sábado, 17 de maio de 2008

Vamos falar de música:Rolling Stones


Os Rolling Stones são uma banda de rock inglesa formada em 25 de Maio de 1962, e que está entre as bandas mais antigas ainda em atividade. Ao lado dos Beatles, foram a banda mais importante da chamada Invasão Britânica ocorrida nos anos 60, que adicionou diversos artistas ingleses nas paradas norte-americanas.

Formado por Mick Jagger, Keith Richards, Brian Jones, Bill Wyman e Charlie Watts, o grupo calcava sua sonoridade no blues. Em mais de 40 anos de carreira, hits como (I Can't Get No) Satisfaction, Start Me Up, Sympathy For The Devil, Jumping Jack Flash, Miss You e Angie fizeram dos Stones uma das mais conhecidas bandas do rock mundial, levando-a a enfrentar todos os grandes clichês do gênero, desde recepções efusivas da crítica até problemas com drogas e conflito de egos, principalmente entre Jagger e Richards. Os Rolling Stones já venderam mais de 200 milhões de álbuns no mundo inteiro.


História
1960-1970
Tudo começou em 1960, quando os dois amigos de infância, Mick e Keith, se reencontraram em um trem na estação de Dartford, Inglaterra, e descobriram um interesse em comum por blues e rock and roll. Foram convidados pelo guitarrista Brian Jones em 1962 a montar a definitiva banda de R&B branca, que se chamaria The Rolling Stones, inspirado no nome de uma canção de Muddy Waters, Rollin' Stone, cujo nome foi utilizado oficialmente, pela primeira vez, em sua apresentação no Marquee Club de Londres em 12 de julho de 1962.

O pianista Ian Stewart, amigo de Brian, seria o co-fundador da banda, mas porque sua imagem pessoal não tinha o devido sex-appeal, ele seria rebaixado a gerente de palco, com direito a gravar com a banda mas não de posar como membro. Bill Wyman, que embora já vivesse da noite há muito mais tempo que os demais, seria acrescentado à banda por um motivo fútil: possuía mais de um amplificador. Em janeiro de 1963, Charlie Watts assumiria definitivamente a bateria. A boa repercussão nas apresentações ao vivo somadas à habilidade promocional de seu empresário, levou a banda a um contrato com a Decca Records (então a piada do ano por ter recusado um contrato com os Beatles). Seu empresário promove a banda com uma imagem de rebeldes e cria a pergunta: Você deixaria sua filha se casar com um Rolling Stone?.

Os primeiros singles, um cover de uma canção de Chuck Berry e Muddy Waters de cada lado, Come On/I Want To Be Loved, e uma gravação para uma composição da dupla John Lennon e Paul McCartney, I Wanna Be Your Man, foram bem aceitos. O primeiro álbum, chamado simplesmente The Rolling Stones, saiu em abril de 1964, contendo apenas uma composição de Jagger e Richards. Apenas com Tell Me (You're Coming Back), lançado em junho de 1964, é que uma composição da dupla seria lançada como lado A de um compacto. A partir daí, pouco a pouco o material próprio começou a ser valorizado, tendo em Out Of Our Heads, de 1965, o primeiro de uma série de discos basicamente de composições da dupla Jagger-Richards. É nesse ano que a banda lança seu maior hit em todos os tempos, (I Can't Get No) Satisfaction.

Com o álbum Aftermath, de 1966, a banda começaria uma fase de músicas mais longas e de arranjos mais elaborados. O flerte com o rock psicodélico e experimental teria seu ápice em Their Satanic Majesties Request, de 1967. Com Beggar's Banquet (1968) haveria a volta ao estilo mais próximo ao R&B que os fizeram famosos. São desta época dois dos maiores hits da banda, Jumpin' Jack Flash, que só saiu como compacto e a controversa Sympathy For The Devil - que Mick disse ter se inspirado em uma visita à um centro de candomblé na Bahia - música responsável pela maior parte das acusações de satanismo que a banda iria sofrer desde então.

Em 1969 Brian Jones oficialmente abandona os Stones, sendo substituído por Mick Taylor (que havia tocado com o John Mayall's Bluesbreakers). Poucos dias depois de sua saída, Brian Jones seria encontrado morto afogado na piscina de sua casa em Sussex, em circunstâncias até hoje pouco esclarecidas. Existem duas versões: que ele se afogou sob influência de drogas e álcool, ou que ele foi afogado propositalmente por um dos empreteiros contratados para fazer obras na propriedade. Embora houvesse sido planejado muito tempo antes, dias depois a banda realizou um concerto memorável no Hyde Park, em Londres, diante de um público de 300 mil pessoas, que acabou tendo um significado especial além da apresentação do pouco conhecido novo guitarrista, Mick Taylor. O show aconteceu num palco decorado com uma enorme foto colorida e estourada de Jones. Jagger, vestido de branco, interrompeu a apresentação para ler uma passagem do poema Adonais de Percy Bysshe Shelley, em memória do amigo problemático. Enquanto mais de 3.000 borboletas brancas eram soltas do palco para a platéia emocionada. Os Stones pareciam ter chegado ao fim de uma era. Sem imaginar que a próxima tragédia estava bem próxima.

Em 6 de dezembro de 1969, o grupo chegou a Altamont, na Califórnia, para uma grande apresentação ao ar livre - com uma platéia pelo menos duas vezes maior do que a do Hyde Park. Bem antes dos Stones subirem no palco já havia problemas. A segurança do espetáculo estava sob a responsabilidade de um bando de Hell`s Angels de São Francisco, uma gangue de motoqueiros grossos e arrogantes que não sentiam nada a não ser desprezo pela multidão de mais de 500 mil hippies. Qualquer um que tentasse subir no palco era agredido e escorraçado de volta para a platéia por Angels que portavam tacos de sinuca. Durante a apresentação da banda Jefferson Airplane, que antecedeu a atração principal, fãs estavam sendo carregados para as cabanas da Cruz Vermelha em maior quantidade do que os médicos de plantão podiam dar conta. Quando os Rolling Stones finalmente foram se apresentar, a multidão ficou histérica, e os Hell`s Angels reagiram ficando ainda mais selvagens. Durante a execução de Under My Thumb (e não Simpathy for The Devil como muita gente acredita), um jovem negro, Meredith Hunter, foi assassinado com uma punhalada nas costas. Os Stones tinham noção de que alguma coisa havia acontecido, embora do palco fosse difícil dizer exatamente o quê. No dia seguinte é que os Rolling Stones descobriram que quatro pessoas (incluindo Meredith Hunter) haviam morrido naquele dia. Há versões de que Meredith foi agredido pelos Hell`s Angels por estar acompanhado de uma linda loira, mas ele estava armado com um revolver e o assassino, Alan Passaro, foi julgado alguns anos depois e inocentado por legítima defesa. O que aconteceu naquele dia fatídico está registrado no filme Gimme Shelter, de 1970. Ainda em 1969 os Stones lançaram Let It Bleed (título geralmente visto como sátira a Let It Be, dos Beatles, disco que de fato só seria lançado seis meses depois). Em 1970 sai Get Your Ya-Ya's Out, o primeiro disco ao vivo, com estéreo autêntico e alta fidelidade, gravado de sua apresentação no Madison Square Garden, em Nova York.

1971-1980
Em 1971 a banda passa para a Atlantic Records, que lhes permite estrear o selo próprio, Rolling Stones Records. Nesse ano a banda lança um dos seus álbuns mais curiosos, Sticky Fingers, cuja capa foi idealizada por Andy Warhol com uma foto de uma pélvis atribuida a Jagger e cujo LP original possuía um zíper que podia ser aberto e mostrava uma figura de uma cueca (a despeito da banana do álbum Velvet Underground and Nico). Esse álbum também foi o primeiro a mostrar o famoso logotipo da boca que apesar de ter sido sempre atribuído a Andy Warhol na verdade foi produzido por John Pasche.

Keith Richards encontra-se no interior da França, no castelo gótico Villa Nellecote, especialmente para tentar se livrar das drogas, pela primeira vez. Percebendo estar em um momento excepcionalmente criativo, chama Mick Jagger para começarem a compor. Os dois se unem por várias semanas e produzem dezenas de novas composições que poderiam facilmente integrar um álbum triplo. Para lá é enviado, então, o estúdio móvel de gravação da Rolling Stones Records, tido como o mais moderno do mundo à época. Após a mixagem lançam, em 1972, o álbum duplo Exile on Main Street, considerado por muitos, e pelo próprio Jagger, como o melhor álbum da banda pela sua consistência, plasticidade e versatilidade dos músicos, o qual produz, entre outras, a música Tumblind Dice, obrigatória em qualquer show dos Stones até os dias de hoje.

Com a excelente repercusão do disco anterior e embalados pela sua turnê de 1972/1973, os Stones entram mais uma vez no estúdio e lançam em 1973 o álbum Goats Head Soup, amplamente conhecido pelo hit Angie e pela polêmica Star Star. Interessante que a balada Waiting on a Friend foi composta e gravada durante as sessões deste álbum e lançada apenas oito anos depois no álbum Tattoo You (1981), a qual, devidamente remixada tornou-se um hit da banda, assim como a música Tops.

Em 1974 os Rolling Stones gravam o clássico It's Only Rock'n'Roll no estúdio do guitarrista Ronnie Wood (que tocava com a banda inglesa The Faces, liderada por Rod Stewart). Com a saída repentina de Mick Taylor para seguir carreira solo, Wood assume a segunda guitarra, embora só será oficialmente um membro efetivo dos Stones a partir da turne de 1975, cuja primeira apresentação com a banda ocorre em 1º de junho do mesmo ano em Baton Rouge, Lousiana, Estados Unidos, através dos acordes de Honky Tonk Women.

Embora a turnê de 1975 tenha sido batizada de Tour Of The Americas pois previa, além dos Estados Unidos e Canadá, shows no Brasil - Rio de Janeiro (14 e 17/08) e São Paulo (19 e 21/08) -, México (7 e 10/08) e Venezuela (28 e 31/08), estes não ocorreram por restrições políticas dos governantes desses países, preocupados com a imagem de desordeiros e drogados que a banda poderia passar além de desagradar os respectivos regimes de governo.

Lançam, então, Black & Blue (1976), um disco mais intimista com forte participações de convidados como Billy Preston, que já havia gravado Let It Be, dos Beatles e vinha participando de todos os álbuns dos Stones desde Sticky Fingers de 1971, e Ron Wood confirmado no comando da segunda guitarra, que obtém razoável sucesso. O álbum seguinte é Love You Live (1977), um duplo ao vivo gravado na turnê européia de 1976, bastante heterogêneo e com a formação básica da banda no palco. Em (1978) lançam Some Girls que é bem mais pesado do que os últimos trabalhos. Este disco é fortemente influenciado pelo movimento punk surgido na Inglaterra no ano anterior, com temas rápidos e agressivos como Respectable e When The Whip Comes Down, embora o disco seja mais lembrado pelo seu hit à la discoteque Miss You. Mostrando a vitalidade característica até os dias de hoje, ainda no mesmo ano saem, novamente, em turnê pelos Estados Unidos e já dão mostras da tendência que por eles será magistralmente explorada nos próximos anos: enormes palcos e infra-estrutura dos shows, jamais vistas até então. Em 1980 lançam um disco mais linear, Emotional Rescue, com o hit do mesmo nome do disco.

1981-1990
Em 1981 a banda larga Atlantic Records e assina com a EMI. O álbum de estreia é Tatoo You, tido por muitos como o melhor álbum da banda de todos os tempos e talvez o seu único grande triunfo para esta gravadora, visto ser o de maior sucesso comercial da banda até os dias de hoje. Destacam-se inúmeros hits da banda, como a explosiva Start Me Up, obrigatória em todos os shows, e a balada Waiting On A Friend, composta inicialmente em 1973 e não lançada no disco do mesmo ano.

Com a excursão americana no mesmo ano, os Rolling Stones definitivamente inauguram a moda de shows gigantescos de duração de três horas, palcos móveis e desmontáveis e toneladas de equipamentos de som e luz. Resumindo a turnê em solo americano lançam em (1982) o álbum ao vivo Still Life (American Concert 1981) e o filme Let's Spend the Night Together, que, sob a direção do renomado Hal Ashby, mostra o vigor juvenil de Jagger e a reabilitação de Richards das drogas, além do novo formato de apresentações ao vivo.

Em meio a especulações da mídia de possível separação da banda, no final de 1983 os Stones lançam o álbum Undercover, e, alimentando ainda mais estes rumores, a banda não sai em turnê e tampouco os músicos se pronunciam à respeito, cada um elaborando trabalhos individuais e não sendo vistos juntos em nenhuma ocasião.

Ian Stewart, pianista, gerente de palco e um dos fundadores da banda, acompanhando em todos os álbuns e shows, morre em 1985 em virtude de um ataque cardíaco. Tido como o sexto Stone, é homenageado com uma faixa no álbum da banda de 1986, Dirty Work, cujo álbum também não é acompanhado de turnê.

O relacionamento entre os membros restantes da banda não era dos melhores, com desentendimentos freqüentes entre Jagger e Richards. Mick Jagger envereda em uma carreira solo gravando músicas dentro do estilo Rolling Stones e causa um desentendimento sério entre ele e seu sócio Keith Richards. Especulações sobre o fim da banda duram por seis anos, embora o clima ruim não impedisse que continuassem sendo lançados álbuns de repercussão cada vez maior. Jagger, Richards, Wood, Wyman e Watts lançaram vários álbuns solo durante a década de 80 e 90.

Os Stones adentraram a década de 90 com uma nova gravadora, a CBS, em meio a rumores de que Mick Jagger e Keith Richards não podiam nem mesmo dividir uma mesma sala sem se engalfinharem. Os constantes boatos sobre a dissolução da banda ajudaram a catapultar o interesse e a expectativa da turnê e as vendas do álbum Steel Wheels (1989), tornando-a a maior da banda em todos os tempos até então. Os problemas pessoais foram colocados de lado e a banda se apresentou como nos velhos tempos, auxiliada pela habitual parafernália de palco tendo participação durante a turne,do Guns N' Roses que estava explodindo no cenário musical,como banda de abertura. Reflexo disso é o álbum Flashpoint de 1990 que traz os Stones de volta aos palcos depois de sete anos.

