quinta-feira, 17 de julho de 2008

Fim da 12 Rodada:Série A

CORITIBA 1X0 FLAMENGO
Coritiba bate o líder Flamengo e segue invicto dentro do Couto Pereira

O Coritiba provou que é muito forte dentro do Couto Pereira e venceu o Flamengo por 1 a 0, nesta quinta-feira. A equipe alviverde segue invicta em casa. Mesmo com a derrota, o Fla, com 26 pontos, se mantém na liderança do Campeonato Brasileiro com dois pontos de vantagem para o segundo colocado, o Cruzeiro. Foi o primeiro resultado negativo do time carioca fora de casa na competição. Com os três pontos conquistados, o Coxa chega a 17 e fica na décima posição.



Na próxima rodada, domingo, 20 de julho, o Flamengo enfrenta o Vitória, no Maracanã. O Coritiba, por sua vez, vai até o Mineirão medir força com o Atlético-MG.



No primeiro chute, Coxa abre o placar


Mesmo fora de casa, o Flamengo iniciou a partida com mais iniciativa do que o Coxa. Principalmente pelo lado esquerdo, com o lateral-esquerdo Juan, os rubro-negros conseguiam envolver os adversários. Aos três minutos, o camisa 6 tabelou e chutou cruzado, mas bola saiu pela linha de fundo. Se não chegava ao ataque em grande quantidade, na primeira finalização ao gol o Coritiba abriu o placar. Aos 18, Rodrigo Mancha arriscou de longe, a bola desviou em Fábio Luciano e enganou Bruno, que não alcançou: 1 a 0.

Em desvantagem, o Fla se lançou ao ataque em busca do empate. Aos 25, Juan desceu pela esquerda e cruzou para Souza, mas, antes que o centroavante conseguisse a finalização, a zaga fez o corte. Um minuto depois, foi a vez de Cristian mandar uma bomba e assustar o goleiro Édson Bastos. A resposta do Coxa veio aos 28. Hugo girou em cima de Fábio Luciano e chutou forte, mas Bruno, bem colocado, defendeu firme.

Antes do fim do primeiro tempo, o Rubro-Negro, que tinha posse de bola maior do que o Coritiba, ainda criou duas ótimas chances para marcar. Aos 34, Ibson faz um grande lançamento para Juan, que avançou pela esquerda e cruzou na medida para Souza. Na segunda trave, o camisa 9 desviou de cabeça mas não conseguiu mandar a bola para o fundo da rede. Aos 44, a melhor oportunidade dos cariocas. Após cobrança de falta ensaiada, Juan cruzou rasteiro para Jaílton, que desviou de letra e a bola passou raspando a trave direita de Édson Bastos.



Lentidão e nada de gols no segundo tempo



Satisfeitos com o 1 a 0, os paranaenses voltaram do vestiário mais fechados no campo de defesa. O Flamengo, por sua vez, se mandou para o ataque. Aos quatro minutos, Juan aproveitou um rebote da defesa e chutou forte. Édson Bastos defendeu no centro do gol. Dois minutos depois, o goleiro Bruno arriscou uma cobrança de falta, mas chutou muito alto e perdeu a chance.

Aos 20 minutos, um lance polêmico. Jaílton foi cortar um cruzamento e a bola bateu em sua mão. O árbitro mandou o lance seguir. Um minuto depois, outra boa chance do Flamengo. Jônatas arrancou com a bola dominada, entrou na área e chutou com a perna esquerda. Édson Bastos fez boa defesa.

O Rubro-Negro, apesar da iniciativa do jogo e do maior volume de jogo, tinha muita dificuldade para penetrar na defesa alviverde. Aos 37, no entanto, o time carioca conseguiu chegar em boas condições de marcar dentro da área do Coxa. Após o cruzamento da esquerda, Obina chutou de primeira e Édson Bastos se esticou para fazer grande defesa. O Fla tentou até o fim, mas o placar permaneceu inalterado até o apito final do árbitro.



Ficha técnica:
CORITIBA 1 x 0 FLAMENGO
CORITIBA
Édson Bastos, Rodrigo (Arilton), Felipe, Maurício e Ricardinho; Rodrigo Mancha, Leandro Donizete (Veiga), Marlos e Carlinhos Paraíba; Keirrison (Kadu) e Hugo.
Técnico: Dorival Júnior.
FLAMENGO
Bruno, Leo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim (Dininho) e Juan; Jailton, Cristian, Jônatas e Ibson; Diego Tardelli (Obina) e Souza (Maxi).
Técnico: Caio Júnior.
Gols: Rodrigo Mancha, aos 18 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Hugo, Rodrigo Mancha (COR); Juan, Jônatas, Dininho (FLA).
Público: 34.741 pagantes
Estádio: Couto Pereira. Data: 17/07/2008.
Árbitro: José Henrique de Carvalho.
Auxiliares: Cleriston Clay Barreto Rios e Márcio Luis Augusto.



VASCO 1X1 GOIÁS
Sob vaias da torcida, Vasco empata com Goiás no fim


O Vasco conseguiu um empate heróico no fim da partida da noite desta quinta-feira, em São Januário. Com um gol de Luizão, aos 46 minutos do segundo tempo, o time da Colina assegurou o 1 a 1 com o Goiás, em jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Romerito fez para a equipe esmeraldina. O tropeço deixou o técnico Antônio Lopes em situação delicada.



Com o resultado, os cariocas cheagaram aos 15 pontos e ocupam a décima colocação no Campeonato Brasileiro. O time esmeraldino permaneceu na zona de rebaixamento e ocupa o 16º lugar, com 11 pontos. Na próxima rodada, o Vasco vai pegar o Atlético-PR, na Arena da Baixada. O Goiás enfrenta o Palmeiras, no Serra Dourada. As duas partidas vão ser no domingo.





Romerito estraga a festa da arquibancada


O Goiás começou melhor a partida, tocando melhor a bola e aproveitando o nervosismo da zaga do Vasco. Logo aos 5 minutos, Júlio César desceu pela esquerda e cruzou para Adriano Gabiru. O jogador só escorou, mas a bola passou longe do gol de Tiago. Três minutos depois foi a vez de Romerito arriscar de longe. A bola sobrou para Alex, que foi travado por Eduardo Luiz no momento da finalização.



A partir dos dez minutos, o time do Vasco se encontrou na partida, principalmente pelas boas jogadas de Morais, Jean e Alex Teixeira. Wagner Diniz recebeu belo passe pela direita, entrou na área e foi derrubado. O árbitro Wilson Luiz Seneme, de São Paulo, nada marcou. Quatro minutos depois, Leandro Amaral aproveitou cruzamento de Morais e cabceou para fora, assustando Harlei.



Leandro Amaral voltou a assustar aos 16. Em cobrança de escanteio, o jogador subiu mais do que a zaga e cabeceou novamente para fora. Aos 27, Alex Teixeira tabelou com o camisa 11 e recebeu na frente. O meia tocou na saída de Harlei, que fez uma bela defesa, salvando o Goiás.



Aos 36, Ramalho soltou uma bomba de fora da área e o goleiro Tiago fez uma bela defesa. Um minuto depois, um lance curioso. O árbitro parou o jogo porque o lateral-esquerdo Pablo estava com a camisa suja de sangue. O jogador, que entrou em campo com a camisa 6, foi ao banco de reservas, estancou o sangramento e voltou para o jogo, curiosamente com o 13 nas costas.



Aos 39, Romerito fez ótima jogada e tocou em profundidade para Alex. O atacante entrou na área e Tiago salvou com o pé. Aos 42 não teve jeito. Após cobrança de escanteio, Romerito subiu mais do que a zaga e abriu o placar. Após o apito final do primeiro tempo, vaias na arquibancada e cobranças do torcedor: "Dinamite, vamos arrumar um time!", gritou um vascaíno nas sociais.





Luizão marca no fim e salva o Vasco da derrota



Sentindo a pressão da arquibancada e a possibilidade de ser demitido em caso de uma derrota, o técnico Antônio Lopes voltou com um time diferente para o segundo tempo. O treinador sacou Pablo e Alex Teixeira e apostou nas entradas de Valmir e Edmundo. Logo aos três minutos, em jogada do camisa 11, o time da Colina assustou o goleiro Harlei, mas a zaga chegou antes e cortou o perigo.



A torcida seguiu impaciente com a péssima atuação do time, que chegava ao ataque mais na disposição do que na organização tática. O Vasco chegava pelas laterais e arriscava os chuveirinhos, nada de concreto para assustar o goleiro Harlei. Aos 11, quem quase marcou foi o Goiás. Alex dominou na entrada da área e chutou cruzado. A bola passou rente à trave direita de Tiago.



Aos 17, o azarado Valmir, que entrou no segundo tempo, voltou a torcer o tornozelo esquerdo e deixou o campo. Madson entrou na vaga do lateral, que não atuava desde a terceira rodada, quando sentiu o mesmo problema no clássico contra o Botafogo, no Engenhão.



O Vasco seguiu com maior posse de bola. O Goiás assustava nos contra-ataques. Aos 24, falta na entrada da área do time esmeraldino. Enquanto a torcida gritava o nome de Tiago, pedindo que o goleiro executasse a cobrança, Edmundo se posicionou para bater. O Animal chutou com força, mas Harlei defendeu com segurança.



Jean teve uma boa oportunidade de empatar em um chute de fora da área aos 34, mas errou o gol de Harlei. A torcida não se conteve e gritou na arquibancada: "Vergonha, vergonha, time sem vergonha!". Até "olé" foi entoado pelos vascaínos em São Januário, mas a favor do Goiás.



Quando ninguém esperava mais nada, Luizão aproveitou cruzamento na área para empatar o jogo. Mesmo com o resultado, as vaias ecoaram em São Januário, sem falar nos gritos de burro para o técnico Antônio Lopes.



Ficha técnica:
VASCO 1 x 1 GOIÁS
VASCO
Tiago, Eduardo Luiz, Rodrigo Antônio e Luizão; Wagner Diniz, Jonílson, Morais, Alex Teixeira (Edmundo) e Pablo (Valmir) (Madson); Leandro Amaral e Jean.
Técnico: Antônio Lopes.
GOIÁS
Harlei, Ernando, Henrique e Paulo Henrique; Vítor, Fernando, Ramalho, Romerito e Júlio César; Adriano Gabiru (Felipe) e Alex (Pituca).
Técnico: Hélio dos Anjos.
Gols: Romerito, aos 42 minutos do primeiro tempo; Luizão, aos 46 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Paulo Henrique (G), Jonílson (V), Ernando (G), Ramalho (G)
Estádio: São Januário. Data: 17/07/2008.
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP).
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Márcio Eustáquio S. Santiago (MG).




INTERNACIONAL 1X0 ATLÉTICO-MG
Inter vence, se aproxima do G-4 e mantém Galo perto da zona do rebaixamento


Para os colorados, uma boa notícia: a entrada no grupo da Libertadores parece questão de tempo. Para a torcida do Galo, uma triste realidade: o clube está cada vez mais perto da zona de rebaixamento. O Inter venceu o Atlético-MG por 1 a 0 na noite desta quinta-feira, no Beira-Rio, e se aproximou de vez do G-4. O resultado foi desastroso para o Galo. Afetado pelo empate do Goiás com o Vasco (1 a 1), o time de Belo Horizonte fechou a 13ª rodada um ponto mais próximo da zona da degola.

