sábado, 26 de abril de 2008

Olímpiadas de Estocolmo:1912

Os Jogos Olímpicos de 1912 realizaram-se em Estocolmo, capital da Suécia, entre 5 de Maio e 27 de Julho com a participação de 2407 atletas (48 mulheres) de 28 nações. Abertos oficialmente pelo Rei Gustavo V, os já bastante concorrridos, prestigiados e famosos Jogos foram um modelo da eficiência sueca e o primeiro a que compareceram atletas de todos os cinco continentes representados na bandeira olímpica.

Dotados de uma estrutura nunca antes vista, estes foram os primeiros Jogos que utilizaram um, na época, moderno sistema de som com alto-falantes espalhados pelo complexo olímpico e pela cidade, para informar sobre os resultados de cada esporte disputado; além disso, Estocolmo usou pela primeira vez um sistema de fotografias e cronometragem semi-eletrônica, para marcação dos tempos na natação e no atletismo.

Foram tambem os primeiros onde houve uma cerimônia coreografada de abertura, antes da entrada da delegações nacionais, realizada por duzentos jovens vestidos de branco no centro do gramado do Estádio Olímpico.

Portugal fez nesta edição a sua estréia nos Jogos Olímpicos, onde um atleta de sua delegação teve a fatalidade de proporcionar a mais triste nota da competição: o jovem fundista Francisco Lázaro, carpinteiro de apenas 21 anos, morreu de desidratação e ataque cardíaco após correr 30 kms da Maratona e abandonar a prova. Os outros pioneiros atletas portugueses participaram de provas no atletismo, luta e esgrima, sem, contudo, obter sucesso.
Fatos, destaques e curiosidades
A organização dos Jogos não permitiu as disputas de Boxe no evento, já que a legislação sueca proibia a prática deste esporte no país, o que fez com que o Barão de Coubertin dali em diante aprovasse no COI uma resolução que diminuía o poder sobre a organização dos Jogos pelo país anfitrião.
Foi introduzido nas Olimpíadas o pentatlo moderno, modalidade que combinava esgrima, tiro, corrida pelo campo, equitação e natação numa prova só. Em 5º lugar nesta primeira disputa, e primeiro entre os não escandinavos, chegou um jovem cadete do exército americano, de quem, trinta anos mais tarde, durante a II Guerra Mundial, o mundo todo ouviria falar como George S. Patton.
O grande herói entre de todos os atletas que disputaram estes Jogos foi o americano Jim Thorpe, de descendência indígena, que conquistou a medalha de ouro no pentatlo ( do atletismo, com cinco provas atléticas, prova que hoje não mais existe, e não o recém criado pentatlo moderno) e no decatlo, onde arrasou o recorde mundial, sendo considerado o mais perfeito atleta do mundo.


A saga de Thorpe, após os jogos de Estocolmo, foi contada em vários livros, revistas e até no cinema, onde nos anos 50 sua vida foi levada às telas, com o ator Burt Lancaster, um grande fã seu na vida real, fazendo seu papel. Acusado de ganhar alguns trocados como jogador de beisebol em ligas menores dos Estados Unidos, antes de ser campeão olímpico, Thorpe teve cassadas as suas medalhas por um Comitê cioso do amadorismo puro nos Jogos. Durante anos, nas década seguintes, aficcionados, autoridades e jornalistas lideraram movimentos para que suas medalhas lhe fossem devolvidas, mas sempre encontraram resistência no cioso COI, que, por coincidência, nestes tempos era dirigido pelo também americano Avery Brundage, o maior adversário da restauração olímpica de Thorpe e, curiosamente, um competidor também derrotado espetacularmente na disputa do pentatlo das Olimpíadas de Estocolmo pelo jovem índio. Apenas em 1983, trinta anos após sua morte, o COI reconheceu sua injustiça e numa bonita cerimônia devolveu a seus filhos as medalhas daquele que foi considerado por muitos jornalistas esportivos e pela Associated Press o maior atleta do mundo da primeira metade do Século XX.
A semifinal dos pesos médios na luta greco-romana entre Alfred Asikainen da Finlândia e o russo Martin Klein durou nada mais nada menos que onze horas.
Os Jogos de Estocolmo viram a aparição vitoriosa do atletismo finlandês através principalmente de Hannes Kolehmainen, que ganhou três medalhas de ouro em corridas de fundo - e ganharia a maratona oito anos depois, em Antuérpia - e seria o pioneiro e inspirador de uma legião de extraordinários corredores finlandeses que encantariam o mundo e dominariam o atletismo de pista nos Jogos posteriores à I Guerra Mundial.
Modalidades disputadas
Atletismo
Cabo de guerra
Ciclismo
Esgrima
Futebol
Ginástica
Hipismo
Natação
Pentatlo moderno
Pólo aquático
Remo
Tênis
Tiro
Vela
Wrestling
Quadro de medalhas

Quadro de Medalhas / Estocolmo 1912
Posição País Ouro Prata Bronze Total
1 Estados Unidos 25 19 19 63
2 Suécia 24 24 17 65
3 Grã-Bretanha 10 15 16 41
4 Finlândia 9 8 9 26
5 França 7 4 3 14
6 Alemanha 5 13 7 25
7 África do Sul 4 2 6
8 Noruega 4 1 4 9
9 Canadá 3 2 3 7
Hungria 3 2 3 7
11 Itália 3 1 2 6
12 Australásia 2 2 3 7
13 Bélgica 2 1 3 6
14 Dinamarca 1 6 5 12
15 Grécia 1 1 2
16 Rússia 2 3 5
17 Áustria 2 2 4
18 Países Baixos 3 3

Semana q vem teremos as Olímpiadas de 1920.

sábado, 19 de abril de 2008

Olímpiadas de Atenas:1906 e Olímpiadas de Londres:1908

Olímpiadas de 1906
Em 1906 realizou-se uma edição extraordinária dos Jogos Olímpicos, com pretexto de comemorar os 10º aniversário do recomeço dos jogos em 1896, na cidade de Atenas. Esta edição dos Jogos Olímpicos de Verão de 1906, que seria a quarta, não é considerada oficial pelo Comité Olímpico Internacional visto ter sido realizada fora do ciclo de quatro anos denominado Olimpíada.
Preparação
Apesar do sucesso da primeira edição dos Jogos, as duas edições seguintes saldaram-se como fracassos. Tanto a edição de Paris 1900, como a de Saint Louis 1904, foram integradas nas exposições mundiais que se realizavam nas respectivas cidades, relegadas para um lugar secundário e no geral mal organizadas. Estes dois fracassos colocaram fortes dúvidas sobre o futuro do Movimento Olímpico, pelo que se tornava necessário mudar a situação.

Aproveitando o 10º aniversário da realização dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, foi planeada uma edição intercalar dos jogos, a se realizar também em Atenas, que seriam organizados de forma totalmente diferente das duas edições anteriores.
Modalidades disputadas
Atletismo
Cabo de guerra
Ciclismo
Esgrima
Futebol
Ginástica
Halterofilismo
Natação
Remo
Saltos ornamentais
Tênis
Tiro
Wrestling
Nações

Olímpiadas de 1908
Após a realização dos jogos intermediários de 1906 na Grécia, considerados não-oficiais e que não tiveram seus resultados computados pelo Comitê Olímpico Internacional, os Jogos da IV Olimpíada foram realizados em Londres, Grã-Bretanha, entre 27 de abril e 31 de outubro de 1908. Originalmente deveriam ser realizados em Roma, mas uma erupção do vulcão Vesúvio obrigou as autoridades italianas a usar todos seus recursos econômicos para combater os efeitos da tragédia e a desistir de sediar os Jogos, que acabaram por serem transferidos para a capital britânica.

Considerados os primeiros Jogos realmente bem organizados para um evento deste porte, após os fracassados e improvisados Jogos de Paris e Saint Louis , apesar de terem novamente sua duração alongada por mais de seis meses, eles obtiveram o empenho pessoal do Rei da Inglaterra para sua realização e se desenrolaram no primeiro complexo olímpico construído, o Shepperd’s Bush Stadium, em White City, subúrbio londrino, com capacidade para cem mil espectadores e que constava de estádio de futebol, pista de atletismo, piscina, pista de ciclismo e instalações para a ginástica e a luta.

Inaugurados pelo Rei Eduardo VII , os Jogos tiveram a participação de 22 nações e 2.008 atletas, entre eles 37 mulheres, que disputaram provas em três esportes diferentes: tênis, ginástica e patinação no gelo, embrião dos futuros Jogos de Inverno, do total de 24 modalidades. Foi nestes Jogos que a Grã-Bretanha, a dona da casa, pela primeira e única vez, liderou o quadro de medalhas em uma olimpíada, num total de 145 sendo 56 de ouro, mais do dobro de seus então mais ferrenhos adversários, os norte-americanos.
Fatos, destaques e curiosidades
Pela primeira vez, na cerimónia de abertura os atletas desfilaram por nações, visto que a maioria dos países enviou equipes nacionais.
O italiano Dorando Pietri protagonizou o mais dramático momento destes Jogos, que a história preservou como a maior lembrança dos Jogos de Londres de 1908, ao vencer completamente exausto e desorientado a maratona e ser desclassificado logo depois, por ser ajudado a cruzar a linha de chegada pelos fiscais de pista, caindo desmaiado a seguir. A fotografia que eternizou o momento de sua chegada é considerada o primeiro grande ícone fotográfico dos esportes no Século XX.
Nestes Jogos, a maratona foi disputada pela primeira vez na distância de 42.195m - que se mantém até hoje - para que a família real pudesse acompanhar a largada da prova dos jardins do Palácio de Verão, fazendo assim com que a distância a ser percorrida pelos maratonistas, ganhasse mais 2.195m além dos 40 kms originais.
Devido aos protestos da delegação dos Estados Unidos, que se recusou a aceitar a anulação da primeira prova dos 400m rasos no atletismo e a disputar nova corrida, o inglês Whyndam Halswelle conquistou a medalha de ouro desta prova correndo .....sozinho!
Os arqueiros Charlotte Dod e William Dod, foram os primeiros irmão e irmã a receberem medalhas olímpicas.
Oscar Swahn, então com sessenta anos, foi o atleta mais velho a ganhar uma medalha de ouro, na competição de tiro (disciplina de tiro ao veado, um tiro).
Hóquei sobre grama pela primeira vez fez parte do programa olímpico.
O norte-americano Ray Ewry ganhou, pela terceira vez, as provas de salto em altura e salto em distância sem impulsão (modalidade que não mais existe), mantendo-se até à data o único atleta a ganhar oito medalhas de ouro apenas em provas individuais.
Numa desmonstração do espírito de desportivismo dos Jogos Olímpicos, a final de luta greco-romana entre Frithiof Martensson e Mauritz Andersson foi adiada para permitir que Martensson recuperasse de uma pequena lesão. Martensson acabaria por ganhar a final
Modalidades disputadas
Atletismo
Boxe
Cabo de guerra
Ciclismo
Esgrima
Futebol
Ginástica
Hóquei sobre a grama
Jeu de paume
Lacrosse
Motonáutica
Natação
Pólo
Pólo aquático
Patinação artística
Raquetes
Remo
Rugby
Saltos ornamentais
Tênis
Tiro
Tiro com arco
Vela
Wrestling
Quadro de medalhas

Quadro de Medalhas / Londres 1908
Posição País Ouro Prata Bronze Total
1 Grã-Bretanha 56 51 38 145
2 Estados Unidos 23 12 12 47
3 Suécia 8 6 11 25
4 França 5 5 9 19
5 Alemanha 3 5 6 14
6 Hungria 3 4 2 9
7 Canadá 3 3 10 16
8 Noruega 2 3 3 8
9 Itália 2 2 4
10 Bélgica 1 5 2 8
11 Australásia [1] 1 2 2 5
12 Rússia 1 2 3
13 Finlândia 1 1 3 5
14 África do Sul 1 1 2
15 Grécia 3 3
16 Dinamarca 2 3 5
17 Boémia 2 2
Países Baixos 2 2
19 Áustria 1 1
Semana q vem teremos as olímpiadas de 1912.

