sexta-feira, 20 de junho de 2008

GP da França:Treino Livre 1


Massa voa e marca o melhor tempo no primeiro treino livre em Magny-Cours


Felipe Massa voou no primeiro treino livre para o GP da França e marcou o melhor tempo em Magny-Cours. O brasileiro da Ferrari fez 1m15s306, quase sete décimos melhor que Lewis Hamilton, da McLaren, vice-líder do Mundial de Pilotos. Heikki Kovalainen, companheiro do inglês, foi o terceiro, seguido pelo atual campeão mundial, o finlandês Kimi Raikkonen.



Kovalainen, aliás, evitou um acidente forte em sua última volta lançada no treino classificatório. O finlandês da McLaren saiu da pista na curva Estoril e passou em alta velocidade pela caixa de brita, mas conseguiu evitar o choque com o muro.



Robert Kubica, líder do campeonato, foi o quinto colocado, a 1s071 do tempo de Felipe Massa. O polonês da BMW Sauber ficou 23 milésimos à frente de Fernando Alonso, da Renault, o sexto melhor. O espanhol, no entanto, teve um problema a 1m30s do fim da sessão, quando o motor de seu carro estourou na saída da curva 8, uma das mais lentas do traçado.



Jarno Trulli, da Toyota, errou e rodou no hairpin Adelaide, mas conseguiu a sétima colocação no primeiro treino livre. Sebastian Vettel, da STR, que liderou o início da sessão, marcou o oitavo tempo, à frente de Nick Heidfeld, da BMW Sauber. Timo Glock, companheiro do italiano na Toyota, completou a lista dos dez primeiros no início das atividades em Magny-Cours.


Nelsinho Piquet, da Renault, deu 31 voltas no treino e ficou com a 11ª posição. O brasileiro ficou 0s663 atrás de Fernando Alonso, seu companheiro de equipe. Rubens Barrichello, da Honda, foi o 15º, três postos e 0s205 à frente de Jenson Button.



Confira os melhores tempos do primeiro treino livre:



1 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m15s306 (22 voltas)
2 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m16s002 (22)
3 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m16s055 (20)
4 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m16s073 (21)
5 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m16s377 (19)
6 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m16s400 (23)
7 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m16s758 (32)
8 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m16s838 (27)
9 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m16s870 (21)
10 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m16s886 (31)
11 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m17s063 (31)
12 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m17s234 (21)
13 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m17s269 (22)
14 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m17s394 (30)
15 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m17s491 (25)
16 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m17s683 (27)
17 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m17s696 (25)
18 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m17s928 (21)
19 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m18s072 (27)
20 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m18s673 (13)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Eliminatórias da Copa 2010


VENEZUELA 2X3 CHILE
Chile vence a Venezuela e ultrapassa o Brasil, que agora é quinto

O Chile conseguiu um importante resultado fora de casa ao vencer a Venezuela nesta quinta-feira, por 3 a 2, em Puerto La Cruz. Com o resultado, chegou à terceira posição com dez pontos ganhos e ultrapassou o Brasil, que agora é o quinto na tabela de classificação das eliminatórias, com nove. Os venezuelanos permanecem com sete, na sétima posição. Se a competição terminasse nesta rodada, os brasileiros teriam que disputar a repescagem na luta por uma vaga na Copa de 2010.

O próximo compromisso da seleção brasileira será no dia 6 ou 7 de setembro, contra os chilenos, fora de casa.


Os donos da casa começaram a partida encurralando o Chile no campo de defesa. Aos 10 minutos, Vargas fez boa jogada individual, invadiu a área e chutou cruzado. O goleiro Bravo teve que se esticar todo para fazer a defesa. Depois da pressão venezuelana nos primeiros minutos, o Chile equilibrou o jogo e teve uma boa oportunidade de abrir o placar aos 18. Após rápido contra-ataque, Sánchez arriscou da entrada da área, a bola desviou na zaga e acertou a trave.

Até o fim do primeiro tempo, o que se viu foram muitos erros de passe e faltas, e poucas chances de gol criadas de ambos os lados.

Na segunda etapa, as equipes voltaram do vestiário mais dispostas a arriscar. A Venezuela abriu o placar com um gol de bola parada, aos 13 minutos. Rojas rolou para Maldonado, que mandou uma bomba, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro: 1 a 0. Em desvantagem, o Chile foi para cima do adversário. Aos 18, Sánchez foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou o pênalti. Na cobrança, Suazo chutou forte e fez 1 a 1.

Aos 27, os chilenos aproveitaram uma bobeira da zaga e viraram. Aos 27, Gonzalez cruzou e Jara, livre, marcou o segundo: 2 a 1. Em desvantagem, a equipe da casa correu atrás do prejuízo e conseguiu o empate aos 34. Após um cruzamento da direita, o zagueiro chileno Fuentes deixou a bola passar no meio da área e Arango chutou para o fundo do gol: 2 a 2.



Para tristeza dos brasileiros, aos 46 minutos, Suazo dominou livre na entrada da área e chutou forte para dar a vitória aos chilenos: 3 a 2.

Quartas de Final da Eurocopa:Portugal X Alemanha


Alemanha avança às semifinais e acaba com a passagem de Felipão por Portugal

A Alemanha mostrou sua força, venceu Portugal por 3 a 2, nesta quinta-feita, na Basiléia, e avançou às semifinais da Eurocopa. Foi a última partida da equipe portuguesa sob o comando do técnico Luiz Felipe Scolari, que vai dirigir o Chelsea na próxima temporada.



Com o resultado, a Alemanha espera pelo vencedor do confronto entre Croácia e Turquia, nesta sexta-feira.





Início arrasador



Portugal, mesmo com jogadores mais técnicos, abriu mão do ataque no início da partida e optou pelos contra-ataques como arma para chegar ao gol alemão. E quando teve a bola, a equipe de Luiz Felipe Scolari não conseguiu ameaçar. Cristiano Ronaldo e Deco, os principais organizadores da equipe, demoraram a se encontrar no jogo, o que fez Portugal sofrer.



A Alemanha, sem ter nada com isso, valorizou a posse de bola. Schweinsteiger, pelo lado direito, e Ballack, na faixa central do campo, eram os dois principais jogadores do time. Eles tinham a ajuda de Lahm, lateral veloz que incomodou Bosingwa o tempo todo.

Aos 21, depois de perder boa chance com Ballack, a Alemanha abriu o placar com um bonito gol pelo lado esquerdo. Podolski recebeu passe em profundidade após tabela e foi ao fundo. O atacante cruzou forte para a área, e Schweinsteiger, de primeira, acertou o canto de Ricardo, que nada pôde fazer.



A Alemanha seguiu melhor depois do gol. E não demorou para ampliar a vantagem. Schweinsteiger cobrou falta na cabeça de Klose, que, em condição legal, fez de cabeça.



O gol despertou Portugal e pôs a Alemanha para dormir. Scolari sacou o volante João Moutinho e lançou o meia Raúl Meirelles. Os portugueses cresceram e igualaram as ações. Aos 41, reduziram a vantagem alemã em jogada de Cristiano Ronaldo. O meia recebeu passe longo e chutou na saída de Lehmann. O goleiro fez defesa parcial, mas Nuno Gomes, de virada, pegou a sobra. Metzelder ainda tentou rebater, mas a bola morreu no fundo do gol.





Alemanha segura Portugal no segundo tempo



O jogo recomeçou de um jeito muito parecido com o do fim do primeiro tempo. Portugal manteve o ritmo, mas a Alemanha veio do vestiário com o freio de mão puxado. Mais recuada. Menos agressiva com a bola nos pés. A decisão chamou os portugueses para o ataque, e o confronto ficou tenso.



Aos 11, o zagueiro brasileiro Pepe perdeu um gol incrível dentro da pequena área. Após cruzamento de Bosingwa, ele, de cabeça, pôs por cima do travessão.



A torcida portuguesa se animou e empurrou o time para a frente. Muito mais na base da vontade do que da inspiração (até porque Deco e Cristiano Ronaldo não tiveram boas atuações), Portugal, senhor do jogo, teve várias chances de empatar, mas quem mexeu no placar foi a Alemanha, com o seu futebol pragmático, muitas vezes chato. Aos 16, Schweinsteiger cobrou falta na cabeça do meia Ballack, que aproveitou a péssima saída de Ricardo para ampliar.



Nos minutos finais, Portugal se lançou ao ataque e reduziu a diferença com Postiga, aos 42 minutos, de cabeça. O jogo ficou dramático. A pressão do time de Scolari foi grande, mas já era tarde demais. Fim de linha para Felipão.





Ficha técnica:
PORTUGAL 2 x 3 ALEMANHA
PORTUGAL
Ricardo, Bosingwa, Pepe, Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira; João Moutinho (Raúl Meirelles), Petit (Postiga), Deco e Cristiano Ronaldo; Simão e Nuno Gomes (Nani).
Técnico: Luiz F. Scolari.
ALEMANHA
Lehmann, Friedrich, Metzelder, Mertesacker e Lahm; Schweinsteiger (Fritz), Ballack, Rolfes e Hitzlsperger (Borowski), Podolski e Klose (Jansen).
Técnico: Joachim Löw.
Gols: Schweinsteiger; aos 21, Klose, aos 26, e Nuno Gomes, aos 41 minutos do primeiro tempo; Ballack, aos 16, e Postiga, aos 42 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Petit, Postiga e Pepe (Portugal); Friedrich e Lahm (Alemanha)
Estádio: St. Jakob Park, Basiléia. Data: 19/06/2008.
Árbitro:Peter Fröjdfeldt (SUE).
Auxiliares: Stefan Wittberg (SUE) e Henrik Andrén (SUE).

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Eliminatórias da Copa 2010


BOLÍVIA 4X2 PARAGUAI
Bolívia derrota o líder Paraguai e sai da lanterna das eliminatórias

O líder Paraguai foi a La Paz nesta quarta-feira e perdeu para a Bolívia, então lanterna das eliminatórias sul-americanas , pelo placar de 4 a 2. Seis jogadores dos que foram titulares contra o Brasil não foram escalados de início pelo técnico Gerardo Martino, o que acabou custando caro. Botero (dois), García e o ex-cruzeirense Marcelo Moreno fizeram os gols da Bolívia. Roque Santa Cruz e Haedo Valdez, que entraram no segundo tempo, descontaram.

Foi a primeira vitória boliviana nestas eliminatórias. A seleção subiu para o penúltimo lugar, com quatro pontos, um a mais que o Peru. O Paraguai segue líder, com 13 pontos, mas pode ser alcançado pela Argentina, que mais tarde nesta quarta-feira visita o Brasil, no Mineirão.



Falha do goleiro freia reação paraguaia


Talvez temendo o desgaste de um jogo na altitude (3.600 metros), o Paraguai foi a campo sem alguns jogadores importantes, que ficaram no banco de reservas. Do trio ofensivo que derrotou o Brasil, apenas Cabañas foi titular. Haedo Valdez e Roque Santa Cruz entraram no segundo tempo, já com o placar em 2 a 0.

A Bolívia aproveitou para se impor e, em 25 minutos, já vencia por 2 a 0. Primeiro, Rivero lançou Botero na área e o atacante tocou por cima do goleiro Bobadilla (substituiu Villar). Depois, García avançou pela direita e bateu cruzado para ampliar.

No segundo tempo, com as entradas de Haedo e Santa Cruz, o Paraguai deu a impressão de que reagiria, principalmente quando o camisa 9 diminuiu o marcador com uma cabeçada.

