid, Bernd Schuster. Cansado de tanta falta de criatividade, o alemão decidiu finalmente lançar Robinho no lugar de Drenthe, mal na partida. A equipe visitante ganhou em poder de fogo. Aos 39, o brasileiro fez boa tabela com Sneijder, que chutou em cima do goleiro.

O Real se lançou desesperadamente para frente. O Depor, satisfeito com o resultado, adotou os contra-ataques, mas sua prioridade era a defesa. No fim, apesar da pressão do líder, o time da casa
Resultados:
Real Betis x Athletic Bilbao (interrompido quando estava 1 x 2)
Recreativo Huelva 4 x 2 Real Murcia
CAMPEONATO FRANCES
Mesmo sem Juninho Pernambucano e atuando na casa do adversário, o Lyon não tomou conhecimento do Monaco, comandando pelo técnico brasileiro Ricardo Gomes, e venceu por 3 a 0. Foi mais um passo do líder do Campeonato Francês na briga pelo título da competição. O Lyon chegou aos 61 pontos ganhos e abriu nove para o Bordeaux, que jogará neste domingo contra o Strasbourg. O Monaco, ainda com 37, segue brigando por vaga na Copa da Uefa.

A vitória do Lyon começou a ser construída no primeiro tempo. Destaque para o meia Keita, autor de dois gols. Ele abriu caminho para o triunfo aos 20 minutos, depois de chutar cruzado, sem defesa para o goleiro Ruffier.

O Monaco sentiu o golpe. A bola não chegava ao ataque, e o atacante brasileiro Nene, isolado, pouco fazia. O Lyon, sem ter nada com isso, fez o segundo aos 34, com Fred. E ampliou apenas quatro minutos depois, novamente com Keita.

Os três gols de vantagem acabaram de vez com a equipe da casa. Ricardo Gomes, do banco de reservas, parecia não acreditar no que estava acontecendo. Nos 45 minutos finais, o Monaco, mesmo de que forma desorganizada, ainda tentou reduzir a diferença, mas a boa defesa do Lyon segurou as ações, garantindo a vitória elástica.
Resultados:
Metz 1 x 2 Nice
Lorient 1 x 1 Auxerre
Le Mans 1 x 1 Rennes
Lille 5 x 0 Caen
Sochaux 1 x 1 Nancy
Saint-Etienne 0 x 0 Toulouse
PSG 1 x 1 Valenciennes
CAMPEONATO INGLES
No sufoco, Manchester vence o lanterna
O Manchester United por muito pouco não deixou escapar importantes pontos na briga pelo título do Campeonato Inglês. A equipe do técnico Alex Ferguson venceu o Derby County, lanterna da competição e praticamente rebaixado, por 1 a 0, com um gol do meia Cristiano Ronaldo, no fim do segundo tempo. O português, agora com 22, é o artilheiro da Premier League.

Com o resultado, a equipe de Manchester chegou aos 67 pontos ganhos, se consolidando na disputa pelo título. O Chelsea, que venceu o Sunderland também por 1 a 0, tem 64 e está na terceira colocação. O Arsenal também segue na parada.

A partida foi duríssima, apesar da fragilidade do Derby County. O lanterna da competição tem apenas uma vitória no Campeonato Inglês e dificilmente escapará do rebaixamento, mas, atuando em casa e com o apoio da torcida, dificultou as coisas para o favorito. No primeiro tempo, o goleiro Foster, do Manchester United, salvou a equipe em dois chutes do atacante Miller. Se não fossem pelas defesas, os Rams poderiam ter ido para o intervalo com uma surpreendente vitória.

Na etapa final, a partida seguiu nivelada. Ambos poderiam ter aberto o placar. Mas no fim do jogo, o talento da dupla Rooney/Cristiano Ronaldo funcionou. Aos 31 minutos, o inglês cruzou para a área, e o português aproveitou para empurrar para a rede, decretando a vitória para o time visitante.
Arsenal tropeça mais uma vez
O Middlesbrough é uma das pedras no sapato do Arsenal nesta temporada. Depois de vencer o confronto no primeiro turno, o Boro, sem o brasileiro Afonso Alves, que sequer foi relacionado, arrancou um empate neste sábado por 1 a 1, no Estádio Emirates, em Londres. Foi o quarto consecutivo dos Gunners pelo Campeonato Inglês.

Os dois pontos perdidos poderão fazer falta ao Arsenal nesta reta final de competição. Na briga pelo título, os Gunners vêm perdendo fôlego. Agora, o time 67 pontos ganhos, mesma pontuação do Manchester United, que tem uma partida a menos. O Chelsea, em terceiro, tem 64.

O Arsenal entrou em campo pressionado pelas vitórias dos seus dois principais adversários na briga pelo título. E os Gunners sentiram o peso, pois não fizeram um bom primeiro tempo. O Middlesbrough soube aproveitar o nervosismo do time da casa e, aos 25 minutos, abriu o placar. O gol foi marcado pelo atacante Aliadiere, francês dispensado pelo técnico do Arsenal, Arsene Wenger, no início desta temporada.

A desvantagem acordou os Gunners, que aos poucos foram se acertando em campo e tomaram o controle da partida. A superioridade, no entanto, não conseguia ser traduzida em gols. Adebayor chegou a empatar no fim do primeiro tempo, mas o gol foi anulado pelo bandeirinha (impedimento), em lance que foi contestado pelos jogadores do Arsenal.



Toure faz gol salvador
Na etapa complementar, o jogo se transformou em ataque contra a defesa. O Boro passou os 45 minutos se defendendo. Foram raros lances em que tentou um contra-ataque. E quando buscou o gol, foi facilmente dominado pela defesa do Arsenal. A equipe casa foi para cima. Lançou três atacantes e tentou pelo menos o empate desesperadamente. No fim, aos 40 minutos, Toure, após cobrança de escanteio, empatou de cabeça, diminuindo a frustração da torcida do Arsenal.
Resultados:
Liverpool 2 x 1 Reading
Portsmouth 2 x 0 Aston Villa
Sunderland 0 x 1 Chelsea
West Ham 2 x 1 Blackburn Rovers
CAMPEONATO ITALIANO
De virada, Roma vence clássico com Milan
De virada, o Roma venceu o clássico com o Milan por 2 a 1 neste sábado, em casa, e segue perseguindo o líder Inter de Milão na tabela do Campeonato Italiano. Por outro lado, o Rubro-Negro se vê mais distante da zona de classificação à Liga dos Campeões.

Em 28 rodadas, o time da capital soma 61 pontos na vice-liderança, três a manos que o Inter. Já o Milan tem 46, em quinto. O Fiorentina, em quarto e na zona da Liga dos Campeões, está com 47 e entra em campo no domingo contra o Genoa.

Kaká e Pato começaram como titulares do Milan. Doni, Cicinho, Juan, Mancini e Taddei iniciaram a partida pelo Roma.

Os gols saíram no segundo tempo. Aos 10, Kaká abriu o placar para os visitantes. Em um contra-ataque rápido, Pirlo lançou Oddo na direita, em posição lega. Ele avançou e cruzou para trás, Kaká pegou de primeira de canhota, na área, e fez 1 a 0.

Três minutos depois, Seedorf tabelou com Pato, invadiu a área, passou por Doni e bateu, mas Cicinho tirou quase em cima da linha. Aos 20, Pato entrou na área e foi derrubado pelo goleiro do Roma, mas o árbitro achou que o ex-colorado se jogou e deu cartão amarelo ao jovem.

O Milan cansou e passou a ser dominado pelo Roma, que conseguiu a virada. Aos 32, a bola foi cruzada para a área rubro-negra e após um bate-rebate sobrou para Giuly tocar para o fundo da rede, 1 a 1.

Após quatro minutos, a virada. Vucinic, em posição legal, recebeu bom lançamento e entrou nas costas da zaga do Milan, ficando cara a cara com Kalac e bateu na saída do goleiro para fazer 2 a 1.
Resultados:
Udinese 2 x 2 Lazio
CAMPEOANTO PORTUGUES
Porto sofre, mas vence o Leixões
Atual bicampeão e bem perto de conquistar o tri, o Porto sofreu para vencer o modesto Leixões neste sábado, por 2 a 1, fora de casa, pela 23ª rodada do Campeonato Português.

Os anfitriões saíram na frente do placar e o Porto só conseguiu a virada aos 40 do segundo tempo.

Os Dragões seguem disparados na liderança, agora com 57 pontos. O Vitória de Guimarães, segundo colocado, tem 41. O Leixões briga para não ser rebaixado e está com 21, na 14ª colocação.

Os gols saíram só na etapa final. Aos sete, Roberto fez 1 a 0 para o Leixões. O empate do Porto só chegou aos 32, com o argentino Lisandro López, artilheiro do campeonato agora com 19 gols.

