terça-feira, 10 de junho de 2008

Rodada de Terça

JUVENTUDE 1X1 FORTALEZA
Juventude empata e perde a chance de encostar no Corinthians

O Juventude perdeu boa oportunidade de encostar no Corinthians, líder da Série B. Nesta terça-feira, o Alviverde ficou à frente do placar, mas sofreu o empate do Fortaleza e o placar foi mesmo o de 1 a 1, em Caxias do Sul. Xuxa marcou para os donos da casa, enquanto Rômulo fez para os visitantes.

A equipe gaúcha permanece na segunda colocação, agora com 11 pontos, quatro a menos do que o líder. Cinco clubes têm condições de ultrapassá-la na seqüência da rodada. O Leão pulou para nove pontos e para a terceira posição.



O jogo


O time nordestino não se intimidou com o frio que castigava Caxias do Sul e deixou o jogo quente para o time da casa. O Leão equilibrou as ações, dificultando o ataque do Juventude. Tanto que aos 43 do primeiro tempo o número de finalizações na partida era de apenas cinco.

Simão, do Fortaleza, foi o responsável pelos dois chutes que mais chamaram atenção na etapa inicial. Aos 22, quase acertou o ângulo em finalização de fora da área. E 15 minutos depois, deu uma bolada em seu companheiro de meio-campo Erandir. O volante ficou caído, foi atendido dois minutos em campo e outros dois do lado de fora antes de retornar ao jogo.



Gols na etapa final


No segundo tempo, a dificuldade continuou grande para o Ju. Diego Padilha perdeu grande oportunidade. Após cobrança de falta da esquerda, o jogador apareceu livre na segunda trave e, sem goleiro à sua frente, cabeceou à esquerda do gol, aos 20.

Mas o meia Xuxa, que era quem mais dava trabalho à defesa do Leão, não decepcionou as crianças que estavam no Alfredo Jaconi para torcer pelo Ju. Com 23 minutos, ele passou arriscou chute próximo à meia-lua, a bola quicou no gramado molhado (pelos donos da casa) e enganou o goleiro Tiago Cardoso.

Aos 32, Thiago ampliou. No entanto, a arbitragem marcou impedimento. O atacante tinha posição legal.

O castigo veio quatro minutos depois. Rômulo recebeu na área e chutou sem dar chances a Michel Alves. Nos acréscimos, Murilo Ceará, do Juventude, foi expulso, mas nada que alterasse o resultado do jogo.

MARÍLIA 3X1 PONTE PRETA
Em jogo com dois árbitros, Marília bate a Ponte Preta e deixa zona de rebaixamento

Em situação complicada na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro da Série B, Marília e Ponte Preta se enfrentaram na noite desta terça-feira no Estádio Bento de Abreu, em partida válida pela sexta rodada da competição. O MAC venceu por 3 a 1 com gols de Sammuel, Thiago Rodrigues e Ricardinho (Eduardo Arroz descontou), deixando a zona de rebaixamento com sete pontos. Já a Macaca, que segue sem técnico, permanece com seis pontos.

O jogo começou em ritmo lento. Mesmo precisando do resultado, os times preferiram manter a cautela. Aos 12 minutos, um lance inusitado chamou a atenção de todos. O árbitro Eduardo César Coronado se enrolou com a bola e torceu o tornozelo. Ele precisou interromper a partida e pedir assistência médica. Mesmo mancando, deu seguimento ao jogo. Aos 17, a Ponte quase abriu o marcador. Luis Ricardo recebeu live, mas chutou para a defesa de Giovanni.



Jogando em casa, o Marília tratou de reagir. Aos 27 minutos, Altair bateu falta de longe e acertou o travessão de Dênis. A resposta da Macaca veio em seguida. Luis Ricardo, de novo, recebeu sozinho na entrada da área, driblou o goleiro e perdeu o gol.



Aos 35 minutos, o lance mais polêmico. Betinho avançou em direção da área do time campineiro e foi derrubado por Jean, último homem da defesa. O árbitro aplicou apenas o amarelo. Os jogadores do MAC reclamaram bastante e, na confusão, o capitão Fernando foi expulso, junto com Renato, da Ponte. Na cobrança da infração, saiu o gol do time da casa. Chiquinho pegou a sobra da falta e chutou rasteiro, mas foi Sammuel quem completou para o gol. E o placar se manteve até o intervalo.



Na etapa final, o jogo durou apenas 12 minutos, pelo menos para o árbitro. Sentindo muitas dores no tornozelo, ele deixou a partida, sendo substituído por Paulo Roberto Ferreira. E logo um sua primeira intervenção, ele marcou pênalti para o Marília. César vacilou dentro da área, Chiquinho roubou a bola e foi derrubado pelo goleiro Dênis. Na batida, Thiago Rodrigues fez o segundo.



A partida parecia decidida em favor do time da casa, mas a Macaca surpreendeu aos 30 minutos. Eduardo Arroz recebeu na marca do pênalti e deu apenas um toque na bola para diminuir. Porém, o Marília acabaria de vez com a reação da Ponte. Aos 35, Ricadinho dominou na área, tirou um zagueiro e bateu no canto de Dênis, dando números finais à partida.


GAMA 1X0 CRB
Gama vence o CRB e respira na Série B

O Gama venceu o CRB por 1 a 0, nesta terça-feira, no Mané Garrincha, e pulou da penúltima para a 15ª posição da Série B, agora com seis pontos. Com a derrota, o CRB segue com quatro e cai para a zona de rebaixamento. O gol foi do camisa 11 Bebeto.



O jogo


A equipe da casa entrou em campo disposta a afastar o fantasma da Série C e partiu para cima do adversário. O Gama apresentou melhor toque de bola e mais disposição ao longo do primeiro tempo. Aos 19 minutos, Bebeto recebeu livre e marcou o único gol da partida.

A primeira chance do visitante só apareceu aos 24. Ainda na etapa inicial, o juiz marcou pênalti para o CRB. Júnior Amorim converteu no rebote do goleiro, mas o árbitro pediu para voltar a cobrança. Apesar da reclamação pelo lance polêmico, Amorim cobrou novamente, mas perdeu desta vez.

No segundo tempo, o Gama caiu de produção, mas seguiu superior em campo. Com dois atletas expulsos (Fabiano e Jones), o CRB se segurou como pôde, e o goleiro Jonatas acabou sendo o nome da etapa final.

PARADA ROCK

10-Dragonforce-Through the fire and Flames



9-Metallica-The Unforgiven



8-AC/DC-Highway to Hell



7-Nirvana-Smells Like Teens Spirit



6-Pearl Jam-Black



5-Avenged Sevnfold-Afterlife



4-White Stripes-Dead Leaves and the Dirty Ground



3-Iron Maiden-Fear of the Dark



2-Guns n' Roses-Sweet Child O' Mine



1-Led Zeppelin-Stairway to Heaven

Aviso

Hj teremos uma novidade.Alguams pessoas sabem q eu gosto de rock e então vou criar a...a...PARADA ROCK.

E vcs vão ver mas não vou falar + nada pq meu tempo acabou.

1 Rodada da Eurocopa:Grupo D


ESPANHA 4X1 RÚSSIA
Espanha joga bem na estréia e vence a Rússia com show de David Villa


A Espanha começou com pé direito a sua participação no Grupo D da Eurocopa ao vencer a Rússia por 4 a 1, nesta quarta-feira, no estádio Tivoli Neu, em Innsbruck, na Áustria. O destaque foi o atacante David Villa, autor de três gols no triunfo espanhol (Fábregas, em condição irregular, completou para os vencedores). Pavlyuchenko descontou.



Com o desempenho, Villa assume a artilharia da competição, tomando o lugar que antes era ocupado por Podolski, da Alemanha, autor de dois gols na vitória sobre a Polônia.



Depois de dez minutos de um jogo estudado, a Espanha conseguiu se impor e passou a dominar as ações. Com mais posse de bola e contando com o talento dos seus jogadores de meio-campo, a Fúria ameaçou o goleiro Akinfeev algumas vezes até abrir o placar aos 20. Fernando Torres pressionou o zagueiro Shirokov e acabou tomando a bola. O atacante entrou na área e não foi fominha, rolando para Villa fazer 1 a 0 com o gol vazio.

O gol animou a Espanha. Mas a Rússia não sentiu o golpe. Pelo contrário, foi para cima, utilizando as tabelas rápidas para entrar no sistema defensivo adversário. Um minuto depois do gol, o time de Guus Hiddink desperdiçou a chance de empatar. Shirokov foi ao fundo e rolou para a área. Pavlyuchenko, bem colocado, pegou de primeira, mas a bola explodiu na trave, para a felicidade espanhola.

O campo sem buracos e o gramado molhado pela chuva facilitaram o toque de bola, e a partida ganhou em velocidade. As chances foram se alternando, mas a Espanha levava mais perigo. Fernando Torres, impossível de parar, levava a defesa russa à loucura. Mas o segundo gol da Fúria não foi dele. Villa, novamente, recebeu passe em profundidade de Iniesta e tocou na saída do goleiro.



A Rússia não voltou a mesma para o segundo tempo. A eficiência do seu toque de bola ficou no vestiário. A Espanha, satisfeita com a vantagem, se fechou e passou a explorar os contra-ataques. Em um deles, aos 30, o perigoso David Villa recebeu de Cazorla, driblou Kolodin e chutou sem defesa.



O gol não diminuiu o ímpeto russo, que seguiu em busca do gol de honra. E ele veio aos 40, com Pavlyuchenko, após cobrança de escanteio. Mas antes do fim do jogo, em mais um contra-ataque, Fábregas, impedido, aproveitou o rebote do goleiro Akinfeev em chute de Xavi para fechar o placar.



Ficha técnica:
ESPANHA 4 x 1 RÚSSIA
ESPANHA
Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Marchena e Capdevila; David Silva (Xabi Alonso), Marcos Senna, Xavi e Iniesta (Cazorla); David Villa e F.Torres (Fábregas).
Técnico: Luis Aragonés.
RÚSSIA
Igor Akinfeev; Alexander Anyukov, Shirokov, Kolodin. Zhirkov; Sychev (Bystrov) (Adamov), Zyrianov, Semak, Semshov (Torbinsky) e Bilyaletdinov; Roman Pavlyuchenko
Técnico: Guus Hiddink.
Gols: Villa, aos 20 e aos 43 minutos do primeiro tempo; David Villa, aos 30, e Pavlyuchenko, aos 40 minutos, e Fábregas, aos 46 do segundo tempo.
Estádio: Tivoli Neu, em Innsbruck (Áustria). Data: 10/06/2008.
Árbitro: Konrad Plautz, da Áustria.
Auxiliares: Egon Bereuter e Markus Mayr.


GRÉCIA 0X2 SUÉCIA
Suecos desbancam a campeã Grécia

Num jogo pouco empolgante e de qualidade técnica pobre, a Suécia derrotou nesta terça-feira a atual campeã européia, a Grécia, por 2 a 0. A partida, válida pelo Grupo D da Eurocopa , foi disputada em Salzburgo, na Áustria. Ibrahimovic e Hansson fizeram os gols do jogo.



Com o resultado, a Suécia termina a primeira rodada com três pontos e em segundo lugar no Grupo D, atrás da Espanha no saldo de gols (3 contra 2). A Fúria goleou a Rússia por 4 a 1 , mais cedo. Com isso, russos e gregos seguem sem pontos. Estas seleções se enfrentam no próximo sábado, dia em que Espanha e Suécia também duelam, mas pela ponta do grupo.