SPORTS HISTORY:Olympique Lyonnais

Olympique Lyonnais, conhecido como Lyon, é um clube francês de futebol da cidade de Lyon.

O clube tem dominado a Primeira divisão francesa, a Ligue 1, nos primeiros anos do século XXI. Depois do vice-campeonato em 2001, o OL ganhou seis vezes consecutivas a Ligue 1 (2002-2007).

O surgimento do clube Olympique Lyonnais vem do antigo clube fundado em 1899, o Lyon Olympique Universitaire que veio mais tarde, em 1950, a se tornar o nome do clube que hoje é utilizado.
Títulos
Copa Intertoto da UEFA: 1 (1997)
Campeonato Francês: 6 (2001/02, 2002/03, 2003/04, 2004/05, 2005/06 e 2006/07)
Supercopa da França: 7 (1973, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007)
Copa da França: 3 (1963/64, 1966/67 e 1972/73)
Copa da Liga Francesa: 1 (2000/01)
Campeonato Francês - Ligue 2: 3 (1950/51, 1953/54, 1988/89)
Números aposentados
16 – em reconhecimento ao goleiro Luc Borrelli. Borrelli morreu em um acidente de carro, em Fevereiro de 1999.

17 – em reconhecimento ao meio-campista Marc-Vivien Foé. Foé morreu jogando pela seleção de Camerões na Copa das Confederações de 2003 no Stade de Gerland, Lyon.
Elenco 2007/2008
Goleiros
1 Grégory Coupet
25 Joan Hartock
30 Rémy Vercoutre
35 Frédéric Roux
Defensores
2 François Clerc
3 Cris
4 Patrick Müller
11 Fabio Grosso
20 Anthony Réveillère
22 Anderson
29 Sébastien Squillaci
32 Jean-Alain Boumsong
33 Mickaël Charvet
Meio-campista
5 Mathieu Bodmer
6 Kim Källström
8 Juninho (C)
19 César Delgado
21 Marc Crosas
24 Romain Beynié
28 Jérémy Toulalan
Atacantes
9 Fred
10 Karim Benzema
14 Sidney Govou
18 Hatem Ben Arfa
23 Kader Keïta
27 Anthony Mounier

Semana q vem vamos encerrar o SPORTS HISTORY,temporada 1 com o Boca Juniors.

Vamos falar de música:The Doors






The Doors foi uma banda de rock estado-unidense dos fins da década de 60 e princípio da década de 70. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda ainda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o blues, jazz, flamenco e a bossa nova.

Canções como "Break on Through (To the Other Side)", "Light My Fire", "People Are Strange" ou "Riders on the Storm", aliadas à personalidade e escândalos protagonizados por Jim Morrison, contribuíram de sobremaneira para o aumento da fama do grupo.

Após a dissolução da banda no início da década 70, e especialmente desde a morte de Morrison em 1971, o interesse nas músicas dos Doors tem-se mantido elevado, ultrapassando mesmo por vezes o que o grupo teve enquanto esteve activo. Em todo o mundo, os seus discos já venderam mais de 75 milhões de cópias, e continuam a vender cerca de 1 milhão anualmente.
História
Origens (1965 - 1966)
As origens dos The Doors surgem de um encontro ao acaso entre dois estudantes da escola cinematográfica UCLA, Jim Morrison e Ray Manzarek, em Venice Beach, Califórnia em Julho de 1965.[6] Morrison disse então a Manzarek que andava a escrever canções e, a pedido de Manzarek, cantou "Moonlight Drive". Impressionado pelas letras de Morrison, Manzarek sugeriu que formassem uma banda.[7]

O teclista Ray Manzarek estava numa banda chamada Rick And The Ravens com o seu irmão Rick Manzarek,[8] enquanto Robby Krieger e John Densmore tocavam com os The Psychedelic Rangers[8] e conheciam Manzarek das aulas de yoga e meditação. Em agosto, Densmore juntou-se ao grupo e juntamente com os membros dos Ravens e o baixista Patty Sullivan, gravaram uma demo de seis canções em setembro de 1965. A demo foi bastante pirateada e acabou por surgir completa mais tarde, em 1997, na coletânea dos Doors.

Nesse mesmo mês o grupo recrutou o guitarrista Robby Krieger e o alinhamento final estava formado — Morrison, Manzarek, Krieger e Densmore. A banda retirou o seu nome do título de um livro de Aldous Huxley, "The Doors of Perception", que por seu turno havia sido 'emprestado' do verso de um poema do artista e poeta do século XIX, William Blake: "If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is: infinite" (em pt: Se as portas da percepção fossem abertas, tudo apareceria como realmente é: infinito). [9]

Os Doors não tinham uma formação comum à maioria dos grupos rock porque não possuíam qualquer baixo quando actuavam ao vivo. Deste modo, Manzarek tocava as secções de baixo com a sua mão esquerda no recentemente inventado Fender Rhodes bass keyboard, uma variação do conhecido piano eléctrico Fender Rhodes, enquanto tocava as partes de teclado com a sua mão direita. Já nos álbuns de estúdio, os Doors usaram diversos baixistas, tais como Jerry Scheff, Doug Lubahn, Harvey Brooks, Kerry Magness, Lonnie Mack, Larry Knechtel, Leroy Vinegar e Ray Neapolitan.

Muitas das canções originais dos Doors eram compostas pelo grupo, com Morrison ou Krieger a contribuirem com a letra e melodia inicial, e os restantes com as sugestões rítmicas e harmónicas ou até secções inteiras (por exemplo, a introdução de Manzarek em "Light My Fire").

Em 1966, o grupo tocava no clube The London Fog, tendo pouco tempo depois passado para o Whisky a Go Go.[10] A 10 de agosto, foram vistos pelo presidente da Elektra Records, Jac Holzman, que se encontrava presente a recomendação do vocalista dos Love, Arthur Lee, que estava ligado à Elektra. Após Holzman e o produtor Paul A. Rothchild verem duas performances da banda no Whisky a Go Go, os Doors assinaram contrato com a Elektra Records a 18 de agosto,[6] tendo marcado aí o início da longa e bem sucedida parceria com Rothchild e o engenheiro de som Bruce Botnick.

A hora foi fortuita, pois a 21 de agosto o clube despediu a banda após tocarem a canção "The End". Num incidente que serviu de presságio para a polémica que seguiria o grupo, um Morrison pedrado recitou a sua própria interpretação do drama grego "Oedipus Rex" no qual o protagonista Oedipus mata o seu pai e faz sexo com a sua mãe. A versão de Morrison consistia em "Father? Yes son? I want to kill you. Mother? I want to fuck you" (em pt: Pai? Sim filho? Eu quero matar-te. Mãe? Eu quero foder-te).
Strange Days (1967)
Em Outubro de 1967, foi lançado o segundo trabalho dos Doors, intitulado Strange Days[16] e considerado menos espontâneo que seu antecessor, ainda que tenha também ficado creditado pela sua atmosfera e letras. A faixa final, "When the Music's Over", era, tal como "The End", longa e dramática, e contribuiu para aumentar a reputação de Morrison como figura do rock. O álbum incluiu canções clássicas dos Doors como "People Are Strange" e "Love Me Two Times".

Como resultado do seu sucesso, os Doors deixaram o seu estatuto de heróis do underground. Permitiram que a revista Sixteen os usasse como ídolos de adolescentes e as suas "espontâneas" performances em palco já não eram assim tão espontâneas. Um artigo de Jerry Hopkins da edição de 10 de fevereiro de 1968 da Rolling Stone tipificou o fim do estado de graça:

Uma rotina, ou parte do negócio, não realizada em Shrine, foi a cuidadosamente executada queda "acidental" de Morrison palco para o público. Durante meses fez parte dos espectáculos e gerava muitos gritos por parte das adolescentes. No entanto, surgiu uma análise num jornal no qual a queda era considerada um dos actos mais falsos de sempre. Morrison, em resposta a uma pergunta sobre se ele tinha lido o artigo, disse 'Sim, e penso que está correcto.' Morrison não fez a queda nessa noite em Shrine.

— Jerry Hopkins - 10 de fevereiro de 1968, num artigo da Rolling Stone
Waiting for the Sun e o incidente de Miami (1968)
Em abril, a gravação do terceiro álbum ficou marcada pela tensão resultante da crescente dependência de Morrison pelo álcool. Em aproximação do seu pico de popularidade, os Doors realizaram uma série de espectáculos ao ar livre que levaram a várias situações descontroladas entre fãs e polícia, particularmente no "Chicago Coliseum" a 10 de maio.[17]

A banda começou a sair do seu som original no terceiro LP, Waiting for the Sun, principalmente pelo facto de terem esgotado o seu reportório original e começado a escrever novo material. Tornou-se o seu primeiro e único LP a chegar ao primeiro lugar da Billboard 200[18] e o single "Hello, I Love You" foi o seu segundo e último a atingir o primeiro lugar no Billboard Hot 100. Este novo álbum reforçou o afastamento dos Doors do panorama underground. Em 1969 na Rock Encyclopedia, Lilian Roxon escreveu que o álbum "fortaleceu as suspeitas de que os The Doors apenas estavam lá pelo dinheiro".[19] O LP incluiu "The Unknown Soldier", que foi banida das rádios pelas sua controversa letra. Nesta fase, o grupo realizou outro vídeo musical.[20] "Not to Touch the Earth" foi retirada da peça conceptual de 30 minutos "Celebration of the Lizard", embora não tenham conseguido gravar uma versão satisfatória da peça completa para o LP. Foi eventualmente lançada numa compilação de maiores êxitos, em CD.

Houve uma controvérsia nesta altura por causa do lançamento do single "Hello, I Love You", com a imprensa musical a apontar parecenças musicais da canção com o sucesso de 1965 dos The Kinks, "All Day and All of the Night". Os membros desse grupo concordaram com os críticos e, de forma sarcástica, o guitarrista Dave Davies costumava tocar partes de "Hello, I Love You" durantes os solos em performance ao vivo de "All Day and All of the Night".[21] Nos concertos, Morrison por vezes não cantava a canção, deixando para Manzarek essa tarefa.

Um mês após as tumultuosas cenas de "Singer Bowl" em Nova Iorque,[22] o grupo viajou para o Reino Unido para as suas primeiras actuações fora da América do Norte. Realizaram uma conferência de imprensa no Instituto de Artes Contemporâneas em Londres e actuaram no The Roundhouse Theatre. Os resultados da digressão foram gravados pela Granada TV com o título The Doors Are Open, que foi mais tarde lançado em vídeo. Também fizeram espectáculos noutros locais da Europa, incluindo um show em Amesterdão sem Morrison, após este ter perdido os sentidos devido a abuso de drogas. Morrison regressou a Londres a 20 de Setembro e permaneceu lá durante um mês.