Foi também à partir dessa turnê que os Stones tornaram-se experts nos negócios, transformando-se em uma banda multimilionária, com administração autônoma e profissional, alcançando espaços na mídia até então nunca vistos, tendência que permitiu as sucessivas bem-sucedidas turnês seguintes e um exemplo de exposição e fixação da "marca" The Rolling Stones.

1991-2000
O outro membro original, Bill Wyman, que deixa o grupo em 1993, ainda mantém fortes ligações com a banda, à exemplo de seu pub em Londres, o Sticky Fingers, totalmente decorado com inúmeras fotos, instrumentos e discos de ouro, entre outras lembranças dos Stones. Para o seu lugar é escalado o baixista Darryl Jones, que é apenas músico contratado, não sendo considerado membro oficial.

Em 1994, após um longo período de inatividade, é lançado com grande estardalhaço o álbum Voodoo Lounge, seguido pela turnê de mesmo nome (que passou pelo Brasil). A turnê que se iniciou em 19 de julho de 1994 em Toronto, Canadá, e foi encerrada em 30 de agosto de 1995 em Rotterdam, Holanda, arrecadou em torno de US$ 400 milhoes. Aproveitando a repercussão, todas as gravações da banda são relançadas em CD. O álbum de 1995, Stripped, foi mais intimista, com versões acústicas de vários de seus maiores sucessos e uma regravação gloriosa para "Like a Rolling Stone", clássico de Bob Dylan.

No ano seguinte lançam The Rock And Roll Circus, trilha sonora de um filme arquivado desde 1968. O CD inclui uma apresentação de diversos artistas, como Jethro Tull, The Who, Marianne Faithfull, então esposa de Jagger e The Dirty Mac que nada mais é que uma pré-versão da Plastic Ono Band. Essa formação incluiu, além de John Lennon e Yoko Ono, Eric Clapton, Keith Richards (no baixo) e Mitch Mitchell, baterista do The Jimi Hendrix Experience.

Ainda em 1997 sai Bridges of Babylon, com uma capa luxuosa e uma excursão mundial igualmente cara, completa, com dois palcos, um maior e outro menor instalado no meio do público. Inclui também uma ponte para a banda atravessar do palco principal para o menor, sendo que neste executam basicamente clássicos sem o acompanhamento de metais e backing vocals voltando às raízes da banda nos anos 60 e, assim, inauguram um novo estilo de apresentações que se seguiram nas turnês seguintes. Com dois shows no Brasil, um em São Paulo e o outro no Rio de Janeiro (com participação mais que especial de Bob Dylan, inclusive abrindo os shows para a banda), confirmaram o país com status de rota obrigatória. Retrato dessa turnê foi o lançamento do álbum ao vivo No Security, em 1998.

[editar] A partir de 2001
Para comemorar os 40 anos do grupo, em 2002 lançam o álbum duplo Forty Licks (1962-2002) que traz, além de 36 sucessos da banda, 4 novos hits (Don't Stop, Keys To Your Love, Stealing My Heart e Losing My Touch), sendo o primeiro uma espécie de resumo da perseverança característica da banda, atingindo bastante sucesso. Em 16 de agosto do mesmo ano com um show em Toronto (Canadá) os Stones lançam uma de suas maiores turnês - a Licks Tour (detalhe para a música Heart of Stone, não tocada ao vivo desde 5 de dezembro de 1965). Esta longa turnê passou por todos os continentes do planeta, tendo sido encerrada em 9 de novembro de 2003, em Hong Kong. Mantendo o status de maior banda de rock & roll do mundo e a tradição de suas espetaculares apresentações, montam estruturas distintas e específicas para shows em arenas, estádios e teatros, além de private shows. Ao final do mesmo ano lançam o esplêndido DVD quádruplo Four Flicks, mostrando cada um dos formatos de suas apresentações e toda a vitalidade dos músicos sessentões.

Quando todos imaginavam o fim da banda, devido a um câncer na garganta do baterista Charlie Watts diagnosticado em junho de 2004 e curado em fevereiro de 2005, o vigor incansável do quarteto com ênfase às belas letras de Jagger e Richards (conhecidos como The Glimmer Twins desde os anos 70, pela ligação existente entre eles, além das lendárias histórias que protagonizaram) produz um de seus melhores álbuns de estúdio de todos os tempos. Lançado em 2005 A Bigger Bang traz uma sonoridade crua e voltada às raízes da banda: rock and roll, blues e rhythm and blues, além das pegadas das guitarras da dupla Richards/Wood, bem como para a harmônica melodiosa de Jagger, as 16 fortes canções do álbum mostram a excelência e competência de Jagger/Richards/Watts/Wood. Para a divulgação do álbum, mais uma vez iniciando em Toronto (em 10 de agosto de 2005), a banda se lança na estrada com a turnê do mesmo nome.

Em 18 de fevereiro de 2006, os Rolling Stones voltaram ao Brasil para o show da turnê A Bigger Bang. O show, gratuito, foi realizado nas areias da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para um público estimado em 1,5 milhão de pessoas, entrando para a história como o maior show da banda e um dos maiores concertos de rock de todos os tempos.

Após dois anos do lançamento da turnê A Bigger Bang, que passou pela América do Norte - em duas oportunidades (2005 e 2006) -, América do Sul (2006) e Europa (2006), e arrecadara, até novembro de 2006, em torno de US$ 437 milhões (recorde na história da música), os Stones anunciaram, em 22 de março de 2007, uma lista de novos shows pelo velho continente, que se iniciou em 5 de junho de 2007, com uma apresentação em Werchter, Bélgica e se encerrou em 26 de agosto de 2007 em Londres, apesar de rumores de que novos shows serão realizados em 2008. Com seu encerramento, os Stones realizaram a mais longa de suas turnês mundiais, com arrecadação de US$ 560 milhões (novo recorde), e, apresentando-se para quase 6 milhões de expectadores, mostraram a inesgotável energia que os move por mais de 45 anos de estrada.

Em 12 de junho de 2007, foi lançado o DVD The Biggest Bang, que contém 4 discos com mais de sete horas de shows, incluindo a integra do realizado no Rio de Janeiro, no ano anterior, bem como em Austin, Texas, e materiais dos shows de Japão, Buenos Aires e Shangai, além de entrevistas exclusivas e reveladoras com os membros da banda.

Em 04 abril de 2008, estreará nos cinemais mundiais o filme The Rolling Stones Shine a Light, concebido e dirigido pelo premiado diretor Martin Scorsese - um declarado fã da banda - que, em duas apresentações no Beacon Theatre de Nova York, em novembro de 2006, com dezesseis câmeras focadas diretamente nos músicos, registrou com profundidade a bela performance da banda em um repertório levemente diferenciado das apresentações normais. Conta, ainda, com a presença de Jack White, do grupo White Stripes, da cantora Christina Aguilera e do bluesman Buddy Guy. Ainda, de forma genial mescla imagens de arquivo desde o início da banda, nos anos 60, confrontando com declarações atuais, como a pretensão de Mick Jagger em manter-se ativo aos sessenta.

Integrantes
Atuais
Mick Jagger - vocal, guitarra e gaita (desde 1962)
Keith Richards - guitarra e vocal (desde 1962)
Ron Wood - guitarra (desde 1974)
Charlie Watts - bateria e percussão (desde 1963)
Antigos
Brian Jones - guitarra (1962–1969)
Mick Taylor - guitarra (1969–1974)
Bill Wyman - baixo (1962–1993)

Videografia
1966 - Charlie Is My Darling
1968 - Sympathy For The Devil
1968 - The Rolling Stones Rock And Roll Circus
1969 - The Stones In The Park
1974 - Ladies and Gentlemen: The Rolling Stones
1975 - Cocksucker Blues
1982 - Let's Spend the Night Together
1984 - Video Rewind
1989 - 25 x 5: The Continuing Adventures of The Rolling Stones
1991 - Live At The Max]]
1994 - Live Voodoo Lounge Souvenir Video (Giants Stadium)
1995 - Voodoo Lounge
1998 - One Plus One
1998 - Bridges To Babylon Tour 97-98
2003 - Four Flicks
2004 - Toronto Rocks
2007 - The Biggest Bang
2008 - The Rolling Stones Shine a Light

Turnês
Segue abaixo uma lista de todas as turnês realizadas pelos The Rolling Stones, e os shows realizados no Brasil:

1962 - Inglaterra
1963 - Inglaterra
1964 - Europa
1964 - Estados Unidos
1965 - Europa
1965 - Estados Unidos
1965 - Oceania
1966 - Europa
1966 - Estados Unidos
1966 - Oceania
1967 - Europa
1969 - Estados Unidos
1970 - Europa
1971 - Inglaterra (Goodbye Britain)
1972 - Estados Unidos e Canadá
1973 - Europa
1973 - Estados Unidos (Winter Tour)
1973 - Oceania (Winter Tour)
1975 - Estados Unidos e Canadá (Tour of The Americas)
1976 - Europa
1978 - Estados Unidos
1981 - Estados Unidos
1982 - Europa
1989 - Estados Unidos e Canadá
1990 - Europa
1990 - Japão
1994 - Estados Unidos (Voodoo Lounge Tour)
1995 - América do Sul e África (Voodoo Lounge Tour)
27 de janeiro - Estádio do Pacaembu, São Paulo
28 de janeiro - Estádio do Pacaembu, São Paulo
30 de janeiro - Estádio do Pacaembu, São Paulo
2 de fevereiro - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
4 de fevereiro - Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
1995 - Europa, Ásia e Oceania (Voodoo Lounge Tour)
1997 - Estados Unidos (Bridges To Babylon Tour)
1998 - América do Sul e África (Bridges To Babylon Tour)
11 de abril - Sambódromo, Rio de Janeiro
13 de abril - Ibirapuera (pista de atletismo), São Paulo
1998 - Europa, Ásia e Oceania (Bridges To Babylon Tour)
1999 - Estados Unidos (No Security Tour)
1999 - Europa, Ásia e Oceania (Bridges To Babylon Tour)
2002 - Estados Unidos (Licks Tour)
2003 - Estados Unidos (Licks Tour)
2003 - Austrália (Licks Tour)
2003 - Ásia (Licks Tour)
2003 - Europa e Oceania (Licks Tour)
2005 - Estados Unidos (A Bigger Bang Tour)
2006 - América do Sul (A Bigger Bang Tour)
18 de fevereiro - Praia de Copacabana, Rio de Janeiro (para aproximadamente 1,5 milhão de espectadores)
2006 - Europa, Ásia e Oceania (A Bigger Bang Tour)
2006 - América do Norte (A Bigger Bang Tour)
2007 - Europa (A Bigger Bang Tour)

Semana q vem teremos o Deep purple.

Rodada de Sexta

VILA NOVA 1 X 0 CEARÁ
Túlio marca no fim e dá vitória ao Vila Nova
Com um gol do veterano atacante Túlio, anotado aos 43min do segundo tempo, o Vila Nova derrotou o Ceará por 1 a 0, nesta sexta-feira, no Estádio Serra Dourada, e conheceu sua primeira vitória na Série B do Campeonato Brasileiro deste ano.

A vitória deixou o time de Goiás com três pontos ganhos na tabela de classificação, assim como o Ceará, que venceu o Juventude em sua estréia na competição.

No duelo desta sexta-feira, Túlio teve um gol anulado no segundo tempo, mas não desistiu do jogo e, aos 43min, deu a vitória à sua equipe no confronto.

No próximo dia 20, o Vila Nova terá pela frente o CRB, novamente no Serra Dourada, na terceira rodada da Série B. Já o Ceará enfrentará a Ponte Preta um dia depois, em Campinas, no interior de São Paulo.

JUVENTUDE 1 X 0 CRICIÚMA
Juventude vence Criciúma e soma primeiros pontos
Derrotado em sua estréia na Série B do Campeonato Brasileiro, o Juventude obteve a recuperação nesta sexta-feira ao bater o Criciúma por 1 a 0, em Caxias do Sul, pela segunda rodada da competição. Mendes, aos 8min do segundo tempo, marcou o único gol do jogo.


Com a vitória, o time dirigido por Zetti somou seus três primeiros pontos na Série B, enquanto o Criciúma - vitorioso na rodada de abertura da competição - parou nos mesmos três pontos com a sua primeira derrota.

Depois de acertar a trave catarinense na primeira etapa do confronto, o Juventude abriu o placar - e chegou à vitória sobre o Criciúma - logo no início do segundo tempo, aos 8min, com Mendes, artilheiro do último Campeonato Gaúcho ao lado de Alex, do Inter.

Agora, o Juventude volta a campo pela Série B do Brasileiro no próximo dia 23, para enfrentar o Bragantino, longe de seus domínios. O Criciúma, por sua vez, joga três dias antes, no Estádio Heriberto Hülse, contra o São Caetano.

PONTE PRETA 1 X 0 BRAGANTINO
Ponte se recupera e conquista 1ª vitória na Série B
Após estrear com derrota de 3 a 0 para o São Caetano na primeira rodada, a Ponte Preta se recuperou e venceu o Bragantino, por 1 a 0, no Estádio Moisés Lucarelli, nesta sexta-feira à noite.

Com isso, a equipe campineira somou os primeiros três pontos na competição e subiu para o 12º lugar. Já o Bragantino permanece com os mesmos três pontos ganhos, mas ganha da Ponte no saldo de gols, ocupando a décima colocação.

Precisando da vitória para apagar a má impressão da primeira rodada, a Ponte começou em cima do Bragantino. Aos 6min, Wanderley cruzou da ponta direita, Luís Ricardo tentou e a bola sobrou para o tiro forte de Renato, de dentro da área. Gilvan espalmou e salvou o Bragantino.

O vice-campeão paulista teve mais uma boa oportunidade aos 18min. Sérgio Manoel bateu na barreira e a Ponte partiu no contra-golpe. Renato chutou da entrada da área, Gilvan espalmou para escanteio, em boa defesa.

No sgeundo tempo, a Ponte seguiu pressionando. Aos 11min, Renato fez boa jogada pela meia esquerda e serviu Vicente dentro da área. Vicente bateu cruzado e Gilvan espalmou para escanteio.

O Bragantino teve sua melhor chance aos 14min. Nunes recebeu dentro da meia-lua e bateu de virada. A bola bateu no travessão de Aranha.