O jogo teve um gostinho especial para o craque Ibrahimovic. Artilheiro do Inter de Milão, o camisa 10 não marcava pela seleção sueca desde 2005 (13 jogos). O gol da quebra do jejum, por sinal, foi muito bonito (uma bomba de fora da área que entrou no ângulo).





Grécia arma ferrolho e se dá mal



Em campo, o primeiro tempo foi muito ruim. Os gregos entraram com uma linha de cinco defensores e um meio-de-campo com dois volantes de marcação. A Suécia tinha dois homens de frente (Ibra e o veterano Larsson), mas pouco conseguiu criar antes do intervalo diante do ferrolho do rival.

Charisteas, autor do gol do título grego em 2004, foi o único a demonstrar lucidez em seu time. No lado sueco, apesar do domínio territorial, o poder de penetração não foi grande a maior parte do jogo.



No segundo tempo, quando a partida já dava a impressão de caminhar para o empate, Ibrahimovic resolveu tirar um coelho da cartola, aos 22. O craque acertou uma bomba de fora da área, que entrou na gaveta de Nikopolidis. Golaço.



A Grécia tentou então sacar um de seus três zagueiros de área (Dellas) para lançar o atacante Amanatidis. A mudança não deu certo e quem chegou ao gol foram os suecos. Aos 27, em lance muito confuso dentro da área, o zagueiro Hansson, quase embaixo da trave, trombou com Kyrgiakos, estourou com Seitaridis e viu a bola entrar pelo meio das pernas do goleiro Nikopolidis. Foi a pá de cal para os gregos.



Ficha técnica:
GRÉCIA 0 x 2 SUÉCIA
GRÉCIA
Nikopolidis, Seitaridis, Kyrgiakos, Antzas, Dellas (Amanatidis) e Torosidis; Basinas, Katsouranis, Karagounis e Charisteas; Gekas (Samaras).
Técnico: Otto Rehhagel.
SUÉCIA
Isaksson, Alexandersson (Stoor), Mellberg, Hansson e Nilsson; Svensson, Wilhelmsson (Rosenberg), Ljungberg, e Andersson; Henrik Larsson e Ibrahimovic (Elmander).
Técnico: Lars Lagerbäck.
Gols: Ibrahimovic, aos 22, e Hansson, aos 27 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Charisteas, Seitaridis e Torosidis (GRE). Cartão vermelho: -.
Estádio: Wals-Siezenheim, em Salzburgo, Áustria. Data: 10/06/2008.
Árbitro: Massimo Busacca (SUI).
Auxiliares: Matthias Arnet (SUI) e Stéphane Cuhat (SUI).

segunda-feira, 9 de junho de 2008

1 Rodada da Eurocopa:Grupo C


FRANÇA 0X0 ROMÊNIA
Com Henry no banco, França decepciona e fica no empate sem gols com a Romênia

França e Romênia abriram o Grupo da Morte da Eurocopa com um decepcionante empate por 0 a 0, no estádio Letzigrund, em Zurique, na Suíça. Foi a pior partida até o momento na competição. Detalhe para a ausência de Henry, que teria discutido com o técnico Raymond Domenech antes do jogo. Ele ficou no banco de reservas e não entrou durante a partida, mesmo com o seu time sofrendo para criar chances.



A França também atuou sem o volante Vieira, ainda lutando para se recuperar de uma lesão muscular na coxa esquerda. O jogador do Inter de Milão segue no grupo, apesar de não ter recebido previsão de retorno.



Não foi apenas pela ausência de Henry que a França fez um primeiro tempo ruim. Os meias Ribery e Malouda não funcionaram como deveriam, municiando pouco os homens de frente. Ribery até que se movimentou mais, buscando o jogo pelos dois lados do campo. Malouda, no entanto, foi mal demais. Aliás, quase todo time francês. Benzema e Anelka, isolados, tiveram poucas chances de gol.



A França teve mais posse de bola, mas decepcionou na criação das jogadas. A Romênia conseguiu segurar os favoritos com uma estratégia conhecida: contra-ataques. Assim, fez o tempo passar, levando o 0 a 0 para o intervalo.



O marasmo continuou no segundo tempo. Basicamente, a Romênia continuou fechadinha, preocupada muito mais em desarmar do que em construir jogadas. E a França, apesar de ter mais a bola, não conseguia trocar três passes em seqüência.



O técnico Raymond Domenech também colaborou. Ele deixou para substituir Anelka, mal no jogo, aos 26. No entanto, lançou Gomis, mantendo Henry no banco de reservas. Nos minutos finais, a França ainda tentou o gol salvador em uma jogada de Ribery, mas o goleiro Lobont segurou, mantendo o empate sem graça no placar.



Ficha técnica:
ROMÊNIA 0 x 0 FRANÇA
ROMÊNIA
Lobont; Cosmin Contra, Gabriel Tamas, Goian e Rat; Cocis (Paul Codrea), Radoi (Dica) e Chivu; Nicolita, Mutu (M. Niculae) e D. Niculae.
Técnico: Victor Piturca.
FRANÇA
Coupet; Sagnol, Lilian Thuram, Gallas e Abidal; Claude Makelele, Toulalan, Ribery e Malouda; Benzema (Nasri) e Nicolas Anelka (Gomis).
Técnico: R. Domenech.
Cartões amarelos: Contra, Goian e Niculae (Romênia); Sagnol (França). Cartão vermelho:
Estádio: Letzigrund, em Zurique (Suíça). Data: 09/06/2008. Árbitro: Manuel González. Auxiliares: Juan Carlos Jiménez e Jesús Calvo Guadamuro.

HOLANDA 3X0 ITÁLIA
Holanda atropela a campeã mundial Itália e lidera o grupo da morte


A campeã mundial Itália provou de seu próprio veneno nesta terça-feira. A Azzurra foi goleada pela Holanda por 3 a 0, no Stade de Suisse, em Berna, sofrendo dois gols em contra-ataques, habitualmente a principal arma do futebol italiano (Sneijder e Van Bronckhorst marcaram). Van Nistelrooy abriu o marcador com um gol irregular (estava impedido).



Com o resultado, a Holanda lidera isolada o Grupo C da Eurocopa , com três pontos, contra um de França e Romênia, que mais cedo empataram por 0 a 0. A Itália, que não perdia por 3 a 0 há 25 anos, termina a primeira rodada sem pontos. Na sexta-feira, as quatro seleções do considerado grupo da morte voltam a campo: italianos enfrentam romenos e holandeses encaram franceses.



A partida desta terça foi o maior clássico até aqui na Eurocopa. A Holanda foi superior no primeiro tempo, quando construiu vantagem de 2 a 0. No segundo, embora tendo menos a bola, os holandeses souberam se segurar e matar a peleja quando precisaram.





Gol irregular alavanca goleada



O jogo começou equilibrado mas, aos poucos, a Holanda passou ser mais perigosa. Sneijder, por duas vezes de fora da área, teve boas oportunidades, mas errou o alvo. Ainda antes dos 20 minutos, Van Nistelrooy saiu cara a cara com Buffon, mas se enrolou ao tentar driblar o goleiro e desperdiçou ótima oportunidade.

Aos 26, no entanto, o artilheiro do Real Madrid não perdoou. Após cobrança de falta pelo lado direito, a bola foi até o segundo pau e o goleiro Buffon afastou mal, para o meio da área. Van Bronckhorst pegou a sobra e emendou um chute cruzado. Van Nistelrooy, na entrada da pequena área e em posição de impedimento, escorou para a rede. A arbitragem confirmou o gol irregular.

O lance fez o jogo esquentar e a Itália partiu em busca do empate. Por pouco a Azzurra não conseguiu seu gol aos 30, após escanteio da esquerda que desviou no holandês Ooijer e obrigou Van Bronckhorst a salvar em cima da linha.



O próprio Van Bronckhorst, na seqüência, recebeu bola de Van der Vaart e armou o contragolpe mortal que resultou no segundo gol holandês. Depois de avançar pelo lado esquerdo, o lateral lançou Kuyt no lado direito da área. O atacante escorou para o meio e Sneijder, com um toque por cima de Buffon, ampliou a vantagem da Holanda.

Mesmo com 2 a 0 contra, a Itália não baixou a guarda. Em chute rasteiro, Di Natale obrigou Van der Sar a fazer grande defesa para evitar o primeiro da Azzurra. Daí até o intervalo, o jogo ficou um pouco violento, com trocas de pequenas agressões entre os jogadores e com poucas chances de gol. A melhor antes do fim da primeira etapa ainda foi da Holanda. Van Nistelrooy ficou uma vez mais de cara com Buffon, mas bateu em cima do goleiro e perdeu gol feito.





Donadoni mexe no time da Itália, mas de nada adianta



No segundo tempo, a Itália voltou mais animada e, como a Holanda se apresentou retraída, foi a Azzurra quem dominou as ações. Logo aos cinco minutos, Zambrotta fez grande jogada e por pouco não diminuiu.



O técnico Roberto Donadoni lançou Grosso na vaga de Materazzi. O lateral entrou como de costume no lado esquerdo. Sendo assim, Zambrotta passou para a direita e Panucci foi deslocado para a zaga central.



A tentativa de tornar a Itália mais ofensiva até que surtiu efeito, mais por conta da postura defensiva adotada pela Holanda do que pela inicativa de Grosso no ataque. Aos 18, Del Piero entrou na vaga de Di Natale e deu movimentação mais interessante ao setor ofensivo italiano. Com cinco minutos em campo, o veterano deu dois chutes perigosos.



Bem postada na defesa, a Holanda procurou cozinhar o jogo até o fim. Na base da raça, a Itália, que ainda trocou o meia Camoranesi por Cassano, teve duas grandes chances de gol: na primeira, Luca Toni isolou, depois, Grosso chutou em cima do goleiro Van der Sar.



Aos 34, aconteceu o lance que decidiu a partida. Pirlo por pouco não fez para a Itália, de falta, e no contra-ataque, a Holanda fez o terceiro. Kuyt recebeu livre na área e bateu para grande defesa de Buffon. O meia-atacante do Liverpool pegou o rebote e cruzou para Van Bronckhorst, livre, testar para a rede e sacramentar o passeio laranja em Berna.



Ficha técnica:
HOLANDA 3 x 0 ITÁLIA
HOLANDA
Van der Sar, Ooijer, Boulahrouz (Heitinga), Mathijsen e Van Bronckhorst; De Jong, Engelaar, Kuyt (Afellay), Van der Vaart e Sneijder; Van Nistelrooy (Van Persie).
Técnico: Marco van Basten.
ITÁLIA
Buffon, Panucci, Barzagli, Materazzi (Grosso) e Zambrotta; Pirlo, Ambrosini, Gattuso, Camoranesi (Cassano) e Di Natale (Del Piero); Luca Toni.
Técnico: Roberto Donadoni.
Gols: Van Nistelrooy, aos 26 e Sneijder, aos 31 minutos do primeiro tempo; Van Bronckhorst, aos 34 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: De Jong (HOL); Luca Toni, Zambrotta e Gattuso (ITA).
Estádio: Stade de Suisse, em Berna (SUI). Data: 09/06/2008.
Árbitro: Peter Fröjdfeldt (SUE).
Auxiliares: Stefan Wittberg (SUE) e Henrik Andrén (SUE).

domingo, 8 de junho de 2008

5 Rodada:Série A


SPORT 2X0 PALMEIRAS
Reservas do Sport desbancam o Palmeiras na Ilha do Retiro

Após ser eliminado na Ilha do Retiro, pela Copa do Brasil, o Palmeiras voltou ao estádio para perder novamente para o Sport, desta vez com time reserva, na tarde deste domingo, pelo Brasileiro. O anfitrião tomou conta do jogo, fez 2 a 0 e não deu chances para o time paulista.

