quarta-feira, 9 de julho de 2008

Começo da 10 Rodada:Série A


CORITIBA 4X0 PORTUGUESA
Com atuação de gala no segundo tempo, Coritiba goleia a Portuguesa

Na partida que marcava a possibilidade de recuperação no Campeonato Brasileiro para Coritiba ou Portuguesa, apenas um time poderia alcançar o seu objetivo. Depois de um primeiro tempo muito ruim, o time de Dorival Júnior voltou irresistível para a segunda etapa e goleou a Lusa, por 4 a 0, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba. Em bonitos chutes de longa distância, Keirrison e Rubens Cardoso marcaram seus gols. Hugo deixou a sua marca duas vezes, dando números finais ao duelo.



Com o resultado, o Coritiba chegou a 13 pontos na tabela e se afastou da zona de rebaixamento. Já a Portuguesa segue com 12 e permanece na parte intermediária da tabela.



O jogo



A partida começou em ritmo muito acelerado. Precisando da vitória para apagar as derrotas na última rodada do Brasileirão, os dois times nem hesitaram em partir para o ataque logo que a bola rolou. Porém, com muitos passes errados no meio do campo e pouca objetividade ofensiva, as jogadas de maior perigo demoraram para acontecer, já que dependiam da criatividade individual dos jogadores.



A primeira chance de gol saiu apenas aos 13 minutos. Depois de cobrança de falta da barreira, Edno pegou a sobra e bateu com violência. A bola desviou na zaga coxa-branca e assustou o goleiro Édson Bastos. A resposta do time da casa não demorou. Keirrison aproveitou rebatida da zaga lusitana e chutou para boa defesa de André Luis. Logo em seguida, Tiago Bernardi quase abriu o marcador após escorar cruzamento da direita, mas o arqueiro paulista salvou.



Apesar das boas chances, os lampejos de criatividade logo se apagaram. O ritmo de jogo diminuiu bastante e os passes errados, junto com os chutões sem direção, voltaram a ser os protagonistas no gramado do Couto Pereira. Nas raras oportunidades mais claras de gol, Washington pela Portuguesa, e Hugo, pelo Coritiba, finalizaram muito mal. Já no fim, aos 43, Keirrison ainda deve a última chance da etapa inicial, após receber cruzamento da esquerda, mas a bola foi no meio do gol, facilitando a vida de André Luis



Coxa mexe, melhora e vence com propriedade



Jogando em casa e diante de sua torcida, que compareceu em bom número para apoiar o time, o Coritiba voltou a todo o vapor na segunda etapa. Com Michel no lugar de Tiago Bernardi, e acertando melhor os passes, o time de Dorival Júnior logo conseguiu o seu gol.Em uma jogada que mais parecia um replay do que já havia acontecido no primeiro tempo, Keirrisson aproveitou a sobra de uma cobrança de falta de Marlos e abriu o placar, logo aos oito minutos.



Quem achou que o Coxa diminuiria o ritmo após abrir o placar se enganou. O time da casa passou a pressionar o adversário, acuado em seu campo de defesa. Diante de tanta pressão, a Lusa passou a mostrar algum nervosismo e errar muitos lances na sua intermediária. E depois de uma bola mal rebatida, o Coritiba ampliou. Rubens Cardoso bateu rasteiro e com força no canto direito de André Luis, que pulou apenas para sair na foto.



Mesmo sentindo o golpe, a Lusa não se entregou. Washington e Edno ainda tiveram boas chances de reduzir a vantagem do Coritiba, mas desperdiçaram. E a falha de seus companheiros fez Diogo se descontrolar. O atacante desferiu uma cotovelada em Keirrison e foi expulso pelo árbitro da partida Leonardo Gaciba aos 21 minutos.



Melhor na partida e em vantagem numérica, o Coxa não demoraria para ampliar o placar diante do entregue time da Portuguesa. Aos 27 minutos, depois de boa jogada pelo meio, Hugo recebeu na entrada da área, fez o giro em cima de Edno e fuzilou para o gol de André Luis.




Ficha técnica:
CORITIBA 4 x 0 PORTUGUESA
CORITIBA
Édson Bastos; Felipe, Rodrigo Mancha e Tiago Bernardi (Michel); Marcos Tamandaré, Leandro Donizete, Marlos (João Henrique), Guarú e Rubens Cardoso; Hugo e Keirrison
Técnico: Dorival Júnior
PORTUGUESA
André Luis, Patrício, Maurício, Halisson e Bruno Recife; Dias (Sidnei), Gavilán, Preto (Carlos Alberto) e Edno; Diogo e Washington
Técnico: Vágner Benazzi
Gols: Keirrison aos 8, Rubens Cardoso aos 16, Hugo aos 27 e 44 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Tiago Bernardi, Édson Bastos, Donizete (Coritiba); Diogo, Dias, Gavilán (Portuguesa)
Cartão vermelho: Diogo (Portuguesa).
Estádio: Couto Pereira Data: 09/07/2008.
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barisone e Ediney Guerreiro Mascarenhas.


INTERNACIONAL 1X0 GOIÁS
Internacional vence Goiás com um gol de Adriano e entra de vez no Brasileirão


Para os clubes que pretendem conquistar o Brasileirão, fica o aviso: o Inter entrou de vez na disputa. Para quem acredita que o Goiás é candidato ao rebaixamento, cabe um alerta: não tem nada disso. Em jogo casca grossa, disputado em cada segundo, o Colorado sofreu para bater o Esmeraldino por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, no Beira-Rio. Adriano, no início do segundo tempo, fez o gol.

Com o segundo resultado positivo seguido, o Inter pulou para 14 pontos, finalmente na metade de cima da tabela. O Goiás segue com nove, ainda dentro da zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Colorado visita o Atlético-PR no domingo, e o Esmeraldino recebe o Coritiba no sábado.

A partida do Beira-Rio marcou o reencontro de Iarley e Adriano Gabiru, heróis do título mundial, com a torcida colorada. A dupla, especialmente o atacante, recebeu o carinho da galera.





Ferrolho verde segura o Inter


O Goiás amordaçou o Inter no primeiro tempo. Se o sujeito vestia vermelho dentro de campo, parecia proibido de passar da intermediária defensiva goiana. A equipe de Hélio dos Anjos montou um esquema defensivo de aço. Com seis homens no meio, tornou quase impossível a invasão colorada.


O bloqueio começou com Paulo Baier e Romerito em um primeira linha e continuou com Vítor, Fernando, Ramalho e Júlio César na seqüência. Só se passassem por eles os jogadores do Inter poderiam ameaçar a área defendida por Harlei. E praticamente não aconteceu.

Alex e Taison não conseguiram demonstrar a mesma capacidade de articulação das partidas recentes. Ricardo Lopes, constrangido pela presença ameaçadora de Júlio César, e Marcão pouco avançaram pelos lados. E o resumo do primeiro tempo foi uma seqüência sem fim de balões para Nilmar disputar por cima e, naturalmente, perder. O Inter não teve chances claras de gol.

E o Goiás também não. Mas ameaçou mais. Iarley incomodou nos tradicionais recuos para buscar a bola. Paulo Baier e Romerito avançaram pouco, e a principal arma ofensiva do Goiás foi o ala Júlio César. Dos pés dele, aos nove minutos, saiu a principal oportunidade da etapa inicial. Ele emendou forte em um rebote de cruzamento afastado por Índio. A bola encontrou a rede de Clemer, mas por fora.



Adriano entra e faz o gol


Não basta ser bom treinador. É preciso ter sorte também. No intervalo, Tite colocou Adriano no lugar de Guiñazu. Não poderia ter dado mais certo. Aos três minutos, o zagueiro Henrique esqueceu que Nilmar às vezes parece mais rápido do que um carro de F-1, e dos bons. O jogador do Goiás comeu mosca e teve a bola roubada pelo colorado, que logo acionou Adriano, o dono do toque final: 1 a 0 Inter.

Com o gol, o Goiás teve que ir para cima e passou a colecionar faltas nas redondezas da defesa vermelha. Aos 14 minutos, Ernando cabeceou por cima do gol de Clemer, com muito perigo. O problema para o Esmeraldino foi o desmanche do bloqueio defensivo. O Inter colocou calor na zaga alviverde. Foi uma seqüência de oportunidades claras.



Aos 15, Taison chutou forte, Harlei deu rebote, Adriano completou e Harlei novamente agiu para impedir o gol. Aos 16, Nilmar chutou fraco, no meio do gol. Aos 17, Adriano mandou forte, cruzado, e obrigou o goleiro a espalmar. Aos 18, Nilmar recebeu sozinho e desviou para fora.

O jogo ficou aberto. O Goiás foi para cima e não parou de ameaçar. O Inter quase ampliou com Magrão, que perdeu gol de dentro da pequena área aos 27. Mas ninguém conseguiu mais mexer no placar. O jogo terminou com vitória colorada por 1 a 0.





Ficha técnica:
INTERNACIONAL 1 x 0 GOIÁS
INTERNACIONAL
Clemer, Ricardo Lopes, Índio, Sorondo e Marcão; Edinho, Magrão, Guiñazu (Adriano) e Taison (Maycon); Alex e Nilmar (Andrezinho).
Técnico: Tite.
GOIÁS
Harlei, Ernando, Paulo Henrique (Rafael Marques) e Henrique; Vítor, Fernando, Ramalho (Adriano Gabiru), Paulo Baier, Romerito e Júlio César (Schwenck); Iarley.
Técnico: Hélio dos Anjos.
Gols: Adriano, aos três minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Guiñazu, Alex, Edinho (Inter); Vitor, Paulo Henrique, Henrique (Goiás).
Público: 26.535 pagantes.
Estádio: Beira-Rio. Data: 09/07/2008.
Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ).
Auxiliares: Gilson Bento Coutinho (PR) e Alcides Zawaski Pazetto (SC).


VITÓRIA 5X2 BOTAFOGO
Vitória vence e mantém hegemonia sobre o Botafogo




Boa fase e hegemonia. Unindo esses dois fatores, o Vitória fez 5 a 2 no Botafogo, nesta quarta-feira, em Salvador. Com o resultado, a equipe baiana manteve a invencibilidade de 17 anos para o Alvinegro e chegou ao sexto jogo sem derrota no Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Rubro-Negro termina o dia como vice-líder, mas ainda pode ser alcançado por Palmeiras e Cruzeiro, que enfrentam nesta quinta Figueirense e Ipatinga, respectivamente. Já o time carioca volta ao 16º lugar e fica a dois pontos da zona de rebaixamento.



O Vitória dominou a partida desde o minuto inicial, pressionando o Botafogo em seu campo e dificultando a saída de bola adversária. O trio defensivo do Alvinegro errava muito na marcação e cedia muitos contra-ataques para os baianos. Marquinhos foi o personagem da partida, e nasceu de uma jogada sua o primeiro gol rubro-negro, aos 11 minutos. O atacante entrou na área em velocidade e foi puxado por Ferrero. O árbitro marcou pênalti, e Ramon cobrou no canto esquerdo de Castillo, abrindo o placar.



Wellington Paulista desencanta no segundo tempo

O Botafogo mal teve tempo para se acertar em campo, e o Vitória marcou o segundo. Marquinhos fez boa jogada pelo meio e lançou rasteiro para Ramon. O meia deu um drible de corpo em André Luis na entrada da área e chutou para fazer 2 a 0 aos 13 minutos. As coisas ficaram ainda mais complicadas para o Alvinegro quando Alessandro deixou o campo machucado, sendo substituído pelo volante Thiaguinho aos 16 minutos.

O time da casa passou a buscar mais as jogadas pelo lado direito da defesa do Botafogo, já que Thiaguinho não conseguia acompanhar as descidas de Marquinhos pelo setor. Aos poucos o Alvinegro foi melhorando seu posicionamento, passando a tocar mais a bola. A equipe marcou seu primeiro gol aos 25 minutos, também de pênalti. Jorge Henrique foi derrubado por Wallace dentro da área, e Lucio Flavio cobrou com categoria.



O Alvinegro, no entanto, não mostrou a organização necessária para acertar a marcação. Apesar da força de vontade dos jogadores, a equipe continuava a dar muitos espaços, principalmente a Marquinhos. O atacante quase fez um gol de bicicleta aos 29 minutos, depois de dominar a bola dentro da grande área, mesmo cercado por Leandro Guerreiro e Renato Silva. No entanto, ele foi decisivo no terceiro gol do Vitória, aos 34 minutos, quando recebeu um bom lançamento do lado esquerdo e deu um belo toque para Marcelo Cordeiro entre Renato Silva e André Luis. O lateral recebeu em velocidade e fuzilou a rede de Castillo.

Enquanto o Botafogo continuava a errar muitos passes, o Vitória mantinha o toque de bola envolvente, saindo com muita qualidade nos contra-ataques. E foi dessa forma que os baianos chegaram ao quarto gol, aos 45 minutos. Vânderson recebeu em velocidade e avançou, mas foi derrubado por Ferrero. Os jogadores do Alvinegro reclamaram com o árbitro José Henrique de Carvalho, apontando que a falta teria ocorrido fora da área. Ramon cobrou novamente e fez o quarto do Rubro-Negro e seu terceiro na partida.



Se havia a mínima esperança de reação para o Botafogo no segundo tempo, ela acabou logo aos três minutos. Marcelo Cordeiro recebeu pelo lado esquerdo e tentou cruzar. No entanto, a bola foi na direção do gol, pegando Castillo adiantado e morrendo no ângulo esquerdo do uruguaio. Foi o quinto gol do Vitória.



Apesar do placar extremamente desfavorável, o Botafogo não parou de correr e buscar ao menos diminuir a desvantagem. O melhor caminho do Alvinegro parecia ser com Jorge Henrique, que passou a buscar jogadas nas duas pontas. Depois de criar uma boa oportunidade na esquerda para Lucio Flavio, que chutou e obrigou Viáfara a fazer boa defesa, o camisa 7 avançou em velocidade pela direita e cruzou rasteiro. Lucio Flavio passou da bola, mas Wellington Paulista escorou para marcar o segundo, aos 22. Foi o fim de um jejum de 14 partidas e quase três meses sem balançar as redes.



Ficha técnica:
VITÓRIA 5 x 2 BOTAFOGO
VITÓRIA
Viáfara, Carlos Alberto (Rafael), Thiago Gomes, Wallace e Marcelo Cordeiro (Jackson); Vânderson, Renan, Ramon (Ricardinho) e Willians; Marquinhos e Dinei.
Técnico: Vagner Mancini.
BOTAFOGO
Castillo, Renato Silva, Andre Luis (Triguinho) e Ferrero; Alessandro (Thiaguinho), Leandro Guerreiro, Diguinho (Lucas Silva), Lucio Flavio e Zé Carlos; Jorge Henrique e Wellington Paulista.
Técnico: Geninho.
Gols: Ramon, aos 11 e aos 13, Lucio Flavio, aos 25, Marcelo Cordeiro, aos 34, e Ramon, aos 45 minutos do primeiro tempo; Marcelo Cordeiro, aos 3, Wellington Paulista, aos 22 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Ramon, Dinei, Jackson (Vitória); Ferrero, Andre Luis, Leandro Guerreiro, Thiaguinho, Lucio Flavio (Botafogo).
Público: 26.560 pagantes. Renda: R$ 328.859,00.
Estádio: Barradão, em Salvador (BA). Data: 09/07/2008.
Árbitro: José Henrique de Carvalho (SP).
Auxiliares: Vicente Romano Neto (SP) e Ezequiel Barbosa Alves (MS).

FLUMINENSE 3X0 ATLÉTICO-PR
Fluminense vence o Atlético-PR e deixa a lanterna do Brasileiro


O reencontro do Fluminense com a torcida nesta quarta-feira, no Maracanã, lembrou os bons tempos. Na arquibancada, uma faixa já demonstrava o apoio após a perda do título da Libertadores há uma semana para a LDU: "Eu acredito em vocês". E o time deu o primeiro passo para deixar a decepção e a tristeza no passado. Mesmo sem jogar bem, o Tricolor venceu por 3 a 0 o Atlético-PR, gols de Dodô, Conca e Somália, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro.



Com o resultado, o time carioca deixou a lanterna da competição e agora tem seis pontos superando o Ipatinga, que nesta quinta-feira enfrenta o Cruzeiro, no saldo de gols. Já o Furacão segue com 12 pontos, mas agora em 10º lugar. No próximo sábado, o Fluminense volta a campo no Maracanã para encarar o Vitória. No domingo, o Atlético-PR enfrenta o Internacional em casa, na Arena da Baixada.