O grupo realizou mais nove concertos nos Estados Unidos antes de começarem a trabalhar, em Novembro, no seu quarto LP. O ano de 1969 começou com um espectáculo completamente esgotado no Madison Square Garden em Nova Iorque a 24 de Janeiro[23] e com novo single bem sucedido, "Touch Me", lançado em Dezembro de 1968, que chegou ao terceiro lugar nos EUA.

Em Janeiro de 1969, Morrison participou numa produção de teatro que mudou o curso da banda. No auditório da Universidade do Sul da Califórnia, ele fez uma actuação que apelava à sua busca pela liberdade pessoal. Isto resultou numa "jam" em estúdio a 25 de Fevereiro, que se tornou na lendária sessão "Rock Is Dead", mais tarde lançada no box-set dos Doors de 1997. Serviu também de base para um episódio controverso e muito badalado.

O incidente de Miami ocorreu a 1 de Março de 1969, num concerto no "Dinner Key Auditorium" em Miami, Flórida. Morrison tinha estado a beber desde que tinha falhado o seu voo para o concerto.[24] Os 6.900 lugares do auditório estavam completamente lotados, havendo a estimativa de se encontrarem 13.000 pessoas.[24] Então Morrison vociferou para o microfone: "O que quer que tu queiras, vamos fazê-lo". Dito isto, alegadamente, expôs as suas partes íntimas. Na sua autobiografia, Manzarek afirma que tal nunca aconteceu.

Essa é a minha opinião. Havia uma hipnotização geral. Ele [Morrison] disse-lhes que o ia mostrar e, meu Deus, eles acreditaram. Ele estava a segurar a sua camisola à sua frente, puxando-a rapidamente para a frente e para trás, para a frente e para trás, como um toureiro, enquanto dizia, "Vocês viram? Vocês viram? Eu mostrei-vos! Ele saiu. Eu não o vou deixar de fora. Agora vejam, vou fazê-lo novamente." E ele voltaria a mexer para a frente e para trás a camisola. Estava calor e havia demasiada gente no local, e as pessoas estavam a ficar loucas, gritando, rodando e puxando este frágil palco temporário. Pensámos que ia desabar - enventualmente parte dele caiu. Foi a insanidade total.

— Ray Manzarek em Light My Fire: My Life with the Doors

O incidente indignou as autoridades locais e Morrison foi preso por obscenidade. Concertos por todo o país foram cancelados. "Nós tínhamos a nossa primeira grande digressão a vinte cidades programada, e estávamos todos apreensivos por isso," escreveu Manzarek. "Vinte cidades? Meu Deus, nós vamos fazer uma digressão de um mês? Até então, nós não tínhamos estado na estrada por mais de quatro ou cinco dias. Mas todas as cidades cancelaram, por todo o país."

A banda confrontou nesta altura Morrison por causa do seu alcoolismo. O incidente permanece inconclusivo.

Morrison gravou alguma da sua poesia nesse mês e em abril começou as filmagens para HWY, um filme experimental sobre um viajante à boleia, interpretado por ele próprio. Os Doors transformaram a sessão de poesia em música para o álbum de 1978 An American Prayer.

Embora Morrison recebesse grande parte da atenção, tendo uma maior imagem na capa do álbum de estreia do grupo, ele mantinha-se inflexível de que todos os membros da banda deviam ser igualmente reconhecidos. Antes de um concerto, quando o apresentador introduziu o grupo como "Jim Morrison and The Doors", Morrison recusou-se a entrar em palco enquanto o grupo não fosse anunciado novamente como "The Doors".[25]

Nos últimos dois anos da sua vida, Morrison reduziu o seu consumo de drogas e começou a beber bastante, o que afectou as suas performances em palco e no estúdio. Ganhou peso e deixou crescer barba, levando a Elektra a usar fotos mais antigas para a capa do LP Absolutely Live, lançado em 1970. O álbum inclui actuações gravadas durante a digressão norte-americana dos Doors em 1970 e em 1969, e inclui uma versão completa ao vivo da canção "The Celebration of the Lizard".

A única aparência em público foi numa gravação especial para a PBS feita em finais de Abril e transmitida no mês seguinte. O grupo tocou apenas canções do seu álbum seguinte, Soft Parade.

Os Doors continuaram os espectáculos no auditório de Chicago a 14 de Junho e actuaram a 21 e 22 de Julho no "Aquarius Theatre" em Hollywood, tendo sido mais tarde lançado em CD. Morrison, com barba, vestiu roupas mais largas e dirigiu o grupo em volta de um som mais blues, através de canções como "Build Me A Woman", "I Will Never Be Untrue" e "Who Do You Love".

The Soft Parade (1969)
O seu quarto álbum, The Soft Parade, lançado em julho de 1969,[26] distanciou mais o grupo da sua base de fãs original, contendo arranjos mais "pop" e secções de trompetes. O primeiro single "Touch Me" também teve colaboração do saxofonista Curtis Amy.[27]

Enquanto que a banda tentava manter o seu ímpeto, as tentativas para expandir o seu som deram ao álbum um sentido experimental, originando críticas à sua integridade musical. Os problemas de bebida de Morrison tornavam-no imprevísivel, e as sessões de gravação estenderam-se por várias semanas. Os custos de gravação dispararam, o que levaram quase à desintegração dos Doors.

Durante a gravação do seu álbum seguinte, em Novembro de 1969, Morrison teve problemas com as autoridades após ter agido com agressividade contra o pessoal do avião, enquanto se dirigia para Phoenix, Arizona para assistir a um concerto dos The Rolling Stones. Foi libertado em Abril de 1970 após um guarda ter erradamente identificado Morrison como seu companheiro de viagem, o actor norte-americano Tom Baker.[28]

O grupo iniciou o ano em Nova Iorque com duas bem recebidas noites no "The Felt Forum".
Morrison Hotel (1970)
Os Doors regressaram ao sucesso em 1970 com o seu quinto LP, Morrison Hotel.[29] Com um som hard rock consistente, o primeiro single do álbum foi "Roadhouse Blues", tendo este atingido o 4º lugar nos EUA.

A banda continuou a actuar em arenas durante o verão. Morrison enfrontou julgamento em Miami em agosto, mas o grupo ainda conseguiu fazer a sua única participação num grande festival, o Isle of Wight Festival, a 29 de Agosto.[30] Actuaram juntamente com artistas como Jimi Hendrix, The Who, Joni Mitchell e Miles Davis. Duas canções desse concerto foram inseridas no documentário de 1995 Message To Love.

A 16 de Setembro, Morrison voltou ao tribunal, mas o juri considerou-o culpado por profanidade e exposição indecente a 20 de Setembro. Morrison foi condenado a oito meses de prisão mas foi-lhe permitido sair em liberdade, pendente de recurso e após pagar fiança.[31]

A 8 de Dezembro de 1970, no seu 27º aniversário, Morrison gravou outra sessão de poesia.

L.A. Woman e os últimos dias (1971 - 1972)
Durante a última performance pública dos Doors com o alinhamento original, na "Warehouse" em Nova Orleães, Louisiana, a 12 de Dezembro de 1970, Morrison aparentemente teve um colapso nervoso, tendo deixado cair por várias vezes o microfone ao chão.[32]

De qualquer forma, os Doors recuperaram definitivamente, nesta altura, o estatuto que haviam perdido nos registos anteriores (excepto Morrison Hotel) com L.A. Woman, lançado em Abril de 1971.[33] Apesar da saída de Rothchild da produção, este álbum regressava às origens R&B da banda. Rothchild recusou-se a produzir o novo reportório por o considerar "música cocktail", tendo entregue o trabalho a Botnick.[30] Como resultado desta mudança, os Doors produziram aquele que é considerado um dos seus registos mais históricos. Os singles "Love Her Madly" e "Riders on the Storm" tiveram sucesso nas rádios e nos tops norte-americanos, e ainda hoje em dia passam com regularidade nas programações de rádio.

Em 1971, após a gravação de L.A. Woman, Morrison decidiu parar algum tempo para descansar e partiu para Paris com a namorada, Pamela Courson, a 11 de Março.[34] Ele havia visitado a cidade no Verão anterior e sentia-se confiante em escrever e explorar aquele local.[34]


Local onde Jim Morrison foi sepultado, no cemitério de Père Lachaise.Em Junho, voltava a ter problemas de álcool. A 16 de Junho, a última gravação conhecida de Morrison foi feita quando ele travou amizade com dois músicos de rua num bar e convidou-os para ir a um estúdio. Os resultados foram lançados em 1994 num "bootleg CD" designado The Lost Paris Tapes.

Morrison morreu em circunstâncias misteriosas a 3 de Julho de 1971. O seu corpo foi encontrado na banheira do seu apartamento. Foi concluído que morreu de ataque cardíaco, embora tenha sido revelado mais tarde que não foi realizada qualquer autópsia antes do corpo de Morrison ter sido enterrado no Cemitério de Père Lachaise a 7 de Julho.[35]

Ainda existem rumores persistentes de que Morrison simulou a sua morte para escapar à fama ou que morreu num clube noturno e o seu corpo foi então levado secretamente para o seu apartamento. Contudo, no seu livro Wonderland Avenue, Danny Sugerman, antigo manager de Morrison, afirma que durante o seu último encontro com Courson, que ocorreu pouco tempo antes de ela morrer de overdose de heroína, esta confessa ter feito Morrison entrar na droga e, por causa dele ter medo de agulhas, foi ela que lhe injectou a dose que o matou.
Pós-Morrison (1972 - 2000)
Os restantes membros dos Doors continuaram durante mais algum tempo a actuar, considerando inicialmente em substituir Morrison com novo vocalista. Chegou-se a afirmar que Iggy Pop era um dos cantores considerados para a possível entrada. No entanto, Krieger e Manzarek ficaram com os vocais, lançando mais dois álbuns, Other Voices e Full Circle, e partiram em mais uma digressão. Ambos os álbuns venderam menos que os registos da era Morrison, e por isso os Doors pararam as actuações e as gravações no final de 1972. O último álbum entrou no território do jazz. Os álbuns só foram relançados em CD na Alemanha e Rússia, num pacote 2 em 1.[36]

O terceiro álbum lançado após a morte de Morrison, An American Prayer, surgiu em 1978.[37] Este consistiu na adição de música às recentemente descobertas gravações de recitação de poesia por parte de Morrison, constituindo assim os primeiros registos a serem lançados postumamente. O álbum foi um sucesso comercial e foi sucedido pelo lançamento de um mini-álbum com material ao vivo inédito.

Em 1979, Francis Ford Coppola, que estudou com Morrison na UCLA, lançou o filme Apocalypse Now, com "The End" a ter destaque na banda sonora. Quatro anos depois, foi lançada uma apresentação ao vivo sob o título de Alive, She Cried.

