sexta-feira, 4 de julho de 2008

Rodada de Sexta

JUVENTUDE 1X0 AMÉRICA-RN
Com gol no último minuto, Juventude bate o América-RN e chega à vice-liderança


Com um jogador a mais, o Juventude perdeu pênalti, colocou bola na trave, mas conseguiu o gol no último minuto e bateu o América-RN por 1 a 0, na noite desta sexta-feira, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS), pela 9ª rodada da Série B.

O resultado leva a equipe gaúcha a 18 pontos, na vice-liderança, enquanto os nordestinos estacionam nos seis e não deixam a penúltima posição da competição. Na próxima rodada, o Ju encara o Avaí, em Florianópolis, enquanto o América-RN pega o Fortaleza, em casa. Ambos os jogos acontecem na próxima terça-feira.



Goleiro Fabiano era o herói do jogo até o último minuto



O nome do jogo era o goleiro do América-RN, Fabiano, até o último minuto. Desde o primeiro tempo, ele já mostrava que o Juventude teria que suar para vazar o arco nordestino. Aos 40 minutos, ele espalmou milagrosamente, no ângulo esquerdo, uma cabeçada do atacante Mendes.



Na etapa final, Anderson Bill derrubou Bruno dentro da área, em pênalti duvidoso, aos 15 minutos. O zagueiro Márcio Alemão bateu de bico, no lado esquerdo, e Fabiano fez uma linda defesa.



Aos 17, Leandro Cruz chutou de direita, dentro da área, e mandou na trave direita. Quatro minutos depois, Anderson Bill recebeu o segundo amarelo após entrada por trás. O jogador foi expulso e acabou deixando sua equipe em grande sufoco.



Pressionando, os gaúchos acabaram conseguindo o gol aos 48 minutos. Após cruzamento da direita, Renan cabeceou no canto direito e garantiu os três pontos para o Juventude.



No fim da partida, os jogadores do América-RN cercaram o árbitro João Fernando da Silva e o meia Souza chegou a dar um encontrão no comandante da partida, antes do policiamento chegar. As reclamações eram por conta do grande acréscimo dado pelo árbitro, que apontou quatro minutos antes do gol acontecer.

FORTALEZA 1X2 VILA NOVA
Vila bate o Fortaleza e chega ao G4

Em um jogo marcado pelas inúmeras chances de gol desperdiçadas de ambos os lados, o Vila Nova venceu o Fortaleza, nesta sexta-feira, por 2 a 1, no Castelão, pela nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro e chegou ao G4, grupo dos quatro times que sobem para a Primeira Divisão, em 2009. Carlinhos e Reinaldo marcaram para o Vila, enquanto Raul descontou para o Tricolor cearense.



Primeiro tempo passa em branco



Com o apoio de seu torcedor, o Fortaleza começou pressionando o Vila. Na primeira oportunidade da partida, Rômulo recebeu de Gilberto Matuto e, de perna direita, soltou uma bomba e a bola acabou explodindo na trave.



O Leão quase tirou o zero do placar com Mazinho Lima, que entrou fazendo fila na defesa adversária, mas, na hora da finalização, acabou travado por Luis Carlos.



Depois de um escanteio venenoso cobrado por Juninho, Mazinho Lima cabeceou livre de marcação, mas acertou o travessão. E o festival de bolas na trave do Vila Nova continuou.



Rômulo recebeu lançamento, ajeitou o corpo e tocou com classe, mas a bola, caprichosamente, tocou a trave novamente. O Vila, acuado, não conseguia trocar passes e o matador Túlio Maravilha, nem sequer tocou na bola durante a primeira etapa.



Gols saem na segunda etapa



No início do segundo tempo, o Fortaleza, que vinha sendo o senhor absoluto da partida, foi premiado: o atacante Rômulo, melhor do jogo, foi agarrado na área e o árbitro marcou pênalti. No entanto, o jogador acabou cobrando mal e o goleiro Max pegou. No lance seguinte o Fortaleza abriu o placar com Raul, de cabeça.



Mesmo não fazendo uma boa partida, o Vila conseguiu achar o gol de empate. Depois do escanteio cobrado por Fernandinho, Carlinhos, de cabeça, igualou o marcador. O Gol de empate motivou o Vila Nova, que passou a atacar com perigo.



Depois do belo passe de Bruno, o atacante Túlio Maravilha recebeu, limpou o zagueiro, e chutou com força no canto, mas Tiago Cardoso operou o milagre e evitou o gol.



Após algumas chances claras de gol perdidas pelo Fortaleza, o ditado - quem não faz, leva - mais usado no futebol se fez presente. Reinado fez linda jogada individual e virou o placar para o Vila. Depois do gol, o Vila Nova recuou e sofreu forte pressão. Mesmo assim, a equipe goiana conseguiu segurar o placar até o apito final.



Com o resultado, o Vila-Nova subiu para o terceiro lugar na classificação. Já o Fortaleza, acabou caindo para a 16ª posição.

BAHIA 2X1 AVAÍ
Em jogo nervoso, Bahia vence o Avaí




O Bahia respira aliviado mais uma vez na Série B. O Tricolor baiano bateu o Avaí por 2 a 1, de virada, na noite desta sexta-feira, no Estádio Jóia da Princesa, em Feira de Santana, e deixou a zona de rebaixamento. A equipe de Arturzinho chegou a 12 pontos na tabela e assumiu a nona colocação. Já a equipe de Santa Catarina perdeu a vice-liderança, a invencibilidade, a chance de encostar de vez no líder Corinthians. Segue com 16 pontos, agora em quarto lugar.

Jogando em casa e precisando da vitória para fugir da zona de rebaixamento, só restava ao Bahia partir para o ataque. E foi justamente o que fez o time de Arturzinho. Porém, faltou um pouco mais de consciência tática e os espaços na defesa tricolor logo apareceram. Após cruzamento para a área, a zaga baiana falhou e Marcus Vinícius cabeceou para o gol, abrindo o placar para o Avaí.

Nervoso, o técnico tricolor tentava corrigir os erros da equipe e gesticulava muito à beira do campo. E as instruções do treinador deram resultado. O Bahia melhorou na defesa e passou a sair de maneira mais ordenada para o ataque. Então, aos 15 minutos, veio o empate. Galvão recebeu livre na área e tocou na saída do goleiro avaiano. Para piorar a situção do Avaí, Ozéia foi expulso aos 29 após receber o segundo amarelo. Ainda assim, o time de Silas conseguiu segurar a pressão até o intervalo.

Na segunda etapa, o Esquadrão de Aço voltou decidido a virar a partida e conseguiu. Logo aos três minutos, Emerson Cris brigou pela bola na área avaiana e bateu para o fundo da rede de Eduardo Martini. O Avaí quase igualou aos nove, depois de boa jogada de Vandinho, mas Darci salvou. Daí em diante, o Tricolor passou a cozinhar mais a partida, trocando passes no meio.

Para facilitar a vida da equipe baiana, o Avaí ainda perdeu mais um jogador, ficando apenas com nove em campo. Aos 30 minutos, Marquinhos puxou o cabelo de Ávine e foi expulso pelo árbitro. Pouco depois, a vantagem numérica baiana diminuiu. Fausto levou o segundo amarelo e também foi para o chuveiro mais cedo. Com espaços sobrando no campo, os jogadores sentiram o desgaste e o placar persistiu. Vandinho ainda marcou no fim, mas o bandeira marcou o impedimento, dando números finais à partida.

Liga Mundial:Sérvia X Brasil


De virada, Brasil derrota a Sérvia

A seleção brasileira foi enfrentar a Sérvia pela Liga Mundial nesta sexta-feira, em Belgrado, com boa parte dos seus titulares. Tirando Giba e Rodrigão, que seguem em recuperação e voltam a jogar somente no Brasil, Dante, Marcelinho, André Nascimneto, Gustavo e Serginho estavam em quadra. Nalbert (Murilo) André Heller completaram o time. E com essa formação, o Brasil chegou à vitória, de virada, por 3 sets a 2, com parciais de 17/25, 21/25, 25/21, 25/21 e 15/8. As equipes voltam a se enfrentar no domingo, às 15h30m (de Brasília).



Bernardinho começa a preparar sua seleção para os Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto. Depois de poupar os titulares nos jogos contra a França e Venezuela, fora de casa, deixando-os em treinamento forte no CT de Saquarema, o técnico inicia seus planos de dar ritmo e volume de jogo ao grupo principal. De acordo com as declarações dadas pelo treinador nos primeiros jogos contra a Sérvia, em São Paulo, o objetivo é fortalecer a equipe a partir de agora.



Sérvia usa saque como principal arma

Ainda desfalcado de todos os titulares, o Brasil começou o jogo visivelmente sem ritmo. Do outro lado da rede, no entanto, uma Sérvia completa, com volume de jogo e reforçada com os seus principais jogadores: o gigante Miljkovic e o capitã Grbic. Nalbert, que foi destaque nos jogos contra a Venezuela, esteve muito marcado e um de seus melhores fundamentos, a recepção, não funcionou. O saque sérvio foi o grande adversário do Brasil, que não tinha o passe na mão e não concluía com perfeição os ataques. André Nascimento foi o destaque da seleção conseguindo virar as bolas e explorar o paredão sérvio. Com um ace de Miljkovic, maior pontuador da parcial, a Sérvia fechou em 25 a 17.



O segundo set não foi diferente do anterior. Sentindo que Nalbert estava muito marcado e pecando na recepção, Bernardinho colocou Murilo para tentar equilibrar o passe e dar mais poder de fogo ao ataque. A mudança não surtiu muito efeito, pois os saques da Sérvia continuaram fulminantes. Miljkovic no ataque furava os bloqueios do Brasil. Com Nalbert em quadra novamente, a seleção encostou no placar, mas já era tarde. Em um erro da seleção brasileira, a Sérvia fez 25 a 21.

Reação brasileira a partir do terceiro set


Um Brasil diferente entrou em quadra no terceiro set. Com uma postura tática bem definida, a equipe largou na frente e abriu vantagem de seis pontos: 16 a 10. Nalbert deu lugar a Murilo na parcial. Assim que entrou, Starovic, o novato que deu trabalho ao Brasil nos jogos em São Paulo, fez um ace. Em seguida, Murilo cresceu na ponta e soltou o braço na paralela. Mas a Sérvia estava disposta a vencer e apertou no marcador. Com 23 a 19, Bernardinho fez a inversão de 5-1. No momento certo, Murilo fez dois pontos importantes (um da linha de três metros e outro explorando o bloqueio adversário) e fechou em 25 a 21.



A seleção brasileira voltou no quarto set com o mesmo esquema no período anterior. Porém, a Sérvia estava mais atenta às jogadas e combinações do Brasil. Assim, seguiu próxima no placar até o primeiro tempo técnico obrigatório: 8 a 7. André foi bem no saque e deu vantagem à seleção. Com um belo ataque de Dante, o Brasil abriu 14 a 11. Mas os sérvios seguiam determinados ao esquema brasileiro e passaram a frente, indo para a segunda parada com 16 a 15. Um ataque de meio de Gustavo deu alegria à equipe. Na sequência, André fez um ace e deixou a seleção bem no marcador: 22 a 19. Um erro de saque de Starovic deu o set point para o Brasil, que fechou em uma cravada de André Heller: 25 a 21.


No tie-break, a seleção brasileira tomou a dianteira: 3 a 0 no placar. Mais uma vez ele, André Nascimento, fez o Brasil vibrar com saques forçados, deixando 5 a 2. Serginho deu um susto depois de levar uma pancada na cabeça, mas ficou tudo bem. Neste momento, o tie-break estava em 10 a 7. Com vantagem a favor, Brasil administrou: 15 a 8.