Dodô abre o placar



O Fluminense entrou em campo com um desfalque de última hora. Thiago Neves voltou a sentir um incômodo na coxa esquerda e foi vetado. Os jogadores entraram em campo com uma faixa com a frase: "Obrigado torcida tricolor". Mas poucas pessoas viram. Ainda decepcionados com a perda do título da Libertadores para a LDU, os torcedores compareceram em pequeno número ao Maracanã. Apenas 11.466 foram apoiar a equipe.



O jogo começou com o Fluminense pressionando. O primeiro chute a gol foi aos seis minutos, com Washington. O atacante tricolor, porém, mandou longe do gol. Aos 12, Conca arriscou de fora da área e o goleiro Galatto espalmou para escanteio. Na cobrança, Thiago Silva desvia e Dodô, na segunda trave, completa de cabeça para o gol: 1 a 0 para o Tricolor! Foi o terceiro gol do atacante no Campeonato Brasileiro.


Após o gol, a partida esfriou. O Fluminense parou de criar. Os torcedores só voltaram a se manifestar quando um dos assistentes levou uma bolada no rosto. O árbitro Salvio Spinola parou o jogo para ver se estava tudo bem. Enquanto isso, no acesso à arquibancada, o vendedor de cachorro-quente Ivan admitia o clima de "missa de sétimo dia" e lamentava a queda nas vendas.



- Na semana passada na final da Libertadores vendi 420 cachorros-quentes. Hoje se vender uns 30 vou ficar feliz - disse Ivan, que cobrava R$ 4 cada.



Em campo, o Atlético-PR partiu para o ataque. E mesmo errando muitos passes chegou a ameaçar. Aos 36 minutos, Nei soltou uma bomba de fora da área e Fernando Henrique espalmou para escanteio. Na cobrança, o goleiro voltou a fazer uma difícil defesa após a cabeçada de Pedro Oldoni. Fernando Henrique se esticou e espalmou a bola que ia entrar no canto esquerdo. E o primeiro tempo terminava com poucas chances de gol para os dois lados.



Conca faz o segundo gol tricolor



A partida ganhou mais velocidade no segundo tempo. Dodô arriscou da entrada da área, mas a bola passou por cima do travessão. Aos 12 minutos, Pedro Oldoni cabeceou livre na área. Fernando Henrique conseguiu espalmar e evitar o gol de empate.



Mas a reação do Atlético-PR foi prejudicada três minutos depois quando o lateral-direito Nei, que já tinha cartão amarelo, fez falta violenta em Luiz Alberto e acabou expulso.



Mesmo com dez jogadores, o Furacão continuou tentando. Mas sem ameaçar como antes. O Fluminense parecia desinteressado para a partida. O zagueiro Thiago Silva justificava a convocação para a seleção olímpica e aparecia muito bem na cobertura e nos desarmes.



O Tricolor teve uma chance de falta com Conca. Mas o chute parou nas mãos do goleiro Galatto. Pouco depois, Alan Bahia também soltou a bomba em um lance de bola parada. Mas a bola desviou e foi para fora.



Aos 37 minutos, uma grande chance de o Fluminense ampliar. Após cruzamento de Junior César, o lateral Rafael aproveitou a sobra na entrada da área e chutou rasteiro para fora, com muito perigo. Galatto ficou parado no meio do gol apenas torcendo.



Mas o segundo gol tricolor saiu em seguida. Em um contra-ataque, Conca tocou para Dodô, que dividiu com o zagueiro Rhodolfo. A bola sobrou limpa para o meia argentino, que tocou na saída do goleiro Galatto. Mas ainda havia tempo para o terceiro gol. Tartá cruzou e Somália, de primeira, soltou a bomba no ângulo: 3 a 0! A primeira vitória tricolor no Brasileiro estava garantida. E a torcida fez a festa no final respondendo a uma provocação feita por um colunista no site oficial do Atlético-PR cantando "palhaço, palhaço, time de palhaço".



Ficha técnica:
FLUMINENSE 3 x 0 ATLÉTICO-PR
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Rafael (Maurício), Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Fabinho (Tartá), Arouca, Cícero e Conca; Dodô e Washington (Somália).
Técnico: Renato Gaúcho.
ATLÉTICO-PR
Galatto; Antônio Carlos, Rhodolfo e Danilo; Nei, Valencia (Joãozinho), Alan Bahia, Júlio dos Santos (Douglas) e Márcio Azevedo; Ferreira, Pedro Oldoni (Gabriel Pimba).
Técnico: R. Fernandes.
Gols: Dodô, aos 13 minutos do primeiro tempo; Conca, aos 39 minutos do segundo tempo, e Somália, aos 46.
Cartões amarelos: Rafael e Cícero (Fluminense). Nei, Alan Bahia e Danilo (Atlético-PR).
Cartão vermelho: Nei (Atlético-PR)
Público: 11.466 presentes Renda: R$ 119.077,00
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro. Data: 09/07/2008.
Árbitro: Salvio Spinola (Fifa-SP).
Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Marcio Luiz Augusto (SP).


ATLÉTICO-MG 1X1 FLAMENGO
Fla arranca empate com o Galo no Mineirão e segue firme na liderança

Depois de sair atrás no placar, o Atlético-MG correu atrás do prejuízo apoiado pela sua torcida e empatou com o Flamengo por 1 a 1, nesta quarta-feira, no Mineirão. A equipe mineira pressionou muito, mas pecou pela má pontaria e não conseguiu virar a partida. Com o resultado, o Rubro-Negro segue na liderança isolada do Campeonato Brasileiro com 23 pontos, e ainda mantém a invencibilidade fora de casa. O Galo chega a 12 e se afasta mais da zona de rebaixamento. O Fla já jogou sem o meia Renato Augusto, que foi negociado com o Bayer Leverkusen, da Alemanha.Os gols foram marcados por Marcinho, artilheiro da competição com sete, e Marcos.


Na próxima rodada, domingo, as duas equipes terão pela frente os clássicos regionais de maior rivalidade. O Flamengo encara Vasco, no Maracanã, e o Atlético mede força com o Cruzeiro, no Mineirão.



Artilheiro Marcinho deixa a sua marca novamente


As duas equipes entraram em campo com estratégias diferentes. Enquanto o Galo, que jogava em casa, tentava acelerar o jogo, o Fla trocava passes com o objetivo de cadenciar o jogo. Apesar do maior volume, o Atlético sofria com a falta de criatividade no meio-de-campo. A primeira boa chance foi do Rubro-Negro, em uma bola parada. Aos 14, Bruno fingiu que ia cobrar a falta da entrada da área e deixou para Juan, que chutou com categoria e obrigou Édson a voar para fazer a defesa. O lance parece ter animado os flamenguistas, que seguiram em cima e foram recompensados. Aos 16, Obina achou Marcinho em posição legal nas costas da defesa, o atacante deixou o lateral Amaral na saudade e, de perna esquerda, chutou com categoria para fazer 1 a 0. O sétimo do artilheiro do campeonato.

Em desvantagem, o Galo adotou uma postura ainda mais ofensiva. O técnico Gallo colocou o atacante Castillo no lugar de Amaral, e o time passou a ameaçar mais o Fla. Aos 20 minutos, Danilinho se livrou da marcação, invadiu a área pela direita e chutou cruzado. Antes que alguém pudesse empurrar para dentro, Jaílton se atirou e jogou a bola para linha de fundo. A resposta do Fla, que passou a apostar nos contra-ataques, foi rápida. Um minuto depois, Luizinho tocou para Kleberson na direita, o volante cruzou rasteiro para Juan, que, de primeira, chutou e a bola passou perto do gol do Galo.

Com dificuldades para penetrar na defesa rubro-negra, o Atlético ameaçou o gol de Bruno através de uma bola parada, aos 25 minutos. Petkovic cobrou com força e assustou o goleiro do Fla, que se atirou e viu a bola passar perto da meta. Aos 32, a melhor chance da equipe mineira. Renan tabelou com Castillo e entrou sozinho, cara a cara com Bruno, mas na hora da finalização, chutou torto e irritou os torcedores do Galo. Antes do intervalo, o Atlético ainda viu o Fla chegar perto do segundo. Aos 44, Fábio Luciano mandou cabeça para o gol com Édson já batido, mas a bola passou rente à trave esquerda do goleiro.



Galo insiste e consegue a igualdade



A segunda etapa começou na mesma maneira que o primeiro tempo terminou, com o Atlético com a iniciativa do ataque e o Flamengo apostando nos contra-ataques. A dificuldade do Galo para penetrar na zaga rubro-negra também continuava a mesma. A primeira boa oportunidade foi em uma bola parada, aos dez minutos. Vinícius cobrou a falta com categoria e Bruno voou para colocar a bola para escanteio. Dois minutos depois, Danilinho fez fila na entrada da área e chutou. A bola passou raspando a trave direita do goleiro Bruno.

Vendo que o time estava recuado demais, o técnico Caio Júnior colocou o jovem Erick Flores no lugar de Jônatas. E foi da grande promessa das categorias de base do Fla a primeira boa chance de ampliar. O jogador driblou dois marcadores, entrou na área e cruzou na direção de Obina, que não conseguiu desviar a bola em direção ao gol.

A persistência atleticana foi recompensada aos 32 minutos. Depois de um bate-rebate na área, Petkovic cruzou na medida para Marcos que, bem posicionado, só empurrou para o fundo da rede: 1 a 1. A euforia deu lugar ao susto em menos de três minutos. Aos 35, Jaílton lançou Marcinho nas costas da defesa, o atacante avançou e chutou cruzado. Édson defendeu e, no rebote, Obina isolou.



A grande chance do Galo conseguir uma vitória heróica aconteceu aos 42 minutos. Serginho mandou uma bomba de fora da área e a bola acertou a trave do goleiro Bruno. Até o fim do jogo, o time da casa pressionou, mas quando os jogadores não chutaram para fora, o goleiro Bruno estava lá para defender.



Ficha técnica:
ATLÉTICO-MG 1 x 1 FLAMENGO
ATLÉTICO-MG
Édson, Mariano (Élton), Marcos, Vinícius e Amaral (Castillo); Serginho, Márcio Araujo, Renan e Petkovic; Danilinho e Eduardo (Raphael Aguiar).
Técnico: Alexandre Gallo.
FLAMENGO
Bruno, Leo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Jailton, Toró (Airton), Kleberson (Dininho) e Jônatas (Erick Flores); Marcinho e Obina.
Técnico: Caio Júnior.
Gols: Marcinho, aos 16 minutos do primeiro tempo, e Marcos, aos 32 da segunda etapa.
Cartões amarelos: Jaílton, Airton (FLA); Vinícius (ATL)
Estádio: Mineirão. Data: 09/07/2008.
Árbitro: Paulo César Oliveira.
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos e Marcelo Carvalho Van Gasse.


SANTOS 1X1 GRÊMIO
Santos e Grêmio empatam: pior para o Peixe, que segue na zona de perigo

Ainda não foi dessa vez que o Santos conseguiu quebrar seu jejum de vitórias. O Grêmio segurou bem a pressão alvinegra e conseguiu um importante ponto na Vila Belmiro, com o empate em 1 a 1, nesta quarta-feira à noite, pela décima rodada do Brasileirão. O Peixe pelo menos conseguiu acabar com a seca de gols que já durava três partidas, mas não vence desde a segunda rodada, quando goleou o Ipatinga. Com oito jogos sem vitórias e sete pontos na tabela, o Alvinegro segue em 18º lugar. Já o time gaúcho, com 18 pontos, está em terceiro e segue no G-4.

Grêmio sai na frente, mas Peixe aperta e empata





Jogando num esquema 3-4-3, com Rodrigo Souto atuando como líbero e Kléber vestindo a 10 e comandando o meio-de-campo, o Santos começou dominando as ações. O garoto Maikon, caindo pelas pontas, deu muito trabalho para a zaga gremista. Sempre descendo em velocidade, ele levou vantagem em todas as corridas, mas pecou nas finalizações.



O garoto teve pelo menos três grandes chances para marcar: aos 15, 20 e 23 minutos. Na primeira, ele recebeu passe de Michael e dominou livre de frente para o goleiro Victor, mas errou o alvo. Em seguida, o rápido atacante recebeu de Kléber, ganhou da zaga e chutou cruzado, de esquerda, para fora. Três minutos depois, o lançamento foi de Tiago Luís. Maikon correu mais que a marcação, cortou para a direita e chutou rasteiro. A bola passou rente à trave de Victor.



O gol santista estava maduro, mas quem abriu o placar foi o Grêmio. Aos 25, numa fala gritante da defesa santista, Rodrigo Mendes apareceu sozinho para completar de cabeça uma cobrança de escanteio da esquerda. A bola passou por baixo de Fábio Costa.




Após o gol, o goleiro teve uma discussão ríspida com Kléber Pereira após o gol. O atacante estava dentro da área, sem marcar ninguém e levou uma dura tão grande que os companheiros tiveram de intervir. Mal na partida e aceitando passivamente a marcação, o atacante passou a ser hostilizado pelos torcedores. Toda vez que pegava na bola, era vaiado.



Apesar de desarrumado após sofrer o gol, o Peixe foi para cima, mais na base da vontade, e martelou tanto que o gol acabou se tornando inevitável. A primeira chance saiu logo aos 27. Kleber cobrou falta de canhota e a bola raspou o travessão. Aos 42, Kleber cobrou escanteio e Fabão completou cobrança de cabeça. A bola começava a cruzar a linha quando o goleiro Victor salvou com o pé. Aos 44, Apodi, percebendo o goleiro adiantado, arriscou um lindo chute do meio do campo e acertou o travessão. Aos 45, finalmente o gol. Maikon desceu em velocidade pela direita e cruzou. Michael, o estreante da noite, completou de pé esquerdo.



A torcida do Peixe soltou um grito que estava preso há 315 minutos. Desde os 46 minutos do segundo tempo do jogo contra o Fluminense, há três rodadas, o Alvinegro não marcava. Era a maior seca de gols do Brasileirão 2008.





Tudo igual





Não foi só a torcida que perdeu a paciência com Kléber Pereira. O técnico Cuca também não gostou da atuação do jogador e o tirou no intervalo, para a entrada de Lima. No entanto, que voltou melhor para o segundo tempo foi o Grêmio.



O time tricolor voltou marcando melhor, controlando a velocidade do time santista, que passou a errar passes e a dar campo para o time gaúcho avançar. O Tricolor criou duas boas chances para marcar o segundo aos 18 e 19 minutos. No primeiro lance, Fabão perdeu a bola na intermediária e Marcel avançou livre. Na hora de chutar, porém, o atacante fez lambança e mandou para fora. Em seguida, Perea pegou a sobra, após outra saída de bola errada do Santos, e chutou de esquerda, carimbando a trave.



O Peixe, aos poucos, foi controlando o nervosismo e saindo mais para o jogo. Aos 26, Adriano cobrou falta de pé direito com perigo e Victor fez grande defesa, evitando que a bola entrasse no ângulo esquerdo. Aos 29, Molina, que entrou no lugar de Tiago Luís, dominou na meia, avançou, entrou na área e tocou de pé direito na saída do goleiro. A bola passou à direita, bem perto da trave.



O Grêmio, porém, não se acuou. O time de Celso Roth buscava explorar os espaços deixados pela defesa santista, principalmente pelo lado direito. No entanto, faltou aos gaúchos capricho na hora de finalizar. O Santos, por sua vez, tentava a virada no sufoco, na base do chutão. Mas só isso não foi suficiente.





Ficha técnica:
SANTOS 1 x 1 GRÊMIO
SANTOS
Fábio Costa, Apodi (Wesley), Marcelo, Fabão e Michael; Rodrigo Souto, Adriano e Kleber; Tiago Luís (Molina), Kléber Pereira (Lima) e Maikon.
Técnico: Cuca.
GRÊMIO
Victor, Léo, Réver (Jean) e Thiego; Paulo Sérgio, Willian Magrão, Rafael Carioca, Rodrigo Mendes (André Luís) e Helder; Perea (Rudnei) e Marcel.
Técnico: Celso Roth.
Gols: Rodrigo Mendes, aos 25, Michael, aos 45 minutos do primeiro tempo
Cartões amarelos: Marcel, Perea (Grêmio), Tiago Luís, Rodrigo Souto (Santos)
Público: 10.138 (público total) Renda: R$ 66.730,00
Estádio: Vila Belmiro, em Santos. Data: 09/07/2008.
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (RJ).
Auxiliares: Hilton Moutinho Rodrigues (RJ/Fifa) e Marco Aurélio dos Santos Pessanha
(RJ).