Aos 40, o atacante marroquino Tarik conseguiu a virada para os visitantes, tocando por cima do goleiro Beto.
Resultados:
Sexta-feira
União de Leiria 0 x 1 Vitória de Guimarães
Sábado
Académica 0 x 0 Belenenses

Só Resultados

CAMPEONATO PAULISTA
> Barueri 2 x 0 Rio Preto
> Noroeste 4 x 0 Sertãozinho-SP
CAMPEONATO CARIOCA
> Volta Redonda 2 x 1 Madureira
> Fluminense 2 x 0 Americano
> América-RJ 4 x 4 Resende
CAMPEONATO GAÚCHO
> Esportivo 1 x 3 Sapucaiense
> Guarany de Bagé 1 x 3 Internacional SM
> Internacional 2 x 0 São José POA
CAMPEONATO GOIANO
> Goiás 5 x 1 Novo Horizonte
CAMPEONATO BAIANO
> Fluminense-BA 3 x 1 Juazeiro
CAMPEONATO CATARINENSE
> Figueirense 6 x 4 Brusque
> Joinville 2 x 2 Criciúma
CAMPEONATO CEARENSE
> Fortaleza 5 x 1 Quixadá
> Guarani-CE 1 x 4 Horizonte
CAMPEONATO AMAZONENSE
> Rio Negro-AM 1 x 3 América-AM
> Sul-América 3 x 3 Libermorro
CAMPEONATO CAPIXABA
> Serra 2 x 2 Jaguaré
> Desportiva 0 x 1 Linhares
> Marilândia 2 x 4 Pinheiros-ES
CAMPEONATO PARAENSE
> Águia-PA 4 x 0 São Raimundo-PA
> Pedreira 1 x 2 Ananindeua

sábado, 15 de março de 2008

Primeiro lugar?Ñ.

Moleque apronta e Timão não alcança ponta
Parecia que o Corinthians venceria com facilidade e assumiria, ao menos provisoriamente, a liderança do Paulistão 2008. Mas o Juventus não é o Moleque Travesso à toa. Apesar levar sufoco durante toda a primeira etapa, o time grená cresceu no segundo tempo e arrancou um precioso empate em 2 a 2, neste sábado à tarde, no Morumbi.

Com o resultado, o Timão fica com 27 pontos, na vice-liderança, e pode até ser ultrapassado neste domingo por Palmeiras ou São Paulo, que duelam em Ribeirão Preto. A Ponte Preta, que disputa o dérbi com o Guarani, também pode passar o Alvinegro, que cairia, nesse caso, para a
NA PRÓXIMA RODADA
23/3 (16h) - Corinthians x Rio Claro - Morumbi
23/3 (18h10) - Bragantino x Juventus - Marcelo Stéfani (Bragança Paulista)
Só dá Timão
Com uma eficiente marcação no meio-de-campo e saídas rápidas pelo lado direito, puxadas pelo ala Carlos Alberto, o Corinthians não deu nenhuma chance ao Juventus durante toda a primeira etapa.

Enquanto o Moleque Travesso parecia perdido em campo, correndo de um lado para outro sem conseguir armar jogadas, o Timão era preciso. Logo aos nove, Dentinho recebeu pela direita, na altura do bico da grande área, e chutou cruzado, de direita. A bola passou bem perto da trave esquerda.

Acuado, o Juventus apenas tentava afastar a bola de sua área, mas sem muito sucesso. Aos 18, Herrera fez jogada de ponta direita e foi derrubado já na entrada da área. Falta que Heverson cobrou na cabeça de Fabinho. O volante, na altura da marca do pênalti, acertou um golpe certeiro e abriu o placar (assista ao vídeo acima).

Vendo que seu time não conseguia se acertar em campo, o técnico do Juventus, José Carlos Fescina, fez uma mudança ainda aos 20 minutos de jogo. Tirou o meia Ludemar para a entrada de Marcus Vinícius. Irritado, Ludemar deixou o gramado xingando o chefe. Apesar da chateação de Ludemar, a alteração serviu, ao menos, para o time da Rua Javari segurar mais a posse de bola. Marcus Vinícius, artilheiro do time no estadual, com três gols, mostrou-se mais eficiente na armação.

Mas a melhora do Juventus não foi suficiente para que o Corinthians passasse algum apuro. Aos 39, Herrera quase ampliou, num chute de esquerda. A bola, rasteira, passou rente à trave direita. Em seguida, aos 43, Diogo Rincón tentou de meia-bicicleta, mas o goleiro Marcelo espalmou.
Festa de gols
O segundo tempo começou em ritmo alucinante. Em 15 minutos, três gols. Num cochilo da defesa corintiana, aos 10 minutos, Fernando Diniz acertou grande lançamento para Lima, que avançou pela direita e acertou belo toque na saída de Felipe (assista ao gol no vídeo ao lado). Estava empatada a partida.

A molecagem custou caro ao Juventus. Na resposta, aos 13, André Santos fez linda jogada pela esquerda. Ele recebeu de Dentinho, cortou para o meio e chutou de direita, acertando o ângulo direito. O goleiro Marcelo nada pôde fazer. Um golaço.

O jogo era lá e cá e o Juventus conseguiu novo empate aos 15. Lima cruzou da direita Fernando Miguel escorou de cabeça. A bola bateu no travessão e voltou para Marcus Vinícius deixar tudo igual novamente.

Se no primeiro tempo o jogo foi bem tranqüilo para o Corinthians, o segundo foi bem complicado. Não bastasse a pressão e o empate do Moleque Travesso, o lateral-esquerdo André Santos torceu o tornozelo direito e teve de ficar em campo no sacrifício, mancando, pois o técnico Mano Menezes já havia feito as três substituições.

Apesar do tornozelo machucado, André Santos ainda tentou algumas cobranças de falta, para desespero de Mano Menezes, que não queria ver seu jogador se arriscar.

Após o gol de empate, o Juventus cresceu na partida. Suportou a pressão corintiana e teve espaço para contra-atacar. Mas quem esteve mais perto de marcar foi mesmo o Timão: em chute de Caju, de direita, aos 33, defendido por Marcelo.

Apesar dessas chances, o Corinthians não consegue marcar e a liderança fica para a próxima.
Ficha Técnica
CORINTHIANS 2 x 2 JUVENTUS
CORINTHIANS
Felipe
Carlos Alberto
Chicão
William
André Santos
Suarez (Éverton)
Fabinho
Diogo Rincón (Lulinha)
Heverton (Caju)
Dentinho
Herrera
T: Mano Menezes
JUVENTUS
Marcelo
Dedimar
Gazaroto
Valdir (Vágner)
Naves
Fernando Miguel
Ludemar (M. Vinícius)
Márcio Senna
Kanu (Vampeta)
Fernando Diniz
Lima
T: José Carlos Fescina
Gol: Fabinho, aos 18 do primeiro tempo; Lima, aos 10, André Santos, aos 13, e Marcus Vinícius, aos 15 do segundo tempo
Cartões amarelos: Diogo Rincón (Corinthians), Marcus Vinícius, Fernando Diniz, Fernando Miguel (Juventus)
Cartão vermelho:
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Marcos Joel Alves e Luis Alexandre Nilsen
Data: 15/03/2008
Estádio: Morumbi, em São Paulo
Público: 15.006
Renda: 241.309,00

Vamos falar de música:Metallica


O Metallica é um grupo norte americano de Thrash Metal fundado em 1981 em Los Angeles, Califórnia, considerado por muitos um dos fundadores do thrash metal juntamente com Slayer e Exodus. Na sua carreira, a banda já vendeu mais de noventa milhões de álbuns pelo mundo.
História
Primeiros anos
O Metallica foi formado em Los Angeles, Califórnia, em outubro de 1981 pelo guitarrista e vocalista James Hetfield e pelo baterista Lars Ulrich. A dupla recrutou o baixista Ron McGovney, e a primeira encarnação da banda passou por vários guitarristas, como Lloyd Grant, Brad Parker e Jeff Warner. O nome da banda surgiu quando o produtor musical de heavy metal Ron Quintana pediu a Lars para ajudá-lo a escolher um nome para sua nova revista, que se destinava a promover bandas de metal dos Estados Unidos e Reino Unido. Entre uma lista de Quintana de vários nomes que incluía "Metallica".

A música da banda era inspirada em outras bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath, Motörhead, Diamond Head, Saxon, Thin Lizzy, Venom e Mercyful Fate, entre outras, em sua maioria, britânicas. Lars era dinamarquês, e havia se mudado para os Estados Unidos com o propósito de se tornar um jogador de tênis. Ele estava muito empolgado com a NWOBHM e bandas como Iron Maiden. Outras influências incluíam bandas de punk rock como Misfits, Zeroption e The Ramones, e o hardcore punk do Discharge.

No início de 1982, Ulrich convenceu Brian Slagel da gravadora Metal Blade a incluir a canção "Hit the Lights" na primeira compilação Metal Massacre. A fim de encontrar um guitarrista em tempo integral para a banda, Ulrich também enviou um anúncio para um jornal local. Dave Mustaine, de Huntington Beach, Califórnia, que estava tocando com a banda Panic respondeu o anúncio e encontrou-se para uma audição. Ulrich e Hetfield impressionaram-se de tal maneira com o equipamento e primeiras notas de Mustaine que o convidaram para integrar-se à banda antes mesmo da audição de fato.