O Colorado subiu para a oitava colocação, com 18 pontos, a apenas três do Palmeiras, o quarto colocado. O Atlético, estagnado nos 12, há seis partidas sem vencer, tem um ponto a menos do que Goiás e Atlético-PR, os vizinhos mais próximos da área da degola. Na próxima rodada, o Inter visita o Náutico, enquanto o Galo recebe o Coritiba. Os dois jogos são no domingo.



Com blitz inicial, Inter larga na frente


O Inter foi a campo disposto a tirar o ar dos mineiros. Com um minuto de jogo, Alex já avisou que a blitz vermelha marcaria presença. O canhotinho chutou com perigo, à direita do gol de Edson. Foram necessárias apenas mais cinco voltas do ponteiro no relógio para a rede atleticana balançar. Marcão pegou rebote na entrada da área, conduziu a bola para a ponta esquerda e mandou o cruzamento. Nilmar, de cabeça, concluiu para o gol: 1 a 0 Inter.

O gol tonteou o Galo. Nilmar, com um toquezinho de muita visão, deixou Magrão frente a frente com Edson, que conseguiu desviar o chute para escanteio. Alex, na cobrança, quase fez gol olímpico.

E aí o Atlético-MG se acalmou, começou a pensar no jogo e, como conseqüência, cresceu. César Prates foi a principal arma ofensiva dos visitantes. Primeiro na ala direita, depois no outro lado, ele incomodou. Foi o responsável por cruzamentos perigosos, mas mal concluídos. Faltou poder de fogo ao Galo. Nem a entrada de Marques surtiu efeito prático. Mesmo com bom volume de jogo, as ameaças mineiras foram tênues. O Inter, em contra-ataques geralmente puxados por Taison, esteve perto de ampliar.



Inter corre, Atlético tropeça


Se erros de passe na saída para o ataque valessem pontos, o Atlético era candidato sério ao título. O time de Alexandre Gallo tropeçou na própria ansiedade no segundo tempo. Em cada toque, parecia lidar com uma bola de boliche. A sorte dos mineiros é que o Inter estava numa noite bondosa. Cada presente recebido pelos vermelhos foi prontamente retribuído. Taison voltou a correr mais rápido do que exigia o lance. A equipe de Tite também errou além da conta.

E o resultado prático foi um Atlético, apesar de atrapalhado, ameaçador em alguns momentos. Aos 19 minutos, por exemplo. Marques, sozinho pela ponta esquerda, mirou o ângulo de Renan. O chute foi colocado, com tremendo perigo. A bola lambeu a trave colorada. Aos 24, Gedeon perdeu gol feito ao cabecear para fora, na cara do goleiro gaúcho.

O Inter pediu para levar o gol. Ao recuar, errar demais e permitir a pressão do adversário, o time colorado irritou a torcida, que resmungou nas arquibancadas. Mas o Galo não soube aproveitar os defeitos do time da casa. E o Inter, mesmo jogando pouco, bem abaixo do que pode, conquistou três pontos preciosos.




Ficha técnica:
INTERNACIONAL 1 x 0 ATLÉTICO-MG
INTERNACIONAL
Renan, Ricardo Lopes, Índio, Danny e Marcão; Edinho, Magrão (Maycon), Guiñazu e Taison; Alex (Walter) e Nilmar.
Técnico: Tite.
ATLÉTICO-MG
Edson, Leandro Almeida (Gedeon), Marcos e Vinícius; César Prates, Márcio Araújo, Serginho, Elton (Marques) e Renan; Renan Oliveira (Raphael Aguiar) e Eduardo.
Técnico: Alexandre Gallo.
Gols: Nilmar, aos seis minutos do primeiro tempo
Cartões amarelos: Marcão, Alex, Ricardo Lopes e Edinho (Internacional); Leandro Almeida e Marques (Atlético-MG)
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Data: 17/07/2008.
Árbitro: Rodrigo Braghetto (SP).
Auxiliares: Nilson de Souza Monção (SP) e Evandro Luís Silveira (SP).

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Começo da 12 Rodada:Série A

BOTAFOGO 4X0 IPATINGA
Botafogo atropela o Ipatinga e revive bons tempos diante da torcida, no Engenhão

Se o objetivo era vencer pela primeira vez o adversário e reviver os bons tempos, a realização foi completa. Com um futebol envolvente, o Botafogo fez 4 a 0 no Ipatinga, nesta quarta-feira, e deixou otimistas os torcedores que compareceram ao Engenhão, mais de 10 mil.

Com o resultado, o Alvinegro chega aos 15 pontos, e momentaneamente ocupa o décimo lugar. Já o Ipatinga permanece com sete pontos, e se mantém na lanterna da competição, podendo estar mais longe do penúltimo colocado ao final da 12ª rodada.

O Botafogo começou a partida pressionando muito a saída do Ipatinga e, com isso, dominando a posse de bola. Com um futebol de velocidade e toques rápidos até o ataque, não demorou até marcar o primeiro gol. Numa jogada ensaiada trabalhada desde os tempos de Cuca, Thiaguinho cobrou falta rasteira para Zé Carlos, que, de muito longe, acertou uma bomba no canto esquerdo de Rodrigo Posso, fazendo 1 a 0, aos seis minutos. Foi a comemoração perfeita para o camisa 11, que completou 28 anos na última terça.



Disposto a matar o jogo o mais rapidamente possível, o Botafogo continou a empurrar o Ipatinga em seu campo defensivo. A equipe mineira tinha dificuldades em sair com a bola e a desorganização deixava espaços para o Alvinegro. E foi numa jogada rápida que a equipe ampliou, aos 18 minutos. Thiaguinho mostrou reflexo ao passar de cabeça para Wellington Paulista. O atacante avançou e chutou forte, estufando a rede do goleiro, que sequer pulou para tentar a defesa. Foi o terceiro gol do atacante em três partidas, depois de ficar quase dois meses sem marcar.



A partir de então o Botafogo deixou cair o ritmo, optando por jogadas mais complicadas e errando alguns passes. O Ipatinga até teve chances de chegar mais perto do gol, mas faltava técnica, principalmente nas conclusões.





Em mais uma jogada de Thiaguinho, o Botafogo marcou o terceiro aos 44 minutos. O lateral improvisado avançou em velocidade pela direita, entortou um marcador e cruzou rasteiro. Jorge Henrique apareceu na área para concluir .


Apesar da vitória garantida, o Botafogo mostrou que não estava satisfeito com o placar e começou o segundo tempo como terminou o primeiro. Logo aos sete minutos Thiaguinho cruzou do lado direito para Jorge Henrique, que entrou na área em velocidade e tocou para fazer o quarto.



Aos 15 minutos o técnico Ney Franco promoveu a estréia de Gil, substituindo Lucio Flavio. O trio de atacantes durou pouco tempo, pois logo depois Wellington Paulista deixou o campo para a entrada de Leandro Guerreiro.



Até o fim da segunda etapa o Botafogo pressionou o Ipatinga com uma marcação forte na saída de bola. A torcida estava de tão boa vontade com o time por causa da atuação convincente que aplaudiu Jorge Henrique depois que o atacante caiu sozinho, de maneira bisonha, ao puxar um contra-ataque. Mas era uma noite alvinegra, e no fim tudo foi motivo de festa.



Ficha técnica:
BOTAFOGO 4 x 0 IPATINGA
BOTAFOGO
Castillo, Renato Silva, Andre Luis (Lucas Silva) e Triguinho; Thiaguinho, Túlio, Diguinho, Lucio Flavio (Gil) e Zé Carlos; Jorge Henrique e Wellington Paulista (Leandro Guerreiro).
Técnico: Ney Franco.
IPATINGA
Rodrigo Posso, Leandro Salino, Gian, Tiago Vieira e Leo Oliveira; Xaves (Marcio Gabriel), Augusto Recife, Neto Baiano e Sandro (Paulinho Dias); Adeílson e Marinho (Luciano Mandí).
Técnico: Ricardo Drubscky.
Gols: Zé Carlos, aos 6, Wellington Paulista, aos 18, Jorge Henrique, aos 44 minutos do primeiro tempo; Jorge Henrique, aos 7 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Renato Silva, Jorge Henrique, Thiaguinho (Botafogo); Augusto Recife, Leandro Salino (Ipatinga).
Público: 10.007 pagantes. Renda: R$ 88.690,00.
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 16/07/2008.
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA).
Auxiliares: Adson Márcio Lopes Leal (BA) e Gelson Pimentel Rodrigues (ES).



SPORT 2X2 GRÊMIO
Grêmio fica duas vezes na frente, mas Sport empata no Recife


Sport e Grêmio empataram em 2 a 2 nesta quarta-feira, no Recife, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. A equipe gaúcha chegou a estar duas vezes na frente do placar, com gols de Willian Magrão e Rodrigo Mendes, mas os pernambucanos reagiram com tentos de Durval.

Os rubro-negros chegam a 15 pontos, figurando ainda no meio da tabela. Com 22, o Tricolor está em terceiro, já que o Cruzeiro venceu o Atlético-PR por 1 a 0 e se isolou na segunda colocação. Na próxima rodada, Leão e Grêmio enfrentam Santos e Raposa, respectivamente.



O jogo


O torcedor que se preparou para ver o jogo entre as duas equipes certamente esperava encontrar um primeiro tempo com melhor qualidade, principalmente após a vitória dos pernambucanos no clássico contra o Náutico, e do triunfo dos gaúchos sobre a Portuguesa. Mas o que viram foram apenas três oportunidades de gols nos 45 minutos iniciais. E nenhuma tão clara assim.

A primeira equipe a levar perigo foi a mandante. Diogo apresentou-se pela direita e mandou na pequena área. Leandro Machado chegou desequilibrado e mandou para fora, aos seis. Sete minutos depois, resposta Tricolor. O atacante André Luís foi lançado na área, pela direita. Ele deu um corte em Durval, levando para o meio, e finalizou por cima.

Somente aos 32 uma nova emoção. Fumagalli cruzou da direita, Gabriel ganhou no alto e desviou para fora.

Alguns fatos mostravam que a situação estava um pouco estranha para o time da casa, campeão da Copa do Brasil deste ano. O camisa 10 é um zagueiro: Gabriel. No meio, Sandro Goiano deu até lençol em André Luís. Um dos destaques da temporada, Dutra pisou na bola. E o ídolo Fumagalli também se enrolou com a redonda, caindo sentado na área.

Mas o segundo tempo foi completamente diferente. O chute de longe de Gabriel e a bola na trave de Dutra no rebote, aos 46 segundos, deram mostras que o jogo melhoraria. E assim foi. Aos dois minutos, André Luís invadiu a área e bateu cruzado. Magrão defendeu com o pé.



Durval salva no fim


O Grêmio chegou ao gol cinco minutos depois. André Luís deu passe no meio para Marcel, que na esperteza deixou passar para Willian Magrão. O meia entrou na área e tocou no canto e direito: 1 a 0.

A equipe rubro-negra tentou responder na seqüência, mas Fumagalli driblou o marcador e quase acertou o ângulo direito. A bola saiu por pouco. Não foi na primeira tentativa, mas foi na segunda. Fumagalli bateu falta da meia direita, e Durval se jogou para cabecear no canto esquerdo, restando ainda meia hora para o fim do tempo regulamentar.