NÁUTICO 2X1 SÃO PAULO
De virada, Náutico bate o São Paulo

O Náutico mostrou que nos Aflitos reina absoluto e manteve a invencibilidade em casa neste Brasileiro ao vencer o São Paulo por 2 a 1, na noite desta quarta-feira. O time paulista enfrentou o primeiro dos três adversários diretos que tem na tabela nesta seqüência e não conseguiu o que queria, além de ter perdido após oito jogos sem derrotas. E o Timbu segue crescendo, firme na busca pelas primeiras posições. O destaque negativo do jogo foi o gramado, que não estava em boas condições.



Com o resultado, o time pernambucano está agora com 17 pontos, na sexta posição, e o Tricolor paulista tem 14 pontos, na oitava colocação. Na próxima rodada, o São Paulo encara o clássico contra o Palmeiras, no domingo, às 16h, no Morumbi, e o Náutico também tem um duelo contra o rival Sport, nos Aflitos, às 18h10.



Gramado ruim, e gols para os dois lados



Enquanto o técnico Leandro Machado fez várias modificações, escalando jogadores fora de posição, Muricy Ramalho optou por Richarlyson no meio e improvisou Zé Luis na zaga. Logo aos oito minutos, Aloísio balançou a rede do Timbu, mas o gol foi anulado por impedimento apontado pelo auxiliar. O atacante não gostou nada da marcação. A partida prometia muitas chances para os dois lados.



O que o time paulista não esperava era encontrar o campo dos Aflitos em condições tão ruins, com muitas falhas e desnivelado. Não demorou para que um jogador se machucasse: Miranda prendeu o pé esquerdo em um buraco e precisou ser substituído por Juninho.



Aos 18 minutos, o dono da casa teve uma boa chance em cobrança de falta, mas Felipe bateu por cima do gol. No minuto seguinte, o São Paulo conseguiu o gol: Hernanes cruzou após deixar Ticão para trás e Borges recebeu na pequena área, para balançar a rede.



Mas o Tricolor não teve muito tempo para comemorar. O jogo era lá e cá e, aos 22, em mais uma cobrança de falta, Ruy colocou a bola na cabeça de Radamés, que só mirou o gol. Os jogadores do São Paulo pediram impedimento, mas o volante não estava em posição irregular.



Com espaços no meio, os times trabalhavam a bola. Mas não levavam tanto perigo aos goleiros. E o empate foi o placar do primeiro tempo.



Náutico arruma tudo em casa



As duas equipes mantiveram a disposição no início do segundo tempo. Mas o Tricolor criou mais logo de cara. Aos quatro minutos, Richarlyson assustou o goleiro Eduardo com uma bomba de fora da área. Aos nove, foi a vez de Hugo chutar de bico e carimbar a zaga do Timbu. E, aos 11, Borges furou na hora de alcançar a bola.



Depois do sufoco, o dono da casa surpreendeu: aos 12, Everaldo, de perna esquerda, soltou o pé da intermediária e acertou o ângulo esquerdo de Ceni, marcando um golaço. A torcida do Timbu explodiu em alegria nos Aflitos!



No embalo, Radamés cobrou uma falta no ângulo direito e obrigou o camisa 1 do São Paulo a se esticar e defender. A bola ainda tocou no travessão.



A virada do Náutico fez com que Muricy modificasse o estilo de jogo do São Paulo. Ele tirou Joilson e escalou Éder Luis, com o objetivo de abrir o jogador pela direita e Hugo pela esquerda. O treinador queria que o time jogasse mais pelos lados. Leandro Machado, por sua vez, colocou Itaqui em campo e rearrumou o time no 3-5-2.



As mexidas de Muricy levaram o Tricolor a pressionar mais o Náutico. Juninho assustou de cabeça, aos 37, e Rogério Ceni cobrou uma falta da entrada da área, aos 40. Eduardo fez bela defesa. Aos 47, Hernanes chutou forte e a bola atingiu a rede pelo lado de fora. Foi a última chance do Tricolor, que volta para a capital paulista sem pontos na bagagem.





Ficha técnica:
NÁUTICO 2 x 1 SÃO PAULO
NÁUTICO
Eduardo, Ruy, Vagner, Everaldo e João Paulo (Itaqui); Ticão, Radamés, Negretti e Paulo Santos (Tiago); Felipe (Gilmar) e Wellington.
Técnico: L. Machado.
SÃO PAULO
Rogério Ceni, Zé Luis, André Dias e Miranda (Juninho); Joilson (Éder Luis), Richarlyson, Hernanes, Hugo e Jorge Wagner; Borges e Aloísio.
Técnico: M. Ramalho.
Gols: Borges, aos 19 minutos, e Radamés, aos 22 minutos do primeiro tempo; Everaldo, aos 12 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Everaldo (Náutico); Hugo, Joilson, Rogério Ceni, André Dias, Richarlyson, Borges (São Paulo).
Estádio: Aflitos. Data: 09/07/2008.
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (Fifa-SC).
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Fábio Pereira (TO).

terça-feira, 8 de julho de 2008

10 Rodada:Série B

BRAGANTINO 2X1 BRASILIENSE
Em casa, Bragantino derrota o Brasiliense com pênalti polêmico

O primeiro confronto da história entre Bragantino e Brasiliense terminou com vitória da equipe do interior paulista. Nesta terça-feira, os times se enfrentaram no Estádio Marcelo Stéfani, em Bragança Paulista, pela décima rodada da Série B, e o Leão venceu por 2 a 1. Com o resultado, o Braga chega aos 12 pontos, sobe para o 12º lugar e sai da zona de rebaixamento. O Jacaré fica com 11, na 13ª posição.

Na sexta-feira, o Brasiliense encara o CRB-AL fora de casa, às 20h30m. No dia seguinte, às 16h10m, o Bragantino vai ao Distrito Federal para pegar o Gama.

Primeiro tempo bem disputado

Os primeiros dez minutos da partida foram de muita correria, mas com pouca organização tática dos dois lados e vários erros de passe. Sendo assim, o Braga achou na bola parada a chance de criar chances de gol.

Aos 13, após cobrança de escanteio ensaiada, Nunes aproveitou o desvio no primeiro pau, mas acertou a trave. Seis minutos mais tarde, o atacante apareceu mais uma vez e por pouco não abriu o placar.

Aos 20, a insistência do time da casa foi recompensada. O meia Sérgio Manoel cobrou escanteio, o zagueiro Cris subiu bem e acertou o ângulo de Guto em bela cabeçada. O camisa 1 do Brasiliense ainda evitou que o volante Moradei ampliasse, aos 24, com uma ótima defesa.

O risco de sofrer mais um gol fez o Jacaré despertar e usar a mesma arma do adversário. Aos 34, Fábio Braz recebeu cruzamento na área e cabeceou com muito perigo. Dez minutos depois, um outro zagueiro foi mais feliz. O veterano Júnior Baiano, de 38 anos, aproveitou a cobrança de falta e empatou com uma cabeçada certeira, sem chances para o goleiro do Leão.

Pouca criatividade no segundo tempo



Empurrado pela torcida, o Bragantino tentou tomar a iniciativa na etapa final, mas concentrava suas ações pelo lado direito do ataque e não conseguia furar o bloqueio adversário. Sérgio Manoel tentava sair da marcação, mas faltava o apoio dos seus companheiros de meio-campo. Alex Dias e Dimba também não conseguiam criar jogadas para o Jacaré.



Assim como no primeiro tempo, o Braga tirou o pé do acelerador e o Brasiliense se empolgou. Aos 22, Marcinho teve ótima chance em cobrança de falta da entrada da área, mas bateu muito mal. Logo depois, Valdir recebeu cruzamento perfeito, mas errou a cabeçada. Dimba, sumido até então, recebeu ótimo lançamento dentro da área, mas o bandeirinha marcou impedimento de forma equivocada.



O zagueiro Gustavo quase complicou a vida do Bragantino. Aos 35, ele desviou um chute com a cabeça e por pouco não acertou o ângulo de Gilvan. O goleiro tirou com a ponta dos dedos e evitou a virada.



Pênalti polêmico decide o jogo



Quando os torcedores de Bragança Paulista já pressionavam, um pênalti duvidoso salvou o time da casa do quinto jogo sem vitória no campeonato. Aos 39, Nego caiu na área, e o árbitro marcou a falta. Na cobrança, Nunes mostrou categoria para deixar o Braga em vantagem novamente e garantir três pontos.


GAMA 0X4 SANTO ANDRÉ
Impiedoso, Santo André goleia o Gama


Mesmo jogando no Estádio Mane Garrinha o Santo André não tomou conhecimento do Gama e goleou por 4 a 0, na noite desta terça-feira, em Brasília. Com o resultado o Ramalhão chegou a 15 pontos e se aproxima do G-4 da Série B do Brasileiro, alcançando a sexta posição. Já o time de Brasília segue com dez, em décimo-sexto lugar.


A necessidade de vencer dos dois times não refletiu na qualidade do futebol no primeiro tempo. Tanto o Gama quanto o Santo André erravam muitos passes e as jogadas trabalhadas praticamente não aconteciam. Diante deste panorama, só restava arriscar chutes de longa distância. E foi justamente desta maneira que as equipes tiveram seus lances de maior perigo, assustando os goleiros Neneca e Cristiano.


Porém, apenas aos 44 minutos o susto se tornou realidade. O meia Élton, do Santo André, recebeu na entrada da área, e bateu com força no canto direito do arqueiro do Gama. A bola ainda bateu na trave antes de entrar no fundo da rede do time de Brasília. Na descida para o intervalo, o técnico do Gama, Roberto Cavalo reclamou da apatia de seus jogadores


No segundo tempo, o time da casa voltou mais ligado na partida. Correndo bastante e arriscando jogadas individuais, o time brasiliense por pouco não chegou ao empate aos oito minutos. Após cobrança de escanteio, o goleiro Neneca saiu mal do gol e Bebeto quase fez de cabeça.Daí em diante, o Ramalhão optou por jogar mais recuado, saindo apenas nos contra-ataques.



Desta forma, conseguiu ampliar aos 25 minutos. Jéferson escapou pela direita, deixou dois adversários para trás e bateu na saída do goleiro. O artilheiro ainda fez mais um pouco minutos depois. Ele recebeu na área, driblou Cristiano e deixou o sua segunda marca nas redes do adversário. Já no fim, Pará fez o quarto do time do ABC paulista sacramentando a goleada no Planalto Central.


CRB 0X2 PONTE PRETA
Contra o CRB, Ponte Preta vence a primeira partida fora de casa

A Ponte Preta conseguiu sua primeira vitória fora de casa, na noite desta terça-feira, ao derrotar o CRB por 2 a 0, no Rei Pelé, em Maceió.



A partida começou com a Ponte Preta pressionando. Já aos 4 minutos, Leandrinho se livrou da marcação e aproveitou o cruzamento para, de cabeça, abrir o placar para a equipe de Campinas.

Os alagoanos tentaram responder, com Ivo, que cobrou falta com força, quase surpreendeu o goleiro Aranha, que se esforçou para desviar para escanteio.

A partida seguiu equilibrada e sem grandes lances de perigo. Ao fim da primeira etapa, o CRB insistia em bolas levantadas na área, mas a mira dos atacantes deixava a desejar. A Ponte Preta tentou se aproveitar, explorando o contra-ataque e chegou a criar duas oportunidades claras de gol, com Leandrinho e Wanderley, mas a má pontaria não era exclusividade dos alagoanos, e a rede não voltou a balançar antes do apito do juiz.

A segunda etapa começou debaixo de chuva. Dentro de campo, as equipes mantiveram o equilibrio do fim da etapa inicial, com o CRB buscando o empate e a Ponte valorizando a posse de bola. Leandrinho com a cabeça enfaixada após uma cotovelada que o rendeu um corte no rosto, tentava criar jogadas, mas tinha dificuldade em dar continuidade aos lances.

Aos 11, a Ponte Preta ampliou. Luís Ricardo invadiu a área pela direita e tocou rasteiro na saída do goleiro Jonatas.

Aproveitando a deficiente marcação da ala esquerda alagoana, Raulen recebeu a bola dentro da área e bateu cruzado, mas errou o alvo, aos 27. A Macaca ainda esteve mais perto de ampliar, já nos acréscimos, quando Luís Ricardo aproveitou a falha da defesa e cruzou a bola para dentro da área do time da casa. Sem marcação, Moraes se atrapalhou e acabou chutando em cima do goleiro do CRB.



Com o resultado, a Macaca, do técnico Paulo Bonamigo, soma 13 pontos e ocupa a décima colocação da Série B. O CRB segue na lanterna, com apenas 5 pontos conquistados.


CEARÁ 3X1 CRICIÚMA
Ceará passa pelo Criciúma no Castelão

O Ceará derrotou o Criciúma por 3 a 1, na noite desta terça-feira, no Castelão, em partida válida pela décima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, e se aproxima da zona de classificação para a elite do futebol. Com o resultado, o Tigre permanece com dez pontos, e cai para a 15ª posição. O Alvinegro chega aos 15, e sobe para sétimo lugar.



Na próxima rodada, sábado, o Tigre recebe o arqui-rival Avaí. Já o Ceará encara o clássico contra o Fortaleza, na sexta-feira.





O jogo

Com apenas cinco minutos de partida, o Ceará chegou ao primeiro gol. O meia Cleison recebeu dentro da área e foi derrubado por Luiz André. Em cima do lance o árbitro Wilson Souza de Mendonça marcou pênalti. O atacante Luis Carlos fez a primeira cobrança e anotou, mas o árbitro voltou o lance. Na segunda batida, Luis Carlos trocou o canto e abriu o placar.


Aos 13 minutos, o time da casa ampliou. Em uma jogada controvertida, o atacante Luis Carlos arrancou pela direita, e em posição de impedimento Vavá deixou a bola passar. O jogador continuou a jogada e cruzou para o mesmo Vavá, que acompanhou o lance e marcou o segundo gol.


Na volta para o segundo tempo, o técnico Gelson da Silva promoveu a entrada do atacante Luis Mário, que fez sua estréia no Tigre. Mas o time catarinense levou outro golpe aos quatro minutos. O atacante Vavá recebeu bom passe dentro da área, dominou e, com um lindo toque ,passou por William Amaral e concluiu na saída do goleiro Zé Carlos para marcar o terceiro gol do Ceará.


Surpreendentemente depois do terceiro gol o Criciúma começou a jogar melhor e criar boas oportunidades de gol. Aos 26 minutos o Tigre chegou ao seu gol. O lateral Patric fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro para Jael, que de primeira acertou um belo chute, sem chances para o goleiro Adilson.


Porém, mesmo com maior volume de jogo o Criciúma cansou e não teve pernas para diminuir o placar e acabou saindo de campo com mais uma derrota.

CORINTHIANS 5X0 MARÍLIA
Timão supera problemas, goleia Marília e voa de volta à elite nacional

O Corinthians segue imbatível na Série B do Campeonato Brasileiro. Até mesmo quando se depara com um monte de problemas, o Timão tem sido soberano e voa de volta à elite nacional. Na noite desta terça-feira, por exemplo, a equipe alvinegra massacrou o Marília por 5 a 0, no estádio do Pacaembu, pela décima rodada.

Obstáculos não faltaram para o Timão esta noite. Com menos de 15 minutos, o técnico Mano Menezes perdeu Alessandro e Nilton, machucados. No segundo tempo, viu Acosta ser expulso e também Felipe defender pênalti cometido por Eduardo Ramos. Nada que inibisse a equipe de ir para cima e construir uma goleada.



OUÇA OS GOLS DA PARTIDA

Ainda invicto (são oito vitórias e dois empates), o Corinthians tem agora 26 pontos na liderança da Segundona. Campanha que não só credencia o Timão como favorito ao título, mas também faz o torcedor ter cada vez mais a certeza de que o caminho de volta à Série A não será tão complicado quanto se imaginava.