Em março e abril de 1982 várias demos foram gravadas com esta formação. Poucos meses após gravaram No Life 'Til Leather, que chamou atenção da cena underground. Posteriormente foi lançada a demo ao vivo Metal Up Your Ass.

No mesmo ano, Ron McGovney deixou a banda e o Metallica convidou o então baixista do Trauma Cliff Burton a reunir-se à banda. Burton aceitou com a condição de que a banda se realocasse para sua cidade, Castro Valley, também na Califórnia. Com Burton a banda gravou a Megaforce Demo. Após estabelecerem-se na cena de thrash metal da Bay Area, o Metallica viajou para Nova Iorque em 1983. Após alguns concertos acertaram contrato com a nova gravadora de Marsha Zazula, então promotor da banda, a Megaforce Records. Ulrich e Hetfield decidiram que o comportamento agressivo e disruptivo de Mustaine relacionado ao uso excessivo de drogas e álcool estava se tornando difícil de lidar. Kirk Hammett foi trazido da banda Exodus e Mustaine foi despedido, para logo após formar a banda de thrash metal Megadeth.
Pioneiros do thrash metal
Em 1983 a banda viajou para Rochester para gravar seu primeiro álbum, Metal Up Your Ass. Entretanto, devido a conflitos com a gravadora pelo título, o nome do álbum acabou sendo alterado para Kill 'Em All. O álbum não foi um sucesso financeiro de início, mas ajudou a banda a construir uma base de fãs cada vez maior na cena underground. Apesar da animosidade, Dave Mustaine, que se tornou famoso com sua banda Megadeth, ainda teve créditos de co-escritas em canções como "Jump in the Fire", "Phantom Lord", "Metal Militia" e a notável "The Four Horsemen" (originalmente intitulada "The Mechanix" e referenciada de tal maneiras nas primeiras demos). Outra canção famosa era "Seek & Destroy". O relançamento do álbum em 1989 incluiu canções favoritas entre fãs, como "Am I Evil?", do Diamond Head, e "Blitzkrieg" da banda de mesmo nome. Atualmente, considera-se Kill 'Em All como um dos maiores clássicos do thrash metal.

No ano seguinte a banda lançou Ride the Lightning, um álbum que incluía a canção mais lenta e introspectiva "Fade to Black", diferenciando o Metallica de outras bandas thrash. Ainda que alguns considerassem a banda como "vendida", outros fãs consideram Ride the Lightning como valioso. Outras canções notáveis incluem "For Whom the Bell Tolls", "Creeping Death" e "The Call of Ktulu", esta última uma canção instrumental de nove minutos. Dave Mustaine ainda teve créditos reconhecidos para "Ride the Lightning" e "The Call of Ktulu".

Quando o álbum atraiu a atenção de grandes gravadoras, a banda assinou contrato com a Elektra Records e mais tarde, assinou com o selo Vertigo, distribuido pela PolyGram (atual Universal Music), para distribuição de seus álbuns na Europa e no restante do mundo. Seu primeiro lançamento da nova gravadora foi Master of Puppets de 1986, que marcou um início da banda na grande media. Apesar de não ter sido lançado compacto algum, faixas como "Master of Puppets" e "Welcome Home (Sanitarium)" eram tocadas nas rádios. Fãs que procuravam uma alternativa às bandas de hair metal da época encontravam opções em canções mais "furiosas" com "Battery" e "Damage, Inc.". A banda recebeu ainda mais exposição quando foram convidados a abrir um concerto para Ozzy Osbourne, e Master of Puppets subiu para o 29º lugar na parada de álbuns da Billboard. Alguns críticos consideram esse um dos maiores álbuns de heavy metal de todos os tempos.
Tragédia
Em 27 de setembro de 1986, durante a parte européia da turnê Damage Inc., Cliff Burton faleceu perto de Ljungby, Suécia (em uma viagem entre Estocolmo e Copenhague) quando o ônibus da turnê deslizou na rodovia congelada e tombou[4][5]. A morte de Burton resultou em questionamentos sobre o futuro da banda. Por fim os três membros remanescentes decidiram continuar o trabalho, e com o apoio da família de Burton começaram a busca por um substituto. A canção "To Live is to Die" foi gravada posteriormente em homenagem a Burton. Na música podem ser ouvidas frases na voz de Burton: "Quando um homem conta uma mentira ele mata alguma parte do mundo. Estas são as pálidas mortes com que homens desperdiçam suas vidas. Isso tudo eu não posso mais suportar, presenciar. O reino da salvação não pode me levar para casa". O corpo de Cliff foi cremado e as cinzas lançadas em Maxwell Ranch. Na cerimónia, foi tocada a música "Orion" (um instrumental) do álbum "Master of Puppets". O Metallica tocou esta música em um medley em 1992 em San Diego na Califórnia junto com outras músicas, entre elas "My Friend of Misery" e "Incitações" a "(Anesthesia) Pulling Teeth" do álbum Kill 'Em All por várias distorções de baixo entre um solo e outro.
Sucesso comercial
A partir das audições para a escolha de um novo baixista estava Les Claypool (da banda Primus), um amigo de infância de Hammett. A banda gostou do baixsta, mas considerava seu estilo muito diferente do estilo do Metallica. O convite foi feito a Jason Newsted. Jason reuniu-se à banda oficialmente em 28 de outubro de 1986, três semanas após o funeral de Burton. A turnê foi terminada nos primeiros meses do ano seguinte. Em julho de 1987 gravaram The $5.98 E.P.: Garage Days Re-Revisited para testar um novo estúdio que eles haviam construído e para testar o talento de Newsted.

...And Justice for All foi lançado em 1988, o primeiro de estúdio desde a morte de Burton. Ele teve grande sucesso comercial, atingindo a sexta posição da Billboard 200, o primeiro álbum da banda a estar entre os dez primeiros. Apesar de críticas, em 1989 a banda recebeu sua primeira indicação ao Grammy pelo álbum, para a categoria Melhor Desempenho de Hard Rock/Metal Vocal Ou Instrumento. Entretanto, o prêmio foi ganho pela banda Jethro Tull pelo seu álbum Crest of a Knave. O resultado gerou muita controvérsia, pois a banda realmente esperava ganhar o prêmio e já estava na saída dos fundos do palco esperando serem chamados, logo após terer apresentado a canção "One". Os integrantes do Jethro Tull (por muitos a banda não é considerada nem mesmo de hard rock e metal) não haviam nem mesmo ido à cerimônia, assumindo que sua chance de ganhar o prêmio era ínfima.

Seguido do lançamento de ...And Justice for All, O Metallica assumiu a grande media da música com seu primeiro vídeo musical para a canção "One". A banda apresentou a canção em um depósito abandonado, e o vídeo foi remixado com cenas de uma versão do filme Johnny Got His Gun. Ao invés de organizar um acordo de licença para apresentar cenas do filme, a banda simplesmente comprou os direitos da obra. O vídeo foi enviado à MTV, com uma versão alternativa somente com a banda tocando, caso a emissora não aceitasse a versão original. Apesar de sua duração longa, a MTV aceitou o vídeo[6].

Em 1991, o Metallica lançou o álbum homônimo Metallica (popularmente conhecido como The Black Album ou O Álbum Preto), que inclui canções como "Nothing Else Matters", "Enter Sandman", "Sad But True," "The Unforgiven" "Holier Than Thou", "Wherever I May Roam" e "Of Wolf And Man". A gravação foi co-produzida com Bob Rock, que já havia trabalhado com bandas de hard rock como The Cult, Bon Jovi e Mötley Crüe. O álbum possui uma capa toda preta com uma imagem pálida de uma cobra em um dos cantos, com o nome da banda no canto oposto. As sessões de gravação tornaram-se um processo longo e árduo, durando mais de um ano devido a conflitos entre os integrantes e argumentos com Rock sobre a direção do álbum, escopo e som. O custo de gravação superou um milhão de dólares. Entretanto, apesar da batalha para seu término, o álbum tornou-se o lançamento mais bem sucedido da banda, atingindo o topo da Billboard[7].

O primeiro single de Metallica foi "Enter Sandman", mostrando um estilo de música mais lento que trabalhos anteriores da banda. Devido ao novo estilo do som, mais alegações sobre uma "banda vendida" foram direcionados ao Metallica através da década de 1990. Em 1992, durante uma turnê muito bem sucedida financeiramente com o Guns N' Roses, Hetfield sofreu severas queimaduras de segundo e terceiro grau devido a pirotecnia durante a abertura de "Fade to Black", impedindo-o de tocar guitarra por uma período da turnê. O roadie da banda e guitarrista do Metal Church John Marshall preencheu a posição da guitarra de Hetfield durante esse período.

Após quase três anos de suporte ao álbum, incluindo uma apresentação no Woodstock 1994, a banda entrou em estúdio para escrever e gravar seu sexto álbum, Load. Interromperam esse período em meados de 1995 e apresentaram-se em três concertos ao ar livre, a chamada Escape from The studio Tour 1995, com bandas como Slayer, Skid Row, Slash's Snakepit, Therapy? e Corrosion of Conformity. Load foi lançado em 1996, e durante sua produção inicial a intenção era um álbum duplo. Entretanto, foi decidido que seria melhor lançar somente metade das canções primeiro, continuar o trabalho nas canções remanescente, e lançá-las no ano seguinte. Essa continuação do trabalho resultou no álbum seguinte da banda, ReLoad, de 1997.