Sérvia
Bjelica, Miljkovic, Podrascanin , Grbic, Janic, Nikic e Samardzic
Entraram: Kovacevic, Starovic e Geric
Técnico: Igor Kolakovic
Brasil
Gustavo, André Heller, Dante, Nalbert, André Nascimento, Marcelinho e Serginho
Entraram: Bruninho, Anderson e Murilo
Técnico: Bernardinho

GP da Inglaterra:Treino Livre 2

Com folga, Heikki Kovalainen é o melhor no segundo treino livre na Inglaterra

Heikki Kovalainen foi, com folgas, o mais rápido no segundo treino livre desta sexta-feira para o GP da Inglaterra, que será disputado no próximo domingo. O finlandês marcou 1m19s989, 0s531 melhor que Mark Webber, da RBR, o segundo colocado. Lewis Hamilton, da McLaren, foi o terceiro colocado na sessão.



David Coulthard, da RBR, foi o quarto colocado, seguido por Nico Rosberg, da Williams. Sebastian Vettel, da STR, continua mostrando um bom desempenho e marcou o sexto tempo. Jenson Button, da Honda, surpreendeu e ficou na sétima posição.



Felipe Massa, que bateu no treino da manhã, andou pouco à tarde. Com 18 voltas, ele marcou o oitavo tempo da sessão, quatro posições à frente de Kimi Raikkonen, seu companheiro de Ferrari. Rubens Barrichello, da Honda, foi o décimo, menos de um décimo atrás de Button.



Confira os tempos do segundo treino livre:
1 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m19s989 (35 voltas)
2 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m20s520 (32)
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m20s543 (31)
4 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m20s589 (36)
5 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m20s748 (43)
6 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m20s805 (43)
7 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m20s929 (39)
8 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m20s943 (18)
9 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m20s985 (18)
10 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m21s002 (34)
11 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m21s023 (33)
12 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m21s275 (31)
13 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m21s453 (36)
14 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m21s472 (18)
15 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m21s511 (27)
16 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m21s520 (42)
17 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m21s634 (39)
18 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m21s642 (45)
19 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m21s756 (30)
20 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m22s196 (23)

GP da Inglaterra:Treino Livre 1


Mesmo com acidente, Felipe Massa é o melhor do primeiro treino livre

Mesmo após um forte acidente logo após a metade do treino, Felipe Massa ficou com a melhor marca da primeira sessão livre para o GP da Inglaterra, que será disputado em Silverstone. O brasileiro fez uma volta em 1m19s575 e superou Heikki Kovalainen, da McLaren, por apenas 12 milésimos. Lewis Hamilton, companheiro do finlandês, foi o terceiro, seguido pelo campeão mundial Kimi Raikkonen.



Massa rodou na freada da curva Stowe perto dos 300 km/h. Alguns minutos antes, o motor do carro de Fernando Alonso tinha estourado no local e o óleo na pista pode ter sido a causa do acidente. O brasileiro bateu de traseira na barreira de pneus, encerrando seu treino. Mas ele saiu ileso do acidente e poderá participar da segunda sessão.



O acidente do brasileiro causou uma interrupção de 18 minutos no primeiro treino livre. Antes disso, Timo Glock, da Toyota, já tinha derrapado no óleo de Alonso, mas estava mais lento. Os fiscais de pista cobriram os resíduos com um pó químico especial para evitar novas escapadas. Com isso, os tempos melhoraram pouco nos últimos 15 minutos da sessão.


Robert Kubica, da BMW Sauber, vice-líder do Mundial de Pilotos, ficou com o quinto tempo. Ele foi atrapalhado pelo acidente de Felipe Massa em sua primeira tentativa de volta rápida. Apesar da quebra do motor, Fernando Alonso ainda colocou sua Renault em sexto, duas posições e dois décimos à frente do companheiro Nelsinho Piquet. O alemão Sebastian Vettel, da STR, separou a dupla da equipe francesa.



Rubens Barrichello, da Honda, deu apenas quatro voltas e ficou com a 20ª e última posição do treino. Jenson Button, seu companheiro, mostrou que a equipe japonesa não está bem em Silverstone e foi apenas o 17º.

Confira os tempos do primeiro treino livre:
1 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m19s575 (8 voltas)
2 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m19s587 (15)
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m19s623 (13)
4 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m19s948 (16)
5 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m20s367 (11)
6 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m20s436 (7)
7 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m20s588 (18)
8 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m20s653 (16)
9 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m20s698 (16)
10 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m20s744 (27)
11 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m20s892 (10)
12 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m21s102 (22)
13 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m21s107 (18)
14 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m21s166 (17)
15 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m21s265 (22)
16 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m21s282 (21)
17 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m21s901 (7)
18 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m22s169 (16)
19 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m22s219 (19)
20 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m24s123 (4)

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Round 2:Fluminense X LDU

Fluminense falha nos pênaltis, e a LDU é campeã da Taça Libertadores


O sonho terminou. O time lutou, foi valente. Mas caiu na disputa de pênaltis. Após vencer por 3 a 1 no tempo normal, com os gols de Thiago Neves, o Fluminense falhou nas penalidades e perdeu por 3 a 1. Conca, Thiago Neves e Washington, três dos principais jogadores do time, tiveram as cobranças defendidas pelo goleiro Cevallos, que se tornou herói. A LDU conquistava nesta quarta-feira, no Maracanã, o título da Taça Libertadores. No primeiro jogo, disputado em Quito, os equatorianos venceram por 4 a 2. E o Fluminense teve neste dia 2 de julho um dos dias mais tristes de seus 106 anos de história.



Milhares de torcedores deixaram o Maracanã chorando. O silêncio era impressionante no estádio. Nada de vaias ou aplausos. Apenas a decepção. Festa apenas para a pequena torcida da LDU, que comemorava nas cadeiras o primeiro título da Libertadores de um clube do Equador. O presidente do país, Rafael Correa, presenciou tudo da tribuna de honra do estádio.





Dono da melhor campanha da primeira fase da Libertadores, eliminando depois três campeões da competição - Nacional de Medellín, São Paulo e Boca Juniors -, ao Tricolor resta encontrar forças para superar tempos difíceis pela frente. Sem o título, o clube deixou de faturar cerca de R$ 9 milhões em cotas. Vai amanhecer nesta quinta-feira na lanterna do Campeonato Brasileiro, a única competição que lhe resta na temporada. E também deve perder dois dos seus principais jogadores - Thiago Silva e Thiago Neves - para o futebol europeu. A chance dos dois ficarem seria o clube se classificar para o Mundial da Fifa.

E Thiago Neves teve uma noite iluminada. Fez três gols no tempo normal. Feito inédito em uma decisão da Libertadores. Mas não foi suficiente. O jogador perdeu um dos pênaltis na decisão por penalidades. E faltou ao Fluminense mais coragem após marcar o terceiro gol aos 12 minutos do segundo tempo. O time diminuiu o ritmo e viu o tempo passar e se encaminhar para a loteria dos pênaltis.



Com isso, pelo segundo ano consecutivo, um clube brasileiro perdeu a decisão da Libertadores. Em 2007, o Grêmio foi derrotado pelo Boca Juniors, da Argentina, na final. Com o título, a LDU é o quarto clube classificado para o Mundial de Clubes da Fifa, que acontece em dezembro, no Japão. Já haviam assegurado a vaga o Manchester United-ING (campeão europeu), o Pachuca-MEX (campeão da Concacaf) e o Waitakere United (campeão da Oceania). Outras três vagas ainda estão em jogo e serão conhecidas apenas em novembro. São para o campeão da África, o da Ásia e o do Campeonato Japonês. Como campeão da Conmebol, o time equatoriano já entra na disputa na semifinal.



Após o susto, o alívio com Thiago Neves no primeiro tempo



No vestiário, os jogadores receberam as camisas das mãos de seus familiares. Quando o time entrou em campo, uma linda festa começou na arquibancada. Fogos de artifício, sinalizadores verdes com os torcedores, bandeiras e camisas eram balançadas. Antes de a partida começar, os jogadores se reuniram em campo para uma corrente.



Mas aos cinco minutos veio o balde de água fria. Guerrón fez uma festa pela direita e cruzou rasteiro. Bolaños apareceu livre e chutou forte, no canto direito de Fernando Henrique, que não teve muito a fazer. A LDU abria o placar: 1 a 0.



O Maracanã ficou em silêncio. A torcida, apreensiva. Quando Washington dominou e ficou livre na área, veio a chance de empate. Mas o chute foi para fora. Será que não seria o dia tricolor? A resposta veio rápida. Thiago Neves arriscou de longe. E o goleiro Cevallos aceitou. Bola rasteira no canto esquerdo. Era o empate do Fluminense. A torcida recuperava a esperança. E assim como nos confrontos contra o São Paulo e o Boca Juniors, o time conseguia reagir minutos depois de sofrer um gol.



Apesar do empate, a torcida tricolor seguiu quieta. Só se manifestava para protestar contra o árbitro Hector Baldassi, que estava benevolente com as faltas duras da equipe equatoriana, principalmente em Thiago Neves, e economizava nos cartões amarelos.



O Fluminense não estava bem. Tanto que aos 25 minutos, Dodô começou a se aquecer. A LDU fazia cera, o jogo ficava muito tempo parado. E Hector Baldassi também não tomava qualquer atitude irritando os tricolores. Mas o Fluminense tinha a objetividade dos campeões. Chegava e marcava. Aos 28 minutos, Junior César cobrou rápido um lateral para Cícero, que cruzou para Thiago Neves. O meia completou de primeira para o fundo da rede. Era a virada tricolor. O gol que precisava para a torcida voltar a gritar.



Nem o susto de Fernando Henrique, que errou ao sair uma bola e quase deu um gol feito ao adversário, calou os torcedores. Logo depois, Washington recebeu e foi derrubado por Ambrossi na área. Pênalti claro, mas o árbitro Hector Baldassi não deu nada, para revolta geral dos tricolores. Renato Gaúcho discutia com o quarto árbitro. Depois, com o bandeira. Não parava de reclamar do árbitro. E o primeiro tempo terminava.



De falta, o gol salvador



Para o segundo tempo, Renato Gaúcho colocou o atacante Dodô no lugar de Ygor. Com isso, Cícero passou a jogar mais recuado. E foi do artilheiro a primeira chance. Após receber na área, Dodô deixou o marcador no chão e chutou. A bola foi por cima do travessão.



E Dodô estava mordido realmente com a reserva. Aos sete minutos, o atacante dominou na área e chutou. A bola desviou em Calle e bateu na trave antes de sair para escanteio.



Aos 11 minutos, Thiago Neves sofreu falta na entrada da área. Ele mesmo cobrou. Com perfeição, no canto esquerdo de Cevallos, que pulou atrasado. Era o terceiro gol do Fluminense. O Maracanã tremeu tamanha a festa da torcida. Vale lembrar que na véspera da partida, no último treino nas Laranjeiras, o meia teve um aproveitamento espetacular nas cobranças de falta. Das sete que tentou, fez cinco gols e acertou uma vez o travessão.



O jogo ficou nervoso. Com o resultado, a partida iria para a prorrogação. A LDU resolveu sair mais. Urrutia arriscou de fora da área, e Fernando Henrique espalmou para escanteio. Logo depois, Bieler chutou da entrada da área e a bola bateu na trave direita do goleiro tricolor.



O Fluminense diminuiu um pouco o ritmo. E deixou de explorar a insegurança do goleiro equatoriano Cevallos. Ele quase entregou em um chute de Conca no meio do gol. A defesa, toda atrapalhada, aconteceu com uma das mãos. Aos 36 minutos, falta perigosa a favor do Tricolor. Conca cruzou para a área, e Washington cabeceou por cima do travessão.



