quinta-feira, 26 de junho de 2008

Semifinais da Eurocopa:Rússia X Espanha


De amarelo, Espanha afasta fama de pipoqueira com show e vai à final

A Espanha deu mais um passo para enterrar de vez a fama que tem de seleção amarelona e, nesta quinta-feira, garantiu vaga na final da Eurocopa com uma atuação muito convincente. Jogando de camisa amarela e sob forte chuva no estádio Ernst-Happel, em Viena, a Fúria atropelou a badalada seleção da Rússia por 3 a 0. Xavi, Güiza e David Silva fizeram os gols da Espanha, que enfrenta a Alemanha na decisão de domingo.



A Espanha, que curiosamente jogou de camisa amarela, soube anular bem Arshavin, principal jogador da Rússia. O volante Marcos Senna, brasileiro naturalizado, teve grande atuação na marcação. A Espanha foi muito pouco ameaçada durante toda a partida.



Esta é a primeira vez em 24 anos que a Espanha chega à decisão de um grande torneio. Em 1984, a Fúria perdeu para a França de Platini na decisão da Eurocopa. Os espanhóis conquistaram o torneio apenas uma vez, em 1964.





Primeiro tempo é de poucas chances



O primeiro tempo foi de poucas emoções. A Espanha começou marcando a saída de bola da Rússia e dominou territorialmente nos momentos iniciais. A Fúria, no entanto, não foi capaz de criar grandes chances de gol no primeiro tempo. Fernando Torres e Iniesta estiveram uma vez cada em boas condições na grande área, mas não conseguiram boas finalizações.



Aos poucos, a Rússia começou a acertar seu posicionamento em campo. Arshavin, muito marcado, esteve sumido na primeira etapa, mas, a partir dos 30 minutos, Pavlyuchenko apareceu bem. Primeiro, o atacante arriscou chute de fora da área que passou rente ao poste esquerdo do goleiro Casillas. Depois, em bola que recebeu dentro da área nas costas do zagueiro Marchena, dominou e perdeu grande chance ao chutar para fora.

A Espanha teve ainda antes do intervalo a baixa do artilheiro da Eurocopa, David Villa. O jogador, que tem quatro gols no torneio, sentiu um problema muscular numa cobrança de falta e teve de dar lugar a Fábregas.





Gol de Xavi abre a porteira russa



No segundo tempo, o panorama começava a seguir pelo mesmo caminho quando Xavi quebrou o marasmo aos cinco minutos. O volante lançou Iniesta no lado esquerdo da área e correu em direção ao gol. Iniesta deu um corte para o meio e bateu cruzado, com força. Xavi esticou o pé e estufou a rede do goleiro Akinfeev.



O gol fez bem à Espanha, que passou a dominar as ações. O técnico Guus Hiddink tentou dar nova alma ao inoperante meio-campo russo, lançando Sychev e Bilyaletdinov nas vagas de Saenko e Semshov. As mudanças, no entanto, não surtiram efeito. Arshavin seguiu sumido e Pavlyuchenko teve de lutar praticamente sozinho na frente.

A Fúria, por sua vez, passou a criar chances. Usando o lado direito de seu ataque, os espanhóis assustaram os russos por duas vezes. Na primeira, a zaga cortou quando Fernando Torres ia cabecear com o gol vazio. Depois, o camisa 9 pegou firme e mandou a bola rente ao poste esquerdo do goleiro Akinfeev.



Na metade da segunda etapa, o técnico Luis Aragonés trancou o meio-campo da Espanha, ao trocar Xavi, jogador com características um tanto mais ofensivas que seu substituto, Xabi Alonso. No ataque, Güiza entrou na vaga de Torres.



As mudanças funcionaram, e a Espanha matou o jogo aos 28 minutos. Sergio Ramos avançou pela direita e tocou para Fábregas, que, com lindo passe em elevação, descobriu Güiza livre no meio da área. O atacante não perdoou e com um toque de categoria desviou a bola do goleiro Akinfeev.



A Espanha seguiu melhor, e a Rússia praticamente não esboçou reação. Em rápido contragolpe, a seleção matou o jogo aos 37. Fábregas foi lançado pela esquerda e cruzou para David Silva escorar e fechar o caixão russo.



Ficha técnica:
RÚSSIA 0 x 3 ESPANHA
RÚSSIA
Akinfeev, Anyukov, Vasili Berezutski, Ignashevich e Zhirkov; Semak, Zyryanov, Semshov (Bilyaletdinov) e Saenko (Sychev); Arshavin e Pavlyuchenko.
Técnico: Guus Hiddink.
ESPANHA
Casillas, Sergio Ramos, Marchena, Puyol e Capdevila; Marcos Senna, Xavi (Xabi Alonso), Iniesta e David Silva; David Villa (Fábregas) e Fernando Torres (Güiza).
Técnico: Luis Aragonés.
Gols: Xavi, aos 5; Güiza, aos 28; e David Silva, aos 37 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Zhirkov e Bilyaletdinov (RUS).
Estádio: Ernst-Happel, em Viena (AUT). Data: 26/06/2008.
Árbitro: Frank de Bleeckere (BEL).
Auxiliares: Peter Hermans (BEL) e Alex Verstraeten (BEL).

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Round 1:LDU X Fluminense

Flu perde em Quito e sai em desvantagem de dois gols na decisão

O Fluminense terá que aprontar mais uma das suas se quiser ser campeão da Taça Libertadores. Isso porque o time perdeu por 4 a 2 para a LDU, na noite desta quarta-feira, em Quito, e agora tem que vencer por três gols de diferença no Maracanã, na próxima quarta-feira, dia 2 de julho, no Maracanã. Ao contrário das outras fases da competição, nas finais não há diferença entre os gols feitos dentro ou fora de casa. Com isso, em caso de vitória por dois gols do Tricolor, no Rio, haverá prorrogação de 30 minutos. Se houver empate durante esse tempo, a decisáo será nos pênaltis.



Primeiro tempo surpreendente



A LDU mostrou ao que veio no segundo minuto de partida. Guerrón, uma das grandes armas do time, cruzou da direita, e Bieler se antecipou a Thiago Silva para, de pé direito, abrir o placar. O Flu teve uma grande chance para empatar aos cinco, quando Washington entrou pela esquerda, na cara de Cevallos, e bateu de canhota, em cima do goleiro.

Aos dez, falta a meia distância do lado esquerdo da defesa da LDU. Conca ajeitou a bola com carinho e mandou no ângulo direito do arqueiro equatoriano. Golaço. Aos poucos, com a igualdade restabelecida no placar, o Tricolor igualou também as ações em campo, tocando a bola com categoria.

Um pouco abatidos, os donos da casa começaram a dar preferência aos chutes de longa distância, mas sem sucesso. Quando acertavam a direção do gol, Fernando Henrique mostrava segurança nas defesas. Aos 19, Bolaños recebeu dentro da área e bateu colocado, mas o goleiro tricolor caiu bem, à esquerda, e salvou o que seria o segundo gol equatoriano.



Em seguida, aos 23, após falta cobrada por Thiago Neves da esquerda, Arouca pegou rebote na entrada da área e arriscou, mandando a bola próxima à trave direita de Cevallos.

Aos 28, a LDU, que a esta altura já havia se recomposto e tinha 60% de posse de bola, fez o segundo. Falta na entrada da área, a bola bateu na barreira, Bieler emendou para o gol para uma linda defesa de Fernando Henrique. Mas, no rebote, Guerrón mandou um balaço de direita, indefensável, à esquerda do goleiro tricolor.

E o time equatoriano cresceu junto com sua torcida. Aos 33, Bolaños cobrou escanteio da esquerda, Jairo Campos acertou uma linda cabeçada e surpreendeu FH, que não esperava que a bola fosse na direção do gol. 3 a 1. Empolgados, os torcedores equatorianos passaram a gritar “olé” em todas as trocas de passes do time.

Aos 39, Cícero entrou pela esquerda na área e chutou forte: a bola explodiu na trave direita de Cevallos. No último minuto do primeiro tempo, outro duro golpe na confiança tricolor: Manso cobrou escanteio da direita, Washington desviou mal, para trás, e Urrutia completou de peixinho para o fundo das redes. 4 a 1 no placar, apito de Carlos Chandia, e angústia no coração tricolor durante o intervalo.



Segunda etapa começa, e Flu diminui


O jogo era mesmo para corações fortes. A LDU voltou em cima para tentar ampliar o marcador, mas sem a mesma inspiração do primeiro tempo. Melhor para o Fluminense, que conseguiu diminuir a vantagem equatoriana aos seis minutos, com Thiago Neves. Gabriel cruzou da direita, e o meia completou de cabeça, com estilo, à direita de Cevallos.



O segundo gol saiu na hora certa para o Tricolor, pois tanto o time quanto a torcida da LDU sentiram o golpe. E o jogo ficou mais equillibrado, sem a mesma pressão dos donos da casa. Aos 18, Conca arriscou de longe, e Cevallos deu rebote, mas ninguém do Flu chegou para completar.



Um minuto depois, a LDU voltou a assustar os tricolores. Manso entrou pela direita, cortou para o meio da área a chutou de esquerda. Fernando Henrique se esticou todo e espalmou pela linha de fundo. Aos 26, Renato Gaúcho tirou Washington, que sentia dores no tornozelo direito, e colocou Dodô. Um pouco antes, Maurício já havia entrado na vaga de Arouca.



Aos 30, Bolaños cobrou falta da direita com um chute fortíssimo e quase enganou Fernando Henrique, que fez a defesa meio que no susto, mandando a bola pela lateral esquerda. O jogo se aproximava do fim e, sem tanto fôlego, os dois times diminuíram bem o ritmo. Para o Tricolor, a esta altura, a desvantagem de dois gols era até satisfatória dentro do que foram os primeiros 45 minutos.



Mas ainda houve tempo para fortes emoções. Aos 43, Urrutia completou cruzamento da direita, Fernando Henrique espalmou, a bola tocou no travessão e voltou nas mãos do goleiro. Fim de papo, e agora o Flu tem 90 minutos para mostrar que nada está perdido.





Ficha técnica:
LDU 4 x 2 FLUMINENSE
LDU
Cevallos, Campos, Calle e Araujo; Ambrossi, Vera, Urrutia, Manso (William Araujo) e Bolaños; Guerrón e Bieler (Delgado).
Técnico: Edgardo Bauza.
FLUMINENSE
Fernando Henrique, Gabriel, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Ygor, Arouca (Maurício), Cícero, Thiago Neves (Roger) e Conca; Washington (Dodô).
Técnico: Renato Gaúcho.
Gols: Bieler, aos 2min; Conca, aos 10min; Guerrón, aos 28min; Jairo Campos, aos 33min, Urrutia, aos 45min do primeiro tempo; Thiago Neves, aos 6min do segundo tempo
Cartões amarelos: Luiz Alberto, Ygor, Washington (FLU); Vera, Bieler, Araujo (LDU)
Estádio: Casablanca, em Quito. Data: 25/06/2008.
Árbitro: Carlos Chandía (CHI).
Auxiliares: Cristian Julio (CHI) e Lorenzo Acuña (CHI).

Jogo Isolado na Série B

Timão empata com Bragantino e segue mal em seqüência paulista na Série B

O Corinthians não tem se saído bem no “mini Campeonato Paulista” que disputa na Série B do Brasileiro. No sábado passado, empatou com a Ponte, perdeu seus primeiros pontos na competição e deixou de ser 100%. Nesta quarta-feira, em Ribeirão Preto, voltou a desperdiçar pontos ao ficar no 1 a 1 com o Bragantino (assista no vídeo ao lado ao gol de Chicão).