Esses dois álbuns representaram uma significativa mudança musical para o Metallica. as melodias rápidas de heavy metal com composições sobrepostas de guitarra foram substituídas por melodias de blues e guitarra havaiana. Suas vendas foram inferiores às vendas dos três álbuns anteriores.

Em 1998 foi lançada a compilação Garage Inc., que consistia em um álbum duplo. O primeiro CD contém gravações inéditas de covers de bandas como Killing Joke, The Misfits, Thin Lizzy, Mercyful Fate, Black Sabbath, Nick Cave e Bob Seger. O segundo CD contém gravações antigas de covers, incluindo o EP The $5.98 E.P.: Garage Days Re-Revisited.

Em 7 de março de 1999 a banda foi indicada à calçada da fama de San Francisco. O então prefeito da cidade Willie Brown, proclamou aquele como sendo o "Dia Oficial do Metallica" em San Francisco. Um mês depois em 21 e 22 de abril, a banda gravou duas apresentações com a San Francisco Symphony Orchestra, na época conduzidas por Michael Kamen. Kamen, que já havia trabalhado com Bob Rock em "Nothing Else Matters", havia entrado em contato com a banda oito anos antes, logo após o lançamento do Álbum Preto, com idéias sobre a junção da música do Metallica com uma orquestra sinfônica. Kamen e sua equipe compuseram material de orquestra adicional para um número de canções da banda, e os concertos apresentaram uma seleção de canções datadas até a época de Ride the Lightning. A banda também escreveu duas novas canções com Kamen para o evento, "No Leaf Cover" e "Minus Human". A gravação de áudio e o vídeo do concerto foram lançadas em novembro de 1999 com o nome S&M, em CD, VHS, VCD e DVD.

Controvérsia do Napster
Em 2000, os integrantes do Metallica descobriram que uma demo de sua canção "I Disappear" estava sendo distribuído por redes P2P através do compartilhador de arquivos Napster. Não somente a canção estava incompleta, mas ela deveria ter sido lançada em combinação com a trilha sonora do filme Mission Impossible 2.

Descobriram logo então que, adicionalmente àquela gravação, todo o seu catálogo está disponível gratuitamente entre os utilizadores do programa. A banda iniciou ações legais contra o Napster, exigindo que trezentos mil utilizadores que estavam compartilhando a canção que fossem banidos da rede. Ações legais também foram iniciadas contra a Universidade de Yale, Universidade do Sul da Califórnia e Universidade de Indiana, por não bloquearem o Napster em seus campi. No ano seguinte, ambas as partes concordaram em um acordo fora dos tribunais que levou ao bloqueio de contas de utilizadores do Napster, e a banda não iniciou ações legais contra indivíduos por violação de direitos autorais.

Com a controvérsia sobre a validade ou não de compartilhadores de arquivo, páginas web publicavam paródias dos membros da banda. Como retaliação, Ulrich apareceu no MTV Video Music Awards de 2000, em um vídeo com o apresentador daquele ano Marlon Wayans, no qual arruinava a idéia de usar o Napster para compartilhar música. Marlon interpretava um estudante universitário sentado em seu dormitório, ouvindo a canção "I Disappear" do Metallica. Ulrich, interpretando a si próprio, aparece e pede uma explicação. Após receber a desculpa de Wayan de que usando o Napster estava somente compartilhando, Lars replicou que a idéia de Marlon sobre compartilhar era simplesmente emprestar coisas que não eram suas sem pedir. Ele chamou então a equipe de turnê da banda, que proseguiu confiscando todos os pertences de Wayan, deixando-o quase nu em um quarto vazio. O criador do Napster Shawn Fanning respondeu posteriormente à cerimônia ao apresentar um prêmio vestindo uma camiseta do Metallica com os dizeres "Eu emprestei esta camisa de um amigo. Talvez, se eu gostar dela, irei comprar uma própria".

A ridicularização do público foi grande já que a banda iniciou sua carreira na cena underground com a troca de bootlegs de suas apresentações. A defesa da banda era que o Napster estava permitindo acesso livre a todo o seu catálogo e não somente os bootlegs ao vivo.
Saída de Newsted
Com planos de volta aos estúdios em 2001, Newsted deixou a banda em janeiro alegando que danos físicos após vários anos tocando com o grupo. Entretanto, entrevistas posteriores com Newsted e os integrantes remanescentes revelaram que o desejo de Newsted de lançar um CD e entrar em turnê com seu projeto paralelo Echobrain, e a resistência intensa de Hetfield à idéia, foi a causa primordial da saída do músico[10]. Jason também alegou que não havia espaço para ele compôr porque James Hetfield "impôs" essa barreira.
Era atual
Em julho de 2001, Hetfield entrou em reabilitação devido a alcoolismo e outras adicções, e por quase um ano a banda entrou em hiato. Com a volta do vocalista, a banda voltou lentamente como um trio para a escrita e gravação do próximo álbum. A tarefa de baixo nas sessões de gravação havia sido feita pelo produtor e conhecido da banda Bob Rock. A gravação do álbum foi documentada para o filme Some Kind of Monster.

No início de 2003, seguido da gravação do álbum, o Metallica iniciou audições para a escolha de substituto permanente para Newsted. Robert Trujillo, anteriormente do Suicidal Tendencies e da banda de Ozzy Osbourne, foi escolhido como novo baixista. Jason Newsted acabou reunindo-se com a banda de thrash metal Voivod em 2002. Acabou também substituindo Robert Trujillo na banda de Ozzy durante a turnê Ozzfest de 2003.

Em junho de 2003 foi lançado o oitavo álbum de estúdio do Metallica, St. Anger, estreando na primeira posição das paradas musicais. Intencionalmente seco e bruto, foi seguido de críticas do fãs. Apesar disso, o álbum ganhou o Grammy Award de 2004 para Melhor Desempenho de Metal.

Após turnês extensas divulgando o álbum na Summer Sanitarium Tour 2003 e na Madly in Anger with the World, a banda entrou em hiato dos concertos e passou a maior parte de 2005 com amigos e família.

Em 16 de fevereiro de 2006 a banda anunciou em sua página oficial que após um relacionamento de mais de quinze anos, o produtor musical de longa data Bob Rock não estaria mais gravando o próximo álbum de estúdio do Metallica. O grupo está atualmente gravando um álbum de estúdio com o produtor Rick Rubin[11], que já trabalhou com outras bandas proeminentes de rock e metal como Slayer, System of a Down, Slipknot, Red Hot Chili Peppers , Rage Against the Machine e actualmente os Linkin Park.

A banda esteve em Portugal a 28/06/07, na sua Sick of the Studio tour, proporcionando um grande concerto no festival Superbock Superock, juntamente com Joe Satriani e Mastodon, onde tocaram temas poucos habituais nos seus concertos, como a instrumental Orion e ...and justice for all, música que a banda já não tocava ao vivo há 18 anos.
Formação atual
Lars Ulrich - bateria (1982 - presente)
Robert Trujillo - baixo (2003- presente)
Kirk Hammett - guitarra (1983 - presente)
James Hetfield - vocal e guitarra (1982 - presente)
Álbuns de estúdio
Kill 'Em All (1983)
Ride The Lightning (1984)
Master of Puppets (1986)
...And Justice For All (1988)
Metallica (The Black Album) (1991)
Load (1996)
ReLoad (1997)
St. Anger (2003)
Outros álbuns
Garage Inc. (1998)
S&M (1999) - com a Orquestra Sinfônica de San Francisco, regida na época por Michael Kamen
Ultra Rare Trax (2001)
Live In Concert (2001)
Rains Of Blood (2001)
Some Kind of Monster (2004)
Semana q vem vamos ter os Ramones

SPORTS HISTORY:Bayern de Munique

Bayern Munique (em alemão: FC Bayern München) é um clube de futebol da Alemanha.

Fundado em 1900, é sediado em Munique. Antigamente jogava no Estádio Olímpico de Munique, atualmente joga no novo estádio, o Allianz Arena, construído para a Copa do Mundo de 2006. O clube é o mais famoso e mais bem sucedido na Alemanha e tem uma torcida constituída por quase 100 mil membros associados e organizados, tendo tido uma média de 52.529 espectadores por partida na Temporada 2004/05 da Bundesliga.