Com o resultado, o Leão soma agora oito pontos e está entre os dez primeiros colocados. Já o Verdão tem sete pontos, também na mesma faixa de classificação do adversário. Na próxima rodada, o Palmeiras recebe o Cruzeiro, na quinta-feira, e o Sport encara o Figueirense fora de casa, no sábado.

Com reservas, Sport domina

O Palmeiras entrou em campo com a idéia de se vingar da eliminação na Copa do Brasil. E, teoricamente, teria facilidade. Afinal, o Sport foi escalado com um time quase todo formado por reservas pelo técnico Nelsinho Baptista. Mas não sentiu o desentrosamento. Empolgado com sua torcida e por estar na final Copa do Brasil, cujo segundo jogo será na próxima quarta-feira diante do Corinthians, o Leão do Norte não se intimidou na Ilha do Retiro.

Aos oito minutos, Roger perdeu uma chance incrível de abrir o placar. O atacante se livrou da marcação na entrada da área mas demorou para finalizar. No minuto seguinte, Marcos fez bela defesa em chute de Diogo. Aos 24, ele cobrou falta perto da grande área com categoria e acertou o travessão.

Com o campo em péssimo estado, o Palmeiras não conseguia se encontrar. Os criativos jogadores do meio-campo pareciam sem inspiração. O grande número de faltas também incomodava a equipe de Vanderlei Luxemburgo.

O Sport dominou todo o primeiro tempo, mas falhou nas finalizações. Não fosse por isso, o Leão teria ido para o intervalo em vantagem. Os próprios jogadores deixaram o campo dizendo que esperavam mais resistência por parte do time alviverde.

O Palmeiras falhou na marcação, principalmente na saída de bola, e facilitou demais o trabalho para a equipe pernambucana. Com maior volume de jogo, o Leão deu muito trabalho ao adversário durante todo o primeiro tempo. O Verdão, por outro lado, se mostrou covarde. E não levou perigo em nenhum momento ao goleiro Cléber.

Gols para consolidar melhor atuação

Luxemburgo sacou Denílson e escalou Jumar para distribuir melhor a marcação. Mas o Sport seguiu com marcação forte e boas chances de ataque. Aos quatro minutos, um chute forte de Luciano Henrique passou à esquerda do gol de Marcos.

De tanto insistir, o Sport conseguiu o gol. Aos 13, Luciano Henrique tabelou com Roger e chutou. Marcos espalmou, mas o jogador pegou o rebote e arriscou novamente. A bola ainda tocou na cabeça de Maurício antes de atingir a rede.

Nem o gol sofrido mudou a postura do Palmeiras. O visitante seguia preso pela marcação do Sport, sem conseguir criar chances. Luxa colocou Lenny no time para tentar mais jogadas ousadas. Mas não parecia animado, preferindo acompanhar o jogo do banco de reservas. No último jogo, contra o Atlético-PR, ele gritou bastante com a equipe, o que não aconteceu desta vez.

Com o gol, o Sport ainda arriscava em busca do segundo, mas jogava com mais tranqüilidade, trabalhando a posse de bola. O Palmeiras só passou a pressionar mesmo nos minutos finais, para tentar pelo menos o empate. Mas foi o Sport que ampliou, aos 42, após cruzamento pela esquerda de Alex. E a torcida terminou o jogo gritando: "um, dois, três, o Luxa é freguês".

Ficha do Jogo
SPORT 2X0 PALMEIRAS
Sport
esquema 4-4-2
GOL Cléber
MEI Diogo
ZAG Igor
(ZAG Durval)
ZAG César
MEI Fábio Gomes
MEI Bia
MEI Everton
MEI Junior Maranhão
MEI Juninho
(MEI Alex)
ATA Roger
MEI Luciano Henrique
Técnico:Nelsinho Baptista
Palmeiras
esquema 4-4-2
GOL Marcos
LAT Élder Granja
ZAG Gustavo
ZAG Maurício
LAT Leandro
MEI Pierre
(MEI Sandro Silva)
MEI Leo Lima
(ATA Lenny)
MEI Diego Souza
MEI Valdivia
MEI Denílson
(MEI Jumar)
ATA Alex Mineiro
Técnico:Vanderlei Luxemburgo

Brasileirão 2008
5ª Rodada Dom, 08/06/2008, 16h00
Gols
2ª Tempo
13' - Luciano Henrique (SPT)
41' - Roger (SPT)

Cartão Amarelo:Leo Lima (PAL),Denílson (PAL),Maurício (PAL),Junior Maranhão (SPT),Roger (SPT),Diogo (SPT),Juninho (SPT)


Arbitragem
Jailson Macedo Freitas
Griselildo de Souza Dantas (PB)
Altemir Hausmann (RS)

PORTUGUESA 3X1 INTERNACIONAL
Lusa passa pelo Inter e vence a primeira no Brasileirão


A Portuguesa conseguiu a sua primeira vitória no Brasileirão 2008 em cima de um dos times apontados como favoritos à conquista do título: o Internacional, em seu primeiro jogo sem o técnico Abel Braga. Com boa participação do ex-gremista Patrício, com duas assistências, e do atacante Washington, que entrou no segundo tempo e fez um dos gols, a Lusa derrotou o Colorado por 3 a 1, de virada, no Canindé, pela quinta rodada. Bruno Patrício e Diogo também marcaram para o time paulista, e Nilmar fez o dos gaúchos.

O Inter, que foi comandado pelo interino Guto Ferreira, segue com quatro pontos na classificação, enquanto a Portuguesa sobe para cinco. As duas equipes voltam a entrar em campo no próximo sábado, dia 14. A Portuguesa joga mais uma vez em casa, contra o Atlético-PR. O Inter volta para o Beira-Rio e recebe o Botafogo, possivelmente com um novo treinador.

Gol logo no início
O primeiro bom chute a gol foi do Inter, aos cinco minutos, com Alex pela direita, mas o goleiro André Luís fez boa defesa. A Lusa respondeu em seguida, com Edinho acertando a rede pelo lado de fora após passe de Patrício. Mas, aos oito, em cobrança de falta de Alex pela esquerda, Nilmar subiu mais alto que todos e cabeceou sem chances para o goleiro, abrindo o placar. O atacante colorado estava um pouco à frente no momento da cobrança de falta.

Não eram nem dez minutos, quando a torcida anfitriã começou a dar sinais de impaciência nas arquibancadas do Canindé. E o atacante Diogo parece ter sentido a pressão, já que deu um chute em Marcão sem bola, fora do lance, longe da vista do árbitro Wagner Tardelli. Mas Christian respondeu aos anseios da torcida e, aos 24, quase empatou de falta mandando a bola na trave esquerda de Renan. O restante da etapa inicial foi uma sucessão de passes errados e de faltas desnecessárias por parte das duas equipes.

Reação da Lusa
A Lusa, que já vinha melhorando no fim do primeiro tempo, voltou ainda melhor do intervalo. O atacante Washington entrou no lugar de Christiam e empatou o jogo logo em sua primeira participação. O ex-Palmeiras cabeceou no cantinho após cobrança de escanteio de Patrício. Em seguida, Diogo quase virou o jogo chutando no canto, assustando o goleiro Renan.

O Colorado trocou Andrezinho por Adriano, mas continuou com dificuldades chegar à área. Aos dez minutos, Diogo sofreu falta na entrada da área. E mais uma vez, Patrício cruzou com perfeição, desta vez na cabeça de Bruno Rodrigo, que meteu a bola nas redes, virando o jogo para a Lusa.

Aos 20 minutos, Washington, que entrou mudando o rumo do jogo, entrou na área botando a bola entre as pernas de Guiñazu. Mas logo depois, caiu após entrada de Ricardo Lopes, em lance duvidoso. Wagner Tardelli não titubeou e apitou pênalti. Diogo bateu com perfeição e marcou o terceiro para a Portuguesa.

Assustado, o goleiro Renan quase entregou mais um gol em um lance bizarro aos 23. Ao tentar driblar Edno, o camisa 1 foi obrigado a chutar em direção à sua meta para evitar um desastre maior. Adriano teve uma chance de diminuir aos 26, mas acertou a rede pelo lado de fora. Mas, a Lusa soube segurar o resultado e garantir os primeiros três pontos, dando um tempo na crise que ameaçava o técnico Vágner Benazzi. No fim, Alex foi expulso de campo ao reclamar de uma falta não marcada e receber o segundo amarelo.

Ficha do Jogo
PORTUGUESA 3X1 INTERNACIONAL
Portuguesa
esquema 4-4-2
GOL André Luis
LAT Patrício
ZAG Bruno Rodrigo
ZAG Halisson
LAT Bruno Recife
MEI Dias
MEI Erick
(LAT Wilton Goiano)
MEI Preto
(MEI Carlos Alberto)
MEI Edno
ATA Diogo
ATA Christian
(ATA Washington)
Técnico:Vágner Benazzi
Internacional
esquema 4-4-2
GOL Renan
LAT Ricardo Lopes
(LAT Ramon)
ZAG Índio
ZAG Orozco
ZAG Marcão
MEI Edinho
MEI Magrão
(ATA Taison)
MEI Guiñazu
MEI Andrezinho
(ATA Adriano)
ATA Nilmar
MEI Alex
Técnico:Guto Ferreira

Brasileirão 2008
5ª Rodada Dom, 08/06/2008, 16h00
Gols 1ª Tempo
8' - Nilmar (INT)

2ª Tempo
10' - Bruno Rodrigo (Portuguesa)
1' - Washington - não usar (Portuguesa)
20' - Diogo (Portuguesa)

Cartão Amarelo:Ramon (INT),Guiñazu (INT),Ricardo Lopes (INT),Bruno Recife (Portuguesa)
Cartão Vermelho:Alex (INT)

Arbitragem
Wagner Tardelli Azevedo
Fabricio Vilarinho da Silva (GO)
Jesmar Benedito Miranda de Paula (GO)


GRÊMIO 2X1 FLUMINENSE
Grêmio passa pelo Fluminense no Olímpico em tarde de Perea: 2 a 1

O Grêmio derrotou o Fluminense por 2 a 1 na tarde deste domingo, no Estádio Olímpico, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, e chegou ao dez pontos ganhos, ao lado do Náutico, três a menos que o líder Flamengo. Já o Flu, cujas atenções estão voltadas para a decisão da Libertadores, amargou sua quarta derrota em cinco jogos e permanece na última colocação, com apenas um ponto conquistado. Perea fez os dois gols do Grêmio, e Dodô marcou para o Fluminense.

Primeiro tempo

O jogo começou com o Fluminense partindo para o ataque. Logo no primeiro minuto, Dodô, que entrou no time principal no lugar de Arouca, fez belo passe para Washington, mas a arbitragem, acertadamente, marcou impedimento do atacante tricolor, que estava poucos centímetros à frente da linha de zaga gremista. Os gaúchos deram o troco dois minutos depois. Após um passe errado de Conca, Reinaldo encheu o pé, mas Fernando Henrique defendeu com segurança, no meio do gol.