Os torcedores voltaram a apoiar o time com os gritos de "Nense". Mas o Fluminense preferiu não se arriscar. E a partida foi para a prorrogação. Mais 30 minutos de emoção pela frente.



Prorrogação com poucas chances


O tempo extra foi nervoso. A LDU tentava ganhar tempo nas bolas paradas, mas também atacava. Principalmente com Guerrón. O Fluminense tinha as melhores chances nos chutes de longe. Primeiro com Thiago Neves, depois com Thiago Silva. Ambos para fora.



Junior Cesar também tentava aparecer pela esquerda, mas os cruzamentos paravam nas cabeças dos equatorianos. Em uma sobra, Dodô chutou com força por cima do travessão. O tempo parecia passar mais rápido. E terminou o primeiro tempo.



Maurício entrou no lugar de Gabriel, bastante cansado. Mas o segundo tempo começou em ritmo lento. Aos 11 minutos, um lance polêmico. Cruzamento longo para a área, e Bieler fez o gol de cabeça. De forma errada, o bandeira Ricardo Casas marcou impedimento, e o árbitro Hector Baldassi anulou, prejudicando o time equatoriano.



O jogo voltou a ficar emocionante. Thiago Neves recebeu na área e chutou cruzado. Cevallos fez difícil defesa e evitou o gol. Aos 14 minutos, contra-ataque rápido da LDU e Luiz Alberto é obrigado a derrubar Guerrón na entrada da área. O zagueiro, que já tinha cartão amarelo, foi expulso. Era o último lance da partida. Mas Ambrossi cobrou na barreira. E o título seria decidido nos pênaltis.



Cevallos brilha nos pênaltis, e o título é da LDU



Cobranças
LDU Fluminense
Urrutia GOL Conca PERDEU
Campos PERDEU Thiago Neves PERDEU
Salas GOL Cícero GOL
Guerrón GOL Washington PERDEU
Bieler ----- Dodô -----



Urrutia abriu a disputa. Um chute forte no meio do gol. Fernando Henrique caiu para o lado direito. LDU 1 a 0. Conca seria o primeiro cobrador tricolor. E o argentino perdeu. Chute forte, mas no meio. Cevallos defendeu.



Campos bateu o segundo pênalti para a LDU. E Fernando Henrique defendeu. Festa no Maracanã. A torcida gritou o nome do goleiro tricolor. Thiago Neves tinha a missão de deixar tudo igual. Mas decepcionou. Chute rasteiro no lado direito de Cevallos, que defendeu com os pés. E Salas não perdoou. Fez o segundo gol da LDU.



Cícero foi o terceiro cobrador tricolor. E finalmente fez o primeiro do Fluminense. Mas a vantagem ainda era equatoriana. Guerrón abriu a quarta série. E deixou o Fluminense em situação complicada: 3 a 1.



Washington foi cobrar sob pressão. Se perdesse, a série acabava. O chute foi no canto direito. E Cevallos defendeu. A LDU era campeã da Libertadores. Silêncio e choro no Maracanã. Os torcedores, sem acreditar, não saíam da arquibancada. Mas a festa era equatoriana.



Ficha técnica:
FLUMINENSE 3 (1) x 1 (3) LDU
FLUMINENSE
Fernando Henrique, Gabriel (Maurício), Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Ygor (Dodô), Arouca (Roger), Cícero, Thiago Neves e Conca; Washington.
Técnico: Renato Gaúcho.
LDU
Cevallos, Campos, Calle e Araujo; Ambrossi, Vera, Urrutia, Manso (Araújo) e Bolaños (Salas); Guerrón e Bieler
Técnico: Edgardo Bauza.
Gols: Bolaños, aos cinco minutos, Thiago Neves, aos 11 e aos 28 minutos do primeiro tempo; Thiago Neves, aos 11 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Luiz Alberto, Thiago Silva e Cícero (Fluminense); Bieler, Vera, Cevallos e Guerrón (LDU)
Cartão vermelho: Luiz Alberto (Fluminense)
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro.
Data: 02/07/2008.
Público: 78.918 pagantes Renda: R$ 3.910.044,00
Árbitro: Hector Baldassi (ARG).
Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Hernán Maidana (ARG).

terça-feira, 1 de julho de 2008

Rodada de Terça


BRASILIENSE 2X0 PONTE PRETA
Brasiliense vence a Ponte Preta e respira

A Ponte Preta foi derrotada por 2 a 0 pelo Brasiliense, na noite desta terça, em Taguatinga (DF) e segue sem vitórias fora de casa, na Série B do Brasileirão 2008. Melhor para o Jacaré, que, com a vitória, dá um salto importante na tabela e pode terminar a 9ª rodada fora da zona de rebaixamento para a Terceira Divisão.

O time de casa foi superior desde o início da partida. Aos seis minutos de jogo, Jóbson, o jogador mais jovem do time do Distrito Federal, fez boa jogada individual e chutou da entrada da área, mas a bola foi desviada para escanteio. Insistente, Jobson voltou a incomodar a defesa da Macaca e, após tabelar com Alex Dias, bateu rasteiro e quase abriu o placar, mas Jean salvou a equipe de Campinas em cima da linha, aos 13.

Como as tentativas do atacante não eram suficientes para balançar as redes, restou à defesa do Brasiliense o papel de surpreender os visitantes. Aos 21 minutos, o veterano zagueiro Júnior Baiano desviou cobrança de escanteio e, no rebote, chutou novamente e abriu o placar.

A Ponte buscou reagir e teve sua primeira boa chance aos 24, quando Juninho arriscou de direita da entrada da área e acertou a rede pelo lado de fora. Aos 27, Júnior Baiano voltou a aparecer bem e evitou o gol de empate da Ponte, ao se antecipar e cortar o cruzamento de Luiz Ricardo.

Aos 34, Jóbson contou com a sorte e marcou um belo gol, ao tentar dominar a bola alçada na área e acidentalmente encobrir o goleiro Aranha.

Apesar da superioridade no placar, o time do Brasiliense voltou para a etapa final ameaçando a meta da Ponte Preta. No primeiro minuto, Jóbson testou o goleiro Aranha com um chute de fora da área, mas o camisa 1 da Ponte desviou para escanteio.

O time do técnico Paulo Bonamigo deu menos espaços para o rival, mas demonstrou pouco poder ofensivo. A melhor oportuidade de gol da Ponte Preta aconteceu aos 9 minutos do segundo tempo, quando Renato levantou a bola na área e Vanderlei cabeceou sobre o gol de Guto.

O Brasiliense esteve muito próximo de marcar o terceiro, com Kayke, que entrou no lugar de Alex Dias, mas o atacante chutou com displicência e não conseguiu superar o goleiro Aranha. Com isso, o Jacaré chegou a 11 pontos e superou a Macaca, com 10.


CRICIÚMA 0X3 PARANÁ
Diante dos olhares do reforço Jardel, Criciúma é goleado em casa pelo Paraná




O Paraná conseguiu, enfim, vencer a primeira partida fora de casa na Série B do Brasileirão. E em grande estilo. O Tricolor goleou o Criciúma por 3 a 0, fora de casa, diante dos olhares de Jardel, recém-contratado pelo Tigre. Com o resultado, o time paranista chegou a dez pontos e alcançou a equipe da casa na tabela. Os gols foram de Giuliano, Naves e Clênio.



O jogo


Os times fizeram um primeiro tempo equilibrado, com boas chances e grandes defesas dos goleiros. O Paraná dominou até os 20 minutos, mas a equipe da casa sempre chegava com perigo nos contra-ataques. A primeira chance do Tricolor saiu aos seis minutos, com Éverton, um dos destaques da partida. Aos 10, o visitante teve um gol bem anulado. No fim da etapa inicial, a pressão foi do Tigre.

No segundo tempo, só deu Paraná, que soube aproveitar o momento de fraqueza do Criciúma, que teve dois jogadores expulsos – Basílio e Wescley. Aos 14, Giuliano marcou o primeiro gol paranista, cinco minutos após Basílio levar o cartão vermelho. Aos 21, Naves chutou forte e de primeira, ampliando para o Tricolor. O terceiro tento do visitante saiu aos 33, com Clênio.


SANTO ANDRÉ 3X1 CRB
Santo André faz sua parte e bate o CRB


O Santo André fez o dever-de-casa na noite desta terça-feira, no Estádio Bruno José Daniel, e bateu o CRB, último colocado da Série B do Brasileirão, por 3 a 1, com gols de Pará, Marcelinho Carioca e Jéferson, com Juliano descontando. Com o resultado, o Ramalhão chegou a 12 pontos na tabela, alcançando a sétima colocação. Já o time alagoano segue isolado na lanterinha, com apenas cinco pontos ganhos em nove jogos.



Jogando em casa e diante do lanterna da competição, o Santo André não tinha opção que não fosse o ataque. E foi justamente isso que fez o time do ABC sufocando o CRB nos 15 minutos iniciais da partida. Neste meio-tempo, Marcelinho quase abriu o marcador. O Pé-de-anjo recebeu bonita deixada do atacante Márcio Mexerica e bateu com força, mas o goleiro Jônatas fez grande defesa.

Passada a pressão inicial, o time alagoano passou a se posicionar melhor no campo e sair bem nos contra-ataques. Com bons chutes de fora da área, o CRB deu trabalho ao goleiro Neneca, principalmente nas investidas de Ivo e Ricardo Xavier. Porém, Ramalhão seguia martelando e quase abriu o placar aos 37. Mexerica cabeceou rasteio no canto e Jônatas salvou, e ainda pegou o rebote. Logo, o placar em branco seguiu.

No segundo tempo a pressão pela vitória cresceu para o time do ABC paulista, mas acabou durando pouco. Logo aos cinco minutos saiu o primeiro gol. Mexirica recebeu bonito cruzamento pela esquerda e ajeitou para Pará, que bateu sem chances para o goleiro. O segundo nem demorou muito para sair. Em cobrança de pênalti, aos 13 minutos, Marcelinho Carioca ampliou o placar.



Daí em diante coube ao Santo André apenas administrar a vantagem. O Ramalhão deu um pouco mais de espaço ao CRB e passou a se aproveitar das boas oportunidades de contra ataques. Já no fim o time de Alagoas diminuiu. Fernando fez pênalti em Juliano que cobrou e converteu. O time do ABC ainda faria o terceiro, com Jéferson, feichando o caixão do rival e dando números finais à partida.

Aviso Urgente!

A PARADA ROCK está muito lenta e então eu decidi q agora ela vai ser feita no Domingo a tarde.

A NOVA PARADA ROCK começa no dia 06/07 as 15:45.

domingo, 29 de junho de 2008

8 Rodada:Série A


FIGUEIRENSE 1X1 ATLÉTICO-MG
Na estréia de PC Gusmão, Figueira empata com o Galo no Scarpelli

Na estréia do técnico Paulo César Gusmão, o Figueirense empatou por 1 a 1 com o Atlético-MG de Alexandre Gallo, que treinou o time catarinense no início do Brasileirão. Com o resultado deste domingo, no Estádio Orlando Scarpelli, as equipes seguem com apenas duas vitórias cada. O Figueira chegou a nove pontos, e o Galo, a dez. Os gols foram de Marquinho e Petkovic.

Na próxima rodada, o Figueirense recebe o Vasco, e o Atlético encara o Palmeiras, em casa.



Primeiro tempo equilibrado



O jogo entre Alvinegros começou morno e bem truncado no meio-de-campo. O primeiro lance de perigo foi do time da casa, após chute rasteiro do atacante Tadeu. Mas a bola foi para escanteio. O Galo só assustou aos 17, com Márcio Araújo, de fora da área. A jogada animou o visitante, que cresceu em campo e equilibrou a partida. O melhor lance saiu pela direita, com Amaral e Danilinho, que bateu colocado da entrada da área. A bola tirou tinta do travessão.