Mesmo assim, a campanha arrasadora nas seis primeiras rodadas mantém o Timão na liderança, agora com 20 pontos, quatro à frente do vice-líder Avaí. O Bragantino, que jogou com um a menos a maior parte do segundo tempo (Moradei levou cartão vermelho), foi a nove e corre risco de terminar a rodada na zona de descenso.

A seqüência paulista do Timão na Série B continua no dia 5 de julho, contra o São Caetano, em local ainda não definido, já que o clube foi punido com a perda de um mando de campo por invasão na Copa do Brasil. Em seguida, no dia 8, no Pacaembu, recebe o Marília. O fim do período estadual acontece no dia 12, quando a equipe do Parque São Jorge encara o Santo André, fora de casa.

O Bragantino também passa por uma espécie de Campeonato Paulista. Antes de empatar com o Corinthians esta noite, no estádio Santa Cruz, havia perdido do São Caetano (2 a 0) e ficado na igualdade com o Marília (1 a 1). A equipe do interior encerra essa fase no dia 5, contra o Barueri, fora de casa.


Nada de emoção

Para ter um lado esquerdo mais forte, o técnico Mano Menezes entrou em campo com Wellington Saci na lateral e deslocou André Santos para o meio-de-campo – Eduardo Ramos ficou na reserva. Só que a retranca do Bragantino falou mais alto, muito pela falta de criatividade e dos excessivos erros de passe do Timão.

- Está sendo a mesma coisa que no Campeonato Paulista, eles estão muito atrás. Mas também a gente não está conseguindo construir, estamos errando passes demais - avalia o zagueiro Chicão, lembrando o empate por 1 a 1 no Estadual.

Fora uma falta cobrada pelo próprio Chicão aos 11 minutos, defendida por Gilvan, o Bragantino teve momentos melhores. Primeiro reclamou de um pênalti do zagueiro alvinegro em Nunes aos 24 (o atacante, aliás, teve um gol anulado aos 7).

Depois, aos 31 minutos, o atacante Davi apareceu livre na intermediária e chutou forte de fora da área. A bola passou rente à trave esquerda do goleiro Julio Cesar, que não gostou da apatia da defesa e esbravejou contra os companheiros.



Gols e festival de cartões

Insatisfeito com a novidade que apresentou na escalação, o técnico Mano Menezes trocou no segundo tempo. Sacou Wellington Saci para a entrada de Acosta e mandou André Santos novamente para a lateral esquerda. Além disso, fez uma troca na direita. Tirou Carlos Alberto e colocou Alessandro, recuperado de problema muscular.

Mas o Bragantino, sem mexer no time, é que levou a melhor. Aos 7 minutos da etapa final, o meio-campista Pará acertou cobrança de falta colocada no canto esquerdo do goleiro Julio Cesar, que chegou atrasado na bola. A resposta do Corinthians foi com o uruguaio Acosta, que acertou o travessão aos 10.

Depois desse lance, aliás, a sorte do Timão começou a mudar. Primeiro, Moradei foi expulso por uma reclamação. No lance seguinte, Da Silva agarrou Acosta na grande área e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, aos 25 minutos, o zagueiro Chicão empatou. Com um jogador a mais, então, Mano Menezes colocou o time para a frente.

Porém, a pressão do time do Parque São Jorge não foi suficiente para conseguir a virada no placar. O Bragantino se segurou no campo de defesa e evitou a derrota.


Ficha técnica:
BRAGANTINO 1 x 1 CORINTHIANS
BRAGANTINO
Gilvan; Vanderlei, Da Silva e Gustavo (Rodrigo); Nego, Moradei, Somália, Malaquias (Fernando) e Pará; Davi (Marcinho) e Nunes.
Técnico: Marcelo Veiga.
CORINTHIANS
Julio Cesar, Carlos Alberto (Alessandro), Chicão, William e Wellington Saci (Acosta); Nilton (Lima), Elias, André Santos e Douglas; Dentinho e Herrera.
Técnico: Mano Menezes.
Gols: Pará, aos 7, e Chicão, aos 25 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Nego, Da Silva, Somália, Gilvan (B) e Nilton, Chicão (C).
Cartão vermelho: Moradei (B)
Estádio: Santa Cruz. Data: 25/06/2008.
Árbitro: Claudinei Forati Silva (SP).
Auxiliares: Evandro Luís Silveira e Marcelino Tomáz de Brito Neto (SP)

Semifinais da Eurocopa:Alemanha X Turquia


Alemanha sofre, mas bate a zebra turca

Foi sofrido, difícil, mas a Alemanha conseguiu vencer a desfalcada Turquia e assegurou vaga na final da Eurocopa . O jogo desta quarta-feira, disputado no estádio St. Jakob Park, em Basiléia, foi decidido nos minutos finais e teve o placar de 3 a 2 para os alemães. Schweinsteiger, Klose e Lahm marcaram para os vencedores, com Ugur Boral e Semih Senturk descontando.



Com o resultado, a Alemanha se credenciou para buscar seu quarto título da Eurocopa. A final é neste domingo, em Viena, contra o vencedor de Rússia x Espanha, a outra semifinal, que será disputada nesta quinta-feira.



Antes da partida, houve uma solenidade contra o racismo da qual participaram os jogadores das duas seleções. Rustu, pela Turquia, e Ballack, pela Alemanha, leram mensagens contra a discriminação, cada um em sua língua.





Turquia joga melhor no primeiro tempo



Contrariando as expectativas (eram quatro suspensos e seis jogadores machucados antes do jogo), a Turquia esteve bem melhor do que a Alemanha no primeiro tempo. Jogando com cinco homens no meio, os turcos dominaram o setor e estiveram por mais tempo com a bola nos pés durante a etapa inicial (53% a 47%).

Logo no início, aos 12 minutos, Kazim Kazim recebeu passe dentro da área de Hamit Altintop e soltou a bomba no travessão de Lehmann. Acuada, a Alemanha pouco chegou à frente na primeira metade da etapa inicial.

Aos 22 minutos, o domínio turco foi premiado com um gol. Após boa jogada de Sabri pelo lado direito, Kazim pegou de voleio na área. A bola subiu e bateu no travessão. No rebote, Ugur Boral escorou, e Lehmann não conseguiu impedir que a bola entrasse (sequer tocou na rede).

Em desvantagem, a Alemanha acordou no jogo e empatou quatro minutos depois. Podolski fez boa jogada pela esquerda e cruzou para a área. Schweinsteiger escorou para o gol e deixou tudo igual. O lance foi muito parecido com o primeiro gol da Alemanha contra Portugal.



Segundo tempo é eletrizante



A partir daí, a Turquia seguiu dominando, mas a Alemanha passou a ameaçar mais nos contragolpes. Altintop teve a chance de desempatar para a Turquia, mas Lehmann salvou. No lado alemão, Podolski entrou sozinho, mas bateu para fora, de cara com o goleiro Rustu.


Ao fim do primeiro tempo, a Turquia havia feito 15 finalizações, contra três da Alemanha. Depois do intervalo, com Frings na vaga de Rolfes, a Alemanha conseguiu equilibrar as ações no meio-de-campo. A equipe, por sinal, passou a ter mais chances que a Turquia, que ficou sem saída de jogo.



Os alemães reclamaram de um pênalti sobre o lateral Lahm. O jogador foi claramente derrubado na entrada da área, deixando dúvida se a infração foi do lado de fora. No entanto, a arbitragem ignorou o lance e nem falta marcou.



Aos poucos, a Turquia voltou a se encontrar. Valorizando a posse de bola, a seleção vermelha passou a sofrer menos ameaças da Alemanha e chegou a dar trabalho ao goleiro Lehmann. Num lance em que Kazim Kazim foi agarrado na área, os turcos também reclamaram de pênalti.



A 11 minutos do fim, a Alemanha virou. Após bola levantada na área, o goleiro Rustu saiu para cortar, mas Klose se antecipou e testou para o gol vazio. Mas a Turquia não estava morta. Aos 41 minutos, Sabri fez boa jogada pelo lado direito e cruzou para Semih Senturk empurrar para a rede.



Quando já era esperada a prorrogação, a Alemanha, enfim, conseguiu matar o jogo. Após boa troca de passes, Lahm recebeu livre no lado esquerdo da área e bateu firme, no ângulo, para carimbar o passaporte alemão para a decisão deste domingo, em Viena, contra o vencedor de Rússia x Espanha.







Ficha técnica:
ALEMANHA 3 x 2 TURQUIA
ALEMANHA
Lehmann, Friedrich, Mertesacker, Metzelder e Lahm; Hitzlsperger, Rolfes (Frings), Schweinsteiger, Ballack e Podolski; Klose (Jansen).
Técnico: Joachim Löw.
TURQUIA
Rustu, Sabri Sarioglu, Mehmet Topal, Gokhan Zan e Hakan Balta; Mehmet Aurélio, Hamit Altintop, Ayhan Akman (Mevlut Erdinc), Kazim Kazim (Tumer Metin) e Ugur Boral (Gokdeniz Karadeniz); Semih Senturk.
Técnico: Fatih Terim.
Gols: Ugur Boral, aos 22, e Schweinsteiger, aos 26 minutos do primeiro tempo; Klose, aos 34, Semih Senturk, aos 41, e Lahm, aos 45 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Semih Senturk e Sabri Sarioglu (TUR).
Estádio: St. Jakob Park, em Basiléia (SUI). Data: 25/06/2008.
Árbitro: Massimo Busacca (SUI).
Auxiliares: Mathias Arnet (SUI) e Stephane Cuhat (SUI).

terça-feira, 24 de junho de 2008

Rodada de Terça


AVAÍ 2X1 CEARÁ
Avaí vira sobre o Ceará e encosta no líder

Uma goleada do Avaí sobre o Ceará não seria um placar nem um pouco estranho para a partida desta terça-feira, na Ressacada, em Florianópolis. Mas se ela não veio, a virada avaiana por 2 a 1, com gols de Abuda e Emerson, foi suficiente para dar a vitória para o time do técnico Silas. Com o resultado, a equipe de Santa Catarina chegou a 16 pontos, apenas três distante do líder Corinthians. Já o Alvinegro cearense permanece com onze pontos, na quinta posição na tabela de classificação da Série B.

Jogando na Ressacada o Avaí não tinha outra opção que não fosse sufocar o adversário. E foi justamente isto que o time catarinense fez desde os primeiros instantes da partida. Foram inúmeras chances de abrir o placar, que esbarravam tanto na defesa cearense, quanto na boa atuação do goleiro Marcelo Bonan. Ao Ceará, restava apenas o anti-jogo (foram quatro cartões amarelos em faltas violentas).

Curiosamente, mesmo se abstendo de jogar futebol, foi o Alvinegro que abriu o marcador. Vavá se aproveitou de uma bobeira da zaga avaiana e empurrou para o gol, aos 22 minutos. Mas o castigo para o time do técnico Silas não durou muito. Onze minutos depois, Abuda invadiu a área cearense e empatou. Vandinho ainda teve duas boas chances de virar na primeira etapa, mas o 1 a 1 se manteve.

Quem esperava a continuação do massacre do Avaí no segundo tempo, se enganou. O Ceará, comandado pelo folclórico Lula Pereira, voltou melhor na etapa final. Ainda assim, o time catarinense tinha maior posse de bola, além das melhores chances de gol. Mas o goleiro Marcelo Bonan continuava impedindo a virada avaiana. Nos contra-ataques, o Alvinegro cearense chegava com algum perigo.

