domingo, 6 de julho de 2008

9 Rodada:Série A

ATLÉTICO-MG 1X1 PALMEIRAS
Verdão sofre com desfalques, arranca empate contra o Galo, mas deixa o G4

Mesmo com muitas dificuldades por causa dos desfalques, o Palmeiras conseguiu um empate em 1 a 1 com o Atlético-MG no Mineirão, neste domingo. Diante das circunstâncias, o resultado acabou sendo bom para a equipe paulista, que foi pressionada durante boa parte do jogo. Por outro lado, com apenas um ponto conquistado, o time de Vanderlei Luxemburgo, com 17, cai para quinto e deixa a zona de classificação para a Taça Libertadores. Já o Galo, com 11, desce uma posição e está em 14º.



O time paulista entrou em campo sem o meia Valdivia e o atacante Kléber, ambos suspensos, os zagueiros Gustavo, Deivid e o lateral-direito Elder Granja, lesionados, além do lateral-esquerdo Leandro que discute sua renovação de contrato.



Só dá Galo no primeiro tempo



O Atlético impôs um ritmo alucinante à partida desde o início. Tanto que com dez minutos de bola rolando, o goleiro Marcos já havia operado um milagre numa cabeçada do seu xará do Galo, aos quatro, e ainda viu a bola bater em sua trave direita, num chute de Eduardo, aos dez.



De tanto insistir, a equipe mineira acabou abrindo o placar aos 11. Danilinho cobrou escanteio da direita e Eduardo subiu mais que a zaga palmeirense para escorar de cabeça no canto esquerdo. Marcos nem pôde esboçar reação .



Aos poucos, o Palmeiras foi se assentando em campo, diminuindo a pressão adversária. No entanto, apesar de ter a bola nos pés, o time de Vanderlei Luxemburgo não conseguia criar alguma jogada mais perigosa. Sem seu principal armador, o chileno Valdivia, o Verdão foi um time sem criatividade.



Somente aos 25 é que a equipe do Palestra Itália conseguiu acertar um cruzamento na área. Alex Mineiro disputou no alto com Vinícius e acertou uma cotovelada na cabeça do zagueiro, que sofreu um corte profundo e teve de ser substituído, pois os médicos não conseguiram estancar o sangramento.


O domínio da posse de bola não significou muita coisa para o Verdão, já que o Galo, marcando forte, conseguia retomá-la para explorar contra-ataques. As descidas de César Prates pela esquerda incomodaram muito os paulistas. O lateral do Galo levou vantagem na disputa com Fabinho Capixaba, lateral-direito do Palmeiras, na maior parte da primeira etapa.


Perigoso, o Galo perdeu grande chance para ampliar. Aos 31, a bola é cruzada da esquerda. O lateral palmeirense Jefferson dá uma voadora e acerta o rosto de Eduardo dentro da área. Pênalti. Na cobrança, aos 33, Renan arrisca a paradinha, mas pega mal na bola e chuta fraco, rasteiro, no canto direito. Marcos pula e pega.



Somente aos 43 minutos é que o goleiro Edson, do Galo, teve trabalho. Diego Souza cobrou falta de longe. A bola saiu rasteira e o camisa 1 teve trabalho para encaixá-la.



Ainda havia tempo para o Galo ameaçar. Marcando mal, o Palmeiras viu Danilinho entrar em sua área driblando quem apareceu em sua frente, aos 44. Quando o atacante finalmente foi travado, a bola sobrou para o boliviano Castillo emendar de esquerda. O goleiro do Verdão salvou com a ponta dos dedos.





Diego salva





No segundo tempo, as deficiências do Palmeiras continuaram evidentes. Sem um pingo de lucidez no meio-de-campo, o time paulista abusou dos erros de passe e deu chance para o Atlético atacar sempre com perigo. Tanto que Marcos trabalhou mais que o seu colega Edson.



Logo aos nove minutos, o goleiro pentacampeão defendeu um chute à queima roupa de Eduardo. O Galo continuou em cima, mas foi diminuindo o ritmo aos poucos. O Palmeiras só conseguia ameaçar em jogadas de bola parada. Como numa cobrança de falta de Gladstone aos 30. A bola passou por cima.



Aos 35, César Prates, que fazia uma boa partida, deu mancada ao chutar a bola para longe depois que o juiz havia parado jogo marcando uma falta. Como já tinha o amarelo, acabou sendo expulso de campo numa jogada infantil.



Na seqüência, aos 36, Diego Souza cobrou falta de pé direito, com muita precisão, e acertou o ângulo direito. Um golaço. Mesmo jogando mal, o Verdão igualava o placar .


Com um jogador a mais, o Palmeiras teve espaço para atacar, mas não conseguiu se aproveitar. Aos 43, Denílson recebeu livre pela esquerda e em vez de tentar um chute firme, optou por um toquinho para encobrir o goleiro. Abusou e errou. Já o Galo, mais na base da vontade, tentou sair para o ataque, mas faltou capricho nos passes.





Ficha técnica:
ATLÉTICO-MG 1 x 1 PALMEIRAS
ATLÉTICO-MG
Edson, Mariano, Marcos, Vinícius (Welton Felipe) e César Prates; Serginho, Renan, Márcio Araújo e Castillo (Elton); Danilinho e Eduardo (Rafael).
Técnico: Gallo.
PALMEIRAS
Marcos, Fabinho Capixaba, Jeci, Gladstone e Jefferson; Pierre, Martinez (Jorge Preá), Léo Lima (Denílson) e Diego Souza; Lenny (Evandro) e Alex Mineiro.
Técnico: V. Luxemburgo.
Gols: Eduardo, aos 11 minutos do primeiro tempo, Diego Souza, aos 36 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Pierre, Jeci, Martinez (Palmeiras), César Prates, Marcos, Serginho (Atlético-MG).
Cartão vermelho: César Prates (Atlético-MG)
Público: . Renda: .
Estádio: Mineirão. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR/Fifa).
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (RN/Fifa) e Claudemir Maffessoni (SC).


PORTUGUESA 1X2 VITÓRIA
Gol aos 9 segundos leva o Vitória ao G4


A Portuguesa vinha de uma seqüência de três partidas sem levar gols. Mas, neste domingo, no Canindé, o Vitória balançou a rede da Lusa logo no primeiro lance do jogo. O gol-relâmpago de Dinei, aos nove segundos, foi o segundo mais rápido da história do Campeonato Brasileiro. E ele só abriu caminho para o placar de 2 a 1. Com o resultado, o Vitória subiu uma posição, ultrapassou o Palmeiras, que empatou com Atlético Mineiro, e entrou no G4, o grupo dos times que se classificam para a Taça Libertadores da América.



O Vitória começou arrasador. Assim que o árbitro Djalma Beltrami apitou o início da partida, os jogadores da Portuguesa se atrapalharam na saída e Willians aproveitou para roubar a bola. Ele avançou, ainda se livrou de um marcador e rolou para o lado para Dinei acertar o alvo da entrada da área.



O lance deu um baque na Lusa. O Rubro-Negro continuou pressionando e chegava com facilidade ao gol de André Luís. E após algumas investidas o time baiano marcou o segundo. Aos 15 minutos, Marquinhos rolou para Ramon, que invadiu a área como quis e tocou na saída do goleiro.

A Lusa, que passou por Santos, Botafogo e Atlético Paranaense sem levar gols, já tinha levado dois do Vitória nos primeiros minutos. E o visitante não parava de atacar. O primeiro tempo terminou 2 a 0, mas não seria nenhum exagero se terminasse 4 a 0... Só deu Vitória.



Expulsão no Vitória anima a Lusa


Na volta do intervalo, o técnico da Portuguesa, Vagner Benazzi, trocou dois de uma vez: tirou Dias e Washington e mandou a campo Carlos Alberto e Rogério. Seu xará, Vagner Benazzi, pela tranqüilidade do marcador, demorou um pouco mais para mexer. O treinador do Vitória esperou para ver como reagiria a Lusa após as mexidas: Dinei e Ramon deram lugar para Rodrigão e Ricardinho.



O Vitória ficou com um jogador a menos aos 15 minutos do segundo tempo, quando Marco Aurélio, que já tinha cartão amarelo, tentou usar a mão para completar um cruzamento para o gol e recebeu vermelho. A expulsão animou a Portuguesa, que, mais na base da raça e da vontade, tentou equilibrar a partida. Aos 29 minutos, Vaguinho, impedido, conseguiu descontar.

Os últimos minutos foram de desespero para a Lusa, que foi para cima, até teve chance de empatar, mas não conseguiu superar Viáfara. Com o resultado, o Vitória chega aos 17 pontos e, em termos de pontuação, só está atrás do líder Flamengo (22). Empatado com Grêmio, Cruzeiro e Palmeiras, fica a frente do time paulista, mas atrás do gaúcho e do mineiro nos critérios de desempate.



FICHA TÉCNICA:
PORTUGUESA 1 X 2 VITÓRIA
PORTUGUESA
André Luís, Patrício, Bruno Rodrigo, Halisson e Bruno Recife (Sandro); Dias (Carlos Alberto), Gavilán, Edon e Preto; Washington (Rogério) e Vaguinho.
Técnico: Vagner Benazzi
VITÓRIA
Viáfara, Marco Aurélio, Thiago Gomes, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Vanderson, Renan, Ramon (Ricardinho) e Willians; Dinei (Rodrigão) e Marquinhos (Jackson).
Técnico: Vágner Mancini
Gols: Dinei, aos 9 segundos, e Ramon, aos 15 minutos do primeiro tempo; Vaguinho, aos 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Washington (Portuguesa); Viáfara e Anderson Martins (Vitória). Cartão vermelho: Marco Aurélio (Vitória).
Público: 4.420. Renda: R$ 64.413,00.
Estádio: Canindé. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Djalma Beltrami (RJ/Fifa).
Auxiliares: Roberto Braatz (PR/Fifa) e Jair Albano Felix (MG).


FIGUEIRENSE 2X1 VASCO
Figueira vence o Vasco de virada com presença ilustre de Dinamite


O Figueirense aproveitou o mando de campo e derrotou o Vasco por 2 a 1, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, mantendo a sua invencibilidade dentro de casa neste Campeonato Brasileiro. Com a presença do presidente Roberto Dinamite no estádio e à volta da camisa 11, utilizada por Leandro Amaral, o time da Colina errou duas vezes em seu setor defensivo e foi castigado com dois gols de Cleiton Xavier. Rodrigo Antônio marcou para os cariocas.



Com o resultado, o time da Colina permaneceu com dez pontos. Os catarinenses passaram ultrapassaram os cariocas e chegaram aos 12. Na próxima rodada, o Figueirense vai pegar o Palmeiras, em São Paulo. O Vasco tem pela frente o Sport, em São Januário. As duas partidas vão ser na próxima quinta-feira.



Tiago salva o Vasco no primeiro tempo



O primeiro lance de destaque da partida aconteceu aos cinco minutos. Após um lançamento em profundidade, Tiago se antecipou ao atacante Tadeu e saiu jogando. Na seqüência do lance, deu um drible desconcertante em Edu Salles para posteriormente dar um chutão para o ataque.



Com poucas oportunidades de gol, o início da partida foi marcado por muita correria de ambos os lados. Só aos 19 minutos, uma chance clara de gol. Morais tabelou com Edmundo, que tocou para Leandro Amaral dentro da área. O atacante dominou e tocou na saída do goleiro, a bola caprichosamente bateu na trave do goleiro Wilson, que ficou apenas olhando.



Sob o olhar do presidente Roberto Dinamite, o Vasco parecia mais próximo do gol. Aos 21, mais uma oportunidade para os cariocas. Edmundo cobrou falta na cabeça de Vílson, que tocou para Leandro Amaral dentro da área. O atacante ajeitou para Jean, travado na hora do chute. Dois minutos depois, Tadeu passou por Vílson e chutou para boa defesa de Tiago.



Aos 25, Tiago fez um milagre. Em cobrança de falta de Cleiton Xavier, o goleiro fez uma belíssima defesa e na sobra tirou com o pé no momento em que Tadeu colocaria a bola para dentro da rede do Vasco. Dois minutos, o time da Colina assustou novamente. Após escanteio, a bola sobrou para Leandro Amaral dentro da área. O jogador chutou forte e a bola desviou na zaga.



Aos 35, em uma falha de posicionamento da defesa vascaína, Tadeu entrou livre na grande área e foi derrubado por Tiago, pênalti para o Figueira. Na cobrança, Cleiton Xavier bateu mal e o goleiro cruzmaltino fez a defesa com tranqüilidade. Aos 44 minutos, o Vasco abriu o marcador. Morais cobrou falta da direita, a bola sobrou para Leandro Amaral, que acertou novamente a trave do Figueira. Na sobra, Rodrigo Antônio abriu o marcador para os cariocas.



Cleiton Xavier marca duas vezes e dá vitória ao Figueira





O Figueirense voltou para etapa final disposto a empatar o jogo, mas o Vasco começou um pouco melhor, tendo uma maior posse de bola e assustando em cobranças de falta. Porém, aos cinco minutos, os catarinenses tiveram uma chance de ouro com Bruno Aguiar. Após cobrança de escanteio, o zagueiro cabeceou e o goleiro Tiago voltou a salvar o time carioca.



Aos 13, Diogo chegou à linha de fundo e cruzou para Ricardinho, que acabara de entrar. O atacante recebeu dentro da área, sozinho, e chutou para fora. O jogo seguiu movimentado, com bons lances para ambos os lados. Quatro minutos depois, o Vasco foi quem assustou. Leandro Amaral tocou para Edmundo dentro da área. O Animal foi travado e a bola sobrou para Morais. O meia colocou por cima do goleiro Wilson, que fez uma linda defesa.



O Figueira seguiu tentando o empate. Aos 19, após cobrança de escanteio, Tiago se antecipou ao zagueiro Bruno Aguiar e salvou novamente o Vasco. Aos 28, Edmundo cobrou falta da intermediária e acertou uma bomba no travessão de Wilson, que chegou atrasado na bola. No minuto seguinte, o Animal recebeu dentro da área e foi solado pelo adversário. Jogada perigosa dentro da área do time catarinense. O camisa 10 cobrou em cima da barreira.



No entanto, o Figueira chegou ao empate aos 32 minutos. Após cobrança de falta de Rodrigo Fabri, a bola foi cortada para a entrada da área e sobrou para Cleiton Xavier, que acertou um belo sem-pulo para empatar a partida. Nove minutos depois, o mesmo Fabri fez uma bela jogada pela direita e cruzou na cabeça de Claiton Xavier, que fez o gol da vitória catarinense e o seu segundo na partida.



Ficha técnica:
FIGUEIRENSE 2 x 1 VASCO
FIGUEIRENSE
Wilson, Anderson Luiz, Bruno Perone, Bruno Aguiar e Leandro Soares (Rodrigo Fabri); Diogo, Magal, Marquinho e Cleiton Xavier; Edu Salles (Rafael Coelho) e Tadeu (Ricardinho).
Técnico: PC Gusmão.
VASCO
Tiago, Rodrigo Antônio, Eduardo Luiz e Vílson; Wagner Diniz, Jonílson (Mateus), Morais, Jean (Alex Teixeira) e Pablo; Leandro Amaral e Edmundo.
Técnico: Antônio Lopes.
Gols: Rodrigo Antônio, aos 44 minutos do primeiro tempo; Cleiton Xavier, aos 32 minutos, Cleiton Xavier, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Rodrigo Antônio (V), Bruno Aguiar (F), Tiago (V), Leandro Soares (F), Vílson (V).
Estádio: Orlando Scarpelli. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP).
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP-Fifa) e Márcio Luiz Augusto (SP).