É o clube em que atuam importantes jogadores principalmente desde a década de 70, quando conseguiu sua maior expressão ao vencer o tricampeonato da Liga dos Campeões da UEFA. O clube em que o Kaiser Franz Beckenbauer estreou e teve grandes momentos de sua carreira, como a conquista do tri, além de conquistas como técnico e nos dias de hoje como presidente (cargo ocupado desde 1994). Atualmente é o time com o maior número de conquistas da Bundesliga e também da Copa da Alemanha, incluindo a dorbradinha em 2005 e 2006 quando ganhou ambos os torneios.
O clube e seus rivais
O Bayern é um dos três clubes de futebol profissional da cidade alemã de Munique; seu rival local é o TSV 1860 Munich, que teve mais sucesso na década de 1960, ganhando respectivamente a copa e o campeonato. O 1860 esteve desde então alternando entre a segunda e primeira divisão da Bundesliga. Os torcedores do Munique 1860 frequentemente se refere a seção do Bayern que da apoio a ginástica de forma maldosa, insinuando ausência de um futebol com pedigree. A rivalidade entre os dois times perdeu importância na última década, refletindo a grande diferença entre os dois clubes, um sendo um grande clube europeu (Bayern) e o outro em uma crise de décadas (Munique 1860). O 1860 é uma agremiação com uma torcida baseada na classe trabalhadora e tem sua base em franco declínio pois o setor manufaturado está perdendo terreno para o setor terciário.

O outro clube de Munique é o SpVgg Unterhaching e vem do sul semi-rural, sendo a terceira força da cidade. Sensacionalmente, conseguiu permancer na Bundesliga em 1999 pela segunda temporada seguida. Conseguiu um feito derrotando o Bayer Leverkusen no último jogo da temporada 1999/00 quando os visitantes precisavam apenas do empate para assegurar o título alemão, beneficiando assim o Bayern nesta ocasião. Depois deste fato voltou à normalidade e a segunda divisão, não retornando mais a Bundelisga.

O Bayern é considerado uma instituição que reflete os líderes de negócios e os ministros da Baviera que são do Partido da União Cristã-Social, que domina os políticos da Baviera desde a Segunda Guerra Mundial. Eles seguem as aspirações da classe média da região da Bavária. Em larga proporção os torcedores viajam regularmente 200 km, para ver jogos em casa, ou jogos de dia que atraem pouca espectadores. Com a maior torcida da Alemanha e sendo o clube mais prestigiado do país, os torcedores do Bayern de Munique sofrem com a ira das outras torcidas.

Nos dias de hoje, os maiores rivais estão em âmbito nacional, como foi na década de 1970 com o Borussia Mönchengladbach, e depois de alguns anos expandindo a clubes como Hamburgo e Werder Bremen. Na última década, Borussia Dortmund e Bayer Leverkusen tem emergido como os rivais mais próximos; e recentemente o Schalke 04 e novamente o Werder tem feitos grandes jogos e disputado os títulos nacionais com o Bayern, porém com muito pouco sucesso. Atualmente os maiores rivais dos vermelhos são os grandes clubes europeus.
Anos Dourados (1968 a 1976)
1968 era o ano da mudança. Branco Zebec pegou o time de Cajkovski e foi banindo todos os jogadores que não estavam ajudando a equipe. Apesar da expectativa de um prognóstico obscuro, os torcedores não pensavam negativo. O tempo era de duas realidades: a liderança de oito pontos no Campeonato em cima do Alemannia Aachen, e a vitória sobre o Schalke 04 na Copa da Alemanha. Mas durante isso, emergia um time que seria o rival dos Bávaros durante anos: Borussia Mönchengladbach. O Borussia ganhou o nacional duas vezes em 1970 e 1971, e nas duas derrotou a equipe de Munique.

Quando o Bayern ganhou a coroa em 1972, o tempo era do novo Olympic Stadium e a equipe estava sendo treinada por Udo Lattek, e isso era a causa de mais uma celebração. Gerd Müller agora estava no topo das estatísticas dos artilheiros na Europa com 40 gols em uma temporada e o time havia conquistado uma pontuação record na Bundesliga. Então era inevitável a vitória da Copa da Alemanha sobre os rivais do Colônia por 2 a 1 na prorrogação.

Além dos dois títulos ganhos sob o comando de Lattek, a era de ouro ficou completa quando o Bayern conseguiu seu primeiro título internacional de grande porte, a Liga dos Campeões da Europa. Schwarzenbeck (o Gato) fez o único gol da equipe Bávara diante do Atlético de Madri no último minuto, forçando outra partida em que Beckenbauer foi o homem do jogo e o Bayern vencendo por 4 a 0 (Uli Hoeness e Gerd Müller fazendo dois gols cada). No mesmo ano a Alemanha vence a Copa do Mundo, ganhando da Holanda na final que aconteceu em Munique. Seis jogadores do Bayern estavam presente na vitória de 2 a 1. Eram eles: Maier, Beckenbauer, Schwarzenbeck, Breitner, Hoeness and Müller. Os dois gols alemães foram marcados por Breitner de penalty e Müller em um chute inesquecível.

O Bayern Munique dominou a década de 1970 na Europa juntamente com o Ajax, vencendo a competição 3 vezes seguidas (1974,1975,1976). Em 1975 venceu o Leeds United por 2 a 0 em Paris com gols de Franz Roth e Müller; em 1976 conquistou a Liga frente ao St. Etienne em Glasgow por um placar de 1 a 0 sendo o gol marcado por Roth. Nestas duas ocasiões a equipe era treinada por Dettmar Cramer. E para fechar com chave de ouro essa época áurea da esquadra alemã, venceu a Taça Intercontinental, passando por cima do Cruzeiro em dois jogos, o primeiro 2 a 0 em Munique com gols de Müller e Kappelmann, e o segundo tento realizado em Belo Horizonte terminou em 0 a 0, sagrando o Bayern primeiro campeão teutônico intercontinental, sendo este inédito em sua história. Por toda esta década brilhante, este esquadrão entrou para história como uma das melhores equipes já formada em todos os tempos no futebol mundial.
Ottmar Hitzfeld
A entrada do técnico de Ottmar Hitzfeld em 1998 e a sua saída em 2004 foi marcada por uma era cheia de conquistas. Nesse período conquistou 4 títulos do Campeonato Alemão, 2 títulos da Copa da Alemanha e os dois mais importantes títulos: A Liga dos Campeões e o Mundial Interclubes em 2001. A luta pela conquista do quarto título europeu começou desde de sua entrada, chegando logo na final da temporada de 1998/1999 sendo derrotado na emocionante final com o Manchester United. Foi semi-finalista da temporada 1999/2000 e finalmente campeão europeu na temporada 2000/2001 em cima do Valencia nos pênaltis, onde brilhou o goleiro Oliver Kahn que defendeu três pênaltis. Ganhou a Copa Intercontinental também neste ano contra o Boca Jrs, conquistando seu segundo título de renome mundial.
Campanhas Recentes
Eliminado nas quartas de finais pelo Milan na Liga dos Campeões e conseguindo apenas a classificação para a Copa da UEFA no Campeonato Alemão, a temporada de 2006/2007 foi vergonhosa para os bávaros, tanto que o clube providenciou uma reformulação total no time com contratações milionárias, entre essas contratações estão o italiano Luca Toni, o ex-Werder Bremen Klose e a grande promessa francesa Franck Ribéry. Estima-se que foram gastos quase U$100 milhões em contratações para a temporada de 2007/2008, além do retorno de Ottmar Hitzfeld, ao time bávaro. Apesar do time ter perdido apenas uma partida até a pausa de inverno, já existem sinais de insatisfação por parte da torcida e da diretoria do clube em relação ao técnico, sendo cogitado sua saída no fim da temporada.
Jogadores premiados
Três jogadores do Bayern Munique já venceram a eleição de Bola de Ouro, sendo eles Gerd Müller (1970), Franz Beckenbauer (1972 e 1976) e Karl-Heinz Rummenigge (1980 e 1981). Muitos outros jogadores também ja ganharam o prêmio de Melhor Jogador Alemão do Ano, no total contabilizando 16 vezes, muito mais do que qualquer outro clube do país. O Bayern também teve o artilheiro outras 12 ocasiões com Gerd Müller ganhando a Bota de Ouro européia duas vezes por ser o maior goleador do continente.
A maior esquadra
Em 1 de junho de 2005, foi aberto o novo estádio Allianz Arena e o Bayern Munique anunciou os resultados de uma enquete online que participaram ao todo 66.000 internautas auferindo sobre os melhores jogadores que já passaram pelos Bávaros; os onze escolhidos foram: Sepp Maier, Augenthaler, Georg Schwarzenbeck, Beckenbauer, Breitner, Scholl, Effenberg, Matthäus, Rummenigge, Gerd Müller, Élber - Técnico: Ottmar Hitzfeld.
Títulos
Mundial de Clubes (2):1976 e 2001
Liga dos Campeões da UEFA (4):1974, 1975, 1976 e 2001
Copa da UEFA (1):1996
Recopa Européia (1):1967
Campeonato Alemão (20):1932, 1969, 1972, 1973, 1974, 1980, 1981, 1985, 1986, 1987, 1989, 1990, 1994, 1997, 1999, 2000, 2001, 2003, 2005 e 2006
Copa da Alemanha (13):1957, 1966, 1967, 1969, 1971, 1982, 1984, 1986, 1998, 2000, 2003, 2005 e 2006
Copa da Liga Alemã (6):1997, 1998, 1999, 2000, 2004 e 2007
Goleiros
1 Oliver Kahn
22 Michael Rensing
29 Bernd Dreher
Defensores
2 Willy Sagnol
3 Lúcio
5 Daniel Van Buyten
6 Martin Demichelis
21 Philipp Lahm
23 Marcell Jansen
28 Stefano Celozzi
30 Christian Lell
35 Breno
37 Christian Saba
Meio de Campo
7 Franck Ribéry
8 Hamit Altintop
15 Zé Roberto
16 Andreas Ottl
17 Mark van Bommel
20 José Ernesto Sosa
31 Bastian Schweinsteiger
36 Stephan Fürstner
39 Toni Kroos
Atacantes
9 Luca Toni
11 Lukas Podolski
18 Miroslav Klose
19 Jan Schlaudraff
27 Daniel Sikorski
34 Sandro Wagner
Treinador
Ottmar Hitzfeld
Semana q vem teremos o Real Madrid.

domingo, 9 de março de 2008

Vamos falar de música:Led Zeppelin


Led Zeppelin foi uma lendária banda britânica de Rock, formada em setembro de 1968, por Jimmy Page (guitarra e vocal), John Bonham (bateria), John Paul Jones (baixo e teclado) e Robert Plant (vocalista e gaita).