A comemoração durou apenas três minutos. Marcel ganhou jogada na direita e cruzou. Rodrigo Mendes, que acabara de entrar, se antecipou a Magrão e cabeceou para o fundo da rede.

Quando parecia que os visitantes levariam os três pontos para casa, o Leão voltou a mostrar as garras. Nova cobrança de falta de Fumagalli pela direita. Durval disputou bola com Pereira e empatou novamente.

No fim, Joélson ainda teve a chance de virar. Driblou o goleiro Victor, mas chutou todo torto para fora.



Ficha técnica:
SPORT 2 x 2 GRÊMIO
SPORT
Magrão, Gabriel (Luciano Henrique), Igor e Durval; Diogo, Daniel Paulista, Sandro Goiano e Fumagalli, Dutra; Carlinhos Bala e Leandro Machado (Enilton) (Joélson).
Técnico: Nelsinho Baptista.
GRÊMIO
Victor, Léo, Pereira e Rever (Thiego); Paulo Sérgio, Willian Magrão, Rafael Carioca, Tcheco e Helder (Anderson Pico); André Luís (Rodrigo Mendes) e Marcel.
Técnico: Celso Roth.
Gols: Willian Magrão, aos sete, Durval, aos 15 minutos, Rodrigo Mendes, aos 18, Durval, aos 37 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Gabriel, Durval, Dutra (Sport); Helder, Marcel, Victor, Rodrigo Mendes, Thiego (Grêmio).
Estádio: Ilha do Retiro. Data: 16/07/2008.
Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa/SP).
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos/RN (FIFA) e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP).


PORTUGUESA 3X2 NÁUTICO
Portuguesa dança o vira para cima do Náutico e acaba com jejum


Na base da garra e dos gritos de Vágner Benazzi, a Portuguesa venceu o Náutico por 3 a 2, de virada, nesta quarta-feira, pela 12ª rodada do Brasileirão, e colocou um ponto final na série de três derrotas consecutivas na competição. Edno, Patrício e Jonas, todos no segundo tempo, marcaram para a Lusa, enquanto Felipe e Gilmar descontaram para os pernambucanos.



Com o resultado, o time paulista chegou aos 15 pontos e pulou para a 11ª posição. Já o Náutico, segue com 17 e caiu para o nono lugar. No próximo sábado a Portuguesa vai a Ipantinga encarar o lanterna do campeonato no Ipatingão, às 18h20m, enquanto o Timbu recebe o Internacional, domingo, às 16h, nos Aflitos.



Enquanto a Lusa é vaiada, o Timbu atropela



Disposto a acabar com a série de três derrotas consecutivas e com Vágner Benazzi pressionado pelos poucos torcedores que presentes ao Canindé, a Portuguesa começou a partida pressionando o Náutico, mas de forma desordenada e sem objetividade. Com Edno se desdobrando pelas pontas, a Lusa apelava para as bolas aéreas, sem sucesso, diante de um adversário que mantinha a tranqüilidade e sequer passava do meio-de-campo. Quando o fez, no entanto, marcou o gol. Aos 13, Gilmar descolou bom passe para Felipe, que recebeu nas costas da zaga e tocou na saída do estreante goleiro Sérgio. 1 a 0, com direito a direito a festa dos imigrantes nordestinos que 'invadiram' o estádio.

A Portuguesa, que já não criava muita coisa, perdeu definitivamente o rumo e errava passes com freqüência. Enquanto os torcedores lusos se preocupavam mais em protestar contra o treinador do que em ver a partida, o Timbu trocava passes e colocava o rival na roda. Aos 22, Felipe deixou Bruno Rodrigo para trás, invadiu a área e foi derrubado. Pênalti, que o árbitro Ricardo Marques Ribeiro não marcou, assim como não assinalou uma penalidade em Ralph, da Lusa, quatro minutos depois.

Sem fazer força, o Náutico ampliou aos 31. Negretti se aventurou no ataque pelo lado direito, sem marcação, e colou a bola na cabeça de Gilmar, que cabeceou firme no canto direito para fazer 2 a 0. Abatida, a Portuguesa só observou o Timbu tocar a bola e saiu de campo muito vaiada.

- Eles têm que escolher um, não é? Não dá pra vaiar todo mundo. É assim mesmo - disse o criticado Benazzi, no intervalo.



Virada heróica e redenção de Benazzi



A segunda etapa começou com a Portuguesa partindo para o tudo ou nada. Com o volante Carlos Alberto no lugar do zagueiro Marco Aurélio, a Lusa ganhou o meio-de-campo, passou a acertar mais passes e diminuiu aos três minutos. Em bela cobrança de falta na entrada da área, Edno acertou o canto direito de Eduardo. O gol fez até com que a torcida deixasse a birra com o treinador de lado e apoiasse a equipe. Entretanto, as conclusões ficavam restritas aos chutes de fora área, sempre sem direção.



Sem vergonha de jogar retrancado, o Náutico se fechou na defesa e apostou nos contra-ataques. A tática deu certo e os pernambucanos tiveram duas boas oportunidades em seqüência. Aos 19, Radamés avançou pela direita e bateu cruzado para a defesa de Sérgio. Dois minutos depois, Felipe partiu em velocidade pelo meio e chutou forte da intermediária. A bola explodiu no travessão.



A Lusa continuava com a bola nos pés, mas dava sinais de cansaço e não assustava. Pacientes, os paulistas trocavam passes na intermediária em busca de espaços na zaga do bem postado Náutico. Até que, aos 38, Patrício aproveitou um cochilo de Itaqui para invadir a área e soltar uma bomba no ângulo direito de Eduardo, que nada pôde fazer.



O gol incendiou a Portuguesa, que partiu para o abafa, abusou de bolas alçadas na área e conseguiu a virada aos 45. Bruno Rodrigo fez o lançamento, a bola sobrou para Carlos Alberto, que cruzou rasteiro. A zaga do Náutico cortou mal e Jonas emendou de primeira para decretar o 3 a 2 no placar e o transformar as vaias em surpreendentes gritos de "Benazzi, Benazzi".



Ficha técnica:
PORTUGUESA 3x2 NÁUTICO
PORTUGUESA
Sérgio, Patrício, Bruno Rodrigo, Marco Aurélio (Carlos Alberto) e Ralph (Jonas); Eric, Gavilán, Edno e Preto; Diogo e Rogério (Vaguinho).
Técnico: Vágner Benazzi.
NÁUTICO
Eduardo, Radamés (Roger), Negretti e Vágner Silva; Everaldo, Ticão, Alceu, Itaqui e Paulo Santos (Hélton); Felipe e Gilmar (Kuki).
Técnico: Levi Gomes.
Gols: Felipe, aos 13, e Gilmar, aos 31 do primeiro tempo. Edno, aos 3, e Patrício, aos 38, do segundo tempo.
Cartões amarelos: Marco Aurélio, Vaguinho e Preto (Portuguesa) Roger (Náutico)
Estádio: Canindé. Data: 16/07/2008.
Público: 2.266 pagantes. Renda: R$ 29.400.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Auxiliares: Helberth Costa Andrade (MG) e Rodrigo Otavio Baeta (MG).


FIGUEIRENSE 3X0 SANTOS
Figueirense atropela o Santos em Floripa e Cuca pode sair


O Figueirense não teve nenhuma compaixão com o Santos. Aproveitou-se da péssima fase do time da Vila Belmiro e fez 3 a 0, nesta quarta-feira à noite, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Com mais essa derrota, Cuca, que havia assumido o comando do time na quinta rodada, pediu demissão no vestiário. O presidente Marcelo Teixeira, que acompanha a equipe em Florianópolis, no entanto, pediu para conversar com o treinador antes de uma decisão definitiva. Assessores do presidente já sondam substitutos: Zetti e Geninho foram consultados.



O Peixe continua em seu calvário no Brasileirão. Com apenas oito pontos, segue na penúltima posição, sem vencer há dez jogos. Já o Figueira vai a 19 pontos, próximo à zona de classificação para a Taça Libertadores.


PRÓXIMA RODADA
19/7 Fluminense x Figueirense, 18h20m (Brasília), Maracanã
20/7 Santos x Sport, 16h (Brasília), Vila Belmiro




Edu Salles passeia entre santistas



Pressionado pela péssima fase que atravessa, o Santos foi para cima do Figueirense, mas seguiu com sua sina de perder chances demais. Quase abriu o placar logo no primeiro minuto, quando Michael cruzou da esquerda e achou Kléber Pereira livre dentro da área O atacante, sozinho, perdeu o gol mandando por cima. O artilheiro do Peixe voltaria a ameaçar o gol de Wilson aos 14, quando dominou dentro da área e mandou bomba de pé esquerdo. O goleiro defendeu. Como tem acontecido muito neste Brasileirão, o Peixe ficou no quase.



O Santos foi um time nervoso e o Figueirense soube aproveitar. Apertando a marcação no meio-de-campo e jogando a bola na área do Peixe, o time catarinense ia criando suas chances. Com uma zaga desentrosada (Fabiano Eller estreou formando dupla com Domingos), mal posicionada e sem o goleiro Fábio Costa, machucado, o time de Cuca mostrou-se muito vulnerável, sobretudo nas jogadas pelo alto.



E foi justamente num chuveirinho que o Figueira abriu o placar. Marquinho cobrou falta da direita, e Edu Salles nem precisou subir para ganhar de Kleber e cabecear para o chão, matando o goleiro Felipe.



A desvantagem no placar fez a equipe santista entrar em parafuso. O time se lançou ao ataque, deixando ainda mais vulnerável a fraca defesa, que passou a ser alvo de rápidos contra-ataques. À vontade em campo, o Figueirense trocava bons passes e não tinha nenhuma dificuldade para entrar na área santista.



Aos 45, veio o segundo gol. O Peixe foi todo para a frente numa jogada de escanteio. Não fez o gol e levou um contra-ataque mortal. Magal desceu em alta velocidade, avançou e abriu para Edu Salles na direita. O atacante dominou e chutou forte, cruzado, de pé direito. Felipe nada pôde fazer.



Peixe entregue; Figueira deita e rola



O Santos voltou tonto para o segundo tempo. Errando passes primários, com marcação frouxa, desorientado. Cuca tirou o inoperante Apodi para colocar mais um atacante: Lima foi o escolhido.



No entanto, com a mexida abriu-se um abismo no lado direito da defesa santista. E foi por ali, aos 12, que o Figueirense ampliou. Marquinho invadiu a área e apenas rolou para Tadeu emendar de cabeça, ampliando o placar e o sofrimento dos santistas.



Tranqüilo em campo e diante de um adversário totalmente entregue, o Figueirense foi criando chances com extrema facilidade. Edu Salles, Cleiton Xavier, Marquinho e Tadeu trocavam passes com rapidez, colocando a zaga santista na roda. Na base do desespero, Cuca tirou o meia Michael e colocou o atacante Tiago Luís, abrindo de vez sua equipe, que passou a atuar com quatro jogadores de frente: Maikon, Tiago Luís, Kléber Pereira e Lima.



O volume de jogo do Santos no ataque melhorou. Mas isso não significou muita coisa. O Figueirense, com sua zaga bem posicionada, neutralizava as tentativas do Santos e aproveitava-se dos enormes espaços que tinha à disposição. Aos 25, Marquinho passou fácil por Tiago Luís (que marcava pelo lado esquerdo, como um lateral) e cruzou forte. A bola passou na frente de Felipe e só não entrou porque ninguém conseguiu alcançá-la.