INTERNACIONAL 3X0 CORITIBA
Taison e Alex comandam vitória do Inter: 3 a 0 sobre o Coxa

Taison, nome de boxeador e futebol de moleque atrevido, maltratou o Coritiba e deixou tudo pronto para Alex nocautear o adversário na tarde deste domingo, no Beira-Rio. Amplamente superior, o Colorado aproveitou a jornada pouco inspirada do Coxa, repetiu o bom futebol do Gre-Nal, fez 3 a 0 e pode ter iniciado a tão esperada reação no Campeonato Brasileiro. Todos os gols foram de Alex.

Com a vitória, o time de Tite subiu para 11 pontos, mais perto da zona da Sul-Americana. O Coritiba segue com dez. Na próxima rodada, o Inter volta a jogar em casa, contra o Goiás. O Coxa recebe a Portuguesa. As duas partidas são na quarta-feira.



Coritiba vira sparring de Taison. Inter na frente



Instantes antes de a bola rolar, o técnico do Coritiba, Dorival Júnior, disse que não gostaria de ver sua equipe funcionando como sparring, o sujeito que, no boxe, fica apanhando para treinar o lutador. Pois foi o que aconteceu, e justamente pelos pés de um moleque chamado Taison. Aos 20 anos, o guri teve nova atuação destacada no primeiro tempo, como fizera no Gre-Nal. Infernizou a zaga paranaense e comandou o Inter nas ações ofensivas. Só não fez o gol, que saiu dos pés de Alex, aos 29 minutos.

E foi um golaço. O meia colorado, que tinha atuação de pouco brilho até então, pegou a bola pela ponta esquerda, girou para um lado, girou para o outro, deixou Alê perdido e mandou uma bomba, quase sem ângulo, fora do alcance de Edson Bastos. Golaço.

Mas o Inter não se resumiu ao gol. Antes, criou muito, e sempre com Taison. O camisa 7, nova aposta do Beira-Rio, colocou calor no Coritiba. Foi eficiente no desarme e uma peste nas arrancadas ao ataque. Só faltou um pouco mais de atenção no último passe. Nilmar foi participativo, mas pouco eficiente.

A força ofensiva dos vermelhos constrangeu o Coritiba, que ficou amarrado em seu próprio campo. Alê não sabia para qual lado correr. Ricardinho esteve discreto demais na esquerda. Leandro Donizete pouco fez. Assim, a articulação ficou resumida a Carlinhos Paraíba, em revezamento com esporádicos avanços de Tamandará pela direita e do recuo pouco frutífero de Michael. Keirrison quase morreu de solidão na frente. Resultado prático: a primeira conclusão a gol do Coxa foi só aos 36 minutos, justamente com o centroavante. Aos 44, Paraíba complicou a vida de Clemer, que defendeu em dois lances perigoso chute de fora da área.



Muda o lado, segue o panorama



A passagem do primeiro para o segundo tempo pouco mudou no panorama do jogo. O Inter continuou visivelmente superior, Taison seguiu incomodando, o Coritiba permaneceu mais discreto do que deveria.

Aos 15 minutos, Taison recebeu pelo meio e deixou a bola perfeita para Alex. O chute cruzado foi bem calibrado, mas a bola teimou em sair. Pouco antes, o mesmo Alex, de novo em jogada brilhante de Taison, havia cobrado falta sobre o gol.

Alex tentou uma vez, tentou duas vezes, e alcançou na terceira. Ele cobrou, com paradinha, pênalti marcado sobre Nilmar. Foi aos 24. Cinco minutos depois, o terceiro ato do canhotinho. Ele pegou bola pelo meio, na intermediária, mirou a meta de Edson Bastos e mandou a bomba, certeira, impecável: 3 a 0.

O Coritiba nada mais pôde fazer. Balançado por Taison e nocauteado por Alex, não teve forçar sequer para descontar.

Ficha técnica:
INTERNACIONAL 3 x 0 CORITIBA
INTERNACIONAL
Clemer, Ricardo Lopes, Índio, Sorondo e Marcão; Edinho, Maycon, Guiñazu e Taison (Adriano); Alex (Andrezinho) e Nilmar.
Técnico: Tite
CORITIBA
Edson Bastos, Rodrigo Mancha, Felipe e Tiago Bernardes; Marcos Tamandaré, Leandro Donizete, Alê (Marlos), Carlinhos Paraíba e Ricardinho (Rubens Cardoso); Michael (Cadu) e Keirrison.
Técnico: Dorival Júnior
Gols: Alex, aos 29 minutos do primeiro tempo e aos 24 e 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Leandro Donizete, Alê, Ricardinho, Tiago Bernardes (Coritiba); Taison e Adriano(Inter)
Estádio: Beira-Rio. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP).
Auxiliares: Nilson de Souza Monção (SP) e Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP)


BOTAFOGO 2X0 GRÊMIO
Botafogo desencanta e vence o Grêmio


Parece que os papéis se inverteram. O então vice-líder Grêmio jogou como se estivesse perto da zona de rebaixamento, e o Botafogo, que estava a perigo, voltou aos velhos tempos, vencendo por 2 a 0 o Tricolor gaúcho neste domingo, no Engenhão, pelo Campeonato Brasileiro.



O resultado foi um alívio para o Alvinegro, que não vencia há três partidas e estava há duas sem marcar gols, dando maior tranqüilidade para o trabalho de Geninho. A equipe chegou a 11 pontos na tabela, subindo para a 13ª posição. O Grêmio, que continua com 17 pontos, está em terceiro, e mostrou um futebol muito abaixo do esperado.



Mal o árbitro apitou o início da partida, e o Botafogo mostrou que estava disposto a espantar a má fase de qualquer maneira. A equipe entrou em campo com uma disposição incrível, pressionando o Grêmio em seu campo de defesa. Com Perea isolado no ataque, o time gaúcho não conseguia trocar dois passes sem que a bola voltasse aos pés dos alvinegros.

O Botafogo que começou o jogo contra o Grêmio trouxe aos torcedores a lembrança daquela equipe envolvente do início da temporada. Por outro lado, os gaúchos não mostravam a postura de um vice-líder do Brasileirão, atuando de forma defensiva e usando os chutões como forma de aliviar a pressão adversária.

Depois de muito tentar, usando o rápido toque de bola e a algumas jogadas trabalhadas, o Botafogo abriu o placar de forma chorada. Túlio recebeu ótimo lançamento de Wellington Paulista no bico direito da grande área, dominou e demorou a chutar. Quando o fez, a bola tocou em Rafael Carioca, desviou, enganou o goleiro e entrou, aos 15 minutos.

Os jogadores alvinegros no banco de reservas quase entraram em campo para comemorar com os titulares, mostrando o clima de alívio.

Insatisfeito com a inoperância de sua equipe, Celso Roth colocou Marcel e André, seus dois atacantes no banco, no aquecimento. Em campo, o Tricolor tentava colocar mais a bola no chão e, com isso, conseguiu equilibrar as ações. No entanto, ainda carecia de melhor criatividade no meio-campo. Enquanto isso, o Botafogo diminuía o ritmo, embora mantivesse o domínio do jogo até o intervalo. A jogada mais efeitiva das duas equipes aconteceu aos 37 minutos, quando Jorge Henrique cabeceou rente à trave de Victor, depois de um cruzamento de Alessandro.



Grêmio melhora no segundo tempo, mas Botafogo amplia vantagem





O Grêmio voltou para o segundo tempo com Marcel no lugar do meia Rudnei. A alteração mostrou resultado logo nos primeiros minutos da segunda etapa, quando Perea teve boa oportunidade após receber lançamento nas costas de Renato Silva dentro da área. No entanto, o colombiano chutou para fora. O Botafogo continuava a atacar muito, mas mostrava estar mais exposto aos contra-golpes.



Mas antes que o Grêmio pudesse assustar, o Botafogo ampliou a vantagem no placar. Zé Carlos, em cobrança de falta pela esquerda, bateu no contra-pé de Victor e ampliou. Os reservas, enfim, entraram em campo para comemorar com a equipe. Até o goleiro Castillo deixou sua posição para dar os parabéns a Zé Carlos, que começou bem a temporada, mas caiu de produção e vinha ficando no banco.



Somente após sofrer o segundo gol o técnico Celso Roth desistiu do esquema com três zagueiros, tirando Jean. Mas o Botafogo continuava a pressionar, dessa vez investindo mais pelo lado esquerdo. O Alvinegro mantinha a pressão na saída de bola do Grêmio, garantindo o domínio da partida.



Com o placar controlado, o Botafogo passou a valorizar mais a posse de bola, esperando apenas o momento certo para atacar. O Grêmio apostava nas bolas altas, buscando principalmente o atacante Marcel. A torcida alvinegra pedia "mais um", e Wellington Paulista bem que tentou acabar com o jejum que já 14 partidas. Ele teve boa oportunidade aos 35 minuntos, mas Victor fez grande defesa. Os alvinegros reconheceram o esforço, e gritaram "Wellington Paulista, nós gostamos de você."



Como Geninho decidiu não fazer substituições até os 46 minutos do segundo tempo, a equipe preferiu se poupar, já pensando no jogo contra o Vitória, na próxima quarta-feira, em Salvador. Os gaúchos enfrentam o Santos na Vila Belmiro.



Ficha técnica:
BOTAFOGO 2 x 0 GRÊMIO
BOTAFOGO
Castillo, Renato Silva, Leandro Guerreiro e Edson; Alessandro, Túlio, Diguinho, Lucio Flavio (Thiaguinho) e Zé Carlos; Jorge Henrique e Wellington Paulista.
Técnico: Geninho.
GRÊMIO
Victor, Jean (Maylson), Thiego e Rever; Paulo Sérgio, Willian Magrão, Rafael Carioca, Rudnei (Marcel), Rodrigo Mendes (Makelele) e Hélder; Perea.
Técnico: Celso Roth.
Gols: Túlio, aos 15 minutos do primeiro tempo; Zé Carlos, aos 8 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Túlio (Botafogo); Jean, Paulo Sérgio, Rever (Grêmio).
Público: 7.436 pagantes. Renda: R$ 68.722,50.
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 06/07/2008.
Árbitro: Claudio Luciano Mercante Junior (PE).
Auxiliares: Jossemmar Diniz Moutinho (PE) e Fabiano da Silva Ramires (ES).


SÃO PAULO 1X1 IPATINGA
Gol no final faz São Paulo só empatar com o vice-lanterna Ipatinga no Morumbi


Com um gol de Luciano Mandí, aos 44 minutos do segundo tempo, o São Paulo não passou de um empate por 1 a 1 com o Ipatinga, neste domingo, no Morumbi, e se sofreu um duro revés para entrar na briga pelo sexto título do Campeonato Brasileiro.


Com mais um tropeço, o São Paulo aparece agora em sétimo lugar, com 14 pontos. Já os mineiros sobem para seis, mas seguem em situação complicada na luta contra o rebaixamento: estão em 19º, superando apenas o Fluminense, com três.



Na próxima rodada, o Tricolor vai a Recife enfrentar o Náutico, quarta-feira, às 21h45m, nos Aflitos. Já o time do Vale do Aço faz o duelo de Minas Gerais, diante do Cruzeiro, quinta-feira, às 20h30m, no Ipatingão.





Adeílson dá trabalho, mas é Borges quem marca

Quem esperava um massacre do São Paulo no primeiro tempo se surpreendeu. Ao embolar o meio-de-campo com muitos volantes, o Ipatinga atrapalhou os planos do Tricolor na criação. Para complicar ainda mais, aproveitou a avenida nas costas de Joilson e quase abriu o placar, logo aos oito minutos, quando Adeílson invadiu a área após falha de André Dias e tocou para fora na saída de Rogério Ceni.



Com Hugo atuando como um terceiro atacante pelo lado esquerdo, coube a Hernanes e aos laterais a função de armar, mas sempre com muita dificuldade pela forte marcação adversária. Na primeira chance de perigo, apenas aos 15 minutos, Joilson cruzou da direita, a defesa afastou mal e Hugo cabeceou livre nas mãos de Fred.



Apesar de jogar com três zagueiros, o São Paulo continuou tendo problemas com as rápidas descidas de Adeílson pelo lado esquerdo. Aos 17, o atacante passou com facilidade pela marcação de Alex Silva e cruzou. Porém, Neto Baiano e Márcio Gabriel não alcançaram e perderam ótima oportunidade.




Quando a etapa inicial caminhava para terminar empatada, brilhou a estrela do artilheiro Borges. Joilson cruzou da direita e o atacante pegou forte de voleio, acertando o canto direito de Fred. Golaço! Foi o quinto gol dele no Brasileirão. Três minutos mais tarde, quase o segundo. Jorge Wagner bateu falta para a área, Miranda desviou e a bola raspou a trave mineira.





Ipatinga pressiona e Luciano Mandí empata no final



No segundo tempo, o Ipatinga apostou na entrada do atacante Marinho, ex-Atlético-MG, para tentar reagir. Mas foi o São Paulo quem assustou, aos nove minutos. Após boa troca de passes, Jorge Wagner chutou sobre um zagueiro e a bola sobrou para Hugo. Livre de marcação, o jogador bateu mal na saída de Fred e mandou a bola por cima.



Dois minutos depois, Rogério Ceni apareceu para salvar o Tricolor duas vezes. Na primeira, Adeílson deixou Alex Silva sentado e soltou a bomba para o goleiro operar um verdadeiro milagre com o braço esquerdo. Na cobrança do escanteio, Gian desviou na primeira trave e o camisa 1 espalmou novamente.



Sem o mesmo ímpeto dos primeiros minutos, o São Paulo viu o Ipatinga por muito pouco não empatar, aos 25, outra vez com Adeílson. O atacante arrancou em velocidade pela intermediária, chutou forte e a bola explodiu no travessão. A resposta veio em bola parada em seguida. Jorge Wagner bateu falta e Hugo cabeceou com perigo por cima.



No final, o Ipatinga chegou ao empate. Após cobrança de escanteio, Luciano Mandí, que acabara de entrar, subiu entre os zagueiros para cabecear forte, sem chances de defesa para Rogério Ceni. Depois do lance, Zé Luis e Alex Silva trocaram empurrões e foram contidos pelo camisa 1.



O goleiro ainda fez novo milagre em chute forte de Marinho nos últimos instantes. No lance final, Hugo perdeu grande chance ao cabecear para fora ao receber livre na área. Fim de jogo e muitas vaias da torcida.



FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO 1 x 1 IPATINGA
SÃO PAULO
Rogério Ceni; Alex Silva, André Dias e Miranda; Joilson, Zé Luis, Hernanes (Richarlyson), Hugo e Jorge Wagner; Borges e Aloísio (Dagoberto).
Técnico: Muricy Ramalho.
IPATINGA
Fred, Thiago Vieira, Gian (Henrique) e Léo Oliveira; Márcio Gabriel (Marinho), Leandro Salino, Paulinho Dias, Xaves e Rodriguinho; Adeílson e Neto Baiano (Luciano Mandí).
Técnico: Ricardo Drubscky.
Gols: Borges, aos 39 minutos do primeiro tempo; Luciano Mandi, aos 44 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Alex Silva, Miranda (São Paulo); Gian (Ipatinga).
Público: 13.421 pagantes. Renda:R$ 256.375.
Estádio: Morumbi. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS).
Auxiliares: Alécio Aparecido Lezo (MS) e Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO)


GOIÁS 1X0 FLUMINENSE
Com um gol de Iarley, Goiás vence um desanimado Fluminense

O Fluminense começou a brincar no Campeonato Brasileiro. Mas a torcida tricolor não achou nem um pouco de graça. Pelo menos neste domingo, quando o time perdeu por 1 a 0 para o Goiás, gol de Iarley, no estádio Serra Dourada, em Goiânia. O jogo foi válido pela nona rodada.