A partir daí, o jogo ficou muito amarrado no meio, com as defesas se sobressaindo sobre os ataques. O árbitro Evandro Roman irritou os jogadores do Fluminense em algumas jogadas, por causa dos critérios distintos na marcação das faltas. Nas bolas divididas, o juiz normalmente apontava falta a favor dos gremistas.

Aos 21 minutos, Thiago Neves fez bela assistência para Washington, mas o atacante do Flu escorregou quando poderia ter avançado ou mesmo tocar para Dodô, que estava completamente livre de marcação. No minuto seguinte, Roger, do Grêmio, cavou falta quase em cima da linha da grande área, pela esquerda. Na cobrança, o meia cobrou no meio do gol e Fernando Henrique mandou a escanteio.

Perea abre abre o placar

Na reposição, saiu o gol do Grêmio. Roger cobrou o escanteio pela esquerda e Pereira cabeceou para o chão. Fernando Henrique ainda fez uma difícil defesa, mas no rebote, Perea, livre, não teve dificuldade de mandar a bola para o fundo da rede do Fluminense.

O gol não mudou a característica do jogo, que continuou concentrado no meio. Aos 34, um lance curioso: Carlinhos, que começou a partida no lugar de Gabriel, poupado, cruzou pela direita. Desacostumado a receber cruzamentos com bola rolando por ali, já que não é uma característica de Gabriel, Washington se assustou e errou a conclusão, cabeceando para fora, sem perigo para Victor.

No último minuto do primeiro tempo, o Fluminense criou sua melhor chance. Roger fez falta por trás em Thiago Neves e, na cobrança, de longe, o camisa 10 do Fluminense por pouco não acertou o ângulo direito de Victor, que passou a primeira etapa sendo um espectador privilegiado do jogo.

Segundo tempo

No início da segunda etapa foi o Grêmio que partiu com tudo para cima do Fluminense. No primeiro minuto, Roger fez boa jogada pela esquerda, entrou na área tricolor e chutou com perigo, para boa defesa de Fernando Henrique. Três minutos depois, o camisa 10 do Grêmio bateu falta pela direita e o goleiro tricolor afastou, de soco.

Aos nove minutos, o Grêmio chegou ao segundo gol, novamente com Perea, que recebeu pelo lado esquerdo, deu um belo drible em Thiago Silva e chutou no canto direito de Fernando Henrique, que nada pôde fazer.

Para complicar ainda mais a situação do Fluminense, aos 12 minutos, Thiago Neves abriu os braços para proteger a bola e acertou o rosto de Felipe. Evandro Roman entendeu que o jogador do Fluminense agrediu propositalmente o adversário e mostrou o cartão vermelho para o meia.

Com a vantagem no placar e em campo, o Grêmio quase marcou o terceiro gol aos 16. Em mais uma falta na entrada da área, Roger acertou a barreira montada por Fernando Henrique, mas no rebote acertou o canto esquerdo e obrigou o goleiro tricolor a fazer grande defesa.

Flu diminui com Dodô

Aos 26, o Fluminense tentou diminuir a diferença. O argentino Conca, mais uma vez o melhor do time carioca, chutou com perigo, mas Victor mandou para escanteio. Na cobrança, foi a vez de Roger obrigar o goleiro gremista a se esticar todo para evitar o primeiro gol carioca, que só saiu seis minutos depois. Em cobrança de escanteio, Evandro Roman entendeu que Reinaldo segurou Dodô pela camisa e marcou pênalti. Na cobrança, o próprio Dodô cobrou com precisão, no canto direito de Victor e marcou seu segundo gol na competição.

O gol animou o Fluminense, que apesar de ter um homem a menos, passou a pressionar com as entradas de Arouca, Maurício e Tartá. Mas, bem postado na defesa, sobretudo após as entradas de Makelele e Amaral, o Grêmio conseguiu segurar o resultado e conquistar sua quarta vitória no campeonato.

Ficha do Jogo
GRÊMIO 2X1 FLUMINENSE
Grêmio
esquema 3-5-2
GOL Victor
ZAG Leo
ZAG Pereira
ZAG Rever
LAT Felipe
MEI Eduardo Costa
(MEI Amaral)
MEI Rafael Carioca
MEI Roger
LAT Helder
ATA Reinaldo
(MEI Makelele)
ATA Perea
Técnico:Celso Roth
Fluminense
esquema 4-4-2
GOL Fernando Henrique
LAT Carlinhos
ZAG Thiago Silva
ZAG Luiz Alberto
LAT Roger
MEI Ygor
(MEI Arouca)
MEI Cícero
(MEI Maurício)
MEI Darío Conca
MEI Thiago Neves
ATA Washington
(MEI Tartá)
ATA Dodô
Técnico:Renato Gaúcho

Brasileirão 2008
5ª Rodada Dom, 08/06/2008, 16h00
Gols 1ª Tempo
23' - Perea (GRE)

2ª Tempo
9' - Perea (GRE)
33' - Dodô (FLU)

Cartão Amarelo:Felipe (GRE),Perea (GRE),Pereira (GRE),Eduardo Costa (GRE),Reinaldo (GRE),Roger (GRE),Darío Conca (FLU),Luiz Alberto (FLU),Ygor (FLU)
Cartão Vermelho:Thiago Neves (FLU)

Arbitragem
Evandro Rogerio Roman
José Carlos Dias Passos (PR)
José Amilton Pontarolo (PR)

ATLÉTICO-PR 5X0 GOIÁS
Furacão goleia o Esmeraldino por 5 a 0 na Arena da Baixada


Não poderia ser melhor. A torcida do Furacão está em festa. O Atlético-PR, com boa atuação principalmente no segundo tempo, contou com a competência e a sorte para golear o Goiás por 5 a 0, neste domingo, na Arena da Baixada, pela quinta rodada do Brasileirão. Alan Bahia (2), Antônio Carlos, Marcelo Ramos (pênalti) e Pedro Oldoni marcaram os gols que deram ao Rubro-Negro paranaense a primeira vitória em casa neste campeonato.

Com o resultado, o time paranaense chega aos oito pontos ganhos na tabela de classificação. A equipe goiana, que apesar da desvantagem no primeiro tempo de 2 a 0 não se apresentava mal - o time se perdeu na segunda etapa -, continua com três pontos ganhos e ocupa a zona de rebaixamento, no penúltimo lugar.

Furacão aproveita chances

Dava para se perceber, na escalação das equipes, a proposta inicial dos treinadores. Se o Goiás optava por três volantes - Amaral, Pituca e Ramalho - para acertar a marcação e dominar o meio-campo, o Atlético Paranaense arriscava o esquema ofensivo com três atacantes - Wallysson, Marcelo Ramos e William.

A equipe goiana conseguiu ter mais a posse de bola na partida, mas não traduziu em gols o domínio do primeiro tempo - o time perdeu inúmeras oportunidades. E o Furacão, com o trio de atacantes, chegou aos 2 a 0 nos primeiros 45 minutos, curiosamente, com dois gols marcados por jogadores de defesa - o zagueiro Antônio Carlos e o volante Alan Bahia - em momentos nos quais era dominado pelo adversário.

Zagueiro Antônio Carlos, de cabeça, abriu o placar para o Furacão Mas com dois minutos de jogo, o trio ofensivo do Furacão assustou a defesa goiana. Wallysoon, Marcelo Ramos e William trocaram passes, e o último chegou atrasado no lance. Depois, o meio-campo do Esmeraldino passou a roubar as bolas, e o time arriscava o ataque, principalmente pelo lado do lateral Vítor, quando foi surpreendido. Aos 11 minutos, em cobrança de escanteio pela direita de Netinho, o zagueiro Antônio Carlos subiu mais que a defesa alviverde e testou firme, sem defesa para Harlei: Furacão 1 a 0.

Se Netinho incomodava a defesa goiana, o Esmeraldino tinha mais posse de bola e em Vítor, pelo lado direito, a melhor opção para tentar o empate. Aos 19, ele encontrou Alex Terra desmarcado pelo meio, que bateu, de longe, assustando Vinícius. Quem também começava a aparecer era Paulo Baier, Aos 22, deu lindo passe de calcanhar para Ramalho, que deixou Alex Terra na cara do gol, mas o jogador chegou atrasado no lance.

Com tantas chances desperdiçadas, o Goiás acabou levando um susto aos 29 minutos. Numa roubada de bola no meio-campo, o Furacão puxou um bom contra-ataque que quase deu no segundo gol. Netinho, sempre ele, pela direita, lançou Wallysson, que surgiu em velocidade e bateu com violência na trave. O troco do Alviverde foi aos 32. Fabinho fez boa jogada pela esquerda para Alex Terra, que mandou na trave.

Nada dava certo para o Esmeraldino. Melhor para o Furacão, que aos 35 ampliou o placar. Alan Bahia dominou perto da meia-lua e tocou para Marcelo Ramos, que matou mal a bola. Ela voltou justamente para Alan Bahia, que de cara para o goleiro não desperdiçou, batendo firme: 2 a 0. Ao fim do primeiro tempo, o atacante rubro-negro Marcelo Ramos resumiu bem o que foi a superioridade no placar.

- Soubemos aproveitar bem as oportunidades, mas estamos perdendo bolas no meio-campo e falhando na marcação

Do lado goiano, o goleiro Harlei lamentou.

- Estávamos bem no jogo, mas acabamos tomando um gol de bola parada que não podíamos. Tínhamos sido alertados disso.

Corredor polonês e mais três gols

O desenho das equipes mudou no segundo tempo. Roberto Fernandes tirou um atacante, Wallysson, para pôr o meia Irênio, retornando ao 4-4-2. Do lado goiano, Oswaldo Alvarez, o Vadão, esperou mais um pouco para abrir a equipe. Aos 11 minutos, sacou um volante, Pituca, para pôr o atacante Rinaldo. O time ficou mais aberto, e isso foi fatal para a goleada sofrida (assista ao lado aos melhores momentos).

Antes disso, o camisa 10, Paulo Baier, atingido por um copo de plástico pela torcida do Furacão, deu inicio a uma cena inusitada. Ao fazer a reclamação e levar o objeto para o árbitro Paulo Cesar Oliveira, despertou preocupação na torcida do Atlético. Temerosos de que o clube seja punido com a perda do mando de campo, os torcedores trataram de identificar o agressor para que fosse retirado do estádio. Só que começaram a agredi-lo. Mesmo escoltado por policiais, o causador do tumulto foi obrigado a passar por um corredor polonês, recebendo socos e tapas.

Em campo, o Furacão dominava o meio-campo. Não demorou a chegar ao terceiro gol. E de bola parada. Deslocado pela esquerda, o lateral Nei centrou para Alan Bahia, que, livre, cabeceou sem defesa para Harlei, aos 19 minutos.

O Esmeraldino se perdia em campo. Para piorar, o volante Amaral cometeu uma falha clamorosa ao pegar com a mão a bola dentro da área, achando que o árbitro havia marcado falta na jogada anterior. Estava enganado. Acabou fazendo pênalti, que Marcelo Ramos não desperdiçou: 4 a 0, aos 30 minutos.