Aos 26 minutos, o camisa um do Ceará fez um milagre após belo chute de fora da área de Válber. Mas no escanteio, não teve jeito. O zagueiro Emerson subiu mais alto e marcou o segundo do Avaí e o seu terceiro gol consecutivo em partidas da Série B. Depois da virada, coube ao time do técnico Silas administrar o resultado. A equipe cearense ainda tentou, de maneira desordenada, chegar ao empate, mas não obteve sucesso.

JUVENTUDE 4X1 BAHIA
Juventude vira em cima do Bahia e garante mais uma rodada no G4


O Juventude garantiu mais uma rodada entre os quatro primeiros colocados na Série B do Brasileirão. Na noite desta terça-feira, no Alfredo Jaconi, o Alviverde derrotou o Bahia por 4 a 1, de virada, na abertura da oitava rodada, subindo para a terceira posição, com 15 pontos na tabela. Com isso, o Ju não corre mais o risco de perder lugar na zona de classificação. O atacante Mendes homenageou a avó Lourdes ao marcar duas vezes na partida. Ivo também marcou duas vezes, e Galvão abriu para os baianos.



O time baiano, porém, continua com nove pontos, caindo para a 14ª posição, ficando mais longe do G4 e correndo risco de terminar a rodada na faixa de rebaixamento, já que pode ser ultrapassado por até quatro times nos próximos jogos.



As duas equipes só voltam a jogar na sexta-feira, dia 4 de julho, ambos em casa. Enquanto o Juventude recebe o lanterna América-RN, o Bahia encara o Avaí, em Feira de Santana.





O jogo

O Tricolor baiano se aproveitou de um erro na marcação alviverde e abriu o placar aos 15 minutos. Fausto tocou para Galvão entrar livre na área, enquanto a defesa anfitriã tentava fazer uma linha de impedimento. Em condições, o camisa 9 deu apenas um toquinho com o pé esquerdo, encobrindo o goleiro Michel Alves.





O time da casa começou a pressionar logo após o gol sofrido. Aos 27, Ivo lançou para o atacante Mendes chutar de primeira, mandando a bola rente à trave. Dois minutos depois, o artilheiro alviverde empatou o jogo, se antecipando ao goleiro Darci e batendo forte de cabeça para as redes. Na comemoração, o atacante mostrou uma camisa com a inscrição "Lourdes eterna", em homenagem à avó, falecida recentemente.



Os jogadores alviverdes reclamaram de um pênalti não marcado em Bruno, aos 32, mas o árbitro goiano André Luiz de Freitas Castro mandou seguir o jogo. Aos 37, Ivo obrigou o goleiro Darci a fazer ótima defesa. E nos últimos minutos na etapa inicial, o goleiro Michel Alves quase desempatou em uma bela cobrança de falta, mostrando que leva jeito para se tornar um dos goleiros-artilheiros. Mais uma vez o arqueiro do Bahia salvou.



Na volta do intervalo, Mendes quase marcou mais um aos quatro minutos, batendo da entrada da área. Mas, aos nove, ele fez mais um. Murilo cruzou na cabeça do artilheiro, que não desperdiçou e fez 2 a 1. É o quarto gol dele da Série B.



Três minutos depois, o meia tricolor Emerson Cris assustou a meta do goleiro Michel Alves, quase empatando o jogo. Mas quem atacava com mais perigo era o Ju. Ivo quase marca o terceiro aos 23, e Bruno chutou por cima do travessão dois minutos depois. Mas havia espaço para mais dois gols, e Ivo tratou de fazê-los. Aos 38, ele deu um chute cruzado certeiro após receber livre na área. E aos 45, só tocou para o gol após cruzamemto.

PONTE PRETA 2X1 SANTO ANDRÉ
Ponte vira e dá um pulo na tabela

Em jogo movimentado e com boas chances para os dois times, a Ponte Preta venceu de virada o Santo André por 2 a 1, nesta terça-feira, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, pela Série B. Os gols fora de Wanderley (dois) e Márcio Mixirica.

Com o resultado, a Macaca chegou a dez pontos, deixou a zona de rebaixamento e pulou para a nona posição. O Ramalhão, por sua vez, segue com nove pontos, agora no 12º lugar.

A Macaca dominou o primeiro tempo, explorou bem as laterais e ameaçou nas bolas aéreas. O Santo André chamou o adversário para o seu campo de defesa e pouco fez na etapa inicial. Embora estivesse no ataque, o gol alvinegro não saiu, talvez pela falta de criatividade do meia Renato.

Na etapa final, o Ramalhão surpreendeu a abriu o placar logo aos 8 minutos, com Márcio Mixirica. Marcelinho fez boa jogada, Pará cruzou bem, e Mirixica marcou de cabeça. O visitante cresceu com o tento e perdeu algumas chances de ampliar.

Aos 24, Wanderley, de 19 anos, tentou duas vezes, de pé e cabeça, e empatou para a Ponte. A resposta do Santo André foi imediata, mas o travessão impediu o gol de Cicinho. No finzinho da partida, aos 42, Wanderley, que subiu há pouco da base alvinegra, virou para o time da casa.

domingo, 22 de junho de 2008

7 Rodada:Série A


VASCO 0X2 PALMEIRAS
Vasco abusa dos erros, e Palmeiras vence em São Januário

O fato de jogar fora de casa não intimidou o Palmeiras. Mesmo sofrendo pressão do Vasco durante boa parte do jogo, o time de Vanderlei Luxemburgo aproveitou suas oporrtunidades e venceu por 2 a 0, neste sábado, em São Januário. Com o resultado, o time paulista chegou aos 11 pontos, e agora está em quinto no Brasileirão. A equipe cruzmaltina, que perdeu a invencibilidade em seu estádio, permanece com oito, em 12º.

O primeiro tempo foi marcado pela extrema velocidade das duas equipes. O jogo esteve totalmente aberto, com as duas equipes buscando sempre o ataque. O Vasco, empurrado pela torcida, começou com as melhores chances. Logo aos três minutos, Jean recebeu a bola, driblou a marcação e chutou cruzando, obrigando Marcos a espalmar.

E foi novamente usando a velocidade, aproveitando o buraco na defesa do Palmeiras, que o Vasco voltou a assustar aos dez minutos, quando Pablo avançou, deu um belo drible em Gustavo, mas chutou muito mal. A bola passou longe do gol adversário.

Mas o Palmeiras não se mostrou abalado, e respondeu um minuto depois, também se aproveitando dos espaços deixados pelo Vasco. Martinez recebeu na intermediária, e, como não recebeu o combate, avançou até chutar forte, assustando o goleiro Roberto.

Se o Vasco chegava mais vezes, o Palmeiras teve a chance mais perigosa do primeiro tempo. Após cobrança de falta pela direita, Diego Souza subiu e cabeceou aos 18 minutos. Roberto fez grande defesa, e a bola ainda tocou no pé da trave antes de sair para escanteio.

Como não conseguia criar muitas jogadas trabalhadas, o Vasco se aproveitava dos contra-ataques. E foi dessa maneira que a equipe novamente chegou perto, aos 23 minutos. Leandro Amaral avançou em velocidade pela esquerda e cruzou. Cara a cara com Marcos, Vinícius escorou por cima do gol, irritando os torcedores cruzmaltinos.

Com Valdivia bem marcado, o Palmeiras via nos lados do campo a melhor saída para surpreender a defesa do Vasco. O lateral-esquerdo Leandro foi muito acionado, foi pelo lado de Elder Granja que o time paulista abriu o placar, aos 36 minutos. Ele avançou pela direita e cruzou com perfeição para Alex Mineiros, que cabeceou e fez 1 a 0.

A partir de então, o Palmeiras dominou completamente o Vasco, que abusava dos erros de passe. Foi apenas na base dos chutões que o time cruzmaltino conseguiu evitar que o adversário abrisse uma vantagem maior. A equipe da casa saiu para o intervalo sob protestos dos torcedores.

Vasco volta a perder chances e leva mais um

A segunda etapa começou como a primeira. O Vasco teve as melhores oportunidades, mas falhou na pontaria. Logo aos dois minutos, Leandro Amaral desperdiçou uma ótima chance de empatar. O atacante recebeu cruzamento rasteiro, e, na marca do pênalti, chutou em cima de Marcos.

O Palmeiras se fechava, esperando o Vasco para sair nos contra-ataques, sempre com perigo. O time cruzmaltino mantinha a posse da bola por mais tempo, mas continuava a faltar qualidade na criação das jogadas e nas conclusões. A equipe abusava dos cruzamentos para a área, tentando aproveitar a presença de Alan Kardec, mas a zaga verde levava a melhor.

Com a vantagem no placar, o Palmeiras passou a abdicar dos lances de velocidade e passou a valorizar a posse de bola, mas sem perder a ofensividade. Do outro lado, o Vasco atacava de forma desorganizada, errando muitos passes, o que irritava a torcida.

E foi na base do toque de o bola que o Palmeiras chegou ao segundo gol. Kleber recebeu na entrada da área, driblou Eduardo Luiz, passou por Anderson e chutou com categoria, no canto esquerdo de Roberto. Imediatamente os torcedores vascaínos começaram e deixar São Januário.

Ficha Técnica
VASCO 0X2 PALMEIRAS
Vasco
esquema 4-4-2
GOL Roberto
LAT Wágner Diniz
ZAG Eduardo Luiz
ZAG Anderson Santos
MEI Madson
(MEI Bruno Gallo)
LAT Rodrigo Antônio
MEI Jonílson
(ATA Alex Teixeira)
MEI Pablo
MEI Vinícius Reche
(ATA Alan Kardec)
ATA Jean
ATA Leandro Amaral
Técnico:Antônio Lopes
Palmeiras
esquema 4-4-2
GOL Marcos
LAT Élder Granja
ZAG Gustavo
ZAG Henrique
LAT Leandro
MEI Pierre
MEI Martinez
MEI Diego Souza
(MEI Leo Lima)
MEI Valdivia
(MEI Denílson)
ATA Alex Mineiro
(ATA Lenny)
ATA Kléber
Técnico:Vanderlei Luxemburgo

Brasileirão 2008

7ª Rodada Dom, 22/06/2008, 16h00

Gols 1ª Tempo
36' - Alex Mineiro (PAL)
2ª Tempo
29' - Kléber (PAL)

Cartão Amarelo Leandro (PAL),Pierre (PAL),Vinícius Reche (VAS)

Público 5.348 pagantes
Renda R$ 90.090,00

Arbitragem
Carlos Eugenio Simon
Marcio Eustaquio S. Santiago (MG)
Helberth Costa Andrade (MG)


IPATINGA 1X3 FLAMENGO
Fla vence o Ipatinga fora de casa e volta à liderança do Brasileiro



O Flamengo não ficou nem 24 horas longe da liderança do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, a equipe foi eficiente, venceu o Ipatinga por 3 a 1 e provou que também é capaz de vencer longe do Maracanã. A partida, válida pela sétima rodada, aconteceu no Ipatingão.

Com o primeiro triunfo longe do Rio de Janeiro, o Rubro-Negro tem a companhia de Cruzeiro e Grêmio na ponta da tabela, com 16 pontos, mas supera os adversários nos critérios de desempate.

Na partida da tarde de domingo, os laterais e volantes foram fundamentais. Leo Moura participou de dois gols e Juan foi o autor de um deles. Já no meio-campo, Ibson e Kleberson também deixaram sua marca. O próximo duelo do Fla também será longe do Maracanã: dia 29, contra o Sport, na Ilha do Retiro.