Por outro lado, o Marília começa a namorar a Série C. Com apenas dez pontos, a campanha do time do interior tem uma vitória, sete empates e duas derrotas. Mas o técnico Jorge Rauli confia no processo de reestruturação que a diretoria faz no clube para de repente reagir a tempo de não perder os rivais de vista.

Na próxima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Marília joga na sexta-feira, dia 11, às 20h30m, contra o São Caetano, no estádio Bento de Abreu. O Corinthians, por sua vez, entra em campo no dia seguinte, às 16h10, ante o Santo André, no estádio Bruno José Daniel, no ABC paulista.

Problemas não abalam, e Timão sai na frente
Sem poder contar com Fabinho (conjuntivite), Douglas e Herrera (suspensos), o técnico Mano Menezes precisou mudar a cara do Corinthians, principalmente pela ausência do camisa 10. O treinador do Timão só não esperava que com menos de 15 minutos precisasse fazer duas alterações por motivos médicos.

O primeiro a deixar o gramado foi o lateral-direito Alessandro, que novamente sentiu lesão muscular. Aos 9 minutos ele deu lugar ao estreante Denis. Um minuto depois, o zagueiro William e o volante Nilton se chocaram no alto. Pior para Nilton, que sofreu uma fratura no nariz e saiu de campo para a entrada de Carlos Alberto.

Mesmo com todos esses problemas foi do Corinthians o domínio da etapa inicial. Tanto que abriu o placar aos 20 minutos. Acosta foi empurrado por Leandro Amaro na grande área e o auxiliar Carlos Augusto Nogueira Junior assinalou a penalidade, confirmada pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Na cobrança, Chicão marcou.

Embora tivesse o controle da partida, o Timão não conseguiu transformá-lo em mais gols. Por outro lado, o Marília foi apático. À exceção dos minutos finais da primeira etapa, quando teve três escanteios consecutivos e aproveitou pane da defesa alvinegra para pressionar. O gol de empate, porém, não saiu.



Emoção de sobra na etapa final
Na tentativa de dar mais mobilidade ao Marília, o técnico Jorge Rauli sacou Ricardinho e colocou Tiago Rodrigues. Mas foi o Corinthians que quase abriu o placar logo no primeiro minuto da etapa final. Dentinho fez boa jogada pela direita e cruzou para o uruguaio Acosta cabecear. Mas o goleiro Giovanni fez ótima defesa.

Quatro minutos depois, porém, Giovanni facilitou para o Timão. Acosta tocou a bola para Dentinho na área. O jovem atacante chutou fraco, mas o goleiro do Marília foi mal na bola e a viu passar por debaixo das suas pernas. Foi o segundo gol de Dentinho na Série B. Ele havia marcado na rodada passada, contra o São Caetano.

Mas o jovem atacante do Timão não estava satisfeito. Aos 16 minutos, ele aproveitou sobra na grande área e tocou colocado no canto do goleiro Giovanni.

No minuto seguinte, porém, o Corinthians teve uma baixa importante: Acosta. O atacante uruguaio se irritou com Chiquinho e acertou um chute no adversário. Em cima do lance, o árbitro Wilson Luiz Seneme aplicou o cartão vermelho.

Eduardo Ramos também sofreu uma pane e desviou a bola com a mão na grande área, aos 22 minutos. Mas a estrela de Felipe brilhou. O goleiro, que ficou três jogos afastado do time, fez boa defesa na cobrança de João Victor, salvou o Timão e foi ovacionado no Pacaembu.



Se do lado do Timão Felipe foi herói, do lado do Marília, Giovanni foi vilão. Além do frango que levou no segundo gol, ele segurou com as mãos recuo do zagueiro aos 31 minutos. No tiro livre indireto, André Santos sacramentou a goleada. Sobrou tempo até para o estreante Denis marcar o quinto, aos 37.


Ficha técnica:
CORINTHIANS 5 x 0 MARÍLIA
CORINTHIANS
Felipe, Alessandro (Denis), Chicão, William e André Santos; Nilton (Carlos Alberto), Eduardo Ramos (Carlão), Elias e Lulinha; Acosta e Dentinho.
Técnico: Mano Menezes.
MARÍLIA
Giovanni, Leandro Amaro, René e Alemão (Sammuel); Chiquinho, João Marcos, João Vitor, Ricardinho (Tiago Rodrigues) e João Victor; Betinho (Marcinho) e Robert.
Técnico: Jorge Rauli.
Gols: Chicão, aos 20 minutos do primeiro tempo; Dentinho, aos 5 minutos, e aos 16, André Santos, aos 31, e Denis, aos 37 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Lulinha (C); João Vitor, René, Alemão, João Marcos, Leandro Amaro (M).
Cartão vermelho: Acosta (C).
Público: 21.068pagantes. Renda: R$ 381.815,00.
Estádio: Pacaembu. Data: 08/07/2008.
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP).
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Junior e João Bourgalber Chaves (ambos de SP).


BAHIA 1X1 ABC
ABC arranca empate com Tricolor no fim


O Bahia desperdiçou uma boa oportunidade de embalar na Série B do Brasileirão na noite desta terça-feira. Aos 36 minutos do segundo tempo, o ABC arrancou um empate por 1 a 1, no estádio Jóia da Princesa, em feira de Santana, em jogo válido pela décima rodada da competição. O técnico do Tricolor, Arturzinho, deixou o campo sob vaias. Com isso, os dois times seguem na zona intermediária da classificação. O time potiguar ocupa agora a nona posição, com 14 pontos, um a mais que os baianos, com 13, em 11º lugar.



O próximo compromisso do Bahia é nesta sexta, contra o Vila Nova, em Goiânia. No sábado, é a vez de o ABC enfrentar o arqui-rival América-RN, em Natal.





O jogo

Embalado pela vitória da sexta-feira passada por 2 a 1 sobre o então vice-líder Avaí, o Bahia começou a partida impondo um ritmo forte. E logo aos dois minutos abriu o placar: após cobrança de falta na entrada da área, Elias tocou para Galvão que acertou um forte chute rasteiro, no canto esquerdo, sem dar chances de defesa para Paulo Musse.

A equipe do técnico Arturzinho poderia ter decidido a partida com menos de 11 minutos, se não desperdiçasse as duas oportunidades com Charles e Galvão após falhas seguidas da defesa do ABC. Aos poucos, porém, o time potiguar foi equilibrando a partida e começou a criar boas chances.

Em uma delas, o lateral-direito Bosco invadiu a área e chutou forte. O goleiro Darci deu rebote, mas quando Valdir Papel estava prestes a concluir, a zaga afastou o perigo. Na seqüência, o atacante também perdeu outra boa chance de cabeça. O Bahia reagiu em uma boa jogada de Emerson Cris, que tabelou com Luciano Baiano e chutou rente à trave de Paulo Musse.

Mesmo com esse lance perigoso, o Tricolor baiano via o adversário ser superior. E já no final do primeiro tempo, o meia Alexandre perdeu um gol incrível, ao furar um cruzamento de Valdir Papel.

As duas equipes voltaram para o segundo tempo sem a mesma disposição dos primeiros 45 minutos. Nenhuma delas conseguia criar e a inoperância acabou contagiando a torcida baiana, que ficou calada a maior parte do tempo. O Bahia seguia administrando a vantagem mínima e o ABC inexplicavelmente não procurava o ataque.

A partida só foi ganhar emoção nos último minutos. Já aos 36, Alysson tabelou com o atacante Ronaldo, invadiu a área e chutou forte, no ângulo de Darci, empatando o jogo. Desesperado pelo mau resultado em casa, o Bahia começou a pressionar o ABC. O sufoco, contudo, foi em vão, e as duas equipes permanecem na zona intermediária da tabela.


AMÉRICA-RN 1X1 FORTALEZA
América-RN e Fortaleza só empatam e seguem na zona de rebaixamento

A busca pela vitória foi em vão na noite desta terça-feira, no Estádio Machadão. América-RN e Fortaleza ficaram apenas no empate em 1 a 1 e seguem em situação complicada na tabela de classificação da Série B. O time cearense chegou a dez pontos e fica na décima sétima coloção. Já a equipe potiguar segue na vice-lanterna, com sete pontos, na frente apenas do CRB


Se a situação dos times na Série B já reunia condições para dar um tom dramático à partida, o mau estado do gramado e a chuva que caiu sobre Natal pioraram ainda mais a situação. Diante de tais fatores, Fortaleza e América-RN fizeram um primeiro tempo de muita luta, mas pouco futebol. Escorregões e furadas, além de erros de passe, foram vistos em grande quantidade.



No único lance de real perigo da primeira etapa, o Tricolor conseguiu o seu gol. Raul pegou a bola na entrada da área e bateu com precisão, no ângulo do goleiro do time rubro, sem chances de defesa. O time da casa ainda tentou partir para o empate, mas continuou esbarrando na zaga da equipe cearense e na dificuldade de seus atacantes.


Na volta o intervalo, já sem a chuva para atrapalhar, a partida melhorou. Precisando do resultado e jogando diante de sua torcida, o América-RN saiu com tudo para conseguir o empate. Nos contra-ataques, o time cearense chegava sempre com perigo. Mas de tanto insistir, o time de Ruy Scarpino chegou à igualdade aos 21 minutos. Saulo recebeu na área e apenas escorou para o gol.



Daí em diante o jogo ganhou ainda mais velocidade. Como o resultado não agradava nem a gregos nem a troianos, tanto o Mecão quanto o Tricolor partiram para conseguir a vitória. O América-RN, empurrado pela torcida, e o Fortaleza sempre explorando os contragolpes. Aos 35, Léo Jaime quase pôs o time de Barbieri na frente no marcado, mas acertou o travessão. No fim, o empate persistiu.

PARANÁ 0X0 VILA NOVA
Vila empata com Tricolor e sai do G-4


O Vila Nova não conseguiu se manter entre os quatro primeiros colocados na Série B do Brasileirão. Na noite desta terça-feira, a equipe goiana ficou no empate sem gols com o Paraná, no Durival Britto, em Curitiba, e acabou perdendo posição para o Avaí, caindo para a quinta posição, com 17 pontos. Já o Tricolor paranaense, graças aos resultados da rodada, conseguiu subir duas posições, passando para a 14ª posição, com 11 pontos.



O Vila volta a jogar nesta sexta, contra o Bahia, em Goiânia. O Paraná continua em casa e encara o Juventude, no sábado.





O jogo

Com campanhas distintas até o momento na Série B, as duas equipes fizeram um belo primeiro tempo na Vila Capanema. Tanto que nos primeiros 15 minutos, cada equipe teve pelo menos duas boas chances de gol. Pelo Paraná, destaque para as investidas de Éverton e Gílson, que tentou de letra, levando perigo ao gol de Max.

Já na equipe goiana, do artilheiro Túlio Maravilha, Bruno Batata foi quem teve a chance de abrir o placar, mas o ex-jogador do J. Malucelli chutou no meio do gol. Túlio também teve a sua chance, só que na primeira o goleiro Gabriel fez fácil defesa. Apesar de o Paraná ter tido maior posse de bola, a partida seguia equilibrada.

Na etapa final, o técnico Rogério Perrô sacou o atacante Gílson para a entrada de Fábio Luis, buscando ter um homem de referência no ataque paranista. A mudança deu certo, e o Paraná partiu para cima do Vila Nova, fazendo o goleiro Max trabalhar muito. Quando atacava, a equipe goiana só assustava com Bruno Batata, já que Túlio, sumido, deixou o gramado aos 19.

Buscando a vitória, Perrô colocou o atacante Clênio, mas após três minutos em campo o jogador teve uma lesão no joelho direito e deixou o gramado, ficando o dez jogadores, já que a equipe tinha feito as três substituições. O Paraná diminiu o ritmo, e, como aparentemente o Vila estava satisfeito com o empate, o placar de 0 a 0 permaneceu.


SÃO CAETANO 1X3 BARUERI
Barueri derrota o Azulão fora de casa e assume a vice-liderança do campeonato

São Caetano e Barueri fizeram um dos duelos paulistas na Série B, nesta terça-feira, pela décima rodada. Em casa, o Azulão tentava se recuperar da derrota para o Corinthians, mas acabou surpreendido no Anacleto Campanella, no ABC. Os visitantes venceram por 3 a 1 e chegaram à vice-liderança da competição, com 20 pontos. Já o time do técnico Pintado ficou com 15, na 8ª posição, fora do G-4.



Na sexta-feira, o Barueri visita o CRB, às 20h30m. No mesmo horário, o São Caetano vai encarar o Marília fora de casa.



Visitantes abrem o placar no primeiro tempo



À vontade na casa do rival, o Barueri foi melhor desde o início da partida. Do outro lado, o São Caetano, com dificuldades, tinha o atacante Finazzi como o principal articulador das jogadas. Não deu certo. Aos 29 minutos, Thiago Humberto acertou um lindo chute de fora da área com o pé esquerdo e abriu o placar para os visitantes. Sem criatividade, o Azulão pouco conseguiu fazer para igualar o placar na etapa inicial.



Thiago Humberto e Pedrão brilham



Pintado voltou para o segundo tempo com o atacante Tatu no lugar do zagueiro Neto Gaúcho. A mudança deu mais mobilidade ao time do ABC. Finazzi perdeu boa chance logo no primeiro minuto. O atacante cabeceou à esquerda de Renê. O Barueri continuou com a partida sob controle, exibindo bom toque de bola e criando chances perigosas.



O duelo ganhou ritmo depois dos dez minutos. Aos 13, Thiago Humberto foi derrubado na área e o árbitro marcou pênalti. Pedrão bateu no canto direito. Dois minutos depois, o Azulão diminuiu com Finazzi. Ele aproveitou a sobra dentro da área para mandar para a rede.

A reação azul parou por aí. Aos 17, o Barueri definiu o placar da sua quarta vitória consecutiva. Pedrão recebeu passe na entrada da área, cortou o zagueiro e bateu cruzado, no ângulo direito de Júlio César.


AVAÍ 1X0 JUVENTUDE
Derrota para o Avaí, nesta terça-feira, custa a vice-liderança da Série B ao Ju


O técnico Silas venceu o duelo com o ex-companheiro de São Paulo Zetti, na noite desta terça-feira, quando o Avaí derrotou o Juventude por 1 a 0, na Ressacada, em Florianópolis, em partida válida pela 10ª rodada da Série B. Com isso, a equipe Alviverde viu o fim de uma seqüência de oito jogos de invencibilidade, além de ter perdido a vice-liderança da competição para o Barueri, que venceu o São Caetano por 3 a 1.

Mesmo sem contar com o artilheiro Mendes, a equipe de Caxias do Sul partiu para cima dos donos da casa. Aos 5 minutos, o goleiro Eduardo Martini foi obrigado a fazer boa defesa, após chute cruzado de Xuxa. A resposta catarinense veio em seguida, no chute de Juliano, desviado de cabeça pelo zagueiro Márcio Alemão.

A partida seguiu equilibrada, e Eduardo Martini voltou a mostrar segurança em jogada ensaiada do time do Juventude, quando Bruno bateu no canto direito, e o camisa 1 avaiense desviou para escanteio.

As redes não demoraram a balançar, na segunda etapa. Já aos 10 minutos, Válber cobrou falta com o pé esquerdo, e o goleiro Michel Alves não conseguiu evitar o gol. Pouco depois, aos 14, a situação do Ju se complicou ainda mais. Renan foi imprudente na disputa de bola com Abuda e acabou expulso de campo.
Aos 21, apesar da desvantagem numérica, os gaúchos quase chegaram ao empate. Bruno recebeu dentro da área, girou e chutou, mas a bola subiu demais e saiu pela linha de fundo. A reação catarinense saiu dos pés de Vandinho, que bateu da linha da grande área e acertou o travessão alviverde.

O mesmo Vandinho acabou tornando as coisas mais fáceis para o Avaí, aos 35, quando sofeu falta de Diego Padilha e viu o árbitro expulsar mais um jogador do Juventude. Sem conseguir o gol de empate, o Ju seguiu dando trabalho, principalmente com Xuxa. A marcação acirrada sobre o meia alviverde acabou rendendo mais um cartão vermelho à partida, desta vez para Emerson, do Avaí.