Tudo dava certo para o Furacão. Mal Pedro Oldoni entrou, no lugar de William, recebeu um presente do goleiro Harlei, que saiu mal do gol, para tocar de cabeça e ampliar para 5 a 0, aos 35 minutos. A festa estava completa.


Ficha do Jogo
ALTÉTICO-PR 5X0 GOIÁS
Atlético-PR
esquema 4-3-3
GOL Vinícius
LAT Nei
ZAG Danilo
ZAG Antônio Carlos
LAT Piauí
MEI Alan Bahia
MEI Valencia
MEI Netinho
(MEI Gabriel Pimba)
ATA Willian
(ATA Pedro Oldoni)
ATA Marcelo Ramos
ATA Wallyson
(MEI Irênio)
Técnico:Roberto Fernandes
Goiás
esquema 4-4-2
GOL Harlei
LAT Vitor
ZAG Ernando
ZAG Henrique
MEI Fabinho
MEI Amaral
MEI Pituca
(ATA Rinaldo)
MEI Paulo Baier
(MEI Fábio Bahia)
MEI Ramalho
MEI Felipe
(MEI Juliano)
ATA Alex Terra
Técnico:Vadão

Brasileirão 2008
5ª Rodada Dom, 08/06/2008, 16h00
Gols 1ª Tempo
11' - Antônio Carlos (APR)
35' - Alan Bahia (APR)

2ª Tempo
31' - Marcelo Ramos (APR)
36' - Pedro Oldoni (APR)
19' - Alan Bahia (APR)

Cartão Amarelo:Piauí (APR)

Arbitragem
Paulo Cesar Oliveira
Márcio Luiz Augusto (SP)
Marcelino Tomaz de Brito Neto (SP)

CRUZEIRO 1X0 VASCO
Com gol polêmico, Cruzeiro vence o Vasco e encosta no Flamengo


Foi suado, mas o Cruzeiro venceu o Vasco por 1 a 0, neste domingo, no Mineirão, e voltou a encostar no Flamengo na liderança do Brasileirão. A raposa está em segundo com 13 pontos, igual ao Fla, mas com saldo de gols menor. O Cruzmaltino, do goleiro Tiago, principal destaque do jogo, permanece com sete pontos.



Na próxima rodada, quinta-feira, o Cruzeiro vai até o Palestra Itália encarar o Palmeiras. O Vasco, no sábado, enfrenta o Náutico no Recife.



Cruzeiro ataca, e o Vasco se defende


Desde o apito inicial, a Raposa adotou um estilo mais ofensivo, enquanto os vascaínos se fecharam na defesa para sair nos contra-ataques. A primeiro susto no goleiro Tiago aconteceu logo aos cinco minutos. Jadilson recebeu na intermediária e, de perna esquerda, mandou uma bomba e a bola passou rente à trave esquerda. Sem criatividade na frente, o Vasco tinha dificuldade para criar oportunidades. Em uma das raras jogadas tramadas, aos 14 minutos, Edmundo, após cruzamento da direita, chegou em condições para finalizar de cabeça, mas não alcançou a bola.

A partir da metade do primeiro tempo, o que se viu foi um massacre azul. Aos 25, Charles arriscou do bico da grande área e Tiago defendeu. A bola passou na frente de Ramires, que não conseguiu alcançar e empurrar para dentro. Aos 35, outra boa oportunidade perdida. Guilherme desviou forte de cabeça um cruzamento, mas mandou no centro do gol e facilitou a vida do goleiro Tiago.

A blitz mineira na área vascaína não dava trégua. Aos 39, Fabrício fez boa jogada pela esquerda e deixou Jadilson na boa. O lateral-esquerdo invadiu a área e chutou forte, mas a bola pegou no zagueiro Luizão e subiu demais.



Gol da Raposa sai em jogada polêmica



O Vasco voltou para o segundo tempo com a marcação mais avançada, e melhorou no jogo. A primeira chance, no entanto, foi novamente da Raposa. Aos 11 minutos, Jadilson fez jogada em velocidade pela esquerda e cruzou para Wagner, que se esticou mas não conseguiu desviar a bola para o gol. Aos 18 minutos, a grande oportunidade para o Cruzeiro abrir o placar aconteceu. Jonílson derrubou Ramires dentro da área e o árbitro assinalou o pênalti. Na cobrança, Guilherme bate no cantou direito de Tiago, que foi bem na bola e defendeu. O camisa 11 da Raposa ainda tentou no rebote, mas o camisa 1 cruzmaltino defendeu novamente.

O esforço cruzeirense foi recompensado aos 26 minutos. Em um lance confuso, o árbitro entendeu que Tiago retardou a reposição de bola e marcou um tiro livre indireto dentro da área vascaína. Na batida, a bola foi rolada para Charles, que chutou rasteiro e mandou para o fundo da rede: 1 a 0. Com a vantagem no placar, os donos da casa puxaram o frei de mão. O Vasco ainda tentou buscar o gol de empate, mas esbarrou na falta de criatividade e na má pontaria dos homens de frente.





Ficha técnica:


CRUZEIRO 1 x 0 VASCO
CRUZEIRO
Fábio, Marquinhos Paraná, Espinoza, Thiago Heleno e Jadílson (Jonathan); Fabrício, Charles, Ramires e Wagner; Guilherme e Jajá (Fabinho).
Técnico: Adilson Batista.
VASCO
Tiago, Wagner Diniz, Luizão (Anderson Luiz), Eduardo Luiz e Pablo; Jonílson, Rodrigo Antônio, Leandro Bomfim (Souza) e Morais (Jean); Edmundo e Leandro Amaral.
Técnico: Antônio Lopes.
Gol: Charles, aos 26 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Morais, Jonílson, Edmundo (VAS); Fabinho (CRU)
Estádio: Mineirão. Data: 08/06/2008.
Árbitro: Wilson Souza de Mendonça.
Auxiliares: Roberto Braatz e Gilson Bento Coutinho.

BOTAFOGO 2X1 CORITIBA
Botafogo sofre, mas vence Coritiba com gol de pênalti na estréia de Geninho


Nas arquibancadas, a falta de confiança da torcida foi estampada pelos assentos vazios. Os que foram ao Engenhão até ajudaram bastante na estréia do técnico Geninho e saíram recompensados com a sofrida vitória por 2 a 1 sobre o Coritiba. A partida foi válida pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

O gol salvador aconteceu aos 40 minutos do segundo tempo, em pênalti cobrado por Lucio Flavio. O triunfo dentro de casa coloca o Alvinegro na oitava posição, com sete pontos.



Apesar da vitoria, o esquema com apenas um atacante de Geninho não deu certo e deixou Wellington Paulista praticamente abandonado. Somente quando Fábio entrou, o time passou a levar mais perigo ao gol adversário.


O próximo desafio do Alvinegro será é difícil: enfrentar o Internacional, em crise, no Beira-Rio. O duelo acontece sábado.

Se no domingo o Coritiba recebeu a notícia de que não poderá mais contar com Pedro Ken até o fim do Brasileirão por causa de uma lesão no joelho, o técnico Dorival Júnior viu que terá problemas com os desfalques - outro xodó, Keirrisson também está fora de combate.

A equipe alviverde tem cinco pontos e termina a jornada em 12º lugar. Na sexta rodada, o duelo será contra o Vitória, no Couto Pereira. A partida acontece no sábado.



Carlos Alberto faz o primeiro dele no Bota

Apesar de em pouco número, os torcedores presentes no Engenhão apoiaram a equipe desde o início. E no ritmo do "olê olê", o lateral Luciano Almeida, que retornou aos campos após quase oito meses, quase abriu o placar aos nove minutos. Lucio Flavio cobrou escanteio, Wellington Paulista ajeitou e Luciano, de direita, chutou para fora.



Ninguém calou a torcida do Botafogo. E, dentro de campo, o Coritiba também teve dificuldades para segurar o adversário. Aos 16 minutos, Carlos Alberto chutou da entrada da área e Vanderlei espalmou. Logo depois, Diguinho de frente para o gol chutou para fora.



Bem na partida, Carlos Alberto marcou seu primeiro gol dele com a camisa alvinegra aos 19. Da entrada da área, ele acertou o canto esquerdo de Vanderlei e correu em direção à torcida para festejar.



O Coritiba foi ao ataque apenas aos 31 minutos. Carlinhos Paraíba cobrou falta com força, mas no meio do gol. Renan espalmou errado, mas se redimiu no chute de Maurício.



O time paranaense passou a provocar Carlos Alberto. Em duas ocasiões houve trocas de agressões físicas entre o jogador do botafogo e adversários.



Alívio em forma de pênalti

O segundo tempo começou em ritmo lento. Sem muita inspiração ofensiva, o Coritiba tentou duas vezes com Alex Silva e Hugo, mas não obteve sucesso. Zé Carlos chutou de longe aos 13 minutos e quase ampliou para os anfitriões.



Aos 17, Carlinhos Paraíba, o mais perigoso do Coritiba, arriscou e Renan espalmou para o alto, sem muita convicção. Aos 21, Hugo driblou Edson e foi derrubado dentro da área. O próprio atacante bateu e empatou a partida.



Logo na saída de bola, Carlos Alberto recebeu na entrada da área, girou e obrigou Vanderlei a se esticar e fazer a defesa.



A torcida relembrou os fantasmas das derrotas na final do Estadual e na semifinal da Copa do Brasil. Túlio saiu vaiado e o árbitro Alício Pena Júnior foi xingado, como se tivesse culpa do resultado. Os torcedores atrás de Geninho não o pouparam. Mas aos 36, Wellington Paulista desviou de cabeça e por pouco não transformou a fúria em euforia.



Aos 40, porém, o árbitro marcou pênalti em cima de Fábio. Na cobrança, Lucio Flavio acertou o canto direito e garantiu a vitória. No fim, Carlos Alberto foi expulso.



Ficha técnica:
BOTAFOGO 2 x 1 CORITIBA
BOTAFOGO
Renan; Alessandro, Renato Silva (Thiaguinho), Edson e Luciano Almeida (Zé Carlos); Leandro Guerreiro, Túlio (Fábio), Diguinho e Lucio Flavio e Carlos Alberto; Wellington Paulista
Técnico: Geninho
CORITIBA
Vanderlei; Alex Silva, Felipe, Maurício e Ricardinho (Guaru); Douglas Silva (Marlos), Alê, Rubens Cardoso e Carlinhos Paraíba; Michael (Henrique Dias) e Hugo
Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Carlos Alberto, aos 19 minutos do primeiro tempo; Hugo, aos 21 minutos, Lucio Flavio, aos 40 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Carlos Alberto, Túlio e Fábio (Botafogo) Rubens Cardoso (Coritiba)
Cartão vermelho: Carlos Alberto (Botafogo)
Estádio: Engenhão. Data: 08/06/2008. Árbitro: Alicio Pena Júnior (MG). Auxiliares: Marcio Eustáquio e Helberth Costa Andrade (ambos de MG)

VITÓRIA 1X0 SANTOS
Vitoria vence Santos na estréia de Cuca


A estréia de Cuca no comando do Santos não foi do jeito que ele esperava. O Vitória venceu a partida por 1 a 0, no Barradão, na noite deste domingo, e o visitante ainda perdeu um jogador expulso no segundo tempo. O anfitrião marcou bem e se impôs em seu território.



Com o resultado, o dono da casa tem sete pontos, na oitava posição, e o Peixe registra apenas quatro pontos, na zona de rebaixamento, em 18º lugar. Na próxima rodada, o Santos encara o Fluminense fora de casa na quinta-feira, e o Vitória visita o Coritiba no sábado.