No entanto, a Bolívia tratou de matar o jogo, com uma mãozinha do goleiro Bobadilla. O paraguaio bateu roupa em chute de longe e Botero pegou o rebote para fazer 3 a 1. Aos 30 minutos, Marcelo Moreno, negociado pelo Cruzeiro ao Shakhtar Donetski, bateu falta com força e fez o quarto.

Haedo Valdez, com chute no ângulo após passe de Morel Rodríguez, ainda diminuiu a desvantagem, mas a vitória boliviana já estava assegurada.


EQUADOR 0X0 COLÔMBIA
Equador e Colômbia empatam sem gols

Debaixo de forte chuva durante boa parte dos 90 minutos, Equador e Colômbia empataram por 0 a 0 nesta quarta-feira, em Quito. A partida foi válida pela sexta rodada das eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2010.

Com o resultado, a Colômbia se manteve como única invicta nas eliminatórias. A seleção soma agora dez pontos e se mantém em terceiro lugar. O Equador chegou a cinco pontos e continua na oitava posição. O líder das eliminatórias é o Paraguai, com 13 pontos.

Jogando em casa e empolgado por quase ter derrotado a Argentina no último domingo (1 a 1 em Buenos Aires), o Equador dominou boa parte do jogo, embora tenha tido dificuldades para criar chances de gol. Retraída, a Colômbia pouco buscou o ataque.

No primeiro tempo, a melhor chance equatoriana surgiu numa pixotada do colombiano Moreno. Após cruzamento de Valencia para a área, o jogador tentou cortar de cabeça e acertou o próprio travessão.

Com a forte chuva que caiu entre a segunda metade da etapa inicial e o começo da etapa final, o jogo ficou dificultado para as duas equipes.

Na base do abafa e de chutes de longe, o Equador seguiu em busca do gol que lhe daria sua segunda vitória nas eliminatórias. No entanto, o goleiro Julio mostrou-se seguro quando exigido e garantiu os colombianos.

A dez minutos do fim, Dario Moreno invadiu a área equatoriana, driblou o goleiro e foi agarrado pela camisa por Espinoza. A arbitragem não marcou o pênalti e o placar acabou mesmo 0 a 0, depois de o Equador perder pelo menos mais duas boas chances.

BRASIL 0X0 ARGENTINA
Brasil empata com Argentina, e torcida vaia o técnico Dunga

A julgar pelo que foi visto no Mineirão nesta quarta-feira, a popularidade do técnico Dunga no comando da seleção brasileira está bastante arranhada. Apesar de empatar em 0 a 0 com a arqui-rival Argentina, o treinador ouviu toda a sorte de gritos hostis, pedindo sua saída. Este foi o terceiro jogo seguido sem vitória da seleção (havia perdido para Venezuela e Paraguai).



Com o resultado, a seleção brasileira subiu para o quarto lugar nas eliminatórias sul-americanas, com nove pontos - a Argentina está em segundo lugar, com 11 pontos, dois a menos que o líder Paraguai. Mas há um porém. Nesta quinta-feira, a Venezuela recebe o Chile em Puerto La Cruz, às 21h30m (horário de Brasília), para encerrar a rodada. Como as duas seleções estão com sete pontos ganhos, qualquer uma que vença passará o Brasil na tabela - só o empate interessa à seleção de Dunga, que só volta a campo nas eliminatórias no dia 6 ou 7 de setembro, fora de casa, contra o Chile.





Tensão e gols perdidos





O técnico Dunga, que começou a ouvir vaias da torcida quando teve seu nome anunciado no Mineirão, foi a campo apostando em Adriano no ataque na vaga de Luis Fabiano. No meio, Anderson e Julio Baptista ocuparam as vagas de Josué e Diego.

Anderson pareceu nervoso enquanto esteve em campo. O jogador do Manchester United errou muitos passes e saiu aos 33 minutos do primeiro tempo, sentindo dores no joelho esquerdo. Diego entrou. Os demais jogadores de meio também erraram muitos passes durante a primeira etapa. Mineiro perdeu mais bolas do que costuma no meio.

A primeira etapa acabou por ser equilibrada. O Brasil criou duas grandes chances, com Julio Baptista e Robinho, mas a Argentina respondeu com Messi. A torcida mineira, apreensiva, não gritou muito durante a primeira etapa. Adriano teve o nome cantado em coro depois de voltar para ajudar a defesa.

A primeira grande chance do Brasil aconteceu aos 22 minutos. Após chute de Robinho da direita, a bola espirrou e sobrou limpa para Julio Baptista. O camisa 10 chutou exatamente em cima do goleiro Abbondanzieri, que fez grande defesa e ainda correu atrás do rebote para agarrar em definitivo.

Logo depois, Robinho recebeu lançamento no lado esquerdo do ataque, driblou o goleiro Abbondanzieri rente à linha de fundo e partiu para dentro da área. O atacante, entretanto, não conseguiu chutar ao gol ou passar a bola para Adriano, que entrava pelo meio da área. Cercado de argentinos, acabou perdendo a bola.

Os hermanos respeitaram a seleção e não criaram muitas chances no primeiro tempo. Com o grandalhão Cruz como referência e Gutierrez na ala esquerda (uma surpresa), a Argentina foi bem na marcação, porém um tanto tímida no ataque. Teve duas boas oportunidades no primeiro tempo. Na primeira, Julio Cruz entrou nas costas de Juan e cabeceou nas mãos de Júlio César. Depois, Messi penetrou livre na área, por trás de Lúcio, e bateu muito mal, longe do gol.



Show no intervalo e vaias

Como costuma fazer, a Argentina demorou para voltar para o segundo tempo. As duas equipes não sofreram alterações. Depois de assistir ao show do Skank no intervalo, a torcida mineira se inflamou e gritou forte. Em campo, Adriano por pouco não acertou passe para Robinho na área. Abbondanzieri saiu bem do gol e agarrou.

A Argentina respondeu com Messi, que avançou pela direita e foi derrubado por trás por Juan. O brasileiro merecia levar o segundo cartão amarelo, o que resultaria em sua expulsão, mas o árbitro Oscar Ruiz aliviou.


Aos poucos, os agentinos cresceram na partida e ficaram mais perto de abrir o placar. Julio Cruz recebeu bola limpa dentro da área, aos 11 minutos, mas bateu mal, por cima do gol de Júlio César.



Na base da raça, a seleção equilibrou as ações. Apesar de não conseguir grandes finalizações, o Brasil apertou a Argentina na defesa. Os hermanos passaram a parar as jogadas com falta. Os volantes Gago e Mascherano levaram cartões amarelos quase que um após o outro.



As duas seleções resolveram então mexer no ataque. Alfio Basile tirou Cruz e lançou Agüero, jogador de mais velocidade. Dunga foi chamado de burro por tirar Adriano e lançar Luis Fabiano. O nome de Pato era o mais gritado antes da substituição no Mineirão. O Imperador, por sua vez, foi aplaudido ao deixar o campo.





Torcida pede Pato, mas entra Luis Fabiano



Logo em sua primeira jogada, aos 26, Luis Fabiano ganhou de Coloccini, foi ao fundo e cruzou para Julio Baptista. O camisa 10 emendou um voleio, mas o tiro saiu fraco e Abbondanzieri defendeu sem problemas.



A seleção passou a ter mais a bola, embora sem criar grandes oportunidades. Dunga foi novamente chamado de burro ao trocar Diego por Daniel Alves. Daí para a frente, o treinador foi muito hostilizado. Foi chamado também de jumento, além de ouvir o corinho de "Adeus, Dunga".



Daí para o fim, a seleção não se encontrou mais em campo. A Argentina ainda teve uma boa chance, em chute de Messi, mas Júlio César apareceu bem, e o jogo terminou mesmo sem gols.



Ficha técnica:
BRASIL 0 x 0 ARGENTINA
BRASIL
Júlio César, Maicon, Juan, Lúcio e Gilberto; Mineiro, Gilberto Silva, Anderson (Diego) (Daniel Alves) e Julio Baptista; Robinho e Adriano (Luis Fabiano).
Técnico: Dunga.
ARGENTINA
Abbondanzieri, Burdisso, Coloccini e Heinze; Zanetti, Mascherano, Gago, Riquelme (Battaglia) e Gutierrez; Messi (Palacio) e Cruz (Agüero).
Técnico: Alfio Basile.
Gols: -.
Cartões amarelos: Juan, Adriano (BRA), Cruz, Mascherano e Gago (ARG). Cartão vermelho: -. Público: 52.527 pagantes. Renda: R$ 6.605.255,00.
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG). Data: 18/06/2008.
Árbitro: Oscar Ruiz (COL).
Auxiliares: Wilson Berrío (COL) e Rafael Rivas (COL).

PARADA ROCK

10-Mamonas Assassinas-Uma Arlinda Mulher



9-Guns n' Roses-Estranged



8-Twister Sister-I Wanna Rock



7-Guns n' Roses-Sympathy for the Devil



6-Audioslave-I Am The Highway



5-Rage Against the Machine-Testify



4-Incubus-Anna Molly



3-Velvet Revolver-Come on Come in



2-U2-One



1-Green Day-Jesus of Suburbia

3 Rodada da Eurocopa:Grupo D

RÚSSIA 2X0 SUÉCIA
Treinada por um holandês, Rússia vai encarar a Holanda nas quartas-de-final

A Rússia, treinada pelo técnico holandês Guus Hiddink, será a adversária da Holanda nas quartas-de-final da Eurocopa. Nesta quarta-feira, a seleção russa venceu por 2 a 0 a Suécia, em Innsbruck, e garantiu o segundo lugar do Grupo D com seis pontos.



O jogo entre Rússia e a favorita Holanda, dona da melhor campanha da primeira fase no Grupo C, será neste sábado, na Basiléia. A Espanha, líder do Grupo D, vai encarar a Itália, no domingo, em Viena. Os outros confrontos das quartas são: Portugal x Alemanha (nesta quinta, na Basiléia) e Croácia x Turquia (sexta, em Viena).



Os gols da Rússia foram marcados por Pavlyuchenko e Arshavin, um em cada tempo. A seleção de Hiddink foi superior à Suécia em toda a partida e mereceu o resultado.



Em 1988, a União Soviética, da qual a Rússia fazia parte, decidiu a Eurocopa com a Holanda. A Laranja venceu por 2 a 0, com gols de Gullit e Van Basten, atual treinador da seleção holandesa.







Erros suecos, gols russos





A Rússia começou pressionando os suecos desde o início da partida. Depois de insistir, chegou ao primeiro gol aos 23 minutos, com o atacante Pavlyuchenko. A defesa russa ganhou uma dividida no meio-campo e a bola foi lançada para Anyukov, que entrou na área e rolou para Pavlyuchenko bater de primeira e abrir o placar.



Três minutos depois, a melhor chance da Suécia em todo o jogo. Após cruzamento da esquerda, Henrik Larsson, de costas, tocou de cabeça e a bola foi no travessão.



A Rússia respondeu da mesma forma. Ibrahimovic perdeu a bola no meio-campo, os russos saíram em contra-ataque, Pavlyuchenko dominou na área e bateu bonito, mas na trave.



Na etapa final, a seleção de Hiddink precisou de apenas cinco minutos para matar a partida. Após mais um erro na saída dos suecos, Zhirkov partiu com a bola dominada, avançou pela esquerda e cruzou para Arshavin, de carrinho, fechar a vitória em 2 a 0.