Os donos da casa responderam aos 16min. Ricardo Conceição apareceu pela meia esquerda e acertou ótimo chute. Gilvan teve trabalho para espalmar para escanteio.

O gol da Ponte Preta acabou saindo aos 24min do segundo tempo. Renato foi acionado na área e cortou Cris, que deixou a perna e cometeu pênalti. O próprio Renato bateu bem, cruzado, e acertou o canto esquerdo baixo de Gilvan.

O Bragantino ainda esboçou uma reação aos 34min, após Leandrinho reclamar com o árbitro e ser expulso de campo. Porém, mesmo com um número maior de jogadores em campo, os visitantes não conseguiram marcar o gol de empate.

Na próxima rodada, a Ponte Preta tentará embalar no torneio nacional, contra o Ceará, novamente no Moisés Lucarelli. Já o Bragantino vai em busca da reabilitação contra o Juventude, em casa.


Ficha Técnica
Ponte Preta 1 x 0 Bragantino
Equipes
Ponte Preta
Aranha
Eduardo Arroz
Alexandre Black
João Paulo
Vicente
Deda
Ricardo Conceição
Giuliano
(Leandrinho)
Renato
(Fabinho)
Wanderley
Luís Ricardo
(Bilica)
Técnico:Sérgio Guedes
Bragantino
Gilvan
Vanderlei
Cris
Da Silva
(Ricardinho)
Nego
Moradei
César Gaúcho
Sérgio Manoel
Marcinho
(Malaquias)
Éder
(Danilo Bueno)
Nunes
Técnico:Marcelo Veiga

Gols:2ºT 24min - Renato
Cartões amarelos:Aranha;Alexandre Black;Deda;Nego
Cartões vermelhos:Leandrinho
Local:Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Árbitro:Giulliano Bozzano (DF)
Público e renda:2.450 pagantes / R$ 18.846,00

Resumão da Semana

Copa do Brasil
São Caetano 1 x 3 Corinthians
Botafogo 2 x 0 Atlético-MG
Sport 3 x 1 Internacional
Corinthians-AL 1 x 3 Vasco
Taça Libertadores
São Paulo 1 x 0 Fluminense
América (MEX) 2 x 0 Santos
San Lorenzo (ARG) 1 x 1 LDU (EQU)
Boca Juniors (ARG) 2 x 2 Atlas (MEX)
Série B (jogos de terça)
Santo André 1 x 3 Brasiliense
Marília 2 x 2 Barueri
Copa da UEFA
Zenit St. Petesburg 2 x 0 Glasgow Rangers

domingo, 11 de maio de 2008

Horários de TV

A semana esportiva nos canais de 12-16/05/08.
Segunda-feira
SPORTV
09:30 Redação SporTV (AO VIVO)
14:00 Arena SporTV (AO VIVO)
16:00 Zona de Impacto (AO VIVO)
18:00 SporTV Tá na Área (AO VIVO)
19:00 Campeonato Paulista Fem. Futebol - Santos x Cotia (AO VIVO)
21:00 Bem, Amigos! (AO VIVO)
23:30 SporTV News (AO VIVO)
SPORTV2
06:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
08:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
10:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
12:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
14:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
18:00 Nacional Masculino Basquete - Ulbra/Rio Claro x Joinville (AO VIVO)
Terça-feira
SPORTV
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20:30 Copa do Brasil - São Caetano x Corinthians/SP (AO VIVO)
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06:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
08:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
10:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
12:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
14:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
18:00 Zona de Impacto - WCT Tahiti (à confirmar) (AO VIVO)
Quarta-feira
SPORTV
09:30 Redação SporTV (AO VIVO)
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15:00 Copa do Brasil - Corinthians/AL x Vasco (AO VIVO)
17:00 SporTV Tá na Área (AO VIVO)
19:20 Taça Libertadores - Boca Juniors x Atlas (AO VIVO)
21:20 SporTV Tá na Área (AO VIVO)
21:50 Copa do Brasil - Botafogo x Atlético/MG (AO VIVO)
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03:00 Copa do Mundo Ginástica Artística - China (AO VIVO)
SPORTV2
06:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
08:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
10:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
12:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
14:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
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21:50 Taça Libertadores - São Paulo x Fluminense (AO VIVO)
21:50 Copa do Brasil - Sport x Internacional (rede) (AO VIVO)
Quinta-feira
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19:00 Taça Libertadores - San Lorenzo x LDU (AO VIVO)
21:00 SporTV Tá na Área (AO VIVO)
21:20 Taça Libertadores - América/MEX x Santos (AO VIVO)
23:20 SporTV News (AO VIVO)
SPORTV2
06:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
08:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
10:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
12:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
14:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo (AO VIVO)
18:00 Zona de Impacto - WCT Tahiti (à confirmar) (AO VIVO)
Sexta-feira
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09:30 Redação SporTV (AO VIVO)
14:00 Arena SporTV (AO VIVO)
16:00 Zona de Impacto (AO VIVO)
18:00 SporTV Tá na Área (AO VIVO)
18:45 Campeonato Brasileiro Showbol - Fluminense x Vasco (AO VIVO)
20:15 Brasileirão Série B - Juventude x Criciúma (rede) (AO VIVO)
20:15 Brasileirão Série B - Ponte Preta x Bragantino (AO VIVO)
22:30 SporTV News (AO VIVO)
SPORTV2
08:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo / quartas-de-final (AO VIVO)
10:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo / quartas-de-final (AO VIVO)
12:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo / quartas-de-final (AO VIVO)
14:00 Tênis: Masters Series - Hamburgo / quartas-de-final (AO VIVO)
18:00 Zona de Impacto - WCT Tahiti (à confirmar) (AO VIVO)

Segunda-feira
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14:00 PLANETA EXPN : SURFE 2008 (AO VIVO)
ESPN Brasil
10:00 PONTAPÉ INICIAL (AO VIVO)
12:00 BATE-BOLA : 1ª EDIÇÃO (AO VIVO)
18:30 BATE-BOLA : 2ª EDIÇÃO (AO VIVO)
21:00 LINHA DE PASSE : MESA -REDONDA (AO VIVO)
23:30 SPORTSCENTER (AO VIVO)
Terça-feira
ESPN
14:00 PLANETA EXPN : SKATE PARADISE (AO VIVO)
ESPN Brasil
10:00 PONTAPÉ INICIAL (AO VIVO)
12:00 BATE-BOLA : 1ª EDIÇÃO (AO VIVO)
18:30 BATE-BOLA : 2ª EDIÇÃO (AO VIVO)
23:00 SPORTSCENTER (AO VIVO)
Quarta-feira
ESPN
14:00 PLANETA EXPN : AVENTURAS COM RENATA FALZONI (AO VIVO)
15:00 ABRE O JOGO : COPA DA UEFA (AO VIVO)
15:30 COPA DA UEFA : FINAL - ZENIT X RANGERS (AO VIVO)
ESPN Brasil
10:00 PONTAPÉ INICIAL (AO VIVO)
12:00 BATE-BOLA : 1ª EDIÇÃO (AO VIVO)
18:30 BATE-BOLA : 2ª EDIÇÃO (AO VIVO)
00:00 SPORTSCENTER (AO VIVO)
Quinta-feira
ESPN
14:00 PLANETA EXPN : X-TREME TV (AO VIVO)
22:30 MAJOR LEAGUE SOCCER: COLORADO RAPIDS X REAL SALT LAKE (AO VIVO)
ESPN Brasil
10:00 PONTAPÉ INICIAL (AO VIVO)
12:00 BATE-BOLA : 1ª EDIÇÃO (AO VIVO)
18:30 BATE-BOLA : 2ª EDIÇÃO (AO VIVO)
20:30 SUPERCOPA DE BASQUETE (AO VIVO)
23:00 SPORTSCENTER (AO VIVO)
Sexta-feira
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21:00 BASQUETE NBA : SEMIFINAIS DE CONFERÊNCIA (AO VIVO)
23:30 BASQUETE NBA : SEMIFINAIS DE CONFERÊNCIA (AO VIVO)
ESPN Brasil
10:00 PONTAPÉ INICIAL (AO VIVO)
12:00 BATE-BOLA : 1ª EDIÇÃO (AO VIVO)
18:30 BATE-BOLA : 2ª EDIÇÃO (AO VIVO)
23:00 SPORTSCENTER (AO VIVO)

Fim de Temporada

Manchetes:
Man. Utd. é bicampeão.
Inter empata e decisao do scudetto vai p/ a última rodada.
Barcelona faz mais 1 vexame no espanhol.
Robinho garante o empate do bicampeão.
Benfica ñ consegue a vaga na Champions e Vit. Guimarães vai.

CAMPEONATO ESPANHOL

Barça dá novo vexame. Robinho marca no empate do Real Madrid


A coleção de micos do Barcelona parece interminável nesta temporada. Depois de ter de bater palmas na entrada em campo do Real Madrid antes do clássico do meio de semana, e de levar 4 a 1 no jogo, o time catalão voltou a decepcionar neste domingo. No último jogo diante de sua torcida no Campeonato Espanhol , o Barça abriu 2 a 0 contra o Mallorca, mas permitiu a virada no fim (3 a 2).

Com o resultado, o Barça corre o risco de terminar o campeonato em quarto lugar. O time soma os mesmos 64 pontos do Atlético de Madri, que perde para os catalães no confronto direto, primeiro critério de desempate. Por sorte, a classificação para a Liga dos Campeões não está em risco: apesar de poder ser alcançado também pelo quinto colocado Sevilla na última rodada (61 pontos), o Barça também leva vantagem sobre este rival no confronto direto.

Em campo, o Barça entrou em ritmo de treino e não teve dificuldades para abrir 2 a 0. Com Messi, Eto'o e Henry no ataque, o time fez o primeiro ainda logo no início, com Henry. No segundo tempo, Eto'o pegou rebote de chute de Messi e ampliou.



Foi aí que o Mallorca reagiu. Valero, de longe, fez o primeiro. Webo, em lindo chute de primeira, deixou tudo igual. Nos acréscimos, o artilheiro do campeonato, Güiza (26 gols), decretou a virada, que põe o time com 56 pontos e ainda vivo na luta por vaga na Copa da Uefa.




Em situação bem mais tranqüila, o campeão Real Madrid (82 pontos) visitou o desesperado Zaragoza e empatou por 2 a 2. Robinho teve atuação destacada e, além de fazer o segundo gol dos merengues, fez a jogada do primeiro, marcado por Van Nisltelrooy. Ricardo Oliveira e Sergio fizeram os gols do Zaragoza.



Rebaixamento



Com o empate, o Zaragoza entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Espanhol. O time soma 42 pontos, um a menos que Osasuna e Recreativo, que neste domingo venceram respectivamente Murcia (2 a 1) e Almería (2 a 0).

Resta uma rodada para o fim e Levante e Murcia já estão rebaixados. No domingo que vem, será conhecido o terceiro e último degolado. A tarefa dos times ameaçados não será simples: o Zaragoza visita o Mallorca (time que luta por vaga na Copa da Uefa); o Recreativo recebe o Valladolid, que tem 44 pontos e também ainda tem chance de cair; o Osasuna visita o Racing Santander, que luta por vaga na Copa da Uefa.


Fabuloso marca, Sevilla vence dérbi, mas Atlético leva última vaga na Champions



O Sevilla levou a melhor sobre o arqui-rival Bétis, no dérbi deste domingo, mas não pôde comemorar por completo. Apesar do triunfo por 2 a 0 no estádio do adversário, o time teve a confirmação de que não vai disputar a próxima Liga dos Campeões. O Atlético de Madri, que venceu o La Coruña por 1 a 0, assegurou a última vaga.

Resta uma rodada para o fim do Campeonato Espanhol e Real Madrid (campeão), Villarreal (vice), Barcelona (terceiro) e Atlético (quarto) já estão garantidos na principal competição européia de clubes. Ao Sevilla (quinto), resta o consolo de disputar a próxima Copa da Uefa.



Luis Fabiano fez o primeiro gol do Sevilla no jogo, aproveitando bom passe de Daniel Alves. Foi o 24º gol do artilheiro no campeonato, dois a menos que Güiza, do Mallorca, que lidera a tabela de goleadores. No segundo tempo, Fazio fez o gol que decretou a vitória sevilhista.

Em Madri, diante de um estádio Vicente Calderón lotado, o Atlético de Madri bateu o La Coruña por 1 a 0, gol de Forlán, e se classificou para a Liga dos Campeões. O time alvirrubro não disputava a competição desde a temporada 1996-1997.

Confira a rodada completa:
Almería 0 x 2 Recreativo Huelva
Athletic Bilbao 0 x 0 Racing Santander
Levante 1 x 5 Valencia
Osasuna 2 x 1 Murcia
Valladolid 0 x 0 Getafe
Villarreal 2 x 0 Espanyol

CAMPEONATO INGLÊS

Manchester United é bicampeão inglês

Com gols de Cristiano Ronaldo e Ryan Giggs, o Manchester United derrotou o Wigan por 2 a 0, neste domingo, e conquistou o bicampeonato inglês . Com o resultado, os Red Devils chegaram aos 87 pontos, dois a mais que o Chelsea que, em Stamford Bridge, empatou com o Bolton por 1 a 1.



Jogando na casa do Wigan, o Manchester entrou disposto a resolver logo a fatura. Depois de pressionar bastante, os Diabos abriram o placar. Em cobrança de pênalti – sofrido por Rooney -, Cristiano Ronaldo bateu com categoria e fez a festa da sua torcida (que teve boa presença no Estádio JJB) aos 31 minutos do primeiro tempo. Foi o 31º gol do craque português, artilheiro isolado do Campeonato Inglês.


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Todos os títulos do Manchester: 1908, 1911, 1952, 1956, 1957, 1965, 1967, 1993, 1994, 1996, 1997, 1999, 2000, 2001, 2003, 2007 e 2008
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Na segunda etapa, o árbitro Steve Bennett deixou de marcar outra penalidade clara para o Manchester. Rooney, que sofreu a falta, ficou revoltado.

Mas Ryan Giggs, que entrou na segunda etapa, espantou qualquer possibilidade de zebra e, aos 34 minutos, fez o segundo gol após receber passe primoroso de Rooney. Foi o terceiro gol no Campeonato Inglês do veterano galês que, neste domingo, completou a incrível marca de 758 partidas pelo Manchester, igualando o recorde do lendário Sir Bobby Charlton.