Em 1991, o realizador Oliver Stone lançou o filme The Doors, com Val Kilmer no papel de Morrison e presenças especiais de Krieger e Densmore. A interpretação de Kilmer e o próprio filme foram bem acolhidos pela crítica, apesar das suas imprecisões. Os membros do grupo criticaram o retrato feito por Stone sobre Morrison, fazendo-o passar por um sociopata descontrolado. O cantor Billy Idol fez uma aparição no filme e gravou uma cover de "L.A. Woman". Em Janeiro de 1993, o grupo foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame.[38] Durante a apresentação, contaram com a presença de Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, para cantar "Light My Fire" e "Break on Through".[39]
Reunião (2001 - presente)
Em 2001, Ray Manzarek, John Densmore e Robby Krieger reuniram-se pela primeira vez em mais de vinte e cinco anos para tocar canções dos The Doors como parte da série VH1 Storytellers. A cantar com a banda estiveram vários vocalistas convidados, incluindo Ian Astbury dos The Cult, Scott Stapp dos Creed, Scott Weiland dos Stone Temple Pilots, Perry Farrell dos Jane's Addiction e Travis Meeks dos Days of the New. O espectáculo foi mais tarde lançado no DVD VH1 Storytellers - The Doors (A Celebration).

Em 2002, Manzarek e Krieger voltaram a juntar-se e criaram uma nova versão dos Doors, designada "The Doors of the 21st Century." O alinhamento era liderado por Astbury, com Angelo Barbera da Krieger's Band no baixo. No seu primeiro concerto, o grupo anunciou que o baterista John Densmore não participaria, e mais tarde foi reportado que não podia tocar devido a um problema de tinnitus. Densmore foi inicialmente substituído por Stewart Copeland dos The Police, mas após Copeland partir o braço numa queda de bicicleta, a parceria acabou por mútuo acordo, e entrou Ty Dennis, da Krieger's Band.

Densmore afirmou mais tarde que não tinha sido afinal convidado para fazer parte da reunião. Em Fevereiro de 2003, ele procede a uma acção judicial contra os seus antigos companheiros de banda, para evitar que estes usassem o nome "The Doors of the 21st Century." A sua moção foi recusada em tribunal em maio. Manzarek afirmou publicamente que o convite para Densmore regressar ao grupo mantinha-se firme. Nesta altura, a família de Morrison juntou-se a Densmore na tentativa de evitar que Manzarek e Krieger usassem o nome "The Doors". Em julho de 2005, Densmore e os representantes de Morrison ganharam uma acção judicial permanente, obrigando a nova banda a mudar o nome para "D21C." Actualmente tocam sob a designação Riders on the Storm, em referência à canção da banda com o mesmo nome. Também foram autorizados a actuarem como "antigos membros dos Doors" ou até "membros dos The Doors."[40]

Ray Manzarek afirmou uma vez: "Estamos todos a ficar velhos. Nós devíamos, os três, tocar essas canções porque, ei, o fim está sempre próximo. Morrison era um poeta, e acima de tudo, um poeta quer que as suas palavras sejam ouvidas." No entanto, em 2007, Densmore afirmou que só entraria no grupo, caso o vocalista escolhido fosse "desse nível" de Jim Morrison, como Eddie Vedder dos Pearl Jam.[41]

Quando Jim Morrison foi questionado pelo que é que ele gostava que fosse mais lembrado, respondeu: "As minhas palavras, meu, as minhas palavras."[42] Morrison disse ainda: "Eu gosto de qualquer reacção que possa ter com a minha música. Qualquer coisa que ponha as pessoas a pensar. Eu quero dizer que se conseguires pôr uma sala cheia de gente pedrada e bêbada a reflectir e a pensar, então estás a fazer algo."

Em 2004, a Rolling Stone colocou os Doors [43] no 41º posto na sua lista dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos.[44] No ano anterior, já havia considerado os álbuns The Doors, L.A. Woman e Strange Days os 42º, 362º e 407º melhores álbuns de sempre, respectivamente.[45] Já as canções "Light My Fire" e "The End", ambas do primeiro álbum do grupo, foram consideradas, respectivamente, as 35ª e 328ª melhores canções de sempre.[46]

Bastante actividade foi anunciada em 2006 por ocasião do 40º aniversário do álbum homónimo de estreia da banda. Para comemorar a efeméride, saiu mais um box-set com os seis primeiros álbuns de estúdio, o livro "The Doors by The Doors" e foi anunciado o início da produção de um documentário oficial sobre o grupo.[47]

Em 2007, os The Doors foram galardoados, juntamente com os Grateful Dead e Joan Baez, com o Grammy Lifetime Achievement Award nos Grammy Awards de 2007 e, a 28 de Fevereiro, receberam uma estrela no Passeio da Fama de Hollywood.[48]. Pelo meio, a 16 de Fevereiro, Ian Astbury abandona os Riders on the Storm, para relançar a sua antiga banda The Cult,[49] sendo sustituído por Brett Scallions, antigo vocalista dos Fuel.[50]

A 24 de Julho é lançado um álbum triplo com registos ao vivo de uma actuação dos Doors na Boston Arena a 10 de Abril de 1970.[51]

A popularidade dos Doors hoje em dia é demonstrada pela quantidade de cópias que os seus álbuns continuam a vender
Integrantes
Integrante Instrumento Período Álbuns gravados
Jim Morrison Vocal 1965 - 1971
The Doors
Strange Days
Waiting for the Sun
The Soft Parade
Morrison Hotel
L.A. Woman
An American Prayer

Robby Krieger Guitarra
Vocal 1965 - 1972
2002 - Presente
Todos

Ray Manzarek Órgão
Piano
Vocal 1965 - 1972
2002 - Presente
Todos

John Densmore Bateria 1965 - 1972
Todos

Discografia
The Doors lançou nove álbuns de estúdio,[52] sendo três destes após a morte de Jim Morrison. Além destes, a banda possui inúmeros singles, compilações e apresentações ao vivo.[52]

Canções da banda foram usadas em filmes como "The End" em Apocalypse Now[53] e Knoflíkári,[54] "Soul Kitchen" e "Love Her Madly" em Forrest Gump,[55] assim como "Break On Through (To The Other Side)", que aparece também em Soldado Anônimo,[56] Gardens of Stone[57] e Os Que Me Amam Tomarão O Trem[58], "People Are Strange", que também aparece em Os Garotos Perdidos[59] e American Pop,[60] e "Hello, I Love You", que consta na trilha sonora de Neighbors;[61] "Touch Me" em Escola de Rock,[62] "The Changeling" em Sans toit ni loi,[63] "Riders on the Storm" em Rail Kings[64] e Diário de um Adolescente,[65] "Peace Frog" em The Waterboy,[66] "Moonlight Drive" em Abaixo de Zero[67] e Two-Lane Blacktop,[68] "Strange Days" em Strange Days,[69] "Light My Fire" em More American Graffiti[70] e Altered States,[71]"The Spy" e "Maggie M'Gill" em Os Sonhadores,[72] "Roadhouse Blues" em Garota, Interrompida[73] e O Sonho Já Era?,[74] "Over The River and Through The Woods" em I'll Be Home for Christmas,[75] e "The Crystal Ship" em The X-Files,[76] Doidas Demais[77] e True Believer.[78] No entanto, grande parte da sua contribuição em bandas sonoras foi no filme sobre o grupo, The Doors, onde grande parte das canções são da sua autoria.[79]

Também já protagonizou uma única vez, um comercial, da Pirelli na Inglaterra, já que é política da banda, particularmente de Densmore, não ceder as canções da banda para campanhas publicitárias, tendo já inclusive recusado ofertas milionárias da Apple e Cadillac[80][81] com a justificativa de ser anti-ético para o legado do grupo e para a memória de Jim Morrison.[80]

As pessoas perderam a sua virgindade com esta música, ficaram chapadas pela primeira vez com esta música. Já ouvi pessoas dizerem que morreram miúdos no Vietname a ouvirem esta música, outras a afirmarem que conhecem alguém que não cometeu suicídio por causa desta música…. Em palco, quando tocávamos aquelas canções, elas pareciam misteriosas e mágicas. Isso não está à venda.[82]

— John Densmore para o The Nation

Várias séries consagradas já usaram canções dos The Doors, entre as quais se destaca Os Sopranos, Alias, Cold Case, Charmed, Os Simpsons e My Name is Earl.[83]

Além disso, um trecho de "Soul Kitchen" foi adaptado em uma canção de Imani Coppola intitulada "I'm a Tree", presente na trilha sonora de Alguém Como Você[84] e Virtual Sexuality.
Estilo e influências
O estilo musical dos The Doors baseia-se essencialmente numa mistura entre blues e o psicadélico. Ray Manzarek fornece elementos de música clássica e blues, Robby Krieger insere ritmos de flamenco,[86] enquanto que Densmore usa os seus conhecimentos de jazz na bateria.[87]

As letras negras do grupo, compostas na sua maioria por Jim Morrison, afastam-se em boa medida das convencionadas pela pop da época. Nos primeiros discos (The Doors e Strange Days), os elementos visionários próprios da música psicadélica surgem expressos em imagens inspiradas na tradição romântica e simbolista, actualizando-a com referências ao existencialismo e à psicanálise.[88] De destacar também a influência dos simbolistas franceses, como Arthur Rimbaud ou Charles Baudelaire, na poesia de Morrison.[89] Nos últimos discos, em especial L.A. Woman, as letras de Morrison tornaram-se mais simples e imediatas, evoluindo assim com o som da banda em direcção ao blues.[90]

Em 2007, Manzarek descreveu o som da banda como:

Música Bauhaus. É limpa, é pura. De um lado há o piano, do outro uma guitarra, a bateria no meio, um tom de baixo no fundo e o vocalista à frente e tu consegues ouvir as letras. Essa é uma das razões porque o som dos The Doors continua ser importante hoje em dia. É claramente moderno. E era isso o que pretendíamos.[91]

— Ray Manzarek para a The World Magazine, em Fevereiro de 2007
Legado

O trabalho dos The Doors serviu de inspiração para muitos artistas,[92] entre eles Iggy Pop,[93] Trent Reznor,[94] Eddie Vedder,[95] Bruce Springsteen, Scott Weiland, Patti Smith e Billy Idol.[96].

Jim Morrison, com a sua atitude e presença em palco, influenciou vocalistas de vários estilos que surgiram depois de si, permanecendo um dos mais populares e influentes vocalistas e compositores da história do rock,[97] enquanto que o catálogo dos Doors tornou-se presença habitual nos programas de rock clássico das rádios.

Hoje em dia, Morrison é apresentado como o protótipo da estrela rock: arrogante, sexy, escandaloso e misterioso. As calças de ganga que usava quer em palco quer fora dele tornaram-se estereotipadas como parte do perfil de um roqueiro. Serviu de inspiração para outros vocalistas rock da época, como Roger Daltrey (The Who) e Robert Plant (Led Zeppelin).