Com o resultado, o clube catarinense ultrapassou o Aliverde gaúcho e chegou à terceira colocação, enquanto o Ju ocupa a quarta.

domingo, 6 de julho de 2008

9 Rodada:Série A

ATLÉTICO-MG 1X1 PALMEIRAS
Verdão sofre com desfalques, arranca empate contra o Galo, mas deixa o G4

Mesmo com muitas dificuldades por causa dos desfalques, o Palmeiras conseguiu um empate em 1 a 1 com o Atlético-MG no Mineirão, neste domingo. Diante das circunstâncias, o resultado acabou sendo bom para a equipe paulista, que foi pressionada durante boa parte do jogo. Por outro lado, com apenas um ponto conquistado, o time de Vanderlei Luxemburgo, com 17, cai para quinto e deixa a zona de classificação para a Taça Libertadores. Já o Galo, com 11, desce uma posição e está em 14º.



O time paulista entrou em campo sem o meia Valdivia e o atacante Kléber, ambos suspensos, os zagueiros Gustavo, Deivid e o lateral-direito Elder Granja, lesionados, além do lateral-esquerdo Leandro que discute sua renovação de contrato.



Só dá Galo no primeiro tempo



O Atlético impôs um ritmo alucinante à partida desde o início. Tanto que com dez minutos de bola rolando, o goleiro Marcos já havia operado um milagre numa cabeçada do seu xará do Galo, aos quatro, e ainda viu a bola bater em sua trave direita, num chute de Eduardo, aos dez.



De tanto insistir, a equipe mineira acabou abrindo o placar aos 11. Danilinho cobrou escanteio da direita e Eduardo subiu mais que a zaga palmeirense para escorar de cabeça no canto esquerdo. Marcos nem pôde esboçar reação .



Aos poucos, o Palmeiras foi se assentando em campo, diminuindo a pressão adversária. No entanto, apesar de ter a bola nos pés, o time de Vanderlei Luxemburgo não conseguia criar alguma jogada mais perigosa. Sem seu principal armador, o chileno Valdivia, o Verdão foi um time sem criatividade.



Somente aos 25 é que a equipe do Palestra Itália conseguiu acertar um cruzamento na área. Alex Mineiro disputou no alto com Vinícius e acertou uma cotovelada na cabeça do zagueiro, que sofreu um corte profundo e teve de ser substituído, pois os médicos não conseguiram estancar o sangramento.


O domínio da posse de bola não significou muita coisa para o Verdão, já que o Galo, marcando forte, conseguia retomá-la para explorar contra-ataques. As descidas de César Prates pela esquerda incomodaram muito os paulistas. O lateral do Galo levou vantagem na disputa com Fabinho Capixaba, lateral-direito do Palmeiras, na maior parte da primeira etapa.


Perigoso, o Galo perdeu grande chance para ampliar. Aos 31, a bola é cruzada da esquerda. O lateral palmeirense Jefferson dá uma voadora e acerta o rosto de Eduardo dentro da área. Pênalti. Na cobrança, aos 33, Renan arrisca a paradinha, mas pega mal na bola e chuta fraco, rasteiro, no canto direito. Marcos pula e pega.



Somente aos 43 minutos é que o goleiro Edson, do Galo, teve trabalho. Diego Souza cobrou falta de longe. A bola saiu rasteira e o camisa 1 teve trabalho para encaixá-la.



Ainda havia tempo para o Galo ameaçar. Marcando mal, o Palmeiras viu Danilinho entrar em sua área driblando quem apareceu em sua frente, aos 44. Quando o atacante finalmente foi travado, a bola sobrou para o boliviano Castillo emendar de esquerda. O goleiro do Verdão salvou com a ponta dos dedos.





Diego salva





No segundo tempo, as deficiências do Palmeiras continuaram evidentes. Sem um pingo de lucidez no meio-de-campo, o time paulista abusou dos erros de passe e deu chance para o Atlético atacar sempre com perigo. Tanto que Marcos trabalhou mais que o seu colega Edson.



Logo aos nove minutos, o goleiro pentacampeão defendeu um chute à queima roupa de Eduardo. O Galo continuou em cima, mas foi diminuindo o ritmo aos poucos. O Palmeiras só conseguia ameaçar em jogadas de bola parada. Como numa cobrança de falta de Gladstone aos 30. A bola passou por cima.



Aos 35, César Prates, que fazia uma boa partida, deu mancada ao chutar a bola para longe depois que o juiz havia parado jogo marcando uma falta. Como já tinha o amarelo, acabou sendo expulso de campo numa jogada infantil.



Na seqüência, aos 36, Diego Souza cobrou falta de pé direito, com muita precisão, e acertou o ângulo direito. Um golaço. Mesmo jogando mal, o Verdão igualava o placar .


Com um jogador a mais, o Palmeiras teve espaço para atacar, mas não conseguiu se aproveitar. Aos 43, Denílson recebeu livre pela esquerda e em vez de tentar um chute firme, optou por um toquinho para encobrir o goleiro. Abusou e errou. Já o Galo, mais na base da vontade, tentou sair para o ataque, mas faltou capricho nos passes.





Ficha técnica:
ATLÉTICO-MG 1 x 1 PALMEIRAS
ATLÉTICO-MG
Edson, Mariano, Marcos, Vinícius (Welton Felipe) e César Prates; Serginho, Renan, Márcio Araújo e Castillo (Elton); Danilinho e Eduardo (Rafael).
Técnico: Gallo.
PALMEIRAS
Marcos, Fabinho Capixaba, Jeci, Gladstone e Jefferson; Pierre, Martinez (Jorge Preá), Léo Lima (Denílson) e Diego Souza; Lenny (Evandro) e Alex Mineiro.
Técnico: V. Luxemburgo.
Gols: Eduardo, aos 11 minutos do primeiro tempo, Diego Souza, aos 36 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Pierre, Jeci, Martinez (Palmeiras), César Prates, Marcos, Serginho (Atlético-MG).
Cartão vermelho: César Prates (Atlético-MG)
Público: . Renda: .
Estádio: Mineirão. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR/Fifa).
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (RN/Fifa) e Claudemir Maffessoni (SC).


PORTUGUESA 1X2 VITÓRIA
Gol aos 9 segundos leva o Vitória ao G4


A Portuguesa vinha de uma seqüência de três partidas sem levar gols. Mas, neste domingo, no Canindé, o Vitória balançou a rede da Lusa logo no primeiro lance do jogo. O gol-relâmpago de Dinei, aos nove segundos, foi o segundo mais rápido da história do Campeonato Brasileiro. E ele só abriu caminho para o placar de 2 a 1. Com o resultado, o Vitória subiu uma posição, ultrapassou o Palmeiras, que empatou com Atlético Mineiro, e entrou no G4, o grupo dos times que se classificam para a Taça Libertadores da América.



O Vitória começou arrasador. Assim que o árbitro Djalma Beltrami apitou o início da partida, os jogadores da Portuguesa se atrapalharam na saída e Willians aproveitou para roubar a bola. Ele avançou, ainda se livrou de um marcador e rolou para o lado para Dinei acertar o alvo da entrada da área.



O lance deu um baque na Lusa. O Rubro-Negro continuou pressionando e chegava com facilidade ao gol de André Luís. E após algumas investidas o time baiano marcou o segundo. Aos 15 minutos, Marquinhos rolou para Ramon, que invadiu a área como quis e tocou na saída do goleiro.

A Lusa, que passou por Santos, Botafogo e Atlético Paranaense sem levar gols, já tinha levado dois do Vitória nos primeiros minutos. E o visitante não parava de atacar. O primeiro tempo terminou 2 a 0, mas não seria nenhum exagero se terminasse 4 a 0... Só deu Vitória.



Expulsão no Vitória anima a Lusa


Na volta do intervalo, o técnico da Portuguesa, Vagner Benazzi, trocou dois de uma vez: tirou Dias e Washington e mandou a campo Carlos Alberto e Rogério. Seu xará, Vagner Benazzi, pela tranqüilidade do marcador, demorou um pouco mais para mexer. O treinador do Vitória esperou para ver como reagiria a Lusa após as mexidas: Dinei e Ramon deram lugar para Rodrigão e Ricardinho.



O Vitória ficou com um jogador a menos aos 15 minutos do segundo tempo, quando Marco Aurélio, que já tinha cartão amarelo, tentou usar a mão para completar um cruzamento para o gol e recebeu vermelho. A expulsão animou a Portuguesa, que, mais na base da raça e da vontade, tentou equilibrar a partida. Aos 29 minutos, Vaguinho, impedido, conseguiu descontar.

Os últimos minutos foram de desespero para a Lusa, que foi para cima, até teve chance de empatar, mas não conseguiu superar Viáfara. Com o resultado, o Vitória chega aos 17 pontos e, em termos de pontuação, só está atrás do líder Flamengo (22). Empatado com Grêmio, Cruzeiro e Palmeiras, fica a frente do time paulista, mas atrás do gaúcho e do mineiro nos critérios de desempate.



FICHA TÉCNICA:
PORTUGUESA 1 X 2 VITÓRIA
PORTUGUESA
André Luís, Patrício, Bruno Rodrigo, Halisson e Bruno Recife (Sandro); Dias (Carlos Alberto), Gavilán, Edon e Preto; Washington (Rogério) e Vaguinho.
Técnico: Vagner Benazzi
VITÓRIA
Viáfara, Marco Aurélio, Thiago Gomes, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Vanderson, Renan, Ramon (Ricardinho) e Willians; Dinei (Rodrigão) e Marquinhos (Jackson).
Técnico: Vágner Mancini
Gols: Dinei, aos 9 segundos, e Ramon, aos 15 minutos do primeiro tempo; Vaguinho, aos 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Washington (Portuguesa); Viáfara e Anderson Martins (Vitória). Cartão vermelho: Marco Aurélio (Vitória).
Público: 4.420. Renda: R$ 64.413,00.
Estádio: Canindé. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Djalma Beltrami (RJ/Fifa).
Auxiliares: Roberto Braatz (PR/Fifa) e Jair Albano Felix (MG).


FIGUEIRENSE 2X1 VASCO
Figueira vence o Vasco de virada com presença ilustre de Dinamite


O Figueirense aproveitou o mando de campo e derrotou o Vasco por 2 a 1, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, mantendo a sua invencibilidade dentro de casa neste Campeonato Brasileiro. Com a presença do presidente Roberto Dinamite no estádio e à volta da camisa 11, utilizada por Leandro Amaral, o time da Colina errou duas vezes em seu setor defensivo e foi castigado com dois gols de Cleiton Xavier. Rodrigo Antônio marcou para os cariocas.



Com o resultado, o time da Colina permaneceu com dez pontos. Os catarinenses passaram ultrapassaram os cariocas e chegaram aos 12. Na próxima rodada, o Figueirense vai pegar o Palmeiras, em São Paulo. O Vasco tem pela frente o Sport, em São Januário. As duas partidas vão ser na próxima quinta-feira.



Tiago salva o Vasco no primeiro tempo



O primeiro lance de destaque da partida aconteceu aos cinco minutos. Após um lançamento em profundidade, Tiago se antecipou ao atacante Tadeu e saiu jogando. Na seqüência do lance, deu um drible desconcertante em Edu Salles para posteriormente dar um chutão para o ataque.



Com poucas oportunidades de gol, o início da partida foi marcado por muita correria de ambos os lados. Só aos 19 minutos, uma chance clara de gol. Morais tabelou com Edmundo, que tocou para Leandro Amaral dentro da área. O atacante dominou e tocou na saída do goleiro, a bola caprichosamente bateu na trave do goleiro Wilson, que ficou apenas olhando.



Sob o olhar do presidente Roberto Dinamite, o Vasco parecia mais próximo do gol. Aos 21, mais uma oportunidade para os cariocas. Edmundo cobrou falta na cabeça de Vílson, que tocou para Leandro Amaral dentro da área. O atacante ajeitou para Jean, travado na hora do chute. Dois minutos depois, Tadeu passou por Vílson e chutou para boa defesa de Tiago.



Aos 25, Tiago fez um milagre. Em cobrança de falta de Cleiton Xavier, o goleiro fez uma belíssima defesa e na sobra tirou com o pé no momento em que Tadeu colocaria a bola para dentro da rede do Vasco. Dois minutos, o time da Colina assustou novamente. Após escanteio, a bola sobrou para Leandro Amaral dentro da área. O jogador chutou forte e a bola desviou na zaga.



Aos 35, em uma falha de posicionamento da defesa vascaína, Tadeu entrou livre na grande área e foi derrubado por Tiago, pênalti para o Figueira. Na cobrança, Cleiton Xavier bateu mal e o goleiro cruzmaltino fez a defesa com tranqüilidade. Aos 44 minutos, o Vasco abriu o marcador. Morais cobrou falta da direita, a bola sobrou para Leandro Amaral, que acertou novamente a trave do Figueira. Na sobra, Rodrigo Antônio abriu o marcador para os cariocas.



Cleiton Xavier marca duas vezes e dá vitória ao Figueira





O Figueirense voltou para etapa final disposto a empatar o jogo, mas o Vasco começou um pouco melhor, tendo uma maior posse de bola e assustando em cobranças de falta. Porém, aos cinco minutos, os catarinenses tiveram uma chance de ouro com Bruno Aguiar. Após cobrança de escanteio, o zagueiro cabeceou e o goleiro Tiago voltou a salvar o time carioca.



Aos 13, Diogo chegou à linha de fundo e cruzou para Ricardinho, que acabara de entrar. O atacante recebeu dentro da área, sozinho, e chutou para fora. O jogo seguiu movimentado, com bons lances para ambos os lados. Quatro minutos depois, o Vasco foi quem assustou. Leandro Amaral tocou para Edmundo dentro da área. O Animal foi travado e a bola sobrou para Morais. O meia colocou por cima do goleiro Wilson, que fez uma linda defesa.



O Figueira seguiu tentando o empate. Aos 19, após cobrança de escanteio, Tiago se antecipou ao zagueiro Bruno Aguiar e salvou novamente o Vasco. Aos 28, Edmundo cobrou falta da intermediária e acertou uma bomba no travessão de Wilson, que chegou atrasado na bola. No minuto seguinte, o Animal recebeu dentro da área e foi solado pelo adversário. Jogada perigosa dentro da área do time catarinense. O camisa 10 cobrou em cima da barreira.



No entanto, o Figueira chegou ao empate aos 32 minutos. Após cobrança de falta de Rodrigo Fabri, a bola foi cortada para a entrada da área e sobrou para Cleiton Xavier, que acertou um belo sem-pulo para empatar a partida. Nove minutos depois, o mesmo Fabri fez uma bela jogada pela direita e cruzou na cabeça de Claiton Xavier, que fez o gol da vitória catarinense e o seu segundo na partida.



Ficha técnica:
FIGUEIRENSE 2 x 1 VASCO
FIGUEIRENSE
Wilson, Anderson Luiz, Bruno Perone, Bruno Aguiar e Leandro Soares (Rodrigo Fabri); Diogo, Magal, Marquinho e Cleiton Xavier; Edu Salles (Rafael Coelho) e Tadeu (Ricardinho).
Técnico: PC Gusmão.
VASCO
Tiago, Rodrigo Antônio, Eduardo Luiz e Vílson; Wagner Diniz, Jonílson (Mateus), Morais, Jean (Alex Teixeira) e Pablo; Leandro Amaral e Edmundo.
Técnico: Antônio Lopes.
Gols: Rodrigo Antônio, aos 44 minutos do primeiro tempo; Cleiton Xavier, aos 32 minutos, Cleiton Xavier, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Rodrigo Antônio (V), Bruno Aguiar (F), Tiago (V), Leandro Soares (F), Vílson (V).
Estádio: Orlando Scarpelli. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP).
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP-Fifa) e Márcio Luiz Augusto (SP).


INTERNACIONAL 3X0 CORITIBA
Taison e Alex comandam vitória do Inter: 3 a 0 sobre o Coxa

Taison, nome de boxeador e futebol de moleque atrevido, maltratou o Coritiba e deixou tudo pronto para Alex nocautear o adversário na tarde deste domingo, no Beira-Rio. Amplamente superior, o Colorado aproveitou a jornada pouco inspirada do Coxa, repetiu o bom futebol do Gre-Nal, fez 3 a 0 e pode ter iniciado a tão esperada reação no Campeonato Brasileiro. Todos os gols foram de Alex.

Com a vitória, o time de Tite subiu para 11 pontos, mais perto da zona da Sul-Americana. O Coritiba segue com dez. Na próxima rodada, o Inter volta a jogar em casa, contra o Goiás. O Coxa recebe a Portuguesa. As duas partidas são na quarta-feira.