Eficiência que resulta em gol



O Vitória começou melhor a partida, com mais determinação para atacar. O Santos sentia dificuldades de sair da marcação e não chegou ao gol de Viafara na primeira metade do segundo tempo. As duas boas chances foram do anfitrião: aos seis minutos, Wallace cabeceou a bola por cima do travessão; aos 14, Anderson Martins cabeceia e obriga Fábio Costa a fazer uma defesa mais elaborada.



O ímpeto do Vitória deu frutos aos 22 minutos. Em cobrança de falta, Marco Antônio colocou a bola na área e Dinei cabeceou para baixo, enganando o goleiro Fábio Costa.



Após o gol do anfitrião, o técnico Cuca chamou alguns jogadores e tentou passar instruções. Aos 32, resolveu tirar um jogador do meio-campo, Rodrigo Tabata, e colocar Lima para tentar o gol de empate. Mas não conseguiu o efeito desejado no primeiro tempo. O Santos só fez Viafara trabalhar uma vez, aos 42 minutos, em um chute de Rodrigo Souto.





Menos um no Peixe



O Cuca bem que tentou armar o Santos para voltar diferente no segundo tempo e buscar o empate, mas o time paulista perdeu Wesley logo no início. O jogador foi expulso aos sete minutos por ter agredido Marcelo Cordeiro em uma disputa de bola, segundo entendeu o juiz. Com um a menos, o Peixe tinha ainda mais dificuldade de chegar à área do time baiano.



Na segunda metade da etapa final, o Santos arriscou tudo em busca do empate e passou a se lançar mais para o ataque. Quiñones chutou por cima do gol de Viafara aos 29, no lance mais perigoso do Peixe. O Vitória ainda criava oportunidades, aproveitando os espaços deixados pelo desfalcado adversário. Aso 36, Viafara defendeu o que poderia ser o gol do Peixe, em jogada de Lima. Ele tirou a conclusão do atacante com a perna.



Aos 46, Kléber Pereira cabeceou para fora a última chance do Santos e deixou Cuca desesperado. O visitante não conseguiu o gol desejado e Cuca amargou a primeira derrota logo na estréia.





Ficha técnica:
VITÓRIA 1 x 0 SANTOS
VITÓRIA
Viafara, Marco Aurélio, Wallace, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Renan, Marco Antônio, Willians (Muriqui), Ricardinho (Ramon); Dinei (Rodrigão) e Marquinhos.
Técnico: Vágner Mancini.
SANTOS
Fábio Costa, Domingos, Betão, Marcelo e Kléber; Adriano (Thiago Luis), Rodrigo Souto, Rodrigo Tabata (Lima) e Molina (Quiñones); Wesley e Kléber Pereira.
Técnico: Cuca.
Gols: Dinei, aos 22 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Willians, Marcelo Cordeiro (Vitória); Adriano, Domingos (Santos). Cartão vermelho: Wesley (Santos).
Estádio: Barradão. Data: 08/06/2008. Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ). Auxiliares: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Carlos Jorge Titara da Rocha (AL).

1 Rodada da Eurocopa:Grupo B


ÁUSTRIA 0X1 CROÁCIA
Sem jogar bem, Croácia bate Áustria

Com um de pênalti de Modric, logo aos três minutos, mesmo sem jogar bem a Croácia venceu por 1 a 0 a Áustria neste domingo, em Viena, na estréia do Grupo B da Eurocopa.



Na próxima quinta-feira, os croatas encaram os alemães, em Klagenfurt. Em seguida, austríacos e poloneses se enfrentam em Viena.



Após o gol logo aos três minutos de jogo, a Croácia passou a se defender e deixou a Áustria pressionar. Porém, enquanto sobrava vontade nos donos da casa, faltava qualidade.





O jogo





O gol croata não demorou a sair. Logo aos três minutos, Aufhauser derrubou Olic na área austríaca. Pênalti claro. Modric cobrou bem e abriu o placar, a 1 a 0.



Com a vantagem, a Croácia passou a tocar a bola, enquanto a Áustria tentava pressionar, mais sem assustar muito o goleiro Pletikosa. No primeiro tempo, os donos da casa chutaram sete vezes ao gol, contra quatro dos croatas. Mas sem resultado.



A melhor chance de empate apareceu somente aos 41 minutos. Após cruzamento, Standfest subiu bem e cabeceou, mas a bola passou por cima do gol.



No segundo tempo, a Áustria continuou tentando o empate, enquanto a Croácia pouco ia ao ataque para buscar o segundo gol.



A partir dos 30 minutos, a pressão dos donos da casa aumento. Aos 33, Harnik bateu bem, mas para fora, raspando o travessão. Um minuto depois, o goleiro Pletikosa fez uma difícil defesa em cabeçada de Vastic. Aos 35, foi a vez de Ivanschitz tentar, com chute cruzado da esquerda, mas o goleiro croata voltou a trabalhar bem e salvou.



A chance final de empatar veio aos 47. Após cruzamento da esquerda, Kienast tocou de cabeça, muito perto da trave, para fora. Vitória croata, mesmo sem jogar bem.



Ficha do jogo
ÁUSTRIA 0 x 1 CROÁCIA
ÁUSTRIA
Macho, Prodl, Stranzl e Pogatetz; Aufhauser, Säumel (Vastic), Standfest, Gercaliu (Korkmaz) e Ivanschitz; Harnik e Linz (Kienast)
Técnico: Josef Hickersberger
CROÁCIA
Pletikosa, Corluka, Robert Kovac, Simunic e Pranjic; Niko Kovac, Srna, Modric e Kranjcar (Knezevic); Petric (Budan) e Olic (Vukojevic)
Técnico: Slaven Bilic
Gol: Modric, aos 3 do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Pogatetz, Saumel, Prodl (AUT), Kovac (CRO)
Estádio: Ernst Hap. Data: 08/06/2008.
Árbitro: Pieter Vink (HOL)
Auxiliares: Adriaan Inia (HOL) e Hans ten Hoove (HOL)

ALEMANHA 2X0 POLÔNIA
Polonês garante vitória da Alemanha


Podolski não teve pena do seu país natal neste domingo. O atacante marcou duas vezes e garantiu a vitória da Alemanha por 2 a 0 sobre a Polônia, na estréia das seleções pelo Grupo B da Eurocopa.



Com o resultado, a Alemanha lidera a chave com três pontos. A Croácia, que venceu por 1 a 0 a Áustria, perde no desempate de gols. Na próxima quinta-feira, os dois líderes se enfrentam em Klagenfurt. Em seguida, os austríacos pegam os poloneses.



Destaque do jogo deste domingo, Podolski nasceu em Gliwice, Polônia. Ainda criança, foi para a Alemanha e ganhou a cidadania, mas o atacante do Bayern de Munique sempre diz considerar os dois países como sua casa. Klose, seu companheiro de ataque e que teve grande atuação, também é polonês. Porém, ele afirma que se considera "totalmente alemão".



O jogo

A Alemanha começou com tudo. E teve uma chance clara de abrir o placar ainda aos quatro minutos de jogo. Klose recebeu no meio-campo, avançou sozinho até a área e rolou para Gómez só tocar para o gol. Porém, o camisa 9 chegou um pouco atrasado, deu um carrinho e a bola saiu rente à trave.



Aos 19, não teve jeito para a Polônia. Gol alemão. Ou melhor: gol alemão, mas com sotaque polonês. Klose, mais uma vez, entrou sozinho pela direita após bom passe de Gómez, e tocou na área para Podolski marcar, com o gol vazio. Podolski, que nasceu na Polônia, pouco comemorou.



A partida continuou movimentada. A Alemanha, fechada na defesa, explorava os contra-ataques. Já a Polônia tentava furar o bloqueio rival. Aos 35, quase conseguiu. Lobodzinski fez bela jogada pela direira, entrou na área e cruzou rasteiro para Zurawski, que pegou de primeira, mas errou o chute e mandou para fora.



Dois minutos depois, a Alemanha respondeu em lance muito parecido. Também pela direita, Fritz arrancou, invadiu a área e rolou para Gómez, que também chutou mal e perdeu a chance de ampliar.



No segundo tempo, a Polônia passou a ser arriscar mais no ataque e melhorou com a entrada do brasileiro Roger Guerreiro, naturalizado polonês para jogar a Eurocopa (Kevin Kuranyi, o brasileiro da Alemanha, entrou nos minutos finais). Aos nove, Krzynowek chutou de longe, perto da trave de Lehmann.



Sete minutos depois, Roger achou Smolarek livre na área, mas o árbitro marcou impedimento quando o atacante se preparava para empatar.



A Alemanha voltou a controlar a partida e quase fez 2 a 0 com Ballack, mas Boruc fez grande defesa em um chute forte do camisa 13. O segundo gol não demorou a sair. Aos 26, o ataque alemão se enrolou na área, Klose furou, mas a bola subiu e sobrou para Podolski soltar uma bomba, sem defesa para o goleiro polonês. Dessa vez, o atacante comemorou com beijos para a arquibancada. Era a vitória garantida.



Ficha do jogo
ALEMANHA 2 x 0 POLÔNIA
ALEMANHA
Lehmann; Lahm, Mertesacker, Metzelder e Jansen; Fritz (Schweinsteiger), Frings, Ballack e Podolski; Klose (Kuranyi) e Mario Gómez (Hitzlsperger)
Técnico: Joachim Löw
POLÔNIA
Boruc; Wasilewski, Zewlakow, Bak e Golanksi (Saganowski); Dudka, Lewandowski, Lobodzinski (Piszczek) e Krzynowek; Zurawski (Roger Guerreiro) e Smolarek
Técnico: Leo Beenhakker
Gol: Podolski, aos 19 do primeiro tempo e aos 26 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Smolarek e Lewandowski (POL), Schweinsteiger (ALE)
Estádio: Wörthersee. Data: 08/06/2008.
Árbitro: Tom Henning Ovrebo (ALE)
Auxiliares: Geir Age Holen (ALE) e Jan Petter Randen (ALE)

GP do Canadá



Kubica escapa de incidentes e vence a primeira da carreira no Canadá

Robert Kubica, da BMW Sauber, conseguiu sua primeira vitória na Fórmula 1 após uma corrida cheia de incidentes no Canadá. O polonês dominou a corrida após a primeira entrada do safety car, quando Adrian Sutil parou na pista e Lewis Hamilton acertou a traseira da Ferrari de Kimi Raikkonen na saída dos boxes, forçando o abandono de ambos.

O polonês consegue sua primeira vitória em uma pista especial para ele. No ano passado, Kubica sofreu um fortíssimo acidente na reta antes do hairpin L'Epingle. Ele capotou e foi retirado do carro pela equipe médica. Mas ele saiu ileso da batida e só teve de passar uma noite em observação em um hospital de Montreal.

A vitória também foi a primeira da BMW Sauber. De quebra, a equipe conseguiu uma dobradinha com Nick Heidfeld, que chegou na segunda posição, a 16 segundos de Kubica. David Coulthard, da RBR, muito criticado por erros nesta temporada, fez uma excelente corrida e subiu ao pódio do GP do Canadá na terceira posição.