Na estréia do técnico Ricardo Drubscky, o Ipatinga continuou sua agonia na Série A. A equipe estreante manteve-se com apenas cinco pontos e está em 19º lugar. A chance de reabilitação será no sábado, contra o Vasco, em São Januário.

Equilíbrio

Perfilados, os jogadores esperaram um pouco a mais para a partida começar. O motivo: a demorada interpretação do hino nacional Brasileiro pela cantora Manoela Sueli.

O gramado ruim do Ipatingão fez a primeira vítima logo aos cinco minutos. Souza jogou a bola embaixo das pernas de um adversário e cruzou para Marcinho. A bola quicou no gramado e o artilheiro do Flamengo no Brasileiro perdeu a oportunidade dentro da pequena área.

Aliás, o posicionamento ofensivo do time carioca chamou a atenção. Diego Tardelli e Souza ficaram abertos nas pontas e Marcinho funcionou como o homem de área.

A correria e o equilíbrio prevaleceram a seguir. Luciano Mandi passou com facilidade por Jaílton e bateu cruzado para fora, aos 19 minutis. Juan e Souza, aos 23 e 25, finalizaram para fora.

A melhor chance do Ipatinga surgiu aos 31 minutos. Neto Baiano recebeu na área, foi puxado por Fábio Luciano, mas mesmo assim rolou para trás e Leandro Salino, de frente para o gol, chutou para fora.

O Flamengo melhorou bastante no fim da primeira etapa, pressionou, mas não marcou. A torcida - em bom número no Ipatingão - não perdoou uma chance perdida por Souza, aos 43, e pediu Obina.

Laterais decidem

Não foi atendida de imediato. Entrou Renato Augusto na vaga de Diego Tardelli no invervalo. E o time mineiro passou a dominar. Porém, sem finalizar. Sorte do Rubro-Negro. Aos 12 minutos, os laterais resolveram. Leo Moura chutou de fora da área, Fred espalmou mal e Juan marcou.

Leo Moura também foi fundamental no segundo gol, marcado aos 22. Ele encontrou Ibson livre, na entrada da área. O volante chutou com categoria no canto esquerdo de Fred, que ficou imóvel.

Ipatinga tenta a reação

Melhor jogador do Ipatinga, o ex-rubro-negro Gérson Magrão acertou a trave aos 28 e teve a chance de diminuir. A imprudência de Jaílton reacendeu os anfitriões na partida. Aos 36, ele cometeu jogo perigoso e na cobrança Tiago Vieira marcou de letra após duas rebatidas da defesa.

No fim, Kleberson, que entrou bem no jogo, fez o terceiro em chute forte de fora da área, no canto esquerdo do goleiro, que nada pôde fazer.

Ficha Técnica
IPATINGA 1X3 FLAMENGO
Ipatinga
esquema 4-4-2
GOL Fred
LAT Márcio Gabriel
ZAG Tiago Vieira
ZAG Gian
MEI Rodriguinho
MEI Augusto Recife
MEI Xaves
(ZAG Leo Oliveira)
MEI Leandro Salino
MEI Gerson Magrão
ATA Neto Baiano
MEI Luciano Mandí
(ATA Adeílson)
Técnico:
Flamengo
esquema 4-4-2
GOL Bruno
LAT Leonardo Moura
ZAG Fábio Luciano
ZAG Ronaldo Angelim
LAT Juan
MEI Jaílton
MEI Cristian
MEI Ibson
MEI Marcinho
(MEI Kléberson)
ATA Diego Tardelli
(MEI Renato Augusto)
ATA Souza
(ATA Obina)
Técnico:Caio Júnior


Brasileirão 2008

7ª Rodada Dom, 22/06/2008, 16h00

Gols
2ª Tempo
46' - Kléberson (FLA)
35' - Tiago Vieira (Ipatinga)
12' - Juan (FLA)
22' - Ibson (FLA)

Cartão Amarelo:Jaílton (FLA),Obina (FLA),Cristian (FLA),Souza (FLA), Tiago Vieira (Ipatinga),Augusto Recife (Ipatinga)

Público 13.260 pagantes

Arbitragem
Wilton Pereira Sampaio
Nilson Alves Carrijo (DF)
Cesar Augusto de Oliveira Vaz (DF)



VITÓRIA 2X1 INTERNACIONAL
Vitória bate o Inter com gols parecidos

Com dois gols bem semelhantes, o Vitória derrotou o Internacional por 2 a 1, na tarde deste domingo, no Barradão, pela sétima rodada do Brasileirão, conseguindo a sua terceira vitória, todas em casa, e subindo para 11 pontos e ocupando a sétima posição na tabela. O time gaúcho, que segue sem conseguir pontuar longe de casa, permanece com sete pontos, em 15º, a duas posições da temida zona de rebaixamento. Marquinhos e Williams marcaram os gols rubro-negros, ambos no primeiro tempo e com passes de cabeça. Nilmar descontou na etapa final.

O próximo compromisso do Vitória é no sábado, dia 28, contra o Goiás, mais uma vez em Salvador. No dia seguinte, o Inter enfrenta o arqui-rival Grêmio, no Olímpico, no primeiro dos dois clássicos gaúchos de 2008.

Gols gêmeos
Por muito pouco, o Vitória não abriu o placar graças a um erro da defesa do Inter. Em lançamento na área, Orozco, Marcão e Clemer se confundiram, e o atacante rubro-negro Dinei meteu o pé, mas mandou a bola para fora. Recuperado, o Colorado chegou perto em seguida, com Alex cruzando pela esquerda para Nilmar, mas a zaga afastou. O jogo começou equlibrado, com tentativas de chutes de fora da área dos dois lados. Até que aos 17, após lançamento do campo de defesa, Dinei deu um toque de cabeça e deixou Marquinhos na cara de Clemer. O atacante apenas tocou na saída do goleiro para abrir o placar.

No lance seguinte, Magrão quase empatou, obrigando o goleiro Ney a fazer boa defesa. O time rubro-negro dificultava as ações de ataque gaúchas e ainda aprontava com bons lançamentos. Aos 31, após nova bola alçada na entrada da área, Marquinhos só desviou de cabeça para Williams aumentar o placar, em lance bem parecido com o primeiro gol.

Nilmar teve duas boas oportunidades de diminuir o placar na etapa inicial. Aos 42, invadiu a área com velocidade, mas a zaga baiana afastou quase em cima da linha. E dois minutos depois, driblou um zagueiro na área e acertou a rede pelo lado de fora.

Reação tardia
O Inter voltou do intervalo com duas mudanças, justamente as dúvidas de antes do jogo: Maycon e Adriano nas vagas de Bustos e Gil. Logo no primeiro lance, o goleiro Ney teve que se esticar para defender um cruzamento errado de Alex. Aos dois minutos, Ramon lançou Marcelo Cordeiro na esquerda, que cruzou rasteiro na área para Williams, mas Marcão salvou a bola.

Aos 17, em cruzamento pela ponta direita, Clemer se adiantou e quase passou da bola. Mesmo assim , um leve toque salvou a bola de cair nos pés de Marquinhos. Apesar da mudança, o time gaúcho continuou apresentando os mesmos erros. Mesmo assim, em um contra-ataque fulminante, Taison, que acabara de entrar na vaga de Edinho, armou jogada com Marcão na esquerda. O lateral cruzou na área para Nilmar cabecear para as redes: 2 a 1.

O gol animou um pouco o time gaúcho, e os baianos começaram a sentir o cansaço. Dois minutos depois, Adriano recebeu livre, mas matou mal a bola. Aos 27, Taison deu bom passe para o camisa 9 colorado, que perdeu para a zaga. Passada a pressão, os anfitriões quase ampliaram nos acréscimos, com duas bolas seguidas na trave direita de Clemer nos acréscimos, uma com Marquinhos e outra com Ricardinho.

Ficha Técnica
VITÓRIA 2X1 INTERNACIONAL
Vitória
esquema 4-4-2
GOL Ney
LAT Marco Aurélio
ZAG Anderson Martins
ZAG Leonardo Silva
LAT Marcelo Cordeiro
MEI Vanderson
MEI Renan
MEI Williams
(MEI Leandro Domingues)
MEI Ramon
(MEI Ricardinho)
MEI Marquinhos
ATA Dinei
(MEI Marco Antônio)
Técnico:Vágner Mancini
Internacional
esquema 4-4-2
GOL Clemer
LAT Bustos
(MEI Maycon)
ZAG Índio
ZAG Orozco
ZAG Marcão
MEI Edinho
(ATA Taison)
MEI Magrão
MEI Guiñazu
MEI Alex
ATA Gil
(ATA Adriano)
ATA Nilmar
Técnico:Tite

Brasileirão 2008

7ª Rodada Dom, 22/06/2008, 16h00

Gols 1ª Tempo
31' - Williams (VIT)
17' - Marquinhos (VIT)

2ª Tempo
22' - Nilmar (INT)

Cartão Amarelo:Orozco (INT),Vanderson (VIT),Leonardo Silva (VIT)


Arbitragem
Ricardo Marques Ribeiro
Guilherme Dias Camilo (MG)
Emerson Augusto de Carvalho (SP)


SANTOS 0X4 GOIÁS
Santos é goleado em casa pelo Goiás e crise estoura na Vila Belmiro


Cuca e Santos continuam sem se entender no Campeonato Brasileiro. Nesta noite de domingo, o Peixe acumulou o quinto jogo consecutivo sem vencer ao ser goleado por 4 a 0 pelo Goiás, em plena Vila Belmiro, continuando na zona do rebaixamento, e aumentando a crise entre elenco, diretoria e torcida. Foi o primeiro triunfo da equipe do Centro-Oeste na competição, exatamente na reestréia do técnico Hélio dos Anjos.

Com o resultado negativo, o Alvinegro soma três jogos e nenhuma vitória desde a chegada do novo treinador. Assim, aparece apenas na antepenúltima colocação, com cinco pontos em sete rodadas. Mesmo com a reação, o Goiás também continua no grupo dos quatro últimos, agora em 17º, com seis.

O Santos volta a campo no próximo sábado para enfrentar a Portuguesa, às 18h10m, no Canindé, em São Paulo. O Goiás atua no mesmo e horário dia. Encara o Vítória, no Barradão, em Salvador.

Alex Terra e Iarley colocam o Goiás na frente

Sem Apodi, que não pôde estrear por problemas na documentação, o técnico Cuca foi obrigado a improvisar o volante Hudson na lateral direita. E foi por aquele lado que o Goiás tirou proveito do nervosismo do Peixe nos primeiros minutos para abrir o placar rapidamente.

Aos seis, Júlio César fez bela jogada individual e tocou para Alex Tera no meio da área bater forte no canto direito, sem para Fábio Costa. No reinício, novo susto. Júlio César avançou pelo mesmo lado e acertou a trave depois de desvio do goleiro alvinegro.

Com Molina apagado mais uma vez na armação das jogadas, o Santos só conseguiu assustar (e pouco) em uma cobrança de falta de Kleber que quase encobriu Harlei, aos 21. Sete minutos mais tarde, a lateral direita voltou a se transformar em avenida para o Goiás. Alex Terra avançou por lá e tocou na medida para Iarley. O atacante recebeu livre e, na entrada da área, bateu por baixo do pé direito de Fábio Costa: 2 a 0.

Para dar mais força ofensiva, o técnico Cuca sacou o volante Marcinho Guerreiro para a entrada do meia equatoriano Quiñonez. A troca, porém, não mudou em nada o poder de ataque do Peixe. A equipe só voltou a criar, aos 42, quando Rodrigo Tabata bateu falta para a área, o zagueiro Paulo Henrique desviou contra o próprio gol e Harlei espalmou.