A trave também impediu o gol de César Prates, aos 35 da etapa inicial. O Atlético pode ter despertado da soneca inicial, mas foi o Figueira que chegou mais vezes ao gol adversário. E acabou premiado aos 39. Cleiton Xavier, o melhor em campo, achou Marquinho bem colocado na área. Com uma falha da defesa do Galo, o meio-campo marcou de cabeça seu primeiro gol no Brasileirão.



Time da casa melhor na etapa final



O Figueira voltou do intervalo abusando das faltas e foi castigado logo aos 5 do segundo tempo. Petkovic cobrou falta pela esquerda com muita categoria e deixou tudo igual no Orlando Scarpelli (assista ao gol). O Figueirense acusou o golpe e passou a pressionar o adversário. Aos 10, Bruno Perone perdeu grande chance de colocar seu time na frente novamente. Dois minutos depois, foi Cleinton Xavier quem ameaçou, mas Edson defendeu bem.



Embora tenha começado melhor o segundo tempo, o Atlético recuou com o gol de empate e deixou o Figueira dominar a partida. Aos 16, Cleiton Xavier cabeceou muito bem, mas Edson apareceu de novo. Em seguida, a sorte e a trave salvaram o visitante, em uma jogada de Marquinho. O goleiro Edson se firmou como o nome da etapa final e impediu que a equipe da casa marcasse o segundo.



Ficha técnica:
FIGUEIRENSE 1 x 1 ATLÉTICO-MG
FIGUEIRENSE
Wilson; Anderson Luiz, Bruno Aguiar, Asprilla (Bruno Perone) e Leandro Soares; Diogo, Marquinho, Ramon (Magal) e Cleiton Xavier; Wellington Amorin e Tadeu (Edu Sales)
Técnico: PC Gusmão
ATLÉTICO-MG
Edson; Amaral, Leandro Almeida, Vinícius e César Prates (Renan Oliveira); Serginho, Renan, Márcio Araújo e Petkovic (Almir); Danilinho e Eduardo (Marinho)
Técnico: Alexandre Gallo
Gols: Marquinho, aos 39 minutos do primeiro tempo; Petkovic, aos 5 do segundo tempo
Cartões amarelos: Marquinho, Tadeu (Figueirense), Leandro Almeida (Atlético-MG)
Estádio: Orlando Scarpelli, em Florianópolis Data: 29/06/2008.
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa PR)
Auxiliares: Aparecido Donizetto Santana (PR) e Moises Aparecido de Souza (PR)


CRUZEIRO 1X1 SÃO PAULO
Cruzeiro e São Paulo empatam em jogo marcado por equilíbrio no Mineirão

Em um jogo bastante equilibrado, onde cada equipe fez um gol em cada tempo, Cruzeiro e São Paulo empataram por 1 a 1, na tarde deste domingo, no Mineirão, pela oitava rodada do Brasileirão 2008. Guilherme abriu o placar para a Raposa, e Borges empatou no início da etapa final. Foram os primeiros pontos perdidos da equipe mineira dentro de casa, onde o clube estrelado também não havia sofrido gol até então.



O resultado deixa a equipe anfitriã com 17 pontos, correndo o risco de perder mais uma posição, mas garantindo a Raposa no G4 ao fim da rodada. O Tricolor Paulista agora soma 13 pontos, permanecendo em sétimo lugar.



O próximo compromisso do Cruzeiro é no sábado, dia 5, fora de casa, diante do Sport, na Ilha do Retiro. No dia seguinte, o São Paulo recebe o Ipatinga, no Morumbi.





Artilheiro aparece na hora certa

O Cruzeiro começou dominando o jogo e tentando jogadas pelas duas laterais do campo. Primeiro com Jonathan, que cruzou com perigo para Weldon. Depois, Ramires deu uma de ponta-esquerda e lançou com perigo para o corte da zaga tricolor. O São Paulo teve boa chance aos oito, em chute cruzado de Borges, mas o goleiro Fábio defendeu. Do outro lado, Rogério Ceni também teve que trabalhar em um chute de Ramires logo depois.



Aos 17, um erro da arbitragem poderia ter prejudicado o São Paulo. Hernanes recebeu livre e bateu à queima-roupa para mais uma defesa do goleiro cruzeirense. O assistente marcou impedimento equivocadamente. O jogo ia devagar até que, aos 33, Weldon deu um bonito passe para Jonathan na ponta direita. O lateral cruzou para Guilherme, que teve tempo de matar e chutar no canto direito de Ceni, abrindo o placar para o Cruzeiro. É o sexto gol do atacante, que assume a artilharia do Brasileirão.



Cinco minutos depois, em uma dividida de bola na área celeste, o atacante tricolor Aloísio deixou o cotovelo no rosto do goleiro Fábio, que acabou com um profundo corte no supercílio. Por causa do sangramento, o camisa 1 teve que ser atendido, paralisando a partida por alguns minutos. Nos minutos finais, Borges perdeu boa chance para o Tricolor cabeceando por cima do travessão.





Golaço do Borges

Após o intervalo, o São Paulo voltou com Richarlyson e Éder Luís nas vagas de Zé Luís e Aloísio e muita disposição para empatar. Tanto que logo no primeiro minuto, Richarlyson deu um passe perfeito, que deixou Borges livre para driblar Leo Fortunato antes de chutar e fazer 1 a 1 no placar. Foi o primeiro gol que a Raposa levou em casa na competição.



O Tricolor aumentou a pressão e passou a lutar pela virada. Aos oito minutos, por pouco Éder Luís não faz o segundo após dar um drible da vaca em Espinoza, mas Fábio chegou antes. A Raposa quase desempatou aos 13, em cobrança de falta de Wagner, bem defendida por Rogério Ceni.



Passada a pressão paulista, o jogo ficou equilibrado com boas chances das duas equipes. Aos 25, Éder Luís cruzou pela direita e Borges cabeceou forte. Fábio se esticou e espalmou com uma defesa espetacular, evitando o gol paulista. Na seqüência, em contragolpe celeste, Jonathan bateu cruzado com perigo para Ceni. Nos minutos finais, os dois times deram a impressão de se preocuparem mais em não sofrer o gol do desempate do que fazê-lo.



Ficha técnica:
CRUZEIRO 1 x 1 SÃO PAULO
CRUZEIRO
Fábio; Jonathan, Leo Fortunato, Espinoza e Marquinhos Paraná; Fabrício, Charles, Ramires e Wagner; Weldon (Bruno) e Guilherme.
Técnico: Adilson Batista.
SÃO PAULO
Rogério Ceni; Alex Silva, André Dias (Juninho) e Miranda; Joilson, Zé Luís (Richarlyson), Hernanes, Hugo e Jorge Wagner; Borges e Aloísio (Éder Luís).
Técnico: Muricy Ramalho.
Gols: Guilherme, aos 33 minutos do primeiro tempo, e Borges, a um minuto do segundo.
Cartões amarelos: Charles (Cruzeiro); Aloísio, Zé Luís, Alex Silva e Hernanes (São Paulo).
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG). Data: 29/06/2008.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa RJ).
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Fabrício Vilarinho da Silva (GO).


SPORT 1X2 FLAMENGO
Obina faz dois, Fla vence o Sport na Ilha do Retiro e segue na liderança

Com dois gols de Obina, um nos acréscimos da partida, o Flamengo venceu o Sport por 2 a 1, neste domingo, na Ilha do Retiro, e segue na liderança do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Fla chega a 19 pontos, e o Leão permanece com oito. A vitória é a de número 400 do Rubro-Negro carioca na história da competição.



Na próxima rodada, sábado, o Flamengo recebe o Náutico no Maracanã. O Sport, por sua vez, recebe o Cruzeiro na Ilha do Retiro.



Ataques têm dificuldade para criar

A partida começou bastante equilibrada, e as duas equipes tinham dificuldade para chegar ao ataque em boas condições de finalizar. A primeira jogada bem tramada foi do time da casa, aos oito minutos. Enilton tabelou com Carlinhos Bala e chutou forte de esquerda da entrada da área, mas a bola subiu demais. O Flamengo tinha dificuldades em se adaptar ao gramado irregular da Ilha do Retiro, e só conseguiu o primeiro bom ataque aos 14 minutos. Renato Augusto lançou Obina nas costas dos zagueiros, mas, antes que o atacante pudesse finalizar, Magrão se atirou nos pés do jogador e faz a defesa. Dois minutos depois, Ronaldo Angelim teve a oportunidade dentro da área, mas o chute de perna direita saiu fraco e facilitou a defesa do goleiro.

A partir da metade da primeira etapa, o Rubro-Negro carioca cresceu na partida e começou a ameaçar mais. Aos 31, Ibson lançou Obina na direita, o atacante cruzou na medida para Juan, que, de cabeça, mandou rente ao travessão de Magrão. Um minuto depois, Marcinho desceu pela direita e cruzou, Obina subiu mais do que a zaga e desviou de cabeça. A bola foi à esquerda do gol.

Com dificuldades para penetrar na defesa do Fla, o Leão tentou os chutes de longa distância. Em um deles, aos 35 minutos, Daniel Paulista mandou uma bomba e Bruno segurou em dois tempos. Aos 39 foi a vez de Carlinhos Bala arriscar, mas também errou o alvo.



Obina decida para o Flamengo



O time pernambucano voltou do vestiário com uma postura mais ofensiva, e tentou apertar o adversário no campo de defesa. Dutra, aos cinco minutos, driblou o marcador e mandou uma bomba de perna esquerda. Bruno, bem colocado, defendeu com segurança. Quem chegou ao gol, no entanto, foi o Flamengo. Aos nove minutos, após cobrança de falta ensaiada, Juan cruzou na direção de Obina, que subiu mais do que o zagueiro e, de cabeça, mandou para o fundo do gol: 1 a 0. Um minuto depois, com o Leão ainda atordoado, o Fla quase ampliou com Leo Moura. Da entrada da área pelo lado direito, o jogador pegou um chute de primeira que passou rente ao travessão de Magrão. Aos 17, em lance semelhante, o lateral-direito teve outra oportunidade para fazer o gol, mas chutou torto.

Em desvantagem, o Sport acelerou o jogo em busca do empate. Aos 22, a equipe teve uma boa chance com Roger. Dentro da área, o atacante brigou com Ronaldo Angelim e Cristian, mas, na hora do chute, ficou desequilibrado e não conseguiu finalizar. Para delírio dos torcedores do Leão, e equipe conseguiu chegar ao empate aos 30 minutos. Francisco Alex conduziu a bola até a entrada da área do Fla e, de esquerda, mandou uma bomba. A bola pegou no "montinho artilheiro" e passou por cima do goleiro Bruno: 1 a 1. Animado, o Sport criou outra boa chance aos 33. Luisinho Netto cruzou da direita e Leandro Machado, de cabeça, quase surpreendeu o goleiro adversário.



Obina, o iluminado, aos 48 minutos, deu a vitória ao Flamengo com um gol de letra, dentro da pequena área, depois de um cruzamento rasteiro de Juan.





Ficha técnica:
SPORT 1 x 2 FLAMENGO
SPORT
Magrão, Luisinho Netto, Gabriel Santos, Igor e Dutra; Daniel Paulista, Everton (Sandro Goiano), Francisco Alex e Carlinhos Bala; Roger (Leandro Machado) e Enílton (Juninho).
Técnico: Nelsinho Baptista.
FLAMENGO
Bruno, Leo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Jailton, Cristian (Maxi), Ibson e Renato Augusto (Kleberson); Marcinho (Diego Tardelli) e Obina.
Técnico: Caio Júnior.
Gol: Obina, aos nove e aos 48, e Francisco Alex, aos 30 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Ibson, Jaílton, Fabio Luciano (FLA); Dutra, Sandro Goiano (SPO).
Estádio: Ilha do Retiro. Data: 29/06/2008.
Árbitro: Sálvio Espinola Fagundes Filho.
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios e Milton Otaviano dos Santos.