O grupo foi um dos mais populares na década de 1970 e da história do rock. Célebre pela sua inovação e influência no heavy blues-rock, a banda também incorporou elementos de gêneros como rockabilly, reggae, soul, funk, jazz, entre outros.

Seus álbuns venderam mais de 300 milhões cópias em todo o mundo,(incluindo 109 milhões de vendas nos Estados Unidos[4]. Foram também os únicos a colocar todos seus álbuns no Top 10 da parada norte-americana Billboard.

Desde a morte do baterista John Bonham, em 1980, que colocou fim da banda, o Led Zeppelin reuniu-se em ocasiões especiais. A primeira delas foi em 1985 quando participaram do concerto beneficente Live Aid - com Phil Collins e Tony Thompson (Chic) na bateria. Três anos depois, com Jason Bonham na bateria, tocaram no aniversário de 40 anos da gravadora Atlantic. Em 10 de dezembro de 2007, os três membros originais do Led Zeppelin e Jason Bonham reuniram-se para um tributo a Ahmet Ertegün, fundador do selo Atlantic (morto em 2006), na O2 Arena, em Londres
O princípio
Originalmente a banda foi formada pelo guitarrista Jimmy Page e pelo baixista Chris Dreja em Julho de 1968 com o nome de "The New Yardbirds" de modo a conseguirem cumprir um contrato feito para a realização de concertos na Escandinávia, assinado antes do último concerto dos Yardbirds. Terry Reid recusou a oferta de Page para ser o vocalista, mas sugeriu Robert Plant[8], conhecido pelo seu trabalho no grupo "The Band of Joy". Junto com ele veio o baterista John Bonham. Quando Dreja saiu para se tornar fotógrafo, John Paul Jones, estimulado pela esposa, procurou Jimmy Page, a quem conhecia por terem atuado juntos como músicos de estúdio, e se ofereceu para tocar baixo na nova banda. Oferta aceita, estava formado o quarteto que viria a se transformar na maior banda de Rock and Roll dos anos 70.

Após alguns concertos como "The New Yardbirds", a banda mudou o nome para Led Zeppelin. Esse nome surgiu depois que Keith Moon e John Entwistle comentaram que um "supergrupo" contendo eles dois, Jimmy Page e Jeff Beck (que era a idéia original de Page) cairia como um "balão de chumbo" (do inglês "lead zeppelin"). A palavra "lead" é propositadamente mal escrita para que a pronúncia correta seja usada (também poderia ser lida como "lid", que lhe daria outro significado)[9][10].

Pouco tempo após a sua primeira apresentação (na Universidade de Surrey, Guildford, em 15 de Outubro de 1968) o grupo editou o seu primeiro álbum Led Zeppelin em 1969. Esse álbum resultava de uma combinação entre o blues, o rock e influências orientais com amplificações distorcidas, o que o levou a tornar-se um dos pivôs do surgimento do heavy metal, embora Plant tenha declarado injusta a taxação do grupo como heavy metal, já que aproximadamente um terço de sua música era acústica. O imediato sucesso do disco foi o pontapé de saída para a carreira da banda, especialmente no EUA, onde eles haveriam de actuar frequentemente, e onde as suas vendas de discos apenas foram suplantadas pelos Beatles. O segundo álbum, chamado simplesmente Led Zeppelin II, editado ainda no mesmo ano, seguiu o mesmo estilo, e incluía o sucesso "Whole Lotta Love", que, conduzido pela secção rítmica, definia o som da banda.

Page e Plant, como outros músicos de rock do cenário inglês, tinham uma formação fortemente enraizada no blues. Assim, o primeiro álbum do Led Zeppelin continha muitas releituras de músicas de blues. Porém, os créditos vinham para os músicos da banda. A história se repete com Whole Lotta Love, que apresenta grandes semelhanças com "I need Love", de Willie Dixon. A banda foi depois acusada de ter usado as letras sem as creditarem a Dixon, e só 15 anos depois, devido a um processo posto pela "Chess Records", foi feito um acordo e efectuado o pagamento devido, com Willie Dixon sendo creditado nas devidas músicas. Por fim, Dixon acabou se tornando amigo de Page e Plant.

A banda também gostava do rock and roll americano e tocava músicas de Elvis Presley e Eddie Cochran em seus shows. As performances ao vivo do Led Zeppelin com frequencia alcançavam 2 horas ou mais de duração, e em alguns casos, como no "Texas Pop Festival" de 1969, a banda chegou a tocar por 4 horas seguidas.
Para a gravação do seu terceiro álbum, Led Zeppelin III, a banda retirou-se para "Bron-Yr-Aur", uma cabana remota em Snowdonia, no País de Gales, sem electricidade ou água encanada. Isto resultou num som mais acústico (fortemente influenciado pela música celta e a música folk, e que revelou uma face diferente do talento prodigioso de Jimmy Page). Em Novembro de 1970 a "Atlantic Records" editou "Immigrant Song" em single, sem a autorização da banda e contra a sua vontade. Incluía no lado B "Hey Hey What Can I Do". Foram editados mais nove singles, sempre sem a autorização da banda, que via os seus álbuns como indivisíveis. Curiosamente, "Stairway to Heaven" nunca foi editado em single, apesar do seu grande êxito nas rádios. A frustração da banda em relação aos singles provinha do seu empresário Peter Grant, que era um acérrimo defensor dos álbuns, e também devido ao facto da Atlantic ter feito uma reedição de "Whole Lotta Love", que foi cortada de 5:43 para 3:10 minutos. Para além disso a banda sempre evitou aparecer na televisão, preferindo que os seus fãs os vissem ao vivo.
O auge
As várias tendências musicais do grupo foram fundidas no seu quarto álbum, sem título, que é usualmente chamado de "Zoso", "Four Symbols" ou simplesmente "Led Zeppelin IV". Não apenas o álbum não tinha nome, mas o nome da banda também não aparecia em sua capa. O álbum incluía temas de Heavy Metal, como "Black Dog", o misticismo folk de "The Battle Of Evermore" (cuja letra foi inspirada em "O Senhor dos Anéis") e a combinação dos dois estilos em "Stairway to Heaven", um sucesso estrondoso nas rádios, aclamada por muitos como sendo o maior clássico do rock de todos os tempos. O álbum contém ainda uma memorável regravação de "When The Levee Breaks" de Memphis Minnie.

O álbum seguinte, Houses Of The Holy, lançado em 1973, continha músicas mais longas e experimentais, com o uso de sintetizadores e arranjos de cordas feitos por Jones em músicas como "The Song Remains The Same", "No Quarter" e "D'yer Mak'er". Esse álbum bateu os recordes de audiência, tendo chegado ser ouvido por mais de 50 mil pessoas. Três concertos no Madison Square Garden foram filmados para a realização de um filme, mas o projecto foi adiado por vários anos.

Em 1974 o quarteto lançou seu próprio selo, a Swan Song Records. Swan Song era o título de uma música do Led Zeppelin que nunca foi lançada, tendo sido gravada posteriormente com o nome "Midnight Moonlight" no primeiro álbum dos "The Firm", banda criada por Page após o fim do Led Zeppelin. Além dos álbuns do próprio Led Zeppelin a "Swan Song" editou álbuns de Bad Company, Pretty Things, Maggie Bell, Detective, Dave Edmunds, Midnight Flyer, Sad Café e Wildlife.

Em 1975 foi lançado Physical Graffiti, o primeiro álbum duplo para a "Swan Song". Este álbum incluía músicas que sobraram dos 3 álbuns anteriores e mais algumas novas. Mais uma vez a banda mostrou a sua enorme diversidade de estilos, indo do rock progressivo ao hard rock.

Pouco tempo depois do lançamento de "Physical Graffiti" toda a produção anterior do Led Zeppelin atingiu a lista dos 200 mais vendidos, o que nunca tinha sido visto anteriormente. A banda embarcou para mais uma turnê pelos EUA, batendo novos recordes de audiência. No fim do ano, tocaram 5 noites seguidas no Earl’s Court (esses concertos foram gravados em vídeo e editados apenas 28 anos depois em DVD). Nessa altura, no pico da sua carreira, eram considerados por muitos como a "A Maior Banda De Rock Do Mundo").