Santos tenta pressionar, mas Goiás faz o terceiro

No segundo tempo, o treinador santista apostou na entrada de Lima na vaga de Molina. E, no primeiro lance, o atacante criou mais do que o colombiano em 45 minutos ao cruzar para Rodrigo Tabata furar uma cabeçada de frente para o goleiro esmeraldino.

Claramente recuado e sem repetir o sucesso do primeiro tempo nos contra-ataques, o Goiás limitou-se a defender. O Santos chegou a ganhar mais velocidade com a entrada do garoto Patrick, mas abusou dos passes errados e dos chutões, não oferecendo perigo à defesa rival.

A noite, porém, seria ainda mais sofrida para a torcida do Santos. Em um dos poucos contra-ataques que encaixou no segundo tempo, o Goiás fez o terceiro depois que Ramalho foi derrubado na área por Fábio Costa. Iarley bateu e fez o segundo tempo.

Aos 40, o Peixe ainda acertou o travessão em chute de Lima. Muito pouco para impedir as vaias e protestos da torcida. Quando a partida parecia definida, Romerito foi derrubado na área por Marcelo e o árbitro marcou novo pênalti. Ele mesmo foi para a cobrança e completou o massacre.

Ficha Técnica
SANTOS 0X4 GOIÁS
Santos
esquema 4-4-2
GOL Fábio Costa
MEI Hudson
ZAG Fabão
ZAG Marcelo
LAT Kleber
MEI Marcinho Guerreiro
(MEI Quiñonez)
MEI Rodrigo Souto
MEI Rodrigo Tabata
(MEI Patrik)
MEI Molina
(ATA Lima)
ATA Wesley
ATA Kléber Pereira
Técnico:Cuca
Goiás
esquema 4-4-2
GOL Harlei
ZAG Paulo Henrique
ZAG Henrique
ZAG Ernando
LAT Vitor
MEI Amaral
MEI Ramalho
(MEI Fernando)
ATA Romerito
LAT Júlio César
ATA Alex Terra
(ATA Rinaldo)
ATA Iarley
(MEI Pituca)
Técnico:Hélio dos Anjos

Brasileirão 2008

7ª Rodada Dom, 22/06/2008, 18h10

Gols 1ª Tempo
29' - Iarley (GOI)
6' - Alex Terra (GOI)
2ª Tempo
45' - Romerito (GOI)
28' - Iarley (GOI)

Cartão Amarelo:Fábio Costa (SAN),Quiñonez (SAN),Marcinho Guerreiro (SAN),Ramalho (GOI),Ernando (GOI)


Arbitragem
Claudio Luciano Mercante Junior
Carlos Berkenbrock (SC)
Rodrigo Otávio Baeta (MG)

NÁUTICO 2X1 ATLÉTICO-MG
Náutico bate o Galo no Arruda e permanece na zona da Libertadores

O Náutico conquistou um importante resultado na noite deste domingo, no estádio do Arruda. A equipe venceu o Atlético-MG por 2 a 1 e agora ocupa a quarta colocação na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro com 14 pontos. O Galo perdeu sua segunda partida na competição. O próximo jogo do Timbu será contra o Palmeiras no domingo, às 18h20m, em São Paulo. O time atleticano vai até Florianópolis encarar o Figueirense, às 16hs, do mesmo dia.

A partida

O jogo começou equilibrado, mas foi o Atlético-MG que teve o primeiro lance de gol. Petkovic cobrou escanteio fechado tentando surpreender o goleiro Eduardo, mas a zaga do Timbu cortou a bola afastando o perigo.

Aos 25, o atacante Warley fez bela jogada pela direita, entrou na área e, depois de uma dividida com o zagueiro, caiu pedindo pênalti. Mas o juiz Célio Amorim ignorou a jogada e mandou o lance seguir. Seis minutos depois, o Náutico quase abriu o placar com Ticão. O jogador recebeu um belo passe, entrou na área sozinho, mas finalizou por cima do gol.

O Atlético não estava bem na partida e o técnico Gallo colocou em campo o atacante Marinho, aos 36 minutos, para dar movimentação ao sistema ofensivo do time mineiro. Leandro Almeida saiu para dar lugar ao companheiro. Mas a alteração não surtiu efeito. Aos 41, Everaldo soltou uma bomba de pé direito, Juninho espalmou para o alto e Warley aproveitou o rebote do goleiro para abrir o placar no estádio do Arruda.

Atlético-MG volta melhor na etapa final

O segundo tempo começou muito devagar e as duas equipes não demonstravam muita qualidade na armação das jogadas. Apenas aos 11 minutos, houve um lance de perigo para o Galo. Coelho cobrou escanteio e Marinho cabeceou, mas a bola passou por cima do gol de Eduardo.

O time visitante tomava mais iniciativa no jogo. O resultado veio três minutos depois. Numa cobrança de escanteio, o zagueiro Vinícius subiu sozinho para empatar o jogo e deixar a torcida nervosa no Arruda. O Galo teve a chance de virar aos 21. Petkovic bateu falta com categoria e a bola passou perto do poste direito da meta de Eduardo.

O Náutico só chegou com perigo ao ataque aos 26. Depois de uma jogada na entrada da área, a bola sobrou para Helton que toca para Kuki marcar. Mas o árbitro assinalou impedimento. O lance motivou o Timbu que conseguiu a virada aos 31. Helton bateu falta para a área e Wellington cabeceou cruzado, no canto esquerdo da meta de Juninho. Depois do lance o Náutico conseguiu manter o resultado e saiu de campo comemorando muito o resultado.

Ficha Técnica
NÁUTICO 2X1 ATLÉTICO-MG
Náutico
esquema 4-4-2
GOL Eduardo
LAT Ruy
MEI Negretti
ZAG Vágner Silva
ZAG Everaldo
MEI Ticão
MEI Alceu
MEI Helton
(MEI Roger)
MEI Geraldo
ATA Wellington
(ATA Tiago)
ATA Warley
(ATA Kuki)
Técnico:Leandro Machado
Atlético-MG
esquema 4-4-2
GOL Juninho
ZAG Leandro Almeida
(ATA Marinho)
ZAG Nen
ZAG Vinícius
LAT Coelho
(LAT Amaral)
MEI Serginho
MEI Márcio Araújo
MEI Petkovic
MEI Renan
ATA Eduardo
(ATA Almir)
ATA Danilinho
Técnico:Gallo

Brasileirão 2008

7ª Rodada Dom, 22/06/2008, 18h10

Gols 1ª Tempo
41' - Warley (NAU)
2ª Tempo
31' - Wellington (NAU)
15' - Vinícius (CAM)

Cartão Amarelo:Leandro Almeida (CAM)

Arbitragem
Célio Amorim
Cleriston Clay Barreto Rios (SE)
Humberto Tadeu Alves de Abreu (PB)


GRÊMIO 3X0 ATLÉTICO-PR
Grêmio vence Furacão, pula para segundo e espera o arqui-rival

Com três gols de pênalti de Roger, o Grêmio derrotou o Atlético-PR por 3 a 0, na noite deste domingo, no Olímpico, e ganhou uma posição na briga entre os primeiros colocados do Campeonato Brasileiro. O Tricolor gaúcho segue invicto em casa, com 16 pontos, em segundo lugar, perdendo no número de gols marcados para o líder Flamengo (nove contra oito), mas passando o Cruzeiro no saldo (nova contra oito). O Furacão está com os mesmos oito pontos e em 11º lugar.

As duas equipes voltam a jogar no próximo domingo, em seus estádios, tendo pela frente dois arqui-rivais em clássicos regionais. O Atlético recebe o Coritiba, na Arena da Baixada, e o Grêmio pega o Internacional, de novo no Olímpico, no primeiro dos dois clássicos gaúchos de 2008.

Na cadência da galera
No embalo da torcida tricolor, que não parou de cantar um só minuto, o camisa 10 Roger arriscou o primeiro chute de fora da área aos sete minutos, mas a bola passou por cima do travessão. Aos 12, após bola alçada na área rubro-negra, o atacante Marcel teve a camisa puxada por Fahel: o árbitro Guilherme Cereta de Lima apitou pênalti. Roger bateu rasteiro no canto do ex-gremista Galatto e abriu o placar.

O Furacão teve duas boas chances de empatar logo depois. Marcelo Ramos cabeceou bem para defesa de Victor. Em seguida, foi a vez do arqueiro salvar complemento de Júlio César. Quando o time rubro-negro parecia equilibrar a partida, o volante Fahel puxou Roger que arrancava em direção ao gol. Como já tinha recebido amarelo, foi expulso do jogo.

Com um a mais, o Tricolor partiu para cima, e aos 31, Roger quase faz o segundo, mas o zagueiro Antônio Carlos meteu a cabeça e botou para escanteio, Na seqüência, Galatto defendeu chutaço de Paulo Sérgio. O arqueiro do Furacão, que foi um dos heróis da "Batalha dos Aflitos" pelo clube gaúcho, ainda viu a bola explodir na trave em chegada de Perea. Para se consagrar diante da torcida de seu ex-clube, o goleiro ainda fez outra ótima defesa em outro chute do colombiano. No intervalo, foi para os vestiários ouvindo seu nome ser gritado por todo o Olímpico.

Mais pênaltis e mais Roger
O Atlético voltou do intervalo sem o técnico Roberto Fernandes, que reclamou com o árbitro após o fim da etapa inicial e acabou expulso. O no segundo minuto da etapa final, Victor teve que fazer voa defesa em chute forte de Ferreira. Mas o domínio do jogo continuou sendo gremista, apesar da pressão não ser a mesma do primeiro tempo.

Aos 12 minutos, Roger entrou na área rubro-negra e tomou um pisão de Chico: mais um pênalti para o Grêmio. O próprio meia gremista bateu, no cantinho direito, sem chance para Galatto: 2 a 0.

Com boa vantagem, o time da casa seguiu mandando no jogo, tentando o gol que o colocaria em segundo lugar, passando o Cruzeiro no saldo. E aos 26, conseguiu. Após chutar para o gol, William Magrão tomou um pontapé de Danilo por trás, e o árbitro apitou o terceiro pênalti. Roger de novo, desta vez com paradinha, bateu no canto esquerdo, fechando a bela vitória tricolor.

Ficha Técnica
GRÊMIO 3X0 ATLÉTICO-PR
Grêmio
esquema 3-5-2
GOL Victor
ZAG Jean
ZAG Pereira
ZAG Rever
LAT Paulo Sérgio
(LAT Felipe)
MEI Willian Magrão
MEI Rafael Carioca
(MEI Eduardo Costa)
MEI Roger
LAT Helder
ATA Perea
ATA Marcel
(ATA Soares)
Técnico:Celso Roth
Atlético-PR
esquema 4-3-3
GOL Galatto
ATA Renan
ZAG Antônio Carlos
ZAG Danilo
LAT Márcio Azevedo
(MEI Leo Medeiros)
MEI Valencia
MEI Ferreira
MEI Fahel
ATA Willian
(MEI Chicão)
ATA Marcelo Ramos
(MEI Gabriel)
ATA Júlio César
Técnico:Roberto Fernandes

Brasileirão 2008

7ª Rodada Dom, 22/06/2008, 18h10

Gols 1ª Tempo
12' - Roger (GRE)
2ª Tempo
12', 27' - Roger (GRE)

Cartão Amarelo:Willian Magrão (GRE),Helder (GRE),Paulo Sérgio (GRE),Chicão (APR),Danilo (APR)
Cartão Vermelho:Fahel (APR)

Público 21.438 pagantes
Renda R$ 23.542,00

Arbitragem
Guilherme Cereta de Lima
Nilson de Souza Monção (SP)
Ednilson Corona (SP)

PARADA ROCK

10-Nirvana-Lithium



9-Red Hot Chili Peppers-Scar Tissue



8-Dragonforce-Soldiers of the Wasteland



7-Soundgarden-Black Hole Sun



6-White Stripes-The Hardest Button to Button



5-Raimundos-Selim



4-Metallica-Whiskey in the Jar



3-Guns n' Roses-You Could be Mine



2-Iron Maiden-The Reincarnation of Benjamin Breeg



1-Pink Floyd-Money

Quartas de Final da Eurocopa:Espanha X Itália


Espanha elimina a Itália nos pênaltis

Em partida tensa e sem muitas chances de gol, Espanha e Itália empataram em 0 a 0, neste domingo, em Viena. A Fúria avançou às semifinais da Eurocopa ao vencer a disputa de pênaltis pelo placar de 4 a 2. O goleiro Casillas foi o herói, ao defender duas cobranças. A Espanha vai encarar na fase seguinte a Rússia, na próxima quinta-feira, também em Viena.