Instigado pelo jogador Robin Ventura, a equipa estado-unidense de basebol New York Mets adoptou a canção "L.A. Woman" como tema tocado nos altifalantes durante os jogos, com o público a cantar a letra "Mr. Mojo Risin'" (anagrama de "Jim Morrison").[98] Em 2007, foi anunciado que uma campanha de caridade, a Global Cool, com vista a combater o aquecimento global, tinha encomendado uma canção a ser feita com um poema escrito por Morrison, "Woman in the Window", que será lançada no álbum de estreia dos Satellite Party, Ultra Payloaded.[99] Morrison inclusive já foi citado num trabalho preliminar para a Comissão Europeia, sobre telecomunicações.
Certificados da RIAA
Estas estatísticas foram compiladas do banco de dados online da RIAA.[101]

The Doors - Disco de Platina Quádruplo (29 de janeiro de 2007)
Strange Days - Disco de Platina (15 de novembro de 2001)
Waiting for the Sun - Disco de Platina (10 de junho de 1987)
The Soft Parade - Disco de Platina (10 de junho de 1987)
Morrison Hotel - Disco de Platina (15 de novembro de 2001)
L.A. Woman - Disco de Platina Duplo (10 de junho de 1987)
An American Prayer - Disco de Platina (15 de novembro de 2001)
The Best of The Doors - Disco de Diamante (15 de fevereiro de 2007)
"Light My Fire" - Disco de Ouro (11 de setembro de 1967)
"Hello, I Love You" - Disco de Ouro (28 de agosto de 1968)
"Touch Me" -Certificados da RIAA
Award Shows
Estas estatísticas foram compiladas através do banco de dados do site The Envelope, do Los Angeles Times.[38]

The Doors - Performer Inductees, Rock and Roll Hall of Fame (1993) (vencedor)
The Doors - Hall of Fame, Grammy Awards (2001) (vencedor)
The Doors - Lifetime Achievement Award, Grammy Awards (2007) (vencedor)[102]
Semana q vem teremos o Queen.

sábado, 12 de abril de 2008

Futebol Internacional

Manchetes:
Juve vence o Milan e fica longe da Champions 08/09.
Sem Ronaldinho,Barça só empata.
Elano faz gol e Manchester C. volta a vencer.
Werder escurraça o Schalke.
CAMPEONATO ALEMÃO
Werder goleia Schalke e é vice-líder
O Werder Bremen assumiu a vice-liderança do Campeonato Alemão neste sábado em grande estilo: em casa, a equipe de Diego e Naldo goleou o Schalke por 5 a 1, pela 28ª rodada. O time aproveitou ainda a derrota do Hamburgo por 1 a 0 para o Duisburg.

Agora, o Werder soma 50 pontos, sete atrás do líder Bayern de Munique, que entra em campo no domingo contra o Borussia Dortmund no estádio Allianz Arena. O Schalke tem 48, seguido pelo Hamburgo com 47.

Baumann, Sanogo, Rosenberg e Klasnic (duas vezes) marcaram para a equipe de Bremen, e Kevin Kuranyi descontou para o Schalke. Os três primeiros gols do Werder foram de cabeça.

Em casa, o Hamburgo perdeu para o Duisburg por 1 a 0, gol de Grlid. O Duisburg chega a 25 pontos, mas continua na zona de rebaixamento.
Confira todos os jogos:
Sexta-feira
Nuremberg x Wolfsburg (suspenso no intervalo, por causa da chuva)
Sábado
Werder Bremen 5 x 1 Schalke
Bochum 1 x 1 Hertha
Energie Cottbus 1 x 0 Arminia Bielefeld
Hannover 2 x 1 Eintracht Frankfurt
Karlsruher 1 x 2 Hansa Rostock
Hamburgo 0 x 1 Duisburg
Até agora é...Liga dos Campeões:Bayern de Munique,Werder Bremen;Pré-Liga dos Campeões:Schalke 04;Copa da Uefa:Hamburgo,Stuttgart;Rebaixamento:Duisburg,Arminia Bielefeld,Nuremberg.
CAMPEONATO ESPANHOL
Gol irregular e frango tiram vitória do Barça
O Barcelona precisava da vitória sobre o Recreativo Huelva neste sábado para continuar sonhando com o título. Porém, um gol irregular e um frango de Victor Valdés fizeram a partida terminar empatada em 2 a 2, pela 32ª rodada do Campeonato Espanhol.

Sem Ronaldinho, mas com a volta de Messi, o Barça abriu o placar logo no primeiro minuto de jogo com Eto'o, de cabeça, após cruzamento de Giovani dos Santos.

Aos 41, o Recreativo chegou ao 1 a 1, graças a um erro do árbitro Clos Gómez. Rubén chutou, Valdés defendeu em cima da linha e a bola não entrou completamente, mas o juiz deu gol.

Após o intervalo, o Barça voltou a marcar rapidamente, com Eto'o de novo, com um minuto de bola rolando. Desta vez, um chute forte de fora da área. Golaço.

Porém, aos 25, Valdés entregou o ouro. Após cruzamento da esquerda, o goleiro caiu sozinho na pequena área e deixou Rubén livre para fazer de cabeça e empatar em 2 a 2.

Agora, o Barcelona soma 60 pontos, em segundo lugar. O líder Real Madrid tem 66 e entra em campo no domingo contra o Murcia. O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partida em Tempo Real, a partir das 14h.
Racing bate Valencia e segue na cola do G-4
O sonho de ir à próxima Liga dos Campeões segue vivo no Racing Santander. Neste sábado, a equipe venceu o Valencia por 2 a 1, fora de casa, pela 32ª rodada do Campeonato Espanhol.

O resultado deixa o Racing com 53 pontos, a mesma pontuação do Atlético de Madri, que está em quarto e no domingo visita o Valladolid. Em crise, o Valencia tem apenas 39, na 14ª colocação, perto da temida zona de rebaixamento.

Os gols saíram no segundo tempo. Aos 15, Colsa abriu o placar para o Racing Santander. O atacante David Villa empatou para os donos da casa quatro minutos depois. O gol da vitória foi de Tchité, aos 36.

Até agora é... Liga dos Campeões:Real Madrid,Barcelona,Villareal,Atletico de Madrid;Copa da Uefa:Racing,Sevilla;Rebaixamento:Zaragoza,Murcia,Levante.
CAMPEONATO FRANCES
Rennes arranca empate com Lyon
Tudo levava a crer que o Lyon venceria mais uma vez neste sábado e continuaria isolado na liderança do Campeonato Francês. Mas o Rennes acabou com a festa do hexacampeão, que jogava em casa, com um gol nos acréscimos e arrancou o empate em 1 a 1, pela 33ª rodada.

O Lyon saiu na frente com o zagueiro Cris, logo aos 15 minutos, aproveitando escanteio cobrado por Juninho Pernambucano (Fred também foi titular). Porém, aos 47 da etapa final, M'Bia marcou para o Rennes e fez 1 a 1.

Agora, o hexacampeão tem 68 pontos na primeira colocação. O vice-líder Bordeaux soma 61 e pode diminuir a diferença no domingo, contra o Caen, em casa. O Rennes tem 45, em sexto.
Confira todos os jogos da rodada:
Sábado
Lille 2 x 1 Nancy
Metz 1 x 2 Olympique de Marselha
Sochaux 1 x 1 Saint-Etienne
Le Mans 3 x 0 Auxerre
Lorient 1 x 0 Lens
Valenciennes 2 x 0 Strasbourg
Monaco 0 x 2 Toulouse
Até agora é...Liga dos Campeões:Lyon,Bordeaux;Pré-Liga dos Campeões:Olympique;Copa da Uefa:Nancy;Rebaixamento:Lens,Strasbourg,Metz (já foi).
CAMPEONATO INGLES
Elano marca, e Manchester City vence
Após três partidas sem vitória no Campeonato Inglês, o Manchester City bateu o Sunderland por 2 a 1 neste sábado, fora de casa, com um gol do brasileiro Elano.

A partida foi válida pela 34ª rodada da competição. Agora, a equipe do ex-santista está em oitavo lugar, com 52 pontos, mas longe da briga por uma vaga na Copa da Uefa.
O time de Elano vinha de derrotas para Chelsea (2 a 0) e Birmingham (3 a 1) e empate com o Bolton (0 a 0). Os gols saíram no segundo tempo. Elano abriu o placar para o City, Whitehead empatou para o Sunderland e, aos 42 minutos, Vassell garantiu a vitória para os visitantes.

O Everton, que ainda sonha com a classificação para a Liga dos Campeões, ficou no 1 a 1 com o Birgmigham, fora, e contina na quinta colocação, com 61 pontos.

Os líderes do Inglês (Manchester United, Chelsea, Arsenal e Liverpool), entram em campo no domingo e na segunda-feira (confira abaixo).

O destaque do sábado foi a goleada de 6 a 0 do West Ham sobre o Derby County, na cada do adversário. Young, Carew, Petrov, Bary, Harewood e Agbonlahor fizeram os gols para ex-equipe de Carlito Tevez, que está em 10º lugar com 44 pontos.
Confira todos os jogos:
Sábado
Birmingham 1 x 1 Everton
Bolton 1 x 0 West Ham
Derby 0 x 6 Aston Villa
Reading 0 x 2 Fulham
Tottenham 1 x 1 Middlesbrough
Portsmouth 0 x 0 Newcastle
Até agora é...Liga dos Campeões:Manchester United,Chelsea;Pré-Liga dos Campeões:Arsenal,Liverpool;Copa da Uefa:Everton;Rebaixamento:Bolton,Fulham,Derby County (já foi).
CAMPEONATO ITALIANO
Juve vence clássico e afunda Milan
Ronaldinho Gaúcho não deu sorte ao Milan. Pelo menos seu irmão. Com a presença de Roberto Assis no estádio Delle Alpi, em Turim, neste sábado, o Rubro-Negro foi derrotado por 3 a 2 pelo Juventus em um clássico movimentado, pela 33ª rodada do Campeonato Italiano.

No mesmo dia, Assis confirmou à imprensa local que há um acerto entre Ronaldinho e o Milan para o craque defender o clube na próxima temporada. O vice-presidente do time, Adriano Galliani, afirmou que irá à Espanha em breve para tentar fechar o negócio.

Com a derrota, o Rubro-Negro fica mais distante da classificação para a Liga dos Campeões 2008/2009. O time segue com 52 pontos, em quinto lugar. Somente os quatro primeiros se classificam. O quarto é o Fiorentina, com 56. O Milan pode até sair da zona de classificação da Copa da Uefa, já que o Udinese tem 51 e joga no domingo contra o Roma.

O Juventus chega a 61 e confirma a terceira colocação, atrás de Inter de Milão (72) e Roma (68). Os líderes entram em campo no domingo (veja os jogos abaixo).



Emoção em Turim


O primeiro tempo do clássico foi movimentado. O Juventus abriu o placar aos 11, com Del Piero. Dois minutos depois, o Milan empatou com Inzaghi, que aproveitou bela jogada de Kaká pela esquerda. Alexandre Pato, com dores musculares, não atuou.

O Rubro-Negro conseguiu à virada novamente com Inzaghi, aos 30, após troca de passes perfeita entre Ambrosini e Bonera. Mas a Velha Senhora reagiu ainda na etapa inicial e fez 2 a 2 com Salihamidzic, aos 45.

Após o intervalo, o ritmo dos times diminuiu. A partida começou a mudar quando Bonera foi expulso aos 19, após falta em Sissoko. Aos 34, o Juventus chegou à vitória, com mais um gol de Salihamidzic.
Confira todos os jogos da rodada:
Sábado
Palermo 1 x 0 Catania
Até agora é...Liga dos Campeões:Inter,Roma;Pré-Liga dos Campeões:Juventus,Fiorentina;Copa da Uefa:Milan,Sampdoria;Rebaixamento:Empoli,Cagliari,Reggina.
CAMPEONATO PORTUGUES
Guimarães assume a vice-liderança
O Vitória de Guimarães aproveitou a derrota do Benfica na sexta-feira e é o novo vice-líder do Campeonato Português. Neste sábado, a equipe bateu o Boavista por 1 a 0 pela 26ª rodada e assumiu o segundo lugar, com 48 pontos.