Com o resultado, o time carioca segue na lanterna da competição com apenas três pontos. Já o Esmeraldino segue na zona de rebaixamento, em 17º lugar, agora com nove pontos. Na próxima quarta-feira, o Goiás vai até Porto Alegre para encarar o Internacional, no Beira-Rio. Já o Fluminense enfrenta o Atlético-PR, no Maracanã.



Após a decepção com a perda do título da Taça Libertadores na última quarta-feira, o Fluminense pela primeira vez jogou com força máxima neste Brasileiro. Mas não foi tão fácil como esperava o técnico tricolor. Renato Gaúcho declarou que não estava preocupado com a lanterna porque o time "iria brincar" quando "estreasse" no campeonato. E mesmo após perder o título continental, o comandante tricolor não perdeu a modéstia e mandou os adversários ficarem preocupados já que uma das vagas na Libertadores seria do Tricolor.



Iarley abre o placar



O jogo começou com muitos erros de passe e sem emoção. O Fluminense era um pouco superior. Thiago Neves mandou uma bomba sem direção. Mas o Tricolor abusava dos cruzamentos na área e a bola parava nas mãos de Harlei.



A primeira jogada de perigo foi do Goiás. Ramalho recebeu passe na entrada da área e chutou forte. Fernando Henrique espalmou para escanteio. Logo depois, Iarley também arriscou e a bola foi para fora.



Aos poucos, o Goiás melhorou e passou a jogar com mais velocidade. Passou a dominar a partida. Aos 23 minutos, Iarley apareceu no meio da zaga tricolor e cabeceou. Fernando Henrique fez difícil defesa no canto direito. No minuto seguinte, Paulo Baier chutou rasteiro da entrada da área e a bola passou muito perto da trave. O gol acabou saindo aos 27. Iarley recebeu na entrada da área, saiu do marcador e chutou rasteiro no canto direito de Fernando Henrique: Goiás 1 a 0. Foi o terceiro gol do atacante no Brasileirão.



Após sofrer o gol, o Fluminense passou a arriscar mais. Mas tanto Conca quanto Thiago Neves estavam apagados. O Tricolor quase empatou em uma jogada de bola parada. Cruzamento para a área, Thiago Silva desviou de cabeça e a bola bateu na trave. Na sobra, Dodô soltou a bomba da marca do pênalti e Harlei defendeu com os pés.



Antes de terminar o primeiro tempo, Paulo Baier ainda teve mais uma chance com o Goiás. O meia cobrou falta no canto direito e Fernando Henrique se esticou para espalmar a bola para escanteio.



Tricolor não tem forças para reagir



O Fluminense voltou pressionando. Junior César cruzou e Cícero cabeceou para fora. Thiago Neves cobrou falta por cima do gol. Mas no contra-ataque o Goiás assustava. Vítor foi deslocado na área por Thiago Silva e o árbitro Célio Amorim errou ao não marcar o pênalti.



O técnico Renato Gaúcho resolveu, então, tirar o volante Ygor e colocar Tartá. O atacante quase empatou. Ele recebeu passe pelo meio, ajeitou para a canhota e chutou rasteiro. A bola foi para fora com muito perigo.



A resposta do Goiás foi rápida. Vitor tocou para Iarley, que dominou e girou na área. O chute passou muito perto da trave esquerda de Fernando Henrique, que ficou apenas olhando e torcendo.



Após a pressão inicial, o desânimo da perda da Libertadores parece ter tomado conta dos jogadores tricolores. O time parou de criar e parecia aceitar a derrota. Dodô, isolado na frente, quase não tocava na bola.



O Goiás ainda quase aumentou com Felipe. O atacante recebeu passe de Romerito, entrou na área e chutou forte. Fernando Henrique defendeu firme, sem rebote. E o jogo terminou. O Fluminense segue sendo o único time sem vencer no Brasileirão.



- Foram dois dias difíceis após a gente perder a Libertadores. Mas jogamos bem, fomos melhores e não merecíamos perder. Ainda vamos nos recuperar no Brasileiro - disse o capitão tricolor Luiz Alberto.



Ficha técnica:
GOIÁS 1 x 0 FLUMINENSE
GOIÁS
Harlei; Rafael Marques, Henrique e Paulo Henrique; Vitor, Ramalho, Fernando, Romerito, Paulo Baier (Fábio Bahia); Iarley (Frontini) e Alex Terra (Felipe).
Técnico: Helio dos Anjos.
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Gabriel (Rafael), Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Ygor (Tartá), Arouca (Allan), Thiago Neves e Conca; Cícero e Dodô.
Técnico: Renato Gaúcho.
Gol: Iarley aos 27 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Alex Terra, Iarley, Ramalho, Frontini, Romerito e Fernando (Goiás); Thiago Silva, Allan e Tartá (Fluminense). .
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Célio Amorim (SC).
Auxiliares: Eberval Lodetti (SC) e Luiz Fernando Irineu da Silva (MT)

Liga Mundial:Sérvia X Brasil


Brasil perde para a Sérvia e deixa escapar escrita de 8 anos de triunfos sobre o rival

A seleção brasileira enfrentou a Sérvia neste domingo, em Belgrado, em seu último jogo pela Liga Mundial fora de casa, mais uma vez com boa parte dos seus titulares. Tirando Giba e Rodrigão, que ainda seguem em recuperação e voltam a jogar somente nas etapas no Brasil, Dante, Marcelinho, André Nascimento, Gustavo e Serginho estavam em quadra. Samuel e Eder completaram o time. E com essa formação, a seleção brasileira deixou escapar a escrita de não perder para a Sérvia na 'Era Bernardinho'. De virada, oito anos de triunfos sobre o rival caíram com 3 sets a 2, com parciais de 20/25, 18/25, 25/22, 25/20 e 15/11.



Mesmo com a derrota, Bernardinho dá continuidade ao seu plano de preparar sua equipe para os Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto. Depois de poupar os titulares nos jogos contra a França e Venezuela, fora de casa, deixando-os em treinamento forte no CT de Saquarema, o técnico começa a dar ritmo e volume de jogo ao grupo principal. De acordo com as declarações dadas pelo técnico, o objetivo é fortalecer a seleção a partir de agora. Em Belo Horizonte, Goiânia e Rio de Janeiro, nas finais no Maracanãzinho, ele terá sua formação oficial.



Brasileiros começam inspirados em quadra


O Brasil começou com uma postura diferente do jogo de sexta-feira. Apesar da vitória, a seleção brasileira precisou do tie-break para somar mais pontos na Liga Mundial. Na partida deste domingo, no entanto, o time entrou em quadra mais ofensivo e com Eder, que foi uma boa mudança feita pelo técnico Bernardinho. No lugar de André Heller, o central conseguiu bons saques e mostrou domínio na rede. Além dele, Samuel iniciou o primeiro set de ponteiro no lugar de Nalbert. E confirmando a sua boa fase, soltou o braço: 25 a 20.



A Sérvia, assim como no período anterior, colocou seu time principal para jogar. O gigante Miljkovic, o capitã Grbic e o central Geric davam o ritmo da equipe dentro de quadra. Mantendo a pressão de sexta-feira, os sérvios não conseguiam parar os brasileiros. Dante, nas bolas de 3 metros, André, na saída, Samuel, na entrada, Gustavo e Eder, pelo meio, e Serginho no fundo estavam inspirados. Marcelinho soube muito bem organizar as jogadas, distribuindo bem as bolas. Assim, a seleção fechou em 25 a 18.



Cai a escrita de triunfos sobre a Sérvia na 'Era Bernardinho'



O terceiro set foi bastante equilibrado, com as seleções se revezando na frente do marcador. Nos dois tempos técnicos obrigatórios, a Sérvia esteve com a vantagem a seu favor. O Brasil se recuperou com um belo bloqueio do capitão Gustavo e um ataque fulminante de Dante. Mudanças feitas pelo técnico sérvio Igor Kolakovic fortaleceu o conjunto sérvio, que venceu: 25 a 22.



O mesmo aconteceu no quarto set. Com a modificações feitas pelo comandante sérvio, principalmente pela entrada do jovem Starovic, o Brasil não conseguiu se encontrar em quadra. Bruninho e Anderson entraram em quadra, mas a seleção continuou com dificuldades para bater a Sérvia: 25 a 20.





Mais equilíbrio no tie-break. A Sérvia abriu três pontos, mas o Brasil chegou junto no placar. André Nascimento, a esta altura da partida, já estava muito marcado no bloqueio. A solução foi explorar o bloqueio. Bruninho e Anderson entraram em quadra. Samuel cometeu alguns erros e foi substituido por Murilo. Uma sequência de saques de Gustavo pôs seu time no jogo. Mas Starovic estava tinindo e caiu com a escrita da Sérvia de oito anos sem vencer o Brasil: 15 a 11.



Sérvia
Bjelica, Miljkovic, Podrascanin , Grbic, Janic, Geric e Samardzic
Entraram: Starovic e Nikic
Técnico: Igor Kolakovic
Brasil
Gustavo, Eder, Dante, Samuel, André Nascimento, Marcelinho e Serginho
Entraram: Bruninho, Anderson e Murilo
Técnico: Bernardinho

NEW PARADA ROCK

Depois de vários dias estamos de volta neste domingo e agora vamos começar.

10-Guns n' Roses-Don't Cry



9-Pantera-Cowboys From Hell




8-The Who-My Generation




7-Ramones-Rock n' Roll High School



6-The Vines-Outthaway




5-The Hives-Tick Tick Boom



4-AC/DC-Baby Please don't Go




3-Velvet Revolver-Come on Come in



2-Black Sabbath-Paranoid




1-Led Zeppelin-Whole Lotta Love

SPORTS HISTORY BRASIL:Sport

O Sport Club do Recife é um clube brasileiro de desportos, situado na cidade do Recife, no estado de Pernambuco. Fundado em 13 de Maio de 1905, por um pernambucano que viveu por muitos anos na Inglaterra, Guilherme de Aquino Fonseca, e que regressou a Pernambuco trazendo consigo a paixão pelo novo esporte daquele país.

O Clube tem o maior patrimônio do Norte-Nordeste com uma estrutura que conta, além do estádio e centro de treinamento, com quadras de tênis, basquete, handebol, hockey e outros esportes.

Segundo algumas pesquisas, o Leão da Ilha possui a maior torcida do Nordeste, e uma das maiores do Brasil.Motivos esses, de grande orgulho para a torcida Sportista.

Tem uma rivalidade histórica com o Clube Náutico Capibaribe, donde o confronto entre ambos é conhecido como o Clássico dos Clássicos, sendo este o segundo clássico mais antigo do país, e com o Santa Cruz Futebol Clube, cujo confronto é denominado de Clássico das Multidões.


História

1905 - 1950


1905 - Fundação

13 de maio de 1905, data da fundação do Sport Club do Recife, durante concorrida a festa de inauguração deste club, comparecendo um grande número de senhoritas e cavalheiros. Constou o festival de uma partida de football em que tomaram parte sócios do Sport e do English Eleven.

1916 - Primeiro Título Estadual

Primeira vez que o Sport disputa o Pernambucano e vence o campeonato, numa final realizada no dia 16/12 contra o Santa Cruz que terminou com o placar 4x1, com gols de Mota (2), Asdrúbal e Vasconcelos. O Sport inova trazendo o zagueiro Paulino do América do Rio de Janeiro.
Time do Sport: Cavalcanti, Briant e Paulino; Town, Robson e Smerthurst; Asdrúbal, Mota, Anagam, Vasconcelos e Smith.

1917 - Primeiro Bicampeonato

O Sport, reforçado pelo atacante Ciro Werneck oriundo do Botafogo-RJ, vence de virada o Santa Cruz por 3x1 e levanta o seu primeiro bicampeonato Pernambucano. Time do bicampeonato: Cavalcanti, Briant e Paulino; William, Teague e Salazar; Hogger, Werneck, Tobias, Batista e Zé Luís.

1919 - Primeira Excursão e Criação do Escudo

Sport, como sempre pioneiro, faz uma excursão para o Belém (PA), que era então um centro de futebol mais desenvolvido. Empatou em 3x3 contra um combinado Remo-Paysandu. Em seguida, na disputa do troféu Leão do Norte, um belo troféu onde havia uma escultura de um leão, o Sport venceu o mesmo combinado por 3x2, levando o troféu, o que deixara inconformada a torcida paraense que tentou retomar o cobiçado troféu, ocasião em a cauda do leão foi partida. A partir desta conquista, foi criado o escudo rubro-negro, com um leão como símbolo. O troféu é mantido até os dias de hoje, com sua cauda partida, unida por um laço, na Sala dos Troféus, na sede do Clube.

1923/1925 - Primeiro Tricampeonato

Conquista o seu primeiro tricampeonato pernambucano. Em 1923 uma campanha quase perfeita, 12 jogos com 11 vitórias e apenas 1 derrota. Em 1924 mais uma boa campanha, 13 jogos com 11 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Fechando o tricampeonato, em 1925, o Sport soma 7 vitórias, 2 empates e 1 derrota e tinha como time-base: Jucá, Alarcon e Pedro Sá; Adhemar, Altino e Aureliano; Witham, Dubeux, Péricles, Ary e Aluízio.

1935 - A Sede

Sport compra o terreno da sua sede. A data história é 29 de novembro e o preço pago pela então chamada "Chácara da Ilha do Retiro" foi 53 contos de réis.

1937 - A Ilha do Retiro

No dia 4 de julho o Sport inaugura o estádio da Ilha do Retiro (nome dado por ter sido construido sobre uma ilha e aterrado em torno) que mais tarde viria a se chamar Adelmar Costa Carvalho, presidente nos títulos de 1955 e 1956. Foi um amistoso contra o Santa Cruz, que o Leão venceu num jogo disputado que acabou 6x5. Os destaques do jogo foram Danzi e Haroldo Praça, que marcou o gol da vitória. No dia 11 de julho houve o primeiro jogo do Campeonato Pernambucano, Sport x Tramways que acabou 2x2.

1942 - O Sport brilha em gramados do Sul

No início dos anos 40 havia uma direrença muito grande do futebol do Sudeste e do Sul para o futebol do Norte/Nordeste. Jamais um time nortista tivera a audácia de empreender uma temporada pelo Sul/Sudeste do Brasil. Em dezembro de 1941, o Sport começou a realizar sua temporada pelo Sul e Sudeste do país, que para muitos, jornalistas e até torcedores era uma excursão suicida.

O Sport jogou em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Disputou dezessete partidas, vencendo onze (5x1 América-MG, 4x2 Atlético-MG, 1x0 Britânia-PR, 4x0 Coritiba-PR, 3x1 Coritiba-PR, 5x0 Savóia-PR, 5x3 Joinville-SC, 3x2 Força e Luz-RS, 3x0 Grêmio-RS, 5x4 Vasco-RJ e 3x1 Flamengo-RJ), empatando dois (0x0 Palestra Itália-MG e 2x2 Internacional-RS) e perdendo apenas quatro jogos (1x3 Flamengo-RJ, 3x4 Santos-SP, 5x8 Juventus-SP e 1x2 Coritiba-PR).

O time do Sport impressionou a imprensa e aos clubes do Sul. Alguns de seus jogadores foram contrados para jogar em grandes clubes. Zago, Djalma e Ademir ficaram no Vasco. Magri no América-RJ. Pirombá no Flamengo e Pinhegas no Fluminense. Esta temporada ficou marcada na história do futebol pernambucano.