Coritiba vira sparring de Taison. Inter na frente



Instantes antes de a bola rolar, o técnico do Coritiba, Dorival Júnior, disse que não gostaria de ver sua equipe funcionando como sparring, o sujeito que, no boxe, fica apanhando para treinar o lutador. Pois foi o que aconteceu, e justamente pelos pés de um moleque chamado Taison. Aos 20 anos, o guri teve nova atuação destacada no primeiro tempo, como fizera no Gre-Nal. Infernizou a zaga paranaense e comandou o Inter nas ações ofensivas. Só não fez o gol, que saiu dos pés de Alex, aos 29 minutos.

E foi um golaço. O meia colorado, que tinha atuação de pouco brilho até então, pegou a bola pela ponta esquerda, girou para um lado, girou para o outro, deixou Alê perdido e mandou uma bomba, quase sem ângulo, fora do alcance de Edson Bastos. Golaço.

Mas o Inter não se resumiu ao gol. Antes, criou muito, e sempre com Taison. O camisa 7, nova aposta do Beira-Rio, colocou calor no Coritiba. Foi eficiente no desarme e uma peste nas arrancadas ao ataque. Só faltou um pouco mais de atenção no último passe. Nilmar foi participativo, mas pouco eficiente.

A força ofensiva dos vermelhos constrangeu o Coritiba, que ficou amarrado em seu próprio campo. Alê não sabia para qual lado correr. Ricardinho esteve discreto demais na esquerda. Leandro Donizete pouco fez. Assim, a articulação ficou resumida a Carlinhos Paraíba, em revezamento com esporádicos avanços de Tamandará pela direita e do recuo pouco frutífero de Michael. Keirrison quase morreu de solidão na frente. Resultado prático: a primeira conclusão a gol do Coxa foi só aos 36 minutos, justamente com o centroavante. Aos 44, Paraíba complicou a vida de Clemer, que defendeu em dois lances perigoso chute de fora da área.



Muda o lado, segue o panorama



A passagem do primeiro para o segundo tempo pouco mudou no panorama do jogo. O Inter continuou visivelmente superior, Taison seguiu incomodando, o Coritiba permaneceu mais discreto do que deveria.

Aos 15 minutos, Taison recebeu pelo meio e deixou a bola perfeita para Alex. O chute cruzado foi bem calibrado, mas a bola teimou em sair. Pouco antes, o mesmo Alex, de novo em jogada brilhante de Taison, havia cobrado falta sobre o gol.

Alex tentou uma vez, tentou duas vezes, e alcançou na terceira. Ele cobrou, com paradinha, pênalti marcado sobre Nilmar. Foi aos 24. Cinco minutos depois, o terceiro ato do canhotinho. Ele pegou bola pelo meio, na intermediária, mirou a meta de Edson Bastos e mandou a bomba, certeira, impecável: 3 a 0.

O Coritiba nada mais pôde fazer. Balançado por Taison e nocauteado por Alex, não teve forçar sequer para descontar.

Ficha técnica:
INTERNACIONAL 3 x 0 CORITIBA
INTERNACIONAL
Clemer, Ricardo Lopes, Índio, Sorondo e Marcão; Edinho, Maycon, Guiñazu e Taison (Adriano); Alex (Andrezinho) e Nilmar.
Técnico: Tite
CORITIBA
Edson Bastos, Rodrigo Mancha, Felipe e Tiago Bernardes; Marcos Tamandaré, Leandro Donizete, Alê (Marlos), Carlinhos Paraíba e Ricardinho (Rubens Cardoso); Michael (Cadu) e Keirrison.
Técnico: Dorival Júnior
Gols: Alex, aos 29 minutos do primeiro tempo e aos 24 e 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Leandro Donizete, Alê, Ricardinho, Tiago Bernardes (Coritiba); Taison e Adriano(Inter)
Estádio: Beira-Rio. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP).
Auxiliares: Nilson de Souza Monção (SP) e Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP)


BOTAFOGO 2X0 GRÊMIO
Botafogo desencanta e vence o Grêmio


Parece que os papéis se inverteram. O então vice-líder Grêmio jogou como se estivesse perto da zona de rebaixamento, e o Botafogo, que estava a perigo, voltou aos velhos tempos, vencendo por 2 a 0 o Tricolor gaúcho neste domingo, no Engenhão, pelo Campeonato Brasileiro.



O resultado foi um alívio para o Alvinegro, que não vencia há três partidas e estava há duas sem marcar gols, dando maior tranqüilidade para o trabalho de Geninho. A equipe chegou a 11 pontos na tabela, subindo para a 13ª posição. O Grêmio, que continua com 17 pontos, está em terceiro, e mostrou um futebol muito abaixo do esperado.



Mal o árbitro apitou o início da partida, e o Botafogo mostrou que estava disposto a espantar a má fase de qualquer maneira. A equipe entrou em campo com uma disposição incrível, pressionando o Grêmio em seu campo de defesa. Com Perea isolado no ataque, o time gaúcho não conseguia trocar dois passes sem que a bola voltasse aos pés dos alvinegros.

O Botafogo que começou o jogo contra o Grêmio trouxe aos torcedores a lembrança daquela equipe envolvente do início da temporada. Por outro lado, os gaúchos não mostravam a postura de um vice-líder do Brasileirão, atuando de forma defensiva e usando os chutões como forma de aliviar a pressão adversária.

Depois de muito tentar, usando o rápido toque de bola e a algumas jogadas trabalhadas, o Botafogo abriu o placar de forma chorada. Túlio recebeu ótimo lançamento de Wellington Paulista no bico direito da grande área, dominou e demorou a chutar. Quando o fez, a bola tocou em Rafael Carioca, desviou, enganou o goleiro e entrou, aos 15 minutos.

Os jogadores alvinegros no banco de reservas quase entraram em campo para comemorar com os titulares, mostrando o clima de alívio.

Insatisfeito com a inoperância de sua equipe, Celso Roth colocou Marcel e André, seus dois atacantes no banco, no aquecimento. Em campo, o Tricolor tentava colocar mais a bola no chão e, com isso, conseguiu equilibrar as ações. No entanto, ainda carecia de melhor criatividade no meio-campo. Enquanto isso, o Botafogo diminuía o ritmo, embora mantivesse o domínio do jogo até o intervalo. A jogada mais efeitiva das duas equipes aconteceu aos 37 minutos, quando Jorge Henrique cabeceou rente à trave de Victor, depois de um cruzamento de Alessandro.



Grêmio melhora no segundo tempo, mas Botafogo amplia vantagem





O Grêmio voltou para o segundo tempo com Marcel no lugar do meia Rudnei. A alteração mostrou resultado logo nos primeiros minutos da segunda etapa, quando Perea teve boa oportunidade após receber lançamento nas costas de Renato Silva dentro da área. No entanto, o colombiano chutou para fora. O Botafogo continuava a atacar muito, mas mostrava estar mais exposto aos contra-golpes.



Mas antes que o Grêmio pudesse assustar, o Botafogo ampliou a vantagem no placar. Zé Carlos, em cobrança de falta pela esquerda, bateu no contra-pé de Victor e ampliou. Os reservas, enfim, entraram em campo para comemorar com a equipe. Até o goleiro Castillo deixou sua posição para dar os parabéns a Zé Carlos, que começou bem a temporada, mas caiu de produção e vinha ficando no banco.



Somente após sofrer o segundo gol o técnico Celso Roth desistiu do esquema com três zagueiros, tirando Jean. Mas o Botafogo continuava a pressionar, dessa vez investindo mais pelo lado esquerdo. O Alvinegro mantinha a pressão na saída de bola do Grêmio, garantindo o domínio da partida.



Com o placar controlado, o Botafogo passou a valorizar mais a posse de bola, esperando apenas o momento certo para atacar. O Grêmio apostava nas bolas altas, buscando principalmente o atacante Marcel. A torcida alvinegra pedia "mais um", e Wellington Paulista bem que tentou acabar com o jejum que já 14 partidas. Ele teve boa oportunidade aos 35 minuntos, mas Victor fez grande defesa. Os alvinegros reconheceram o esforço, e gritaram "Wellington Paulista, nós gostamos de você."



Como Geninho decidiu não fazer substituições até os 46 minutos do segundo tempo, a equipe preferiu se poupar, já pensando no jogo contra o Vitória, na próxima quarta-feira, em Salvador. Os gaúchos enfrentam o Santos na Vila Belmiro.



Ficha técnica:
BOTAFOGO 2 x 0 GRÊMIO
BOTAFOGO
Castillo, Renato Silva, Leandro Guerreiro e Edson; Alessandro, Túlio, Diguinho, Lucio Flavio (Thiaguinho) e Zé Carlos; Jorge Henrique e Wellington Paulista.
Técnico: Geninho.
GRÊMIO
Victor, Jean (Maylson), Thiego e Rever; Paulo Sérgio, Willian Magrão, Rafael Carioca, Rudnei (Marcel), Rodrigo Mendes (Makelele) e Hélder; Perea.
Técnico: Celso Roth.
Gols: Túlio, aos 15 minutos do primeiro tempo; Zé Carlos, aos 8 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Túlio (Botafogo); Jean, Paulo Sérgio, Rever (Grêmio).
Público: 7.436 pagantes. Renda: R$ 68.722,50.
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 06/07/2008.
Árbitro: Claudio Luciano Mercante Junior (PE).
Auxiliares: Jossemmar Diniz Moutinho (PE) e Fabiano da Silva Ramires (ES).


SÃO PAULO 1X1 IPATINGA
Gol no final faz São Paulo só empatar com o vice-lanterna Ipatinga no Morumbi


Com um gol de Luciano Mandí, aos 44 minutos do segundo tempo, o São Paulo não passou de um empate por 1 a 1 com o Ipatinga, neste domingo, no Morumbi, e se sofreu um duro revés para entrar na briga pelo sexto título do Campeonato Brasileiro.


Com mais um tropeço, o São Paulo aparece agora em sétimo lugar, com 14 pontos. Já os mineiros sobem para seis, mas seguem em situação complicada na luta contra o rebaixamento: estão em 19º, superando apenas o Fluminense, com três.



Na próxima rodada, o Tricolor vai a Recife enfrentar o Náutico, quarta-feira, às 21h45m, nos Aflitos. Já o time do Vale do Aço faz o duelo de Minas Gerais, diante do Cruzeiro, quinta-feira, às 20h30m, no Ipatingão.





Adeílson dá trabalho, mas é Borges quem marca

Quem esperava um massacre do São Paulo no primeiro tempo se surpreendeu. Ao embolar o meio-de-campo com muitos volantes, o Ipatinga atrapalhou os planos do Tricolor na criação. Para complicar ainda mais, aproveitou a avenida nas costas de Joilson e quase abriu o placar, logo aos oito minutos, quando Adeílson invadiu a área após falha de André Dias e tocou para fora na saída de Rogério Ceni.



Com Hugo atuando como um terceiro atacante pelo lado esquerdo, coube a Hernanes e aos laterais a função de armar, mas sempre com muita dificuldade pela forte marcação adversária. Na primeira chance de perigo, apenas aos 15 minutos, Joilson cruzou da direita, a defesa afastou mal e Hugo cabeceou livre nas mãos de Fred.



Apesar de jogar com três zagueiros, o São Paulo continuou tendo problemas com as rápidas descidas de Adeílson pelo lado esquerdo. Aos 17, o atacante passou com facilidade pela marcação de Alex Silva e cruzou. Porém, Neto Baiano e Márcio Gabriel não alcançaram e perderam ótima oportunidade.




Quando a etapa inicial caminhava para terminar empatada, brilhou a estrela do artilheiro Borges. Joilson cruzou da direita e o atacante pegou forte de voleio, acertando o canto direito de Fred. Golaço! Foi o quinto gol dele no Brasileirão. Três minutos mais tarde, quase o segundo. Jorge Wagner bateu falta para a área, Miranda desviou e a bola raspou a trave mineira.





Ipatinga pressiona e Luciano Mandí empata no final



No segundo tempo, o Ipatinga apostou na entrada do atacante Marinho, ex-Atlético-MG, para tentar reagir. Mas foi o São Paulo quem assustou, aos nove minutos. Após boa troca de passes, Jorge Wagner chutou sobre um zagueiro e a bola sobrou para Hugo. Livre de marcação, o jogador bateu mal na saída de Fred e mandou a bola por cima.



Dois minutos depois, Rogério Ceni apareceu para salvar o Tricolor duas vezes. Na primeira, Adeílson deixou Alex Silva sentado e soltou a bomba para o goleiro operar um verdadeiro milagre com o braço esquerdo. Na cobrança do escanteio, Gian desviou na primeira trave e o camisa 1 espalmou novamente.



Sem o mesmo ímpeto dos primeiros minutos, o São Paulo viu o Ipatinga por muito pouco não empatar, aos 25, outra vez com Adeílson. O atacante arrancou em velocidade pela intermediária, chutou forte e a bola explodiu no travessão. A resposta veio em bola parada em seguida. Jorge Wagner bateu falta e Hugo cabeceou com perigo por cima.



No final, o Ipatinga chegou ao empate. Após cobrança de escanteio, Luciano Mandí, que acabara de entrar, subiu entre os zagueiros para cabecear forte, sem chances de defesa para Rogério Ceni. Depois do lance, Zé Luis e Alex Silva trocaram empurrões e foram contidos pelo camisa 1.



O goleiro ainda fez novo milagre em chute forte de Marinho nos últimos instantes. No lance final, Hugo perdeu grande chance ao cabecear para fora ao receber livre na área. Fim de jogo e muitas vaias da torcida.



FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO 1 x 1 IPATINGA
SÃO PAULO
Rogério Ceni; Alex Silva, André Dias e Miranda; Joilson, Zé Luis, Hernanes (Richarlyson), Hugo e Jorge Wagner; Borges e Aloísio (Dagoberto).
Técnico: Muricy Ramalho.
IPATINGA
Fred, Thiago Vieira, Gian (Henrique) e Léo Oliveira; Márcio Gabriel (Marinho), Leandro Salino, Paulinho Dias, Xaves e Rodriguinho; Adeílson e Neto Baiano (Luciano Mandí).
Técnico: Ricardo Drubscky.
Gols: Borges, aos 39 minutos do primeiro tempo; Luciano Mandi, aos 44 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Alex Silva, Miranda (São Paulo); Gian (Ipatinga).
Público: 13.421 pagantes. Renda:R$ 256.375.
Estádio: Morumbi. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS).
Auxiliares: Alécio Aparecido Lezo (MS) e Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO)


GOIÁS 1X0 FLUMINENSE
Com um gol de Iarley, Goiás vence um desanimado Fluminense

O Fluminense começou a brincar no Campeonato Brasileiro. Mas a torcida tricolor não achou nem um pouco de graça. Pelo menos neste domingo, quando o time perdeu por 1 a 0 para o Goiás, gol de Iarley, no estádio Serra Dourada, em Goiânia. O jogo foi válido pela nona rodada.



Com o resultado, o time carioca segue na lanterna da competição com apenas três pontos. Já o Esmeraldino segue na zona de rebaixamento, em 17º lugar, agora com nove pontos. Na próxima quarta-feira, o Goiás vai até Porto Alegre para encarar o Internacional, no Beira-Rio. Já o Fluminense enfrenta o Atlético-PR, no Maracanã.



Após a decepção com a perda do título da Taça Libertadores na última quarta-feira, o Fluminense pela primeira vez jogou com força máxima neste Brasileiro. Mas não foi tão fácil como esperava o técnico tricolor. Renato Gaúcho declarou que não estava preocupado com a lanterna porque o time "iria brincar" quando "estreasse" no campeonato. E mesmo após perder o título continental, o comandante tricolor não perdeu a modéstia e mandou os adversários ficarem preocupados já que uma das vagas na Libertadores seria do Tricolor.



Iarley abre o placar



O jogo começou com muitos erros de passe e sem emoção. O Fluminense era um pouco superior. Thiago Neves mandou uma bomba sem direção. Mas o Tricolor abusava dos cruzamentos na área e a bola parava nas mãos de Harlei.



A primeira jogada de perigo foi do Goiás. Ramalho recebeu passe na entrada da área e chutou forte. Fernando Henrique espalmou para escanteio. Logo depois, Iarley também arriscou e a bola foi para fora.