Ficha técnica:
RÚSSIA 2 x 0 SUÉCIA
RÚSSIA
Akinfeev; Anyukov, Ignashevich, Kolodin e Zhirkov; Semak, Zyrianov, Semshov e Bilyaletdinov (Saenko); Arshavin e Pavlyuchenko (Bystrov).
Técnico: Guus Hiddink.
SUÉCIA
Isaksson; Stoor, Mellberg, Hansson e Nilsson (Allback); Svensson, Andersson (Kalstrom), Elmander e Ljungberg; Ibrahimovic e Henrik Larsson.
Técnico: Lars Lagerback.
Gols: Pavlyuchenko, aos 23 do primeiro tempo; Arshavin, aos 5 do segundo tempo
Cartões amarelos: Isaksson, Elmander (SUE), Arshavin, Semak, Kolodin (RUS)
Estádio: Tivoli Neu, em Innsbruck. Data: 18/06/2008.
Árbitro: Frank De Bleeckere (BEL).
Auxiliares: Peter Hermans (BEL) e Alex Verstraeten (BEL).

GRÉCIA 1X2 ESPANHA
Grécia se despede com derrota para os reservas da classificada Espanha

Quatro anos depois de surpreender o mundo ao conquistar o título da Eurocopa , a Grécia se despediu da edição 2008 do torneio com três derrotas em três jogos. Nesta quarta-feira, os gregos perderam por 2 a 1 para o time reserva da classificada Espanha, em Salzburgo, Áustria. Charisteas abriu o placar para a Grécia. De la Red e Güiza viraram.



Com o resultado, a Fúria terminou em primeiro lugar no Grupo D, com nove pontos, e vai encarar a Itália nas quartas-de-final. O jogo é neste domingo. Em segundo ficou a Rússia, com seis pontos. A seleção derrotou a Suécia por 2 a 0, também nesta quarta, e vai encarar a Holanda neste sábado. Os suecos terminaram em terceiro (três pontos), à frente dos gregos, que ficaram sem ponto.





Iniesta é o único titular da Espanha em campo



Com a equipe praticamente toda reserva (apenas Iniesta vinha sendo titular nos jogos anteriores e foi mantido), a Espanha teve uma atuação regular e chegou a merecer melhor sorte na partida pelas chances criadas. A Grécia também fez algumas mudanças em seu time e, mesmo eliminada, não alterou sua forma recuada de jogar.



O primeiro tempo foi morno e quase sem chances. Destaque para um lance tentado pelo volante Xabi Alonso, um dos melhores em campo pela Fúria. O jogador do Liverpool (que perdeu a vaga de titular para Marcos Senna) bateu do meio-campo, tentando encobrir o goleiro Nikopolidis. O arqueiro grego se esforçou para tirar e se chocou com a trave. Por sorte, a bola foi para fora.


A Espanha ainda reclamou de um pênalti em Iniesta. A jogada, duvidosa, foi ignorada pela arbitragem. Aos 42, em seu primeiro ataque perigoso, a Grécia abriu o placar. Depois de falta cobrada da esquerda, Charisteas entrou livre pelo meio da área e cabeceou firme para a rede. O atacante atravessou o campo e cumprimentou o goleiro Nikopolidis, que fazia seu jogo de despedida da seleção.



No segundo tempo, o panorama seguiu parecido. A Grécia, recuada, e a Espanha, um pouco melhor, mas nada brilhante. Amanatidis teve a primeira chance, de cabeça, mas mandou a bola em cima do goleiro Reina.



Xabi Alonso, em chute da intermediária, carimbou a trave de Nikopolidis e acendeu o time da Espanha. O empate surgiu aos 16 minutos, depois que o atacante Güiza foi lançado na área e ajeitou de cabeça para De la Red encher o pé e fazer um bonito gol.



Satisfeita com o empate, a Grécia recuou ainda mais. Aos 29 minutos, o técnico Otto Rehhagel sacou o meia de criação Karagounis para lançar o volante Tziolis.



O castigo para os gregos aconteceu aos 43 minutos. Após cruzamento de Sergio García da direita, Güiza subiu livre para testar, sem chances para Nikopolidis.



Ficha técnica:
GRÉCIA 1 x 2 ESPANHA
GRÉCIA
Nikopolidis, Vintra, Kyrgiakos (Antzas), Dellas e Spiropoulos; Basinas, Katsouranis, Salpingidis (Giannakopoulos), Karagounis (Tziolis) e Amanatidis; Charisteas.
Técnico: Otto Rehhagel.
ESPANHA
Reina, Arbeloa, Albiol, Juanito e Navarro; De la Red, Xabi Alonso, Sergio García, Fábregas e Iniesta (Cazorla); Güiza.
Técnico: Luis Aragonés.
Gols: Charisteas, aos 42 minutos do primeiro tempo; De la Red, aos 16, e Güiza, aos 43 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Karagounis, Basinas, Vintra (GRE), Güiza e Arbeloa (ESP).
Estádio: Wals-Siezenheim, em Salzburgo (AUT). Data: 18/06/2008.
Árbitro: Howard Webb (ING).
Auxiliares: Darren Cann (ING) e Michael Mullarkey (ING).

terça-feira, 17 de junho de 2008

Rodada de Terça

CRB 1X2 BARUERI
Barueri se recupera de goleada para o Santo André e vence o CRB, em Maceió

Depois de ser goleado em casa na última rodada da Série B, o Barueri buscou a sua recuperação na competição, vencendo o CRB, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, no Estádio Rei Pelé em Maceió. Com a vitória, o time paulista chegou a 11 pontos na tabela de classificação encostando nos líderes. Já a equipe de Alagoas permanece com apenas quatro pontos e segue na zona de rebaixamento para a Série C.


O primeiro tempo começou em ritmo muito lento. Sequer parecia que os dois times precisavam de um bom resultado para se recuperar na segundona. Aos goleiros, bastava apenas assistir ‘de camarote’ a má atuação das equipes e ao grande número de passes errados. Porém, bastou o Barueri chegar com real perigo para abrir o placar. Aos 31 minutos, Marcos Pimentel se aproveitou da desatenção da defesa alagoana, roubou a bola e chutou de fora da área, no ângulo.


Daí em diante a partida melhorou bastante, com o CRB se atirando ao ataque e o Barueri se aproveitando dos espaços. Rafinha quase empatou para o time alagoano aos 34, mas René fez boa defesa. Em seguida, Jean Carlo bateu falta com categoria, e o goleiro paulista só torceu para a bola sair. O time paulista também teve suas chances, mas Alberto não conseguiu aproveitar duas boas jogadas, perdendo a primeira, de cabeça, e outra, de carrinho.


Na etapa final o ritmo voltou a cair. A equipe de Fábio Luiz limitava-se a jogar na defesa, enquanto o time da casa parecia não ter forças para reagir. Perigo mesmo, apenas em jogadas isoladas de bola parada. Mas de tanto insistir, o CRB conseguiu o empate aos 28 minutos. Júnior Amorim invadiu a área e bateu cruzado pelo alto, sem chances para René.


Com um resultado que não agradava nem a gregos nem a troianos, a partida voltou a melhorar. Empurrado pela torcida, o time alagoano passou a pressionar o adversário, que mal conseguia sair do campo defensivo. Porém, no primeiro contra-ataque que o Barueri encaixou, veio o lance do segundo gol. Aos 37, Marcos Pimentel avançou pela direita e foi derrubado na área por Júnior Amorim. Guaru bateu bem e deu números finais à partida.

CEARÁ 2X2 BAHIA
Tricolor baiano sai na frente, mas Ceará arranca empate na etapa final

Em um jogo onde cada equipe fez dois gols em cada tempo, Ceará e Bahia empataram por 2 a 2, na noite desta terça-feira, no Castelão, na abertira da sétima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Na etapa inicial, Galvão e Elias marcaram para o time visitante, mas no segundo tempo, Vavá fez dois para os anfitriões e deixou tudo igual.



O resultado faz o Vovô subir do quarto para o terceiro lugar provisório, com 11 pontos. Mas no decorrer da rodada, o time cearense pode até deixar o G-4. O Tricolor baiano soma nove pontos, mas cai da décima para a 11ª posição.



O próximo compromisso das duas equipes é daqui a uma semana, na terça, dia 24. O Bahia volta a jogar fora de casa, contra o Juventude, em Caxias do Sul. O Ceará vai a Florianópolis encarar o Avaí.





O jogo

O time da casa começou pressionando e dando a impressão de que poderia vencer com certa facilidade. O atacante Luiz Carlos perdeu duas boas chances de abrir o placar para o Vovô nos dez primeiros minutos, mas o goleiro Darci estava bem atento. Até que, aos 17 minutos, em jogada rápida, o atacante Galvão recebeu livre pela direita e bateu cruzado, marcando o primeiro gol do Bahia.





Buscando reação, o atacante alvinegro Ciel chegou com perigo aos 27, mas o goleiro tricolor voltou a fazer boa defesa. Aos 37, o meia Ávine foi derrubado por Dezinho dentro da área cearense, e o árbitro João Alberto Gomes Duarte apitou pênalti. Na cobrança, Elias bateu no meio do gol e ampliou. Nos acréscimos, o juiz anulou um gol tricolor de Bruno Cazarine, que fez falta na jogada.



A segunda etapa começou da mesma maneira que a primeira, com o Bahia sendo pressionado pelo Ceará. Porém, Marcelo Bonan também teve que trabalhar duro e fazer defesa difícil em uma falta cobrada por Marconi. Mas, aos 24, após escanteio pela direita, Zé Adriano desviou de cabeça, e Vavá, livre, tocou para o gol e diminuiu o placar.



A torcida alvinegra cresceu no Castelão, e aos 29, Vavá quase empatou cabeceando na trave baiana. Porém, a pressão aumentou e, aos 33, após cruzamento de Marcos Mendes, ele de novo, Vavá, testou para baixo e fez 2 a 2. Nos últimos minutos, o Alvinegro ficou com um a menos, já que Zé Adriano se machucou e todas as substituições já tinham sido realizadas.

SANTO ANDRÉ 0X0 SÃO CAETANO
Empate sem gols e lances polêmicos no clássico do ABC paulista

No 16º clássico entre Santo André e São Caetano, no Estádio Bruno Daniel, nesta terça-feira, nada de gols, mas muitos lances polêmicos. Os dois times reclamaram de pênaltis, em vão. Com o empate, o time da casa chegou a nove pontos na Série B, e o Azulão, vice-líder, a 12.



Na próxima rodada, o Ramalhão enfrenta a Ponte Preta fora de casa, e o São Caetano recebe o Gama.



Lances polêmicos



Os times fizeram um jogo equilibrado, mas com uma forte pressão do visitante no fim da partida. As duas equipes foram para o intervalo reclamando de pênaltis, e com razão. Márcio Mixirica foi derrubado na área aos 9 minutos do primeiro tempo, e Galhardo reclamou de penalidade máxima no finzinho da etapa inicial. No segundo tempo, o São Caetano cobrou mais dois pênaltis não marcados.



O jogo


Bem postadas, as duas defesas não deram muito espaço para os adversários na etapa inicial. Por isso, a maioria dos lances de perigo saiu de chutes de longa distância. Aos 19 minutos, o atacante Luan, do Azulão, arriscou de longe e exigiu boa defesa do goleiro Neneca, que espalmou a bola para escanteio. O meia Marcelinho também finalizou duas vezes de fora da área, mas Júlio César defendeu com tranqüilidade.

Aos 44, o São Caetano quase abriu o placar. De fora da área, o atacante Vandinho chutou forte, Neneca deu um leve toque na bola, que explodiu no travessão e foi para escanteio.