Se a popularidade da banda em palco era impressionante, a sua fama pelos excessos era ainda maior. Eles viajavam num jato particular, alugavam pisos inteiros de hotéis, e tornaram-se
Os últimos anos
Em 1976 a banda fez um intervalo nas turnês e começou a filmar segmentos fantásticos para o filme ainda não editado. Durante esse intervalo Robert Plant quebrou um tornozelo num acidente de carro; impedidos de fazer concertos, a banda entrou em estúdio para gravar o seu sétimo álbum, Presence. O álbum conquistou disco de platina antes de chegar às lojas, algo inédito para a época, e marcou mais uma guinada no estilo da banda, que abandonou os arranjos complexos dos álbuns anteriores. Mas o pior para Plant estaria por vir: durante a turnê do álbum nos EUA, seu filho Karac morreu de uma infecção estomacal.

No final de 1976 sai finalmente o filme The Song Remains the Same e a sua trilha sonora. Embora a gravação do concerto datasse de 1973, esse seria o único documento filmado do grupo lançado oficialmente durante os 20 aos seguintes. Uma curiosidade sobre a trilha sonora desse filme é que o "setlist" do concerto do filme não coincidia com as músicas no álbum: algumas músicas do filme não apareceram no álbum e vice-versa. Esse álbum seria o único disco ao vivo oficial disponível, até a edição de BBC Sessions em 1997.

Em 1978, a banda voltou ao estúdio para as gravações de In Through the Out Door, álbum lançado em 20 de agosto, aniversário de Robert Plant. Esse álbum continha "All My Love", dedicada a Karac, seu filho. Agora eram 8 discos no Top 200 da Billboard e shows com ingressos esgotados por todos os lados, provando que o Led Zeppelin estava cada vez mais forte. Embora o Led Zeppelin nessa época já fosse considerada uma banda antiga, eles ainda arregimentavam uma enorme legião de fãs, tendo esse álbum chegado ao topo da lista dos mais vendidos, tanto no Reino Unido como nos EUA.

Em setembro de 1980 John Bonham morreu asfixiado pelo próprio vômito em um quarto da mansão de Jimmy Page, dando fim à carreira do Led Zeppelin. Depois disso a banda foi desfeita, pois não haveria mais condições de continuar com o nome Led Zeppelin.
Depois do fim
Dois anos após a morte de John Bonham a banda editou Coda, uma coleção de músicas não-editadas.

Em 13 de Julho de 1985, o Led Zeppelin reuniu-se para o concerto Live Aid, com Tony Thompson e Phil Collins na bateria. Um ano depois Page, Plant e Jones voltam a reunir-se com Tony Thompson, com o intuito de voltarem a tocar como Led Zeppelin, mas um grave acidente de carro envolvendo Thompson, pôs fim a esta intenção[carece de fontes?]. Eles voltaram a se reunir 1988, com Jason Bonham no lugar que foi de seu pai, para o 40º aniversário da Atlantic Records. Esta formação ainda voltou a tocar no 21º aniversário da filha de Bonham, Cármen, e no casamento de Jason[carece de fontes?].

Page e Plant, sem Jones, voltaram a reunir-se em 1994 para contribuir para a série "Unplugged", da MTV, intitulado "No Quarter". Jones não gostou de não ter sido chamado para essa gravação, especialmente porque o título do álbum, "No Quarter", vem de uma música de mesmo nome, que contém muito de seu trabalho. O estresse entre ele e Page e Plant foi ainda mais agravado quando, em uma entrevista coletiva Plant disse que ele estava "estacionando o carro"[11] .

Em 1997 foi lançado o primeiro álbum do Led Zeppelin em 15 anos, BBC Sessions. Esse álbum duplo incluía a quase totalidade das gravações que a banda tinha feito para a BBC, embora alguns fãs tenham notado a falta de uma sessão de 1969 que incluía a música nunca editada "Sugar Mama". A essa altura, a "Atlantic" editou um single de "Whole Lotta Love", que se tornou o único single da banda.

Em 2003 foi lançado o álbum How the west was won e o DVD Led Zeppelin. No fim do ano o DVD tinha vendido mais de 520 000 cópias.

Em 2006 a banda recebeu o Prêmio Polar de Música, um dos mais prestigiosos do mundo, como melhor banda de rock de todos os tempos.
No dia 10 de setembro de 2007, Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones se reuniram em Londres e anunciaram seu retorno aos palcos em uma única apresentação para vinte mil pessoas em um show em homenagem a Ahmet Ertegun, fundador da Atlantic Records, morto em 2006[14] a renda da apresentação será destinada a uma instituição que concede bolsas. Eles anunciaram ainda que, no dia 13 de novembro de 2007, será lançado um novo CD entitulado "Mothership". O concerto foi realizado em 10 de dezembro de 2007, em Londres, e contou com a presença de Jason Bonham na bateria.
Amostras e Versões
As músicas da banda foram, ao longo dos anos, alvo de muitas versões; os americanos Dread Zeppelin fizeram a carreira à custa de versões e paródias das músicas do Led Zeppelin; Alexis Korner fez uma versão de "Whole Lotta Love", que foi durante muitos anos o tema do "BBC Chart Show"; Tina Turner também fez uma versão da mesma música; e a London Philharmonic Orchestra fez um tributo que incluía "Stairway To Heaven", "When The Levee Breaks" e "Kashmir".

O guitarrista Stanley Jordan fez um boa interpretação instrumental de "Stairway To Heaven", canção cujos solos eram freqüentes em uma montagem cinematográfica dos anos 80 do livro de Marcelo Rubens Paiva, Feliz Ano Velho. Frank Zappa também gravou "Stairway To Heaven". Mais inusitada foi a versão axé music que a banda baiana Babado Novo fez em 2003 do clássico "D'yer Mak'er", peculiariamente misturando Rock e Reggae, mas despertando a ira de alguns dos fãs mais puristas do Led Zeppelin[carece de fontes?].

Em 1995 foi editado um tributo ao Led Zeppelin por vários artistas modernos, que incluía uma versão notável de "Dancing Days" interpretada pelos Stone Temple Pilots.

Ao contrário de muitos dos seus contemporâneos, a banda sempre foi muito protetora das suas músicas, e raramente autorizava que elas fossem usadas para outros fins. Mais recentemente foram-se tornando mais flexíveis, podendo-se ouvir música dos Zeppelin em filmes como Almost famous e School of Rock.
Curiosidades sobre as músicas
"The Ocean" - Um telefone toca aos 1:37.
"Four Sticks" - John Bonham usou 4 baquetas na gravação desta música, por isso o título "Four Sticks".
"Black Dog" - O título veio pelo cachorro que entrava nos estúdios na gravação de "Led Zeppelin IV".
"Since I've Been Loving You" - É possível perceber que o pedal de Bonham chia já que possuía esse som característico (Ludwig Speedking).
"Whole Lotta Love" - No meio da música, o instrumento usado para criar aquele som é o "Theremin"
Formação
Jimmy Page - guitarra
Robert Plant - vocais, harmónica, Gaita
John Bonham - bateria
John Paul Jones - baixo, bandolim, teclados,
A banda chamava ao seu empresário, Peter Grant, o "quinto elemento"
Álbuns
1969 - Led Zeppelin #6 RU, #10 EUA, Vendas nos EUA: 11,000,000
1969 - Led Zeppelin II #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 12,000,000
1970 - Led Zeppelin III #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 6,000,000
1971 - Led Zeppelin IV (sem título: chamado também: "Four Symbols", "ZoSo") #1 RU, #2 USA, Vendas nos EUA: 22,000,000
1973 - Houses of the Holy #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 11,000,000
1975 - Physical Graffiti #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 15,000,000
1976 - Presence #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 3,000,000
1976 - The Song Remains the Same live performances from 1973 tour) #1 RU, #2 EUA, Vendas nos EUA: 4,000,000
1979 - In Through the Out Door #1 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 6,000,000
Antes da gravação de Led Zeppelin, todos os elementos participaram em sessões para o álbum Three week hero de P.J. Proby em 1969. A única faixa em que tocam todos juntos é "Jim's Blues".

Após a banda ter deixado de gravar foram editados os seguinte álbuns:

1982 - Coda #4 RU, #6 EUA, Vendas nos EUA: 1,000,000
1990 - Remasters
1990 - Profiled (Este "álbum" consta apenas de entrevistas, mais tarde empacotado com Remasters).
1990 - Boxed Set ) #18 EUA, Vendas nos EUA: 7,000,000
1993 - Boxed Set 2 #87 EUA, Vendas nos EUA: 500,000
1993 - Complete Studio Recordings , Vendas nos EUA: 2,000,000
1997 - BBC Sessions #23 RU, #12 EUA, Vendas nos EUA: 2,000,000
1999 - Early Days: Best of Led Zeppelin Volume One #71 RU, Vendas nos EUA: 1,000,000
2000 - Latter Days: Best of Led Zeppelin Volume Two #40 RU, #81 EUA
2002 - Early Days & Latter Days: The Best of Led Zeppelin Volumes One and Two Nova edição dos dois álbums anteriores. #11 RU, #114 EUA, Vendas nos EUA: 1,000,000
2003 - How the West Was Won #5 RU, #1 EUA, Vendas nos EUA: 1,000,000
2007 - Mothership
Semana q vem teremos o Metallica.