Aos 35 minutos, a torcida do Figueira pressentiu que Cuca pediria demissão e ironizou:



- Adeus, Cuca; adeus, Cuca!.



Aos 41, Magal exagerou na empolgação. Deu uma pancada em Tiago Luís, por trás, e acabou levando o vermelho, deixando o Figueirense com um jogador a menos em campo. Mas não havia tempo para mais nada. Fim de jogo e, provavelmente, de trabalho para Cuca no comando do Peixe.





Ficha técnica:
FIGUEIRENSE 3 x 0 SANTOS
FIGUEIRENSE
Wilson, Ânderson Luís, Bruno Perone, Asprilla, William Matheus (Leandro Carvalho); Diogo, Magal, Marquinho, Cleiton Xavier (Rodrigo Fabri); Edu Salles (Ricardinho), Tadeu.
Técnico: PC Gusmao.
SANTOS
Felipe, Apodi (Lima), Domingos, Fabiano Eller e Kleber; Adriano, Rodrigo Souto, Molina (Wesley) e Michael (Tiago Luís); Maikon e Kléber Pereira.
Técnico: Cuca.
Gols: Edu Salles, aos 27 e 45 minutos do primeiro tempo; Tadeu, aos 12, minutos .
Cartões amarelos: Michael, Domingos, Molina, Adriano, Fabiano Eller, Wesley, Rodrigo Souto (Santos), Diogo, Cleiton Xavier (Figueirense).
Cartão vermelho: Magal (Figueirense).
Estádio: Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Data: 16/07/2008.
Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (BA).
Auxiliares: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (BA/Fifa) e Adaílton Jesus Silva (BA).


PALMEIRAS 3X1 FLUMINENSE
Palmeiras deita e rola em campo no segundo tempo e derrota o Fluminense



Com uma atuação de gala no segundo tempo, quando acuou o adversário na defesa, fez dois gols, mandou bola no travessão e fez a torcida gritar olé em campo, o Palmeiras derrotou o Fluminense por 3 a 1, nesta quarta-feira, no Palestra Itália, pelo Campeonato Brasileiro. O melhor de tudo é que com a vitória do São Paulo por 3 a 1 diante do Vitória, em Salvador, o Verdão roubou da equipe baiana a quarta colocação e finalmente voltou ao G-4, com 21 pontos.



O baixinho Kléber fez dois gols de cabeça, enquanto o estreante Maicosuel completou o placar para o Palmeiras.. Já o Fluminense, que continua com nove pontos, ocupando a 18ª colocação, e na zona do rebaixamento, descontou com Washington.



Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras enfrenta o Goiás, domingo, às 16h, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Já o Fluminense volta a campo no sábado, às 18h10m, no Maracanã, quando terá pela frente o Figueirense.





Gols de cabeça primeiro tempo



O Fluminense começou o jogo animado. Logo no primeiro minuto, Dodô fez bela jogada, deixou Jeci no chão, e chutou forte. Marcos fez ótima defesa. O Palmeiras respondeu com Valdivia, que chutou de fora da área. A bola desviou na zaga e saiu para escanteio. Enquanto o Tricolor das Laranjeiras priorizou a velocidade, o Verdão explorou as jogadas pelas laterais, trocando passes pelo meio com Diego Souza, Valdivia e Denílson, e deixando Kléber isolado entre os zagueiros.



Sem conseguir entrar na área do Flu, o Verdão passou a arriscar chutes de fora da área. Foi assim que Valdivia, aos 11 minutos, bateu forte na bola e Fernando Henrique espalmou para escanteio. Em ótimo lançamento de Elder Granja, Kléber invadiu a área e bateu cruzado. Fernando Henrique levou um susto.



Com Elder Granja atuando feito um terceiro zagueiro, e Sandro Silva protegendo o sistema defensivo, o Palmeiras conseguiu conter a criatividade do quarteto Conca, Thiago Neves, Washington e Dodô. Mas o Fluminense também teve o mérito de anular Valdivia, Diego Souza, Denílson e Kléber. A maioria dos chutes acabou acontecendo somente de fora da área.



O Palmeiras, com maior volume de jogo, abriu o placar aos 33 minutos em jogada pelo alto. Denílson acertou cruzamento preciso para Kléber, entre os zagueiros, tocar de cabeça para o fundo da rede.Mas o Flu chegou ao empate rapidamente, aos 35, após cobrança de falta de Thiago Neves, que Washington aproveitou o vacilo da zaga e, de cabeça, deixou tudo igual.


Verdão manda no segundo tempo



O Palmeiras voltou com tudo na etapa final e novamente pelo alto chegou ao segundo gol em falha de Fernando Henrique. Logo aos três minutos, Leandro cruzou, o goleiro do Fluminense saiu em falso e o baixinho Kléber, outra vez de cabeça, levou a melhor entre os zagueiros e fez 2 a 1.




Assustado, o Fluminense se encolheu. E Kléber, em bela jogada individual, quase marcou o terceiro. Ele arriscou chute da entrada da área, a bola desviou na zaga e bateu na rede pelo lado de fora. Depois, aos nove, Leandro tentou cruzar, a bola pegou efeito, e Fernando Henrique a mandou para escanteio e impediu um gol espírita.



Melhor em campo, o Verdão perdeu outra chance de ampliar o placar. Aos 17, Leandro lançou Diego Souza, que invadiu a área e na saída de Fernando Henrique tocou a bola para fora. A pressão alviverde não terminou. Aos 19, após boa jogada de Denílson, Valdivia mandou a bola no travessão. Aos 22, Diego Souza perdeu um gol incrível. Ele foi lançado, invadiu a área livre de marcação, e chutou fraco, em cima de Fernando Henrique.



Luxemburgo percebeu que o time cansou de tanto atacar e perder gols. E, aos 28, promoveu a estréia de Maicosuel na vaga de Denílson. Aos 30, Diego Souza, de fora da área, exigiu bela defesa de Fernando Henrique. E com apenas quatro minutos em campo, mais precisamente aos 32, Maicosul, após cruzamento de Leandro, mandou a bola para o fundo da rede.



O Palmeiras continuou deitando e rolando em campo na etapa final. Aos 35, após ótima jogada, Diego Souza chutou da entrada da área e Fernando Henrique, com os pés, evitou o quarto gol. Apagado e sem esboçar reação, o Fluminense virou presa fácil e perdeu de pouco.



Ficha técnica:
PALMEIRAS 3 x 1 FLUMINENSE
PALMEIRAS
Marcos; Elder Granja, Jeci, Gladstone e Leandro; Sandro Silva, Leo Lima, Diego Souza (Jumar) e Valdivia (Evandro); Kléber e Denílson (Maicosuel).
Técnico: V. Luxemburgo.
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Rafael, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior César; Fabinho (Tarta), Arouca, Conca e Thiago Neves (Marinho); Dodô e Washington.
Técnico: Renato Gaúcho.
Gols: Kléber, aos 33, e Washington, aos 35 minutos do primeiro tempo. Kléber, aos 3 minutos do segundo tempo. Maicosuel, aos 32 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Elder Granja e Leo Lima (Palmeiras) e Conca e Junior César (Fluminense).
Renda: R$ 366.937,50 - Público: 13.568 pagantes
Estádio: Palestra Itália. Data: 16/07/2008.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (S).
Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e Jose Antonio Chaves Franco Filho (RS).


CRUZEIRO 1X0 ATLÉTICO-PR
Cruzeiro arranca vitória suada diante do Furacão no finzinho do jogo



Em uma noite pouco inspirada dos homens de ataque, o Cruzeiro derrotou o Atlético-PR por 1 a 0, nesta quarta-feira, no Mineirão, em jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Quem fez o gol foi o volante Elicarlos, que entrou no segundo tempo. Os atacantes reservas da Raposa Bruno e Reinaldo perderam as melhores chances do jogo. Os goleiros Fábio e Galatto fizeram uma boa defesa cada.



Com o resultado, o time mineiro passa a somar 24 pontos, se mantendo na segunda posição, mas agora passando o Grêmio em número de pontos. O Atlético-PR continua com 13 pontos, em 15º lugar, mas podendo perder duas posições nesta quinta e entrar na zona de rebaixamento.



O Cruzeiro volta a jogar neste sábado, quando visita um adversário direto na disputa por melhores posições no G-4: o Tricolor gaúcho, no Olimpico. O Atlético volta para a Arena da Baixada, onde recebe o Vasco, neste domingo.





Domínio celeste e perigo rubro-negro

A Raposa entrou em campo com um desfalque de última hora: o camisa 10 Wagner, com lesão na coxa, foi vetado. Além dele, Charles e Weldon estavam suspensos, e Espinoza foi poupado. Thiago Martinelli foi mantido na zaga, Camilo e Bruno entraram no meio, e Jajá entrou como colega de ataque de Guilherme.



O Furacão começou assustando aos 11 minutos, com Joãozinho fazendo bom lançamento para Ferreira, que driblou um zagueiro e chutou para a boa defesa de Fábio. Na recuperação, Jadilson deu um drible curto em Alan Bahia no campo de defesa, para delírio dos cruzeirenses. Logo depois, Márcio Azevedo cruzou na esquerda para Bahia chutar para fora.



Com problemas para entrar na área rubro-negra, o meia Ramires começou a arriscar de fora da área. Aos 17, ele tabelou com Guilherme e Bruno e arrancou tinta da trave. Aos 19, o goleiro Galatto bateu roupa e quase aceitou. Fabrício também arriscou o dele, mas mandou para fora. Mas, nos contra-ataques, o Atlético continuava levando perigo. Aos 28, de novo Joãozinho deixou Ferreira na cara de Fábio. Ele driblou o goleiro, mas se enrolou na hora de concluir chutando para fora.



Aos poucos, o time celeste foi se soltando, mas pecando nas conclusões. Jadilson conseguiu chegar à linha de fundo aos 35 e cruzou para Guilherme cabecear mal para fora. Logo depois, Guilherme deu um bom passe para Jajá, que deixou para Bruno finalizar mal.





Raposa perde dois gols feitos

Após o intervalo, o Cruzeiro foi o primeiro a chegar, aos sete minutos, com Ramires batendo cruzado para a defesa de Galatto. Na sobra, Fabrício emendou para fora. Aos 11, na chance mais perdida do jogo até então, Bruno desperdiçou inacreditavelmente embaixo da trave após cruzamento de Ramires: conseguiu mandar por cima do travessão.



Os dois técnicos mexeram da mesma maneira aos 13, colocando os atacantes Reinaldo e Anderson Aquino nas vagas dos meias Bruno e Julio dos Santos. O jogo melhorou um pouco, e os goleiros trabalharam mais. Aos 19, Jajá bateu colocado de esquerda, e Galatto fez ótima defesa. A resposta imediata foi com Anderson Aquino, pela esquerda, com o goleiro Fábio se esticando para defender, e Marquinhos Paraná quase concluindo para a própria meta.





O dia não era mesmo dos atacantes. Aos 32, em cobrança de falta, Jadilson acertou o travessão rubro-negro. No rebote, Reinaldo, que entrou no lugar de Bruno, emendou de cabeça por cima do travessão, tendo o gol todo livre à sua frente. Mais um gol feito desperdiçado.