Todos os campeões na Inglaterra

18 títulos - Liverpool
17 títulos - Manchester United
13 títulos - Arsenal
9 títulos - Everton
7 títulos - Aston Villa
6 títulos - Sunderland
4 títulos - Newcastle United, Sheffield Wednesday
3 títulos - Leeds United, Wolverhampton, Huddersfield Town, Blackburn Rovers e Chelsea

2 títulos - Preston North End, Tottenham Hotspurs, Manchester City, Burnley, Derby County e Portsmouth
1 títulos - Ipswich Town, Sheffield United, West Bromwich Albion e Nottingham Forest



No elenco do Manchester United, o brasileiro Anderson se tornou o primeiro jogador tupiniquim a ser campeão na história do clube e o quarto em todas as edições do Campeonato Inglês. Edu, Sylvinho e Gilberto Silva, todos pelo Arsenal, foram os outros três (levantaram o caneco da Premier League na temporada 2003/04).


Os campeões na Inglaterra nos últimos dez anos
2007/08 Manchester United
2006/07 Manchester United
2005/06 Chelsea
2004/05 Chelsea
2003/04 Arsenal
2002/03 Manchester United
2001/02 Arsenal
2000/01 Manchester United
1999/00 Manchester United
1998/99 Manchester United

Afonso Alves marca três em goleada histórica do Middlesbrough sobre o City

Com três gols de Afonso Alves, o Middlesbrough massacrou o Manchester City por 8 a 1, neste domingo, no Riverside Stadium, em jogo válido pela última rodada do Campeonato Inglês . Também bBalançaram as redes para o Boro o brasileiro Fábio Rochemback, Downing (2), Johnson e Aliadiere. O ex-santista Elano fez o gol de honra do City quando o placar já marcava 7 a 0 para o time da casa.

No entanto, por incrível que pareça, o Manchester City, que terminou o torneio em 9º lugar, se garantiu na Copa da Uefa da próxima temporada pelo critério de fair play. Dentro de campo, o Everton foi o outro clube que se garantiu no segundo torneio de clubes mais importante da Europa. O time de Liverpool bateu o Newcastle por 3 a 1 e terminou a competição em 5º lugar (65 pontos).

No fim das contas, o campeão Manchester United, Chelsea, Arsenal e Liverpool ficaram com as vagas para a Liga dos Campeões da próxima temporada. Na parte inferior da tabela, Reading, Birminhgam e Derby County foram rebaixados e vão jogar a Segunda Divisão em 2008/2009.



Confira os resultados da 38ª rodada


Domingo
Birmingham 4 x 1 Blackburn
Chelsea 1 x 1 Bolton
Derby County 0 x 4 Reading
Everton 3 x 1 Newcastle
Portsmouth 0 x 1 Fulham
Sunderland 0 x 1 Arsenal
Tottenham 0 x 2 Liverpool
West Ham 2 x 2 Aston Villa

CAMPEONATO ITALIANO

Siena impede tricampeonato do Inter

O Siena impediu a festa do tricampeonato italiano do Inter ao empatar em 2 a 2 com o adversário, no estádio Giuseppe Meazza, em jogo válido pela penúltima rodada do Calcio. Com o resultado, o time dos brasileiros Júlio César e Maicon chegou aos 82 pontos, um ponto apenas à frente do Roma que, no estádio Olímpico, derrotou o Atalanta por 2 a 1.

Para ficar com o título sem depender de outros resultados, o Inter de Milão precisa derrotar o Parma (que luta contra o rebaixamento), fora de casa, no próximo final de semana. O Roma, por sua vez, tem que vencer o Catania, na Sicília, e torcer por um tropeço do rival.



O jogo


Disposto a decidir logo a partida, o Inter começou pressionando o Siena, que praticamente não passava do meio-de-campo. E a blitz nerazzurri acabou fazendo efeito. Aos 11 minutos, os anfitriões abriram o placar aos 11 minutos com Vieira, de cabeça, após cobrança de escanteio de Balotelli.

Apesar de não aspirar mais nada na competição, o Siena não entregou os pontos e buscou o empate que acabou saindo aos 31 minutos com um gol de Maccarone. Os visitantes, que nunca venceram o Inter no San Siro, por pouco não viraram o placar aos 41 minutos. Júlio César, com uma defesa arrojada, impediu o gol de Rossi.

Apesar do susto, o Inter conseguiu ficar na frente novamente antes do término do 1º tempo. Após cobrança de lateral, Vieira desviou para o meio da área e a promessa Balotelli, considerado uma espécie de Pato do Inter de Milão, colocou para o fundo das redes com uma cabeçada certeira aos 44 minutos.

Na segunda etapa, o Inter cadenciou mais o jogo e acabou pagando caro. Aos 24, o Siena empatou partida com Kharja após falha da defesa do Inter de Milão. Para piorar o drama, Materazzi, aos 33 minutos, desperdiçou um pênalti sofrido por ele próprio.



Festa da torcida do Roma que, no estádio Olímpico, via seu time derrotar o Atalanta por 2 a 1 (gols de Panucci e De Rossi para os giallorossi, com Bellini descontando).









Milan perde para o Napoli e fica mais longe da Liga dos Campeões




Sem Kaká e Pato inspirados, o Milan foi derrotado por 3 a 1 pelo Napoli, fora de casa, neste domingo, pela penúltima rodada do Campeonato Italiano. Com o resultado, o Milan caiu para o quinto lugar (61 pontos) e está momentaneamente fora da Liga dos Campeões da próxima temporada. Os gols do triunfo do time do Sul da Itália foram anotados por Hamsik, Domizzi e Garics. Seedorf descontou para os rubro-negros.

O Fiorentina, que derrotou o Parma por 3 a 1, pulou para o quarto lugar (63 pontos) e, agora, só depende dos próprios esforços para se garantir na Champions 2008/2009. Na última rodada, o Milan recebe o Udinese precisando da vitória e de um tropeço da Viola (que visita o Torino) para se garantir na maior competição de clubes da Europa. Juventus, Roma e Inter de Milão já estão classificados.



Com os resultados deste domingo, o Livorno, que perdeu por 1 a 0 para o Torino, é o primeiro clube rebaixado para Segundona. Catania (17º), Parma (18º) e Empoli (penúltimo colocado) seguem na luta para não caírem.

Confira os resultados da rodada:

Domingo
Fiorentina 3 x 1 Parma
Genoa 0 x 2 Lazio
Juventus 1 x 1 Catania
Livorno 0 x 1 Torino
Palermo 0 x 2 Sampdoria
Reggina 2 x 0 Empoli
Udinese 0 x 2 Cagliari

CAMPEONATO PORTUGUÊS

Vitória de Guimarães consegue inédita vaga na Liga dos Campeões. Benfica fora

Na última partida da carreira do apoiador Rui Costa, o Benfica venceu, mas não conseguiu a classificação para a Liga dos Campeões. Pela última (30ª) rodada do Campeonato Português , os encarnados derrotaram o Vitória de Setúbal por 3 a 0, mas perderam a vaga no torneio continental para o Vitória de Guimarães.



O clube do norte de Portugal fez história, já que será sua primeira participação no maior torneio interclubes do continente europeu (jogará a fase preliminar). O feito foi conseguido neste domingo, após uma goleada de 4 a 0 sobre a Estrela da Amadora. O time terminou a competição em terceiro lugar, com 53 pontos, um à frente do Benfica.

Em Lisboa, antes do jogo do Benfica, Rui Costa recebeu inúmeras homenagens de dirigentes e torcedores, não conseguindo conter as lágrimas. Em um telão, foram mostradas diversas imagens da carreira do meia, com depoimentos de companheiros e treinadores, entre eles Luiz Felipe Scolari. No centro do campo, foi colocada uma enorme fotografia do jogadores com os dizeres "Obrigado, Rui Costa".




Os outros representantes lusos na Liga dos Campeões serão o campeão Porto e o vice Sporting, que derrotou o Boavista por 2 a 1. O atacante Rodrigo Tiuí, ex-Fluminense, marcou um gol. Na Copa Uefa, junto ao Benfica, estarão Marítimo e Vitória de Setúbal.

Estão rebaixados para a Segunda Divisão o Boavista, punido por envolvimento em escândalo de arbitragens (ainda cabe recurso) e o União Leiria. Caso a punição ao Boavista seja revogada, Paços de Ferreira será o segundo rebaixado do Português. Trofense e Rio Ave estarão na elite em 2008/2009.

Confira todos os jogos da última (30ª) rodada em Portugal:

Sábado (10/05):
Braga 2 x 1 Académica
Nacional 1 x 2 Belenenses
Naval 0 x 2 Porto
Domingo (11/05):
Leixões 0 x 1 Marítimo
União Leiria 1 x 1 Paços de Ferreira
Sporting 2 x 1 Boavista

1 Rodada:Série A

CORITIBA 2X0 PALMEIRAS

Coritiba vence com autoridade e acaba com o favoritismo do Palmeiras

No duelo entre os campeões estaduais, os paranaenses acabaram com o favoritismo dos paulistas logo na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Com um gol do estreante meia Michael, ex-Guaratinguetá (assista ao vídeo) e Hugo, o Coritiba venceu o Palmeiras por 2 a 0, neste domingo, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba.



O jogo foi movimentado. O Palmeiras dominou o primeiro tempo e o Coxa foi melhor na etapa final. Mas a forte marcação dos dois lados acabou resultando em oito cartõesamarelos: Hugo, Nenê e Ricardinho (Coritiba), Sandro Silva, Valdivia, Alex Mineiro, Kléber e Pierre (Palmeiras) e dois vermelhos Carlinhos Paraíba e Diego Souza.



Na segunda rodada do Campeonato Brasileiro, o Coritiba enfrenta o Figueirense, domingo, às 18h10m, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. No mesmo dia e horário, o Palmeiras disputa o clássico contra o Internacional, no Palestra Itália, em São Paulo.



Pressão palmeirense

Mesmo jogando fora de casa, o Palmeiras iniciou a partida encurralando o Coritiba na defesa. Com Valdivia e Diego Souza se movimentando, driblando e armando jogadas, e Kléber e Alex Mineiro dando trabalho para os zagueiros, o Verdão criou quatro boas chances para abrir o placar nos 10 minutos iniciais.



Logo aos três minutos, Valdivia fez bela jogada individual, invadiu a área e chutou. A bola bateu na zaga e foi para escanteio. Aos cinco, Kléber chutou forte, de fora da área, e Edson Bastos fez a defesa. Aos nove, após trocas de passes envolventes no ataque, Alex Mineiro chutou, a bola desviou na zaga e quase enganou o goleiro do Coritiba. Aos 10, após cruzamento de Leandro cruzou e Diego Souza, de cabeça, mandou a bola para fora.



Preso na defesa, o Coritiba recuou e o meia Carlinhos Paraíba passou a ajudar na marcação para impedir que o Palmeiras dominasse setor. O Coxa só levou perigo ao gol defendido por Marcos aos 12 minutos, após cobrança de escanteio, que Jéci, de cabeça, mandou para fora. Já aos 17, Martinez, cobrando falta exigiu ótima defesa do goleiro Edson Bastos.



A partir dos 20 minutos, o Coritiba equilibrou o jogo ao passar a atuar pelos lados do campo, principalmente no setor direito, onde o meia Pedro Ken jogou na função de ala direito. E aos 27, o Coxa criou a sua melhor chance de gol, com Carlinhos Paraíba aproveitando rebote de Marcos. A bola explodiu em Pierre e foi para escanteio. Aos 41, Keirrison, que interessa ao Palmeiras, sentiu lesão muscular, deixou o campo chorando e foi substituído por Hugo.



Coxa volta aceso para a etapa final

O Coritiba teve grande chance para abrir o placar logo aos 18 segundos do segundo tempo. Carlinhos Paraíba arrancou com a bola e cruzou, Hugo desviou de cabeça e Marcos fez uma defesa sensacional. O Coxa adiantou a marcação, pressionou o Palmeiras e não demorou para abrir o placar. Aos oito minutos, após tabela de Michael e Hugo, que sofreu pênalti do goleiro Marcos, o juiz deu a lei da vantagem e Michael fez 1 a 0.



Acuado na defesa, abusando dos chutes para o alto e sem coordenação no meio-campo, onde Valdivia e Diego Souza sucumbiram na marcação individual, o Palmeiras ficou perdido em campo. E o Coritiba quase ampliou o placar aos 14 minutos, após grande jogada de Ricardinho, que cruzou para Carlinhos Paraíba ajeitar e chutar com perigo para o gol de Marcos.



Luxemburgo percebeu a apatia do Verdão e mexeu no time. O atacante Denílson entrou na vaga do volante Pierre. Martinez passou a ser o primeiro homem de marcação e Diego Souza o segundo. Mas, aos23 minutos, após trocarem empurrões, Carlinhos Paraíba e Diego Souza foram expulsos.



O Palmeiras continuou sem conseguir trabalhar o bola no meio-campo e ataque. Alex Mineiro saiu para a entrada de Lenny, enquanto Sandro Silva substituiu Martinez. Mas o Coritiba continuou melhor em campo e ampliou após grande jogada de Michael, que invadiu a área e tocou para Hugo ampliar o placar. O Verdão, com Kléber, ainda exigiu grande defesa de Édson Bastos. Porém, a equipe de Luxemburgo não teve força para diminuir a vantagem.



Ficha do jogo




CORITIBA 2 x 0 PALMEIRAS
CORITIBA
Edson Bastos, Maurício, Jéci e Nenê; Pedro Ken, Rodrigo Mancha, Alê (Douglas Silva), Carlinhos Paraíba e Ricardinho; Michael (Leo) e Keirrison (Hugo).
Técnico: Dorival Júnior.
PALMEIRAS
Marcos, Elder Granja, Gustavo, Henrique e Leandro; Pierre (Denílson), Martinez (Sandro Silva), Diego Souza e Valdivia; Alex Mineiro (Lenny) e Kléber.
Técnico: V. Luxemburgo
Gols: Michael, aos 8, e Hugo, aos 38 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Hugo, Nenê e Ricardinho (Coritiba), Sandro Silva, Valdivia, Alex Mineiro, Kléber e Pierre (Palmeiras).
Cartão vermelho: Carlinhos Paraíba (Coritiba) e Diego Souza (Palmeiras).
Público: 33.432 pagantes. Renda: R$ 539.248,00
Estádio: Couto Pereira, em Curitiba (PR). Data: 11/05/2008.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (RJ) e Helberth Costa Andrade (MG).