ATLÉTICO-PR 1X1 CORITIBA
Empate no retorno do Atletiba

No Atletiba dos reencontros, deu empate. Depois de dois anos sem se enfrentarem

no Campeonato Brasileiro - o Coritiba roi rebaixado em 2006 e disputou a Série B em 2007 -, o clássico foi bastante disputado na Arena da Baixada e terminou com um empate emocionante por 1 a 1. O resultado fez justiça ao bom futebol das das equipes, que mostraram equilíbrio de forças.



Alan Bahia, de pênalti, para o Atlético-PR, e Marcos Tamandaré, para o Alviverde, marcaram os gols, ambos no segundo tempo.



Com o resultado, o Coxa subiu para dez pontos ganhos. O Furacão, para nove. Na próxima rodada, o Atlético-PR recebe o Santos, sábado, na Arena da Baixada, enquanto o Coritiba vai a Porto Alegre, no domingo, enfrentar o Internacional.



Furacão no ataque



Esperava-se que o pontapé inicial da partida fosse dado pelo filho sueco de Garrincha, Ulf Lindberg, em comemoração aos 50 anos da conquista da Copa do Mundo da Suécia, em 1958 - a homenagem ficou para o intervalo. Mas o convidado de honra da partida ficou nas tribunas para ver o Furacão dar a saída e buscar o ataque. Foi um primeiro tempo em que a equipe rubro-negra teve mais posse de bola e criou algumas oportunidades, principalmente no fim do primeiro tempo, quando o goleiro Edson Bastos se destacou. Mas quem teve a melhor chance de abrir o placar nos primeiros 45 minutos foi o Coxa, que ficou bem plantado na marcação e saía com perigo nos contra-ataques.



Em casa, o Furacão, precisando vencer para passar o arqui-rival na tabela, partiu para o ataque. Da direita para a esquerda, Nei, aos cinco minutos, viu Márcio Azevedo avançar e tocou. O lateral-esquerdo soltou uma bomba que empolgou a torcida rubro-negra - a bola passou rente à trave.



Era uma prévia de como seria o clássico. O troco foi imediato do Coritiba, aos sete minutos, pela direita. Só que Alex Silva, ao receber na área, bateu prensado na zaga atleticana. E era lá e cá. O colombiano Ferreira, de volta à equipe depois de uma temporada no futebol árabe, arrancou pela esquerda em velocidade e cruzou, só que também foi prensado, e a bola sobrou para o goleiro Édson Bastos.





Coxa perde gol feito



Netinho, também de volta ao Furacão após se recuperar de contusão, procurava triangulação pela esquerda com Ferreira e Márcio Azevedo. Foi a jogada forte da equipe rubro-negra na primeira etapa. O Coxa entrava tocando pelo meio congestionado e cavava bem as faltas. Numa delas, aos 15, Carlinhos Paraíba cobrou com perigo, para fora. Aos 18, o camisa 10 do Coxa iniciou jogada que culminou com um lançamento de Jéci na medida para Michael, que perdeu gol feito ao bater fraco, nas mãos de Gallato.



Se o Furacão tinha mais a posse de bola, esbarrava no forte sistema defensivo do Coritiba, que conseguia neutralizar as principais jogadas - Wallyson e Marcelo Ramos não tiveram uma chance de gol. E foi do Coxa a chance mais clara, com Michael, fora que as cobranças de falta de Carlinhos Paraíba incomodavam - aos 28, Gallato encaixou mais um tiro do camisa 10 alviverde.



Aos 31, um lance polêmico. Os jogadores rubro-negros reclamaram de toque com a mão de Carlinhos Paraíba em bola alçada na área. O árbitro Paulo César Oliveira deixou o jogo seguir. Daí em diante, começou a aparecer como destaque o goleiro do Coxa, Édson Bastos. Num miniescanteio aos 38, Netinho bateu direto, e o goleiro espalmou para escanteio. Na seqüência, numa confusão na área, salvou novamente, com um tapinha. Em outra falta pela direita, aos 41, cobrada por Netinho, voou para espalmar para córner.





Mudanças nos times



Os treinadores mexeram em suas equipes no segundo tempo. No Furacão, Roberto Fernandes botou Pedro Oldoni no lugar do apático Wallyson. No Coxa, Dorival Júnior pôs Marcos Tamandaré no lugar de Alex Silva na tentativa de impedir as jogadas pela esquerda do Rubro-Negro. No início, não deu certo. Continuavam a cair por ali Márcio Azevedo - o destaque do Atlético -, Ferreira e Netinho, que aos 10 resolveu bater do meio da área. Edson Bastos bateu roupa e deu susto à defesa.



A partida esquentou. De camisa 10 para camisa 10. Carlinhos Paraíba, um dos melhores do Coritiba, quase abriu o placar ao cobrar falta que foi no ângulo esquerdo de Gallato, que se esticou para salvar para escanteio. O goleiro rubro-negro brilhou na seqüência, ao defender cabeçada de Maurício.



O Coxa voltou mais ofensivo para a segunda etapa. Carlinhos Paraíba, dominando o meio-campo, arriscava chutes de fora da área. Preocupado, o técnico rubro-negro, Roberto Fernandes, tirou Marcelo Ramos para pôr Renan no meio-campo. Aos 29, outra cobrança de falta de Carlinhos Paraíba para o Coxa, outra grande defesa de Gallato, a esta altura o destaque do segundo tempo. Aos 30, desespero para o Furacão, que ficou com um a menos: Valencia, que já tinha cartão amarelo, fez falta em Marlos e foi expulso.



Pênalti e gols



Tudo mudou aos 34 minutos. Nei tocou para Ferreira, recebeu de calcanhar, invadiu a área e foi derrubado por Maurício, que foi expulso. Pênalti para o Atlético. Melhor para o Furacão, só o gol, de Alan Bahia, aos 35, que cobrou com paradinha: 1 a 0. O jogador, que estava enfaixado na cabeça desde o fim do primeiro tempo, quando se machucou após dividida, marcou seu terceiro gol no Campeonato Brasileiro



Mas a emoção não terminou aí. Aos 41, Marcos, que entrara no lugar de Alex Michael, empatou a partida para o Coxa, de cabeça, fazendo justiça. Afinal, no clássico dos reencontros, houve equilíbrio de forças.




Ficha Técnica:
ATLÉTICO-PR 1 x 1 CORITIBA
ATLÉTICO-PR
Gallato, Nei, Antônio Carlos, Danilo e Márcio Azevedo; Alan Bahia, Valencia, Netinho e Ferreira; Marcelo Ramos (Renan) e Wallyson (Pedro Oldoni).
Técnico:Roberto Fernandes
CORITIBA
Edson Bastos, Maurício, Jéci e Nenê; Alex Silva (Marcos Tamandaré); Rodrigo Mancha (Henrique Dias), Leandro Donizete, Carlinhos Paraíba e Ricardinho; Michael (Marlos) e Cadu.
Técnico: Dorival Júnior
Gols: Alan Bahia, de pênalti, aos 35, e Marcos Tamandaré, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Valencia, Marcelo Ramos e Netinho (Atlético-PR) e Maurício, Cadu, Michael e Ricardinho (Coritiba).
Cartão vermelho: Valencia (Atlético-PR) e Maurício (Coritiba).
Público: . Renda:
Estádio: Arena da Baixada. Data: 28/06/2008.
Árbitro: Paulo Cesar Oliveira.
Auxiliares: Roberto Braatz (PR) e Gilson Bento Coutinho (PR).


FLUMINENSE 0X0 BOTAFOGO
Fluminense e Botafogo empatam com Maracanã quase vazio


O Maracanã impressionava pela falta de público. Pouco mais de 9 mil pessoas pagaram para assistir ao clássico entre Fluminense e Botafogo, neste domingo, e, os jogadores se mostraram "inspirados" por esse fato. O resultado da partida válida pelo Campeonato Brasileiro não poderia ser outro: 0 a 0.



O resultado manteve o Tricolor na lanterna da competição, com apenas três pontos em oito partidas. No entanto, a equipe agora tem todas as atenções voltadas para a final da Libertadores, na próxima quarta-feira, contra a LDU. O Botafogo se manteve fora da zona de rebaixamento, mas soma apenas oito pontos, e chega à terceira partida consecutiva sem vencer.



Parece que a falta de público no Maracanã influenciou no desempenho dos jogadores no início da partida. Apesar da maior movimentação do Botafogo, houve poucos lances interessantes nos primeiros minutos. A primeira boa chance surgiu apenas aos 13 minutos, quando Wellington Paulista arriscou de longe e a bola desviou na zaga do Fluminense, passando perto do travessão de Fernando Henrique.

O Tricolor foi aos poucos ganhando corpo, e assustou o adversário com jogadas em velocidade. A primeira aconteceu aos 25 minutos. Num contra-ataque, Tartá recebeu a bola pelo lado esquerdo, passou por Ferrero e cruzou rasteiro. Frente a frente com Castillo, Alan não alcançou.

Mas apenas aos 29 minutos ouviu-se a primeira manifestação de torcedores no Maracanã. O Fluminense chegou novamente com perigo, e Leandro Guerreiro salvou a bola nos pés de um adversário. Os tricolores finalmente gritaram “Nense”. Aos 34, o zagueiro Sandro subiu sozinho para cabecear após uma cobrança de escanteio, mas Castillo defendeu com segurança.

Insatisfeito com a produtividade de seu ataque, o técnico Geninho não esperou o intervalo para fazer a primeira substituição. Ele tirou Túlio e colocou Vanderlei para fazer companhia a Wellington Paulista.

A torcida do Botafogo acordou apenas aos 38 minutos, mas não por causa de um ataque, mas por uma defesa de Castillo. O goleiro saiu de forma arrojada nos pés de Maurício, que havia recebido um ótimo lançamento. Depois de ganhar a dividida, o uruguaio ainda repôs a bola com precisão para Triguinho.



Carlos Alberto tem boa chance, mas clássico termina empatado





Com menos de um minuto de jogo, o Fluminense chegou com muito perigo. Alan fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro. Rafael, mesmo desequilibrado, conseguiu concluir, e a bola passou perto da trave esquerda de Castillo, que apenas olhou. Renato Gaúcho ainda promoveu a entrada de Somália aos 11 minutos. Foi a volta do atacante após quase nove meses se recuperando de uma lesão no joelho.



Parecia que o ritmo aumentaria, mas ficou na impressão. As duas equipes tocavam muito a bola, mas sem qualquer objetividade. O Botafogo acordou apenas aos 21 minutos, quando teve duas boas chances. Depois de uma cobrança de falta, Vanderlei subiu e cabeceou com perigo, mas Fernando Henrique fez uma grande defesa com o pé. Na seqüência, Carlos Alberto recebeu bom passe na área, mas foi desarmado no momento do chute.



Aos 29 minutos, o Botafogo teve sua melhor chance na partida, até então. Carlos Alberto, que vinha tendo uma atuação apagada, recebeu a bola na grande área e chutou cruzado. A bola passou muito perto da trave de direita de Fernando Henrique.



A partida continuou irritando os poucos torcedores que permaneceram no Maracanão até o final. O Botafogo continuou tentando o ataque, mas pecando muito nos passes. O Fluminense teve uma boa chance aos 45, com Tartá arriscando de fora da área. Aos 47, Ferrero recebeu cartão vermelho por acertar uma cotovelada num adversário.