O Benfica, que perdeu por 3 a 0 para o Académica em Lisbo, está em terceiro tem 45. O gol do Guimarães foi de Mrdakovic.

Campeão por antecipação, o Porto não entrou em ritmo de férias e venceu por 2 a 1 o Vitória de Setúbal , fora de casa. Lisandro e Mariano marcaram pas os portistas, e Hugo descontou.

O tricampeão tem agora 66 pontos. O Setúbal briga por uma vaga nos torneios europeus (Liga dos Campeões ou Copa da Uefa). Os três primeiros avançam para o Champions, e o quarto e o quinto vão para a Uefa.

No momento, o Setúbal está em quinto, com 41, atrás de Vitória de Guimarães (48), Benfica (45) e Sporting (43).
Confira todos os jogos:
Sexta-feira
Benfica 0 x 3 Académica
Sábado
Estrela Amadora 0 x 2 Belenenses
Vitória de Guimarães 1 x 0 Boavista
Até agora é...Liga dos Campeões:Porto (já foi),Vitória de Guimarães;Pré-Liga dos Campeões:Benfica;Copa Uefa:Sporting,Vitória Setúbal;Rebaixamento:Paços Ferreira,União Leiria.

Só Resultados

CAMPEONATO PAULISTA
>Noroeste 1X0 Mirassol
CAMPEONATO PARANAENSE
> Atlético-PR 1 x 0 Toledo
CAMPEONATO CEARENSE
> Ferroviário 0 x 0 Fortaleza
CAMPEONATO PARAENSE
> Ananindeua 1 x 1 Castanhal

Semifinais no Brasil

Fluminense X Vasco

Flu vence nos pênaltis e está na final
Em uma semifinal emocionante, o Fluminense se classificou para a final da Taça Rio ao vencer o Vasco nos pênaltis, neste sábado, no Maracanã. No tempo normal, empate de 1 a 1. Jean abriu o placar e o zagueiro Thiago Silva empatou. Agora, o Tricolor espera o vencedor de Botafogo e Flamengo, neste domingo, para conhecer o adversário na decisão.

O garoto Pablo, de 19 anos, que estreava nos profissionais do Vasco, foi o vilão da partida ao perder o último pênalti cruzmaltino.

Edmundo, que seria um dos cobradores, foi substituído pelo técnico Antônio Lopes aos 41 minutos do segundo tempo. Foi a quarta eliminação vascaína nos pênaltis desde 2005 no Campeonato Carioca. A segunda para o Fluminense.



Muitas chances, nenhum gol
Antes da partida, o trio de arbitragem chamou todos os jogadores no meio de campo em uma cena curiosa. Gutemberg de Paula Fonseca avisou que não iria tolerar comemorações de gol provocativas à torcida adversária. A partida começou atrasada porque o Fluminense só entrou em campo às 18h31m. Logo no primeiro minuto o Fluminense deu o cartão de visita. Conca passou por Jonilson em um drible de corpo e foi até a linha de fundo pela esquerda. O meia cruzou e Jorge Luiz cortou antes da conclusão de Washington, que estava pronto para marcar o gol. Aos seis minutos, um lance incrível. Cícero recebeu livre pelo meio e arrancou. O meia chutou da entrada da área e Tiago defendeu. Na sobra, Conca completou de primeira. O goleiro, ainda no chão, conseguiu espalmar e evitar o gol. Milagre do camisa 1 vascaíno no Maracanã (assista ao vídeo acima).

O Fluminense levava muito perigo com Junior Cesar pela esquerda. Por duas vezes, ele levou a melhor em cima de Wagner Diniz. Mas a defesa vascaína conseguiu cortar o cruzamento antes da conclusão tricolor. Pouco depois, Washington caiu na área e reclamou muito com o árbitro alegando que foi puxado. O atacante recebeu o cartão amarelo.

O Vasco só foi assustar aos 13 minutos com Leandro Bomfim. Ele fez uma grande jogada e chutou da entrada da área. Mas a bola desfiou na zaga e foi para escanteio. Em seguida, Morais cruzou pela direita e Pablo apareceu livre na segunda trave para concluir de primeira. Mas a bola subiu muito e foi por cima do travessão.

O jogo era disputado com muita velocidade. Cícero jogava como segundo volante e Conca e Thiago Neves tinham mais liberdade e ficavam mais próximos do ataque. O Fluminense dominava a partida. Thiago Neves colocou a bola entre as pernas de Eduardo e sofreu falta. O vascaíno recebeu amarelo. Na cobrança, Washington cabeceou com muito perigo para fora. Mais um susto para a torcida cruzmaltina.

O Vasco tentava responder com a dupla Morais e Wagner Diniz pela direita. Mas apesar das tabelas serem bem feitas, os cruzamentos não encontravam os atacantes. Aos 31 minutos, Alan Kardec recebeu passe de Edmundo, entrou na área e, mesmo marcado por Thiago Silva, chutou rasteiro para fora. Quatro minutos depois, o Fluminense respondeu. Thiago Neves chutou da entrada da área e a bola foi para fora com muito perigo para o goleiro vascaíno. E o primeiro tempo terminou 0 a 0 apesar das várias chances para as duas equipes.



Jean abre o placar; Thiago Silva empata
O técnico Antônio Lopes mudou o Vasco para o segundo tempo. Jean entrou no lugar de Alan Kardec para dar mais movimentação ao ataque. Aos três minutos, Pablo tocou para Morais, que de calcanhar encontrou Edmundo na área. O Animal mandou a bomba. Fernando Henrique espalmou para escanteio. O Vasco marcava melhor e o Fluminense passou a apostar em cruzamentos para a área em lances de bola parada. Em um deles, Tiago defendeu no susto após a bola passar por todo mundo e ir em direção ao gol.

E na garra que faltou no primeiro tempo, o Vasco abriu o placar. Morais recebeu passe livre pela direita e cruzou. A defesa cortou para cima. Wagner Diniz ganhou pelo alto e a bola foi para Edmundo, que ganhou a dividida e chutou. Fernando Henrique defendeu e, na sobra, Jean completou para o gol! Vasco 1 a 0! Foi o quarto gol de Jean no Campeonato Carioca.

Mas a alegria cruzmaltina durou pouca. Falta na intermediária em cima de Conca. Thiago Neves cruzou para a área, a defesa do Vasco falhou e o zagueiro Thiago Silva teve tempo de dominar e girar para chutar. A bola entrou rasteira no campo direito do goleiro Tiago. Era o empate tricolor: 1 a 1.

O jogo ficou nervoso. Edmundo deu uma entrada dura em Junior Cesar, mas não recebeu nem cartão amarelo. Com o tempo passando, os dois times ficaram receosos. A partida começou a se arrastar. Apenas Thiago Neves, pelo Fluminense, e Morais, pelo Vasco, tentavam algumas arrancadas. O Time da Colina pecava por causa das várias faltas que fazia na intermediária. Isso proporcionava cruzamentos perigosos para a área. A última grande chance foi do Vasco. Morais deu um ótimo passe para Wagner Diniz na área. O lateral soltou a bomba por cima do travessão. Jean queria o cruzamento para a área. Aos 41 minutos, Antônio Lopes surpreendeu a todos ao tirar Edmundo e colocar Alex Teixeira. O Animal seria um dos cobradores oficiais do Vasco na decisão de pênaltis. E o jogo terminou sem o jovem meia cruzmaltino tocar na bola.



Disputa por pênalti

AS COBRANÇAS
VASCO FLUMINENSE
Morais GOL Conca GOL
Tiago GOL Thiago Neves GOL
Souza GOL Washington GOL
Wagner Diniz GOL Cícero GOL
Pablo X Gabriel GOL
A disputa de pênaltis aconteceu à direita das cabines de imprensa, onde fica a torcida do Vasco. Apesar disso, os cruzmaltinos tinham uma superstição e preferiam que o árbitro escolhesse o outro lado. O clube havia perdido as últimas três disputas neste gol do Maracanã.

Morais cobrou o primeiro para o Vasco. O meia bateu bem no canto esquerdo de Fernando Henrique, que não alcançou. Conca teve a missão de empatar com uma pancada no ângulo. O goleiro Tiago fez 2 a 1 para o Vasco com uma linda cobrança no ângulo esquerdo do goleiro tricolor. Thiago Neves deixou tudo igual ao cobrar no meio do gol. Souza foi o terceiro cobrador vascaíno. O jovem vascaíno não sentiu a responsabilidade e deixou o Time da Colina na frente ao bater no canto esquerdo: 3 a 2. Washington empatou novamente com um chute no ângulo direito de Tiago, que foi na bola. Wagner Diniz chutou fraco e rasteiro, mas deslocou o goleiro Fernando Henrique: 4 a 3. Cícero empatou ao bater no canto direito de Tiago.

Pablo, que estreava entre os profissionais, era o último cobrador vascaíno. Ele deslocou o goleiro Fernando Henrique, mas a bola bateu na trave. A classificação estava nos pés de Gabriel. O lateral não decepcionou. E bateu no canto esquerdo de Tiago. Fluminense 5 a 4. E o garoto Pablo, de 19 anos, deixou o gramado chorando e sendo consolado pelos companheiros. E os tricolores foram comemorar com os torcedores.
FLUMINENSE 1(5) x 1(4) VASCO
FLUMINENSE
Fernando Henrique
Gabriel
Thiago Silva
Luiz Alberto
Junior Cesar
Ygor
Arouca
Conca
Thiago Neves
Cícero
Washington
T: Renato Gaúcho
VASCO
Tiago
Vilson
Eduardo
Jorge Luiz
Wagner Diniz
Jonílson
Leandro Bomfim (Souza)
Morais
Pablo
Edmundo (Alex Teixeira)
Alan Kardec (Jean)
T: Antônio Lopes Gols: Jean aos 13 e Thiago Silva aos 17 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Conca, Cícero, Washington (FLU); Vilson, Alan Kardec, Eduardo (VAS)
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Marco Aurélio Pessanha.
Data: 12/04/2008
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro
Público: 46.625 pagantes
Renda: R$ 862.720,50
Ponte Preta X Guaratinguetá
Macaca vence e agora tem vantagem
A Ponte Preta mostrou força em casa o Guaratinguetá na primeira partida da semifinal do Paulistão. Com gol de Eduardo Arroz, no segundo tempo, a Macaca venceu por 1 a 0, neste sábado à noite, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. O resultado faz com que a vantagem agora mude para o lado do time de Sérgio Guedes, que joga por um empate no próximo sábado, em Guatinguetá, para passar à mais uma final de Campeonato Estadual em sua história (assista ao vídeo ao lado com o gol da partida).


SEGUNDO JOGO: GUARATINGUETÁ x PONTE PRETA
Sábado, dia 19/4, às 18h10m - no estádio Dario Rodrigues Leite




Macaca cheia de energia
O primeiro tempo resumiu bem o que as duas equipes tiverem de melhor até o momento. Time de melhor defesa na fase de classificação (14 gols sofridos) o Guará conseguiu segurar o ímpeto da Ponte, que tem o melhor ataque do estadual (ao lado do Palmeiras), com 36 gols marcados.