INTERNACIONAL 1X0 VASCO

Em jogo feio, Inter reserva bate o Vasco

Mesmo com time praticamente reserva, o Internacional levou a melhor sobre o Vasco, na estréia dos times no Campeonato Brasileiro, em jogo que pode se repetir na semifinal da Copa do Brasil. Na tarde deste domingo, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, os donos da casa fizeram 1 a 0 sobre os cariocas, com gol relâmpago de Sidnei.

Considerado um dos favoritos ao título do Brasileirão, o Colorado conseguiu mostrar que tem jogadores bons em seu plantel para suprir os titulares durante a competição. Mas a formação reserva como um todo abusou dos erros de passe e não soube aproveitar a fragilidade da desorganizada defesa vascaína.

O Vasco, além das falhas de marcação na defesa, apresentou pouca força ofensiva. Com Morais bem marcado, viu a criatividade cair quase para zero. Somente no final do segundo tempo, aos 43 minutos, é que teve ótima chance de empatar com Leandro Amaral, mas o goleiro Renan fez excelente defesa.



Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Internacional visita o Palmeiras, domingo, às 18h10, no Palestra Itália. O Vasco, por sua vez, recebe a Portuguesa, no sábado, também às 18h10, no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro.

Antes disso, no entanto, as duas equipes têm compromissos pela Copa do Brasil, na quarta-feira. Na Ilha do Retiro, em Recife, o Inter enfrenta o Sport depois de vencer o primeiro jogo por 1 a 0. Já o Vasco enfrenta o Corinthians-AL após fazer 5 a 1.



Gol relâmpago e mais nada
Os primeiros lances do jogo deram a impressão de que o duelo entre gaúchos e cariocas seria movimentado. Tanto que logo aos 2 minutos Andrezinho bateu escanteio da esquerda e o zagueiro Sidnei marcou de cabeça. Mas foi só impressão.

Depois do gol relâmpago do Colorado, a partida foi um marasmo. Sem conseguir criar lances de perigo, as duas equipes truncaram o jogo no meio-de-campo. O Vasco, em desvantagem no placar, pouco chegou à área adversária.

- Estamos jogando muito distantes uns dos outros. Temos de marcar mais em cima, apertar o time deles para que a gente possa jogar também – analisa o atacante Leandro Amaral, da equipe de São Januário.

Do lado do Internacional, a justificativa para a atuação fraca em termos criativos foi de que o time treinou pouco a formação reserva colocada em campo pelo técnico Abel Braga, que poupou a maioria dos titulares para a Copa do Brasil.



A mesma falta de criatividade

A etapa final não teve melhora alguma em termos de emoção. As chances de gol continuaram escassas. E o primeiro bom momento aconteceu apenas aos 17 minutos, quando Rodrigo Antônio, do Vasco, cabeceou por cima do travessão.

O Internacional até que tentou algo diferente do que havia feito no primeiro tempo. Mas o excessivo número de erros de passes prejudicou o avanço do time gaúcho no campo de ataque. Melhor para o Vasco, que teve a marcação facilitada.

Quando conseguiu acertar um passe, o Colorado perdeu gol incrível. Após passe em profundidade de Walter, aos 29 minutos, o atacante Adriano apareceu sozinho na grande área, em frente ao goleiro Tiago, mas se atrapalhou com a bola.

Mas depois desse espasmo de bom momento, o jogo voltou à sua normalidade e continuou morno, sem chances de gol que fizessem o torcedor se empolgar.


Ficha do jogo




INTERNACIONAL 1x0 VASCO
INTERNACIONAL
Renan; Sidnei, Sorondo e Titi; Jonas, Pessanha (Marcão), Andrezinho (Ricardo Lopes), Derlei e Ji-Paraná; Iarley (Walter) e Adriano
Técnico: Abel Braga
VASCO
Tiago; Eduardo Luiz (Villanueva), Jorge Luiz e Rodrigo Antônio; Wagner Diniz, Jonílson, Leandro Bomfim, Morais (Alex Teixeira) e Madson (Pablo); Alan Kardec e Leandro Amaral
Técnico: Antônio Lopes
Gols: Sidnei, aos 2 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Ji-Paraná, Titi, Derlei, Adriano (Internacional); Leandro Bomfim, Morais, Jorge Luiz (Vasco)
Público: 25.744 Renda: R$ 303.392,00
Estádio: Beira-Rio Data: 11/05/2008.
Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (Fifa-SP)
Auxiliares: Nilson de Souza Monção e Evandro Luís Silveira (ambos de SP)

BOTAFOGO 2X0 SPORT

Mistão do Botafogo vence o Sport

Não era o time titular e a atuação diante da pequena torcida que esteve no Engenhão não foi boa. Mas ao menos o time misto do Botafogo estreou com o pé direito no Campeonato Brasileiro, fazendo 2 a 0 no Sport, neste domingo. A partida, que ficou paralisada por 20 minutos por causa de falta de luz no estádio, teve bons lances, mas de pouca técnica.



A partir de agora, as duas equipes voltam suas atenções para a Copa do Brasil. O Botafogo recebe o Atlético-MG no Engenhão, e o Sport enfrenta o Internacional em Recife. As duas partidas acontecem na próxima quarta-feira.



Com pouco público no Engenhão, o Botafogo começou a partida de maneira desatenta. Eram comuns os erros de passe e as falhas na marcação. Com isso, o Sport, que atuava de forma ofensiva, mesmo fora de casa, chegava com perigo. Aos 16 minutos, após uma cobrança de falta que desviou na barreira, Renan saiu de maneira equivocada para defender. A bola ficou com Romerito, que chutou desequilibrado, e a bola foi para fora, mesmo com o gol vazio.

Mas Renan se redimiu da falha três minutos depois. Eduardo cobrou mal um lateral, e o Sport saiu em contra-ataque pela direita. Após cruzamento rasteiro, Romerito completou e o goleiro alvinegro fez grande defesa. O jogador do Sport estava impedido, mas mesmo assim a torcida alvinegra reconheceu a boa intervenção do camisa 1.

Os lances de perigo do Sport fizeram o Botafogo acordar na partida. Aos 22 minutos, Jorge Henrique chutou de forma despretensiosa de fora da área, e Magrão se complicou na hora de defender. Aos 30, o Alvinegro chegou mais perto do gol. Túlio Souza cobrou falta na área, e Fábio subiu para cabecear, obrigando o goleiro adversário a fazer boa defesa.

Mas aos 33 minutos o Botafogo finalmente chegou ao gol. Eduardo, que vinha tendo uma atuação apagada, partiu em velocidade para dentro da área, driblou e chutou. Magrão defendeu, e a bola sobrou para Jorge Henrique, que chutou forte para fazer 1 a 0.

Apagão paralisa o segundo tempo
O Sport voltou para o segundo tempo com Luciano Henrique no lugar de Kássio, e partiu para cima do Botafogo. Numa pressão que começou no apito inicial, o time pernambucano imprensou o Alvinegro em seu campo de defesa, mas pecava nas conclusões e se aproveitava da falta de atenção do adversário. Além disso, o Botafogo contava com as boas defesas de Renan para evitar o empate.

Aos 16 minutos, o Sport chegou a balançar a rede. Após chute da entrada da área, Renan fez boa defesa, e Carlinhos Bala completou para o gol. Mas o assistente Ednilson Corona assinalou impedimento inexistente do atacante rubro-negro.

O técnico Cuca decidiu, então, promover a entrada de Diguinho em campo para reforçar a marcação. Mas o momento da substituição foi curioso. Após um choque com um adversário, Alessandro foi atendido fora de campo. O técnico entendeu que o departamento médico pedia a substituição do lateral, o que foi feito. Mas Alessandro tinha condição de voltar, o que irritou Cuca.



Aos 27 minutos parte dos refletores do Engenhão se apagaram depois que houve uma pane nos computadores que controlam o sistema de iluminação do estádio. Enquanto a luz era religada, torcedores de Botafogo e Sport trocavam insultos, obrigando a polícia a intervir, mas sem violência. Exatos 20 minutos depois, a luz voltou.



O tempo de paralisação pareceu ter esfriado as duas equipes, que diminuíram o ritmo. Houve poucas jogadas trabalhas pelo Botafogo, que preferia dar chutões para afastar o perigo. Mas numa roubada de bola de Jorge Henrique, Diguinho ficou em ótima posição, driblou Magrão e tocou para marcar aos 64 minutos, selando a vitória alvinegra.





Ficha do jogo




BOTAFOGO 2 x 0 SPORT
BOTAFOGO
Renan, Renato Silva, Andre Luis e Bruno Costa; Alessandro (Diguinho), Thiaguinho, Leandro Guerreiro (Adriano Felício), Túlio Souza e Eduardo; Jorge Henrique e Fábio (Alexandro).
Técnico: Cuca.
SPORT
Magrão, Diogo, Igor, Durval e Dutra; Daniel Paulista, Everton (Francisco Alex), Kássio (Luciano Henrique) e Romerito; Carlinhos Bala e Roger (Enílton).
Técnico: Nelsinho Baptista.
Gols: Jorge Henrique, aos 33 minutos do primeiro tempo; Diguinho aos 64 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Eduardo, Fábio, Jorge Henrique (Botafogo); Kássio (Sport). Público: 2.652 pagantes. Renda: R$ 51.717,50
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 11/05/2008.
Árbitro: Cléber Welington Abade (SP).
Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa/SP) e Vicente Romano Neto (SP).


IPATINGA 0X1 ATLÉTICO-PR

Furacão vence o Ipatinga na estréia do time mineiro na Série A

O Atlético-PR estreou com o pé direito no Brasileirão 2008. Ou melhor, com uma cabeça certeira de Leo Medeiros. Pelo placar mínimo, o Rubro-Negro paranaense venceu o Ipatinga neste domingo, em Ipatinga, na primeira partida da história do time mineiro na Série A.

Na segunda rodada, a equipe do técnico Ney Franco, que, aliás, ganhou fama no Ipatinga, vai jogar diante de sua torcida, contra o São Paulo. Já o Tigre viaja para encarar o Santos na Vila Belmiro.



O jogo


As duas equipes até que levaram perigo nos primeiros minutos de jogo. O Atlético-PR, por exemplo, abriu o placar logo com três minutos de jogo. Netinho cobrou falta da esquerda, Leo Medeiro apareceu livre na segunda trave e nem precisou pular para tocar no cantinho: 1 a 0.

O time da casa tentou responder também em cobrança de falta. Aos 14, Marcelo Costa bateu falta do bico direito da grande área e tentou colocar no ângulo oposto. A bola saiu raspando a trave.

O Furacão acabou recuando e tocava a bola para o tempo passar. O Tigre passou a dominar as ações e passou a pressionar o rival no seu campo de defesa. No entanto, não conseguia penetrar na área e só arriscava chutes de longe. Nenhum trouxe perigo ao gol de Vinícius nos primeiros 45 minutos.



Segundo tempo mais movimentado

A segunda etapa foi bem diferente. Em 14 minutos o Ipatinga conseguiu criar mais chances do que toda a primeira. Foram quatro, com Mariano, Marcelo Costa, William e Edimar, que assustaram o goleiro Vinícius. Nas duas melhores delas, Mariano e Marcelo Costa finalizaram muito próximo ao travessão.

Depois destas chances, o Atlético conseguiu neutralizar as jogadas do Ipatinga por alguns instantes. Uma nova oportunidade só surgiu aos 28. E de novo foi do time da casa. Wlliam recebeu na meia-lua, girou e quase acertou o ângulo direito.

O goleiro Fred só foi trabalhar pela primeira vez na partida aos 36 do segundo tempo. Chute de primeira de Kaio que o camisa 1 do Trigre espalmou para escanteio.

Mas foi só. O Furacão, comandado por Ney Franco e com um gol de Leo Medeiros - ex-profissionais do Ipatinga -, venceu no Ipatingão.



Ficha do jogo




IPATINGA 0 x 1 ATLÉTICO-PR
IPATINGA
Fred, Mariano, Renato, Gian e Edimar (Márcio Gabriel); Augusto Recife, Marcelo Costa, Jackson e William (Rodriguinho); Ricardinho (Ely Thadeu) e Neto Baiano.
Técnico: Giba.
ATLÉTICO-PR
Vinícius, Rhodolfo, Antônio Carlos (Fahel) e Danilo; Nei, Valencia, Alan Bahia, Netinho (Walysson) e Leo Medeiros; William (Kaio) e Marcelo Ramos.
Técnico: Ney Franco.
Gols: Leo Medeiros, aos três minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Jackson (Ipatinga); Antônio Carlos, Leo Medeiros, Nei, Danilo, Alan Bahia, Valencia (Atlético-PR).
Estádio: Ipatingão. Data: 11/05/2008.
Árbitro: Célio Amorim (SC).
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Alcides Zawaski Pazetto (SC).

ATLÉTICO-MG 0X0 FLUMINENSE

Reservas do Flu seguram Atlético-MG

Com a cabeça na Copa do Brasil e Taça Libertadores, respectivamente, Atlético-MG e Fluminense estrearam sem brilho no Campeonato Brasileiro. Sem suas principais estrelas, poupadas para os jogos do meio de semana, as equipes fizeram uma partida com raras chances de gols e não passaram de um empate por 0 a 0, neste domingo, no Mineirão.

Agora, as equipes voltam a se concentrar em seus objetivos principais no momento. O Atlético-MG vai ao Rio de Janeiro na quarta-feira para enfrentar o Botafogo, às 21h45m, no Engenhão, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil. No mesmo dia e horário, o Fluminense visita o São Paulo, no Morumbi, pelas quartas da Taça Libertadores. Pelo Brasileiro, o Galo pega o Goiás, domingo, às 16h, no Serra Dourada. Ao mesmo tempo, o Tricolor encara o Náutico, no Maracanã.