Os times voltaram do intervalo sem muita criatividade. O primeiro momento de destaque foi a expulsão aos 14 minutos do técnico do São Caetano, Pintado, por reclamação contra a arbitragem. O treinador cobrou a marcação do pênalti sobre Luan.

Os dois goleiros praticamente não foram exigidos. Somente no final uma jogada de emoção. No último bom lance, o São Caetano teve a chance de garantir a vitória. Aos 41, o atacante Caiuby cabeceou bem, mas o goleiro Neneca voou para fazer uma linda defesa e garantir o empate.

Eliminatórias da Copa 2010


URUGUAI 6X0 PERU
Uruguai atropela peruanos e ultrapassa o Brasil na tabela das eliminatórias

Depois de decepcionar sua torcida no empate de 1 a 1 com a Venezuela, no último fim de semana, o Uruguai fez as pazes com o bom futebol ao golear o Peru, nesta terça, no Estádio Centenário. Forlán fez três gols nos 6 a 0 da Celeste sobre o Peru, na partida que abriu a sexta rodada das eliminatórias sul-americanas . Bueno (dois gols) e Abreu completaram o marcador.

Com o resultado, o Uruguai assume a quarta colocação, com oito pontos e à frente do Brasil, que tem a mesma pontuação mas perde no saldo de gols (9 a 4). Apenas os quatro primeiros colocados garantem vaga direta na Copa do Mundo. O quinto precisa jogar a repescagem contra o quarto colocado das eliminatórias da Concacaf. A seleção brasileira , no entanto, pode recuperar a posição nesta quarta-feira, pois enfrenta a Argentina no Mineirão. A TV Globo transmite, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha o jogo em Tempo Real a partir das 21h45m.

A seleção uruguaia entrou com algumas mudanças em relação à equipe que tropeçou na Venezuela. O goleiro Castillo, do Botafogo, ganhou a vaga de Carini, que falhou no gol venezuelano. Castillo foi pouco exigido e esteve sempre seguro quando solicitado. Na frente, "El Loco" Abreu foi barrado para a entrada de Bueno.



Peruano é expulso no primeiro tempo


O Uruguai teve sua vida facilitada por conta do destempero do atacante Guerrero. O jogador do Hamburgo, da Alemanha, é o maior craque da atual seleção peruana, que suspendeu por 18 meses Pizarro, Farfán, Acasiete e Mendoza por indisciplina. Guerrero foi expulso por reclamação ainda no primeiro tempo. Foi o atacante quem cometeu o pênalti (duvidoso) que originou o segundo gol uruguaio.



Com a bola rolando, a Celeste não demorou a abrir o placar. Forlán recebeu no lado esquerdo da área e tocou com estilo, por cima de Butrón, para fazer 1 a 0. O Peru até que tentou equilibrar as ações, mas Castillo apareceu bem na única chance da seleção peruana, saindo nos pés de Solano.

Aos 35 minutos, ocorreu o lance que decidiu o jogo. Após cobrança de escanteio, o peruano Paolo Guerrero trombou com Godín na área e a arbitragem marcou pênalti. Guerrero ficou transtornado e reclamou muito. Forlán bateu e não deu chances a Butrón. Como Guerrero continuou reclamando após a cobrança, acabou expulso de campo.

No segundo tempo, com um homem a mais, o Uruguai passeou. Forlán, de cabeça após bola espirrada, fez 3 a 0. Depois, Bueno, testando firme um cruzamento, fez o quarto. O próprio Bueno completou na área uma boa triangulação do ataque celeste e fez 5 a 0.



No apagar das luzes, Abreu, que entrara no segundo tempo, recebeu a bola e, da entrada da área, bateu firme e no canto para sacramentar a goleada.

3 Rodada da Eurocopa:Grupo C


ITÁLIA 2X0 FRANÇA
Itália vence França, ganha mãozinha da Holanda e se classifica às quartas

Um dos jogos mais esperados até aqui na Eurocopa , França x Itália tinha tudo para ser uma guerra de nervos. Afinal, além de as duas seleções precisarem da vitória, ainda tinham de torcer para um tropeço da Romênia diante da Holanda, no outro jogo do Grupo C. No estádio Letzigrund, em Zurique, porém, o que se viu foi uma vitória tranqüila da Azzurra pelo placar de 2 a 0, gols de Pirlo e De Rossi.



Com o resultado, a Itália, que jogou com um homem a mais a partir dos 23 minutos (Abidal foi expulso por cometer o pênalti que originou o primeiro gol do jogo), terminou em segundo lugar no grupo da morte, com quatro pontos, dois a mais do que a Romênia, que perdeu em Berna para a líder Holanda (nove pontos) pelo placar de 2 a 0 . A França, com um ponto, segurou a lanterna da chave.



O adversário da Itália nas quartas-de-final será a Espanha que, embora ainda jogue nesta quarta pela última rodada do Grupo D, já assegurou o primeiro lugar da chave. A nota triste para a Azzurra ficou por conta dos cartões amarelos levados por Pirlo e Gattuso. Os volantes cumprirão suspensão no jogo deste domingo.



Times entram mudados para o jogo



Para a decisão desta terça, a Itália, assim como a França, modificou pela terceira vez sua escalação nesta Eurocopa. A Azzurra apostou nas entradas de De Rossi e Perrotta no meio (ao lado de Pirlo e Gattuso) e Cassano formando dupla de ataque com Luca Toni. Com isso, o esquema de jogo italiano mudou, de 4-5-1 para 4-4-2. No lado da França, Ribéry foi recuado para o meio, no lugar que era ocupado por Malouda, e Benzema formou dupla de frente com Henry. Na defesa, Abidal, normalmente lateral-esquerdo, foi improvisado na quarta zaga na vaga de Thuram. Na lateral direita, Clerc substituiu Sagnol.

O caminhão de mudanças favoreceu a Itália, que começou o jogo muito melhor do que a França. Panucci, de cabeça, quase abriu o placar para a Azzurra logo no início. Para piorar a situação da França, Ribéry se machucou aos nove minutos e deu lugar ao jovem Nasri.



Pênalti e expulsão resolvem o jogo para a Itália
Dona do jogo, a Itália ameaçou com Luca Toni, que bateu da entrada da área e assustou Coupet. Aos 23, no entanto, não teve jeito. O centroavante italiano foi lançado na área, dominou e, quando ia bater, foi derrubado por trás pelo improvisado Abidal. Pênalti e cartão vermelho para o francês. Na cobrança, aos 25, Pirlo bateu sem chances para Coupet.

Para recompor a defesa, o técnico Raymond Domenech foi obrigado a sacar Nasri para lançar Boumsong. Com um a mais em campo, a Itália seguiu bem e teve as melhores chances de gol até o intervalo. Grosso, em cobrança de falta, carimbou a trave de Coupet.

Nos minutos finais do primeiro tempo, a França apresentou alguma melhora e teve até uma ou outra oportunidade. Na melhor delas, Henry girou no lado direito da área, mas bateu rasteiro para fora. Benzema também procurou tabelar com o colega de ataque e incomodou a defesa italiana, mas a França não foi capaz de fazer sequer uma finalização na direção do gol de Buffon.



Lance de sorte sela a vitória da Azzurra
No segundo tempo, a França voltou animada em busca da virada, única hipótese de a seleção conseguir a classificação às quartas-de-final. Henry chegou a acertar a mira em chutes para o gol, mas Buffon não teve dificuldades para defender.



Com um a menos, entretanto, o ímpeto da França foi gradualmente diminuindo. O golpe de misericórdia da Itália aconteceu aos 17 minutos, num lance de sorte. De Rossi soltou a bomba em falta cobrada da intermediária. A bola desviou em Henry, que estava na barreira, e matou o goleiro Coupet.



O técnico Raymond Domenech ainda tentou a medida desesperada de lançar o atacante Anelka na vaga do meia Govou. Mas a Itália soube valorizar bem a posse de bola e não correu muitos riscos até o apito final.





Ficha técnica:
FRANÇA 0 x 2 ITÁLIA
FRANÇA
Coupet, Clerc, Gallas, Abidal e Evra; Toulalan, Makelele, Govou (Anelka) e Ribéry (Nasri) (Boumsong); Benzema e Henry.
Técnico: Raymond Domenech.
ITÁLIA
Buffon, Zambrotta, Panucci, Chiellini e Grosso; Pirlo (Ambrosini), Gattuso (Aquilani), De Rossi e Perrotta (Camoranesi); Cassano e Toni.
Técnico: Roberto Donadoni.
Gols: Pirlo, aos 25 minutos do primeiro tempo, e De Rossi, aos 17 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Evra, Govou, Henry, Boumsong (FRA), Chiellini, Gattuso e Pirlo (ITA).
Cartão vermelho: Abidal (FRA).
Estádio: Letzigrund, em Zurique (SUI). Data: 17/06/2008.
Árbitro: Lubos Michel (SVK).
Auxiliares: Roman Slysko (SVK) e Martin Balko (SVK).

HOLANDA 2X0 ROMÊNIA
Holanda mostra sua força e termina 1ª fase com 100% de aproveitamento

A Holanda mostrou toda sua força na Eurocopa e, mesmo com o time misto e já classificada, derrotou a Romênia por 2 a 0 nesta terça-feira, no Stade de Suisse, em Berna, na última rodada do Grupo C. Com o resultado, a seleção laranja se garante em primeiro lugar da chave, com 100% de aproveitamento. Já os romenos estão fora do torneio.

A Itália, que também nesta terça-feira bateu a França por 2 a 0, ficou com o segundo lugar da chave. A Azzurra encara a Espanha (1ª colocada do grupo D) nas quartas-de-final, enquanto a Holanda pega Rússia ou Suécia.

O jogo

Ao contrário do que se esperava, a Holanda foi quem tomou a iniciativa de procurar o gol na primeira etapa. Com um trio ofensivo formado por Robben, Van Persie e Huntelaar, o time de Van Basten tinha maior posse de bola do que os romenos que, por sua vez, pareciam preocupados com o resultado de França e Itália.

O primeiro lance de perigo, entretanto, foi da Romênia. O perigoso Mutu arriscou de longe. O goleiro reserva Stekelenburg fez o golpe de vista sem muita segurança. Sete minutos depois, a Holanda respondeu com um lindo lance de Huntelaar. O artilheiro do Ajax recebeu passe dentro da área, fez o trabalho de pivô e, com um leve toque, deu passe primoroso para Robben. Na conclusão, o jogador do Real não caprichou e chutou para fora.



O lado curioso no início do segundo tempo foi o fato de que o árbitro suíço Massimo Busacca só autorizou a saída quando o quarto ábitro assegurou que o mesmo estava sendo feito na partida entre França e Itália, em Zurique.

Aos três minutos, Van Persie quase abriu o placar. Após dar um lindo giro sobre um defensor romeno, o meia-atacante do Arsenal chutou no canto, obrigando o Lobont a se esticar todo para colocar a bola para escanteio.

No entanto, seis minutos depois, o goleiro romeno não conseguiu evitar o gol do time de Van Basten. Huntelaar, mostrando que é realmente um ‘matador’, escorou para o fundo das redes um cruzamento rasteiro do lado direito feito pelo meia Afellay.

Com o resultado nas mãos, a Holanda cozinhou a partida e ainda teve tempo para marcar o segundo gol. E que gol. Van Persie matou no peito e, com uma bomba de perna esquerda, estufou as redes aos 42 minutos.