Quem resolveu o jogo com um gol aos 40 minutos foi Elicarlos. Após boa jogada de Fabrício, Gérson Magrão, que entrou no lugar de Jajá, escorou de cabeça. Elicarlos conseguiu marcar o chorado gol da vitória após duas tentativas, garantindo a invencibilidade celeste no Mineirão. Agora são seis vitórias e um empate em casa. Antes do apito final, a torcida cantava: "Ei, você aí, avisa ao Flamengo que o Cruzeiro vem aí".



Ficha técnica:
CRUZEIRO 1 x 0 ATLÉTICO-PR
CRUZEIRO
Fábio, Marquinhos Paraná, Thiago Martinelli, Thiago Heleno e Jadilson; Fabrício, Camilo (Elicarlos), Ramires e Bruno (Reinaldo); Guilherme e Jajá (Gérson Magrão).
Técnico: Adilson Batista.
ATLÉTICO-PR
Galatto, Danilo, Antônio Carlos e Rhodolfo; Nei, Valencia, Alan Bahia, Julio dos Santos (Anderson Aquino) e Márcio Azevedo (Wallyson); Joãozinho (Douglas Maia) e Ferreira.
Técnico: Roberto Fernandes.
Gol: Elicarlos, aos 40 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Ramires e Fabrício (Cruzeiro); Julio dos Santos, Nei e Anderson Aquino (Atlético-PR).
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG). Data: 16/07/2008.
Árbitro:André Luiz de Freitas Castro (GO).
Auxiliares: Flávio Gilberto Kanitz (GO) e Marco Antônio de Mello Moreira (GO).


VITÓRIA 1X3 SÃO PAULO
Com Barradão lotado, São Paulo mostra superioridade sobre o anfitrião Vitória


O Barradão recebeu 35 mil torcedores para o jogo entre Vitória e São Paulo. E quem levou a melhor foi o visitante. Com uma atuação convincente e forte marcação, o Tricolor bateu o anfitrião por 3 a 1. Hugo, Dagoberto e Éder Luis fizeram os gols da vitória e foram os destaques do time paulista.



Com o resultado, o São Paulo chegou a 20 pontos, o mesmo número que o time da casa possui. Mas fica uma posição atrás do Rubro-Negro, que está em quinto. Na próxima rodada, o Vitória enfrenta o Flamengo, no Maracanã, e o Tricolor encara o Botafogo no Morumbi, ambos no domingo.



Gol anulado e domínio tricolor



Logo aos cinco minutos, Dinei desceu até o limite do campo e cruzou rasteiro para Willians finalizar para a rede. Porém, a arbitragem anulou o gol, alegando que a bola saiu pela linha de fundo. O lance gerou dúvidas nos jogadores e torcedores do Vitória. O time da casa criava mais oportunidades.



Sem dar tempo para o Vitória ter outra grande chance, Hernanes cruzou na área aos 12 minutos e mandou a bola na cabeça de Hugo, que desviou, sem marcação: 1 a 0.



O dono da casa sentiu o gol sofrido. Ameaçava o Tricolor na base do contra-ataque, aproveitando a velocidade da dupla de frente. Mas era pouco eficiente e facilmente envolvido pelo adversário. O visitante seguia com a forte marcação desde o campo de ataque.



Anfitrião tenta reagir, mas dupla são-paulina funciona



No segundo tempo, o Vitória até que pareceu ter mais iniciativa no começo. Logo no primeiro minuto, Ramon cobrou uma falta perigosa, obrigando Rogério Ceni a espalmar a bola. Aos cinco, o camisa 1 segurou uma tentativa de Willians. Aos dez, a melhor chance do dono da casa: Ramon bateu na pequena área, e Ceni fez a primeira defesa. Depois, o ídolo são-paulino evitou com o pé direito o gol de Marco Antônio no rebote.



Depois dos momentos de pressão, o Tricolor buscou segurar o jogo no campo de defesa, para esfriar o ânimo do anfitrião. De tanto segurar, achou o espaço ideal aos 28 minutos. Em bela jogada individual, Dagoberto entrou na área pela esquerda, passou por dois marcadores e bateu forte, para estufar a rede de Viáfara.



A dupla formada por Dagoberto e Éder Luis, dois jogadores que não têm características de centroavante, deu certo. Aos 35, foi a vez de Éder fazer sua bela jogada. Em um contra-ataque rápido, ele arrancou pelo meio-campo e desferiu um chute certeiro. Era o terceiro do Tricolor, e a torcida do Vitória começava a deixar o Barradão.



Muricy ainda teve tempo de promover a estréia do jovem Pablo, que estava no banco para compor o grupo de reservas e se juntou ao elenco esta semana. O garoto entrou e quase ajudou o time a marcar o quarto. Mas foi o Vitória que diminuiu: Jackson tentou, Ceni defendeu com dificuldade; no rebote, Dinei empurrou para dentro: 3 a 1.





Ficha técnica:
VITÓRIA 1 x 3 SÃO PAULO
VITÓRIA
Viáfara, Marcos Aurélio, Anderson Martins, Thiago Gomes e Daniel; Vânderson, Marco Antônio (Jackson), Willians (Rodrigão) e Ramon (Ricardinho); Dinei e Marquinhos.
Técnico: Vagner Mancini.
SÃO PAULO
Rogério Ceni, Alex Silva, Juninho e Richarlyson; Joilson (Jancarlos), Zé Luis, Hernanes, Hugo e Jorge Wagner; Dagoberto (Júnior) e Éder Luis (Pablo).
Técnico: Muricy Ramalho.
Gols: Hugo, aos 12 minutos do primeiro tempo; Dagoberto, aos 28 minutos, Éder Luis, aos 35 minutos, e Dinei, aos 45 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Anderson, Daniel, Thiago Gomes (Vitória); Dagoberto, Zé Luis, Joilson, Richarlyson (São Paulo).
Estádio:Barradão. Data: 16/07/2008.
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF). Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Pedro Jorge Santos de Araújo (AL).
Renda e público: R$ 502.579,00 / 35 mil pagantes

terça-feira, 15 de julho de 2008

Rodada de Terça

SÃO CAETANO 0X4 ABC
São Caetano é goleado pelo ABC-RN, no Anacleto Campanella




O ABC-RN goleou o São Caetano por 4 a 0 em pleno Anacleto Campanella, na partida que marcou a estréia do técnico Guilherme Macuglia no comando do Azulão, e subiu para a sétima colocação na tabela, com 18 pontos.



A equipe de São Caetano do Sul começou melhor e criou boas oportunidades, no início da partida. Finazzi desperdiçou chance clara de gol, aos 10 minutos de jogo, quando a bola sobrou em seus pés na pequena área, mas o atacante errou o chute.



O time potiguar abriu o placar aos 27 minutos da etapa inicial. Bosco fez boa jogada pela direita e cruzou para Ronaldo completar de letra para o fundo das redes.



Aos 8 do segundo tempo, Jean Carioca viu o goleiro Júlio César adiantado, e da entrada da área tocou com categoria no ângulo e ampliou. Pouco depois, aos 10, o camisa 10 do time potiguar, Alexandre aproveitou o rebote do goleiro Júlio César e, mesmo sentado, girou e marcou o terceiro.



Para marcar o quarto gol, o ABC-RN contou com a colaboração do goleiro Júlio César, que se atrapalhou e deixou passar a bola chutada de longe por Márcio Hahn, fechando a goleada.



O São Caetano ocupa a décima colocação, com 15 pontos.

BARUERI 4X3 CEARÁ
Em jogo de sete gols, Barueri vence Ceará e volta à segunda posição


Em jogo bastante movimentado e equilibrado, com sete gols, sendo seis deles só no primeiro tempo, o Barueri derrotou o Ceará por 4 a 3, na noite desta terça-feira, em casa, na abertura da 12ª rodada da Série B do Brasileirão. O resultado faz a equipe paulista voltar, pelo menos temporariamente, à segunda posição, com 23 pontos – sete a menos que o líder Corinthians. Porém, o Juventude pode retomar o posto se vencer o CRB no sábado, em Caxias do Sul.

O Ceará, que segue sem vencer fora de casa, com dois empates e agora quatro derrotas, permanece com 18 pontos, em quinto lugar, mas corre risco de perder posições no decorrer da rodada.

As duas equipes voltam a jogar na próxima terça, dia 22. O time cearense recebe o líder Corinthians, no Castelão, e o Barueri visita o Paraná, na Vila Capanema.



Os gols

Logo aos oito minutos, o time da casa abriu o placar com Thiago Humberto, que recebeu bom passe de Marcos Pimentel. O Barueri aumentou aos 23, em contra-ataque rápido: Márcio Careca recebeu na esquerda e rolou para Pedrão completar.

Oito minutos depois, em ataque do Ceará, Ciel foi puxado por Ávalos na área, e o juiz Adriano de Carvalho apitou pênalti, que o próprio Ciel bateu, fazendo 2 a 1. Mas o time da casa voltou a marcar, em cobrança de falta levantada na área que Pedrão cabeceou.

Quando todos achavam que time visitante não ofereceria mais resistência, O Alvinegro empatou com dois gols em dois minutos. Aos 42, Marcos Paraná enfiou uma pancada, sem chance para o goleiro Renê. Em seguida, Ciel dominou na área, limpou e empatou o jogo.

Na segunda etapa, aos 17, o Barueri marcou o gol da vitória com Thiago Humberto recebendo livre, em condições, e girando para marcar o quarto. O time cearense ainda teve uma boa chances de igualar, com Ciel acertando a trave em cobrança de falta.

AVAÍ 2X0 GAMA
Em noite de Abuda, Avaí bate o Gama


O Timão que abra o olho. Com grande atuação do atacante Abuda, ex-Corinthians, o Avaí venceu o Gama, por 2 a 0, na noite desta terça-feira, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis. Com o resultado, a equipe catarinense alcançou a terceira colocação do Campeonato Brasileiro da Série B, ao lado do Barueri, com 23 pontos. Já o time de Brasília permanece com 10, na décima-sétima colocação, 'liderando' a zona de rebaixamento da competição



Jogando em casa e com boas chances de se aproximar do líder Corinthians, o Avaí partiu com tudo para cima do adversário. E a coragem do time catarinense logo foi recompensada. Ferdinando arriscou de longe, o goleiro Cristiano soltou, e Abuda, de carrinho, abriu o placar na Ressacada, aos cinco minutos de jogo. A torcida, já animada com a boa campanha avaiana, tratou de cantar ainda mais.



Assustado, o Gama tentava se reorganizar, mas sofria com o grande número de passes errados de seus jogadores. Bebeto, isolado na frente, tentava chamar o time de Brasília para o ataque. Enquanto isso, o Avaí seguia ameaçando e continuava arriscando de fora da área. Depois de 15 minutos a equipe do planalto central conseguiu igualar as ações ofensivas. Com o jogo em ritmo mais lento, o placar se manteve.


Assim como na primeira etapa, um lance capital marcou o segundo tempo. Com dois minutos de bola rolando o goleiro do Gama, Cristiano, foi expulso após derrubar na entrada da área Abuda, que partia para o gol vazio. Roberto Cavalo logo pôs o reserva Luiz Henrique, na vaga Fábio Rosa. Porém, o camisa 12 brasiliense pouco pode fazer para evitar o segundo gol do Avaí aos 15 minutos. Abuda, sempre ele, dominou na área e bateu para o gol, sem chances para o goleiro.