Galo fracassa com a má pontaria de Castillo

Como esperado, o Atlético-MG tentou sufocar a garotada do Fluminense nos primeiros minutos. Sem Marques e Danilinho, poupados, coube a Renan Oliveira e Castillo procurarem espaços na defesa rival. E o boliviano quase marcou, no primeiro minuto, ao cabecear com perigo um cruzamento do lateral Coelho pela direita.



Ao aproximar a marcação, o Flu acabou com o espaço da dupla ofensiva do Galo, exigindo mais movimentação dos meias mineiros. Aos 12, o ex-botafoguense Almir avançou pelo meio e bateu forte no canto esquerdo para assustar o goleiro Fernando Henrique.



Sem Tartá, substituído logo aos quatro minutos devido a uma lesão muscular, os cariocas perderam o pouco poder de ataque que tinham. Mesmo assim, levou perigo, aos 16. O goleiro Juninho saiu errado em cruzamento para a área e a bola sobrou para Alan empurrar para o gol. O árbitro Wallace Nascimento Valente, porém, marcava falta sobre a zaga.



Depois de passar todo o primeiro tempo apagado, Petkovic apareceu, aos 38, para criar a melhor chance. Ele avançou pelo meio e encontrou Castillo livre na área. O boliviano dominou, olhou para o auxiliar para constatar a posição legal e soltou a bomba por cima da meta, para desespero de Pet.


Atlético-MG pressiona, mas Flu carimba o travessão

No segundo tempo, o técnico Geninho apostou na entrada de Marinho no lugar de Castillo. A mudança deu mais presença de área ao Galo, que quase abriu o placar em um vacilo da zaga carioca, aos dois minutos. Almir chutou cruzado, Fabinho tentou cortar e obrigou Fernando Henrique a defender com os pés.



O lance animou, mas os mineiros continuaram pecando no último lance. O problema aumentou com o recuo do Fluminense a partir dos 15 minutos, mantendo apenas um jogador no campo ofensivo. Dificuldade para Pet e Almir passarem por Arouca e Fabinho.

Em uma das poucas vezes que foi ao ataque, o Flu quase marcou, aos 26. Marinho ganhou na raça do zagueiro Vinícius na área e a bola espirrou para Alan. O atacante, porém, chegou atrasado e não conseguiu concluir com precisão, já com Juninho batido.

No desespero, o Atlético-MG abriu espaços na defesa e, por muito pouco, não sofreu o gol. Aos 32, o volante Arouca avançou e de muito longe bateu forte para carimbar o travessão. Aos 45, o Galo ainda perdeu ótima oportunidade, com Pet chutando para ótima defesa do goleiro tricolor.


Ficha do jogo




ATLÉTICO-MG 0 x 0 FLUMINENSE
ATLÉTICO-MG
Juninho, Coelho (Gérson), Marcos, Vinícius e Renan; Rafael Miranda, Márcio Araújo, Almir e Petkovic; Renan Oliveira (Eduardo) e Castillo (Marinho).
Técnico: Geninho.
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Carlinhos, Sandro, Anderson e Dieguinho; Fabinho, Arouca (Leonardo), Romeu e David (Fernando); Alan e Tartá (Marinho).
Técnico: Renato Gaúcho.
Cartões amarelos: Anderson, Márcio Araújo, Coelho, Fernando Henrique, Carlinhos e Marinho. Público: 10.619 pagantes. Renda: R$ 126.105,00
Estádio: Mineirão. Data: 11/05/2008.
Árbitro: Wallace Nascimento Valente.
Auxiliares: Antonio Carlos de Oliveira (ES) e Fabiano da Silva Ramires (ES).

PORTUGUESA 5X5 FIGUEIRENSE

Em jogo de dez gols, Portuguesa empata com o Figueirense no Canindé

A Portuguesa voltou à Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro num jogo de dez gols contra o Figueirense, na noite deste domingo, no estádio do Canindé, em São Paulo. Atual campeã da série de acesso, a Lusa chegou a estar ganhando por 5 a 2, mas deixou o adversário igualar o placar aos 47 minutos do segundo tempo. Os gols dos paulistas foram marcados pelo zagueiro Marco Aurélio, por Patricio, Bruno Rodrigo, Diogo e Christian. Rodrigo Fabri, César Prates, Felipe Santana(2) e Bruno Santos fizeram para o time de Santa Catarina



Portuguesa começa arrasadora



A Lusa parecia motivada com a possibilidade de participar mais uma vez da elite do futebol brasileiro e os jogadores começaram a partida contra o Figueirense querendo mostrar que o time promete fazer uma boa campanha no Brasileirão. Logo aos quatro minutos, Edno faz bela jogada pela esquerda e cruzou na cabeça de Marco Aurélio, que, livre na pequena área, só teve o trabalho de colocar para o fundo das redes e fazer a alegria dos torcedores que compareciam no estádio do Canindé.



Depois do lance o jogo não teve grandes jogadas de perigo e as equipes abusavam de parar as jogadas com faltas. Só aos 24, o Figuerense chegou bem ao ataque. Wellington Amorim fez boa jogada, driblou o goleiro, mas o zagueiro Marco Aurélio conseguiu chegar e salvar a Lusa.

Porém, aos 36 minutos não teve jeito. O Figueira, que se encontrou no jogo, chegou mais uma vez, agora com Élton. Ele chutou cruzado e a bola sobrou para o atacante Rodrigo Fabri que empatou a partida.



A Portuguesa contava com o apoio da torcida e foi ao ataque. Após um cruzamento da esquerda, o zagueiro Marco Aurélio arriscou uma cabeçada e a bola passou raspando o travessão do goleiro Wilson. A Lusa continuou pressionando e conseguiu desempatar aos 43. O lateral recebeu um ótimo passe dentro da área, driblou o goleiro e tocou sozinho para fazer o segundo gol do time.





Lusa acerta a trave no início do 2° tempo



A Portuguesa voltou para a etapa final da partida assustando o Figueira. Com um minuto, mais uma vez o zagueiro Marco Aurélio chegou ao ataque. Ele recebeu cruzamento e cabeceou na trave. Porém, no contra-ataque o time visitante chegou ao empate. César Prates aproveitou uma falta na entrada da área e colocou a bola com precisão no canto direito do goleiro André Luíz.



Mas o gol não abalou a Lusa que foi ao ataque e fez o terceiro gol aos 11. Patrício cobrou escanteio pela direita e o zagueiro Bruno Rodrigo subiu sozinho para desempatar. O time continuou melhor e aumentou dois minutos depois com Diogo. Ele fez bela jogada, entrou na área e sofreu pênalti. O próprio jogador pegou a bola para bater e, com paradinha, marcou seu primeiro no Brasileirão. A torcida ainda comemorava quando Christian avançou pela direita e chutou forte para fazer o quinto do time paulista.



O Figueirense não se entregou e diminuiu o placar aos 24. Cleiton Xavier cobrou escanteio pela esquerda e o zagueiro Felipe Santana marcou para os visitantes. Dois minutos depois a Lusa perdeu o lateral Patrício. Ele fez falta dura em Leandro e foi expulso. Aos 43 Bruno Santos aproveitou uma falha da zaga da Portuguesa e diminuiu para o Figueira. Um lance duvidoso quase complicou a vida do time paulista. Rodrigo Fabri entrou na área e caiu pedindo pênalti, mas o juiz não aceitou e mandou o jogo seguir. Porém, aos 47 minutos o que ninguém esperava aconteceu. Felipe Santana aproveitou cruzamento da direita e empatou o jogo deixando a torcida calada no Canindé.





Ficha do jogo




PORTUGUESA 5 x 5 FIGUEIRENSE
PORTUGUESA
André Luís; Patrício, Bruno Rodrigo, Marco Aurélio e Bruno Recife; Eric, Carlos Alberto, Preto(Dias) e Edno; Christian(Vaguinho) e Diogo(Rogério)
Técnico: Vagner Benazzi
FIGUEIRENSE
Wilson; Marquinhos(Edu Sales), Felipe Santana, Asprilla e César Prates; Diogo, Leandro, Cleiton Xavier e Rodrigo Fabri; Wellington Amorim e Edu Sales
Técnico: Gallo
Gols: Marco Aurélio(P) aos quatro, Rodrigo Fabri(F) aos 36 e Patrício(P) aos 43 minutos do 1° tempo. César Prates(F) aos cinco, Bruno Rodrigo(P) aos 11, Diogo(P) aos 13, Christian (P) aos 15, Felipe Santanado aos 24 e Bruno Santos aos 43 e Felipe Santana aos 47 minutos do 2° tempo.
Cartões amarelos: Preto(P), Eric(P), Marco Aurélio(P), César Prates(F), Felipe Santana(F), Bruno Recife(P), Asprilla(F) e Diogo(P).
Cartão vermelho: Patrício(P)
Estádio: Canindé Data: 11/05/2008.
Árbitro: Emerson Luiz Sobral (PE)
Auxiliares: Elan Vieira de Souza (PE) e Luciano José Coleho Cruz (PE)


FLAMENGO 3X1 SANTOS

Afastado da torcida, Fla vence fácil os reservas do Santos

Foi com os pássaros quero-queros que o Flamengo pôde comemorar a vitória por 3 a 1 sobre o Santos, no Maracanã. Além da má vontade da torcida com o time depois da eliminação da Taça Libertadores, a punição do STJD impediu que os rubro-negros assistissem à estréia importante no Campeonato Brasileiro.



Com o estádio deserto, livre da provável irritação da torcida e ainda enfrentando uma equipe quase de reservas, o Flamengo teve o trabalho facilitado na primeira partida sob o comando de Caio Júnior.



O substituto de Joel Santana manteve o time do antecessor, mas contou com o fim da soberba que tanto atrapalhou na partida contra o América-MEX. Sem contar com a maioria de seus titulares, Emerson Leão mandou a campo um apanhado entre reservas e ex-juniores, mas que em momento algum ameaçou os cariocas.



Mas, certamente, o torcedor rubro-negro preferia o lugar dos santistas. Afinal, apesar de derrotado neste domingo, o time paulista enfrenta justamente o América-MEX, na Cidade do México, na próxima quarta-feira pelas quartas-de-final da Taça Libertadores.



Por sua vez, o time carioca terá a semana para descansar e se preparar para a segunda rodada do Brasileirão. O próximo confronto será domingo contra o Grêmio, em Porto Alegre.



Até os grilos têm vez

Os gritos dos jogadores ecoaram pelo estádio vazio. E muitos deles funcionaram como incentivos de "torcedores disCom o estímulo do "vai, vai" de Bruno, Ronaldo Angelim cruzou da esquerda e Souza cabeceou no travessão. O timoneiro da camisa 1 rubro-negra continuou a empurrar os companheiros. Do outro lado, Douglas também dava o tom do time misto santista.



Em jogo sem torcida dá para se ouvir até os grilos do gramado do Maracanã. O clima de "teatro" tornou a partida entediante. Aos 26 minutos, Marcinho chutou e o goleiro santista fez a defesa. Três minutos depois, Juan cruzou e Marcinho abriu o placar.



Em dois minutos, Fla resolve

Um minuto depois, uma bela trama de ataque rubro-negro terminou em novo gol. Kleberson rolou para Marcinho, o atacante passou de calcanhar e Ibson chutou no alto para ampliar.



Jogadores do Fla comemoram no estádio desertoEngana-se quem pensa que haveria silêncio absoluto no estádio. Nos últimos degraus da cadeira especial, integrantes da comissão técnica do Flamengo quebraram o silêncio. Um dos únicos titulares do Santos em campo, Lima quase diminuiu aos 37 minutos.



No segundo tempo, a chuva contribuiu para o clima ainda mais para o clima fúnebre no estádio. Souza, aos dez minutos, deu lindo drible em Domingos e por pouco não marcou o terceiro.



O Santos assustou em chutes de longa distância, mas foi Douglas, aos 23, que impediu o gol de Kleberson. Logo depois, Diego Tardelli acertou a trave.



A partida melhorou e aos 26 minutos, Ibson falhou na marcação e Moraes chutou nas pernas de Bruno. O volante teve a chance de se redimir a seguir, mas bateu para fora.



Aos 29 minutos, Leonardo Moura arrancou pela ponta direita e serviu Juan. O lateral chutou mal, mas fez o terceiro. Àquela altura, a partida parecia jogo festivo. Juan passou a jogar pelo lado direito e o Santos quase diminuiu com Vítor Júnior, mas novamente Bruno fez a defesa. No último minuto, Moraes cobrou pênalti e diminuiu.



Ficha do jogo




FLAMENGO 3 x 1 SANTOS
FLAMENGO
Bruno, Leo Moura, Leonardo, Ronaldo Angelim e Juan; Jailton, Kleberson (Cristian), Ibson (Obina), Toró; Souza (Tardelli) e Marcinho
Técnico: Caio Júnior.
SANTOS
Douglas; Filipi, Domingos, Marcelo e Carlinhos; Dionísio, Hudson (Moraes), Adriano, Paulo Henrique (Vitor Júnior); Wesley e Lima
Técnico: Emerson Leão
Gols: Marcinho, aos 29, Ibson, aos 30 minutos do primeiro tempo; Juan, aos 29 minutos, Moraes, aos 45 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Souza, Toró e Bruno (Flamengo); Domingos (Santos)
Público: Portões fechados.
Estádio: Maracanã. Data: 11/05/2008.
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR).
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Gílson Bento Coutinho (PR)

GP da Turquia

Felipe Massa vence e mantém domínio no GP da Turquia

Felipe Massa fez uma ótima corrida e venceu o GP da Turquia, disputado neste domingo, em Istambul. Com isso, o brasileiro da Ferrari chegou à sua terceira vitória em quatro corridas neste circuito e assumiu a vice-liderança do Mundial de Pilotos, apenas sete pontos atrás de Kimi Raikkonen, terceiro colocado na prova.

Lewis Hamilton teve um desempenho excelente e andou no limite durante toda a corrida. O piloto da McLaren fez três paradas nos boxes, uma a mais do que os dois pilotos da Ferrari. Com isso, ele assgurou a segunda posição, mesmo com a forte pressão de Raikkonen nas voltas finais. Robert Kubica, da BMW Sauber, chegou na quarta posição, uma à frente de Nick Heidfeld, seu companheiro de equipe.

Fernando Alonso, da Renault, fez uma boa corrida após o abandono no GP da Espanha e chegou em sexto na Turquia. Mark Webber, da RBR, foi o sétimo e Nico Rosberg, da Williams, completou os pilotos que chegaram na zona de pontuação.