SPORTS HISTORY:MANCHESTER UNITED

O Manchester United FC (geralmente abreviado para Man United, Man Utd ou apenas Man U, pronunciado man-iú) é um clube de futebol inglês sediado em Old Trafford na Região Metropolitana de Manchester.

Um dos maiores e mais populares clubes da Inglaterra é tido atualmente como o clube mais rico do mundo, segundo a Forbes[1], validado em 1,5 bilhoes de dolares. O Manchester United foi fundado como Newton Heath LYR F.C. em 1878, como o time dos operários do depósito da Cia. Ferrovia de Lancashire e Yorkshire em Newton Heath, se tornando Manchester United em 26 de Abril de 1902.

O Manchester United também tem um dos maiores patrocínios do mundo, o clube inglês fechou um acordo com o grupo de seguros AIG (American International Group), com duração de quatro anos e valor de 56,5 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 211 milhões), a AIG é a terceira empresa que patrocina o Manchester United na história do clube. A empresa japonesa Sharp foi a primeira, associada ao time por 18 anos, entre 1982 e 2000, seguida pela Vodafone. Com este acordo o Manchester passa a ter o maior patrocínio da Europa. Em 2005 o Manchester foi vendido ao milhonário americano Malcolm Glazer, por mais de 800 milhões de libras. Muitos torcedores acharam que iria ser o fim do tradicional time da cidade de Manchester, mais o que acabou acontecendo foi que o Manchester United voltou a ganhar grandes títulos depois de alguns anos de jejum.

Seu estádio, Old Trafford (apelidado de "Teatro dos Sonhos", por Bobby Charlton) é o segundo maior da Inglaterra. Após as obras de modernização, o estádio teve sua capacidade aumentada para 76.000 espectadores. Famoso pela sua média de público de 75, 76 mil torcedores por jogo (a maior do mundo), o Manchester praticamente não vende bilhetes para os jogos em Old Trafford sendo estes comprados basicamente no inicio da temporada pelos sócios mais antigos. Existem filas de 4 anos de sócios só para poderem adquirir um season ticket (ingresso válido para uma temporada inteira), que pode rondar a quantia de 2000 euros. O Manchester tem cerca de 150.000 sócios. Hoje o Manchester United é um dos únicos clubes de futebol do mundo a ter seu próprio avião para transportar seus jogadores e comição técnica. O modelo é um AirBus A320, mais conhecido como Red Devil A320. A aeronave é toda pintada de vermelho com imagens dos craques do elenco do clube inglês, como os atacantes Rooney, Cristiano Ronaldo, o coreano Park Ji Sung, além do técnico Alex Ferguson. Além de ter seu avião particular, o Manchester United fechou um convênio com a AirAsia para ter uma linha de aviões, com destino ao continente asiático.

A um patamar local, o Manchester City é o grande rival do United na cidade e juntos fazem o clássico City x United. Entretanto, uma rivalidade mais intensa é nutrida contra o Liverpool, sendo a recíproca também verdadeira (em geral, os torcedores do Liverpool odeiam mais ao United do que o rival citadino, o Everton.

O Manchester United claramente não tem conseguido transferir sua dominação doméstica para as competições Européias; Mas assim mesmo é um grande clube europeu com dois títulos da Liga dos Campeões da UEFA.

O Manchester foi o primeiro clube ingles a conquistar uma Copa Européia, o primeiro titulo da Liga dos Campeões da UEFA ocorreu, em 1968, no estádio de Wembley, em Londres, onde o Manchester, de Bobby Charlton e George Best, venceu o poderoso Benfica de Eusébio na prorrogação.

Na temporada de 98/99, o Manchester United conseguiu uma façanha, vencendo a tríplice coroa (campeão inglês, campeão da Copa da Inglaterra e campeão da Liga dos Campeões da Europa), o maior título que se pode conquistar no futebol europeu. O bicampeonato da Copa dos Campeões foi conquistado em maio de 1999, no estádio Camp Nou, em Barcelona. Perdendo para o Bayern de Munique (ALE) até os 46 minutos do segundo tempo, o Manchester United conseguiu uma virada inacreditável, marcando dois gols em um minuto e meio. Teddy Sheringham e Ole Gunnar Solskjær assinalaram os gols da vitória que trouxe de volta a taça européia ao Old Trafford depois de 30 anos. Esta partida marcou também a despedida do brilhante goleiro dinamarquês Peter Schmeichel, "The Great Dane", que defendeu a meta do Manchester durante nove anos até se transferir para o Sporting Clube de Portugal.

Completando suas conquistas européias, foi campeão da Recopa Européia em 1991, batendo o favorito Barcelona, do técnico Johan Cruijff, na final por 2 a 1, com dois gols do ídolo galês Mark Hughes e com Ronald Koeman descontando para os espanhóis.

O Manchester United conseguiu, ainda no ano de 1999, a glória de ter sido campeão mundial de clubes ao vencer o Palmeiras, de Marcos, Paulo Nunes, Zinho e Alex, entre outros. O jogo teve palco em Tóquio, no Japão. Os ingleses venceram por 1 x 0 (gol de Roy Keane) e, portanto, estiveram aptos a comemorar um título de escalão mundial, mas que na europa não é valorizado.

Em adição, é o maior vencedor da FA Cup e um dos clubes com mais torcedores no mundo, que alcança todos os continentes, mesmo a Ásia.
Títulos
Nacionais
Campeonato Inglês (16): 1908, 1911, 1952, 1956, 1957, 1965, 1967, 1993, 1994, 1996, 1997, 1999, 2000, 2001, 2003 e 2007
Copa da Inglaterra (11): 1909, 1948, 1963, 1977, 1983, 1985, 1990, 1994, 1996, 1999 e 2004
Copa da Liga Inglesa (2): 1992 e 2006
Supercopa da Inglaterra (16): 1908, 1911, 1952, 1956, 1957, 1965, 1967, 1977, 1990, 1983, 1993, 1994, 1996, 1997, 2003 e 2007
Internacionais
Campeonato Mundial de Clubes (1): 1999
Liga dos Campeões da UEFA (2): 1968, 1999
Recopa Européia (1): 1991
Supercopa Européia (2): 1968, 1991
Goleiros
1 Edwin van der Sar
29 Tomasz Kuszczak
38 Tom Heaton
12 Ben Foster
Defensores
2 Gary Neville
3 Patrice Evrá
5 Rio Ferdinand
6 Wes Brown
15 Nemanja Vidić
19 Gerard Piqué
22 John O'Shea
23 Jonny Evans
25 Danny Simpson
46 Richard Eckersley
27 Mikael Silvestre
35 Kieran Lee
Meio-campistas
4 Owen Hargreaves
8 Anderson
11 Ryan Giggs (Capitão)
13 Ji-Sung Park
16 Michael Carrick
17 Nani
18 Paul Scholes
24 Darren Fletcher
28 Darron Gibson
33 Chris Eagles
43 Sam Hewson
Atacantes
7 Cristiano Ronaldo
9 Louis Saha
10 Wayne Rooney
32 Carlos Tévez
39 Fraizer Campbell
Técnico
Alex Ferguson
Mais jogos com a camisa do Manchester United
Como em 26 de agosto de 2007 e de acordo com o site oficial . Jogadores que aparecem em negrito , ainda estão atuando pelo Manchester United.

# Nome Temporadas Jogos Gols
1 Sir Bobby Charlton 1954 - 1973 759 249
2 Ryan Giggs 1991 - presente 744 141
3 Bill Foulkes 1952 - 1970 688 9
4 Gary Neville 1992 - presente 540 7
4 Paul Scholes 1994 - presente 540 138
6 Alex Stepney 1966 - 1978 539 2
7 Tony Dunne 1960 - 1973 536 2
8 Denis Irwin 1990 - 2002 529 33
9 Joe Spence 1919 - 1933 510 168
10 Arthur Albiston 1974 - 1988 485 7


[editar] Goleadores da história do Manchester United
# Nome Temporadas Jogos Gols
1 Sir Bobby Charlton 1954 - 1973 759 249
2 Denis Law 1962 - 1973 404 237
3 Jack Rowley 1937 - 1955 424 212
4 George Best 1963 - 1974 470 179
5 Dennis Viollet 1949 - 1962 293 179
6 Joe Spence 1919 - 1933 510 168
7 Mark Hughes 1980 - 1986, 1988 - 1995 466 164
8 Ruud van Nistelrooy 2001 - 2006 220 150
9 Stan Pearson 1935 - 1954 347 148
10 David Herd 1961 - 1968 265 145
Semana q vem teremos o Bayer de Munique.