Aos poucos, o Goiás melhorou e passou a jogar com mais velocidade. Passou a dominar a partida. Aos 23 minutos, Iarley apareceu no meio da zaga tricolor e cabeceou. Fernando Henrique fez difícil defesa no canto direito. No minuto seguinte, Paulo Baier chutou rasteiro da entrada da área e a bola passou muito perto da trave. O gol acabou saindo aos 27. Iarley recebeu na entrada da área, saiu do marcador e chutou rasteiro no canto direito de Fernando Henrique: Goiás 1 a 0. Foi o terceiro gol do atacante no Brasileirão.



Após sofrer o gol, o Fluminense passou a arriscar mais. Mas tanto Conca quanto Thiago Neves estavam apagados. O Tricolor quase empatou em uma jogada de bola parada. Cruzamento para a área, Thiago Silva desviou de cabeça e a bola bateu na trave. Na sobra, Dodô soltou a bomba da marca do pênalti e Harlei defendeu com os pés.



Antes de terminar o primeiro tempo, Paulo Baier ainda teve mais uma chance com o Goiás. O meia cobrou falta no canto direito e Fernando Henrique se esticou para espalmar a bola para escanteio.



Tricolor não tem forças para reagir



O Fluminense voltou pressionando. Junior César cruzou e Cícero cabeceou para fora. Thiago Neves cobrou falta por cima do gol. Mas no contra-ataque o Goiás assustava. Vítor foi deslocado na área por Thiago Silva e o árbitro Célio Amorim errou ao não marcar o pênalti.



O técnico Renato Gaúcho resolveu, então, tirar o volante Ygor e colocar Tartá. O atacante quase empatou. Ele recebeu passe pelo meio, ajeitou para a canhota e chutou rasteiro. A bola foi para fora com muito perigo.



A resposta do Goiás foi rápida. Vitor tocou para Iarley, que dominou e girou na área. O chute passou muito perto da trave esquerda de Fernando Henrique, que ficou apenas olhando e torcendo.



Após a pressão inicial, o desânimo da perda da Libertadores parece ter tomado conta dos jogadores tricolores. O time parou de criar e parecia aceitar a derrota. Dodô, isolado na frente, quase não tocava na bola.



O Goiás ainda quase aumentou com Felipe. O atacante recebeu passe de Romerito, entrou na área e chutou forte. Fernando Henrique defendeu firme, sem rebote. E o jogo terminou. O Fluminense segue sendo o único time sem vencer no Brasileirão.



- Foram dois dias difíceis após a gente perder a Libertadores. Mas jogamos bem, fomos melhores e não merecíamos perder. Ainda vamos nos recuperar no Brasileiro - disse o capitão tricolor Luiz Alberto.



Ficha técnica:
GOIÁS 1 x 0 FLUMINENSE
GOIÁS
Harlei; Rafael Marques, Henrique e Paulo Henrique; Vitor, Ramalho, Fernando, Romerito, Paulo Baier (Fábio Bahia); Iarley (Frontini) e Alex Terra (Felipe).
Técnico: Helio dos Anjos.
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Gabriel (Rafael), Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Ygor (Tartá), Arouca (Allan), Thiago Neves e Conca; Cícero e Dodô.
Técnico: Renato Gaúcho.
Gol: Iarley aos 27 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Alex Terra, Iarley, Ramalho, Frontini, Romerito e Fernando (Goiás); Thiago Silva, Allan e Tartá (Fluminense). .
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Célio Amorim (SC).
Auxiliares: Eberval Lodetti (SC) e Luiz Fernando Irineu da Silva (MT)

Liga Mundial:Sérvia X Brasil


Brasil perde para a Sérvia e deixa escapar escrita de 8 anos de triunfos sobre o rival

A seleção brasileira enfrentou a Sérvia neste domingo, em Belgrado, em seu último jogo pela Liga Mundial fora de casa, mais uma vez com boa parte dos seus titulares. Tirando Giba e Rodrigão, que ainda seguem em recuperação e voltam a jogar somente nas etapas no Brasil, Dante, Marcelinho, André Nascimento, Gustavo e Serginho estavam em quadra. Samuel e Eder completaram o time. E com essa formação, a seleção brasileira deixou escapar a escrita de não perder para a Sérvia na 'Era Bernardinho'. De virada, oito anos de triunfos sobre o rival caíram com 3 sets a 2, com parciais de 20/25, 18/25, 25/22, 25/20 e 15/11.



Mesmo com a derrota, Bernardinho dá continuidade ao seu plano de preparar sua equipe para os Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto. Depois de poupar os titulares nos jogos contra a França e Venezuela, fora de casa, deixando-os em treinamento forte no CT de Saquarema, o técnico começa a dar ritmo e volume de jogo ao grupo principal. De acordo com as declarações dadas pelo técnico, o objetivo é fortalecer a seleção a partir de agora. Em Belo Horizonte, Goiânia e Rio de Janeiro, nas finais no Maracanãzinho, ele terá sua formação oficial.



Brasileiros começam inspirados em quadra


O Brasil começou com uma postura diferente do jogo de sexta-feira. Apesar da vitória, a seleção brasileira precisou do tie-break para somar mais pontos na Liga Mundial. Na partida deste domingo, no entanto, o time entrou em quadra mais ofensivo e com Eder, que foi uma boa mudança feita pelo técnico Bernardinho. No lugar de André Heller, o central conseguiu bons saques e mostrou domínio na rede. Além dele, Samuel iniciou o primeiro set de ponteiro no lugar de Nalbert. E confirmando a sua boa fase, soltou o braço: 25 a 20.



A Sérvia, assim como no período anterior, colocou seu time principal para jogar. O gigante Miljkovic, o capitã Grbic e o central Geric davam o ritmo da equipe dentro de quadra. Mantendo a pressão de sexta-feira, os sérvios não conseguiam parar os brasileiros. Dante, nas bolas de 3 metros, André, na saída, Samuel, na entrada, Gustavo e Eder, pelo meio, e Serginho no fundo estavam inspirados. Marcelinho soube muito bem organizar as jogadas, distribuindo bem as bolas. Assim, a seleção fechou em 25 a 18.



Cai a escrita de triunfos sobre a Sérvia na 'Era Bernardinho'



O terceiro set foi bastante equilibrado, com as seleções se revezando na frente do marcador. Nos dois tempos técnicos obrigatórios, a Sérvia esteve com a vantagem a seu favor. O Brasil se recuperou com um belo bloqueio do capitão Gustavo e um ataque fulminante de Dante. Mudanças feitas pelo técnico sérvio Igor Kolakovic fortaleceu o conjunto sérvio, que venceu: 25 a 22.



O mesmo aconteceu no quarto set. Com a modificações feitas pelo comandante sérvio, principalmente pela entrada do jovem Starovic, o Brasil não conseguiu se encontrar em quadra. Bruninho e Anderson entraram em quadra, mas a seleção continuou com dificuldades para bater a Sérvia: 25 a 20.





Mais equilíbrio no tie-break. A Sérvia abriu três pontos, mas o Brasil chegou junto no placar. André Nascimento, a esta altura da partida, já estava muito marcado no bloqueio. A solução foi explorar o bloqueio. Bruninho e Anderson entraram em quadra. Samuel cometeu alguns erros e foi substituido por Murilo. Uma sequência de saques de Gustavo pôs seu time no jogo. Mas Starovic estava tinindo e caiu com a escrita da Sérvia de oito anos sem vencer o Brasil: 15 a 11.



Sérvia
Bjelica, Miljkovic, Podrascanin , Grbic, Janic, Geric e Samardzic
Entraram: Starovic e Nikic
Técnico: Igor Kolakovic
Brasil
Gustavo, Eder, Dante, Samuel, André Nascimento, Marcelinho e Serginho
Entraram: Bruninho, Anderson e Murilo
Técnico: Bernardinho

NEW PARADA ROCK

Depois de vários dias estamos de volta neste domingo e agora vamos começar.

10-Guns n' Roses-Don't Cry



9-Pantera-Cowboys From Hell




8-The Who-My Generation




7-Ramones-Rock n' Roll High School



6-The Vines-Outthaway




5-The Hives-Tick Tick Boom



4-AC/DC-Baby Please don't Go




3-Velvet Revolver-Come on Come in



2-Black Sabbath-Paranoid




1-Led Zeppelin-Whole Lotta Love

SPORTS HISTORY BRASIL:Sport

O Sport Club do Recife é um clube brasileiro de desportos, situado na cidade do Recife, no estado de Pernambuco. Fundado em 13 de Maio de 1905, por um pernambucano que viveu por muitos anos na Inglaterra, Guilherme de Aquino Fonseca, e que regressou a Pernambuco trazendo consigo a paixão pelo novo esporte daquele país.

O Clube tem o maior patrimônio do Norte-Nordeste com uma estrutura que conta, além do estádio e centro de treinamento, com quadras de tênis, basquete, handebol, hockey e outros esportes.

Segundo algumas pesquisas, o Leão da Ilha possui a maior torcida do Nordeste, e uma das maiores do Brasil.Motivos esses, de grande orgulho para a torcida Sportista.

Tem uma rivalidade histórica com o Clube Náutico Capibaribe, donde o confronto entre ambos é conhecido como o Clássico dos Clássicos, sendo este o segundo clássico mais antigo do país, e com o Santa Cruz Futebol Clube, cujo confronto é denominado de Clássico das Multidões.


História

1905 - 1950


1905 - Fundação

13 de maio de 1905, data da fundação do Sport Club do Recife, durante concorrida a festa de inauguração deste club, comparecendo um grande número de senhoritas e cavalheiros. Constou o festival de uma partida de football em que tomaram parte sócios do Sport e do English Eleven.

1916 - Primeiro Título Estadual

Primeira vez que o Sport disputa o Pernambucano e vence o campeonato, numa final realizada no dia 16/12 contra o Santa Cruz que terminou com o placar 4x1, com gols de Mota (2), Asdrúbal e Vasconcelos. O Sport inova trazendo o zagueiro Paulino do América do Rio de Janeiro.
Time do Sport: Cavalcanti, Briant e Paulino; Town, Robson e Smerthurst; Asdrúbal, Mota, Anagam, Vasconcelos e Smith.

1917 - Primeiro Bicampeonato

O Sport, reforçado pelo atacante Ciro Werneck oriundo do Botafogo-RJ, vence de virada o Santa Cruz por 3x1 e levanta o seu primeiro bicampeonato Pernambucano. Time do bicampeonato: Cavalcanti, Briant e Paulino; William, Teague e Salazar; Hogger, Werneck, Tobias, Batista e Zé Luís.

1919 - Primeira Excursão e Criação do Escudo

Sport, como sempre pioneiro, faz uma excursão para o Belém (PA), que era então um centro de futebol mais desenvolvido. Empatou em 3x3 contra um combinado Remo-Paysandu. Em seguida, na disputa do troféu Leão do Norte, um belo troféu onde havia uma escultura de um leão, o Sport venceu o mesmo combinado por 3x2, levando o troféu, o que deixara inconformada a torcida paraense que tentou retomar o cobiçado troféu, ocasião em a cauda do leão foi partida. A partir desta conquista, foi criado o escudo rubro-negro, com um leão como símbolo. O troféu é mantido até os dias de hoje, com sua cauda partida, unida por um laço, na Sala dos Troféus, na sede do Clube.

1923/1925 - Primeiro Tricampeonato

Conquista o seu primeiro tricampeonato pernambucano. Em 1923 uma campanha quase perfeita, 12 jogos com 11 vitórias e apenas 1 derrota. Em 1924 mais uma boa campanha, 13 jogos com 11 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Fechando o tricampeonato, em 1925, o Sport soma 7 vitórias, 2 empates e 1 derrota e tinha como time-base: Jucá, Alarcon e Pedro Sá; Adhemar, Altino e Aureliano; Witham, Dubeux, Péricles, Ary e Aluízio.

1935 - A Sede

Sport compra o terreno da sua sede. A data história é 29 de novembro e o preço pago pela então chamada "Chácara da Ilha do Retiro" foi 53 contos de réis.

1937 - A Ilha do Retiro

No dia 4 de julho o Sport inaugura o estádio da Ilha do Retiro (nome dado por ter sido construido sobre uma ilha e aterrado em torno) que mais tarde viria a se chamar Adelmar Costa Carvalho, presidente nos títulos de 1955 e 1956. Foi um amistoso contra o Santa Cruz, que o Leão venceu num jogo disputado que acabou 6x5. Os destaques do jogo foram Danzi e Haroldo Praça, que marcou o gol da vitória. No dia 11 de julho houve o primeiro jogo do Campeonato Pernambucano, Sport x Tramways que acabou 2x2.

1942 - O Sport brilha em gramados do Sul

No início dos anos 40 havia uma direrença muito grande do futebol do Sudeste e do Sul para o futebol do Norte/Nordeste. Jamais um time nortista tivera a audácia de empreender uma temporada pelo Sul/Sudeste do Brasil. Em dezembro de 1941, o Sport começou a realizar sua temporada pelo Sul e Sudeste do país, que para muitos, jornalistas e até torcedores era uma excursão suicida.

O Sport jogou em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Disputou dezessete partidas, vencendo onze (5x1 América-MG, 4x2 Atlético-MG, 1x0 Britânia-PR, 4x0 Coritiba-PR, 3x1 Coritiba-PR, 5x0 Savóia-PR, 5x3 Joinville-SC, 3x2 Força e Luz-RS, 3x0 Grêmio-RS, 5x4 Vasco-RJ e 3x1 Flamengo-RJ), empatando dois (0x0 Palestra Itália-MG e 2x2 Internacional-RS) e perdendo apenas quatro jogos (1x3 Flamengo-RJ, 3x4 Santos-SP, 5x8 Juventus-SP e 1x2 Coritiba-PR).

O time do Sport impressionou a imprensa e aos clubes do Sul. Alguns de seus jogadores foram contrados para jogar em grandes clubes. Zago, Djalma e Ademir ficaram no Vasco. Magri no América-RJ. Pirombá no Flamengo e Pinhegas no Fluminense. Esta temporada ficou marcada na história do futebol pernambucano.

O plantel era o seguinte: Navamuel, Bibi, Ciscador, Walfredo, Magri, Salvador, Furlan, Mulatinho, Ademir, Manoelzinho, Pirombá, Djalma, Clóvis, Zago e Pinhegas.

1950 - 1979

1950 - Copa do Mundo

A Ilha do Retiro tem a honra de sediar uma partida válida pela Copa do Mundo de 1950 entre Chile x EUA, que acabou 5x2.

1955 - Cinquentenário

Sport é campeão no seu cinqüentenário, vencendo o Náutico por 3x2 sob o comando de Gentil Cardoso e destaques como Moreira, Traçaia, Naninho, Gringo, Soca. Time da final: Osvaldo, Bria e Pedro Matos, Osvaldinho, Eli e Pinheirense, Traçaia Naninho Gringo, Soca e Geo

1957 - Excursão pela Europa

Faz sua primeira excursão ao "Velho Mundo" e apesar das muitas dificuldades e contusões durante a viagem, conquistou resultados significativos.

1975 - Um jogo de 158 minutos

Sport vence seu 21º título pernambucano num jogo sensacional contra o Náutico. Um jogo de 158 minutos, Nos 90 minutos regulares houve uma vitória do Náutico por 1x0 sendo o empate favorecedor do Sport. Houve a primeira prorrogação, a segunda,. a terceira e só na quarta prorogação, com 158 minutos de jogo e os jogadores exaustos, Mauro caido num esforço sobre-humano chutou certeiro decretando a vitória do Sport.
Time da final: Gilberto, Cardoso Samuel Djalma e Nelsinho; Cacau e Pitta (Tovar); Amílton Rocha (Roberto), Mauro, Totonho e Darci. Téc Ênio Andrade.

1978 - Sport fora do Estadual

Sport briga com a federação pernambucana e não disputa o pernambucano deste ano. O presidente do Sport diz que “em pescoço de leão, canga não, só a Juba”. O presidente acusava a FPF de ser sempre a “campeã” nos campeonatos pernambucanos. O conselho do Sport apoiou unanimimente o presidente e o Sport não entrou na disputa.

1980 - 1989

1980 - Campeão Pernambucano

Sport vence o Santa por 2x0 quando só precisava de um empate e conquista o campeonato pernambucano com um gol de Edson, de penalti, e Roberto, numa cabeçada entre as pernas do goleiro tricolor.
Time da Final: País; Antenor, Jaime, Taborda e Romero; Givanildo, Mérica e Édson; Edu (Bill), Jorge Campos (Roberto) e Afrânio.