O plantel era o seguinte: Navamuel, Bibi, Ciscador, Walfredo, Magri, Salvador, Furlan, Mulatinho, Ademir, Manoelzinho, Pirombá, Djalma, Clóvis, Zago e Pinhegas.

1950 - 1979

1950 - Copa do Mundo

A Ilha do Retiro tem a honra de sediar uma partida válida pela Copa do Mundo de 1950 entre Chile x EUA, que acabou 5x2.

1955 - Cinquentenário

Sport é campeão no seu cinqüentenário, vencendo o Náutico por 3x2 sob o comando de Gentil Cardoso e destaques como Moreira, Traçaia, Naninho, Gringo, Soca. Time da final: Osvaldo, Bria e Pedro Matos, Osvaldinho, Eli e Pinheirense, Traçaia Naninho Gringo, Soca e Geo

1957 - Excursão pela Europa

Faz sua primeira excursão ao "Velho Mundo" e apesar das muitas dificuldades e contusões durante a viagem, conquistou resultados significativos.

1975 - Um jogo de 158 minutos

Sport vence seu 21º título pernambucano num jogo sensacional contra o Náutico. Um jogo de 158 minutos, Nos 90 minutos regulares houve uma vitória do Náutico por 1x0 sendo o empate favorecedor do Sport. Houve a primeira prorrogação, a segunda,. a terceira e só na quarta prorogação, com 158 minutos de jogo e os jogadores exaustos, Mauro caido num esforço sobre-humano chutou certeiro decretando a vitória do Sport.
Time da final: Gilberto, Cardoso Samuel Djalma e Nelsinho; Cacau e Pitta (Tovar); Amílton Rocha (Roberto), Mauro, Totonho e Darci. Téc Ênio Andrade.

1978 - Sport fora do Estadual

Sport briga com a federação pernambucana e não disputa o pernambucano deste ano. O presidente do Sport diz que “em pescoço de leão, canga não, só a Juba”. O presidente acusava a FPF de ser sempre a “campeã” nos campeonatos pernambucanos. O conselho do Sport apoiou unanimimente o presidente e o Sport não entrou na disputa.

1980 - 1989

1980 - Campeão Pernambucano

Sport vence o Santa por 2x0 quando só precisava de um empate e conquista o campeonato pernambucano com um gol de Edson, de penalti, e Roberto, numa cabeçada entre as pernas do goleiro tricolor.
Time da Final: País; Antenor, Jaime, Taborda e Romero; Givanildo, Mérica e Édson; Edu (Bill), Jorge Campos (Roberto) e Afrânio.

* Primeira reforma da Ilha

Sport inaugura a primeira reforma da ilha, levantando o setor onde hoje fica o setor de Arquibancada e as gerais e o seu placar eletrônico.

1981 - Super-Campeão

Sport vence o Náutico por 2x0 e levanta o bicampeonato Pernambucano, sendo este um supercampeonato.
Time da Final: País, Vilson, Marião, Aílton e Chico Fraga; Merica, Givanildo e Denô; Nilson (Hêider), Roberto e João Carlos (Édson). Tec: Orlando Fantoni

1982 - Terceiro Tri

Sport conquista seu terceiro tricampeonato diante de um jogo duríssimo contra o Central onde o Sport só conseguiu dobrar os caruaruenses com um gol no segundo tempo da prorrogação. Neste mesmo ano o Sport perde o seu lateral Carlos Alberto Barbosa que se sentiu mal durante o jogo, foi levado ao hospital e não resistiu.
Time da final: Serginho; Betão, Marião, Aílton e Augusto; Merica, Givanildo e Édson; Chiquinho (João Carlos), Carrasco (Roberto) e Joãozinho. Tec: Roberto Brida

1987 - SPORT, Campeão Brasileiro de 1987

Após tumultuada decisão por pênaltis, o título de 1987 do Módulo Amarelo, disputado entre Sport e Guarani foi dado ao Sport. Através de decisão do Conselho Arbitral da CBF e Clube dos 13 antes do campeonato, ficou acertado que a decisão do Título Brasileiro do ano sairia em partida decidida entre os campeões dos módulos Verde e Amarelo, onde o torneio quase não começa exclusivamente por esta questão. Clubes tradicionais como Sport Recife, Vitória-BA, Atlético-PR, Portuguesa-SP, Bangu-RJ, Guarani (atual vice) e outros não aceitavam ficar de fora do Módulo Verde e por isso a proposta do Conselho foi aprovada por todos os clubes. No final, Flamengo e Internacional, o campeão e vice do Módulo Verde não quiseram disputar o título geral com Sport e Guarani e por isso perderam seus jogos por WO. Sport e Guarani fizeram assim os dois jogos finais, 1x1 em Campinas e 1x0, para o Sport, na Ilha do Retiro, em Recife. Apesar de muitos contestarem, o STJD e o órgão maior do futebol, a FIFA, consideram o Sport campeão brasileiro de 1987 e não o Flamengo, sagrado campeão do Módulo Verde.

1988 - Campeonato Pernambucano

Sport vence mais um pernambucano ao bater o Náutico nas duas finais (1x0 no Arruda e 4x1 na Ilha do Retiro)

1988 - Libertadores da América

O Sport não se classificou para a fases seguintes da competição, terminando em 15º lugar na classificação geral. Quem se sagrou campeão foi o Nacional, do Uruguai, após derrotar o Newell's Old Boys, da Argentina.

1989 - Vice-campeão da Copa do Brasil

O Sport chega a final da 1ª Copa do Brasil, contra o Grêmio, mas fica com o vice-campeonato.

1990 - 1999

1990 - Campeão Brasileiro da 2ª Divisão

O Sport conquista o título de campeão brasileiro da 2ª Divisão e retorna à elite do futebol nacional.

1994 - Campeão do Nordeste

O Sport, comandado por Givanildo Oliveira, conquista o 28º título pernambucano e a Copa Nordeste, em Alagoas, vencendo o anfitrião CRB nos penaltis após um empate no tempo normal por 0x0.
Time da final; Jéfferson, Givaldo, Adriano, Sandro e Dedé; Dário, Chiquinho (Joca) e Juninho; Leonardo (Saulo), Fábio e Zinho.

1996 - O início do Penta

O Sport conquista o seu primeiro título de uma série de cinco consecutivos num campeonato muito movimentado, onde o Santa venceu o primeiro turno e o Sport os dois seguintes. A finalíssima tornou-se um duelo particular entre Abel Braga (treinador do Santa) e Hélio dos Anjos (treinador do Leão), que acabou levando a melhor na final com um empate de 1x1, sendo o gol do sport marcado por Luis Müller. O Sport terminou o campeonato com a brilhante marca de 22 Vitórias, 11 empates e duas derrotas (para o Central e para o Santa, em 7 de abril de 1996, depois da qual o Sport ficou 03 anos sem perder para o Santa Cruz, seu maior rival).
Jogadores que participaram da campanha: Albérico, Russo, Adriano, Chico Monte Alegre, Chiquinho, Luís Müller, Ataíde, Marcão, Marcelo, Joãozinho, Dedé, Dário, Érlon, Gaúcho, Edinan, Rogério, Pig, Givaldo, Wallace e Gilvan.

1997 - Bicampeonato

Foi um campeonato mais fácil do que o de 96, os adversários mais competitivos do Leão foram o Recife e o Porto, este último foi contra o sport disputou a final. O Sport venceu por 2x0 com gols de Leonardo e Didi. O Sport em 27 jogos venceu 18 empatou 7 e perdeu outros 2. Leonardo foi o grande detaque do Sport no torneio.Jogadores que participaram da campanha: Albérico, Marcinho, Márcio, Jackson, Juninho Petrolina, Ildo, Valdomiro, Rogério, Didi, Érlon, Wallace, Luís Müller, Saulo, Dedé, Dário, Leomar, Batistinha, Wanderley , Fabiano, Marcelão, Neto, Gláuber, Rômulo, Marcinho Sergipano, Pig, Douglas, Ricardo, Esquerdinha, Ronald, Montanha, Junior e Chico Monte Alegre.

1998 - Tricampeão Invicto

Com uma certa facilidade o sport venceu mais um campeonato o seu terceiro campeonato sendo de forma invicta, sofrendo só alguma resistencia do Porto. A final foi disputada em Caruaru e o Sport venceu com dois gols de Irani numa Ilha lotada com 57 mil pessoas, batendo o recorde de público do estádio. O destaque rubro-negro foi o meia Jackson e o nosso goleador Maurício Pantera com 10 gols.

1999 - Tetra

Um Santa Cruz mais reforçado com os argentinos Mancuso e Almandoz não conseguiu barrar a fúria do leão por mais um título Pernambucano, o tricolor chegou a vencer um turno enquanto o Sport venceu os outros dois e na final deu Sport na Ilha do Retiro por 2x1 com gols de Nildo e Leonardo.Elenco: Albérico, Bosco, Sandro Blum, Márcio, Sangalleti, Erlon, Wílson Gottardo, Saulo, Cheppo, Wallace, Juninho Rodrigues, Leandro, Vítor, Nildo, Dário, Guttemberg, Cris, Leomar, Juninho Petrolina, Irani, Dida, Rogério, Neto, Márcio Ferrari, Velasquez, Rosivaldo e Márcio Alan.

2000 - 2008

2000 - Pentacampeão, bicampeão e finalista

O Sport conquista o incontestável título de pentacampeão pernambucano. Como no ano anterior, o Sport venceu o primeiro e o terceiro turno perdendo para o Santa Cruz o segundo turno. Na final, vence o rival por 1 x 0.

No mesmo ano, levanta o bicampeonato da Copa do Nordeste, sob o comando do técnico Celso Roth após empate em 2x2 contra o Vitória na Ilha do Retiro e chega à final da Copa dos Campeões, perdendo o título para o Palmeiras por 2 x 1.

2001 - Finalista da Copa do Nordeste

Sport chega a final da Copa do Nordeste, mas é derrotado pelo Bahia por 3 x 1. No Campeonato Brasileiro de Futebol de 2001, termina na última colocação, sendo rebaixado à Série B.

2003 - Mais um título

O clube conquista seu 34º título de campeão pernambucano. O clube também fica em 3º na Copa do Brasil.

2005 - Centenário do Sport

13 de maio de 2005. com um enorme buzinaço ao meio-dia. o Sport completa 100 anos de Glórias, no Domingo dia 15 fez-se uma grande carreata em alusão ao centenário com direito a show de Jorge Aragão em frente a Ilha do Retiro, faixa de provocação em um ultra-leve com os dizeres "Hexa e Campeão do Centenário é Luxo" e derrota em casa pela série "B" do brasileiro por 2x1 para o Santo André, marcaram a festa. No Campeonato Pernambucano em meio a muita polêmica sobre a arbitragem o Maior Rival Rubro-Negro, o Santa Cruz Comemora o titulo em PE de Campeão 2005 e para completar conquista umas das vagas de acesso para série "A" 2006 sendo Vice-Campeão.
O Sport pode não ter ganho nada em 2005, sendo apenas 3º colocado no PE e perdendo o direito de disputar a Copa do Brasil em 2006, ficou em 16º colocado, quase sendo rebaixado para 3ª divisão do brasileiro, mas a torcida Rubro-Negra deu um show a parte tendo a melhor média de público no estadual e a 3ª melhor na 1ª fase da série "B".

2006 - Decisão proibida para cardíacos e volta à Série A

O Campeonato Pernambucano 2006 não poderia ter um desfecho mais emocionante. Pela segunda partida da final o Sport jogava pelo empate, para o Santa Cruz só a vitória importava para levar a decisão para os pênaltis. E não é que no final da partida aos 45 o Santa Cruz fez um gol. Lecheva cobra o escanteio e a bola desvia em Marcos Tamandaré. Com a vitória dos visitantes, a decisão foi para os pênaltis. Marco Brito iniciou as penalidades. Gustavo defendeu. Depois, Léo Oliveira bateu e Gilmar também defendeu, mas o árbitro mandou repetir a cobrança. Na seqüência, o zagueiro rubro-negro chutou a bola na trave. Em seguida, Tiago Gentil marcou para os corais: 1x0. Marcos Tamandaré empatou: 1x1. Carlinhos Bala colocou o Santa na frente de novo: 2x1. Depois, Geraldo igualou o escore outra vez: 2x2. Alex Oliveira também balançou as redes: 3x2. Durval detonou uma bomba para cima. A bola do jogo ficou nos pés de Lecheva. Ele chutou no canto, e Gustavo defendeu. Welington fez 3x3. Nas cobranças alternadas, Gilmar e Marco Antônio marcaram. Já Neto não converteu. Ele bateu no canto, e Gustavo novamente defendeu. A bola do jogo, então, passou para Hamilton. O cabeça-de-área, com frieza, fez o gol do título: 5x4. Festa dos rubro-negros que conquista o seu 35º Título Estadual.

Permanecendo durante todo o campeonato entre os quatro primeiros colocados, o Sport se torna o vice-campeão da Série B e volta à elite do Futebol Brasileiro.

2007 - Bicampeão

Numa conquista marcada pela facilidade, o Sport não tomou conhecimento dos adversários e sagrou-se bicampeão pernambucano, vencendo os dois turnos e conquistando o título por antecipação. Uma vitória sobre o Náutico, na Ilha, garantiu a 36ª taça rubro-negra. Weldon e Luciano Henrique fizeram os gols do jogo.

Time-base: Magrão, Osmar, César Lucena, Durval e Bruno; Ticão, Everton, Fumagalli e Vítor Júnior; Weldon e Carlinhos Bala. E ainda: Gustavo, Evanílson, Du Lopes, Rodrigão, Bia, Heleno, Rosembrick, Edmílson, Luciano Henrique, Anderson Aquino, Zé Eduardo.

2008 - Campeão estadual e nacional

O ano começou com o Sport conquistando o tri-campeonato pernambucano.

Em junho, o Sport conquistou seu terceiro título nacional, a Copa do Brasil , ao bater o Corinthians por 2 x 0 no jogo final na Ilha do Retiro. Conquistou o título pelo critério de gols marcados como visitante, já que havia perdido o jogo de ida por 3 x 1. Com esse título, foi o primeiro clube brasileiro a garantir vaga na Taça Libertadores da América de 2009.

Durante a campanha, eliminou times que já haviam sido campeões, como o Internacional e o Palmeiras. Também eliminou o Vasco. Além do título, um dos artilheiros da competição foi Romerito, com 6 gols.


Títulos
Campeonato Brasileiro: 1987.
Copa do Brasil: 2008.
Campeonato Brasileiro da Série B: 1990.
Copa do Nordeste: 4 vezes (1968, 1970, 1994 e 2000).
Campeonato Pernambucano: 37 vezes (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1925, 1928, 1938, 1941, 1942, 1943, 1948, 1949, 1953, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962, 1975, 1977, 1980, 1981, 1982, 1988, 1991, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2003, 2006, 2007 e 2008).
Copa Pernambuco: 3 vezes (1998, 2003 e 2007).



Elenco atual
Goleiros
Magrão
Cléber
Jeferson
Saulo
Laterais
Luisinho Netto
Dutra
Cássio Lopes
Diogo
Márcio Goiano
Zagueiros
Durval (C)
Elias
Igor
César
Gabriel
Volantes
Éverton
Fábio Gomes
Bia
Júnior Maranhão
Daniel Paulista
Sandro Goiano
Dudé
Moacir
Meias
Fumagalli
Luciano Henrique
Kássio
Juninho
Francisco Alex
Atacantes
Carlinhos Bala
Leandro Machado
Enílton
Jadílson
Roger
Joélson
Lúcio
Treinador
Nelsinho Baptista





Curiosidades

* Primeiro clube nordestino Campeão do Campeonato Brasileiro
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão do Campeonato Brasileiro, conquistando o título em 1987. Um ano mais tarde, em 1988, o Sport disputava a sua primeira Taça Libertadores da América ficando no 15º lugar geral.