Ficha técnica:
HOLANDA 2 x 0 ROMÊNIA
HOLANDA
Stekelenburg, khalid Boulahrouz (Melchiot), Heitinga, Bouma e De Cler; De Zeeuw, Engelaar, Afellay e Van Persie; Robben (Kuyt) e Huntelaar (Jan Vennegoor of Hesselink)
Técnico: Van Basten.
ROMÊNIA
Bogdan Lobont, Cosmin Contra, Gabriel Tamas, Sorin Ghionea e Rat; Nicolita (Petre), Rezvan Cocis, Codrea (Dica) e Chivu; Mutu e Marius Niculae (Daniel Niculae)
Técnico: Victor Piturca.
Gols: Huntelaar, aos nove minutos do segundo tempo, e Van Persie aos 42 minutos do segundo tempo;
Cartões amarelos: Chivu (Romênia)
Estádio: Stade de Suisse. Data: 17/06/2008.
Árbitro: Massimo Busacca (SUI).
Auxiliares: Matthias Arnet e Stéphane Cuhat (SUI).

segunda-feira, 16 de junho de 2008

PARADA ROCK

10-Avenged Sevenfold-Almost Easy



9-White Stripes-Jolene



8-System of a Down-Toxicity



7-Megadeth-Sweating Bullets



6-Ramones-I Don't Want To Grow Up



5-Silverchair-Suicidal Dream



4-Pearl Jam-Better Man



3-Nirvana-Smells Like Teen Spirit



2-Pantera-Walk



1-Metallica-The Unforgiven

3 Rodada da Eurocopa:Grupo B

ALEMANHA 1X0 ÁUSTRIA
Golaço de Ballack classifica Alemanha

Não foi fácil, mas a Alemanha conseguiu assegurar sua vaga nas quartas-de-final da Eurocopa ao derrotar, nesta segunda-feira, uma das anfitriãs do torneio, a Áustria, pelo placar de 1 a 0. Ballack, num golaço de falta, foi o responsável pelo triunfo alemão.



Com o resultado, a Alemanha terminou em segundo lugar no Grupo B, com seis pontos, três a menos que a líder Croácia, que também nesta segunda derrotou a Polônia por 1 a 0. O próximo adversário dos alemães será Portugal, nesta quinta-feira, em Basiléia, na Suíça. A Croácia, por sua vez, terá a Turquia como rival nas quartas-de-final. O jogo é nesta sexta-feira, em Viena, na Áustria.





Mario Gómez perde gol incrível

Podendo empatar o jogo, a Alemanha deu a impressão de que seria soberana na partida. Logo no início, Mario Gómez perdeu um gol incrível, na pequena área. O camisa 9 recebeu passe rasteiro de Klose e, embaixo do gol, chutou mal. A bola subiu e por pouco não caiu dentro do gol, mas a zaga austríaca salvou em cima da linha.

Apesar do susto inicial, a Áustria não se desesperou e, bem postada defensivamente, passou a incomodar a Alemanha, que não conseguia sair para o jogo. Com seus dois laterais muito marcados, os alemães embolaram o jogo pelo meio durante o primeiro tempo e pouco ameaçaram o gol de Macho.



No lado ofensivo, a Áustria foi tímida durante o primeiro tempo mas, ainda assim, incomodou a Alemanha. A dona da casa chegou a reclamar de um pênalti de Metzelder em Hoffer (um agarrão do alemão no atacante austríaco). A arbitragem mandou o jogo seguir.





Técnicos das duas seleções são expulsos

Pouco antes do intervalo, um lance curioso e pouco habitual no futebol europeu. Após desentendimento com o quarto árbitro, os técnicos Josef Hickersberger, da Áustria, e Joachim Löw, da Alemanha, foram expulsos de campo pelo juiz Manuel Mejuto González. Os dois treinadores deixaram o campo lado a lado e apertaram as mãos ao saírem.



Depois do intervalo, um lance de bola parada deu à Alemanha a tranqüilidade de que precisava para jogar. Em falta da intermediária, Ballack soltou a bomba após leve toque na bola de um companheiro. A bola entrou no ângulo, sem chances para o goleiro Macho. Um golaço.



Em vantagem no marcador, a Alemanha tratou de fazer o tempo passar. A Áustria bem que tentou a virada que lhe valeria a vaga, mas esteve longe de conseguir. O poder de ataque dos donos da casa era muito fraco e o goleiro Lehamann teve poucos lances com que se preocupar. No fim, a festa foi mesmo alemã.


Ficha técnica:
ÁUSTRIA 0 x 1 ALEMANHA
ÁUSTRIA
Macho, Garics, Stranzl, Hiden (Leitgeb) e Pogatetz; Aufhauser (Saumel), Fuchs, Ivanschitz e Korkmaz; Harnik (Kienast) e Hoffer.
Técnico: Josef Hickersberger.
ALEMANHA
Lehmann, Friedrich, Mertesacker, Metzelder e Lahm; Frings, Ballack, Fritz (Borowski) e Podolski (Neuville); Gómez (Hitzlsperger) e Klose.
Técnico: Joachim Löw.
Gol: Ballack, aos 4 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Stranzl, Ivanschitz e Hoffer (AUT). Cartão vermelho: -.
Estádio: Ernst-Happel, em Viena (AUT). Data: 16/06/2008.
Árbitro: Manuel Mejuto González (ESP).
Auxiliares: Juan Carlos Yuste Jiménez (ESP) e Jesús Calvo Guadamuro (ESP).

CROÁCIA 1X0 POLÔNIA
Croácia 100% manda Polônia para casa

A Polônia entrou em campo sonhando, mas caiu na realidade e está fora da Eurocopa. A Croácia, já classificada por antecipação, venceu o rival por 1 a 0 nesta segunda-feira, em Klagenfurt (Áustria), e confirmou o primeiro lugar do Grupo B. Nas quartas-de-final, a seleção croata vai enfrentar a Turquia.



A Croácia termina a primeira fase com 100% de aproveitamento (três vitórias em três partidas) e tem, até o momento, a melhor campanha da competição. Com apenas um ponto ganho, a Polônia, do meia brasileiro Roger Guerreiro, ficou na lanterna. A outra classificada do Grupo A é a Alemanha, que venceu a Áustria (um ponto) por 1 a 0 e chegou a seis pontos. Os alemães vão enfrentar Portugal.



O jogo entre Croácia e Turquia pelas quartas-de-final será na sexta-feira. Na quinta, a Alemanha encara a seleção portuguesa, treinada por Luiz Felipe Scolari.



Em Klagenfurt, o gol da vitória dos croatas por 1 a 0 sobre a Polônia foi marcado por Klasnic, na etapa final.





Pressão croata





A Polônia precisava vencer para continuar com chances de ir às quartas. E foi para o ataque no início do jogo. Aos 10, após cobrança de escanteio, Dudka subiu bem e cabeceou muito perto do gol.



A resposta croata veio cinco minutos depois, quando Pranjic tentou encobrir o goleiro Boruc e chutou por cima. Aos 19, Petric tocou de cabeça, rente à trave.



Mesmo já classificada, a Croácia partiu para cima e fez Boruc trabalhar. Primeiro, o goleiro fez grande defesa quando Klasnic entrou na área, cara a cara, após boa tabela. Aos 46, Boruc salvou de novo a Polônia: Rakitic entrou sozinho e bateu, mas o goleiro pegou no reflexo.



No segundo tempo, Boruc nada pôde fazer logo no primeiro ataque croata. Aos 8, em um ataque bem trabalhado, a bola ficou com Pranjic pela direita, ele rolou no meio para Klasnic, que chutou de primeira, sem marcação, para marcar a 1 a 0.



Em desvantagem, a Polônia passou a atacar mais e a assustar o goleiro croata, Runje. A melhor chance foi do brasileiro naturalizado polonês Roger. Aos 17, o ex-lateral de Flamengo e Corinthians recebeu na área, dominou, virou o corpo e bateu rente à trave esquerda.



Nos minutos finais, outras duas boas chances. Smolarek driblou um rival fora da área e arriscou de canhota, muito perto da trave direita, aos 35. Seis minutos depois, Zahorski entrou na área, cara a cara com Runje, mas o goleiro salvou com o pé esquerdo.



Ficha técnica:
POLÔNIA 0 x 1 CROÁCIA
POLÔNIA
Boruc, Wasilewski, Zewlakow, Dudka, Wawrzyniak; Murawski, Lewandowski (Kokoszka), Krzynowek; Lobodzinski (Smolarek) e Roger Guerreiro; Saganowski (Zahorski).
Técnico: Leo Beenhakker.
CROÁCIA
Runje, Simic, Vejic, Knezevic (Corluka), Pranjic; Leko, Pokrivac, Vukojevic, Rakitic; Petric (Kranjcar) e Klasnic (Kalinic).
Técnico: Slaven Bilic.
Gols: Klasnic, aos 8 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Lewandowski, Zahorski (POL), Vejic, Vukojevic (CRO).
Estádio: Worthersse, em Klagenfurt. Data: 16/06/2008.
Árbitro: Árbitro: M. Vassaras (GRE).
Auxiliares: Bozatzidis (GRE) e Saraidaris (GRE).

domingo, 15 de junho de 2008

Eliminatórias da Copa 2010

PARAGUAI 2X0 BRASIL
Cabañas confirma fama de carrasco e detona a seleção brasileira

O Brasil não suportou a pressão do Paraguai e saiu do Defensores del Chaco, em Assunção, derrotado e em quarto lugar na tabela de classificação das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Com um gol de Cabañas e outro de Roque Santa Cruz, os donos da casa venceram por 2 a 0. O atacante do América-MEX deitou e rolou, confirmando a sua fama de carrasco diante de adversários canarinhos. Além do gol, o jogador acertou duas bolas na trave e chegou a dar uma cambalhota ao disputar um lance com o zagueiro Juan. O placar de 2 x 0 até que saiu barato para o que se viu em campo, mesmo com o Brasil atuando com um jogador a mais durante quase todo o segundo tempo (Verón foi expulso aos 2 minutos da etapa complementar).



Com o resultado, o Paraguai se manteve na lideração das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, com 13 pontos. O Brasil - que perdeu pela primeira vez na competição - caiu da terceira para a quarta colocação, permanecendo com oito pontos. Na próxima rodada, o time canarinho enfrenta a Argentina, em Belo Horizonte. Os paraguaios encaram a Bolívia fora de casa. Os dois jogos vão ser realizados na próxima quarta-feira.



Santa Cruz aproveita falha da zaga para abrir o placar



O Paraguai começou melhor a partida, principalmente com uma maior posse de bola, no entanto, assustando muito pouco o goleiro Júlio César. O Brasil pecava em atuar muito atrás, esperando os adversários para tentar surpreender nos contra-ataques. O primeiro lance perigoso do jogo foi canarinho. Diego dominou na entrada da área e arriscou. A bola saiu à esquerda de Villar.





Aos 18, o Paraguai transformou o seu domíno territorial em lance de perigo. Santana avançou pela direita e cruzou para Roque Santa Cruz, que chegou atrasado. O Brasil seguiu sem inspiração e errando muitos passes, com Robinho e Luis Fabiano muito isolados no ataque. Aos 23, Cabañas ganhou na corrida de Gilberto e, da entrada da área, chutou forte na trave. O rebote sobrou para o goleiro Júlio César, que beijou a bola duas vezes.