Resultado Final
1 Felipe Massa
2 Lewis Hamilton
3 Kimi Raikkonen
4 Robert Kubica
5 Nick Heidfeld
6 Fernando Alonso
7 Mark Webber
8 Nico Rosberg
9 David Couthard
10 Jarno Trulli
11 Jenson Button
12 Heikki Kovalainen
13 Timo Glock
14 Rubens Barrichello
15 Nelsinho Piquet
16 Adrian Sutil
17 Sebastian Vettel
Não Completaram:
Kazuki Nakajima
Sebastian Bourdais
Giancarlo Fisichella

sábado, 10 de maio de 2008

1 Rodada:Série B 08

CORINTHIANS 3X2 CRB

Timão vence na estréia, e Herrera brilha mais uma vez
A estréia do Corinthians na Série B do Campeonato Brasileiro pode ter apresentado à torcida alvinegra o seu mais novo ídolo. Sem uma referência desde a saída de Tevez, outro argentino está em alta no Timão: Herrera. Neste sábado, no estádio do Pacaembu, o camisa 17 marcou dois gols na vitória por 3 a 2 sobre o CRB.



Mas não são apenas os gols que ele tem marcado (foram cinco nos últimos três jogos) que o deixam na rota para conquistar um status de ídolo da Fiel. Herrera não se cansa em campo, corre o tempo inteiro e ajuda na marcação ao adversário. Alguma semelhança com Carlitos? Tecnicamente nem tanto, mas de postura sem dúvida.



Com os dois gols marcados nesta tarde, Herrera já é o artilheiro do Corinthians na temporada ao lado de Dentinho, com nove gols. Sua ascensão coincidiu com o momento em que a diretoria alvinegra corre atrás de um novo centroavante.



Porém, pela reação da torcida ao ver Herrera substituído por Acosta contra o CRB será complicado sacar o argentino desse time. Ao sair para a entrada do uruguaio, o atacante foi ovacionado pelos mais de 32 mil corintianos que foram ao jogo.



O Corinthians volta a jogar pela Série B no próximo sábado, dia 17, contra o Gama, na Boca do Jacaré, no Distrito Federal. Mas antes disso, a equipe do técnico Mano Menezes tem desafio pelas quartas-de-final da Copa do Brasil.



Na terça-feira, às 20h30m, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, o Alvinegro encara o São Caetano. Como venceu na ida, no Morumbi, por 2 a 1, joga por qualquer empate para ir às semifinais contra o vencedor de Botafogo x Atlético-MG.



Susto, reação e virada

Tudo isso aconteceu apenas na etapa inicial. Logo no primeiro minuto, o CRB teve cobrança de falta na lateral direita. Marcinho mandou a bola para área, a zaga do Corinthians vacilou e o zagueiro Márcio abriu o placar no Pacaembu. O indício era de sofrimento para o Timão.



Porém, o argentino Herrera, que tem sido decisivo nas últimas partidas, não deu tempo para a torcida alvinegra se preocupar. No minuto seguinte, ele empatou de cabeça após receber cruzamento do zagueiro William. Foi seu oitavo gol em 2008.



Com a igualdade no placar, o Corinthians foi se soltando aos poucos e logo dominou todas as ações do duelo. A presença de um meio-campo mais ofensivo, com Eduardo Ramos, Douglas e Lulinha deu mais volume de jogo ao clube paulista.



Depois de Dentinho quase marcar aos 16 minutos, após passe de Herrera, e Chicão acertar cobrança de falta no travessão, o zagueiro voltou a aparecer no ataque aos 27 para virar a partida. Ele completou da pequena área falta cruzada por Lulinha.



Herrera artilheiro


Diferentemente do primeiro tempo, no segundo foi o Corinthians que partiu para cima nos primeiros minutos. E por pouco não chegou ao terceiro gol aos 6 minutos, quando Dentinho arriscou de longe e por pouco não surpreendeu o goleiro Jéferson.



Embora tenha mantido o domínio da partida, o Timão continuou com problemas com as bolas cruzadas em sua área. Sem criatividade no meio-de-campo, o CRB procurou arriscar mais nessas jogadas. E a zaga alvinegra titubeou em alguns momentos.



Quem não vacilou foi Herrera, que mais uma vez apareceu com oportunismo na grande área para balançar a rede. Aos 25 minutos, após falta cruzada por André Santos da direita, o argentino subiu mais que os zagueiros e desviou. O gol fez o camisa 17 empatar com Dentinho na artilharia do Timão. Com o 3 a 1 no placar, o Corinthians não sofreu mais nenhum susto do CRB, e a torcida alvinegra fez a festa na arquibancada do estádio do Pacaembu.




Ficha do jogo


CORINTHIANS 3x2 CRB-AL
CORINTHIANS
Felipe; Carlos Alberto, Chicão, William e André Santos; Fabinho, Eduardo Ramos, Douglas (Perdigão) e Lulinha (Alessandro); Dentinho e Herrera (Acosta)
Técnico: Mano Menezes
CRB-AL
Jéferson; Matteu, Márcio e Plínio; Marcos (Laírson), Serginho, Fabiano Silva, Hélder e Marcinho (Jamba); Júnior Amorim e Ricardo Boiadeiro (Juliano)
Técnico: Roberval Davino
Gols: Márcio, a 1 minuto, Herrera, aos 2, e Chicão, aos 27 do primeiro tempo; Herrera, aos 25 minutos, e Hélder, aos 42 do segundo tempo
Cartões amarelos: Jéferson, Márcio, Marcinho, Júnior Amorim, Plínio (CRB)

Público: 32.232 pagantes Renda: R$ 763.405,00

Estádio: Pacaembu Data: 10/05/2008
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ)
Auxiliares: Paulo Sérgio Durães e Marco Aurélio dos Santos Pessanha (ambos do RJ)

BAHIA 1X1 FORTALEZA

Bahia e Fortaleza empatam na estréia
A volta do Bahia à Série B não foi como o torcedor do Tricolor baiano queria. Jogando no Jóia da Princesa, em Feira de Santana, o time de Paulo Comelli saiu perdendo, mas conseguiu o empate em 1 a 1 com o Fortaleza, neste sábado. Simão e Juca fizeram os gols da partida.

Na próxima rodada, o Bahia vai viajar para encarar o América-RN fora de casa. Já o Fortaleza vai estrear diante de sua torcida contra o Paraná. Ambas as partidas acontecem no próximo sábado.



Pouca inspiração


Sem a presença torcida, já que o Bahia cumpre punição pelos incidentes da Fonte Nova na Série C do ano passado, os jogadores pareciam pouco inspirados. Tanto que os primeiros lances de perigo foram de bola parada, em cobranças de falta de Elias e Marcone.

Mas somente aos 30 minutos o jogo teve seu lance de emoção inicial. Elias bateu escanteio da direita, e Juninho puxou a camisa de Marcone dentro da área. Pênalti que Elias bateu no canto direito, e Tiago Cardoso foi buscar, espalmando para o lado.

Como se fosse um castigo pela chance perdida pelos anfitriões, os visitantes abriram o placar aos 34. Simão recebeu na área, iludiu Ávine e chutou em cima de Rogério. A bola voltou para Simão, que desta vez acertou o cantinho direito: 1 a 0.

O Tricolor baiano ainda teve mais uma boa chance, aos 39. Elias cruzou da direita e o zagueiro Rogério, que começou o lance, apareceu na área para cabecear. Tiago Cardoso desviou para escanteio.



Empate no segundo tempo


Após a volta do intervalo, semelhanças com o primeiro tempo. O jogo seguiu morno até quase a metade. O Fortaleza parava o jogo com faltas e recebeu quatro amarelos em 23 minutos. Aos 25, o empate, em lance parecido com o do gol do Fortaleza. Juca recebeu na entrada da área, escorregou, levantou em chutou em cima de Simão. A bola voltou para o atacante, que driblou Simão e acertou o ângulo esquerdo de Tiago Cardoso.

No minuto seguinte, a quantidade de faltas que o Fortaleza fez prejudicou o próprio time. O zagueiro Juninho fez falta sem bola, recebeu o segundo amarelo e foi expulso de campo.

Mesmo com um a menos em campo, o Fortaleza conseguiu se segurar na defesa e arrancou o empate fora de casa.

CEARÁ 2X1 JUVENTUDE

Ceará vence e Ju reestréia com derrota na Segunda Divisão
Com um gol chorado e defesa de pênalti, o Ceará bateu o Juventude por 2 a 1 na primeira rodada da Série B, na tarde deste sábado, no Castelão. O time cearense saiu na frente com o primeiro gol de Allann Delon com a camisa alvinegra. O Alviverde gaúcho teve a chande de empatar a partida aos 44 minutos do segundo tempo, mas o artilheiro Mendes desperdiçou cobrança de pênalti e não evitou a reestréia com derrota do Ju na Segundona. Na próxima rodada, o time de Caxias do Sul recebe o Criciúma no Alfredo Jaconi. E o Ceará vai a Goiânia enfrentar o Vila Nova. Ambas as partidas acontecem na próxima sexta-feira



A partida

O jogo começou muito disputado no meio-de-campo, mas as boas chances de gol não demoraram para surgir. Logo aos seis minutos, o atacante alviverde Ivo recebeu na intermediária, avançou em direção à área, "driblou" as poças de lama e, de frente para o gol, chutou rasteiro. Bem colocado, o goleiro do Ceará Marcelo Bonan fez boa defesa e impediu o Juventude de abrir o placar.



A resposta alvinegra veio nove minutos mais tarde. Na entrada da área, Luciano tocou de calcanhar para Allann Delon. O meia penetrou a área, mas chutou alto demais e a bola passou por cima do gol defendido por Michel Alves.



Allann Delon deixa sua marca pela primeira vez

O Juventude seguiu tentando criar, mas teve dificuldades para levar perigo à defesa alvinegra. Enquanto o Ju tentava apenas em bolas levantadas na área, o time da casa continuou trocando bons passes no ataque e foi recompesado. Aos 24 minutos, Luciano recebeu no bico direito da grande área, pedalou, tabelou com Allann Delon e tentou a finalização. A bola desviou na defesa alviverde e, mais uma vez, sobrou para Allann Delon. Com categoria, o meia evitou a marcação e colocou a bola no canto direito, tirando do alcance do goleiro Michel Alves e abrindo o placar para o Vovô. Esse foi o primeiro gol do jogador com a camisa alvinegra.



O time de Caxias do Sul tentou a reação, mas continuou com dificuldades na criação. Até o fim da primeira etapa, o Ju assustou apenas em umchute forte de Leandro Cruz, que foi bem defendido por Marcelo Bonan.



Segunda etapa

Com o atacante Tiago no lugar do meia Paulo César, o técnico Zetti deixou o Juventude mais veloz e ousado. O time melhorou, mas acabou deixando espaços na defesa, que o Ceará quase aproveitou com apenas três minutos do segundo tempo. Luciano recebeu na área, mas se enrolou com a bola e dificultou a ação ofensiva alvinegra. Na jogada, o time chegou a tentar a finalização três vezes, mas a bola acabou saindo pela linha de fundo.



A mudança no esquema do time alviverde, no entanto, durou pouco. Isso porque, aos nove minutos, o atacante Ivo, claramente, simulou ter sofrido pênalti e recebeu cartão amarelo. Com o já havia sido advertido na primeira etapa, acabou expulso, deixando o Ju com um jogador a menos.



Com a vantagem númerica, o Ceará passou a criar mais, mas com finalizações ruins, além das boas defesas do goleiro Michel Alves o time da casa não conseguiu ampliar a vantagem e, quando estava melhor em campo, acabou castigado.



Gols chorados movimentam o placar

Em jogada de ataque pouco organizada, a bola sobrou na entrada da área para Xuxa arriscar o chute. A bola saiu mascada, mas a defesa do Ceará se enrolou e acabou cortando para cima. Na volta, a bola vinha na direção do goleiro Marcelo Bonan, mas o artilheiro Mendes, colocado à frente do goleiro, ficou com a bola e, de meia-bicicleta, empatou a partida. O lance revoltou a defesa do Ceará que reclamou falta no goleiro alvinegro.



Com o empate, o Vovô partiu para o ataque e fez o goleiro Michel Alves trabalhar. O arqueiro alviverde fez uma seqüência de boas defesas, mas, aos 38 minutos do segundo tempo, acabou traído por sua defesa. Vavá arriscou de fora da área e o chute, que saiu fraco, desviou no adversário e morreu no fundo da rede.



Com um jogador a mais, o Ceará tentou administrar o placar, mas por muito pouco não sucumbiu a pressão do Juventude. Aos 43 minutos Maycon invadiu a área Cearense e foi derrubado por Rones. O zagueiro foi expulso e o juiz marcou pênalti. Na cobrança o atacante Mendes, mesmo com paradinha, bateu no meio do gol e desperdiçou a cobrança. Adiantado, o goleiro Marcelo Bonan espalmou para o meia da pequena área e contou com a zaga para atrapalhar o artilheiro alviverde, que tampouco conseguiu marcar na sobra, mantendo a vitória do Ceará no placar.

SÃO CAETANO 3X0 PONTE PRETA

Na estréia na Série B, Azulão goleia o vice do Campeonato Paulista
O São Caetano venceu a Ponte Preta, vice-campeã do Paulistão, por 3 a 0, neste sábado, na estréia na Série B do Brasileirão, em Santo André (o Anacleto Campanela segue em reforma). Com o resultado, o Azulão assumiu a liderança provisória da competição.





O jogo


O São Caetano sobressaiu no primeiro tempo, mas não conseguiu abrir o placar. O Azulão fez uma forte marcação sobre o meia Renato, e a Macaca não arrumou espaço para criar boas jogados. Os lances mais perigosos saíram dos pés dos mandantes. Rafinha quase marcou aos 19 minutos do primeiro tempo. A bola desviou em Jean, e o São Caetano não saiu na frente por pouco. A Ponte cresceu no fim da etapa inicial, mas esbarrou novamente na defesa azul.