* Primeiro clube nordestino Campeão da Copa do Brasil
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão da Copa do Brasil, conquistando o título em 2008 e também o direito de disputar a Taça Libertadores da América de 2009.

* Primeiro clube de futebol de Pernambuco
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube de futebol de Pernambuco, sendo inaugurado já em 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca, e portanto, o pioneiro no estado, já que ainda não havia existência de nenhuma agremiação futebolística. A história do futebol do Sport naquela época, nasceu junto com a do futebol pernambucano.

* Fla-Flu em Recife?
No ano de 1947 a torcida pernambucana assistiu a um clássico inédito na Ilha do Retiro. Flamengo e Fluminense, que estavam realizando temporadas no Nordeste, jogaram em Recife para um público que lotou o campo do Sport, na tarde de 13 de junho. O jogo foi emocionante e terminou num justo 1 a 1.


Semana q vem teremos o Náutico.

GP da Inglaterra

No molhado, Lewis Hamilton faz corrida sensacional e vence na Inglaterra


Após receber muitas críticas pelo seu desempenho nesta temporada, Lewis Hamilton se redimiu no GP da Inglaterra. O inglês da McLaren venceu a corrida, que foi disputada em condições completamente adversas, com chuva e pista muito molhada. Ele dominou a prova desde o início e deixou Nick Heidfeld, da BMW Sauber, na segunda posição, mais de um minuto atrás.

Rubens Barrichello fez uma corrida sensacional na chuva de Silverstone. Largando em 16º, o brasileiro ganhou dez posições na primeira volta. Depois, quando a chuva apertou, fez a escolha correta, colocando pneus para chuva forte. No fim, o piloto da Honda garantiu um pódio heróico, com a terceira posição.

Com o resultado, Lewis Hamilton empatou em pontos com Felipe Massa, que chegou em 13º após errar muito durante toda a corrida, e com Kimi Raikkonen, o quarto colocado. No entanto, o inglês lidera a tabela, por ter um abandono a menos que o brasileiro da Ferrari. O finlandês tem uma vitória a menos.


Resultado Final:
1 Lewis Hamilton (ING/MC Laren)
2 Nick Heidfeld (ALE/BMW-Sauber)
3 Rubens Barrichello (BRA/Honda)
4 Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari)
5 Heikki Kovalainen (FIN/MC Laren)
6 Fernando Alonso (ESP/Renault)
7 Jarno Trulli (ITA/Toyota)
8 Kazuki Nakajima (JAP/Willians)
9 Nico Rosberg (ALE/Willians)
10 Mark Webber (AUS/RBR)
11 Sebastian Bourdais (FRA/STR)
12 Timo Glock (ALE/Toyota)
13 Felipe Massa (BRA/Ferrari)
Não Completaram:
Nelainho Piquet (BRA/Renault)
Sebastian Vettel (ALE/STR)
Robert Kubica (POL/BMW-Sauber)
David Coulthard (ESC/RBR)
Jenson Button (ING/Honda)
Adrian Sutil (ALE/Force India)
Giancarlo Fisichella (ITA/Force India)

sábado, 5 de julho de 2008

9 Rodada:Série B

CORINTHIANS 1X0 SÃO CAETANO
Dentinho espanta a má fase e faz Timão voltar a vencer na Série B do Brasileirão


Na volta de Felipe e no reencontro de Finazzi e Mano Menezes, brilhou a estrela do garoto Dentinho. Ameaçado de perder a vaga durante toda a semana de treinamentos, em Itu, por ter feito apenas um gol nos últimos 18 jogos, o atacante garantiu a vitória do Corinthians por 1 a 0 sobre o São Caetano, neste sábado, no Pacaembu, pela nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.



O triunfo faz o Timão espantar a desconfiança da torcida depois de dois empates consecutivos. Agora, a equipe sobe para 23 pontos e abre cinco para o segundo colocado, o Juventude. O Azulão, que começou a rodada em terceiro, cai para quinto, com 15, fora da zona de acesso.



O Corinthians volta a jogar na próxima terça-feira, contra o Marília, às 20h30m, novamente no Pacaembu. Já o São Caetano recebe o Barueri, sexta-feira, às 21h45m, no Anacleto Campanella, no ABC.

A necessidade de quebrar a série de dois empates seguidos fez o Corinthians começar a partida pressionando. Com as falhas na marcação adversária, o Timão chegou com facilidade ao ataque, mas esbarrou na boa atuação do goleiro Julio Cesar. Aos três e aos dez minutos, ele salvou o Azulão em chute do volante Eduardo Ramos e em cabeçada do meia Douglas.



Com apenas um atacante, o São Caetano apostou na velocidade dos laterais Júlio Farias e Andrezinho e dos meias Vandinho e Rafinha. Abusando da velocidade, sobretudo nos contra-ataques, a equipe criou duas boas chances pelos lados do campo e só não marcou devido às finalizações atrapalhadas do ceontroavante Finazzi.



Aproveitando os erros na marcação, o Corinthians continuou atacando pelo lado esquerdo. E foi por lá que desperdiçou outras oportunidades, todas nas mãos de Julio Cesar. Na primeira, aos 16 minutos, Chicão bateu falta no ângulo esquerdo e o goleiro fez ótima defesa. Na segunda, oos 41, André Santos driblou para o meio da área e bateu de perna direita muito próximo da trave.



Pouco antes, aos 32 minutos, o Azulão voltou a preocupar Felipe em contra-ataque. Após boa troca de passes do sistema ofensivo na intermediária, Júlio Farias recebeu de Finazzi sem marcação na entrada da área, mas errou o chute e mandou a bola pela linha de fundo.



Dentinho garante vitória do Corinthians

Na volta do intervalo, o técnico Mano Menezes optou por não fazer alterações. E a estratégia deu certo. Sem deixar o adversário praticamente passar do meio-campo, o Timão chegou ao gol, aos dez minutos. Dentinho recebeu passe de Herrera na área, driblou o goleiro Julio Cesar e tocou para o gol vazio.



Sem o lateral-direito Júlio Farias, substituído no intervalo pelo meia Rosembrick, o São Caetano perdeu sua principal saída para o ataque. Melhor para o Corinthians, que quase marcou o segundo, aos 14, quando Herrera recebeu de Douglas na direita e bateu cruzado para fora.



O São Caetano só melhorou a partir dos 20 minutos com a entrada de Luan na vaga de Vandinho e Hernani no lugar de Rafinha. As trocas, porém, não permitiram que a equipe criasse muitas chances.



Sem o adversário assustar, o Corinthians passou a administrar o resultado. Mesmo assim, ainda encontrou tempo para quase marcar o segundo, aos 37. Em rápido contra-ataque, Acosta recebeu de Douglas, passou por um marcador e bateu forte para Julio Cesar espalmar para fora.



Ficha técnica:
CORINTHIANS 1 x 0 SÃO CAETANO
CORINTHIANS
Felipe, Alessandro, Chicão, William e André Santos; Nílton (Carlos Alberto), Elias (Lulinha), Eduardo Ramos e Douglas; Dentinho (Acosta) e Herrera.
Técnico: Mano Menezes.
SÃO CAETANO
Júlio César, Tobi, Leonardo e Lino; Júlio Farias (Rosembrick), Glaydson, Daniel, Rafinha (Hernani) e Andrezinho; Vandinho (Luan) e Finazzi
Técnico: Pintado.
Gol: Dentinho, aos dez minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Herrera, Douglas (Corinthians); Tobi (São Caetano).
Cartão vermelho: Luan (São Caetano).
Público: 21.294 pagantes. Renda: R$ 406.643,00
Estádio: Pacaembu. Data: 05/07/2008.
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP).
Auxiliares: Marcelo C, Van Gasse (SP) e Newton dos Reis Barreira (SP).



BARUERI 2X1 BRAGANTINO
Com pênalti no fim, Barueri bate o Braga


Apenas a vitória interessava para Bragantino e Barueri. Porém, apenas o time da casa, o Barueri, teve motivos para comemorar, após bater o Braga por 2 a 1, na tarde deste sábado, na Arena Barueri, em jogo válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Com o resultado, a equipe de Heriberto da Cunha entrou no G4, com 17 pontos na terceira colocação. Já o time de Bragança Paulista, permanece na zona de rebaixamento, com apenas nove pontos.

Jogando em casa e brigando por uma vaga no G4 da Segundona, o Barueri partiu com tudo para o ataque. E antes mesmo de os dois times se organizarem em campo, conseguiu o seu gol. Alberto recebeu cruzamento da direita, mas não dominou bem a bola, que sobrou para Ésley. O atacante tocou de bico, na saída do goleiro, abrindo o placar. Depois do susto, o Bragantino se ajeitou e igualou as ações ofensivas, já que, na zona de rebaixamento, mais uma derrota seria desastrosa para a equipe de Bragança Paulista.

Sob a batuta do experiente Sérgio Manoel, o Braga saia bem para o ataque, sempre oferecendo perigo para o goleiro Renê. Já o time da casa buscava os contra-ataques para responder, mas tinha dificuldades para trabalhar bem a bola no seu setor ofensivo. De tanto tentar, o Bragantino finalmente chegou ao empate. Aos 25 minutos, Sérgio Manoel cobrou falta com perfeição e só precisou observar a bola morrer no ângulo. Ainda no fim da primeira etapa, o Barueri teve a chance de voltar à liderar o placar, depois de bonito chute de Ésley, que explodiu no travessão de Gilvan.

Como o resultado não agradava nem a gregos nem a troianos, o jogo voltou acelerado na etapa final. O Barueri passou a pressionar ainda mais o Bragantino, mas continuava esbarrando na atuação apagada de seus atacante, principalmente de Alberto. Já o Braga, com pouco poder de reação, começava a dar mostras de que um empate atuando fora de casa já seria um bom negócio.

Aos 25 minutos o Barueri conseguiu finalmente balançar as redes do adversário, mas foi em vão. Pedrão recebeu cruzamento rasteiro da esquerda e só escorou para o gol. Porém, o Bandeira assinalou, corretamente, o impedimento. Logo em seguida, o atacante ainda sofreu pênalti ao ser derrubado na área, mas o árbitro Rodrigo Cintra mandou o lance seguir. Porém, aos 44 minutos, veio a penalidade máxima. Guaru caiu na área e o juiz, desta vez, marcou. Pedrão converteu e fechou o placar.


ABC 3X3 CEARÁ
Valdir Papel marca três vezes, e ABC empata com Ceará em Natal


O atacante Valdir Papel acabou com um jejum de gols que já durava mais de três meses. E em grande estilo: marcou os três do ABC no empate em 3 a 3 com o Ceará, em Natal, pela Série B do Campeonato Brasileiro, neste sábado. Luis Carlos (duas vezes) e Chicão marcaram para o time cearense, que continua sem ganhar fora de casa na competição.



O ABC foi a 13 pontos na tabela de classificação, um a mais do que o adversário. Na próxima rodada, na terça-feira, o Ceará recebe o Criciúma, e o ABC encara o Bahia em Salvador.



Logo aos 19 minutos, a equipe cearense perdeu seu goleiro, Marcelo Bonan, que defendeu com a mão, fora da área, uma bola de Valdir Papel e recebeu o cartão vermelho. Nove minutos depois, o próprio Valdir Papel abriu o placar para o ABC, com uma cabeçada. Aos 42 minutos, o Ceará empatou no Frasqueirão, também em uma cabeçada, de Luiz Carlos.





Ceará faz 3 a 1, mas cede o empate



Aos sete minutos do segundo tempo, o ABC teve um jogador expulso: Jean, por uma entrada por trás em Cleison. Mais organizado em campo, o Ceará marcou duas vezes, fazendo 3 a 1 em pouco tempo. Chicão chutou de fora da área, aos 11, e Luiz Carlos deu um corte em Paulo César dentro da área e bateu com categoria no canto, aos 15.



No minuto seguinte, porém, o ABC teve um pênalti a seu favor. Valdir Papel pegou mal na bola, mas ela passou entre os braços do goleiro. O time da casa chegou ao empate aos 28 minutos, quando Papel pulou mais do que o adversário e cabeceou após cruzamento.



A quatro minutos do fim do jogo, Ciel perdeu chance incrível para o Ceará, ao driblar o goleiro Paulo Musse e chutar na trave.

MARÍLIA 2X2 GAMA
Mal na tabela, Marília e Gama empatam


Mal na Série B do Brasileirão, Marília e Gama ficaram no empate em 2 a 2, na noite deste sábado, no estádio Abreuzão, em Marília. O time paulista, que foi a dez pontos (na 16ª colocação) e saiu da zona de rebaixamento, chegou a estar vencendo por 2 a 0. O Gama, também com dez pontos, ocupa o 14º lugar.



Tiago Rodrigues abriu o marcador, de pênalti, aos 43 minutos do primeiro tempo. Logo aos sete do segundo, Robert aumentou a vantagem do Marília, em cobrança de falta. A reação do Gama começou aos 26 minutos, em pênalti batido por Thiaguinho. Cinco minutos depois, Tiago Bezerra chutou da entrada da área para empatar.

Rodada de Sábado


FLAMENGO 3X0 NÁUTICO
Sob o olhar de Zico, Fla goleia o Náutico no Maracanã e segue líder



O Flamengo não tomou conhecimento do Náutico neste domingo, no Maracanã. Com uma atuação convincente e diante dos olhos de Zico, o maior ídolo do clube, o time rubro-negro goleou o rival por 3 a 0 e se manteve na liderança do Campeonato Brasileiro, sem chance de ser alcançado até o término da nona rodada. Aproveitando o apoio da torcida, que compareceu em peso ao Maracanã e ainda tripudiou o rival Fluminense, vice-campeão da Libertadores após ser derrotado pela LDU, na última quarta-feira, a equipe de Caio Junior, no embalo de Marcinho, chegou ao resultado sem se esforçar muito.





Com o resultado, o Flamengo chegou aos 22 pontos e se manteve na liderança do Campeonato Brasileiro. O Náutico permaneceu com 14. Na próxima rodada, o time rubro-negro vai enfrentar o Atlético-MG, no Mineirão. Os pernambucanos vão encarar o São Paulo, no Morumbi. Os dois jogos vão ser realizados na próxima quarta-feira.



Fla encontra moleza no primeiro tempo





Empurrado por sua torcida, o Flamengo partiu para cima do Náutico logo nos primeiros minutos. Errando muitos passes, o time da Gávea não conseguir assustar o goleiro Eduardo, mas tinha maior posse de bola logo nos primeiros minutos. Aos dez, Helton dominou na entrada da área e chutou para boa defesa de Bruno. No minuto seguinte, Obina tabelou com Renato Augusto, que lançou Leo Moura. O lateral percebeu a saída do camisa 1 pernambucano e só tocou de cabeça para abrir o marcador e incendiar o Maracanã (confira o lance no vídeo acima).



Após o gol, o Flamengo aumentou o ritmo e começou a criar novas chances de gols. Aos 13, Obina ganhou no corpo do zagueiro Luizão e entrou na área. O atacante rolou para Marcinho, que foi travado pela zaga pernambucana. No minuto seguinte, o mesmo Marcinho recebeu livre pelo lado direito e cruzou na marca do pênalti. O Anjo Negro cabeceou para boa defesa de Eduardo.



Porém, aos 19, não teve jeito. Leo Moura fez um excelente lançamento para Juan pelo lado esquerdo. O lateral cruzou para a área, a defesa não conseguiu cortar e a bola sobrou para Marcinho. O meia limpou um zagueiro e ampliou: 2 a 0 Flamengo. Aos 23, uma nova chance de ampliar. Renato Augusto soltou uma bomba da entrada da área e a bola estourou no peito do goleiro Eduardo.