Timo Glock, campeão da Fórmula GP2 no ano passado e outro piloto criticado no início da temporada, conseguiu uma ótima quarta posição. O alemão da Toyota suportou muito bem a pressão de Felipe Massa, da Ferrari, nas últimas duas voltas. O brasileiro conseguiu algumas boas ultrapassagens na parte final da corrida, após um erro da Ferrari em seu primeiro pit stop, quando a equipe não reabasteceu seu carro corretamente.

Rubens Barrichello, da Honda, conseguiu uma excelente sétima posição no Canadá. O brasileiro chegou a liderar a prova no primeiro terço, com os pit stops dos líderes. Ele andou durante boa parte da corrida em quarto, mas a falta de velocidade em retas de seu carro o fizeram perder algumas posições. Ele chegou à frente de Sebastian Vettel, da STR, o oitavo, que foi muito pressionado pelo finlandês Heikki Kovalainen, da McLaren, nas últimas cinco voltas. Ele acabou completando a prova em nono lugar.

Antes de barbeiragem, Hamilton parecia rumar para vitória certa

Em uma largada tranqüila, Lewis Hamilton manteve a ponta, à frente de Kubica e Raikkonen. Ele liderava a prova com sete segundos de vantagem quando o safety car entrou na pista por causa da Force India de Adrian Sutil, que parou em posição perigosa perto da curva 3.

Então, os líderes entraram nos boxes e o inglês perdeu posições para o polonês da BMW Sauber e para o finlandês da Ferrari. Ambos pararam por causa da luz vermelha no fim do pit lane, mas o piloto da McLaren viu muito tarde e acertou a traseira de Raikkonen. Nico Rosberg, da Williams, que vinha atrás de Hamilton, também não parou e acertou o carro que estava à sua frente. Mas o alemão continuou na corrida.

Com a parada dos oito primeiros colocados, Nick Heidfeld liderava a prova, seguido por Rubens Barrichello, da Honda; Kazuki Nakajima, da Williams; David Coulthard e Mark Webber, da RBR; Timo Glock e Jarno Trulli, da Toyota. Kubica voltou dos boxes na décima posição.

Já Felipe Massa caiu muito na classificação por causa de um erro da Ferrari em seu primeiro pit stop. A equipe não reabasteceu seu carro durante a entrada do safety car e forçou o brasileiro a entrar de novo nos boxes para fazer outra parada, já com bandeira verde e a corrida recomeçada.

Após a relargada, Heidfeld abriu uma boa vantagem para Rubens Barrichello, que se mantia em segundo mesmo mais pesado que os rivais. Com Kubica preso no tráfego, o alemão conseguiu uma boa vantagem e voltou de seu pit stop à frente do polonês. Mas ele abriu para o companheiro de equipe após a primeira curva do circuito.

Nelsinho Piquet abandonou ainda na metade da corrida. O brasileiro da Renault já tinha cometido um erro, quando rodou na entrada da curva 4, mas não danificou seu carro. Algumas voltas mais tarde, ele recolheu seu carro à garagem por causa de um problema mecânico e deixou a corrida.

Timo Glock era o último na pista a não fazer seu pit stop. Quando ele parou, na 42ª volta, Kubica tinha uma vantagem de dez segundos sobre Heidfeld, que sofria forte pressão de Alonso. O espanhol da Renault estava com a mesma estratégia do polonês e faria outra parada, mas rodou na 45ª passagem, na curva 7, e abandonou a prova.

Com a pista limpa, Kubica conseguiu abrir uma boa vantagem em relação a Heidfeld e garantiu a primeira dobradinha da BMW Sauber. Ele fez sua última parada na 49ª volta e voltou seis segundos à frente do companheiro de equipe, vantagem que se manteve até o final da corrida.

Resultado Final:
melhor volta: Kimi Raikkonen (Ferrari) - 1m17s387
1 R. Kubica (POL) BMW Sauber 70 voltas em 1h36m24s447
2 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber a 16s495
3 D. Coulthard (ESC) RBR a 23s352
4 T. Glock (ALE) Toyota a 42s627
5 F. Massa (BRA) Ferrari a 43s934
6 J. Trulli (ITA) Toyota a 47s775
7 R. Barrichello (BRA) Honda a 53s597
8 S. Vettel (ALE) STR a 54s120
9 H. Kovalainen (FIN) McLaren a 54s433
10 N. Rosberg (ALE) Williams a 54s749
11 J. Button (ING) Honda a 1m07s540
12 M. Webber (AUS) RBR a 1m11s299
13 S. Bourdais (FRA) STR a 1 volta
14 G. Fisichella (ITA) Force India a 16 voltas/rodada
15 K. Nakajima (JAP) Williams a 21 voltas/acidente
16 F. Alonso (ESP) Renault a 23 voltas/acidente
17 N. Piquet (BRA) Renault a 28 voltas/mecânico
18 K. Raikkonen (FIN) Ferrari a 50 voltas/acidente
19 L. Hamilton (ING) McLaren a 50 voltas/acidente
20 A. Sutil (ALE) Force India a 56 voltas/mecânico

SPORTS HISTORY BRASIL:Grêmio

Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense é um clube brasileiro de futebol da cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, que tem como cores o azul celeste,o preto e o branco. Seu estádio é o Olímpico Monumental.

Atualmente o Grêmio ocupa o primeiro lugar no ranking da Confederação Brasileira de Futebol, é o terceiro melhor clube do Brasil no ranking da Conmebol, que congrega os times sul-americanos.

História

O início

Foto dos jogadores do Grêmio em 1904O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, na época Grêmio Portoalegrense, foi fundado em 15 de Setembro de 1903, quando 32 rapazes se reuniram no Salão Grau, restaurante de um hotel da Rua 15 de Novembro (atual Rua José Montauri), no Centro de Porto Alegre e fundaram aquele que seria um dos maiores clubes de futebol do mundo. A bola de couro trazida pelo paulista Cândido Dias da Silva foi um dos fatores decisivos para a fundação do Grêmio Portoalegrense.

Seu primeiro presidente foi Carlos Luís Bohrer. Nos primeiros anos o Grêmio procurou alicerçar suas bases, através da aquisição do seu primeiro estádio, a "Baixada dos Moinhos de Vento", que havia sido inaugurada em 1904. O estádio localizava-se em uma área nobre de Porto Alegre, entre as atuais ruas Mostardeiro e Dona Laura. No dia 18 de Julho de 1909 o clube jogou o primeiro clássico com o Internacional na qual o Tricolor acabou vencendo por incríveis 10 a 0. A primeira participação do Grêmio em campeonatos oficiais ocorreu em 1910, na disputa da Liga de Porto Alegre. Em 1911, o clube venceu pela primeira vez o referido campeonato, fato que viria a se repetir mais 27 vezes. Foi nessa década que começaram as partidas contra clubes de outros estados e países com destaque a vitória gremista sobre a Seleção Uruguaia por 2 a 1 em 17 de Junho de 1916 O primeiro Campeonato Gaúcho vencido pelo Grêmio foi em 1921.


Na década de 30, o Grêmio conquistou o bi-campeonato gaúcho em 1931 e 1932. Depois de derrotar o Atlético-PR por 7 a 2, o Santos por 3 a 2, o Botafogo por 1 a 0 e o Wanderers campeão uruguaio por 2 a 1 o Tricolor passou a ter mais reconhecimento nacional e internacional. De 1903 a 1935, o Grêmio contou com vários craques de destaque como: Kallfelz, Koch, Siebel, Jorge Black, Grunewald, Schuback, Mohrdieck, Sisson, Mostardeiro I, Mostardeiro II, Kuntz, Scalco, Assunpção, Lagarto, Luis Carvalho, Foguinho, Dario, Laci, Poroto, Nenê, Artigas, Heitor e etc. Mas o grande destaque gremista foi o goleiro Eurico Lara, que anos mais tarde foi imortalizado ao ter seu nome citado no hino do clube.


O Profissionalismo no clube

O Grêmio Campeão Gaúcho de 1931No Rio Grande do Sul, o profissionalismo chegou em 1937 com a criação da FRGD (Federação Rio-Grandense de Desportos) atual FGF. Na década de 40 veio mais dois estaduais nos anos de 1946 e 1949. Em 14 de Maio de 1949 o Grêmio bate o Nacional-URU por 3 a 1 em pleno estádio Centenário. Em 1953 1954, o Grêmio realizou o que ficou conhecido como a conquista das três Américas com uma excursão internacional pelo México (América do Norte), Equador e Colômbia (América do Sul).


Em 1954, foi inaugurado o Estádio Olímpico, na época o maior estádio privado do país. Em 1980, com a construção do anel superior, passou a chamar-se Estádio Olímpico Monumental. Em 1981, foi registrado o público recorde do estádio, que foi de 98.421 pessoas (85.751 pagantes) no jogo Grêmio vs. Ponte Preta, válido pelo Campeonato Brasileiro daquele ano. Posteriormente, com a implantação de cadeiras, a capacidade do estádio foi sendo reduzida até 51.081 pessoas. Na época o Grêmio o Pentacampeonato Gaúcho de 1956 a 1960

Nos anos 60, o destaque tricolor foi o Heptacampeonato Gaúcho de 1962 a 1968. As grandes excursões à Europa em 1961 e 1962, tornaram o Grêmio mundialmente conhecido. Foi nessa década também que o Grêmio participou das primeiras competições de nível nacional sendo semi-finalista da Taça Brasil em 1959, 1963 e em 1967. O primeiro título oficial internacional (antes da Libertadores de 1983) foi em 1968, entre clubes do Brasil e do Uruguai. Em 1970, com a convocação de Everaldo para a seleção brasileira, o Grêmio, mais uma vez contribuiu para a grande conquista do futebol nacional, o Tricampeonato Mundial no México.


A era Espinosa e o Mundial de 83

Foi no Estádio Olímpico que o Grêmio conquistou algumas de suas maiores conquistasEm 1981, o Grêmio conquistou seu primeiro Campeonato Brasileiro, com uma vitória pelo placar de 1 a 0 sobre o São Paulo no Estádio do Morumbi, com o gol de Baltazar. O Tricolor Gaúcho voltaria a vencer o Campeonato Brasileiro em 1996, com uma vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa de Desportos em jogo disputado no Estádio Olímpico Monumental, em Porto Alegre.

O Grêmio venceu ainda quatro vezes a Copa do Brasil, nos anos de 1989 (vencendo o Sport Recife), 1994 (vencendo o Ceará), 1997 (vencendo o Flamengo) e 2001 (derrotando o Corinthians nas partidas finais), sendo que das quatro conquistas, três ocorreram de forma invicta. Ao lado do Cruzeiro, o Grêmio é o clube com mais títulos na Copa do Brasil. Ele tem quatro títulos em sete finais. O Cruzeiro também tem quatro títulos, mas participou duas vezes a mais que o Grêmio, pois o Grêmio não podia participar da Copa do Brasil por estar disputando a Taça Libertadores da América.

O Tricolor conquistou também a sua primeira Taça Libertadores da América, a maior e mais prestigiada competição de futebol do continente americano. Competição a qual o Grêmio manteve-se por 23 anos como único clube campeão na região sul do país. A primeira conquista se deu em 1983, com uma vitória sobre o Peñarol na final. Naquele mesmo ano, o Grêmio viria a se sagrar Campeão Mundial ao vencer o Hamburgo, da Alemanha, na disputa pela Taça Intercontinental Toyota em Tóquio, no Japão.