A Macaca começou a mil por hora. Empolgada com o apoio da torcida, a Macaca apertou o Guaratinguetá desde o primeiro segundo de jogo. Em descidas rápidas de Wanderley, a Ponte chegava com facilidade à área do Guará, sem, no entanto, conseguir finalizar a gol.

Se sobrava energia ao time dentro de campo, faltava no estádio. Aos 6 minutos, uma pane apagou parte do estádio. O jogo ficou interrompido por 17 minutos. No reinício, a Macaca se manteve acesa. Aos 29, quase abriu o placar, com Wanderley. Ele recebeu bom cruzamento de Luís Ricardo e, livre de marcação, cabeceou por cima.

Mas o Guará é um time perigoso e mostrou isso aos 31. A bola foi chutada para a frente, Dinei escorou de cabeça e a bola sobrou para Alessandro, que chutou firme de esquerda e obrigou o goleiro Aranha a espalmar e salvar a Ponte.

O ritmo do jogo era alucinante. No minuto seguinte, Michael exagerou na dose de pedalada, perdeu a bola e deu o contra-ataque para a Macaca. Elias recebeu, invadiu a área e chutou. O goleiro já estava batido, mas Renato salvou o Guará, afastando a bola quando ela já ia entrando.

Após esse lance, o jogo teve o seu ritmo diminuído. A Ponte continuava tomando a iniciativa, mas o Guará armava contra-ataques perigosos, sem, no entanto, chegar a ameaçar Aranha.



Gol salvador dá vantagem à Ponte
O segundo tempo começou igual ao primeiro: com o time da casa tomando a iniciativa e tentando encurralar o adversário. A diferença é que os contra-ataques do Guará, que não deram resultado na primeira parte do jogo, começaram a se encaixar.

Em uma dessas jogadas, logo aos 8 minutos, por muito pouco o time do Vale do Paraíba não abriu o placar: Alessandro arrancou pela direita e cruzou para Dinei. O atacante completou de primeira e Aranha conseguiu fazer a defesa, salvando a Ponte.

Precisando vencer para tirar a vantagem do Guará, a Macaca saiu mais para o jogo. Adiantou sua marcação na tentativa de apertar as saídas de bola do Garça do Vale do Paraíba. Como jogava por dois empates, o caçula do Paulistão procurava segurar a bola, aguardando uma chance para contra-atacar.

A partir dos 20 minutos, o jogo tornou-se nervoso, com divididas duras e poucas jogadas mais inspiradas. A Ponte seguia ocupando melhor os espaços e conseguiu abrir o placar aos 29. Após cobrança de escanteio de Renato, Eduardo Arroz pegou o rebote de canhota e acertou o canto direito. Delírio no Majestoso!
A FICHA DO JOGO
PONTE PRETA 1 x 0 GUARATINGUETÁ
PONTE PRETA
Aranha
Eduardo Arroz
César
Jean
Vicente
Deda
Bilica (Ricardo Conceição)
Elias
Renato
Luís Ricardo
Wanderley (M. Soares/Danilo Neco)
T.: Sérgio Guedes
GUARATINGUETÁ
Fábio
Renato (Jackson)
Thiago Gomes
Toninho
Alex Silva
Alê
Magal
Michael (Nenê)
Jefferson
Alessandro (Bolívia)
Dinei
T.: Guilherme Macuglia Gols: Eduardo Arroz, 29 do segundo tempo
Cartões amarelos: César, Deda, Eduardo Arroz (Ponte Preta), Toninho, Alessandro, Thiago Gomes (Guaratinguetá)
Cartão vermelho:
Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior e Aline Lambert
Data: 12/4/2008
Estádio: Moisés Lucarelli, em Campinas
Público: 11.739 pagantes
Renda: R$ 269.440,00
Itiuitaba X Cruzeiro
Cruzeiro abre 4 a 1 mas permite o empate
O Cruzeiro cometeu muitos erros defensivos e permitiu o empate do Ituiutaba, que fez 4 a 4 depois de estar perdendo por 4 a 1 até os 19 minutos do segundo tempo, na primeira partida da semifinal do Campeonato Mineiro. O time celeste jogará por um empate na partida de volta, no domingo (dia 20), também no Mineirão, para se classificar para a decisão. A outra semifinal, entre Atlético e Tupi, começa a ser disputada neste domingo.

A torcida ficou revoltada com o empate num jogo que parecia liquidado e vaiou muito a equipe após a partida. Os gols cruzeirenses foram feitos por Ramires, Amarildo (contra), Marcelo Moreno e Guilherme, numa pintura. O Ituiutaba marcou com Pachola (duas vezes), Moreno e Rodrigo Hote.



Primeiro tempo tranqüilo para o Cruzeiro
O time de Adílson Batista nem precisou se esforçar muito para fazer 2 a 0 no primeiro tempo. O Ituiutaba começou a partida indo ao ataque, mas sua animação não passou dos primeiros minutos. Aos sete, o time celeste abriu o placar: Wagner fez boa jogada pela direita e cruzou; Henrique escorou a bola de cabeça e Ramires concluiu.

O gol assustou o Ituitaba, que ainda perdeu uma de suas boas opções ofensivas, Felipe, machucado. O Cruzeiro aproveitou a desorganização do adversário e fez o segundo, aos 16 minutos. Jadílson deixou Olívio sentado com um drible e cruzou a bola. O zagueiro Amarildo tentou cortar e marcou contra.
O Cruzeiro passou o resto do primeiro tempo rondando a área, mas sem criar chances de muito perigo. O adversário se mostrava inofensivo, sem passar do meio-campo, e parecia despertar uma certa apatia no Cruzeiro. Assustado com o que via em campo, o técnico do Ituiutaba, Nedo Xavier, tirou o meia Verona para escalar Maurício, deixando o esquema com três zagueiros.

Nos últimos minutos da primeira etapa, o Cruzeiro resolveu pressionar um pouquinho e chegou próximo do terceiro gol. Primeiro, num chute de longe e com efeito de Marquinhos Paraná, que obrigou Daniel a boa defesa. Depois, Charles entrou sozinho na área, pela esquerda, mas chutou para fora.



Jadílson dá presente para o adversário
A vitória tranqüila mascarava alguns defeitos da Raposa, sobretudo na zaga. Eles ficaram claros logo aos dois minutos, quando, na saída de bola, Jadílson arriscou um passe de trivela e entregou a bola para Pachola, que aproveitou o presente e marcou. O gol do Ituiutaba obrigou o Cruzeiro a jogar com vontade.

E o ímpeto ofensivo foi logo transformado em gols. Aos 11 minutos, Marcelo Moreno precisou cobrar pênalti - sofrido por Ramires - três vezes para marcar, pois nas outras duas Daniel se adiantou mais do que qualquer árbitro poderia tolerar. Um minuto depois, Guilherme marcou uma obra-prima. Driblou Welton Felipe e, de fora da área, percebeu o goleiro adiantado, acertando um toque por cobertura.

O Cruzeiro se manteve no ataque, mas sofreu o segundo gol aos 19, em outra falha da defesa. Após troca de passes, Barone cruzou para Moreno concluir. Cada ataque do Ituiutaba se transformava num tormento para a torcida cruzeirense, que foi ao Mineirão em número apenas razoável.

E o time do interior conseguiu chegar ao empate. Aos 34 minutos, Pachola concluiu boa jogada do zagueiro Welton Felipe. No minuto seguinte, Rodrigo Hote acertou um forte chute cruzado, fazendo 4 a 4. O empate fez a torcida perder de vez a paciência e pegar no pé do técnico Adílson Batista e de alguns jogadores, como Charles.
Ficha do jogo
ITUIUTABA 4 x 4 CRUZEIRO
ITUIUTABA
Daniel
Olívio
Amarildo (Rodrigo Hote)
Welton
Barone
Cleiton Arrabal
Kiko
Verona (Maurício)
Diego Mineiro (Felipe)
Pachola
Moreno
T: Nedo Xavier
CRUZEIRO
Fábio
Jonathan (Elicarlos)
Henrique
Espinoza
Jadilson (Thiago Martinelli)
Marquinhos Paraná
Charles
Ramires
Wagner
Guilherme (Apodi)
Marcelo Moreno
T: Adilson Batista Gols: Ramires, aos sete, Amarildo (contra), aos 16 minutos do primeiro tempo; Pachola, aos dois, Marcelo Moreno, aos 11, Guilherme, aos 12, Moreno, aos 19, Pachola, aos 34, Rodrigo Hote, aos 35 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Daniel, Amarildo, Welton Felipe, Kiko, Pachola, Barone e Felipe (Ituiutaba); Henrique, Wagner e Moreno (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Barone (Ituiutaba)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro
Auxiliares: Helbert Costa Andrade e Janette Mara Arcanjo
Público: 17.816 pagantes
Data: 12/04/2008
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

Olímpiadas de Saint Louis:1904

Os III Jogos Olímpicos foram realizados na cidade de Saint Louis, no estado do Missouri, Estados Unidos. Da mesma maneira que os Jogos anteriores em Paris, eles foram novamente integrados a uma grande exposição e feira de negócios, desta vez a Louisiana Purchase Exhibition, sem nenhuma relação com o esporte. Também como em Paris, os Jogos foram alongados para uma duração de cinco meses, sendo inaugurados em 1 de julho e tendo seu encerramento em 23 de novembro de 1904.

Indignado com a situação, que em tudo repetia a desorganização e o descaso mostrado nos Jogos de Paris quatro anos antes, Pierre de Coubertin, mesmo recebendo uma carta do Presidente Theodore Roosevelt implorando sua presença, recusou-se a comparecer a St. Louis para a cerimônia de abertura e permaneceu na Europa.

Por causa da grande distância transoceânica, vários países da Europa não comparecerem e os países participantes limitaram-se a 12, com 16 modalidades esportivas sendo disputadas, sendo que mais de três quartos dos 651 atletas presentes (645 homens e 6 mulheres) eram dos próprios Estados Unidos, o que explica a grande quantidade de medalhas conquistadas pelo país anfitrião e a enorme diferença no Quadro de Medalhas para o segundo colocado.
Fatos, destaques e curiosidades

Foi nestes Jogos que pela primeira vez foram entregues aos vencedores as medalhas de ouro, prata e bronze, como hoje conhecemos.
O velocista norte-americano Archie Hahn, apelidado de “Meteoro de Milwaukee”, foi o grande nome do atletismo, vencendo as provas dos 60, 100 e 200m rasos.
George Poage, dos Estados Unidos, tornou-se o primeiro negro a conquistar uma medalha olímpica, de bronze, nos 400m com barreiras.
Exemplo das instalações precárias dos Jogos de Saint Louis, assim como nos anteriores de Paris, as provas de natação foram disputadas num grande tanque de águas turvas, habitado por peixes e alguns batráquios.
Nesta edição, o Boxe e o Decatlo estrearam nos Jogos Olímpicos.
Na prova da maratona, o norte-americano Fred Lorz foi desclassificado após cruzar em primeiro a linha de chegada, quando se descobriu que ele havia percorrido mais de dezoito quilômetros da prova no carro de um amigo. A medalha de ouro então foi dada a outro americano, Thomas Hicks, que durante a prova foi várias vezes reanimado para prosseguir à base de ovos crus, conhaque e estricnina, por seu técnico e pela equipe de apoio. Hicks cruzou a linha de chegada bêbado e delirando. Nunca mais correu outra maratona.