Ficha técnica:
FLUMINENSE 0 x 0 BOTAFOGO
FLUMINENSE
Fernando Henrique, Rafael, Sandro, Anderson e Uendel; Fabinho, Romeu (Fernando), Maurício e David (Léo Itaperuna); Tartá e Alan (Somália).
Técnico: Renato Gaúcho.
BOTAFOGO
Castillo, Renato Silva, Ferrero e Leandro Guerreiro; Alessandro (Túlio Souza), Túlio (Vanderlei), Diguinho, Lucio Flavio e Triguinho; Carlos Alberto e Wellington Paulista (Fábio).
Técnico: Geninho.
Cartões amarelos: Rafael (Fluminense); Diguinho, Renato Silva, Túlio Souza (Botafogo).
Cartão vermelho: Ferrero (Botafogo).
Público: 9.324 pagantes. Renda: R$ 101.520,00.
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 29/06/2008.
Árbitro: Leonardo Gaciba (Fifa/RS).
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ) e Claudio José de Oliveira Soares (RJ).

GRÊMIO 1X1 INTERNACIONAL
Tudo igual no primeiro Gre-Nal do ano

Gre-Nal costuma ser sinônimo de polêmica, e não foi diferente neste domingo. O Inter vencia o Grêmio por 1 a 0 até o terço final do segundo tempo, quando a arbitragem marcou um pênalti bastante reclamado pelos colorados a favor do Grêmio. Roger empatou na cobrança e salvou a vida tricolor. Com isso, o primeiro dos quatro clássicos gaúchos do ano (dois serão pela Copa Sul-Americana) terminou em 1 a 1.

Em termos práticos, o resultado foi melhor para o Tricolor, que segue entre em segundo lugar no Brasileirão, com 17 pontos. O Inter, agora com oito pontos, permanece em 15ºlugar. Na próxima rodada, o Colorado recebe o Coritiba, e o Grêmio visita o Botafogo.



Ferrolho colorado anula o Grêmio. Inter na frente

Coisas do Gre-Nal. Aquele Inter atrapalhado, que causava calafrios na torcida, incorporou o máximo de organização defensiva que uma equipe pode ter. Azar do Grêmio, que foi absolutamente anulado no primeiro tempo. O time de Celso Roth foi amarrado ao ponto de não entrar na área colorada. O máximo que conseguiu foram chutes de longa e média distância, geralmente sem perigo real. Com Marcão muito mais fixo do que o habitual, o Colorado praticamente teve três zagueiros. Edinho perseguiu Roger sem piedade. Magrão jogou demais. No ataque, com toda a empolgação do mundo, Taison incomodou. Correu o tempo todo, imitando Nilmar. Alex cadenciou o jogo.

Dadas as situações das duas equipes, anular o Grêmio já seria bom para o Inter. Marcar um gol foi melhor ainda. Aconteceu aos 15 minutos. E, ironicamente, em uma bola aérea, grande problema dos vermelhos recentemente. No cruzamento de Alex, Marcão cabeceou à queima-roupa, Victor defendeu e Índio, no rebote, mandou para o gol: 1 a 0 Inter.

O natural seria o Grêmio ir para cima, mas foi impossível. O ferrolho vermelho impediu a chegada dos azuis nas proximidades da área de Renan. E o Inter acabou conseguindo as melhores chances do período. Aos 33, Nilmar recebeu de Magrão e mirou Victor. Seria gol se Pereirão não aparecesse para cortar na hora certa. Aos 44, Taison fez boa jogada pela esquerda, tramada com Guiñazu, e mandou para a área. No rebote, Alex mandou para o gol. Victor pegou.





Grêmio empata em pênalti bastante reclamado

O intervalo não mexeu no panorama do jogo. O Inter continuou domindo. Parecia ser ele o clube bem colocado na tabela, não o rival. A equipe de Tite, sempre sólida, quase ampliou já com três minutos. Taison puxou o contra-ataque e deixou com Alex, que mandou a bomba. A ponta dos dedos de Victor evitou estrago maior para o time da casa. Aos 13, Nilmar deixou Réver constrangido com lindo drible na ponta esquerda e cruzou. Alex chegou poucos segundos atrasado.



Roth decidiu mexer o esquema. Tirou Léo e colocou Rafael Carioca. Aos 23, Nilmar fez jogadaça de novo e deixou com Ramon, que chutou forte, no travessão gremista.

Tudo corria bem para os colorados até o lance do pênalti. A arbitragem marcou pênalti de Renan em Rodrigo Mendes. O goleiro, ao sair para defender a bola pelo alto, deixou o joelho no gremista. Renan foi expulso. Com Clemer no gol, Roger empatou.

A torcida do Grêmio foi ao delírio e tentou empurrar o time para a virada. Guerreiro, mesmo com dez, o Inter ainda buscou o resultado. Mas não adiantou. O Gre-Nal 370 ficou no 1 a 1.

Ficha técnica:
GRÊMIO 1 x 1 INTERNACIONAL
GRÊMIO
Victor, Leo (Rafael Carioca), Pereira e Réver; Paulo Sérgio, Eduardo Costa, Willian Magrão (Rodrigo Mendes), Roger e Hélder; Perea e Marcel (Soares).
Técnico: Celso Roth.
INTERNACIONAL
Renan, Ricardo Lopes (Clemer), Índio, Sorondo e Marcão; Edinho, Magrão, Guiñazu e Alex; Taison (Ramon) e Nilmar.
Técnico: Tite.
Gols: Índio, aos 15 minutos do primeiro tempo; Roger, aos 38 do segundo.
Cartões amarelos: Eduardo Costa, Marcel e Leo (Grêmio); Sorondo, Ricardo Lopes, Magrão e Índio (Inter).
Cartão vermelho: Renan (Inter).
Estádio: Olímpico, em Porto Alegre (RS). Data: 29/06/2008.
Árbitro: Alício Pena Júnior (Fifa MG).
Auxiliares: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa BA) e Marcelo Bertanha Barison(RS).

PALMEIRAS 2X0 NÁUTICO
Palmeiras bate Náutico e chega ao G-4


O Palmeiras segue invicto nos seus domínios neste Brasileiro. Pressionou o Náutico e venceu por 2 a 0, na noite deste domingo, no Palestra Itália. O triunfo, que é o de número 400 do time alviverde na história da competição, levou ainda o clube ao G-4. Mas a torcida esperava mais gols, já que o anfitrião foi bastante ofensivo. O Timbu adotou uma postura defensiva e foi bem na missão de marcar Valdivia, mas não conseguiu um bom resultado fora de casa.



Com o resultado, o dono da casa tem agora 16 pontos, na quarta posição, e o visitante, que estava no G-4 no início da rodada, fica com 14 pontos, na sexta colocação. No próximo fim de semana, o Palmeiras encara o Atlético-MG fora de casa, no domingo, e o Náutico enfrenta o Flamengo, no sábado, no Maracanã.





Pressão total do dono da casa e paradinha de Alex Mineiro



O Palmeiras, que ainda não perdeu em casa neste Brasileiro, entrou em campo focado em conseguir uma vaga no G-4 e a vitória de número 400 do clube na competição. O anfitrião colocou pressão total e partiu para cima do adversário desde o primeiro minuto. Aos quatro, Alex Mineiro cabeceou com perigo, obrigando Eduardo a fazer uma defesa difícil. Diego Souza e Martinez também assustaram o goleiro que, aos 15, tirou com os olhos um chute forte de Elder Granja.



Aos 29, foi a vez de Martinez carimbar o travessão de Eduardo em cobrança de falta, após Valdivia ser derrubado na meia-lua. A bola ainda desviou em Ruy.



O Náutico perdeu Vagner, que se machucou, e precisou improvisar, com Itaqui. Enquanto isso, o Palmeiras seguia pressionando. Insistiu tanto que conseguiu um pênalti aos 44, em lance duvidoso. Elder Granja caiu após disputa de bola justamente com Itaqui, que entrou no primeiro tempo. Alex Mineiro, com paradinha, marcou aos 45, no canto esquerdo de Eduardo. E o anfitrião foi para o intervalo com a vantagem no placar.



Leandro, que não passou bem durante a semana por causa de uma gripe, não voltou para o segundo tempo. Jéfferson estreou na lateral. Além dele, outro estreante do Verdão na partida foi Gladstone, que teve a missão de substituir Henrique, negociado para o Barcelona.



O Palmeiras voltou para o segundo tempo com a mesma vontade do primeiro. Mas o técnico Leandro Machado também tratou de colocar o Naútico com uma postura mais ofensiva, o que tornou o jogo ainda mais disputado.



As faltas duras também apareceram mais na segunda etapa. O cartão amarelo ficou barato para Negretti, após um carrinho em Kléber. Com a saída do Náutico, os espaços apareceram e o Palmeiras tentou aproveitar. Aos 17, um chute forte de Gladstone obrigou Eduardo a colocar a bola para escanteio. No minuto seguinte, sozinho, Diego Souza entrou na área pela direita e arriscou, mas o goleiro do Náutico mais uma vez apareceu para impedir o segundo gol do Verdão.



Valdivia, que não apareceu tanto na partida por causa da boa marcação feita pelo Náutico, cruzou uma bola rasteira na área do adversário aos 20. Mas não encontrou ninguém do outro lado para finalizar. O técnico Vanderlei Luxemburgo resolveu colocar Denílson em campo e tirar Alex Mineiro. O jogador entrou e ameaçou o gol do Náutico com uma cabeçada, aos 27.



O Náutico fez o goleiro Marcos trabalhar aos 29, em uma bomba de Gilmar de fora da área. Pierre deu o troco pouco depois, em um chute cruzado, que saiu à direita do gol de Eduardo.



O clima esquentou quando Alceu acertou uma cotovelada em Kléber. O juiz expulsou os dois. O Náutico passou a gostar do jogo e ameaçou a vitória do Palmeiras em alguns momentos. Mas, aos 41 Denilson fechou o triunfo. Ele driblou Everaldo duas vezes, passou pelo goleiro e chutou rasteiro, com calma, para marcar o segundo do Verdão. A torcida no Palestra foi ao delírio!







Ficha técnica:
PALMEIRAS 2 x 0 NÁUTICO
PALMEIRAS
Marcos; Elder Granja, Gustavo, Gladstone e Leandro (Jéfferson); Pierre, Martinez, Diego Souza (Leo Lima) e Valdivia; Alex Mineiro (Denilson) e Kléber.
Técnico: V. Luxemburgo.
NÁUTICO
Eduardo; Ruy, Negretti, Vagner (Itaqui) e Everaldo; Ticão (Gilmar), Alceu, Radamés, Helton (Felipe) e Geraldo; Wellington.
Técnico: L. Machado.
Gols: Alex Mineiro, aos 45 minutos do primeiro tempo; Denilson, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Valdivia (Palmeiras); Ticão, Negretti (Náutico).
Cartão vermelho: Alceu e Kléber
Estádio: Palestra Itália. Data: 29/06/2008.
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (RJ).
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos e Ricardo Mauricio F. Almeida (RJ).

Liga Mundial:Venezuela X Brasil


Brasil sofre nos dois primeiros sets, mas bate a Venezuela novamente em Caracas

O Brasil venceu a Venezuela neste domingo, pela terceira rodada da fase intercontinental da Liga Mundial, por 3 sets a 1 (23/25, 31/29, 25/13 e 25/20), em 1h45m. O triunfo brasleiro foi o segundo da equipe comandada pelo técnico Bernardinho contra os venezuelanos. No último sábado, o Brasil havia vencido os adversários também por 3 a 1. Com o resultado, o Brasil assume a liderança do Grupo A, com 11 pontos ganhos, deixando a França na segunda posição, com 10 pontos. A próxima partida do Brasil na competição acontece nos dias 4 e 6 de julho, em Belgrado, contra a Sérvia. As duas partidas, que acontecerão às 15h30m (de Brasília) terão transmissão ao vivo do SporTV.