Os espanhóis não chegavam à fase semifinal de um grande torneio (Copa do Mundo ou Eurocopa) desde 1984, quando perdeu a decisão da Euro para a França (2 a 0). O último (e único) título dos espanhóis na Eurocopa foi em 1964.





Suspensões fazem Itália mudar meio-de-campo



Sem Pirlo e Gattuso, suspensos, a Itália precisou lançar mão de Aquilani e Ambrosini para compor o meio ao lado de De Rossi e Perrotta, que foram titulares na vitória sobre a França. As mudanças acabaram por enfraquecer o setor, que perdeu qualidade na saída de bola. A Espanha manteve a equipe que venceu os dois primeiros jogos.



O primeiro tempo foi muito escamado, com as duas equipes cautelosas e se respeitando muito. A Espanha esteve ligeiramente melhor que os italianos, embora não tenha conseguido penetrar muito na área rival.





Espanha ameaça em chutes de longa distância



As melhores chances da Fúria na primeira etapa surgiram em chutes de fora da área. David Silva deu trabalho a Buffon por duas vezes, enquanto seu xará Villa, em cobrança de falta, também obrigou o goleiro da Azzurra a fazer boa defesa.



No lado da Itália, Cassano esteve sumido em campo e Luca Toni levou azar na única boa chance que teve. O camisa 9 cabeceou exatamente na cabeça de Marchena e a bola saiu da direção do gol.





Camoranesi entra e melhora a Azzurra



Depois do intervalo, o panorama permaneceu o mesmo até a entrada de Camoranesi na seleção italiana (na vaga de Perrotta). O meia deu novo ânimo a seu time, que passou a chegar mais ao ataque.

Na Espanha, Cazorla e Fábregas entraram nas vagas de Iniesta e Xavi, mas a Fúria apenas manteve seu desempenho inicial. A melhor chance na primeira metade do segundo tempo foi italiana: após bola levantada na área, Toni ajeitou de cabeça para Camoranesi, que soltou a bomba e obrigou Casillas a defender com o pé.



O lance acendeu a Itália e fez com que a partida ficasse equilibrada. As duas equipes passaram a dividir a posse de bola e a tentar o ataque, embora as chances de gol continuassem escassas.





Marcos Senna quase faz Buffon engolir frango



Marcos Senna, com dois chutes de fora da área, por pouco não abriu o placar. No primeiro, de falta, Buffon fez uma grande defesa. No segundo, o goleirão engrossou feio e por pouco não papou um frangaço. A bola chutada por Senna foi no meio do gol, mas Buffon falhou ao tentar encaixá-la teve de correr atrás dela, que mansamente bateu na trave e não entrou.



Na prorrogação, a Espanha voltou animada e, aos dois minutos, esteve muito perto de abrir o placar. Após boa troca de passes, David Silva recolheu na entrada da área e bateu rasteiro. A bola passou muito perto da trave esquerda de Buffon.



Em resposta, a Itália, aos cinco minutos, arrancou suspiros dos torcedores quando Di Natale, que entrou na vaga de Cassano, recebeu cruzamento na área e cabeceou com estilo. Casillas estava atento e voou para mandar para escanteio.



No segundo tempo da prorrogação, a Itália queimou sua última substituição ao lançar o veterano meia-atacante Del Piero na vaga de Aquilani. Desgastadas, as duas equipes ainda tentaram buscar o ataque para matar a partida, mas a decisão foi mesmo para os pênaltis.



Nas penalidades, Casillas defendeu as cobranças de De Rossi e Di Natale. Buffon ainda deu esperanças à Itália, ao pegar o pênalti de Güiza, mas Fábregas fechou a série e fez a festa espanhola.



Ficha técnica:
ESPANHA 0 (4) x 0 (2) ITÁLIA
ESPANHA
Casillas, Sergio Ramos, Marchena, Puyol e Capdevila; Marcos Senna, Xavi (Fábregas), Silva e Iniesta (Cazorla); Villa e Torres (Güiza).
Técnico: Luis Aragonés.
ITÁLIA
Buffon, Zambrotta, Panucci, Chiellini e Grosso; Aquilani (Del Piero), De Rossi, Ambrosini e Perrotta (Camoranesi); Cassano (Di Natale) e Luca Toni .
Técnico: Roberto Donadoni.
Gols: -.
Nos pênaltis: converteram: Villa, Cazorla, Marcos Senna e Fábregas (ESP); Grosso e Camoranesi (ITA);
perderam: Güiza (ESP), De Rossi e Di Natale (ITA)
Cartões amarelos: Iniesta, Villa, Cazorla (ESP) e Ambrosini (ITA).Estádio: Ernst-Happel, em Viena (AUT). Data: 22/06/2008.
Árbitro: Herbert Fandel (ALE).
Auxiliares: Carsten Kadach (ALE) e Volker Wezel (ALE).

O jogo:SELEÇÃO OLÍMPICA 1 x 0 SELEÇÃO CARIOCA,se resume:A seleção é outra,mas quando o Dunga tá só tem vaias!


Alexandre Pato marca, e seleção olímpica vence sob vaias dos torcedores

Sai a seleção principal, entra a seleção olímpica. Mas o clima continua ruim para o técnico Dunga. O treinador foi muito criticado pelos torcedores na magra vitória por 1 a 0 sobre a seleção carioca, neste domingo, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. O gol foi marcado por Alexandre Pato após um presente do zagueiro Rodrigo Arroz.

Antes mesmo da partida, os torcedores vaiaram o quando o seu nome foi anunciado pelo auto-falante do estádio Raulino de Oliveira. A seleção olímpica teve uma atuação muito fraca no primeiro tempo. O gol de Alexandre Pato logo aos sete minutos deu a falsa impressão de que seria o show esperado pelos torcedores. O atacante aproveitou uma falha incrível do zagueiro do Flamengo Rodrigo Arroz, que foi recuar a bola para Cássio. Pato chegou primeiro, driblou o goleiro da seleção carioca e tocou com tranqüilidade para o gol vazio.

Fora o gol, a seleção olímpica só conseguiu criar mais uma boa jogada no primeiro tempo. Após uma bronca de Dunga na equipe, o zagueiro Breno se arriscou no ataque. Ele deu um belo passe para Ramires, que tocou em cima de Cássio. Na sobra, Robinho chutou por cima do travessão. Muito pouco para quem enfrentava uma equipe formada por jogadores de clubes de menos tradição do futebol carioca e outros pouco aproveitados pelos quatro grandes do Rio. Apenas André Lima, do Hertha Berlin, reforçava a equipe.

A seleção carioca teve mais a posse de bola e criou boas chances. O lateral do Vasco Marquinhos perdeu um gol incrível. Ele entrou livre na área e teve muito tempo para pensar e chutar por cima do travessão. A torcida vaiou muito o jogador e passou a gritar Obina após o lance.



Seleção carioca reclama de pênaltis não marcados

A seleção carioca também reclamou de dois pênaltis não marcados pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique lances polêmicos. No primeiro, Leonardo foi cortar de cabeça e a bola bateu na mão do zagueiro Breno. No segundo, o atacante Paulo Sérgio entrou na área pela direita e foi derrubado por Rafinha.

Diego e Robinho voltaram a não jogar bem. Apesar de ter o nome muito gritado pelos torcedores toda vez que tocava na bola, o Rei do Drible não levou muito perigo. E o camisa 10 também teve problemas para armar as jogadas de ataque. A seleção abusou dos passes errados.




Os atletas que atuam na Europa sentiram a falta de ritmo. A maioria estava de férias há três semanas. Lucas teve que sair aos 39 minutos com um problema muscular na coxa esquerda. As vaias vieram com o fim do primeiro tempo junto com os gritos de "Adeus, Dunga".

Para o segundo tempo, Dunga fez seis modificações na seleção olímpica. Entraram Renan, Nei, Leo, Filipe, Fernandinho e Rafael Sobis. Saíram Diego Alves, Rafinha, Breno, Leonardo, Diego e Robinho. A seleção olímpica até melhorou um pouco no início. Rafael Sóbis deu mais movimentação ao time. Ele teve duas boas chances. Após receber na área, o atacante chutou cruzado e Cássio defendeu. Depois, Sóbis cobrou uma falta na entrada da área por cima do travessão com perigo.

Mas a torcida perdeu a paciência. E começou a apoiar a seleção carioca. Primeiro vieram os gritos de "timinho". Depois, a cada toque da equipe o tradicional "olé, olé". Aos 23 minutos, os torcedores começaram um forte "Adeus Dunga!".

Em campo, a seleção olímpica não conseguia criar muitas oportunidades. O grito de "olé, olé" continuava. E os protestos foram grandes quando André Lima caiu na área e o árbitro mandou novamente o jogo seguir. Dunga resolveu tirar o volante Ramires e colocar mais um atacante, Pedro Oldoni.

Aos 33 minutos, o goleiro Marcelo Lomba saiu da área com a mão. O árbitro Marcelo de Lima Henrique resolveu expulsar o goleiro. Foi muito vaiado pelos torcedores. Aí uma pequena confusão. O atacante André Lima iria para o gol. Mas a comissão técnica da seleção carioca não deixou. E Cássio, que já havia saído da partida, voltou do vestiário e entrou na equipe no lugar do atacante.

Mas mesmo com um jogador a mais em campo, a seleção olímpica não conseguiu ampliar o marcador. E deixou o gramado debaixo de vaias da torcida.

Aos 43 minutos, Alexandre Pato furou um chute incrível na área. A torcida foi ao delírio. E começou a gritar: "vergonha, vergonha, time sem vergonha".





Ficha técnica:
SELEÇÃO OLÍMPICA 1 x 0 SELEÇÃO CARIOCA
SELEÇÃO OLÍMPICA
Diego Alves (Renan); Rafinha (Nei), Alex Silva, Breno (Leo) e Leonardo (Filipe); Hernanes, Lucas (Charles), Ramires (Pedro Oldoni) e Diego (Fernandinho); Robinho (Rafael Sobis) e Alexandre Pato
Técnico: Dunga.
SELEÇÃO CARIOCA
Cássio (Marcelo Lomba); Marquinhos (Edson), Rodrigo Arroz (André), André Luiz e Egídio; Roberto Lopes, Diguinho (Vinícius Pacheco), Adriano Felício (Bruno) e Abedi (Jones); Paulo Sérgio (Ernane) (Eric Flores) e André Lima (Cassio).
Técnico: Alfredo Sampaio.
Gols: Alexandre Pato aos sete minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Rafael Sobis (seleção olímpica). Andre Luis (seleção carioca)
Cartão vermelho: Marcelo Lomba (seleção carioca)
Publico:11.503 presentes / 8.112 pagantes
Renda: R$ 177.990,00
Estádio: Raulino de Oliveira. Data: 22/06/2008.
Árbitro: Marcelo Henrique de Lima (Fifa-RJ).
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Wagner de Almeida Santos

SPORTS HISTORY BRASIL:Vasco

O Club de Regatas Vasco da Gama é um clube poli-desportivo brasileiro, da cidade do Rio de Janeiro, capital do estado do Rio de Janeiro.