No lance seguinte, aos 25, não teve jeito. No quinto escanteio paraguaio na partida, Luis Fabiano e Gilberto não conseguiram cortar e a bola sobrou para Roque Santa Cruz marcar o primeiro gol da partida (assista ao vídeo acima). Lúcio deixou o atacante sozinho tocar para o fundo da rede de Júlio César. O jogador do Blackburn, da Inglatarra, completou o seu 60º jogo pela seleção e marcou o seu quarto tento sobre o Brasil.



A seleção acordou com o gol paraguaio e passou a se interessar mais pela partida. Aos 32, Luis Fabiano ganhou na raça da zaga e, na sobra, a bola chegou em Robinho. O atacante deu um corte no zagueiro e chutou em cima de um rival, que desviou para escanteio. Cinco minutos depois, Lúcio, em cobrança de falta, assustou o goleiro Villar.



Nem expulsão atrapalha festa de Cabañas



O Brasil voltou para o segundo tempo com uma modificação em relação ao time que começou a partida. O técnico Dunga apostou na entrada de Anderson na vaga de Josué. O time parecia que entraria no jogo e a expulsão de Verón, logo aos dois minutos, animou os poucos brasileiros que estavam no estádio Defensores del Chaco. Porém, aos 4, uma ducha de água fria no time canarinho. Santa Cruz recebeu lançamento pela lado esquerdo, avançou e ao entrar na área chutou forte para bela defesa de Júlio César. Na sobra, Cabañas ganhou de Juan e ampliou o marcador: 2 a 0.



Com o gol, Cabañas provou que é carrasco do Brasil e de equipes canarinhos. Na Libertadores, o jogador marcou cinco gols nos jogos contra Flamengo e Santos. Agora, atuando pelo Paraguai, ele só faltou fazer chover ao infernizar os zagueiros. Depois de marcar o segundo, ele perdeu uma chance de transformar a vitória em goleada. Aos 12, o atacante aproveitou falha de Gilberto e Juan e chutou para acertar a trave de Júlio César. Na sobra, Santa Cruz quase ampliou. Maicon tirou em cima da linha, evitando o pior.



Mesmo com um a menos, o Paraguai seguiu melhor na partida. Dunga tentou ousar, sacando Mineiro e colocando o atacante Adriano, nada que mudasse o panorama do confronto. Julio Baptista também entrou na vaga de Diego para melhorar a movimentação do meio-campo. O Brasil, porém, só assustou aos 29, em um chute de fora da área de Anderson. O goleiro Villar espalmou para escanteio, salvando os donos da casa.



A partir daí, o desespero bateu na seleção brasileira e faltou organização ao time para tentar pelo menos diminuir o marcador. O técnico paraguaio, Gerardo Martino sacou os seus principais jogadores, Cabañas e Roque Santa Cruz, para melhorar o setor defensivo e evitar uma reação do Brasil. No fim, a torcida brasileira presente ao estádio pediu a saída do técnico Dunga e gritou o nome da seleção adversária.



Ficha técnica:
PARAGUAI 2 x 0 BRASIL
PARAGUAI
Justo Villar; Verón, Julio Cáceres, Paulo da Silva e Caniza; Edgar Barreto, Enrique Vera e Jonathan Santana; Haedo (Victor Cáceres), Cabañas (Torres) e Roque Santa Cruz (Cardozo).
Técnico: Gerardo Martino.
BRASIL
Júlio César, Maicon, Juan, Lúcio e Gilberto; Mineiro (Adriano), Josué (Anderson), Gilberto Silva e Diego (Julio Baptista); Robinho e Luis Fabiano.
Técnico: Dunga.
Gols: Roque Santa Cruz, aos 26 minutos do primeiro tempo; Cabañas, aos 4 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Verón (P), Juan (B).
Cartão vermelho: Verón (P).
Público: 36.011 pagantes.
Estádio: Defensores del Chaco, em Assunção, no Paraguai. Data: 15/06/2008.
Árbitro: Jorge Larrionda (URU).
Auxiliares: Pablo Fandiño (URU) e Mauricio Espinoza (URU).

ARGENTINA 1X1 EQUADOR
No sufoco, seleção argentina arranca empate com o Equador em Buenos Aires


Jogando em Buenos Aires, no estádio Monumental de Nuñez, a Argentina sofreu para empatar em 1 a 1 com a valente seleção do Equador, em jogo válido pela 5ª rodada das eliminatórias sul-americanas para Copa do Mundo de 2010.


Com o resultado, o time de Riquelme, Messi e companhia segue na segunda colocação, com dez pontos. Os equatorianos também não mudaram de posição (8º, com seis pontos). Na próxima rodada do torneio, a Argentina encara o Brasil, no Mineirão, na quarta-feira. No mesmo dia, o Equador recebe a Colômbia, em Quito.



O jogo


Com três jogadores da LDU - que decide o título da Taça Libertadores contra o Fluminense - como titulares - a seleção do Equador entrou em campo disposta a surpreender os hermanos, marcando o rival em cima e evitando a pressão inicial do time da casa.

O primeiro chute perigoso da Argentina saiu aos dez minutos. Riquelme, de falta, cobrou com veneno, mas o goleiro Cevallos, da LDU, segurou firme. Além do craque do Boca Juniors, o técnico Alfio Basile também lançou como titulares os jovens Messi e Agüero, e o veterano Verón que, aos 25, deu passe primoroso para Riquelme cruzar rasteiro. No entanto, o zagueiro Espinoza cortou para escanteio.

No segundo tempo, a seleção equatoriana resolveu brincar com o perigo, cometendo várias faltas na entrada da área. Riquelme, entretanto, não conseguiu acertar o gol de Cevallos.

Equador sem medo

Aos dez minutos, o perigoso Guerrón, que levava bastante perigo à meta do goleiro argentino Pato Abbondanzieri, pediu pênalti após levar uma entrada de Heinze. Mas o árbitro boliviano René Ortube ignorou o lance.

Jogando sem medo, o Equador acabou conseguindo chegar ao gol. Após lindo passe calcanhar de Tenório, o volante Urrutia, que defende a LDU, acertou um forte chute, encobrindo Abbondanzieri e abriu o placar aos 24 minutos.

Vaiados pela torcida, os jogadores argentinos tentaram buscar o empate a todo custo, pressionando os visitantes. Depois de tanto insistir, o time da casa conseguiu o sofrido e suado empate com Rodrigo Palacio aos 48 minutos do segundo tempo.


Ficha técnica:
ARGENTINA 1 x 1 EQUADOR
ARGENTINA
Pato Abbondanzieri; Demichelis, Nicolas Burdisso e Gabriel Heinze; Maxi Rodriguez (Gago), Javier Zanetti, Veron (Palacio), Javier Mascherano (Julio Cruz) e Riquelme; Lionel Messi e Sergio Agüero
Técnico: Alfio Basile
EQUADOR
Cevallos; Hurtado, Omar De Jesus, Castillo e Isaac Mina; Urrutia, Ayovi (Bolanos), Luis Valencia, Giovanny Espinoza e Guerrón (De La Cruz); Carlos Tenório (Benitez).
Técnico: Sixto Vizuete
Gols: Urrutia, aos 24 minutos do segundo tempo, e Rodrigo Palacio, aos 48 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Demichelis (Argentina). Cevallos, Valencia, Mina (Equador)
Estádio: Monumental de Nuñez. Data: 15/06/2008.
Árbitro: Rene Ortube (BOL).
Auxiliares: Juan Arroyo (BOL) e Jorge Calderon (BOL).

BOLÍVIA 0X2 CHILE
Em noite de Medel, Chile bate a Bolívia na altitude de La Paz

Em campo castigado do Estádio Hernando Siles, o Chile começou dando as cartas. Embora desfalcado de Valdivia e Maldonado- preteridos pelo técnico Marcelo Bielsa-, Suazo & Cia partiram para cima da Bolívia, em La Paz. Alheios à altitude de 3.600 metros acima do nível do mar, os chilenos mostraram mais volume de jogo e venceram por 2 a 0 a partida válida pela quinta rodada das eliminatórias sul-americanas à Copa de 2010.



Aos sete minutos do primeiro tempo, Sánchez foi à linha de fundo e cruzou na área boliviana. Morales dominou no peito e arrematou a bola de bicicleta pela linha de fundo. Dez minutos depois, Beausejour pôs a bola na pequena área, e Sánchez quase marcou de peixinho. O mesmo atacante chileno ficou cara a cara com o goleiro Galarza, aos 19, e chutou cruzado para fora.



O Chile abriu o placar aos 27 da etapa inicial. Após cobrança de falta de Mirosevic que explodiu no travessão, Medel emendou de bicicleta para o fundo da rede. Em resposta à pressão dos visitantes, o boliviano Marcelo Moreno, ex-Cruzeiro, cabeceou com perigo, aos 38 minutos. Mas a bola passou rente à trave direita do goleiro Bravo.



Aos 41 minutos, Gutiérrez cobrou escanteio com veneno. E a bola passou por todo mundo sem que nenhum boliviado desviasse para o gol.

Reação dos anfitriões

Na luta para sair da lanterna das eliminatórias, a Bolívia se jogou ao ataque nos minutos iniciais do segundo tempo. Aos 11 da etapa final, Marcelo Moreno driblou o goleiro Bravo, porém, sem ângulo para a conclusão, cruzou na área. A zaga chilena tirou a bola do jeito que pôde, e Campos chutou colocado por cobertura de fora da área. Mas a bola passou por cima do travessão.



Três minutos depois, Marcelo Moreno recebeu cruzamento na área e cabeceçou com perigo por cima da meta, levando à torcida boliviana ao delírio. Aos 23, Marcelo Moreno deu uma de pivô e tabelou com Gutiérrez, que arriscou de fora da área. A bola passa perto da meta chilena.



Aos 30 minutos, o zagueiro Medel mata a bola no peito e bate de virada. Caído na pequena área, Galarza não consegue evitar o segundo gol do Chile.



Desesperados por mais uma derrota em casa, os bolivianos alçaram diversas bolas na área. Nenhuma com destino certo, apesar da garra do atacante Marcelo Moreno. Restou aos anfitriões ouvir as reclamações da torcida, que não saiu nada satisfeita do Estádio Hernando Siles.



Números do jogo



Com a vitória de 2 a 0 em La Paz, o Chile chegou ao sexto lugar na tabela, com sete pontos. Em cinco jogos, acumula duas vitórias, um empate e duas derrotas. Ao passo que a Bolívia permanece com um pontinho em mesmo número de partidas. Foram quatro derrotas e um empate até o momento. Em 11 jogos eliminatórios de Copa do Mundo, o Chile venceu seis partidas, a Bolívia triunfou três vezes e aconteceram dois empates entre as duas seleções.

3 Rodada da Eurocopa:Grupo A

SUÍÇA 2X0 PORTUGAL
Sem Deco e Cristiano Ronaldo, seleção de Portugal é derrotada pela Suíça

Com o time praticamente reserva, a seleção de Portugal foi derrotada por 2 a 0 pela Suíça, neste domingo, no estádio St. Jakob Park, na Basiléia, em jogo válido pela última rodada do grupo A da Eurocopa 2008. Apesar do resultado, o time de Felipão – que já tinha entrado em campo classificado – garantiu o primeiro lugar da chave. Os anfitriões já estavam eliminados antes do duelo. A Turquia, que derrotou a República Tcheca por 3 a 2 também neste domingo, ficou com a outra vaga.



Nas quartas-de-final, Portugal encara o segundo colocado do grupo B, muito provavelmente a Alemanha, que disputa o segundo lugar da chave com Polônia e Áustria.