Após o segundo gol, o Náutico deu uma melhorada e passou a tocar mais a bola. Porém, pouco assustava o gol do Flamengo. Aos 35, Bruno cobrou falta com violência e a bola explodiu no rosto de Bruno, que sentiu a pancada e desabou no chão. Recuperado, o camisa 1 não teve mais trabalho na etapa inicial. Aos 43, Obina ainda teve uma ótima chance, mas cabeceou nas mãos de Eduardo.



Kleberson deixa o seu e completa goleada do Fla





O segundo tempo começou mais equilibrado. O Flamengo tentava marcar o terceiro, e o Náutico diminuir a diferença e subir de produção na partida. O primeiro lance de perigo da etapa final aconteceu aos sete. Ruy recebeu lançamento dentro da área e tocou por cima de Bruno. A bola acabou saindo pela linha de fundo, assustando a torcida rubro-negra.



Aos 15, após mais uma boa jogada de Marcinho, o Flamengo chegou ao seu terceiro gol. Kleberson recebeu na entrada da área e tocou no canto do goleiro Eduardo, que nada pôde fazer. Com a goleada, o Náutico corria em campo apenas para deixar o tempo passar, enquanto o Rubro-Negro tentava dar espetáculo para o seu torcedor. Aos 20, Juan cruzou da esquerda, Obina escorou e quase ampliou.



Com a vitória assegurada, o técnico Caio Junior decidiu poupar os seus principais jogadores. Ele sacou Renato Augusto, Obina e Marcinho e apostou nas entradas de Jônatas, Souza e Diego Tardelli, respectivamente. O time seguiu pressionando em busca de mais gols, mas sem sucesso, pois pecava no último passe, principalmente nos contra-ataques.



O Flamengo ainda teve mais duas chances de marcar o seu quarto gol, mas errou as finalizações. Na primeira, aos 41, Leo Moura recebeu dentro da área, mas chutou em cima de Ruy. No lance seguinte, Juan foi quem desperdiçou. Com o placar garantido, só restou aos jogadores e à torcida comemorar a liderança isolada do Campeonato Brasileiro.





Ficha técnica:
FLAMENGO 3 x 0 NÁUTICO
FLAMENGO
Bruno, Leo Moura, Dininho, Ronaldo Angelim e Juan; Jailton, Cristian, Kleberson e Renato Augusto (Jônatas); Marcinho (Diego Tardelli) e Obina (Souza).
Técnico: Caio Junior.
NÁUTICO
Eduardo, Ruy, Luizão, Vágner Silva e Itaqui (João Paulo); Paulo Almeida, Radámes (Onildo), Helton e Geraldo; Felipe (Gilmar) e Wellington.
Técnico: L.Machado.
Gols: Leonardo Moura, aos 11 minutos, Marcinho, aos 19 minutos do primeiro tempo; Kleberson, aos 14 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Leonardo Moura (F), Ruy (N), Cristian (F) e Geraldo (N), Eduardo (N), Paulo Almeida (N), Helton (N).
Público: 44.434 pagantes. Renda: R$ 743.521,00.
Estádio: Maracanã. Data: 05/07/2008.
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA).
Auxiliares: Adson Marcio Lopes Leal (BA) e Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA).



SPORT 1X0 CRUZEIRO
Sport põe fim a seqüência negativa e derrota o Cruzeiro na Ilha do Retiro


Enfim, o Sport pôs fim à ressaca após a conquista da Copa do Brasil. O time pernambucano, que acumulava três derrotas consecutivas, venceu o Cruzeiro por 1 a 0 neste sábado, na Ilha do Retiro. Marquinhos Paraná marcou contra o único gol da partida.



O resultado afasta o Sport, agora com 11 pontos, da zona de rebaixamento. Já os mineiros, com 17, ficaram mais distantes do líder Flamengo, que derrotou o Náutico e foi a 22. Na próxima rodada, o Sport vai a São Januário para enfrentar o Vasco, na quinta-feira. No mesmo dia, o Cruzeiro faz o confronto mineiro com o Ipatinga, no Ipatingão.



Nos primeiros 45 minutos, o Cruzeiro esteve mais perto do gol. E poderia chegar lá, se aproveitasse os contra-ataques que resultaram do buraco no meio-campo do Sport. No entanto, havia sempre um passe errado antes da conclusão.





Wagner acerta bomba no travessão



Sobrou para o time mineiro chutar de fora da área, e foi assim que levou perigo ao goleiro Magrão. Ele fez boas defesas, espalmando para escanteio chutes de Guilherme e Charles. Só não alcançou uma bomba de Wagner, aos 36 minutos, mas deu sorte e viu a bola explodir no travessão.






Quando tinha a posse de bola, o Cruzeiro tinha paciência e trocava passes, até encontrar uma brecha na defesa que permitisse ao menos o chute de longe. Já o Sport, ao contrário, ficava pouco com a bola no meio-campo e apelava para chutões dos zagueiros. Carlinhos Bala e Enilton, com dificuldade de receber a bola, tinham de recuar. Quando tentavam se deslocar no ataque, ficavam em impedimento.



O time pernambucano chegou a balançar a rede, mas numa cobrança de falta que deveria ser em dois lances. O estreante Fumagalli cobrou direto, longe do alcance de Fábio, e saiu comemorando, antes de ver o árbitro anulando o gol. Quase todas as jogadas de perigo do Sport saíram pela direita. Na melhor delas, aos 31 minutos, Luciano Henrique recebeu passe e entrou livre pelo bico da área, mas chutou mal, para fora.



Na saída para o intervalo, o meia cruzeirense Fabrício entregou o ponto fraco do adversário.



- O time deles é forte ofensivamente, mas na marcação deixa a desejar - disse.





Mudança de Nelsinho faz Sport melhorar



Para o segundo tempo, cada técnico fez uma substituição. Nelsinho Baptista trocou Enilton por Fábio Gomes, e Adílson Batista tirou Jadílson e pôs Jonathan. O do Sport levou a melhor no duelo. Com a mudança no seu time, Luciano Henrique passou a jogar mais avançado. E foi com ele que o Sport conseguiu as melhores oportunidades.



A então segura defesa do Cruzeiro começou a dar brechas, geralmente pelo seu lado direito, onde estava Thiago Heleno. Aos 14 minutos, Luciano Henrique chutou forte, e Fábio fez difícil defesa. Dois minutos depois, ele teve outra chance, dessa vez pelo alto, mas cabeceou para fora.



O problema do Sport era a ausência de um armador no meio-campo. Fumagalli, que deveria ficar com a função, mostrou falta de ritmo e mal apareceu na partida - até cobrar a falta que resultou no gol rubro-negro. Aos 27 minutos, ele levantou a bola na área, e Marquinhos Paraná desviou para trás, enganando o goleiro Fábio e marcando contra.



Depois do gol do Sport, a força ofensiva do Cruzeiro - que já não era muita - diminuiu. O time tocava a bola no meio-campo, mas não conseguia chegar ao ataque. Os rubro-negros também não levaram perigo ao gol de Fábio, deixando a partida sem emoção até o apito final.







Ficha técnica:
SPORT 1 x 0 CRUZEIRO
SPORT
Magrão, Luisinho Netto, Igor, Durval e Francisco Alex; Daniel Paulista, Sandro Goiano, Fumagalli e Luciano Henrique (Kassio); Carlinhos Bala (Leandro Machado) e Enílton (Fábio Gomes).
Técnico: Nelsinho Baptista.
CRUZEIRO
Fábio, Marquinhos Paraná, Thiago Heleno, Espinoza e Jadilson (Jonathan); Fabrício, Ramires, Charles e Wagner; Guilherme (Camilo) e Weldon (Fabinho).
Técnico: Adilson Batista.
Gols: Marquinhos Paraná (contra), aos 27 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Luisinho Netto, Francisco Alex (Sport); Weldon, Guilherme, Jonathan (Cruzeiro).
Estádio: Ilha do Retiro, no Recife (PE). Data: 05/07/2008.
Árbitro: Giulliano Bozzano (DF).
Auxiliares: Hilton Moutinho Rodrigues (Fifa RJ) e Ricardo Mauricio Ferreira de Almeida (RJ).


ATLÉTICO-PR 1X0 SANTOS
Furacão vence na Arena e deixa Peixe em situação muito complicada


Acabou a seca de vitórias do Atlético-PR. O Furacão venceu o Santos por 1 a 0 (assista ao gol no vídeo ao lado), neste sábado à noite, em Curitiba, e quebrou uma seqüência de três jogos sem vencer no Brasileirão. Com 12 pontos, sobe temporariamente para a oitava posição. Já o jejum de triunfos do Peixe segue. E a agonia do torcedor alvinegro também. O Santos não vence desde a segunda rodada, acumula mais uma derrota, ratifica seu pior início na história da competição, e continua na zona de rebaixamento. Com apenas seis pontos, o Peixe cai para a 18ª posição, mas pode acabar a nona rodada na lanterna dependendo dos resultados deste domingo.

PRÓXIMA RODADA
9/7 Fluminense x Atlético-PR, 20h30m (Brasília), Maracanã
9/7 Santos x Grêmio, 21h45m (Brasília), Vila Belmiro





Atlético começa bem, mas Peixe reage



O Atlético começou o jogo pressionando o Santos e provocando erros do trio de zagueiros alvinegros. Jogando em casa e precisando quebrar a seqüência de tres jogos sem vitória, o Furacão quase abriu o placar logo aos três minutos, quando o zagueiro santista Domingos tentou sair para cortar um lançamento. A bola quicou no gramado, encobriu o defensor e sobrou para Ferreira e chutar forte. Fábio Costa espalmou.



Dominando a posse de bola, o time de Curitiba tentava abrir a defesa santista virando a bola de um lado para o outro. O Peixe, por sua vez, não conseguia armar jogadas, pois Wesley, escalado com a missão de levar o time à frente, corria muito, mas não produzia nada. Dessa forma, o time paulista apelava para os chutões em direção à área adversária, sem muita direção.



A situação mudou a partir dos 35 minutos. O lateral-esquerdo Kleber passou para o meio e Wesley foi atuar na esquerda, para segurar as descidas do ala Nei, do Furacão. Essa mudança foi certeira. Como tem muito mais qualidade técnica que Wesley, Kleber assumiu a armação de jogadas, colocando a bola no chão e acertando bons passes.



O Peixe, com essa mudança, passou a atacar mais e criou boas chances. Aos 34, em cobrança de escanteio de Kleber, Marcelo subiu e desviou de cabeça. A bola bateu na trave (assista ao vídeo). Aos 36, Apodi recebeu pelo lançamento de Kleber, entrou pela direita, ganhou da marcação, invadiu a área, mas chutou para fora. Tiago Luís entrava livre pelo meio.







Alan Bahia e a cabeçada certeira



No segundo tempo, o Atlético, mais uma vez, tomou a iniciativa e quase abriu o placar numa bomba de Alan Bahia, logo no primeiro minuto. Ele arriscou de muito longe e a bola explodiu no travessão.



Após esse lance, o jogo tornou-se monótono. Muitos chutões para o alto, muitas jogadas mais ríspidas e pouca inspiração.



Quando resolveram colocar a bola no chão, os times levaram perigo. Aos 19, Júlio dos Santos lançou da esquerda e achou Alan Bahia entrando livre pela direita. O volante cabeceou firme e obrigou Fábio Costa a fazer ótima defesa. O Peixe respondeu aos 24, com Kléber Pereira, que completou de cabeça cruzamento de Maikon e obrigou o goleiro Galatto a espalmar para escanteio.



Mas o Atlético era melhor e conseguiu transformar sua superioridade em vantagem no placar aos 33. Nei cruzou da esquerda e Alan Bahia subiu livre para desviar para o gol.



O Peixe foi à frente em busca do empate e até criou chances, como aos 41, quando Kleber completou cruzamento da direita e chutou para o gol. Gallato defendeu. Aos 48, Gallato salvou mais uma vez numa cabeçada de Tiago Luís. As investidas alvinegras no fim, porém, não foram suficientes para evitar a derrota.



Ficha técnica:
ATLÉTICO-PR 1 x 0 SANTOS
ATLÉTICO-PR
Gallato, Danilo, Antônio Carlos, Rodolpho, Nei, Alan Bahia, Júlio dos Santos (Wallyson), Irênio (Fahel), Márcio Azevedo, Ferreira e Marcelo Ramos (Joãozinho).
Técnico: R. Fernandes.
SANTOS
Fábio Costa, Domingos (Molina), Marcelo e Fabão; Apodi, Rodrigo Souto (Adoniran), Adriano, Wesley (Maikon) e Kleber; Tiago Luís e Kléber Pereira.
Técnico: Cuca.
Gols: Alan Bahia, aos 33 minutos do segundo tempo .
Cartões amarelos: Rodrigo Souto, Wesley, Adriano, Fabão (Santos), Márcio Azevedo, Nei (Atlético-PR).
Estádio: Arena da Baixada (Curitiba). Data: 05/07/2008.
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF).
Auxiliares: Renato Miguel Vieira (DF) e Nilson Alves Carrijo (DF).

SPORTS HISTORY BRASIL:Figueirense

O Figueirense Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol sediado em Florianópolis que disputa a primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Também conhecido como o "Furacão do Estreito" (Estreito é o bairro onde o seu estádio está localizado), ou simplesmente "Figueira".

Seu estádio recebeu em 2002 o título de "O Caldeirão do Brasil", da Revista Placar, por possuir a maior média de ocupação dentre os estádios brasileiros (49%).

Segundo a última pesquisa feita pelo Instituto Mapa (2007), o Figueirense é a marca mais lembrada de Santa Catarina no segmento Times de Futebol, com 24% da preferência catarinense.



História

O Início - Anos 20

A idéia de fundar uma agremiação esportiva, na capital de Santa Catarina, foi atribuída a um jovem esportista chamado Jorge Albino Ramos. O próximo passo foi conseguir a simpatia de amigos. Balbino Felisbino da Silva, Domingos Joaquim Veloso e João Savas Siridakis também assumiram a idéia.

O nome Figueirense foi sugerido por João Savas Siridákis. Esse nome foi defendido, pois a maioria das reuniões que tratavam da fundação da futura agremiação ocorria na localidade da Figueira, situada nas imediações das ruas Conselheiro Mafra, Padre Roma e adjacências.

O dia 12 de junho de 1921 foi definido como a data de fundação do Figueirense. Uma residência localizada na rua Padre Roma foi cedida para a reunião de inauguração. Foram escolhidos os seguintes nomes para compor a primeira diretoria: presidente - João dos Passos Xavier; vice-presidente - Heleodoro Ventura; primeiro secretário - Balbino Felisbino da Silva; segundo secretário - Jorge Felisbino da Silva; primeiro tesoureiro - Jorge Albino Ramos; segundo tesoureiro - Jorge Araújo Figueiredo; orador - Trajano Margarida; guarda-esporte - Higino Ludovico da Silva. Com as cores preto e branco, que foi a preferência da maioria.

Os nomes de todos os fundadores: Alberto Moritz, Agenor Dutra, Balbino Felisbino da Silva, Bruno José Ventura, Carlos Honório da Silva, Dario Silva, Dilgidio Dutra Filho, Domingos Veloso, Heleodoro Ventura, Higino Ludovivo da Silva, João dos Passos Xavier, João Lobo, João Savas Siridákis, João Soares, Joaquim Manoel Fraga, Jorge Albino Ramos, Jorge Araújo Figueiredo, Jorge Silva, Leopoldo Silva, Manoel Noronha, Manuel Xavier, Pedro Francisco Neves, Pedro Xavier, Raymundo Nascimento, Trajano Margarida, Walfrido Silva e Wlisses Carlos Tolentino.