Daí em diante, a equipe catarinense voltou a diminuir o ritmo. Tocando bem a bola no meio de campo, o time de Silas Pereira ainda ameaçava o gol do Gama. Abuda, continuava dando trabalho à vaga do time de Brasília, com dribles desconcertantes e passes inteligentes. Já no fim, o atacante foi substituído apenas para receber o aplausos da torcida, após uma vitória que ajudou a construir.

domingo, 13 de julho de 2008

11 Rodada:Série A

IPATINGA 0X1 FIGUEIRENSE
Figueirense vence o Ipatinga e deixa time mineiro muito mal na classificação

O Figueirense continua sem perder depois que o técnico Paulo César Gusmão assumiu a equipe. O time venceu o Ipatinga por 1 a 0, na tarde deste domingo, em Minas Gerais, e chegou aos 16 pontos na tabela de classificação. Nos últimos 12 disputados conquistou oito. O Tigre segue mal e continua na lanterna do Campeonato Brasileiro com sete. O póximo jogo do Ipatinga será contra o Botafogo, na quarta-feira, no Rio de Janeiro. Já o Figueira recebe o Santos, às 20h30m, do mesmo dia, em Florianópolis.



O jogo



O Ipatinga, que começou a rodada na lanterna do Campeonato Brasileiro, iniciou a partida pressionando o Figueirense. Logo aos três minutos, os donos da casa chegaram com perigo. Após cruzamento da direita, Adeílson sobiu mais do que a zaga e cabeceou para o gol, Wilson estava bem posicionado e espalmou para o lado. Mas foi o Figueira que abriu o placar aos 20. Cleiton Xavier cobrou uma falta com muita categoria e a bola entrou no canto esquerdo do goleiro Rodrigo Posso que nada pode fazer.



Aos 27, Marinho entrou pela esquerda e cruzou. A bola desviou na zaga e foi para fora, mas o atacante reclamou pedindo pênalti. O juiz Claudio Luciano Mercante Junior ignorou e mandou deu escanteio. Dois minutos depois, o Tigre quase empatou. Paulinho Dias recebe dentro da área, mata no peito, mas chuta por cima do gol, perdendo a melhor chance do time até o momento.



Figueira começa melhor no 2° tempo



O Figueirense iniciou a etapa final quase ampliando o placar aos dois minutos. Tadeu recebeu um belo lançamento pela esquerda, entrou na área e tentou encobrir o goleiro. Mas a bola foi pela linha de fundo. O Tigre chegou com perigo aos seis. Depois de bela tabela, Leandro Salino entrou sozinho e chutou forte para uma boa defesa de Wilson.



O Figueirense quase amplia aos 13. Cleiton Xavier faz um bom cruzamento para Tadeu, o atacante entra de peixinho e cabeceia para fora assustando a torcida do Ipatinga, que já vaiava a equipe. Depois do lance, o jogo ficou ruim. O gramado do Ipatingão, que estava muito irregular, não ajudava e os jogadores erravam muitos passes. O Ipatinga só veio assustar aos 31. Lenadro Salino avançou pela ponta direita e cruzou rasteiro para área. A bola passou por todo mundo e sobrou para o lateral do Figueira sair jogando. Quatro minutos depois, Adeílson aproveitou um rebote da área, mas chutou por cima do gol.



Aos 44, Rodrigo Fabri, que havia entrado no segundo tempo, tabelou com Tadeu, recebeu dentro da área e finalizou. O goleiro Rodrigo Posso colocou para escanteio. Esse foi o último lance do jogo.


Ficha técnica:
IPATINGA 0 x 1 FIGUEIRENSE
IPATINGA
Rodrigo Posso; Leandro Salino, Gian, Henrique(Luciano Mandí) e Rodriginho; Paulinho Dias(Neto Baiano), Leo Oliveira, Augusto Recife e Sandro(Luis Fernando); Adeílson e Marinho
Técnico: Ricardo Drubscky
FIGUEIRENSE
Wilson; Anderson Luiz, Bruno Aguiar, Asprilla e Leandro Soares(Willian Matheus); Diogo, Magal, Cleiton Xavier e Marquinho; Tadeu e Edu Sales(Rodrigo Fabri)
Técnico: PC Gusmão
Gols: Cleiton Xavier, aos 20 do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Bruno Aguiar(F), Adeílson(I), Leo Oliveira(I) e Willian Matheus (F)
Estádio: Ipatingão. Data: 13/07/2008.
Árbitro: Claudio Luciano Mercante Junior.
Auxiliares: Marco Aurelio dos Santos Pessanha (RJ) e Giovani Cesar Canzian (SP).


ATLÉTICO-PR 1X1 INTERNACIONAL
Atlético-PR e Inter ficam no empate

Nem ao céu, nem ao inferno. Atlético-PR e Internacional empataram por 1 a 1 na tarde deste domingo, na Arena da Baixada, e mantiveram-se em situação intermediária na classificação do Campeonato Brasileiro. Em jogo ruim tecnicamente, mas de muita correria, o time curitibano saiu na frente em pênalti polêmico e sofreu o empate em seguida, com gol de cabeça do zagueiro Índio. Os gaúcho seguem sem vencer fora de casa no Brasileirão.

O empate levou o Inter aos 15 pontos, ainda na zona da Sul-Americana. O Atlético-PR foi a 13. Na próxima rodada, os rubro-negros visitam o Cruzeiro na quarta-feira. Um dia depois, o Colorado recebe o Atlético-MG.





Mais erros do que acertos

Foi um primeiro tempo feio, truncado, com muito mais erros do que acertos. O Atlético-PR exagerou passes fora do alvo e teve problemas na articulação. Julio dos Santos, discreto, não cumpriu a tarefa de auxiliar o ataque. Ferreira teve que recuar, e aí deixou Joãozinho um tanto isolado - e atrapalhado. Como os dois alas não fizeram nada de muito útil, o Furacão não conseguiu exercer a força ofensiva obrigatória para o time que joga em casa.

A sorte atleticana é que o Inter também foi amistoso. A ausência de Guiñazu no meio deixou o time menos criativo. Maycon auxiliou na marcação, mas a passagem de Magrão para uma função mais avançada foi pouco eficaz. Alex e Taison, bem marcados, tiveram dificuldades. E Nilmar, como já virou costume, ficou isolado no ataque, correndo de um lado para o outro.

A pobreza fez a etapa inicial terminar nivelada. Em 45 minutos tão ruins, as melhores chances foram criadas em lances de bola parada ou em erros defensivos. Com um minuto de jogo, Renan saiu mal do gol (nenhuma novidade) e permitiu que Alan Bahia cabeceasse para fora uma bola saída de escanteio batido por Márcio Azevedo. Aos 11, Julio dos Santos saiu jogando errado. Taison recebeu o presente e mandou o chute, mas Galatto, bem no jogo, defendeu sem grandes problemas. Aos 21, a melhor oportunidade do período. Joãozinho, livre dentro da área colorada, mandou por cima do gol.





Pênalti polêmico de um lado, gol de cabeça do outro

O segundo tempo seguia no mesmo ritmo do primeiro, com a pobre da bola apanhando dentro de campo, quando o árbitro Giuliano Bozzano entrou em cena. Depois de irritar a torcida atleticana no primeiro tempo (por causa de faltas e cartões), ele viu pênalti em um lance discutível. Douglas recebeu lançamento na área e desabou com a chegada de Ramon e Renan. O goleiro não tocou no jogador. O lateral estica o braço, mas não fica claro se chega a encostar em Douglas. O certo é que Alan Bahia, com 13 minutos, cobrou e fez.

O Inter se viu obrigado a atacar. Alex, em quatro chutes de fora da área, fez Galatto trabalhar. Tite mexeu no time, colocou Adriano no lugar de Taison (no intervalo, Ramon entrara no posto de Maycon). Não deu certo. Depois, Andrezinho foi a campo na vaga de Magrão. Aí funcionou. Índio, aos 36 minutos, aproveitou cruzamento de Alex em escanteio e empatou o jogo.


Ficha técnica:
ATLÉTICO-PR 1 x 1 INTERNACIONAL
ATLÉTICO-PR
Galatto, Chico, Rhodolfo e Antônio Carlos; Douglas Maia (William), Alan Bahia, Valencia, Julio dos Santos e Márcio Azevedo; Ferreira e Joãozinho (Renan, depois Pedro Oldoni).
Técnico: Roberto Fernandes.
INTERNACIONAL
Renan, Ricardo Lopes, Índio, Danny Morais e Marcão; Edinho, Maycon (Ramon), Magrão (Andrezinho) e Taison (Adriano); Alex e Nilmar.
Técnico: Tite.
Gols: Alan Bahia, aos 13, e Índio, aos 36 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Chico, Antônio Carlos, Ferreira e Rhodolfo (Atlético-PR); Ricardo Lopes, Nilmar e Adriano (Internacional).
Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Data: 13/07/2008.
Árbitro: Giulliano Bozzano (DF).
Auxiliares: Ednilson Corona (Fifa SP) e Alcides Zawaski Pazetto (SC).


CRUZEIRO 2X1 ATLÉTICO-MG
Cruzeiro vence com gol no fim e aumenta seqüência negativa do Atlético-MG



Cruzeiro e Atlético-MG tinham em comum o objetivo de acabar com uma seqüência negativa no Campeonato Brasileiro. O primeiro levou a melhor. Com um gol de Ramires já nos acréscimos, ganhou por 2 a 1 e impôs ao rival o quinto jogo sem vitória (quatro empates e uma derrota). De quebra, manteve a invencibilidade no clássico neste ano, com três vitórias e um empate, e acabou com um jejum de quatro partidas na competição (após três empates e uma derrota).

O resultado deixou o time celeste com 21 pontos, novamente na vice-liderança. Já os alvinegros ficaram com 12 e continuam perto da zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Cruzeiro recebe o Atlético-PR, na quarta-feira, às 21h45m. No dia seguinte, o Atlético-MG encara o Internacional no Beira-Rio, às 20h30m.



O Cruzeiro teve uma série de escanteios nos primeiros minutos de jogo, fazendo a defesa do Atlético-MG dar alguns sustos em sua torcida, num prenúncio do que viria ainda no primeiro tempo. No entanto, a zaga celeste também não ficou atrás e vacilou em alguns momentos, especialmente Espinoza.





Danilinho aproveita bobeadas da defesa



Graças às falhas dos dois sistemas defensivos, o primeiro tempo teve algumas chances de perigo. Os jogadores tinham espaço de sobra para armar jogadas e receber passes no ataque - menos Danilinho, perseguido de perto por Marquinhos Paraná. Curiosamente, foi justo o atacante que teve as melhores oportunidades.



E nem foi culpa de Marquinhos Paraná, que exerceu bem a função de marcá-lo. Mas ele não podia prever duas falhas gritantes da defesa. Na primeira, Espinoza protegeu mal a bola e permitiu que Danilinho fizesse o desarme e chutasse. Fábio saiu bem e fez boa defesa. Na segunda, não teve jeito. Danilinho aproveitou bobeada de Charles e Espinoza e novamente roubou a bola. Driblou Fábio e fez 1 a 0.