Foi fundado em 21 de agosto de 1898, por um grupo de remadores. O nome do clube é uma homenagem ao navegador português Vasco da Gama, devido à comemoração do quarto centenário da viagem de descoberta do caminho marítimo para as Índias, em 1898. Seu estatuto o define como uma "entidade desportiva, recreativa, educacional, assistencial e filantrópica de utilidade pública, sem fins lucrativos." O Vasco é, atualmente, o terceiro colocado no ranking anual da CBF.

Em 25 de junho de 2007, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral sancionou o projeto de lei nº 5.052, que criou o Dia do Vasco, data comemorativa que homenageia a fundação do clube.

História
O Club de Regatas Vasco da Gama foi fundado no dia 21 de Agosto de 1898, por iniciativa de quatro jovens remadores cansados de ir até Niterói para praticarem seu esporte favorito. Diversos fatos marcaram os primeiros anos após a fundação, entre eles a eleição do primeiro presidente não-branco da história dos clubes esportivos do Rio, em uma época que o racismo dominava o esporte.


Após o sucesso no mar, no dia 26 de Novembro 1915 o Vasco se funde com o Lusitânia F.C. e forma seu primeiro time de futebol. Em 1923, após vencer a divisão de acesso no ano anterior, o Vasco se une aos grandes clubes do Rio de Janeiro e fatura o título logo no ano de estréia, causando uma enorme controvérsia entre os adversários que fizeram de tudo para retirar o Vasco da competição, alegando que o clube cruzmaltino era formado por atletas de profissão duvidosa e não contava com um estádio em boas condições. Na verdade eles exigiam que o clube excluísse doze atletas da competição, justamente os negros e operários. O Vasco não aceitou os termos exigidos e os adversários formaram uma nova liga, sem o Vasco, que disputou um campeonato paralelo no ano de 1924. No ano seguinte, após diversas discussões, o clube finalmente volta a integrar a divisão de elite do futebol carioca.

Em 1927 o Vasco inaugura o maior estádio do Brasil, o São Januário. Dois anos depois é inaugurada a sua iluminação, passando a ser o único clube do país com estádio em condições de sediar jogos à noite.

Na década de 30 o Vasco se tornou o segundo clube brasileiro a ser convidado para uma excursão internacional. Em 1934, contando com craques como Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Fausto e cia., o Gigante da Colina faturou o Campeonato Carioca.

Após o título da Taça Luís Aranha, em 1940, o clube passou por um considerável período sem títulos, até a formação de um grande time: o “Expresso da Vitória”. Em 1944 volta a conquistar títulos e inicia a fase mais vitoriosa de sua história. Foram dois títulos cariocas invictos, em 1945 e 1947. O ultimo rendeu ao clube, o convite para disputar o Campeonato Sul-Americano de Campeões, com grandes potências do futebol mundial, como o River Plate de Di Stéfano. Título que o Vasco conquistaria de forma invicta. Em 1949 o clube cruzmaltino ainda conquistaria mais um título carioca invicto, com uma goleada sobre o rival Flamengo em plena Gávea por 5 a 2, após estar perdendo por 2 a 0.

Na Copa do Mundo de 1950 a Seleção Brasileira se preparava para o primeiro título mundial, com um time que possuía cinco titulares que atuavam pelo Vasco da Gama. Contudo, no dia 16 de Julho de 1950, a seleção a seria derrotada em pleno Maracanã para a Seleção Uruguaia. Tendo falhado no primeiro gol da equipe adversária, Barbosa, então goleiro do Vasco, acabou sendo acusado como o principal culpado pelo resultado. Mesmo abatido, o time conquistaria o estadual daquele ano e também o título em 1952, encerrando aquela que foi a mais vitoriosa época do clube.

Em 1953, era hora de renovação, e craques como Vavá (desde 1952), Bellini, Sabará e Pinga foram incorporados ao elenco. Até 1957 o clube viria a conquistar diversos títulos importantes, entre eles dois estaduais, em 1956 e 1958, o Torneio Rio-São Paulo também em 1958, a Pequena Copa do Mundo (disputada na Venezuela e contava com clubes como Real Madrid, Roma e Porto) em 1957. No mesmo ano o Vasco da Gama ainda venceria o Real Madrid por 4 a 3 na final do Torneio de Paris e também por vencer o Barcelona por 7 a 2 em pleno Camp Nou.

Após o estadual de 1958, o Gigante da Colina só conquistaria seu próximo título importante em 1966, o Torneio Rio-São Paulo, dividido com outros clubes. Os anos 60 marcaram uma profunda crise no clube que só teria fim em 1969.

Nos anos 70 o Vasco começou a se recuperar timidamente, com o título estadual de 1970 e o surgimento do maior ídolo da história do Clube, Roberto Dinamite. Nessa época o Vasco conquistou títulos importantíssimos como Campeonato Brasileiro de 1974 e o estadual de 1977, conquistado de forma memorável.

Durante a década de 80 o Vasco viria a conquistar três títulos estaduais e também o bicampeonato brasileiro em 1989, após montar um time que ficou conhecido como SeleVasco, com destaque para Bebeto, contratado do rival Flamengo. O Vasco foi campeão derrotando o São Paulo em pleno Morumbi, por 1 a 0, com uma tremenda invasão de 25 mil torcedores vascaínos no estádio adversário.

A década de 90 marcou a despedida do ídolo Roberto Dinamite em 1993 e a ascensão de novos ídolos como Edmundo, Felipe, Pedrinho e Juninho Pernambucano. Em 1992 começa a conquista do tricampeonato estadual, completado em 93 e 94, para depois, em 1997, em um ano brilhante de Edmundo, conquistar o tricampeonato brasileiro.

O ano do centenário do Clube se iniciou no carnaval com a Unidos da Tijuca homenageando o clube. O samba-enredo foi imortalizado pelos torcedores vascaínos antes mesmo do desfile daquele ano e, até os dias atuais, é cantado pela torcida vascaína. A conquista da Copa Libertadores da América aconteceu apenas cinco dias após o aniversário do Clube. A alegria do centenário só teve uma adversidade: a perda do Mundial Interclubes para o Real Madrid.

No ano seguinte ao centenário, o Vasco conquistaria o Torneio Rio-São Paulo para, em 2000, faturar o tetracampeonato brasileiro e também a Copa Mercosul daquele ano. Os anos seguintes foram de poucas alegrias para a torcida, com exceção de 2003, quando conquistou seu 22° campeonato estadual.

Desde então, o Vasco amarga um longo jejum de títulos.

Clubes Homônimos

No ano de 2008, o Club de Regatas Vasco da Gama completará 110 anos de Hitória. Ao longos destes anos, surgiram no Brasil e ao redor do mundo várias equipes com o mesmo nome e pequenas alterações, podemos citar algumas: no Brasil, temos no Estado do Maranhão o Vasco da Gama Futebol Clube (fundado em 1919 e já extinto), o Vasco da Gama do Estado do Acre (fundado em 1952), o Vasco do Estado do Sergipe (fundado em 1931) e o Vasco da Gama do estado de São Paulo (fundado em 1958); na India, temos Vasco Sports Club (fundado em 1951) e na África do Sul, o Vasco da Gama FC (fundado em 1980).

Títulos
Copa Rio: 1953.
Campeonato Sul-Americano de Campeões: 1948.
Copa Libertadores da América: 1998.
Copa Mercosul: 2000.
Campeonato Brasileiro: Tetracampeão (1974 , 1989, 1997 e 2000).
Torneio Rio-São Paulo: 3 vezes (1958, 1966¹ e 1999).
(1): dividido com o Botafogo, o Santos e o Corinthians.
Campeonato Carioca: 22 vezes (1923, 1924, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949 , 1950, 1952, 1956, 1958 , 1970, 1977, 1982, 1987, 1988 , 1992, 1993, 1994, 1998 e 2003).
Campeonato Carioca da Segunda Divisão: 1922.
Taça Guanabara: 11 vezes (1965, 1976, 1977, 1986, 1987, 1990, 1992, 1994, 1998, 2000 e 2003).
Taça Rio: 9 vezes (1984, 1988, 1992, 1993, 1998, 1999, 2001, 2003 e 2004).

Maiores artilheiros
1. Roberto Dinamite 698
2. Romário 3221
3. Ademir 301
4. Pinga 250
5. Russinho 225
6. Sabará 165
7. Vavá 150
8. Lelé 147
9. Maneca 137
10. Chico 127

Jogadores com mais presença
1. Roberto Dinamite 1110
2. Carlos Germano 632
3. Sabará 576
4. Alcir Portela 511
5. Barbosa 485
6. Mazarópi 477
7. Pinga 466
8. Coronel 449
9. Paulinho de Almeida 436
10. Bellini 430

Elenco atual
Goleiros
1 TIAGO Antônio Campagnaro
12 ROBERTO Volpato Neto
- RICARDO Teixeira Vieira
Defensores
- Luiz Carlos Nascimento Júnior (LUIZÃO)
4 JORGE LUIZ Alves Justino
- VILSON Xavier de Menezes Júnior
3 EDUARDO LUIZ Dallagnol
2 WAGNER DINIZ Gomes de Araújo
- MARCUS VINICIUS da Cruz Alves Nóbrega
- Carlos Alberto Roger Dias (CARLINHOS)
- Luiz Eduardo Soares Pina (EDU)
Meio-Campistas
8 JONÍLSON Clovis Nascimento Breves
- Joubert Araújo Martins (BETO)
- Anderson Conceição XAVIER
- MATEUS de Oliveira Barbosa
5 RODRIGO ANTÔNIO do Nascimento
- Josef de SOUZA Dias
98 Manoel MORAIS Amorim
- LEANDRO do BONFIM
- RAFAEL da Silva Nascimento
- Marco Aurélio Pereira Alves (MARQUINHO)
- ERNANE Ferreira Carvalheira Campos
- BRUNO Vieira GALLO de Oliveira
- ALEX TEIXEIRA Santos
Atacantes
9 ALAN KARDEC de Souza Pereira Junior
- Adaílson Pereira Coelho (ABUDA)
10 EDMUNDO Alves de Souza Neto (C)
- JEAN Carlos da Silva Ferreira
19 LEANDRO Câmara do AMARAL
- José Luis VILLANUEVA
- ABUBAKAR Bello-Osagie
Técnico Antônio Lopes

Curiosidades

* O milésimo gol em Campeonatos Brasileiros
O Vasco foi o segundo clube brasileiro a chegar a essa marca no Campeonato Brasileiro. O primeiro foi o São Paulo no dia 8 de novembro de 2000, na derrota para o Sport por 4 a 3 na Ilha do Retiro.

O milésimo gol vascaíno ocorreu no dia 28 de novembro de 2000, num jogo contra o Bahia, sendo feito pelo jogador Juninho Paulista. A marca, porém, pegou o Brasil inteiro de surpresa. Tudo por causa da revista Placar. Em 1996 ela publicou uma edição especial que trazia todos os jogos do Brasileiro desde 1971 a 1995. O que ocorreu é que houve um erro no placar de um dos jogos do Vasco.