O jogo

Apenas com os titulares Paulo Ferreira, Ricardo e Pepe desde o início, a seleção de Portugal buscou cozinhar o jogo na primeira etapa. Os suíços, já eliminados, até que tentavam criar alguma coisa, mas esbarravam na falta de qualidade e criatividade da equipe, principalmente no meio-de-campo.

O único lance digno de nota na primeira etapa foi um lindo cruzamento de letra de Quaresma, que substituía Cristiano Ronaldo, para uma perigosa cabeçada de Postiga por cima da meta do goleiro suíço Zuberbuhler.

Antes do final do primeiro tempo, Felipão tirou Paulo Ferreira, que recebera cartão amarelo, para a entrada de Jorge Ribeiro, poupando ainda mais a seleção portuguesa.

Na segunda etapa, Nani, por pouco, não abriu o placar aos sete minutos. Após passe de Bruno Alves, o meia do Manchester United apareceu pela esquerda e, na saída do goleiro, deu um leve toque de chapa. Mas a bola, caprichosamente, carimbou a trave.

No entanto, como diz o velho ditado de quem não faz... Em um lance fortuito, o atacante Hakan Yakin fez seu segundo gol da Eurocopa aos 26 minutos, dando um leve toque por entre as pernas do arqueiro português Ricardo.

Aos 27, Barnetta, que entrou na segunda etapa, sofreu pênalti do zagueiro Fernando Meira. Na cobrança, Yakin bateu com força e fez a festa da Suíça que, mesmo eliminada, deixou o torneio com uma vitória. O jogo marcou também a despedida do técnico Kobi Kuhn do comando da seleção suíça.



Ficha técnica:
SUÍÇA 2 x 0 PORTUGAL
SUÍÇA
Zuberbuhler; Lichsteiner (Grichting), Müller, Senderos e Magnin; Behrami, Inler, Fernandes e Derdiyok; Volanthen e Yakin (Cabanas).
Técnico: Kobi Kuhn.
PORTUGAL
Ricardo; Miguel, Fernando Meira, Pepe e Paulo Ferreira (Jorge Ribeiro); Raúl Meireles, Bruno Alves, Miguel Veloso (João Moutinho), Nani e Quaresma; Postiga (Hugo Almeida).
Técnico: Felipão
Gols: Hakan Yakin aos 26 e 33 minutos da segunda etapa.
Cartões amarelos: Paulo Ferreira, Fernando Meira, Miguel e Jorge Ribeiro (Portugal), Hakan Yakin, Vonlanthen, Barnetta e Fernandes (Suíça)
Estádio: St. Jakob-Park, na Basiléia. Data: 15/06/2008.
Árbitro: Konrad Plautz (AUT).
Auxiliares: Egon Bereuter (AUT) e Markus Mayr (AUT).

TURQUIA 3X2 REPÚBLICA TCHECA
Turquia consegue virada histórica e avança para as quartas-de-final

Em uma virada história, a Turquia venceu a República Tcheca por 3 a 2 neste domingo e é a segunda classificada do Grupo A para as quartas-de-final da Eurocopa, ao lado de Portugal. O rival será a Croácia.



A seleção turca perdia até os 43 minutos do segundo tempo, mas o capitão Nihat marcou duas vezes (a primeira aproveitando falha feia de Cech) e garantiu a vitória e a classificação com dois gols. Para aumentar o sofrimento, o goleiro Volkan foi expulso aos 47.



Segunda colocada do Grupo A (tem seis pontos, como Portugal, mas perde no confronto direto para o time de Luiz Felipe Scolari), a Turquia vai enfrentar a Croácia (ganha no confronto direto da Alemanha, única que pode chegar a seis pontos na chave), já garantida como líder do Grupo B, na próxima sexta-feira. Esta é a primeira vez que a seleção turca avança para as quartas.



Os gols tchecos foram marcados por Jan Koller, atacante de 2,02m, e Plasil. Arda Turan fez o primeiro dos turcos. Aos 42 do segudno tempo, Nihat empatou a partida após Cech largar a bola na área. E, dois minutos depois, o capitão fez o gol da virada sensacional.



O jogo entre República Tcheca e Turquia era o único da primeira fase que poderia ser dicidido em disputa de pênaltis. Pelo regulamento da Uefa, as equipes que terminassem empatadas no segundo lugar em todos os quesitos teriam que decidir nas penalidades.



Virada nos minutos finais





Logo com 10 segundos de jogo, a República Tcheca mostrou que iria para cima dos turcos: Matejovsky arriscou de longe, mas para fora.



Com o grandalhão Koller sozinho no ataque, a principal jogada tcheca era o cruzamento para a área. Na primeira tentativa pelo alto, camisa 9 errou o alvo. Mas na segunda, Grygera cruzou bem, acertou na cabeça de Koller, que tocou e abriu o placar aos 34 minutos.



No segundo tempo, mais República Tcheca no ataque. Aos 17 saiu o segundo gol. Sionko puxou contra-ataque pela direita e cruzou. A bola passou por Koller e ficou com Plasil, que deu um carrinho para marcar 2 a 0.



Em desvantagem, a Turquia tentou buscar o empate e conseguiu descontar aos 30, com Arda Turan. E chegou ao 2 a 2 aos 42, com Nihat, quando parecia que a vaga já estava garantida pela República Tcheca. O turco aproveitou falha bisonha do goleiro Cech e empatou.



Aos 44, Nihat, em posição duvidosa, recebeu passe de Hamit Altintop na área e bateu para fazer o gol histórico, que classificou a Turquia pela primeira vez para as quartas.



Após o 3 a 2, os ânimos esquentaram. O goleiro Volkan se desentendeu com Koller e foi expulso. Logo em seguida, Baros, que estava no banco, levou cartão amarelo por reclamação. Mas de nada adiantou, a Turquia estava classificada.



Ficha técnica:
TURQUIA 3 x 2 REPÚBLICA TCHECA
TURQUIA
Volkan; Hamit Altintop, Emre Gungor (Emre Asik), Servet e Hakan; Topal (Kazim Kazim), Mehmet Aurélio, Arda e Tuncay; Nihat e Semih Senturk (Sabri Sarioglu).
Técnico: Fatih Terim.
REPÚBLICA TCHECA
Cech; Grygera, Ujfalusi, Rozehnal e Jankulovski; Galasek, Polak, Matejovsky (Jarolim), Sionko (Vicek) e Plasil (Kadlec); Koller.
Técnico: Karel Brückner.
Gols: Koller, aos 34 do primeiro tempo; Plasil, aos 17 do segundo tempo (TCH); Arda Turan, aos 30 do segundo tempo; Nihat, aos 42 e 44 do segundo tempo (TUR)
Cartões amarelos: Mehmet Aurélio, Topal, Arda Turan, Emre Asik (TUR); Galasek, Ujfalusi, Baros (TCH).
Cartão vermelho: Volkan (TUR)
Estádio: Stade de Geneve, em Genebra. Data: 15/06/2008.
Árbitro: Peter Fröjdfeldt (SUE).
Auxiliares: Stefan Wittberg (SUE) e Henrik Andren (SUE).

SPORTS HISTORY BRASIL:Atlético-MG

O Clube Atlético Mineiro é um clube brasileiro de futebol, sediado na cidade de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais.

Tem como principais conquistas o primeiro Campeonato Brasileiro, disputado em 1971, outros dois torneios nacionais, a Copa dos Campeões de 1937 e 1978, e duas Copas Conmebol (precursora da atual Copa Sul-Americana) de 1992 e 1997. O Título nacional de Campeão dos Campeões de 1937 faz parte do hino da equipe, que figurou como a primeira equipe brasileira a possuir uma grande

História
O Atlético Mineiro foi fundado em 25 de março de 1908. Foi o primeiro clube a vencer o Campeonato Brasileiro de Futebol organizado pela CBF, em 1971.

Na década de 1990, venceu duas vezes a Copa Conmebol.

Chegou a ser rebaixado para a Série B, mas, após um ano, retornou para a primeira divisão. Em 2007, venceu o Campeonato Mineiro de Futebol. Em 2008, foi vice da mesma competição


Patrimônio

Clube Labareda

Conjunto arquitetônico moderno, com quadras de esporte, piscinas, restaurantes e salão social panorâmico. Localizado às margens da avenida pedro I e ao lado da cabeceira do Aeroporto da Pampulha. Área: 150 mil m².

Sede social

Um prédio de dois andares, onde funciona o setor diretivo e administrativo do C.A.M. Está localizado na Avenida Olegário Maciel, 1516 - Santo Agostinho; região central próximo à avenida amazonas.

Loja do Galo

Em dezembro de 2001 o Atlético iniciou a parceria com a Roxos e Doentes, empresa responsável pela administração da Loja do Galo, inaugurando, assim, uma das mais belas lojas temáticas de clubes de futebol do mundo. Com um projeto arrojado e moderno, a Loja do Galo constitui o principal canal de varejo do clube, atuando hoje com duas unidades na cidade de Belo Horizonte: em Lourdes e no Labareda. Em 2003, surgiu a Galo Express, primeira loja móvel de artigos de futebol do país, e iniciou-se a comercialização de produtos oficiais através da Internet, na loja virtual.

Expansão - Em maio de 2007, em mais uma iniciativa pioneira, o Atlético lançou o projeto de expansão da Loja do Galo em parceria com a empresa Francap (Franchising Capital Parters), responsável pela seleção dos franqueados. Desde então, já foram criados quatro contratos de franquia. Assim, o torcedor atleticano pode adquirir produtos do clube nas Lojas do centro de Belo Horizonte (Rua Tupinambás), centro de Betim (Av. Governador Valadares esquina com Av. Amazonas), Savassi (Rua Antônio de Albuquerque) e Barreiro (Av. Sinfrônio Brochado).

Centro de Treinamento - Cidade do Galo

1 - Laboratório de Fisiologia do Exercício Permite um controle total das condições físicas dos jogadores, resultando em um constante aprimoramento dos atletas, através de medicações e testes individuais de fisiologia, bioquímica e ergonometria para o diagnóstico do desempenho e adequação de cargas de treinamento.

2 - Departamento de fisioterapia capacitado para um trabalho de prevenção às contusões (Medicina preventiva)

3 - Departamento médico com capacidade para diagnósticos precisos

4 - Estrutura

Sala de Raio X; Ultra-sonografia; Consultório dentário; Sala de musculação com equipamentos de última geração; Piscina aquecida; Tanque de gelo; Caixa de areia; Campos de treinamento; Vestiários; Sala de imprensa; Lavanderia; Encontram-se em execução as obras do alojamento das categorias de base, com estrutura completa inclusive para acompanhamento escolar, e capacidade para 60 (sessenta) jovens.

A etapa seguinte, será a conclusão das obras da concentração da equipe profissional com 20 apartamentos duplos, restaurante, cozinha industrial, auditório completo e área de lazer com piscina e salão de jogos.

Vila Olímpica

Palco da preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1982, disputada na Espanha, a Vila Olímpica foi construída em 1973 e fazem parte da sua estrutura: campo de futebol com um gramado de alta qualidade, departamento médico, salão social, moderna e confortável sauna, academia de ginástica, parque aquático e restaurantes.

Diamond Mall

Localizado na Avenida Olegário Maciel, ao lado da sede social do Clube, o Diamond Mall é um dos mais modernos e luxuosos shoppings do Estado de Minas Gerais. Inaugurado em 1996, possui mais de 200 lojas, concorrida praça de alimentação e seis salas de cinema. O terreno foi campo do Clube entre 1929 e 1969, tendo sido arrendado mediante contrato e acordo comercial firmados em 28/07/92, entre o Clube Atlético Mineiro e o consórcio MTS/IBR.