Mas o Cruzeiro também levou perigo a Édson. O goleiro foi bastante exigido, apesar da má atuação da dupla de ataque do adversário, formada por Weldon e Fabinho - que jogou no lugar de Guilherme e só foi notado ao tropeçar sozinho num lance de ataque.



O gol de empate saiu também numa falha de defesa, três minutos depois que o Galo marcou. Jadilson cobrou escanteio, e Thiago Martinelli, livre de marcação, chutou de primeira, colocado. Logo antes, Weldon havia chutado rente a trave. A bola passou raspando a rede, levando muitos torcedores a comemorar.





Equipes diminuem ritmo após intervalo



Na segunda etapa, os times buscaram menos o ataque, exigindo menos das duas defesas e criando menos chances de gol. Logo aos dez minutos, Adilson Batista percebeu que o Cruzeiro ainda dominava com folgas o setor de meio-campo e adiantou Wagner, sacando o inoperante Fabinho e escalando Gerson Magrão em seu lugar.



Do outro lado, Alexandre Gallo resolveu apostar no contra-ataque e pôs Marques e Castillo nos lugares de Petkovic, muito mal, e Mariano. Dentro de campo, o atleticano Édson e o cruzeirense Fábio eram pouco exigidos. Fora das quatro linhas, os treinadores continuaram seus duelos táticos.



Preocupado com os avanços do Galo pelo lado de Jadilson, Adilson Batista sacou seu lateral-esquerdo para a entrada de Jonathan. E foi chamado de burro pela torcida. O Cruzeiro praticamente abdicou de atacar pela esquerda, onde levava mais perigo, e confiou nas jogadas de Weldon, que errou muito, pela direita.



Num dos poucos lances de perigo, Almir entrou pela direita, em contra-ataque, e cruzou rasteiro, mas a defesa levou a melhor. O Cruzeiro foi mais eficiente. Também teve poucas oportunidades no segundo tempo, mas soube aproveitar uma, com Ramires tocando com categoria na saída de Édson, aos 46 minutos.





Ficha técnica:
CRUZEIRO 2 x 1 ATLÉTICO-MG
CRUZEIRO
Fábio, Marquinhos Paraná, Thiago Martinelli, Espinoza e Jadílson (Jonathan); Fabrício, Ramires, Charles e Wagner; Weldon (Rômulo) e Fabinho (Gerson Magrão).
Técnico: Adilson Batista.
ATLÉTICO-MG
Édson, Mariano (Castillo), Marcos, Vinícius e César Prates; Renan, Márcio Araújo, Serginho e Petkovic (Marques); Danilinho e Eduardo (Almir).
Técnico: Alexandre Gallo.
Gols: Danilinho, aos 33, e Thiago Martinelli, aos 36 minutos do primeiro tempo; Ramires, aos 46 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Wagner, Charles, Jonathan (Cruzeiro).
Estádio: Mineirão. Data: 13/07/2008.
Árbitro: Salvio Spinola Fagundes Filho (Fifa SP).
Auxiliares: Helberth Costa Andrade (MG) e Jair Albano Felix (MG).


SANTOS 2X2 BOTAFOGO
Kléber Pereira sai do banco, marca dois e salva Santos da lanterna contra Botafogo


O banco de reservas fez bem a Kléber Pereira. Depois de oito jogos sem marcar, o atacante entrou no segundo tempo, fez dois gols nos minutos finais, o último em posição irregular, e impediu nova derrota do Santos no empate por 2 a 2 com o Botafogo, neste domingo, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.



O resultado, porém, não alivia a pressão sobre o técnico Cuca e nem melhora a situação do Peixe na classificação. O time permanece em penúltimo lugar, com apenas oito pontos, e não vencendo há nove jogos, sete com Cuca no comando. Na quarta-feira, o enfrenta o Figueirense, às 20h30m, em Florianópolis.



O Botafogo também não consegue respirar na estréia do técnico Ney Franco. Agora, a equipe da Estrela Solitária aparece na 13ª colocação, com 12 pontos, e não se afasta muito da luta contra os últimos lugares. Na próxima rodada, enfrenta recebe o lanterna Ipatinga, quarta-feira, às 19h30m, no Engenhão.



Botafogo arrasador no início da partida

O sonho de Cuca em sufocar o Botafogo desde o início do jogo com os três atacantes – Thiago Luís, Lima e Maikon Leite – foi por água abaixo logo aos três minutos. Com pouca proteção no meio-de-campo, o Peixe deu espaço para o Botafogo criar e arrumar uma perigosa falta de frente para Fábio Costa. Zé Carlos bateu, a barreira abriu e a bola entrou no canto direito da meta.

Apesar de não acordar com o golpe, a equipe da Baixada assustou duas vezes em falhas da defesa adversária. Na primeira, aos cinco, Maikon Leite aproveitou bobeira de Renato Silva, mas adiantou a bola e permitiu que Castillo chegasse antes que ele finalizasse. Sete minutos depois, o mesmo Maikon Leite roubou de André Luis e lançou por cima para Lima bater por cobertura para fora, resvalando a trave.

A defesa aberta permitiu que o Botafogo chegasse ao segundo, aos 17. E em um golaço! Após lançamento da direita pelo alto, a bola atravessou toda a área santista e sobrou para Wellington Paulista pegar de primeira, sem chances de defesa para Fábio Costa. Aos 34, quase o terceiro. Jorge Henrique avançou livre, mas chutou fraco nas pernas do goleiro, que saía desesperado.

Percebendo a apatia da equipe, Cuca sacou o volante Roberto Brum para a entrada do meia Róbson. A mudança, porém, não mudou muita coisa. Tanto que, aos 38, o Botafogo por muito pouco não marcou mais um com Fábio Costa fazendo ótima defesa em cabeçada à queima-roupa de Thiaguinho. A grande chance do Santos veio só aos 47. Adriano fez linda jogada pelo meio e tocou para Lima, livre, chutar por cima na saída de Castillo.





Kléber Pereira salva o Santos na Vila Belmiro

No segundo tempo, Cuca tentou dar mais força ofensiva ao Santos com a entrada de Kléber Pereira, que não marcava há oito jogos, no lugar de Thiago Luís. Mas a primeira grande chance foi do Botafogo, aos três. Wellington Paulista passou por Apodi e cruzou. Jorge Henrique fez o corta-luz e Zé Carlos bateu cruzado para fora.



Com dificuldade em criar, o Santos ainda sofreu com a má pontaria quando chegou com perigo. Aos 12, mais uma vez, Lima desperdiçou. Em impedimento, ele aproveitou sobra da zaga na área, girou de frente para Castillo, mas mandou a bola novamente por cima.



Desesperado e dando muito espaço para o Botafogo jogar nos contra-ataques, o Peixe só conseguiu descontar, aos 34. Molina levantou a bola para a área, Kléber Pereira dominou no peito e tocou, de primeira, com estilo na saída de Castillo.



O lance acordou o time a torcida. Empurrado, o Santos foi para cima e quase empatou, aos 40, com Maikon Leite recebendo lançamento pelo lado direito da área e acertando a trave. No minuto seguinte, a igualdade. Kléber Pereira recebeu lançamento, driblou o goleiro e deixou tudo igual. Michael ainda teve a chance de virar no último lance, mas não conseguiu.



Ficha técnica:
SANTOS 2 x 2 BOTAFOGO
SANTOS
Fábio Costa; Apodi, Fabão, Domingos e Michael; Roberto Brum (Róbson), Adriano e Kléber; Thiago Luís (Kléber Pereira), Lima (Molina) e Maikon Leite.
Técnico: Cuca.
BOTAFOGO
Castillo, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho; Thiaguinho (Túlio Souza), Túlio, Diguinho, Lucio Flavio e Zé Carlos (Vanderlei); Jorge Henrique e Wellington Paulista (Alexsandro).
Técnico: Ney Franco.
Gols: Zé Carlos, aos três, e Wellington Paulista, aos 17 minutos do primeiro tempo; Kléber Pereira, aos 34, e aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Roberto Brum, Michael, Maikon Leite (Santos); Andre Luis, Túlio Souza, Lucio Flavio, Castillo, Vanderlei (Botafogo).
Público: 10.080 pagantes. Renda: R$ 104.790,00.
Estádio: Vila Belmiro. Data: 13/07/2008.
Árbitro: Alicio Pena Júnior (Fifa/MG).
Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa/RS) e Márcio Eustáquio S. Santiago (MG).




SÃO PAULO 2X1 PALMEIRAS
Tricolor dribla a crise, derrota o Verdão, e agora deixa o rival de pernas para o ar


Depois de três jogos sem vencer, o São Paulo driblou a crise em grande estilo. Melhor em campo, do início ao fim do clássico, o Tricolor derrotou o Palmeiras por 2 a 1, neste domingo, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, e agora sonha com a aproximação do G-4. Já o Verdão ficou de pernas para o ar ao acumular a terceira partida sem ganhar e passou mais uma rodada sem alcançar o grupo dos quatro primeiros colocados.



O São Paulo, que chegou aos 17 pontos e ocupa a sétima colocação, abriu o placar no primeiro tempo com o zagueiro André Dias.Na etapa final, Eder Luís ampliou. Já o Palmeiras, com 18 pontos e no quinto lugar, decepcionou pela falta de criatividade no meio-campo e poder de finalização no ataque. E os zagueiro ainda bateram cabeça. Jeci, aos 48 da etapa final, descontou.



Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, a 12ª, o São Paulo enfrenta o Vitória, no Barradão, em Salvador, quarta-feira, às 21h45m. Já o Palmeiras terá pela frente o Fluminense, no mesmo dia e horário, no Palestra Itália.



Muricy mexe no time



O São Paulo foi a campo com Dagoberto na vaga de Aloísio. Muricy mexeu no time para dar mais velocidade no ataque e tentar tirar proveito da falta de entrosamento da defensa do Palmeiras. E o Tricolor partiu com tudo para cima do Verdão. Logo no primeiro minuto, após tabelar com Richarlyson, Borges chutou forte e levou perigo ao gol de Marcos. Em seguida, Borges novamente levou a melhor em cima da zaga e exigiu boa defesa do goleiro alviverde.



O Tricolor pressionou e acuou o Verdão na defesa. Aos seis minutos, após cruzamento de Zé Luís, Gladstone quase marca gol contra e manda a bola para escanteio. Após a cobrança de Jorge Wagner, Martinez tirou a bola da área, Richarlyson tocou para Hernanes, que fez lançamento preciso para Jorge Wagner. Ele levantou a cabeça e cruzou para André Dias fazer 1 a 0.



Após o gol, o clássico ficou aberto. O Palmeiras adiantou a marcação e passou a tocar mais a bola. O São Paulo, com toques rápidos e envolventes, aposto na velocidade. Foi assim que aos 13 minutos, Hugo, de fora da área, exigiu boa defesa de Marcos.. Aos 21, Joilson roubou a bola de Gladstone e rolou para Hugo, livre de marcação, perder um gol incrível.



Melhor em campo, o São Paulo continuar pressionando. Aos 29, Dagoberto meteu a bola entra as pernas de Jeci e cruzou para Borges. Gladstone tirou a bola e Dagoberto, de primeira, quase faz um belo gol. Apático, o Palmeiras não conseguiu criar. Valdivia, Diego Souza, Alex Mineiro e Kléber pararam na firme marcação são-paulina. A melhor chance do Verdão aconteceu somente aos 37, em chute da entrada da área de Alex Mineiro, que Rogério Ceni espalmou.