A partida era Joinville vs. Vasco, disputada em 18 de março de 1984. O time do Joinville havia ganho o jogo por um único gol, mas na edição especial do Placar o placar estava invertido, dando o gol e a vitória para o Vasco. A publicação acabou enganando até a Rede Globo até que o erro fosse descoberto.

* O Sapo de Arubinha
Em 30 de Dezembro de 1937, havia sido marcada pelo Campeonato Carioca uma partida entre o Vasco e o time do Andaraí. Naquele dia, logo de manhã, começou a chover forte. A chuva não parou, e continou noite adentro. Normalmente, nessas condições, trocar-se-ia o dia do jogo. Mas não houve transferência. Era um jogo sem importância - todos sabiam que o Vasco iria ganhar.

Às nove horas, então, no campo do Fluminense, o Andaraí foi para o jogo. Mas o time do Vasco não aparecia. E os jogadores do Andaraí ficaram ali, no meio do campo, pegando chuva, esperando pelo Vasco, até que, impacientes e encharcados, foram interpelar o juiz, Haroldo Dias da Motta. Mas nada do Vasco. O juiz, então, deu duas alternativas aos jogadores do Andaraí: eles poderiam esperar o Vasco, ou ganharem de W.O.

Os jogadores do Andaraí se reuniram, e houve debate. Uns achavam que o time tinha que aproveitar, ganhar pontos que pareciam perdidos; outros já achavam tudo aquilo uma tremenda injustiça com o Vasco. Até que descobriu-se o motivo do atraso: tinha havido uma acidente com o time vascaíno, e muitos jogadores estavam no pronto-socorro. Um caminhão da limpeza tinha batido no carro que levava os jogadores do Vasco, e todo o time titular estava no hospital.

Solidários com os colegas, o Andaraí resolveu esperar os reservas, que tinham escapado do acidente. Como diriam naquela noite: "O Andaraí sabe que vai perder, mas não faz questão de pontos. Faz questão é da amizade do Vasco".

Um jogador então intrometeu-se na conversa. Era o Arubinha, ponta esquerda do Andaraí. Ele fez um singelo pedido: que o Vasco não abussase. Afinal, o Andaraí estava há tempos lá no campo, pegando chuva, por causa do Vasco. Não merecia ser goleado por aquele gesto de solidariedade.

A maioria dos outros jogadores discordava. Era o time reserva do Vasco, e ainda por cima abalado pelo acidente. Daria Andaraí, é claro. Finalmente o Vasco chegou. E não parecia ter havido acidente nenhum: terminado o primeiro tempo, o placar registrava 5 a 0 para os camisas pretas. E o Vasco continou a chuva de gols no segundo tempo, totalizando 12 a 0.

Arubinha, então, irritadissimo por ter pego tanta chuva apenas para ser humilhado pelo time reserva vascaíno, ajoelhou-se e pediu, bem alto, para que, se houvesse algum Deus no céu, o Vasco passasse doze anos sem ser campeão. Dizem que Arubinha não se contentou só com isso. Foi a São Januário e lá enterrou um sapo com a boca costurada, para fortalecer a praga.[5] Os anos então se passaram, e nada do Vasco ser campeão. O campo todo de São Januário foi revirado, mas não se encontrou sapo nenhum. Chegaram a oferecer dinheiro para Arubinha revelar onde enterrara o sapo e desfazer a praga, mas ele se recusava. E afirmava não ter enterrado sapo nenhum.

Verdade ou não, o Vasco só viria a ser campeão novamente 8 anos depois, em 1945.

* Pó-de-mico
Num jogo válido pelo Carioca de 1979, ao entrar no campo no Estádio de Moça Bonita o goleiro Emerson Leão subitamente saiu correndo aos vestiários se coçando todo, seguido pelos os outros jogadores, todos se coçando.

Édson Izidoro, torcedor do Bangu, tinha jogado pó-de-mico nos jogadores vascaínos! Édson foi preso por pertubação da ordem. Não obstante o golpe baixo, o Vasco ganhou o jogo por 3a 0.

* Maior goleada
Vasco 14 - 1 Canto do Rio FC

Umas das maiores goleadas do futebol profissional do Rio de Janeiro. O Canto do Rio ainda tentou evitar a derrota, trocando de goleiro no intervalo, quando o placar era de "apenas" 5 a 0.

O jogo foi realizado em São Januário, no dia 6 de setembro de 1947. O Vasco atuou com: Barbosa, Augusto e Rafanelli; Eli, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Dimas, Ismael e Chico. T: Flávio Costa. O Canto do Rio atuou com: Odair (Raimundo), Borracha e Lamparina; Carango, Bonifácio e Canelinha; Heitor, Waldemar, Raimundo, Didi e Noronha.
Gols: Maneca (5), Ismael (4), Dimas (3), Nestor, Chico e Waldemar.
Árbitro: Alberto da Gama Malcher.

* Maior goleada em um Vasco vs. Flamengo
Em 26 de abril de 1931 o Vasco derrotou o rival com um placar de 7 a 0. Neste mesmo ano, o Vasco se tornou o segundo clube brasileiro e o primeiro carioca a ser convidado para uma excursão à Europa, mais precisamente a Portugal e Espanha. O primeiro clube foi o Paulistano, de São Paulo.

* Maior goleada em um Vasco vs. Botafogo
O placar foi de 7 a 0, em 29 de abril de 2001, pelo Campeonato Estadual, com gols de Juninho Paulista (3), Romário (2), Euller (1) e Pedrinho (1).

* Maior goleada em um Vasco vs. Fluminense
O placar foi de 6 a 0, em 9 de novembro de 1930, pelo Campeonato Estadual.

* Jogador vascaíno cria o Gol Olímpico
Em 28 de Março de 1928, em um amistoso contra o uruguaio Wanderes, o Vasco inaugurou os refletores e a arquibancada atrás de um dos gols.

Com um gol feito de cobrança de escanteio, que entrou direto no gol uruguaio, o Vasco venceu por 1 a 0. Como os uruguaios eram os campeões olímpicos da época, nasceu, do córner cobrado pelo jogador Santana, o gol olímpico.

Sobre o feito, o extinto Jornal "A Noite" escreveu: "O que o Vasco acabou conseguindo nessa memorável noite não se mede nem se descreve e foi simplesmente assombroso.
Di-lo o público presente ao estádio, calculado em mais de 60 mil pessoas."

* Gandula era jogador vascaíno
Bernardo Gandula foi um jogador argentino que atuou no Vasco como meia-esquerda, em 1939, contratado ao Boca Juniors, fazendo ala com outro argentino, o ponta-esquerda Emeal. Gandula tinha a característica de buscar a bola que saía de campo para entregá-la ao jogador que faria a cobrança, repondo a bola em jogo mesmo que fosse do time adversario. Quando a função passou a ser desempenhada por garotos durante as partidas, o público os apelidou com o nome do ex-craque vascaíno.


Semana q vem teremos o Internacional.

GP da França


Massa vence e faz história na França

Felipe Massa conseguiu uma vitória histórica no GP da França, disputado neste domingo em Magny-Cours. Esta é apenas a segunda vez que um brasileiro triunfa no país europeu. A primeira foi com Nelson Piquet, em 1985, ainda no circuito de Paul Ricard. De quebra, ele assumiu a liderança do campeonato pela primeira vez em sua carreira.

Massa também é o primeiro líder brasileiro do Mundial de Pilotos desde Ayrton Senna em 1993. O tricampeão assumiu a primeira posição daquela temporada após conseguir sua sétima vitória no GP de Mônaco, no dia 23 de maio. Desde então, nunca mais um piloto do país esteve nesta posição. Massa tem agora 48 pontos, contra 46 de Robert Kubica, atual segundo colocado.

Kimi Raikkonen, pole position, teve problemas com o escapamento de seu carro no meio da prova e chegou na segunda posição, após ser ultrapassado por Felipe Massa antes da segunda rodada de pit stops. Jarno Trulli, da Toyota, foi o terceiro após segurar de forma sensacional nas últimas voltas o finlandês Heikki Kovalainen, da McLaren, que terminou em quarto, mesmo após perder cinco posições no grid de largada.

Robert Kubica, da BMW Sauber, fez uma corrida burocrática e chegou na quinta posição. Ele agora está em segundo no Mundial de Pilotos, a dois pontos de Massa. Mark Webber, da RBR, errou logo após o primeiro pit stop, mas se recuperou e terminou em sexto em Magny-Cours.

Nelsinho Piquet foi o sétimo, após uma excelente corrida. O brasileiro esteve sempre na zona de pontuação e segurou a pressão de Lewis Hamilton no início da prova de forma exemplar. No fim, ele ainda foi premiado com um dos poucos erros do bicampeão mundial Fernando Alonso na corrida e ganhou dois pontos no campeonato. O espanhol, companheiro de Nelsinho, fechou a zona de pontuação com a oitava posição.

Lewis Hamilton fez mais uma corrida apagada, com outro erro bisonho. Ele, que já tinha sido punido com a perda de dez posições no grid de largada, teve de fazer um drive through após cortar a chicane Nürburgring, enquanto ultrapassava Sebastian Vettel na primeira volta. O piloto da McLaren chegou apenas na décima posição.

Ferrari na frente desde a largada

A Ferrari dominou a corrida desde a largada, quando Kimi Raikkonen e Felipe Massa mantiveram as posições do grid. Enquanto isso, Fernando Alonso, terceiro colocado, caiu para quinto ao ser ultrapassado por Jarno Trulli e Robert Kubica. O espanhol recuperou a posição do polonês no hairpin Adelaide na mesma volta.

Mais leve, Raikkonen começou a apertar o ritmo e fazer voltas rápidas. O finlandês parou antes de Felipe Massa nos boxes e voltou à pista com uma desvantagem de 20 segundos em relação ao brasileiro. Só que Massa foi atrapalhado por Lewis Hamilton nas duas voltas antes do primeiro pit stop, o que permitiu ao finlandês abrir seis segundos quando as posições se reestabeleceram.

No segundo trecho da corrida, Raikkonen, surpreendentemente, começou a perder rendimento e Massa tirava um segundo por volta no momento. O brasileiro chegou e ultrapassou com facilidade o companheiro de equipe e abriu vantagem. Após a segunda parada, a distância se manteve e nem uma garoa


resultado do GP da França 2008
melhor volta: Kimi Raikkonen (Ferrari) - 1m16s630
1 F. Massa (BRA) Ferrari 70 voltas em 1h31m50s245
2 K. Raikkonen (FIN) Ferrari a 17s984
3 J. Trulli (ITA) Toyota a 28s250
4 H. Kovalainen (FIN) McLaren a 28s929
5 R. Kubica (POL) BMW Sauber a 30s512
6 M. Webber (AUS) RBR a 40s304
7 N. Piquet (BRA) Renault a 41s033
8 F. Alonso (ESP) Renault a 43s372
9 D. Coulthard (ESC) RBR a 51s072
10 L. Hamilton (ING) McLaren a 54s521
11 T. Glock (ALE) Toyota a 57s728
12 S. Vettel (ALE) STR a 58s065
13 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber a 1m02s079
14 R. Barrichello (BRA) Honda a 1 volta
15 K. Nakajima (JAP) Williams a 1 volta
16 N. Rosberg (ALE) Williams a 1 volta
17 S. Bourdais (FRA) STR a 1 volta
18 G. Fisichella (ITA) Force India a 1 volta
19 A. Sutil (ALE) Force India a 1 volta
20 J. Button (ING) Honda a 54 voltas/abandono