Estádio

O Atlético já mandou seus jogos no Estádio Antônio Carlos, Independência e atualmente, o clube manda seus jogos no Estádio do Mineirão.

O Atlético possui planos de construir um estádio próprio em 2008, em comemoração a seu centenário.

Elenco atual

Goleiros
G Bruno
G Edson
G Juninho
Laterais
LD Coelho
LD Marcos Rocha
LE Calisto
LE Thiago Feltri
Zagueiros
Z Nen
Z Marcos
Z Leandro Almeida
Z Samuel
Z Vinícius
Z Welton Felipe
Z Werley
Volantes
V Denílson
V Márcio Araújo
V Rafael Miranda
V Renan
V Rodrigo Silva
V Serginho Mineiro
Armadores|-
M Almir
M Danilinho
M Gedeon
M Maurinho
Sérvia M Petkovic
M Tchô
M Yuri
Atacantes
A Beto
A Castillo
A Eduardo
A Marques
A Marinho
A Renan Oliveira
Treinador
T Alexandre Gallo

Títulos
Copa Conmebol: (1992 e 1997).
Campeonato Brasileiro:
* Série A - 1971
* Série B - 2006
Campeonato Mineiro: 39 vezes (1915, 1926, 1927, 1931, 1932, 1936, 1938, 1939, 1941, 1942, 1946, 1947, 1949, 1950, 1952, 1953, 1954, 1955, 1956, 1958, 1962, 1963, 1970, 1976, 1978, 1979, 1980, 1981, 1982, 1983, 1985, 1986, 1988, 1989, 1991, 1995, 1999, 2000 e 2007).

Histórico em competições oficiais
Campeonato Brasileiro

1971 Campeão
1972 11º
1973 11º
1974 7º
1975 19º
1976 3º
1977 2º
1978 34º
1979 8º
1980 2º
1981 14º
1982 19º
1983 3º
1984 19º
1985 4º
1986 3º
1987 3º
1988 10º
1989 8º
1990 5º
1991 3º
1992 13º
1993 32º
1994 4º
1995 7º
1996 3º
1997 4º
1998 9º
1999 2º
2000 24º
2001 4º
2002 8º
2003 7º
2004 19º
2005 20º
2006 1º (Série B)
2007 8º
2008

Artilharia
Pos. Jogador

Período


N.º de gols
1.º Brasileiro Reinaldo 1973-1985 255
2.º Brasileiro Dadá Maravilha 1968-1972, 1974, 1978-1979 211
3.º Brasileiro Mário de Castro 1926-1932 195
4.º Brasileiro Guará 1933-1941 168
5.º Brasileiro Lucas Miranda 1944-1953 152
6.º Brasileiro Said 1927-1934 142
7.º Brasileiro Guilherme 1999-2003 139
8.º Brasileiro Ubaldo Miranda 1950-1961 135
9.º Brasileiro Marques 1997-2002, 2005-2006, 2008 127
10.º Brasileiro Nivio 1944-1951 126
11.º Brasileiro Nílson 1958-1966 125
12.º Brasileiro Éder Aleixo 1980-1985, 1989-1990, 1994-1995 122
13.º Brasileiro Jairo 1927-1933 122
14.º Brasileiro Tomazinho 1954-1960 118
15.º Brasileiro Resende 1936-1950 104

Curiosidades

* O Atlético Mineiro é o mais antigo clube de futebol em atividade em Belo Horizonte.
* O primeiro jogo oficial da história do Atlético foi contra o Sport F.C., o time mais antigo da cidade, no dia 21 de março de 1909. O Galo venceu por 3 a 0, sendo que o 1º gol foi marcado por Aníbal Machado. Inconformado, o Sport exigiu a revanche e perdeu de novo: 2 a 0. Revoltados, os dirigentes do Sport pediram mais um jogo. Para não deixar dúvidas, o Atlético goleou por 4 a 1. Resultado: depois da humilhação, o Sport foi extinto e seus torcedores aderiram ao novo clube.
* A partida de inauguração do estádio Antônio Carlos foi Atlético 4 x 2 Corinthians-SP, no dia 29 de maio de 1929. Porém, a capacidade de apenas 5 mil pessoas rapidamente passou a não comportar a torcida. Após a inauguração do Independência, em 1950, o Atlético quase não jogou mais em Lourdes. Por muito tempo, o "Alçapão" foi conservado apenas em respeito à tradição. Mas, no início dos anos 70, o estádio foi destruído. Hoje, no local, está instalado um shopping center chamado Diamond Mall, que pertence ao Atlético e considerado um dos mais luxuosos de Minas Gerais.
* Em 1942, o Palestra Itália (e depois Palestra Mineiro), chegou a se chamar Ypiranga. No entanto, o nome só durou 1 jogo apenas uma partida, no dia 07 de outubro de 1942 - uma derrota para o Atlético Mineiro por 2x0. No dia seguinte à derrota para o maior rival, o time é rebatizado: Cruzeiro Esporte Clube.
* O “Campeão do Gelo” de 1950 é um capítulo a parte na história do Atlético Mineiro. A CBD hesitou muito em permitir a excursão de um time brasileiro à Europa, pois a perda da Copa do Mundo de 50 no Maracanã ainda abalava o País e, independente da camisa, o clube estaria representando o Brasil no exterior. Mas o Galo soube muito bem representar as cores brasileiras, apesar de vestir preto e branco: das 10 partidas disputadas em solo europeu, o Atlético venceu 6, empatou 2 e perdeu 2. Algumas delas foram disputadas em temperaturas abaixo de 0 graus, com os campos cobertos de neve.
* Em dezembro de 1968, o Atlético foi convidado a representar o Brasil num amistoso contra a antiga Iugoslávia. Vestindo a camiseta canarinho, o Atlético venceu por 3x2.
* Em 1969, na preparação da Seleção Brasileira para a copa de 1970, então dirigida por João Saldanha, foi programada uma partida contra a seleção mineira., no Mineirão. Mas quem entrou em campo, vestindo a camiseta vermelha da Federação Mineira, foi o Atlético, que venceu a seleção que se tornaria campeã do mundo por 2 a 1. Amaury e Dadá Maravilha marcaram para o Atlético, descontando Pelé para o Brasil. Ao final da partida,. Yustrich obrigou seus jogadores a darem a volta olímpica no gramado, usando a camisa alvinegra do Atlético que vestiam por baixo da vermelha da Seleção de Minas. O Mineirão quase veio abaixo.

Após a derrota, a Seleção Brasileira ficou durante um bom tempo proibida oficialmente de disputar amistosos com clubes.

* O maior ídolo da torcida atleticana em todos os tempos também manteve o título de maior artilheiro de uma edição do Campeonato Brasileiro por 20 anos sendo batido por Edmundo em 1997 á época defendendo o Vasco da Gama que marcou 29 gols em 29 partidas. Reinaldo, o rei da area marcou 28 gols pelo Galo em 1977 em apenas 18 partidas e até hoje ninguém conseguiu superar sua média de gols (1,55 por jogo). O atacante Washington, marcou 34 gols pelo Atlético Paranaense em 2004, porém disputando mais partidas que Reinaldo.
* Por doze anos, ele foi o soberano do Mineirão. Reinaldo ficou consagrado por sua genialidade, seus dribles desconcertantes e sua vocação para o gol. Conseguiu levar o Atlético-MG a sete títulos mineiros em oito anos (1976, 78, 79, 80, 81, 82 e 83), sendo artilheiro do time e do campeonato inúmeras vezes. O "Rei" - como era chamado pela massa atleticana - marcou 288 gols em 475 partidas. O "Rei", um esquerdista declarado, tinha um estilo próprio de comemorar os seus gols, com o braço direito esticado e com os punhos cerrados, em protesto contra a Ditadura Militar. Reinaldo abandonou os campos em decorrência das contusões que o perseguiam, frutos da violência com que era marcado pelos adversários.
* Em Campeonatos Mineiros, o maior artilheiro de todos os tempos também é do Atlético. Dario, o Dadá Maravilha, fez 30 gols no certame de 1969.
* O Atlético é o clube brasileiro que mais conquistou títulos oficiais no século XX. A informação foi publicada na última edição da Revista Placar (Novembro 2007), que trouxe uma tabela dos clubes brasileiros que mais vezes foram campeões entre os anos de 1901 e 2000. O Galo encabeça a lista com 41 títulos contra 40 do Grêmio e 39 do Palmeiras.
* No levantamento, a Revista considerou apenas torneios oficiais como o Mundial interclubes, Libertadores, Mercosul, Conmebol, Supercopa, Brasileiro, Copa do Brasil (incluindo o Robertão

e as competições nacionais do passado como a Taça Brasil) e torneios regionais como o Rio-São Paulo e os Estaduais.

* O Galo foi o maior campeão do século XX devido aos 38 títulos estaduais conquistados,

somados às conquistas do Campeonato Brasileiro, em 1971, e do Bicampeonato da Copa Conmebol, em 1992 e 1997. Segundo a Revista Placar de novembro de 2007.

* O Atlético Mineiro possui uma parceria com o DC United, uma equipe de grande expressão dos EUA, para a formaçao de novos talentos para o futebol mundial.

Confrontos contra seleções nacionais

* 23 de Janeiro de 1941 - Atlético 1 a 0 Argentina
* 30 de Novembro de 1950 - Atlético 3 a 3 Luxemburgo
* 3 de Fevereiro de 1966 - Atlético 1 a 6 URSS
* 26 de Abril de 1966 - Atlético 3 a 2 Uruguai
* 18 de Maio de 1966 - Atlético 1 a 0 Uruguai
* 19 de Dezembro de 1968 - Atlético 3 a 2 Iugoslávia
* 30 de Janeiro de 1969 - Atlético 2 a 2 Hungria
* 2 de Março de 1969 - Atlético 2 a 1 Rússia
* 3 de Setembro de 1969 - Atlético 2 a 1 Brasil
* 25 de Janeiro de 1970 - Atlético 0 a 1 Romênia
* 30 de Julho de 1972 - Atlético 4 a 2 México
* 21 de Maio de 1974 - Atlético 1 a 3 Uruguai
* 12 de Agosto de 1976 - Atlético 6 a 1 Camarões
* 28 de Janeiro de 1977 - Atlético 3 a 2 Bulgária
* 3 de Fevereiro de 1977 - Atlético 2 a 3 Indonésia
* 11 de Fevereiro de 1977 - Atlético 1 a 0 Iugoslávia
* 25 de Fevereiro de 1977 - Atlético 2 a 2 Bahrein
* 27 de Fevereiro de 1977 - Atlético 4 a 1 Qatar
* 1 de Março de 1977 - Atlético 4 a 1 Qatar
* 4 de Março de 1977 - Atlético 2 a 0 Kuwait
* 3 de Julho de 1977 - Atlético 3 a 1 França
* 11 de Junho de 1981 - Atlético 0 a 1 Colômbia
* 23 de Junho de 1981 - Atlético 6 a 1 Colômbia
* 13 de Janeiro de 1982 - Atlético 0 a 1 Argélia
* 29 de Julho de 1986 - Atlético 4 a 1 Ilhas Faroe
* 18 de Fevereiro de 1999 - Atlético 3 a 0 Kuwait
* 5 de Junho de 1999 - Atlético 5 a 1 Vietnã
* 18 de Junho de 2000 - Atlético 2 a 1 Jamaica

Total : 29 partidas; 20 vitórias, 3 empates, 6 derrotas.

Semana q vem teremos o Botafogo.