Os destaques da partida foram os veteranos Nalbert e Anderson, que garantiram pontos importantes no ataque, e o levantador Marlon, que substituiu Bruno no terceiro set e foi determinante para a subida de produção da equipe enquanto esteve em quadra.

O primeiro set começou com a Venezuela pressionando o Brasil e abrindo 6 a 1 rapidamente, por conta de erros de ataque dos brasileiros, e também pela boa atuação do ataque venezuelano, que virava praticamente todas as bolas. Após o primeiro tempo técnico, que chegou com a Venezuela na frente no placar (8 a 4), o Brasil começou a crescer em quadra, principalmente pela melhora na recepção, com Nalbert destacando-se, e no ataque, com Samuel.

Porém, se houve melhora na frente, o bloqueio e a defesa deixavam a desejar, e os donos da casa seguiam à frente no placar, mantendo-se a uma distância confortável de quatro pontos do Brasil. Após o segundo tempo técnico, com 16 a 11 para a Venezuela, o Brasil conseguiu aproximar-se no placar (16 a 14) após dois belos saques de Samuel. Confiantes, os brasileiros mantiveram-se pressionando os donos da casa até empatar a partida em 19 a 19 em um ataque errado de Harry Gomez.

A igualdade se manteve até o 23º ponto, quando, após um saque errado de Samuel, o meio-de-rede Sidão atacou para fora, segundo a arbitragem, encerrando o set com vitória da Venezuela por 25 a 23, em 27 minutos. Os brasileiros reclamaram muito da marcação do árbitro principal, alegando que a bola teria batido dentro da quadra, mas de nada adiantou.



Brasil se recupera no segundo set após ser superado no primeiro

O equilíbrio mostrado no fim do primeiro set se manteve no início do segundo. Ambas as equipes mostravam-se concentradas na partida, e desperdiçavam pouquíssimas oportunidades de marcar pontos. Com isso, o Brasil chegou ao primeiro tempo técnico à frente (8 a 7), após um ataque de Anderson na saída da rede. Com dois pontos de Luis (um bloqueio em Andersonj e um ataque na paralela, na entrada da rede), a Venezuela abriu dois pontos (12 a 10), para delírio da torcida que lotava o Poliedro de Caracas. Um novo bloqueio, desta vez de Fredy em Sidão, aumentou a vantagem dos donos da casa para dois pontos. Mas um bloqueio de André Heller e outro de Nalbert puderam o Brasil à frente no placar, indo para o segiundo tempo técnico com um ponto de vantagem (16 a 15).

O set continuou equilibrado na sua terceira parte, com trocas constantes de liderança no placar, e muita tensão na quadra. Com um estilo fortemente influenciado pelos cubanos, os venezuelanos mantém o hábito de provocar os adversários na ede, e fazer um jogo de nervos, principalmente atuando em casa, pressionando a arbitragem e reclamando de todas as bolas marcadas em favor dos rivais. O Brasil, porém, mais experiente e acostumado a partidas nervosas, soube manter a cabeça na quadra. Mesmo atrás no placar no fim do set (22 a 21), os brasileiros voltaram a equilibrar o jogo com um ataque de meio de Sidão, mas cederam o set point à Venezuela na bola seguinte, com um erro de saque de Samuel.

Neste momento, Marlon, que estava em quadra no lugar de Bruno, teve muita presença de espírito ao acertar uma bola de segunda e empatar o jogo novamente (24 a 24). O jogo seguiu empatado graças a Nalbert, muito bem em quadra, que marcou dois pontos em ataques do Brasil, mantendo a equipe colada nos venezuelanos. No fim do set, o atacante Anderson decidiu a disputa em favor do Brasil, com um belíssimo ataque da saída de rede e, em seguida, um ace, fechando o set em 31 a 29, após 34 minutos de jogo.



Venezuela não consegue superar derrota no segundo set

Após 12 minutos de intervalo e muitas reclamações de ambas as equipes, a partida recomeçou com o Brasil, bem no bloqueio e na defesa, abrindo três pontos de vantagem (4 a 1), mantendo a distância até o primeiro tempo técnico (8 a 5). Com tranqüilidade, e liderado pelos veteranos Anderson e Nalbert, o Brasil controlava a partida e mantinha os venezuelanos à distância no placar. com um belo bloqueio de Sidão no meio, o Brasil chegou ao segundo tempo técnico com vantagem de seis pontos (16 a 10). A desvantagem no placar acirrou os ânimos dos venezuelanos, e Ronald Mendez discutiu com Marlon na rede após um bloqueio que Sidão comemorou quando, na verdade, a bola havia passado e caído na quadra brasileira.

Com os ânimos serenados, o Brasil continuou a ser superior à Venezuela, e abriu 24 a 13 com incríveis três aces seguidos de Marlon, que vibrou muito. Nitidamente sentindo a derrota no segundo set, os donos da casa não conseguiram recuperar-se no terceiro set, que foi vencido por 25 a 13 em 21 minutos com um erro de ataque de Luis, que tocou na rede e invadiu a quadra brasileira.

O quarto set foi muito semelhante ao terceiro. Com boa atuação no início, e contando com a instabilidade emocional dos venezuelanos, que mais uma vez não conseguiram esquecer a derrota no set anterior, o Brasil abriu uma boa vantagem, chegando ao primeiro tempo técnico à frente no placar (8 a 5). Uma cena mostrou claramente o quanto a Venezuela estava perdida em quadra: perdendo por 13 a 11, os venezuelanos Rojas e Diaz foram para a mesma bola, e chocaram-se no ar, errando o ataque e concedendo um ponto de graça para o Brasil. No segundo tempo técnico, vitória brasileira por 16 a 13.



No restante do set, o Brasil controlou o jogo e, com muita tranqüilidade, preocupou-se com os seus ataques para fechar o set por 25 a 20, em 23 minutos, vencendo a segunda partida contra os rivais sul-americanos.

Final da Eurocopa:Alemanha X Espanha


Espanha vence a Alemanha e conquista a Eurocopa pela segunda vez na história


A Espanha venceu a Alemanha por 1 a 0 neste domingo, no estádio Ernst Happel, em Viena, e conquistou a Eurocopa pela segunda vez em sua história. O gol que deu o caneco à Fúria e quebrou o jejum de 44 anos sem título da competição foi marcado por Fernando Torres. Destaque também para o volante Marcos Senna, que teve boa atuação e se tornou o primeiro brasileiro campeão da Euro.



Assim como havia feito contra Portugal, a Alemanha não tomou conhecimento e dominou os primeiros 20 minutos do confronto. Marcando no campo da Espanha e forçando o erro na saída de bola, o time de Joachim Löw ameaçou o gol de Casillas. Pelo lado esquerdo, Podolski fazia boa dupla com Lahm, sempre utilizando as jogadas em velocidade. Pelo lado direito, o mesmo acontecia com Schweinsteiger.


O grande problema alemão era Ballack, liberado pelos médicos momentos antes de a bola rolar. O grande astro do time não fez um bom primeiro tempo. Aliás, não fez boa partida. As dores musculares na panturrilha direita que o tiraram do treino de sábado podem ter atrapalhado, mas pode ter sido apenas má atuação. Ainda assim, o esquadrão alemão teve duas boas chances, com Klose e Podolski.

A Espanha foi se encontrando na partida. Sem David Villa, o artilheiro do time, o técnico Luis Aragonés decidiu fortalecer o meio-campo com a entrada de Fábregas. A decisão deu certo. O time teve mais poder de marcação, mas continuou sendo envolvente nas trocas de passes.

Aos 22, em uma jogada pela direita, a Fúria teve o primeiro grande lance de perigo da partida. Sergio Ramos recebeu de Fábregas e cruzou na cabeça de Fernando Torres. O matador ganhou de Metzelder e, de cabeça, acertou o pé da trave de Lehmann.

O lance foi uma espécie de aviso. Dez minutos depois, Xavi lançou Fernando Torres nas costas de Lahm. O atacante ganhou do lateral na corrida e, aproveitando um momento de indecisão de Lehmann, tocou por cima do goleiro, para colocar a Espanha na frente.

Alemanha cansa no fim

Os primeiros minutos do segundo tempo indicaram que o cenário continuaria o mesmo, porque a Espanha seguiu mais arrumada e perigosa. Comandada por Xavi, o melhor espanhol em campo, a Fúria seguiu assustando. Aos 9, com David Silva, perdeu uma grande chance em chute forte e cruzado.



Mas a Alemanha não estava morta na decisão e aos poucos foi igualando as ações. , Schweinsteiger era o principal organizador do time, que contou com uma pequena, porém ainda discreta, melhora de Ballack na etapa final. Sentindo o crescimento adversário, o técnico da Espanha, Luis Aragonés, tirou dois meias ofensivos, Fábregas e Silva, e lançou Xabi Alonso, de mais marcação, e o habilidoso Cazorla.



A Espanha ficou mais cautelosa, porém ainda assim perigosa nos contra-ataques. Mesmo isolado, Fernando Torres incomodava demais na frente por causa da intensa movimentação. E a Alemanha sentiu o cansaço. Errou muitos passes e não teve força para penetrar na defesa adversária. A Fúria administrou o resultado, quebrando um jejum de 44 anos sem um título da Eurocopa.





Ficha técnica:
ALEMANHA 0 x 1 ESPANHA
ALEMANHA
Lehmann; Friedrich, Metzelder, Mertesacker e Lahm (Jansen); Torsten Frings, Hitzlsperger (Kuranyi), Ballack, Schweinsteiger e Lucas Podolski; Klose (Mario Gómez).
Técnico: Joachim Löw.
ESPANHA
Casillas; Sergio Ramos, Marchena, Puyol e Capdevila; Marcos Senna; Iniesta, Xavi, Fábregas (Xabi Alonso) e David Silva (Cazorla); Fernando Torres (Guiza).
Técnico: Luis Aragonés.
Gols: Fernando Torres, aos 32 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Ballack e Kuranyi (Alemanha); Casillas e Fernando Torres (Espanha)
Estádio: Ernst Happel, em Viena. Data: 29/06/2008.
Árbitro: Roberto Rosetti (Itália).
Auxiliares: Alessandro Griselli e Paolo Calcagno, ambos da Itália.

SPORTS HISTORY BRASIL:Atlético-PR

O Clube Atlético Paranaense é um clube de futebol brasileiro de Curitiba, estado do Paraná. Foi fundado em 21 de março de 1924 a partir da "fusão" do Internacional Futebol Clube e do América Futebol Clube do Paraná.

Conhecido como Furacão, é o campeão brasileiro de 2001 e vice da Copa Libertadores em 2005. O Atlético é o dono do estádio Arena da Baixada, oficialmente Estádio Joaquim Américo, considerado um dos mais moderno da América Latina, além também de possuir o CT do Caju, um dos mais modernos Centro de Treinamentos do Brasil.