Anos 30

A década de 30 é lembrada como a melhor década, com o maior número de títulos num espaço de dez anos. O Figueirense tornou-se campeão de todos os campeonatos de que participou em 1932: Torneio Início, Campeão da Cidade de Florianópolis e Campeão Estadual. Alcançou novamente o título máximo da cidade em 1933. Tornou-se mais uma vez campeão citadino e estadual em 1935 e conquistou o seu terceiro campeonato estadual em 1936. Em 1937 e em 1939, obteve os títulos de campeão citadino e estadual.

Um jogador esteve presente em todas as conquistas dos anos 30: Carlos Moritz, conhecido como Calico. Ele foi o jogador que por mais tempo vestiu a camisa do Figueirense, sendo também recordista de títulos pelo alvinegro e um dos seus principais goleadores.

No jogo decisivo do campeonato estadual de 1939, Figueirense 5 a 3 Peri Ferroviário (Mafra), quatro irmãos atuaram pelo Figueirense. Eram os irmãos Moritz: Calico, Décio, Nery e Sidney.

Anos 40

A década de 40 também foi marcante na história do alvinegro. Em 1941 o clube repetiu o feito de 1932 sagrando-se campeão do Torneio Início, Campeonato da Cidade e Campeonato Estadual. Também aconteceram os títulos dos Torneios Início em 1947, 1948 e 1949.

No dia 25 de outubro de 1945, o empresário e desportista Orlando Scarpelli, durante a vigência de seu mandato como presidente do clube, doava oficialmente ao Figueirense a área de terra onde hoje encontra-se construído o estádio que leva seu nome.

Em 1947, começaram os trabalhos da construção da praça de esportes do alvinegro. Em setembro daquele ano, foram lançados títulos patrimoniais com vistas à arrecadação de recursos destinados ao início das obras.

Um ano depois, em setembro de 1948, tiveram início as obras de construção do Estádio do Figueirense F.C..

Anos 50

Nos anos 50, o Figueirense conquistou três torneios inícios (1950/1951/1959) e cinco campeonatos da cidade (1950/1954/1955/1958/1959), além do vice-campeonato estadual de 1950.

A falta de conquista de títulos estaduais nesta década está diretamente vinculada à escassez de recursos financeiros. A prioridade era a construção do estádio. Neste período, as obras de implantação da praça de esportes entraram em ritmo acelerado.

Em 20 de Julho de 1951, o Figueirense venceu seu maior rival, o Avaí por 1 a 0 no jogo que marcou a inauguração do sistema de iluminação do Estádio Adolfo Konder. Bráulio foi o autor do gol que entrou para a história.

Anos 60

A década de 60 iniciou-se com boas notícias. Em 12 de Junho de 1960, no aniversário de trinta e nove anos do clube, acontecia a inauguração parcial do estádio do Figueirense, com a realização do primeiro jogo: Figueirense 1 a 1 Clube Atlético Catarinense.

O Figueirense sagrou-se campeão de dois Torneios Início (1961/1962) e de um campeonato da cidade (1965). As divisões de base obtiveram excelente performance neste período. Em 1961 os juvenis do alvinegro sagraram-se campeões invictos, feito este repetido nos dois anos seguintes, resultando, em 1963, na conquista do tricampeonato da cidade.

Anos 70

Em 1970, na administração de José Nilton Szpoganicz, a "figueira" foi incorporada ao distintivo do clube.

Em 1973, o Figueirense conquistou a vaga para o campeonato nacional de clubes, tornando-se o primeiro clube catarinense a representar Santa Catarina na competição.

Em 15 de Agosto de 1973, num jogo festivo contra o Vitória, Bahia, foram entregues as obras de expansão e melhoramentos do Estádio Orlando Scarpelli, capacitando-o a sediar os jogos válidos pelo campeonato nacional.

Nos anos 70, o Figueirense conquistou dois títulos estaduais(1972/1974) e obteve, em 1975, a melhor performance de um clube catarinense em campeonato nacional nesta década, passando para a segunda fase do campeonato e terminando a competição em 21º lugar.

Anos 80

Durante esta década, o Figueirense obteve dois vice-campeonatos estaduais (1983/1984), tendo conquistado as taças Mané Garrincha (Primeiro Turno do Campeonato Estadual de 1983) e José Leal Meirelles (Segundo Turno do Campeonato Estadual de 1985). Em 1987, disputou o campeonato estadual da Segunda Divisão.

Em 1985, o Figueirense disputou a Taça de Prata, e obteve uma das melhores performances dentre as suas participações em campeonatos nacionais, classificando-se para o triangular final, terminando na terceira colocação do certame.

Anos 90

Após o vice-campeonato de 1993, o Figueirense, sagrou-se campeão catarinense de 1994.

Em 1999, quando o clube já usava o seu novo modelo de gestão, com ênfase à reorganização e modernidade administrativa, o alvinegro, na administração de Paulo Sérgio Gallotti Prisco Paraiso, conquista o campeonato catarinense, fazendo a final contra o Avaí. Neste ano, o atacante do Figueirense Genílson marcou vinte e quatro gols, o que o tornou o maior artilheiro da história do Campeonato Catarinense de Futebol.

Em 1999, a Associação Amigos do Figueirense (ASFIG) adquire um terreno destinado a implantação do Centro de Treinamento do Figueirense, localizado no município de Palhoça, a 20Km do Estádio Orlando Scarpelli. Em Junho de 2000, em meio às comemorações dos setenta e nove anos de fundação do clube, é inaugurada a primeira etapa de obras do CT.

Seculo XXI

Na primeira década do Século, o Figueirense conquista mais um tri-campeonato estadual(2002/2003/2004), um vice-capeonato nacional da série B em 2001. O alvinegro vem jogando a primeira divisão do campeonato nacional desde 2002. Em 2003, contrata Cléber Américo da Conceição, carinhosamente chamado de Clebão, já convocado para a seleção brasileira de futebol. Em 2004 contrata Evair. Em 2005, contrata Edmundo Alves de Souza Neto, o Animal, a maior contratação da história do clube.

Em 2005, foram colocadas cadeiras em todo o Estádio Orlando Scarpelli, junto com outras reformas e melhorias, que estão sendo feitas desde a década passada.

Em 2006, ganhou o campeonato catarinense em uma vitória de 3 a 0 sobre o Joinville, tornando-se assim o maior campeão do catarinense. Ainda apresentou sua melhor campanha na Série A: Ficou em sétimo colocado de vinte participantes.

Em 2007, após má campanha no estadual, o alvinegro teve boa classificação na Copa do Brasil, chegando a um inédito vice-campeonato, derrotado em casa, em 1 a 0, pelo Fluminense.

Em 2008 o clube venceu de forma ivicta o primeiro turno do Campeonato Catarinense de 2008.

Títulos
* Campeonato Catarinense: 15 vezes (1932, 1935, 1936, 1937, 1939, 1941, 1972, 1974, 1994, 1999, 2002, 2003, 2004, 2006 e 2008).
* Copa Santa Catarina: 2 vezes (1990 e 1996).
* Supercampeonato Catarinense: 1996.


Elenco atual
Goleiros
Dalton Alan Munaretto
Gustavo Ramon do Nascimento
Wilson Rodrigues de Moura Júnior
Laterais
André Clarindo dos Santos
Ruy Bueno Neto
César Luiz Prates
Zagueiros
Bruno Caldini Perone
César Ricardo de Lucena
Edson Henrique da Silva
Felipe Augusto Santana
Michel Vendelino Schmoller
Christiano Luiz Rodrigues (Asprilla)
Volantes
Anderson Luiz Ribeiro Pereira
Carlos César Matheus (Carlinhos)
Diogo Antunes de Oliveira
Leandro Almeida Borges
Luiz Henrique Koprowski
Meio-Campo
Cleiton Ribeiro Xavier
Cristiano Teixeira
Elton Giovanni Machado
Gleison Rezende Vilela
Rodrigo Fernandes Valete
Ramón Rodrigo de Freitas
Atacantes
Alex Junio Faiani dos Santos
Alexandre Garcia Ribeiro
Bruno Silva Santos
Eduardo Sales
Wellington Gonçalves Amorim
José Tadeu Mouro Júnior
Comissão Técnica
Paulo César Gusmão Téc
Cláudio Grillo Aux Téc
Cristiano Nunes Prep Fís
Hudson Coutinho Prep Fís





Curiosidades
* O Figueirense foi o primeiro clube catarinense na Primeira Divisão do futebol nacional, e hoje o atual representante de Santa Catarina na elite do futebol brasileiro.

* Nos anos dourados do Figueirense, na década de 30, um atacante esteve presente em todas as conquistas do time. Carlos Moritz, o Calico, foi o jogador que mais vezes vestiu a camisa alvinegra e recordista de títulos pelo clube, além de um de seus maiores artilheiros.

* Na final do estadual de 1939, na vitória por 5 a 3 sobre o Ferroviário, Calico teve a companhia de três irmãos: Décio, Nery e Sidney completavam a família Moritz no time do Figueirense, já que fora de campo Roberto Moritz e Charles Edgar Moritz presidiram o clube nos anos 30.

* O Figueirense venceu a primeira decisão de uma competição estadual (Torneio Início). Na partida, no dia primeiro de junho de 1924, o clube derrotou o Avaí por 1 a 0, com gol marcado por Kowalski.

* O Figueirense foi um dos fundadores da extinta Liga Catharinense de Desportos Terrestres, organizada em 12 de abril de 1924.

* Em 2002, o Figueirense conquistou todos os títulos estaduais em todas as categorias. Fora de campo o alvinegro conquistou o prêmio "Top of Mind", como a marca de clube de futebol mais lembrada de Santa Catarina e o título de "Caldeirão do Brasil", dado pela revista Placar ao Orlando Scarpelli, estádio com o maior índice de ocupação no Campeonato Brasileiro da Série A 2002, com uma média de 49%.

* Em 2006, o Figueirense tornou-se o maior vencedor de Campeonato Catarinense, com 14 conquistas.

* Em 2007 o Figueirense tornou-se o segundo clube catarinense a chegar a uma final da Copa do Brasil

* Em 2008 o Figueirense torna-se o primeiro clube catarinense a conquistar a Copa São Paulo de Futebol Júnior

Clássico Figueirense x Avaí
Na existência do Figueirense uma rivalidade se consagrou como a mais tradicional do futebol catarinense. Tido como um dos clássicos mais antigos do Brasil, o clássico entre os dois clubes marca época desde sua primeira edição.

* O primeiro clássico aconteceu em 13 de abril de 1924. Um amistoso, no campo da Liga, posteriormente Estádio Adolfo Konder. O Figueirense venceu de virada por 4x3.

* O primeiro clássico realizado no Orlando Scarpelli (139º clássico), aconteceu em 17 de setembro de 1961, foi na disputa da "Taça Zé Macaco" vencida pelo Avaí por 1x0.

* O último clássico realizado no Estádio Adolfo Konder foi realizado em 15 de Agosto de 1983, a partida foi vencida pelo Figueirense, pelo placar de 2x0.

* O primeiro clássico realizado no estádio da Ressacada, campo do Avaí (277º clássico), aconteceu em 8 de dezembro de 1983 e o Figueirense venceu por 3x0.

* Primeira partida noturna oficial em Santa Catarina foi em 20 de Julho de 1951, Figueirense 1x0 Avaí no Estádio Adolfo Konder.

* Em 1 de abril de 1971 ocorreu o chamado "clássico da vergonha", no qual os 22 jogadores foram expulsos no segundo tempo pelo árbitro Gilberto Nahas. Foi um amistoso comemorativo à revolução de 31 de Março, que terminou em 0x0.
* Somente dois clássicos não foram disputados em Florianópolis (194º clássico): o segundo jogo (num total de três) válido pela disputa de uma vaga no campeonato brasileiro de 1973 aconteceu em 16 de maio de 1973 no Estádio Hercílio Luz em Itajaí, e terminou empatado em 0x0. Como o Figueirense havia vencido o primeiro jogo por 1x0, adquiriu o direito de representar Santa Catarina no Campeonato Brasileiro, sendo o primeiro clube catarinense a disputar a competição e em 2006, em função da troca do gramado no Orlando Scarpelli e foi disputado no Estádio Vidal Ramos Júnior, em Lages e terminou 2x1 para o Figueirense.

* O Figueirense ficou 15 jogos sem perder para o Avaí durante os anos de 2000 a 2005. O mesmo ocorreu com o Avaí, por duas vezes entre os anos 20 e 40.

* A contagem das vitórias de cada clube nos clássicos também é algo controvérso, segundo o site da RSSS Brasil a contagem até a data de 10 de julho de 2002 é:

Vitórias do Figueirense: 132
Vitórias do Avaí: 126
Empates: 114

Em 2003 ocorreram dois jogos, um empate e uma vitória do Figueirense, em 2004 não houve clássicos.Em 2005 mais dois clássicos, um empate e uma vitória do Avaí.E em 2006 três clássicos, três vitórias do Figueirense e uma do Avaí.Em 2007, aconteceram dois classicos: duas vitórias do Figueirense.

A contagem final fica a seguinte:
Vitórias do Figueirense: 137
Vitórias do Avaí: 123
Empates: 120

* A maior goleada feita pelo Figueirense foi de 9x3, num jogo em 1928, as maiores goleadas sofridas foram um 11-2 (20 de fevereiro de 1938), 10-2 (9 de agosto de 1942), 9-3 (22 de abril de 1934 e 16 de julho de 1944) e 7-1 (6 de dezembro de 1925).

* Os dois placares mais elásticos feitos no Estádio Orlando Scarpelli foi Figueirense 0x4 Avaí, em 19 de abril de 1981 e 20 de junho de 1982. Na Ressacada, foi Avaí 0x4 Figueirense, em 20 de agosto de 1995. E no Estádio Adolfo Konder, foi Figueirense 2x11 Avaí, em 20 de fevereiro de 1938.

Dados do Figueirense nos Brasileiros
* Goleiro com a maior invencibilidade:Ronaldo, 479 minutos (1979)

* Melhor ataque em um campeonato:2002 - 1,36 (25J/34G)

* Pior ataque em um campeonato:1973 - 0,53 (28J/15G)

* Melhor defesa em um campeonato:1979 - 0,80 (15J/12GS)

* Pior defesa em um campeonato:1976 - 2,08 (12J/25GS)

* Maior público em casa:26.660, 0x1 Vasco (Orlando Scarpelli, 24/09/1975)

* Menor público em casa:822, 0x0 Chapecoense (Orlando Scarpelli, 13/06/1978)

* Técnico que mais treinou:Dorival Júnior (2003-2004), 61 jogos

* Técnico com melhor aproveitamento:Muricy Ramalho (2002), 50,0% dos pontos

* Maior sequencia de vitórias:3 (1975) T: Lauro Búrigo; (2004) T: Dorival Júnior

* Maior série invicta:10 (2004) T: Dorival Júnior

* Maior sequencia de derrotas:4 (1973) T: Antoninho; (2002) T: Muricy Ramalho

* Maior jejum de vitórias:10 (1975-76) T: Lauro Búrigo

* Maior goleada aplicada:Figueirense 6x0 Paysandu (Orlando Scarpelli, 02/11/2003)

* Maior goleada sofrida:Internacional 6x0 Figueirense (Beira-Rio, 01/09/1976)

* Maior artilheiro:Edmundo(2005), 15

* Maior atilheiro em um campeonato:Edmundo(2005), 15

* Maior atilheiro em um jogo:
Toninho (5 X 1 Desportiva-ES, 21/09/1975)
Balduíno (4 X 2 Brasil de Pelotas-RS, 27/04/1978)
Edmundo (5x1 Vasco/RJ, 16/11/2005), 3 GOLS


Amanhã teremos o Sport.