* Primeira reforma da Ilha

Sport inaugura a primeira reforma da ilha, levantando o setor onde hoje fica o setor de Arquibancada e as gerais e o seu placar eletrônico.

1981 - Super-Campeão

Sport vence o Náutico por 2x0 e levanta o bicampeonato Pernambucano, sendo este um supercampeonato.
Time da Final: País, Vilson, Marião, Aílton e Chico Fraga; Merica, Givanildo e Denô; Nilson (Hêider), Roberto e João Carlos (Édson). Tec: Orlando Fantoni

1982 - Terceiro Tri

Sport conquista seu terceiro tricampeonato diante de um jogo duríssimo contra o Central onde o Sport só conseguiu dobrar os caruaruenses com um gol no segundo tempo da prorrogação. Neste mesmo ano o Sport perde o seu lateral Carlos Alberto Barbosa que se sentiu mal durante o jogo, foi levado ao hospital e não resistiu.
Time da final: Serginho; Betão, Marião, Aílton e Augusto; Merica, Givanildo e Édson; Chiquinho (João Carlos), Carrasco (Roberto) e Joãozinho. Tec: Roberto Brida

1987 - SPORT, Campeão Brasileiro de 1987

Após tumultuada decisão por pênaltis, o título de 1987 do Módulo Amarelo, disputado entre Sport e Guarani foi dado ao Sport. Através de decisão do Conselho Arbitral da CBF e Clube dos 13 antes do campeonato, ficou acertado que a decisão do Título Brasileiro do ano sairia em partida decidida entre os campeões dos módulos Verde e Amarelo, onde o torneio quase não começa exclusivamente por esta questão. Clubes tradicionais como Sport Recife, Vitória-BA, Atlético-PR, Portuguesa-SP, Bangu-RJ, Guarani (atual vice) e outros não aceitavam ficar de fora do Módulo Verde e por isso a proposta do Conselho foi aprovada por todos os clubes. No final, Flamengo e Internacional, o campeão e vice do Módulo Verde não quiseram disputar o título geral com Sport e Guarani e por isso perderam seus jogos por WO. Sport e Guarani fizeram assim os dois jogos finais, 1x1 em Campinas e 1x0, para o Sport, na Ilha do Retiro, em Recife. Apesar de muitos contestarem, o STJD e o órgão maior do futebol, a FIFA, consideram o Sport campeão brasileiro de 1987 e não o Flamengo, sagrado campeão do Módulo Verde.

1988 - Campeonato Pernambucano

Sport vence mais um pernambucano ao bater o Náutico nas duas finais (1x0 no Arruda e 4x1 na Ilha do Retiro)

1988 - Libertadores da América

O Sport não se classificou para a fases seguintes da competição, terminando em 15º lugar na classificação geral. Quem se sagrou campeão foi o Nacional, do Uruguai, após derrotar o Newell's Old Boys, da Argentina.

1989 - Vice-campeão da Copa do Brasil

O Sport chega a final da 1ª Copa do Brasil, contra o Grêmio, mas fica com o vice-campeonato.

1990 - 1999

1990 - Campeão Brasileiro da 2ª Divisão

O Sport conquista o título de campeão brasileiro da 2ª Divisão e retorna à elite do futebol nacional.

1994 - Campeão do Nordeste

O Sport, comandado por Givanildo Oliveira, conquista o 28º título pernambucano e a Copa Nordeste, em Alagoas, vencendo o anfitrião CRB nos penaltis após um empate no tempo normal por 0x0.
Time da final; Jéfferson, Givaldo, Adriano, Sandro e Dedé; Dário, Chiquinho (Joca) e Juninho; Leonardo (Saulo), Fábio e Zinho.

1996 - O início do Penta

O Sport conquista o seu primeiro título de uma série de cinco consecutivos num campeonato muito movimentado, onde o Santa venceu o primeiro turno e o Sport os dois seguintes. A finalíssima tornou-se um duelo particular entre Abel Braga (treinador do Santa) e Hélio dos Anjos (treinador do Leão), que acabou levando a melhor na final com um empate de 1x1, sendo o gol do sport marcado por Luis Müller. O Sport terminou o campeonato com a brilhante marca de 22 Vitórias, 11 empates e duas derrotas (para o Central e para o Santa, em 7 de abril de 1996, depois da qual o Sport ficou 03 anos sem perder para o Santa Cruz, seu maior rival).
Jogadores que participaram da campanha: Albérico, Russo, Adriano, Chico Monte Alegre, Chiquinho, Luís Müller, Ataíde, Marcão, Marcelo, Joãozinho, Dedé, Dário, Érlon, Gaúcho, Edinan, Rogério, Pig, Givaldo, Wallace e Gilvan.

1997 - Bicampeonato

Foi um campeonato mais fácil do que o de 96, os adversários mais competitivos do Leão foram o Recife e o Porto, este último foi contra o sport disputou a final. O Sport venceu por 2x0 com gols de Leonardo e Didi. O Sport em 27 jogos venceu 18 empatou 7 e perdeu outros 2. Leonardo foi o grande detaque do Sport no torneio.Jogadores que participaram da campanha: Albérico, Marcinho, Márcio, Jackson, Juninho Petrolina, Ildo, Valdomiro, Rogério, Didi, Érlon, Wallace, Luís Müller, Saulo, Dedé, Dário, Leomar, Batistinha, Wanderley , Fabiano, Marcelão, Neto, Gláuber, Rômulo, Marcinho Sergipano, Pig, Douglas, Ricardo, Esquerdinha, Ronald, Montanha, Junior e Chico Monte Alegre.

1998 - Tricampeão Invicto

Com uma certa facilidade o sport venceu mais um campeonato o seu terceiro campeonato sendo de forma invicta, sofrendo só alguma resistencia do Porto. A final foi disputada em Caruaru e o Sport venceu com dois gols de Irani numa Ilha lotada com 57 mil pessoas, batendo o recorde de público do estádio. O destaque rubro-negro foi o meia Jackson e o nosso goleador Maurício Pantera com 10 gols.

1999 - Tetra

Um Santa Cruz mais reforçado com os argentinos Mancuso e Almandoz não conseguiu barrar a fúria do leão por mais um título Pernambucano, o tricolor chegou a vencer um turno enquanto o Sport venceu os outros dois e na final deu Sport na Ilha do Retiro por 2x1 com gols de Nildo e Leonardo.Elenco: Albérico, Bosco, Sandro Blum, Márcio, Sangalleti, Erlon, Wílson Gottardo, Saulo, Cheppo, Wallace, Juninho Rodrigues, Leandro, Vítor, Nildo, Dário, Guttemberg, Cris, Leomar, Juninho Petrolina, Irani, Dida, Rogério, Neto, Márcio Ferrari, Velasquez, Rosivaldo e Márcio Alan.

2000 - 2008

2000 - Pentacampeão, bicampeão e finalista

O Sport conquista o incontestável título de pentacampeão pernambucano. Como no ano anterior, o Sport venceu o primeiro e o terceiro turno perdendo para o Santa Cruz o segundo turno. Na final, vence o rival por 1 x 0.

No mesmo ano, levanta o bicampeonato da Copa do Nordeste, sob o comando do técnico Celso Roth após empate em 2x2 contra o Vitória na Ilha do Retiro e chega à final da Copa dos Campeões, perdendo o título para o Palmeiras por 2 x 1.

2001 - Finalista da Copa do Nordeste

Sport chega a final da Copa do Nordeste, mas é derrotado pelo Bahia por 3 x 1. No Campeonato Brasileiro de Futebol de 2001, termina na última colocação, sendo rebaixado à Série B.

2003 - Mais um título

O clube conquista seu 34º título de campeão pernambucano. O clube também fica em 3º na Copa do Brasil.

2005 - Centenário do Sport

13 de maio de 2005. com um enorme buzinaço ao meio-dia. o Sport completa 100 anos de Glórias, no Domingo dia 15 fez-se uma grande carreata em alusão ao centenário com direito a show de Jorge Aragão em frente a Ilha do Retiro, faixa de provocação em um ultra-leve com os dizeres "Hexa e Campeão do Centenário é Luxo" e derrota em casa pela série "B" do brasileiro por 2x1 para o Santo André, marcaram a festa. No Campeonato Pernambucano em meio a muita polêmica sobre a arbitragem o Maior Rival Rubro-Negro, o Santa Cruz Comemora o titulo em PE de Campeão 2005 e para completar conquista umas das vagas de acesso para série "A" 2006 sendo Vice-Campeão.
O Sport pode não ter ganho nada em 2005, sendo apenas 3º colocado no PE e perdendo o direito de disputar a Copa do Brasil em 2006, ficou em 16º colocado, quase sendo rebaixado para 3ª divisão do brasileiro, mas a torcida Rubro-Negra deu um show a parte tendo a melhor média de público no estadual e a 3ª melhor na 1ª fase da série "B".

2006 - Decisão proibida para cardíacos e volta à Série A

O Campeonato Pernambucano 2006 não poderia ter um desfecho mais emocionante. Pela segunda partida da final o Sport jogava pelo empate, para o Santa Cruz só a vitória importava para levar a decisão para os pênaltis. E não é que no final da partida aos 45 o Santa Cruz fez um gol. Lecheva cobra o escanteio e a bola desvia em Marcos Tamandaré. Com a vitória dos visitantes, a decisão foi para os pênaltis. Marco Brito iniciou as penalidades. Gustavo defendeu. Depois, Léo Oliveira bateu e Gilmar também defendeu, mas o árbitro mandou repetir a cobrança. Na seqüência, o zagueiro rubro-negro chutou a bola na trave. Em seguida, Tiago Gentil marcou para os corais: 1x0. Marcos Tamandaré empatou: 1x1. Carlinhos Bala colocou o Santa na frente de novo: 2x1. Depois, Geraldo igualou o escore outra vez: 2x2. Alex Oliveira também balançou as redes: 3x2. Durval detonou uma bomba para cima. A bola do jogo ficou nos pés de Lecheva. Ele chutou no canto, e Gustavo defendeu. Welington fez 3x3. Nas cobranças alternadas, Gilmar e Marco Antônio marcaram. Já Neto não converteu. Ele bateu no canto, e Gustavo novamente defendeu. A bola do jogo, então, passou para Hamilton. O cabeça-de-área, com frieza, fez o gol do título: 5x4. Festa dos rubro-negros que conquista o seu 35º Título Estadual.

Permanecendo durante todo o campeonato entre os quatro primeiros colocados, o Sport se torna o vice-campeão da Série B e volta à elite do Futebol Brasileiro.

2007 - Bicampeão

Numa conquista marcada pela facilidade, o Sport não tomou conhecimento dos adversários e sagrou-se bicampeão pernambucano, vencendo os dois turnos e conquistando o título por antecipação. Uma vitória sobre o Náutico, na Ilha, garantiu a 36ª taça rubro-negra. Weldon e Luciano Henrique fizeram os gols do jogo.

Time-base: Magrão, Osmar, César Lucena, Durval e Bruno; Ticão, Everton, Fumagalli e Vítor Júnior; Weldon e Carlinhos Bala. E ainda: Gustavo, Evanílson, Du Lopes, Rodrigão, Bia, Heleno, Rosembrick, Edmílson, Luciano Henrique, Anderson Aquino, Zé Eduardo.

2008 - Campeão estadual e nacional

O ano começou com o Sport conquistando o tri-campeonato pernambucano.

Em junho, o Sport conquistou seu terceiro título nacional, a Copa do Brasil , ao bater o Corinthians por 2 x 0 no jogo final na Ilha do Retiro. Conquistou o título pelo critério de gols marcados como visitante, já que havia perdido o jogo de ida por 3 x 1. Com esse título, foi o primeiro clube brasileiro a garantir vaga na Taça Libertadores da América de 2009.

Durante a campanha, eliminou times que já haviam sido campeões, como o Internacional e o Palmeiras. Também eliminou o Vasco. Além do título, um dos artilheiros da competição foi Romerito, com 6 gols.


Títulos
Campeonato Brasileiro: 1987.
Copa do Brasil: 2008.
Campeonato Brasileiro da Série B: 1990.
Copa do Nordeste: 4 vezes (1968, 1970, 1994 e 2000).
Campeonato Pernambucano: 37 vezes (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1925, 1928, 1938, 1941, 1942, 1943, 1948, 1949, 1953, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962, 1975, 1977, 1980, 1981, 1982, 1988, 1991, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2003, 2006, 2007 e 2008).
Copa Pernambuco: 3 vezes (1998, 2003 e 2007).



Elenco atual
Goleiros
Magrão
Cléber
Jeferson
Saulo
Laterais
Luisinho Netto
Dutra
Cássio Lopes
Diogo
Márcio Goiano
Zagueiros
Durval (C)
Elias
Igor
César
Gabriel
Volantes
Éverton
Fábio Gomes
Bia
Júnior Maranhão
Daniel Paulista
Sandro Goiano
Dudé
Moacir
Meias
Fumagalli
Luciano Henrique
Kássio
Juninho
Francisco Alex
Atacantes
Carlinhos Bala
Leandro Machado
Enílton
Jadílson
Roger
Joélson
Lúcio
Treinador
Nelsinho Baptista





Curiosidades

* Primeiro clube nordestino Campeão do Campeonato Brasileiro
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão do Campeonato Brasileiro, conquistando o título em 1987. Um ano mais tarde, em 1988, o Sport disputava a sua primeira Taça Libertadores da América ficando no 15º lugar geral.

* Primeiro clube nordestino Campeão da Copa do Brasil
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão da Copa do Brasil, conquistando o título em 2008 e também o direito de disputar a Taça Libertadores da América de 2009.

* Primeiro clube de futebol de Pernambuco
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube de futebol de Pernambuco, sendo inaugurado já em 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca, e portanto, o pioneiro no estado, já que ainda não havia existência de nenhuma agremiação futebolística. A história do futebol do Sport naquela época, nasceu junto com a do futebol pernambucano.

* Fla-Flu em Recife?
No ano de 1947 a torcida pernambucana assistiu a um clássico inédito na Ilha do Retiro. Flamengo e Fluminense, que estavam realizando temporadas no Nordeste, jogaram em Recife para um público que lotou o campo do Sport, na tarde de 13 de junho. O jogo foi emocionante e terminou num justo 1 a 1.


Semana q vem teremos o Náutico.

GP da Inglaterra

No molhado, Lewis Hamilton faz corrida sensacional e vence na Inglaterra


Após receber muitas críticas pelo seu desempenho nesta temporada, Lewis Hamilton se redimiu no GP da Inglaterra. O inglês da McLaren venceu a corrida, que foi disputada em condições completamente adversas, com chuva e pista muito molhada. Ele dominou a prova desde o início e deixou Nick Heidfeld, da BMW Sauber, na segunda posição, mais de um minuto atrás.

Rubens Barrichello fez uma corrida sensacional na chuva de Silverstone. Largando em 16º, o brasileiro ganhou dez posições na primeira volta. Depois, quando a chuva apertou, fez a escolha correta, colocando pneus para chuva forte. No fim, o piloto da Honda garantiu um pódio heróico, com a terceira posição.

Com o resultado, Lewis Hamilton empatou em pontos com Felipe Massa, que chegou em 13º após errar muito durante toda a corrida, e com Kimi Raikkonen, o quarto colocado. No entanto, o inglês lidera a tabela, por ter um abandono a menos que o brasileiro da Ferrari. O finlandês tem uma vitória a menos.


Resultado Final:
1 Lewis Hamilton (ING/MC Laren)
2 Nick Heidfeld (ALE/BMW-Sauber)
3 Rubens Barrichello (BRA/Honda)
4 Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari)
5 Heikki Kovalainen (FIN/MC Laren)
6 Fernando Alonso (ESP/Renault)
7 Jarno Trulli (ITA/Toyota)
8 Kazuki Nakajima (JAP/Willians)
9 Nico Rosberg (ALE/Willians)
10 Mark Webber (AUS/RBR)
11 Sebastian Bourdais (FRA/STR)
12 Timo Glock (ALE/Toyota)
13 Felipe Massa (BRA/Ferrari)
Não Completaram:
Nelainho Piquet (BRA/Renault)
Sebastian Vettel (ALE/STR)
Robert Kubica (POL/BMW-Sauber)
David Coulthard (ESC/RBR)
Jenson Button (ING/Honda)
Adrian Sutil (ALE/Force India)
Giancarlo Fisichella (ITA/Force India)