Talvez o mais pitoresco de todos os participantes destes Jogos tenha sido o cubano Felix Carvajal, um carteiro de Havana, também na maratona. Felix, um homenzinho magro de 1,50 de altura e grandes bigodes, depois de uma verdadeira odisséia para ir de Cuba até Saint Louis, apareceu na largada da prova trajando boina, camisa, calças compridas e calçando um coturno. Os organizadores obviamente tentaram impedir sua participação, mas atletas americanos, simpatizando e apiedados do pequenino cubano, lhe ajudaram a transformar sua vestimenta em algo parecido com um equipamento esportivo, cortando a calça até os joelhos, encurtando a camisa e lhe emprestando uma sapatilha de corrida. Assim trajado, Carvajal , realmente uma figura de outro planeta, chegou em quarto lugar na prova e talvez pudesse até ter ganho uma medalha caso não parasse ocasionalmente durante o percurso para conversar com passantes, surrupiar pêssegos dos fiscais ou invadir uma pomar de maçãs atrás de alimento, o que lhe causou grande cólica estomacal ao fim do percurso pois as frutas estavam verdes. Felix virou o pequeno herói e mascote de seus adversários, que se cotizaram para lhe pagar a passagem de volta a Havana e lhe deram de presente uma placa de prata, com a inscrição: ”A Felix, o IV, o mais glorioso vencido da história dos Jogos”.
O ginasta George Eyser, dos EUA, foi um dos mais incríveis atletas dos Jogos de Saint Louis conquistando seis medalhas de ouro, sendo que sua perna esquerda, devido a uma amputação na infância, era uma perna de pau.
Modalidades olímpicas disputadas
Atletismo
Boxe
Cabo de guerra
Ciclismo
Esgrima
Futebol
Ginástica
Golfe
Halterofilismo
Lacrosse
Natação
Pólo aquático
Remo
Roque
Saltos ornamentais
Tênis
Tiro com arco
Wrestling
Quadro de medalhas
Quadro de Medalhas / Saint Louis 1904
Posição País Ouro Prata Bronze Total
1 Estados Unidos 78 82 79 239
2 Alemanha 4 4 5 13
3 Cuba 4 2 3 9
4 Canadá 4 1 1 6
5 Hungria 2 1 1 4
6 Equipa mista 1 1 2
Grã-Bretanha 1 1 2
8 Grécia 1 1 2
Suíça 1 1 2
10 Áustria 1 1
Semana q vem teremos a edição comemorativa e a olimpiada de 1908.

SPORTS HISTORY:Sevilla

O Sevilla Fútbol Club é um clube de futebol espanhol fundado em 14 de outubro de 1905, na cidade de Sevilha. Atualmente é um dos clubes em melhor forma na Europa, estando com todo o mérito no topo da Liga Espanhola de futebol.



Em 15 de Outubro de 1905, o Governo Civil de Sevilha anunciou oficialmente a criação do Sevilla FC. Em 1908, o clube disputou sua primeira partida oficial, contra o Recrativo Huelva. É o clube mais velho da cidade de Sevilha e o segundo mais velho da Andaluzia. Suas cores são o vermelho e o branco e o seu maior rival é o Real Betis Balompié, com o qual protagoniza o Derbi da Andaluzia, um clássico cheio de História, tradições, polêmicas e rivalidade.
Títulos
Campeonato Espanhol: 1946.
Supercopa da Espanha: 2007.
Copa do Rei: 1935, 1939, 1948 e 2007
Segunda Divisão Espanhola: 1929, 1934, 1969 e 2001.
Copa da Andaluzia: 1916-17, 1918-19, 1919-20, 1920-21, 1922-23, 1923-24, 1924-25, 1925-26, 1926-27, 1928-29
Copa da UEFA: 2006 e 2007 (2-2 Español)
Supercopa Européia: 2006 (3-0 Barcelona)
Plantel 2007/2008
Goleiros
1 Andrés Palop
13 Morgan De Sanctis
Defensores
2 Javi Navarro
3 Ivica Dragutinovic
4 Daniel Alves
6 Adriano
14 Julien Escudé
15 Aquivaldo Mosquera
19 Khalid Boulahrouz
24 Andreas Hinkel
32 Federico Fazio
Meio de Campo
5 Duda
8 Christian Poulsen
11 Renato
15 Jesús Navas
17 Jesuli
18 José Luis Martí
19 Diego Capel
22 Fernando Sales
25 Enzo Maresca
27 Alejandro Alfaro
23 Seydou Keita
Atacantes
7 Javier Chevantón
9 Aleksandr Kerzhakov
10 Luís Fabiano
12 Frederic Kanouté
20 Tom De Mul
22 Arouna Kone
Treinador
Manuel Jiménez
Semana q vem teremos o Lyon.

Vamos falar de música:Slipknot


Slipknot é uma banda de nu metal dos Estados Unidos formada em 1995. Seus álbuns e DVDs atingiram a platina, com indicações ao Grammy nas categorias "Melhor Heavy Metal" e "Melhor Hard Rock" para canções de três dos seus álbuns. Em 2006 a banda ganhou o Grammy para "Melhor Desempenho de Metal" pela sua canção "Before I Forget".

O Slipknot é muito respeitado no seu gênero musical, atraíndo milhares de fãs ao redor do mundo e é considerada uma das bandas com melhor performance ao vivo.
História
Início
Em 1995, com a reunião de nove moradores da cidade de Des Moines, Iowa, surgiu a banda Slipknot. A primeira apresentação foi feita na casa noturna "Runaway", na época o único local na cidade a aceitar o som pesado do heavy metal. Nessa época Shawn Crahan levou, por brincadeira, uma máscara de palhaço ao ensaio. Os outros membros acabaram gostando da idéia e adicionaram o macacão como novo elemento da fantasia.

Com influências de Black Sabbath, Slayer e Sepultura, a banda seguiu o fluxo de bandas de metal alternativo que surgiram após o Korn. Ganharam destaque devido a capacidade musical e também pela aparência dos integrantes, trajados de máscaras horripilantes e macacões industriais. Os críticos achavam a aparência da banda ridícula. Outra marca da banda desde o início, é ter dado o "carinhoso" apelido de maggots (algo como "vermes") aos fãs, esse apelido foi inventado por Joey Jordison "Baterista do Slipknot". As letras da banda sempre foram niilistas, sombrias, raivosas e melancólicas, o que estava em alta no mercado musical da época.
Primeiro álbum e a sequência
O primeiro álbum da banda na Roadrunner é Slipknot, que elevou a banda a um novo patamar. Produzido por Ross Robinson, este álbum é considerado por muitos, um dos melhores na área do metal e do rock pesado em geral. Ross na época também era produtor de bandas como Korn, Limp Bizkit e Sepultura. Após o lançamento, a banda fez apresentações incessantemente para conseguir arrebatar mais “maggots”, o que culminou na apresentação do grupo no Summer Ozzfest em 1999, onde tocaram para um número bem maior de pessoas e conseguiram um grande número de fãs. No mesmo ano foi lançado o VHS Welcome to Our Neighborhood.

Em agosto de 2001 é lançado o segundo álbum oficial da banda, o Iowa, apesar da expectativa o álbum não fez o mesmo sucesso que o antecessor, mas ajudou o Slipknot a aumentar a sua popularidade com músicas como "People = Shit", "Left Behind", "The Heretic Anthem" e "My Plague" que fez parte da trilha sonora do filme Resident Evil. No ano seguinte a banda gravou o seu primeiro DVD ao vivo, Disasterpieces gravado em Londres, o show contou com tudo de bom que o Slipknot pôde apresentar tocando suas músicas clássicas, um dos melhores do gênero.

Depois disso rolaram boatos que o Slipknot estava no fim, o que preocupou os fãs da banda, mas o vocalista Corey Taylor tratou de desmentir tudo isso e prometeu que um novo álbum estava à caminho, e em maio de 2004 é lançado o terceiro álbum do grupo, o tão elogiado Vol. 3: (The Subliminal Verses), esse novo álbum apresentou um novo Slipknot, com novas máscaras e um som ainda mais atrativo, o álbum não foi muito recebido pelos velhos fãs da banda, acusando os integrantes de terem se vendido tocando músicas mais calmas e no violão como "Circle e Vermilion Pt.2", o fato é que o Slipknot se tornou ainda mais popular, a banda mostrou que têm técnica e fazendo turnês arrebatadoras, o Slipknot se tornou uma das mais bem sucedidas bandas de metal do mundo.
Integrantes
#0 - Sid Wilson - DJ (1996–presente)
#1 - Joey Jordison - bateria (1995–presente)
#2 - Paul Gray - baixo (1995–presente)
#3 - Chris Fehn - percussão e vocal de apoio (1997–presente)
#4 - James Root - guitarra (1999–presente)
#5 - Craig Jones - sampler e teclado (1996–presente)
#6 - Shawn Crahan - percussão e vocal de apoio (1995–presente)
#7 - Mick Thomson - guitarra (1996–presente)
#8 - Corey Taylor - vocal (1997–presente)
Discografia
1999 - Slipknot
2001 - Iowa
2004 - Vol. 3: The Subliminal Verses
Prémios
Certificações da RIAA
Estas estatísticas foram compiladas a partir da base de dados online de certificações da RIAA.

Álbuns

Slipknot (Dupla Platina, Fevereiro de 2005)
Iowa (Platina, Outubro de 2002)
Vol. 3: (The Subliminal Verses) (Platina, Fevereiro de 2005)
9.0: Live (Ouro, Dezembro de 2005)
Vídeos e DVDs

Welcome to Our Neighborhood (Platina, Fevereiro de 2000)
Disasterpieces (Quádrupla Platina, Novembro de 2005)
Voliminal: Inside the Nine (Platina, Fevereiro de 2007)



Grammy Awards e nomeações
Os Slipknot já foram nomeados para seis Grammy Awards e ganharam um.

"Wait and Bleed" - Best Metal Performance, 2001 (nomeação)
"Left Behind" - Best Metal Performance, 2002 (nomeação)
"My Plague" - Best Metal Performance, 2003 (nomeação)
"Duality" - Best Hard Rock Performance, 2005 (nomeação)
"Vermilion" - Best Metal Performance, 2005 (nomeação)
"Before I Forget" - Best Metal Performance, 2006 (vencedores)
Semana q vem teremos o The Doors.

domingo, 6 de abril de 2008

Só Resultados

CAMPEONATO CARIOCA
> Cabofriense 2 x 0 Volta Redonda
> Friburguense 0 x 2 América-RJ
> Resende 3 x 0 Cardoso Moreira
> Botafogo 1 x 3 Boavista-RJ
> Macaé 2 x 0 Americano
> Mesquita 4 x 2 Duque de Caxias
CAMPEONATO GAÚCHO
> Caxias 1 x 0 São José POA
> Internacional 3 x 2 Canoas
CAMPEONATO CATARINENSE
> Guarani-SC 5 x 5 Juventus-SC
> Tubarão 0 x 0 Criciúma
> Marcílio Dias 2 x 1 Chapecoense
CAMPEONATO CEARENSE
> Ceará 1 x 1 Horizonte
CAMPEONATO AMAZONENSE
> Rio Negro-AM 1 x 5 São Raimundo-AM
CAMPEONATO PARAIBANO
> Queimadense 0 x 1 Botafogo-PB