História

No ano de 1912, em 22 de maio, Joaquim Américo Guimarães, neto do Visconde de Nacar, um grande desportista, reuniu um grupo de amigos e resolveu fundar um clube de futebol. Deram o nome de International Foot-Ball Club, o que teria as cores preta e branca no seu uniforme. Dentre os fundadores destacavam-se Agostinho Ermelino de Leão Junior, Hugo Mader, Nestor Arouca, Ernest Siegel e Ernesto Dobler, membros da primeira diretoria eleita. Para capitão da equipe foi aclamado Edgard Torres e para 2º capitão Luiz de Paiva. Logo a agremiação conseguiu muitos associados. Aos domingos, num terreno alugado ( pertencia à família Hauer), na baixada da Água Verde, os jovens faziam torneios, reunindo até 9 equipes. Assim o futebol cresceu dentro do International. Uma dessas equipes, em 24 de maio de 1914, resolveu também se tornar independente. Tendo como presidente o Cap. Augusto do Rego Barros, surgia o América Futebol Clube, utilizando as cores vermelha e branca no uniforme.Em 21 de março de 1924, os diretores do International e do América reuniram-se para discutir uma fusão dos dois clubes, assunto que vinha sendo comentado há mais de um ano. Depois de muita conversa, resolveram se unir e, assim, surgiu o CLUB ATHLÉTICO PARANAENSE.

O Primeiro Jogo

A primeira partida de futebol (amistosa) que a nova agremiação realizou foi no dia 06 de Abril de 1924, contra o Universal FC. e obteve vitória por 4x2. O Atlético jogou com Tapyr, Marrecão e Ferrário; Franico, Lourival e Malello; Smythe, Ari, Marreco, Maneco e Motta. Os gols foram marcados por Marreco, Ari (2) e Malello. O árbitro foi José Falcine, atleta do Savóia, que mais tarde jogou no rubro-negro.

Década de 20

Com a união de forças, o Clube Atlético Paranaense ficou uma equipe reforçada e pôde fazer frente aos mais temíveis esquadrões existentes como o Britânia, o Savóia, o Palestra Itália e o Coritiba. Realizando uma Campanha brilhante, Atlético conquistava seu primeiro título de campeão paranaense em 1925. Após ser vice-campeão por 3 anos seguidos (1926, 1927 e 1928), o Atlético voltou a vestir a faixa de campeão em 1929.

Década de 30

O Atlético era a melhor equipe do futebol paranaense no início dos anos 30. Mantendo os mesmos jogadores que haviam se sagrado campeões em 1929, os reforços de Chumbinho e Érico, o Atlético tornou-se uma equipe que se impôs aos adversários. Em 1930, ganhou o título com uma espetacular vitória sobre o Coritiba por 3x2. Outro feito notável nesse ano, aconteceu no dia 21 de julho, quando em partida amistosa venceu o poderoso Corinthians por 1x0, gol de Marreco, uma grande conquista para o Atlético. Em 1934, o Atlético já era proprietário ,em definitivo, do terreno da Baixada da Água Verde, eo estádio passou a ser deniminado de Joaquim Américo Guimarães, sugestão de Alcídio Abreu, para homenagear o grande desportista que havia morrido em 1917. Nesse ano, após tropeçar em 1931, 1932 e 1933, o rubro-negro voltou a ter uma equipe competitiva e fez bonito, sagrou-se campeão paranaense de 1934. Na equipe campeã desse ano figurava como goleiro o jovem "Caju", que viria a ser o maior ídolo de todos os tempos da torcida atleticana. Em 1936, com apenas 12 anos de existência, o Atlético conquistava seu quinto título paranaense, e dessa vez, de forma invicta.

Década de 40 - Surgia o Furacão

O campeonato de 1940 foi muito disputado. Atlético e o Ferroviário lideraram o certame. O tricolor ferroviário conquistou o 1º turno, enquanto o Atlético laureou-se no segundo. Era preciso uma decisão em "melhor de três pontos" para se conhecer o campeão. Em virtude de uma confusão acontecida no último jogo do returno, estava empatado o clássico em 2x2, quando o ferroviário fez um gol, prontamente anulado pelo árbitro em razão de um impedimento. O Ferroviário não se conformou e abandonou o campo aos 35 minutos do 2º tempo. O Tribunal de Justiça da Federação Paranaense de Futebol, julgando o caso, deu vitória ao Atlético - 3x2 - pois o ferroviário se negara a continuar jogando. Este motivo anulou a "melhor de três". O ferroviário ficou 180 dias suspenso e o Atlético foi considerado campeão paranaense de 1940. Em 1943, o Atlético trouxe para o elenco o técnico e dois jogadores da seleção paraguaia. Com a equipe reforçada e com mais qualidade , o rubro-negro voltou a mandar no campeonato. Dois turnos bem disputados. Coritiba campeão do 1º turno e Atlético do 2º. De novo uma "melhor de três pontos" teria que acontecer, o Atlético venceu os dois Atletibas por 3x2 e a torcida festejou com muito entusiasmo o título de campeão com numa memorável festa em Curitiba. A rivalidade entre Atlético e Coritiba andava em alta. Por duas vezes nos anos 40 haviam decidido o título. Uma vitória para cada lado. Em 1945, o campeonato seria decidido no maior clássico do futebol paranaense. O Atlético foi campeão do 1º turno de forma invicta. O Coritiba foi o campeão do 2º turno. Seria realizada uma "melhor de três" para decidir o título. Foram partidas para entrarem na história do futebol paranaense. O Coritiba venceu a primeira por 2x1, no Belfort Duarte (Atual Couto Pereira. A segunda foi vencida pelo Atlético, na Baixada, por 5x4. A terceira partida foi marcada para o Estádio Belfort Duarte. Foi um jogo muito disputado. Terminou empatado no tempo normal - 1x1. O jogo foi para a prorrogação. Aos 7 minutos o atacante Xavier, do Atlético, fez o gol da vitória. Coritiba 1x2 Atlético. A torcida fez uma das maiores festas, com carreatas, fogós de artifício e cânticos até o raiar do sol. Em 1949, o Atlético foi um "FURACÃO" que passou pelos campos do Paraná. Arrasou todos os adversários com placares acima de 4 gols. As manchetes dos jornais só flavam do "furacão" rubro-negro que liquidava as equipes adversárias sempre com goleadas, ganhou 11 partidas seguidas (recorde quebrado apenas 49 anos depois), e tornando-se campeão paranaense de 1949.


Era dos jejuns (1950-1981)

Depois de conquistar facilmente o campeonato paranaense de 1949, o Atlético-PR despencou terrivelmente, no início do ano 1950, que acabou apenas em 1982, período em que o torcedor atleticano quer esquecer.No total, O Atlético só conquistou 2 títulos nesse período: Paranaense de 1958 e de 1970. Mas o pior estava por vir, em 1967 a situação financeira do clube despencou, e com uma campanha de somente 3 vitórias 11 empates e 14 derrotas, o Atlético-PR foi rebaixado para a segunda divisão do paranaense de 1967. Quando surge Jofre Cabral e Silva que conseguiu tirar o time da segunda divisão e deu ânimo para os jogadores rubro-negros, que voltaram com tudo no paranaense de 1968. Mas ele acabou morrendo devido a um infarto, durante uma partida do clube Ele Falou a Famosa Frase antes de falecer "NUNCA DEIXEM O MEU ATLÉTICO MORRER". Com o moral baixo, o Atlético não conseguiu vencer o paranaense daquele ano. Em 1970, o Atlético contratou Djalma Santos, campeão mundial pelo Brasil em 1962 e conquistou o título de campeonato paranaense do mesmo ano, goleando o Seleto por 4x1 jogando fora de casa. Depois, o Atlético voltou a "pifar" novamente, sem conquistar um título até 1982, onde uma equipe com os jogadores Washington e Assis, até hoje ídolo da torcida atleticana. Assim, o rubro-negro paranaense nunca mais até hoje passou por outro desses jejuns.

Era da revolução (1995-tempos atuais)

Em 1995 depois de perder de 5 a 1 para seu rival (Coritiba), assumiu uma nova diretoria, onde lançaram o "Atlético Total" um novo projeto estratégico do clube e começou bem, o Atlético voltou à série A em 1996, ficando em 8° colocado. Em 1997 o antigo estádio Joaquim Américo foi derrubado para a construção do estádio considerado como o mais moderno da América Latina. Em 2004 foi firmada uma parceria com a empresa fabricante de aparelhos celulares coreana Kyocera, renomeando o estádio para Kyocera Arena. Em 2005, após 10 anos de contenda judicial, o Atlético firmou acordo assumindo definitivamente o direito de uso do terreno vizinho (que é sua propriedade desde os anos 90). O Atlético foi o primeiro clube paranaense a participar do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, atual Campeonato Brasileiro. Em 2001, o Atlético Paranaense vence seu primeiro Campeonato Brasileiro (final contra o São Caetano, onde ganhou por 4x2 e 1x0) e em 2004 foi vice, com o artilheiro Washington marcando um recorde histórico de 34 gols numa única edição do Campenato Brasileiro. Em 2001, o grande nome dos jogos foi o artilheiro Alex Mineiro. Recentemente, um episódio inusitado entrou para a história do futebol nacional. Classificado, à final da Libertadores de 2005, o clube não pôde fazer o 1º jogo da decisão em seu estádio, que mesmo sendo considerado como o mais moderno da América Latina, não possui a capacidade mínima de 40 mil lugares exigida pelo regulamento, problema este que será suprido após a finalização da Kyocera Arena. Assim, o Atlético precisou mandar a partida no Estádio Beira-Rio, pertencente ao Internacional de Porto Alegre, onde empatou por 1x1. Na segunda partida, no estádio do Morumbi, o Atlético não teve forças e sucumbiu ao time do São Paulo, diante de mais de 70 mil torcedores, pelo placar de 4x0, perdendo o título da Copa Libertadores. O Atlético Participou de três Copas Libertadores da América, em 2000, 2002 e 2005. O Atlético foi o primeiro time paranaense a passar para a fase final da competição. Na Copa Sul-Americana de 2006, o Atlético também fez uma boa campanha, passando pelo Paraná Clube, River Plate e Nacional do Uruguai, chegando à semifinal do torneio, onde foi eliminado pelo Pachuca. Em 2008, o Atlético quebrou o recorde de vitórias seguidas do "FURACÃO DE 49", ganhou 13 partidas seguidas, porém perdeu a final para o rival Coritiba.

Hino

Em 1968, a melodia do hino oficial do Atlético foi gravada pela Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Em concurso realizado pela Rádio Record de São Paulo, foi cantando pelo conjunto “Titulares do Ritmo” e eleito na ocasião o hino de futebol mais bonito do Brasil.


Jogos memoráveis

Alguns jogos em que a torcida gosta de lembrar e os jogos foram emocionantes:

* Atlético 4x4 Colorado - 1978
* Atlético 3x0 Santos - 1996
* Atlético 6x2 Sport - 1996
* Atlético 3x2 Flamengo - 1999
* Atlético 4x1 São Paulo - 1999
* Atlético 3x2 Flamengo - 2001
* Atlético 3x2 Fluminense - 2001
* Atlético 4x2 São Caetano - 2001
* São Caetano 0x1 Atlético - 2001
* Corinthians 2x3 Atlético - 2003
* Corinthians 0x5 Atlético - 2004
* Atlético 6x0 Goiás - 2004
* Atlético 2x1 Flamengo - 2004
* Atlético 5x2 São Caetano - 2004
* Santos 0x2 Atlético - 2005
* Atlético 7x2 Vasco - 2005
* Atlético 5x4 Cruzeiro - 2005
* Figueirense 3x3 Atlético - 2006
* Fortaleza 3x4 Atlético - 2006
* Atlético 6x4 Vasco - 2006


Títulos
Campeonato Brasileiro:
* Série A - 2001
* Série B - 1995
Campeonato Paranaense: 21 vezes (1925, 1929, 1930, 1934, 1936, 1940, 1943, 1945, 1949, 1958, 1970, 1982, 1983, 1985, 1988, 1990, 1998, 2000, 2001, 2002 e 2005).

Semana q vem teremos o Figueirense.