O Azulão voltou animado do intervalo e marcou logo aos 10 do segundo tempo. Glaydson pegou muito bem de fora da área e não deu chance para o goleiro Aranha. Embora a Macaca não tenha desistido em momento algum do jogo, foi o São Caetano que ampliou o placar. Vandinho marcou de falta aos 33 minutos, e Glaydson fez mais um após bela jogada individual, aos 37.

Outros Resultados:
Criciúma 1x0 América-RN
ABC 3x2 Vila Nova

A próxima rodada começa na terça com dois jogos:Santo André x Brasiliense e Marília x Barueri.

Começou o Brasileirão 08

VITÓRIA 0X2 CRUZEIRO
Cruzeiro estréia com vitória fora de casa

O Cruzeiro parece que não ficou abalado com a eliminação na Taça Libertadores. Jogando no Barradão, em Salvador, a Raposa estreou no Brasileirão 2008 com um triunfo de 2 a 0 sobre o Vitória. Marcelo Moreno e Bida, contra, fizeram os gols dos visitantes, que somam os primeiros três pontos na tabela.

A próxima rodada reserva o encontro do time celeste com o Botafogo, no Mineirão, e também o jogo do Rubro-Negro baiano contra o Sport, no Recife.



Não demorou nem dois minutos para o Vitória sofrer seu primeiro gol no retorno à Série A. Ramires arriscou chute de fora da área, Ney rebateu nos pés de Marcelo Moreno e o artilheiro da Raposa na temporada aproveitou o rebote para abrir o placar.

O gol não desanimou o Vitória. Desordenado, mas na base da vontade, o Rubro-Negro tentou pressionar. Teve boas chances em cobranças de falta com Ramon, aos 14, e Bida, aos 20, mas conseguiu o empate.

O Cruzeiro passou a levar perigo nos contra-ataques. Com 24 de jogo, Ramires recebeu em posição legal, livre, driblou Ney e mandou para fora mesmo com o gol escancarado à sua frente. Em lance parecido três minutos depois, Marcelo Moreno lançou Guilherme. O camisa 11 chutou na saída de Ney, mas o goleiro espalmou para o lado.

Fábio também teve trabalho. Aos 31, Marquinhos recebeu na área e chutou no alto. Fábio esticou o braço para colocar para escanteio.

Nos dez minutos finais, mais pressão do Cruzeiro. Com 35, Guilherme cruzou, Marcelo Moreno dominou no peito e mandou de pé esquerdo. Ney colocou para escanteio. Mas aos 40 o goleiro rubro-negro nada pôde fazer. Bruno recebeu na cara do gol, e Bida tentou cortar. A bola bateu no jogador cruzeirense e entrou no canto esquerdo.

O segundo tempo começou morno. As duas equipes não conseguiam chegar ao gol adversário. Mas Marcelo Moreno tratou de colocar fogo no jogo. Primeiro jogador a marcar um gol no Brasileiro 2008, primeiro também a receber amarelo - aos 11 do primeiro tempo -, o jogador celeste inaugurou também a lista de atletas expulsos da competição. Com 16 da etapa final, a arbitragem marcou impedimento duvidoso do boliviano. Ele continuou a jogada e fez o gol, recebendo o vermelho na seqüência.

Com mais espaços, o Leão tentou pressionar, Aos 22, Jackson arriscou de fora da área e obrigou Fábio a colocar a bola pela linha de fundo. Oito minutos depois, Héverton cruzou da direita, Marquinhos dominou e bateu cruzado. Fábio esticou o braço esquerdo para salvar. Escanteio para o Vitória, mas Giulliano Bozzano deu só tiro de meta.

A pressão aumentava a cada momento. Aos 32, Marquinhos recebeu na esquerda, cortou para o meio e acertou o travessão. No rebote, Jackson chutou mal, a bola desviou em Espinoza e Fábio de ponta de dedo colocou pela linha de fundo.



Para fechar o show de defesas de Fábio, Jackson bateu falta da meia esquerda já nos acréscimos, e o goleiro celeste dividiu com dois adversários para colocar pela linha de fundo.



Ficha do jogo




VITÓRIA 0 x 2 CRUZEIRO
VITÓRIA
Ney, Willans Santana (Jackson), Leonardo Silva, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Vanderson, Bida (Muriqui), Ricardinho (Héverton) e Ramon Menezes; Marquinhos e Rodrigão.
Técnico: Vágner Mancini.
CRUZEIRO
Fábio, Jonathan, Espinoza, Thiago Heleno e Marquinhos Paraná; Fabrício, Charles, Ramires e Bruno (Henrique); Marcelo Moreno e Guilherme (Maicosuel) (Elicarlos).
Técnico: Adilson Batista.
Gols: Marcelo Moreno, a um minuto, Bida, contra, aos 40 do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Willians Santana, Marcelo Cordeiro (Vitória); Marcelo Moreno (Cruzeiro). Cartão vermelho: Marcelo Moreno (Cruzeiro)
Estádio: Barradão. Data: 10/05/2008.
Árbitro: Giulliano Bozzano (DF).
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Evandro Gomes Ferreira (DF).

NÁUTICO 2X1 GOIÁS
Geraldo faz dois e garante a vitória do Timbu sobre o Esmeraldino


Com noite inspirada do atacante Geraldo, o Náutico estreou com pé direito no Brasileirão e bateu o Goiás por 2 a 1, neste sábado, no Estádio dos Aflitos. Com dois gols do artilheiro, um no início do jogo e outro nos primeiros minutos da segunda etapa, o Timbu conseguiu segurar o Esmeraldino. Com erros de passe e finalização, o time goiano desperdiçou muitas chances de marcar e não fez frente ao Alvirrubro. Na próxima rodada, o Náutico vai ao Rio de Janeiro enfrentar o Fluminense, no Maracanã. O Esmeraldino recebe o Atlético-MG no Serra Dourada.



O jogo

Empurrado por sua torcida, o Náutico começou a partida a todo o vapor. E, com apenas dois minutos de bola rolando, abriu o placar. Warley avançou bem pela direita e cruzou para a área. A defesa do Goiás não cortou e o artilheiro timbu Geraldo matou meio no peito, meio na barriga e completou para o fundo das redes, colocando o Alvirrubro na frente.

Com a vantagem rapidamente conseguida, o time da casa continuou pressionando e só não ampliou por falta de pontaria de seus atacantes, que facilitaram o trabalho do goleiro Harlei, que, na maioria das tentativas do Náutico, teve, apenas, que observar a bola sair pela linha de fundo.

Aos pouco, o Goiás foi se reequilibrando na partida, avançando a marcação e conseguindo, assim, freqüentar mais o ataque. Depois de Felipe e Schwenck tentarem, mas com má pontaria, o atacante Anderson Aquino mostrou como se faz. Ele aproveitou bom cruzamento as esquerda e, livre no bico da pequena área, teve apenas o trabalho de tocar para o gol, deixando tudo igual aos 31 minutos do primeiro tempo.



Segundo tempo

A partida seguiu igual até fim da primeira etapa, sem chances claras de gol, mas depois do intervalo, o Timbu voltou a jogar como no início na partida.Com Helton e Berg nos lugares de Laborde e Tales, o time do técnico Roberto Fernandes voltou a jogar com velocidade e logo obteve bom resultado. Depois de dar bom passe para a finalização ruim de Everaldo, Geraldo voltou a marcar.



O artilheiro aproveitou bem lançamento de Helton, ainda da defesa e penetrou a área do Esmeraldino. Escorado pela marcação, Geraldo caiu, e o juiz marcou pênalti. Na cobrança, o atacante acertou o ângulo inferior direito, com perfeição, sem chances para o goleiro Harlei, que chegou a acertar o canto.



O Esmeraldino tentou a reação, mas esbarrou nos próprios erros de finalização. E quando quem erro foi o goleiro Eduardo, do Náutico, a defesa timbu conseguiu se recuperar e evitar o empate. Aos 25 minutos do segundo tempo, Eduardo saiu mal e a bola sobrou para Anderson Aquino, dentro da área. Quase sem ângulo ele tocou para o gol, mas o volante Radamés, que jogou improvisado na lateral direita correu e tirou a bola que tinha destino certo a tempo.





Ficha do jogo




NÁUTICO 2X1 GOIÁS
NÁUTICO
Eduardo; Radamés, Vagner, Everardo e Tales (Berg); Tcão, Paulo Almeida (Alceu), Laborde (Helton) e Geraldo; Felipe e Warley
Técnico: Roberto Fernandes.
GOIÁS
Harlei; Vitor, Ernando, Paulo Henrique e Júlio César; Fernando (Amaral), Ramalho, Evandro e Felipe (Alex Dias); Anderson Aquino e Schwenck (Rinaldo)
Técnico: Vadão.
Gols: Geraldo, aos 2 minutos, Anderson Aquino, aos 31 minutos do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Warley e Alceu (Náutico); Felipe, Ernando, Evandro, Ramalho e Rinaldo (Goiás).

Estádio: Aflitos, em Recife. Data: 10/05/2008.
Árbitro: João Alberto Gomes Duarte (RN).
Auxiliares: Lorival Cândido das Flores e Luiz Carlos Bezerra (RN).

SÃO PAULO 0X1 GRÊMIO

Grêmio derrota o bicampeão São Paulo dentro do alçapão do Morumbi
O São Paulo, atual bicampeão nacional, poupou alguns titulares, entre eles o artilheiro Adriano, pensando na Libertadores. O Grêmio entrou em campo com a cabeça voltada apenas para o Campeonato Brasileiro. E o resultado não poderia ser outro. No duelo dos tricolores, o gaúcho venceu o paulista por 1 a 0, neste sábado, no Morumbi, na estréia das duas equipes na competição. O zagueiro Pereira, de cabeça, fez o único gol da partida (assista ao vídeo do gol gremista).



Na segunda rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo enfrenta o Atlético-PR, no próximo domingo, às 16h, na Arena da Baixada, em Curitiba. Antes, no jogo de ida das quartas-de-final da Libertadores, o Tricolor paulista encara o Fluminense, quarta-feira, às 21h45m, no Morumbi. Já o Grêmio, pela competição nacional, terá pela frente o Flamengo, domingo, às 16h, no Olímpico, em Porto Alegre.



Três zagueiros e muita marcação

O São Paulo não contou com quatro titulares no início do jogo. O técnico Muricy Ramalho poupou Adriano, Hernanes e Éder, enquanto Jorge Wagner segue fazendo tratamento médico para se recuperar de uma entorse no joelho direito. Assim, o Tricolor paulista atuou com o volante Zé Luís fazendo a função de terceiro zagueiro, ao lado de Miranda e Alex Silva, enquanto Éder Luís ficou na armação, com Dagoberto e Borges no ataque.



O Grêmio também atuou no 3-5-2. Roger ficou sozinho na armação das jogadas, enquanto Soares e Perea formaram a dupla de ataque. Com tantos jogadores defendendo e marcando firme, a partida ficou amarrada, com poucas chances de gols ao longo do primeiro tempo.



Sem conseguir jogar pelos lados do campo, com Jancarlos e Júnior, o São Paulo abusou das tabelas pelo meio da defesa gaúcha e se deu mal. Já o Grêmio ficou fechadinho na defesa, explorando os contra-ataques puxados por Roger. E foi assim que surgiu a primeira chance de gol, somente aos 29 minutos do primeiro tempo, quando Perea foi lançado, invadiu a área e chutou rasteiro. Rogério Ceni defendeu com muita dificuldade.



Enquanto o São Paulo só levou perigo em cobranças de escanteios de Dagoberto, que quase resultaram em gols olímpicos, o Grêmio chutou mais a gol. Tanto que Perea e Leo mandaram a bola próxima do travessão de Rogério Ceni.



Segundo tempo

No segundo tempo, o São Paulo voltou com Hernanes na vaga do apático Éder Luís. Com isso, Júnior foi jogar no meio-campo, enquanto Richarlyson voltou para a lateral esquerda. Mas, após um falta tola de Alex Silva em Roger, logo aos quatro minutos, Paulo Sérgio fez a cobrança e Pereira, de cabeça, abriu o placar para o Grêmio.



Em seguida, o jogo melhorou. Aos seis minutos, após cruzamento de Richarlyson cruzou e Dagoberto, de cabeça, assustou o goleiro Victor. Aos 12, após cobrança ensaiada de escanteio, Roger cruzou e Pereira, de cabeça, perdeu gol incrível. Aos 15, Muricy Ramalho sacou Júnior, que estava mal na partida, e colocou Sérgio Mota. E o garoto quase empatou o jogo, aos 16, em chute forte, que foi rebatido por Victor. Aos 17, foi a vez de Hernanes assustar o goleiro gremista.



Acuado na defesa, o Grêmio foi pressionado. Preocupado, o técnico Celso Roth reforçou a marcação colocando Rodrigo Mendes na vaga de Soares e Makelele no lugar de Roger. Aos 32, Jancarlos, cobrando falta, quase empatou o jogo para o São Paulo.



Na base do tudo ou nada, o São Paulo se lançou com todo ao ataque. Mas a equipe atacou desordenadamente e abusou dos cruzamentos da área, onde não estavam os grandalhões Adriano e Aloísio. Competente no setor defensivo e valorizando a posse de bola, o Grêmio segurou a vitória. Aos 44, Rogério Ceni quase empatou o jogo, cobrando falta, Aos 45, Jonas chutou e o goleiro são-paulino fez grande defesa.

SÃO PAULO 0 x 1 GRÊMIO
SÃO PAULO
Rogério Ceni, Zé Luís, Alex Silva e Miranda; Jancarlos, Fábio Santos, Richarlyson, Éder Luis (Hernanes) e Júnior (Sérgio Mota); Borges e Dagoberto.
Técnico: Muricy Ramalho.
GRÊMIO
Victor, Leo, Pereira e Rever; Paulo Sérgio, Eduardo Costa, Rafael Carioca, Roger (Makelele) e Hélder; Soares (Rodrigo Mendes) e Perea.
Técnico: Celso Roth.
Gol: Pereira, aos 4 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Rogério Ceni e Richarlyson (São Paulo) e Paulo Sérgio, Pereira, Perea, Hélder, Makelele e Eduardo Costa (Grêmio). Público: 7.929 pagantes. Renda: R$ 140.295,00.
Estádio: Morumbi. Data: 10/05/2008.
Árbitro: Luís Antônio Silva dos Santos (RJ).
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Jackson Lourenço Massarra dos Santos (RJ).