A era Felipão e a Libertadores de 95

Luiz Felipe Scolari, que é gremista, conquistou a Libertadores de 1995 e o Vice-Mundial de 1995Seu primeiro rebaixamento ocorreu em 1991, após ficar em 19º entre vinte clubes, com uma campanha de apenas três vitórias, seis empates e dez derrotas. Devido à sua importância no cenário nacional, os dirigentes dos grandes clubes apresentaram então uma nova proposta para a CBF: um campeonato de 32 equipes, divididas em quatro grupos. Com um detalhe: 16 delas estariam garantidas automaticamente na primeira divisão do ano seguinte, salvando-se da Série B. O time, que faz parte do Clube dos 13, disputou a Série B em 1992, e terminou na 9ª posição, o que acabou garantindo sua vaga na primeira divisão. Pois, antes do início do campeonato de 1992, a CBF resolveu subir doze e não quatro, excepcionalmente naquele ano, dessa forma o Tricolor acabou garantindo sua participação na Série A do Campeonato Brasileiro em 1993.

Já no ano seguinte, o clube retomou uma longa série de conquistas: em 1994 Copa do Brasil, em 1995 a Taça Libertadores da América e o Campeonato Gaúcho, em 1996 a Recopa Sul-Americana, Campeonato Gaúcho e o Campeonato Brasileiro, em 1997 a Copa do Brasil e em 1999 a Copa Sul e o Campeonato Gaúcho. Os anos de 1995 e 1996 o time formado era considerado por muitos o melhor da história do Grêmio. A equipe era comandada pelo técnico Luiz Felipe Scolari e tinha a seguinte escalação: Darnlei, Arce, Adilson, Rivarola, Roger, Dinho, Goiano, Arilson, Carlos Miguel, Paulo Nunes e Jardel. Nessa Libertadores se viu uma vitória histórica contra o Palmeiras que tinha Cafu, Roberto Carlos, Rivaldo, César Sampaio, Cléber, Edmundo e outros grandes jogadores. O Imortal Tricolor venceu no Estádio Olímpico Monumental por 5 a 0 com três gols de Jardel.


Em 2001 o clube venceu a Copa do Brasil novamente e tornando-se tetra-campeão do torneio, no mesmo ano o departamento feminino de futebol do Grêmio havia participado do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino pela ultima vez, fazendo um boa campanha e terminando em 4º lugar. Na Libertadores 2002, a equipe de novo chegou as semi-finas e caindo diante o Olimpia do Paraguai nos pênaltis por 5 a 4. No ano de seu centenário, em 2003, o Grêmio escapou do descenso apenas na última rodada, com uma vitória sobre o Corinthians. Em 2004, a péssima campanha no Campeonato Brasileiro – com apenas nove vitórias em 46 partidas – o levou novamente à Série B. O rebaixamento foi uma conseqüência de vários fatores, entre elas as dívidas contraídas devido à quebra da parceria com a empresa suíça ISL, que quase levou o clube à falência, por ações trabalhistas movidas por ex-jogadores, que ainda estão sendo pagas, e dívidas de todos os tipos com funcionários do clube e com outras agremiações.


A era Mano Menezes e o Vice da Libertadores 2007

Em 2005, o Grêmio disputou a Série B do Campeonato Brasileiro e foi campeão depois de um jogo histórico contra o Náutico, no Estádio dos Aflitos, em Recife. Depois de ter dois pênaltis marcados contra (desperdiçados pelo Náutico) e 4 jogadores expulsos, o Tricolor Gaúcho, ainda assim, conseguiu marcar o gol do título, através do jovem Anderson, à época já vendido ao Porto de Portugal por cinco milhões de euros. A conquista histórica do Grêmio foi registrada em dois documentários e um livro, Inacreditável, A Batalha dos Aflitos e 71 Segundos, respectivamente, que mostram as dificuldades, as lutas e comentários dos jogadores, dirigentes e do técnico Mano Menezes. Anderson e Galatto foram os grandes destaques da equipe na temporada e responsável direto pela volta do Imortal Tricolor à Série A.


De volta ao convívio dos grandes em 2006, o Grêmio reconquistou a hegemonia no Rio Grande do Sul ao conquistar seu 34º Campeonato Gaúcho após empatar em 1 a 1 com o seu eterno rival, o Internacional, reconhecido por muitos como um time com uma qualidade técnica superior, em pleno Estádio Beira-Rio, em um Gre-nal histórico, com um gol aos 35 minutos do segundo tempo.

Durante o Campeonato Brasileiro de 2006, o Grêmio, após um início irregular, conseguiu organizar o time e fez uma excelente campanha, disputando o título até as rodadas finais e voltando à Libertadores, contrariando todas as previsões. Os principais destaques durante a campanha foram os volantes Lucas e Jeovânio, os zagueiros Willian e Evaldo, o meia-atacante Hugo e o armador Tcheco.

No dia de 28 de novembro de 2006, o conselho do clube se reuniu para discutir sobre um novo estádio com nome incerto, a diretoria aprovou e as obras começarão em 2008. O mais provável é que será decidido fazer um novo estádio, provavelmente na zona norte de Porto Alegre.


A equipe do técnico Mano Menezes começou o ano de 2007 com uma bela campanha. Pela 35ª vez o Grêmio levantou a taça de campeão do Campeonato Gaúcho. No segundo jogo da final, o Tricolor Gaúcho bateu o Juventude por 4 a 1. O bom desempenho nesse campeonato repercutiu na campanha que fez na Libertadores de 2007 chegando a final contra o Boca Juniors. Após 38 rodadas o Grêmio termina na sexta colocação no Campeonato Brasileiro de 2007, garantindo uma vaga a Copa Sul-Americana de 2008. No último jogo após a vitória do Goiás sobre o Internacional, o Grêmio empata com o Corinthians em 1 a 1 e rebaixa o time paulista à Série B.

O ano de 2007, também marcou a despedida do técnico Mano Menezes que comandou o clube por quase três anos, o novo técnico Vágner Mancini foi anunciado no dia 2 de dezembro de 2007, após o jogo contra o Corinthians. Curiosamente Mano Menezes, após sair do Grêmio foi anunciado como técnico do Corinthians. Em 2008, o Grêmio participará de quatro competições: o Campeonato Gaúcho, a Copa Sul-Americana, o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil.

No dia 14 de Fevereiro de 2008, Vágner Mancini mesmo invicto dirigindo o clube, foi demitido pela diretoria do Grêmio, dando lugar ao técnico Celso Roth, anunciado no dia 15 de fevereiro. Após eliminar o Grêmio Jaciara pela Copa do Brasil de 2008, ganhando de 1 a 0 na primeira rodada e goleando de 6 a 0 no Olímpico. Após ser eliminado do Gauchão pelo Juventude alguns dias depois a equipe volta a ser eliminada desta vez na Copa do Brasil nos penâltis pelo Atlético Goianiense.


Títulos
Mundial Interclubes: 1983.
Copa Libertadores da América: 2 vezes (1983 e 1995).
Recopa Sul-Americana: 1996.
Campeonato Brasileiro: 2 vezes (1981 e 1996).
Campeonato Brasileiro Série B: 2005.
Copa do Brasil: 4 vezes (1989*, 1994*, 1997* e 2001).
Supercopa do Brasil: 1990*.
Copa Sul: 1999.
Campeonato Sul-Brasileiro: 1962.
Campeonato Gaúcho: 35 vezes (1921, 1922, 1926, 1931, 1932, 1946, 1949, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1962, 1963, 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1977, 1979, 1980, 1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990, 1993, 1995, 1996, 1999, 2001, 2006 e 2007).
Copa FGF: 2006**.
Campeonato de Porto Alegre: 28 vezes (1911, 1912, 1913, 1914, 1915, 1919, 1920, 1921, 1922, 1923, 1925, 1926, 1930, 1931, 1932, 1933, 1935, 1937, 1938, 1939, 1946, 1949, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960 e 1964).
Troféu Wanderpreis: 8 vezes (1904, 1905***, 1906, 1907, 1910, 1911 e 1912).
* Campeão invicto.
** Campeão utilizando o time Sub-20.
*** Venceu os dois Wanderpreis do ano.

Elenco atual
Goleiros
G Victor
G Marcelo Grohe
G Matheus Cavichioli
G Caio Venâncio
Laterais
LD Felipe
LD Paulo Sérgio
LE Bruno Teles
LE Ânderson Pico
LE Hidalgo
LE Hélder
Zagueiros
Z Léo
Z Teco
Z Thiego
Z Pereira
Z Héverton
Z Jean
Z Réver
Meio-campistas
V Adílson
V Eduardo Costa
V Willian Magrão
V Rudnei
V Amaral
V Rafael Carioca
V Makelele
M Maylson
M Roger
M Julio dos Santos
M Tcheco
Atacantes
A André Luís
A Rodrigo Mendes
A Jonas
A Reinaldo
A Perea
A Soares
A Marcel

Comissão Técnica
Celso Roth Técnico
Humberto Ferreira Auxiliar Técnico
Flávio de Oliveira Preparador Físico
Francisco Cersósimo Preparador de Goleiros
Marcelo Rospide Auxiliar da Comissão Técnica
Rafael Vieira Auxiliar da Comissão Técnica
Luis Cesar Martins Auxiliar da Comissão Técnica
José Leandro Fisiologista
Henrique Valente Fisioterapeuta
Marcos Zeilmann Massagista
Zezinho Massagista
Alarico Endres Médico
Paulo Rabaldo Médico
Márcio Bolzoni Médico


Semana q vem teremos o Palmeiras.

Moto GP:GP da Espanha


MotoGP: Pedrosa vence GP de Barcelona

Em casa, o piloto espanhol Daniel Pedrosa, da Honda, conquistou neste domingo sua segunda vitória na temporada do Circuito Mundial de MotoGP, no GP de Barcelona. Com a vitória, Dani encosta em Valenti Rossi, líder do campeonato, diminuindo a diferença para apenas sete pontos no ranking geral.



Daniel Pedrosa, que largou em segundo lugar, assumiu a liderança da prova logo na largada. O espanhol completou o circuito em 43m02s175. O italiano Valentino Rossi, que largou em apenas nono lugar, fez uma ótima corrida de recuperação e terminou em segundo lugar. Já o campeão da MotoGP 2007, o australiano Casey Stoner, saiu na pole, mas terminou na terceira colocação.

Confira aqui a classificação final do GP de Barcelona
1) Daniel Pedrosa - ESP/Honda - 43m02s175.
2) Valentino Rossi – ITA/Yamaha - a 2s80
3) Casey Stoner - AUS/Ducati - a 3s343
4) Andrea Dovizioso – ITA/Honda - a 10s893
5) Colin Edwards – EUA/Yamaha - a 16s426
6) James Toseland – GBR/Yamaha - a 21s482
7) Chris Vermeulen – AUS/Suzuki - a 21s548
8) Nicky Hayden – EUA/Honda - a 22s280
9) Shinya Nakano - JAP/Honda - a 22s375
10) John Hopkins - EUA/Kawasaki - a 46s835

Confira aqui a classificação geral da temporada
1) Valentino Rossi - 142 pontos
2) Dani Pedrosa - 135
3) Jorge Lorenzo - 94
4) Casey Stoner - 92
5) Colin Edwards - 69
6) Andrea Dovizioso - 57
7) James Toseland - 53
8) Loris Capirossi - 51
9) Nicky Hayden - 48
10) Shinya Nakano - 42