Vamos Falar de Música:Silverchair

Silverchair é uma banda australiana de rock alternativo formada em 1992 por Daniel Johns, Chris Joannou e Ben Gillies.


Biografia

O Silverchair foi formado por estudantes de Newcastle, Austrália em 1992. Com quatro integrantes, a banda, que já se chamou Short Elvis e Innocent Criminals, inicialmente, apenas tocava rap, sem qualquer instrumento. Com o tempo, a banda foi evoluindo e começando a tocar covers de bandas como Midnight Oil, Deep Purple, Led Zeppelin e Black Sabbath.

Mais tarde, Tobin Finnane, o segundo guitarrista da banda, mudou-se para Inglaterra. Ficaram apenas os três integrantes restantes, Daniel Johns (vocal e guitarra), Ben Gillies (bateria) e Chris Joannou (baixo), que continuaram a tocar e compor. Quando participaram de um concurso nacional de demos chamado "Pick Me", a sua música "Tomorrow", que depois sairia no álbum Frogstomp, venceu e os garantiu a gravação de um videoclipe e de um álbum.

Com o sucesso 'Tomorrow', a banda torna-se famosa em toda a Austrália, e posteriormente, nos Estados Unidos. Após o fim da turnê do álbum Diorama, a banda passou por um hiato, seus integrantes mantiveram projetos paralelos, como a banda The Dissociatives formada pelo guitarrista Daniel Johns e o tecladista australiano Paul Mac, e o Tambalane, formado pelo baterista Ben Gillies e o vocalista Wesley Carr.

Contudo, a banda voltou a trabalhar em um novo álbum desde o Natal de 2005 e desde então, tem feito inúmeros shows pela Austrália, Europa e América do Norte. Seu novo álbum, entitutlado "Young Modern", já tem 3 hits de sucesso e três vídeo-clipes (Straight Lines, Reflections of a Sound e If you keep loosing sleep).




Integrantes
* Daniel Johns - vocal e guitarra
* Chris Joannou - baixo
* Ben Gillies - bateria


Discografia

Álbuns de estúdio
* 1995 - Frogstomp
* 1997 - Freak Show
* 1999 - Neon Ballroom
* 2002 - Diorama
* 2007 - Young Modern


Videografia

Videoclipes
* "Tomorrow" (versão Tomorrow EP)
* "Stoned" (exibido em um programa australiano de surfe)
* "Tomorrow" (Frogstomp)
* "Pure Massacre" (Frogstomp) [1]
* "Israel´s Son" (Frogstomp) [1]
* "Shade" (Frogstomp)
* "Freak" (Freak Show)
* "Abuse Me" (Freak Show)
* "Cemetery" (Freak Show)
* "Anthem For The Year 2000" (Neon Ballroom)
* "Miss You Love" (Neon Ballroom)
* "Ana´s Song (Open Fire)" (Neon Ballroom)
* "Emotion Sickness" (Neon Ballroom)
* "Across The Night" (Diorama)
* "Greatest View" (Diorama)
* "Without You" (Diorama)
* "Luv Your Life" (Diorama)
* "After All Theese Years" (Diorama)
* "Straight Lines" (Young Modern)
* "Reflections Of A Sound" (Young Modern)
* "If You Keep Losing Sleep" (Young Modern)

Semana q vem teremos o Ultraje a Rigor.

Olímpiadas de Tóquio:1964

Os Jogos da XVIII Olimpíada foram realizados em Tóquio, no Japão, entre 10 e 24 de outubro de 1964, sendo os primeiros Jogos Olímpicos realizados na Ásia. A cidade já tinha conquistado o direito de realizá-los em 1940, mas a invasão da China pelo Japão os transferiu para Helsinque, na Finlândia. Com a eclosão da II Guerra Mundial em 1939, os Jogos de 1940 foram cancelados.

Em 1958, Tóquio conquistou finalmente o direito de cidade-sede para o ano de 1964, derrotando na votação do Comitê Olímpico Internacional as cidades de Detroit, Bruxelas e Viena.

Abertos pelo Imperador Hirohito em pessoa, com a presença de 5.151 atletas de 93 nações, o momento mais simbólico do evento foi a entrada no estádio, carregando a tocha olímpica, do jovem Yoshinori Sakai, de 19 anos, nascido em Hiroshima no dia 6 de agosto de 1945, o mesmo dia em que a bomba atômica foi detonada sobre a cidade. Sua escolha foi uma homenagem às vítimas do holocausto nuclear e um apelo à paz mundial.


Fatos, destaques e curiosidades

* Estes foram os primeiros Jogos transmitidos por um satélite de comunicação geo-estacionário para outros continentes e o primeiro programa de televisão a cruzar, ao vivo, o Oceano Pacífico.

* O judô e o voleibol, esportes muito populares no Japão, foram introduzidos nos Jogos de 1964, além do Pentatlo Moderno feminino. Os japoneses ganharam três medalhas de ouro no judô, mas quem venceu a principal prova de abertura da modalidade, a categoria super pesado, foi o holandês Anton Geesink. A equipe feminina japonesa de voleibol ganhou a primeira medalha de ouro do esporte, sendo que a final foi transmitida ao vivo para a Europa e a América do Norte.

* A nadadora australiana Dawn Frazer conquistou a terceira medalha de ouro consecutiva nos 100m livres ( Melbourne 56, Roma 60 e Tóquio 64) enquanto que o grande nome da natação foi o do norte-americano Don Schollander, com quatro medalhas de ouro.

* O etíope Abebe Bikila torna-se bi-campeão olímpico da Maratona, primeiro homem na história a conseguir tal façanha, seis semanas após uma extração de apêndice. Correndo os 42 km da prova desta vez calçado e agora pelas ruas da capital japonesa, ele quebra novamente o recorde mundial da modalidade, o que fez com que a partir desta data, tivesse colocado ao lado do seu nome por todos os jornalistas, pesquisadores, historiadores e aficionados do atletismo o adjetivo de “o maior maratonista de todos os tempos”. Aumentando ainda mais a carga dramática de sua imagem lendária, Bikila teve um fim trágico, falecendo de hemorragia cerebral em 1973, após quatro anos de lutas e sofrimento contra as seqüelas dos ferimentos sofridos num acidente de automóvel em Adis-Abeba, capital da Etiópia, sua terra natal.

* A fabulosa ginasta soviética Larissa Latynina encerrou sua inigualável carreira amealhando mais duas medalhas de ouro no Solo e no Geral por equipes (as duas pela terceira vez consecutiva) acumulando um total de 18 medalhas, sendo 9 delas douradas, tornando-se a maior campeã olímpica, em qualquer esporte, de todos os tempos, com uma quantidade de medalhas inalcançável até hoje.

* O neozelandês Peter Snell afirmou-se como o maior meio-fundista do planeta ao ganhar o ouro nos 800 m e nos 1500 m.

* A pista de atletismo sintética foi usada pela primeira vez nos Jogos.



Modalidades disputadas
* Atletismo
* Basquetebol
* Boxe
* Canoagem
* Ciclismo
* Esgrima
* Futebol
* Ginástica
* Halterofilismo
* Hipismo
* Hóquei sobre a grama
* Judô
* Natação
* Pentatlo moderno
* Pólo aquático
* Remo
* Saltos ornamentais
* Tiro
* Vela
* Voleibol
* Wrestling


Quadro de medalhas
Quadro de Medalhas / Tóquio 1964
Posição País Ouro Prata Bronze Total
1 Estados Unidos 36 26 28 90
2 União Soviética 30 31 35 96
3 Japão 16 5 8 29
4 Equipa Alemã Unida 10 22 18 50
5 Itália 10 10 7 27
6 Hungria 10 7 5 22
7 Polónia 7 6 10 23
8 Austrália 6 2 10 18
9 Checoslováquia 5 6 3 14
10 Grã-Bretanha 4 12 2 18
11 Bulgária 3 5 2 10
12 Finlândia 3 2 5
Nova Zelândia 3 2 5
14 Roménia 2 4 6 12
15 Países Baixos 2 4 4 10
16 Turquia 2 3 1 6
17 Suécia 2 2 4 8
18 Dinamarca 2 1 3 6
19 Jugoslávia (Iugoslávia) 2 1 2 5
20 Bélgica 2 1 3
21 França 1 8 6 15
22 Canadá 1 2 1 4
Suíça 1 2 1 4
24 Bahamas 1 1
Etiópia 1 1
Índia 1 1
27 Coréia do Sul 2 1 3
28 Trinidad e Tobago 1 2 3
29 Tunísia 1 1 2
30 Argentina 1 1
Cuba 1 1
Filipinas 1 1
Paquistão 1 1
34 Irão (Irã) 2 2
35 Brasil 1 1
Gana 1 1
Irlanda 1 1
México 1 1
Nigéria 1 1
Quénia 1 1
Uruguai 1 1


Semana q vem teremos as Olímpiadas de 1968.

Stock Car:GP de Campo Grande-MS

Ricardo Maurício vence em Campo Grande e amplia vantagem na tabela


Ricardo Maurício, da equipe WA Mattheis, venceu a etapa de Campo Grande da Stock Car. O paulista largou na pole position e dominou a prova desde o início. Ele só perdeu a liderança no momento do pit stop obrigatório, quando Marcos Gomes assumiu a ponta momentaneamente. O piloto da A.Mattheis chegou na segunda posição.



Esta foi a terceira vitória de Ricardinho em cinco provas na temporada. Com isso, ele aumentou a vantagem na liderança do campeonato para 13 pontos em relação a Marcos Gomes.



Átila Abreu, da equipe JF, ficou na terceira posição e completou o pódio em Campo Grande. Ele pressionou muito Pedro Gomes, da Bassani, nas voltas finais, e conseguiu a ultrapassagem na última curva. O rival, irmão do vencedor Marcos Gomes, ficou com a quarta colocação.



- Foi uma prova diferente de todas as outras. Todos sabiam que esta pista judia demais dos pneus e que a estratégia de corrida seria decisiva. Por isso, andei como se estivesse nas Mil Milhas, procurando poupar pneus o tempo todo e evitar sofrer qualquer problema no final. Ainda dei a sorte de o Thiago Camilo escapar na primeira volta. Ele estava muito rápido desde os treinos e poderia me obrigar a aumentar o ritmo - diz Maurício, por meio de sua assessoria de imprensa.

A rigor, depois que as luzes vermelhas se apagaram, Maurício só viu os adversários pelos retrovisores. Segundo colocado no grid, Camilo perdeu o controle do carro no final do retão, caiu para as últimas posições, mas ainda se recuperou até finalizar em quinto, com direito à volta mais rápida. Marcos Gomes, quarto na largada, passou a escoltar o líder quando Pedro Gomes e Popó Bueno, que estavam à sua frente, se tocaram e abriram espaço para a ultrapassagem.


Garantidos com folga na superfinal das últimas quatro etapas, Maurício parece mais preocupado com a milionária etapa carioca, marcada para 31 de agosto, e que oferecerá a maior premiação do automobilismo brasileiro – US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,6 milhão).



- Estamos ansiosos pela superfinal, mas precisamos continuar trabalhando para chegar lá nas melhores condições possíveis. As outras equipes também estão dando duro para encostar na gente - diz Maurício.

Confira o resultado da prova:

1 - Ricardo Mauricio (Peugeot 307) - 32 voltas em 51m07s747
2 - Marcos Gomes (Chevrolet Astra) - a 4s828
3 - Atila Abreu (Peugeot 307) - a 6s853
4 - Pedro Gomes (Peugeot 307) - a 7s471
5 - Thiago Camilo (Chevrolet Astra) - a 11s344
6 - Luciano Burti (Peugeot 307) - a 15s284
7 - Alceu Feldmann (Chevrolet Astra) - a 18s564
8 - Popó Bueno (Chevrolet Astra) - a 19s714
9 - Giuliano Losacco (Peugeot 307) - a 23s492
10 - Julio Campos (Peugeot 307) - a 26s804
11 - Thiago Marques (Peugeot 307) - a 27s204
12 - Carlos Alves (ML - SP) - a 34s048
13 - William Starostik (Peugeot 307) - a 39s405
14 - Antonio Pizzonia (Peugeot 307) - a 40s979
15 - Rodrigo Sperafico (Mitsubishi Lancer) - a 44s308
16 - Antonio Jorge Neto (Mitsubishi Lancer) - a 45s370
17 - Ruben Fontes (Mitsubishi Lancer) - a 46s263
18 - Ingo Hoffmann (Mitsubishi Lancer) - a 1m01s270
19 - Daniel Serra (Chevrolet Astra),a 1m09s844
20 - Allam Khodair (Chevrolet Astra) - a 1m37s930
21 - Felipe Maluhy (Mitsubishi Lancer) - a 1 volta
22 - Ricardo Sperafico (Peugeot 307) - a 1 volta
23 - Nonô Figueiredo (Mitsubishi Lancer) - a 2 voltas

Grid de Largada:GP da Inglaterra

grid de largada
1 H. Kovalainen (FIN)
2 M. Webber (AUS)
3 K. Raikkonen (FIN)
4 L. Hamilton (ING)
5 N. Heidfeld (ALE)
6 F. Alonso (ESP)
7 N. Piquet (BRA)
8 S. Vettel (ALE)
9 F. Massa (BRA)
10 R. Kubica (POL)
11 D. Coulthard (ESC)
12 T. Glock (ALE)
13 S. Bourdais (FRA)
14 K. Nakajima (JAP)
15 J. Trulli (ITA)
16 R. Barrichello (BRA)
17 J. Button (ING)
18 N. Rosberg (ALE)
19 A. Sutil (ALE)
20 G. Fisichella (ITA)

GP da Inglaterra:Treino Livre 3

Após chuva, Fernando Alonso é o mais rápido no último treino livre


Fernando Alonso foi o mais rápido no último treino livre para o GP da Inglaterra, que será disputado neste domingo. O dia começou com pista molhada, após a chuva cair poucos minutos antes da sessão. O asfalto só começou a secar na última meia hora, quando todo mundo tentou marcar tempos.



O espanhol da Renault superou o segundo colocado Mark Webber, da RBR, por 0s248. Heikki Kovalainen, da McLaren, foi o melhor das equipes grandes e ficou na terceira posição. Sebastian Vettel, da STR, impressionou mais uma vez e foi o quarto. Lewis Hamilton completou a lista dos cinco primeiros.



As Ferraris ficaram mais atrás: Kimi Raikkonen foi o nono colocado e Felipe Massa, apenas o 12º. Nelsinho Piquet, companheiro de Alonso na Renault, marcou o sexto tempo, pouco mais de um segundo atrás. Rubens Barrichello, da Honda, foi o décimo colocado, uma posição à frente de Jenson Button.



Confira os tempos do último treino livre em Silverstone:
1 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m20s740 (16 voltas)
2 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m20s988 (18)
3 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m21s266 (14)
4 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m21s277 (19)
5 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m21s668 (14)
6 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m21s786 (14)
7 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m22s059 (21)
8 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m22s183 (21)
9 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m22s355 (20)
10 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m22s387 (17)
11 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m22s440 (19)
12 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m22s461 (20)
13 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m22s544 (18)
14 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m22s556 (20)
15 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m22s916 (22)
16 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m23s028 (17)
17 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m23s049 (22)
18 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m23s112 (21)
19 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m23s282 (20)
20 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m32s119 (6)