Segundo tempo

O clássico ganhou em movimentação no início do segundo tempo. Kléber, em chute cruzado logo aos três minutos, levou perigo ao gol de Rogério Ceni. Dagoberto, também em chute forte, mandou a bola por cima do travessão de marcos, aos oito.



Mas quem perdeu outro gol feito foi Hugo, que já havia falhado na finalização no primeiro tempo. Aos 11, ele recebeu um passe preciso de Jorge Wagner, invadiu a área, e, ao invés de chutar na saída de Marcos, tentou driblar o goleiro e perdeu o gol. No cruzamento, Hernanes ainda chutou forte e mandou a bola por cima do travessão.



Em busca de mais movimentação e criatividade no meio-campo, Luxemburgo sacou o lateral-direito Fabinho Capixaba e mandou a campo o meia Evandro. Depois, o comandante alviverde trocou Diego Souza por Denílson. E a equipe passou a trocar mais passes e valorizar a posse de bola. Muricy respondeu trocando Borges, machucado, por Aloísio.



Em uma última cartada, Luxemburgo abriu o time ao trocar o volante Leo Lima pelo atacante Leo Lima. E o Verdão ficou com quatro homens totalmente ofensivos em campo. Já Muricy tirou Dagoberto e colocou Eder Luís, que logo na primeira jogada, recebeu ium passe de Jorge Wagner, chutou forte, a bola desviou na zaga e enganou Marcos: 2 a 0.



Depois, o São Paulo passou a tocar a bola, enquanto a torcida gritava olé. Já o Palmeiras, totalmente perdido em campo, aceitou a derrota passivamente. Mesmo assim, em uma cobrança de escanteio aos 47 minutos, Jeci aproveitou a falha dupla de Alex Silva e Rogério Ceni e, de cabeça, descontou.



Ficha técnica:
SÃO PAULO 2 x 1 PALMEIRAS
SÃO PAULO
Rogério Ceni; Alex Silva, Zé Luís e André Dias; Joilson (Eder), Hernanes, Richarlyson, Hugo e Jorge Wagner; Dagoberto (Eder Luís) e Borges.
Técnico: M. Ramalho.
PALMEIRAS
Marcos; Fabinho Capixaba (Evandro), Jeci, Gladstone e Leandro; Martinez, Leo Lima (Lenny); Diego Souza (Denílson) e Valdivia e Kléber e Alex Mineiro.
Técnico: V. Luxemburgo.
Gols: André Dias, aos sete minutos do primeiro tempo. Eder Luís, aos 38, e Jeci, aos 47 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Aloísio (3º), André Dias e Dagoberto (São Paulo); Alex Mineiro (3º), Gladstone e Kléber (Palmeiras).
Renda: R$ 404.749,42 e Público: 22. 235 pagantes.
Estádio: Morumbi. Data: 13/07/2008.
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa/RS).
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP) e Emerson Augusto de Carvalho (SP).

FLAMENGO 3X1 VASCO
Flamengo atropela o Vasco e amplia folga na liderança

Nem mesmo a confusão na qual jogadores do Flamengo se envolveram na última quarta-feira foi capaz de abalar a boa campanha no Campeonato Brasileiro. Com uma atuação superior durante os 90 minutos, o time rubro-negro venceu o Vasco por 3 a 1, no Maracanã.



Com o resultado, o Flamengo termina a 11ª rodada na liderança isolada da competição, com 26 pontos, cinco à frente de Cruzeiro e Grêmio. Antes de a rodada começar, o Fla tinha três pontos de vantagem sobre o Vitória (23 a 20), então vice-líder). O Vasco se mantém com 14 pontos, ainda no 10º lugar.



Na Tribuna de Honra do Maracanã, os presidentes Márcio Braga e Roberto Dinamite assistiam à partida lado a lado. O exemplo de união e civilidade também esteve em campo, com as duas equipes entrando juntas. Na arquibancada, não era visível qualquer problema mais sério entre os torcedores antes do apito inicial.

Desde o começo da partida, ficou clara a superioridade do Flamengo. Enquanto o Vasco corria sem rumo e apostava na disposição de seus jogadores, o Rubro-Negro se distribuía bem em campo e saía de forma organizada para os contra-ataques.



Assim, o primeiro gol do Flamengo não demorou a sair. Ibson lançou Juan no lado esquerdo. O lateral dominou, entrou na área e foi derrubado por Wagner Diniz. Ibson converteu o pênalti e abriu o placar aos nove minutos.

Ao Vasco, restava apostar nas jogadas de bola parada e nos chutes de fora da área. Sem um organizador de jogadas - Morais, suspenso, não jogou - os setores do time não se comunicavam, e a defesa rubro-negra não era incomodada. À beira do campo, o técnico Antônio Lopes pedia que a equipe apostasse em seu lado esquerdo, jogando nas costas do volante Airton. Mas a falta de objetividade nos passes impedia que o time cruzmaltino chegasse com perigo ao ataque.

O Flamengo dominava, mas arriscava poucos chutes. O segundo gol nasceu de um erro da defesa do Vasco, aos 37 minutos. Cristian cobrou falta na área, Eduardo Luiz se antecipou para cortar, mas a bola encobriu o goleiro Tiago e sobrou para Fábio Luciano, que completou para fazer 2 a 0.



O Rubro-Negro, no entanto, sofreu uma baixa aos 40 minutos, quando Leonardo Moura deixou o campo com dores na coxa direita, após o choque com um adversário. Ele foi substituído por Luizinho.



No intervalo, foi a vez de o Vasco mudar. Antônio Lopes tirou Beto e pôs o jovem Vinícius, buscando dar mais vitalidade e organização à equipe. O time cruzmaltino parecia mais empenhado, mas faltava agilidade na criação das jogadas.



O Vasco quase diminuiu num lance de bola parada, aos 12 minutos. Depois de muitas cobranças de falta equivocadas, Edmundo finalmente deixou Leandro Amaral bater. E o atacante colocou a bola muito perto do ângulo esquerdo de Bruno, que sequer pulou para tentar a defesa.





Mas qualquer indício de reação do Vasco foi por água abaixo aos 18 minutos. Depois de uma troca de passes do Flamengo, Cristian recebeu a bola pelo lado esquerdo e mandou uma bomba de fora da área. A bola foi no canto onde estava Tiago, mas o goleiro não conseguiu chegar.



Imediatamente, o clima de paz acabou na torcida do Vasco. Começou uma confusão na arquibancada, ainda com a explosão de uma bomba caseira. Insatisfeitos com o resultado e com a briga, muitos torcedores começaram a deixar o Maracanã.



Com o jogo resolvido, o Flamengo passou a dar mais espaços ao Vasco, que mesmo assim tinha dificuldades para organizar suas jogadas de ataque. Leandro Amaral chegou a assustar Bruno aos 35 minutos, acertando uma bola na trave, e Alex Teixeira fez o gol cruzmaltino aos 39 minutos, depois de passe de Edmundo.



Mas a torcida rubro-negra estava mais preocupada em provocar a rival, gritando "créu" e "Roberto, estou com pena de você", em referência ao presidente vascaíno. Os torcedores cruzmaltinos recolheram suas faixas antes do apito final.





Ficha técnica:
FLAMENGO 3 x 1 VASCO
FLAMENGO
Bruno, Leonardo Moura (Luizinho), Fabio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Airton, Cristian, Jônatas (Diego Tardelli) e Ibson; Marcinho (Obina) e Souza.
Técnico: Caio Junior.
VASCO
Tiago, Luizão, Eduardo Luiz e Rodrigo Antônio; Wagner Diniz (Marquinho), Jonílson, Beto (Vinícius), Jean (Alex Teixeira) e Pablo; Edmundo e Leandro Amaral.
Técnico: Antônio Lopes.
Gols: Ibson, aos 9, Fabio Luciano, aos 37 minutos do primeiro tempo; Cristian, aos 18, Alex Teixeira, aos 39 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Cristian, Fábio Luciano (Flamengo); Wagner Diniz, Beto (Vasco). Público: 63.611 pagantes. Renda: R$ 1.153.029,00.
Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 13/07/2008.
Árbitro: Djalma Beltrami (Fifa/RJ).
Auxiliares: Hilton Moutinho (Fifa/RJ) e Dibert Pedrosa Moisés (Fifa/RJ).



GRÊMIO 2X1 PORTUGUESA
Marcel balança a rede duas vezes na virada do Grêmio em cima da Lusa



Após tomar um susto no primeiro tempo, em falha do xodó Léo, o Grêmio virou o jogo e derrotou a Portuguesa por 2 a 1, na noite deste domingo, no Olimpico, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Foi a reestréia do meia Tcheco no Tricolor gaúcho. O resultado mantém o time gaúcho no G-4, em terceiro lugar, com 21 pontos, mesmo saldo que o vice-colocado Cruzeiro (oito), mas perdendo no número de gols marcados (19 contra 16). A Lusa segue com 12 pontos, e se aproxima perigosamente da zona de rebaixamento, em 15º lugar.



As duas equipes voltam a campo nesta quarta-feira contra equipes pernambucanas. O Grêmio viaja para Recife, onde enfrenta o Sport, na Ilha do Retiro. A Portuguesa volta para casa e recebe o Náutico, no Canindé.





Léo falha, é vaiado e depois perdoado

Na primeiro minuto, em cobrança de falta pelo Grêmio, Paulo Sérgio obrigou o goleiro André Luís a fazer uma ótima defesa. Logo depois, o meia Preto assustou a grande torcida presente no Olímpico, invadindo a área, mas sendo desarmado por Rafael Carioca. Os jogadores da Lusa reclamaram pênalti.



O Tricolor chegou com perigo aos sete, com Rodrigo Mendes chutando forte em cima da zaga. Dez minutos depois, Preto respondeu se recuperando de uma furada e chitando de novo, por cima do travessão. A Lusa quase abriu em outras duas oportunidades. Aos 20, Rogério arrancou tinta da trave, e em seguida, o goleiro Victor fez mais um milagre após cabeçada do ex-gremista Patrício.



Até que aos 30, o zagueiro tricolor Léo falhou feio ao tentar passar uma bola e a entregou de graça para Rogério. O atacante da Lusa deu um lençol em Pereira, matou no peito, passou por Victor e abriu o placar com um golaço. A torcida no Olímpico passou a vaiar o jogador toda vez que ele tocava na bola. Mas a alegria da Portuguesa só durou sete minutos. Em cobrança de escanteio, Tcheco bateu para Marcel se aproveitar de falha de defesa paulista e empatar de cabeça. Passado o susto, na ida para o intervalo, o zagueiro Léo foi aplaudido pela torcida, como se aceitasse o perdão pelo erro.





Marcel de novo

A Lusa trocou o único atacante em campo e voltou com Washington na vaga de Rogério. E, como no primeiro tempo, o Tricolor chegou bem perto de marcar no primeiro minuto. André Luís ficou livre na cara do xará, goleiro da Portuguesa, que saiu bonito nos pés do atacante. Em seguida, Pereira cabeceou firme, mas para fora, após cobrança de escanteio.



Após os minutos iniciais, o Tricolor passou a ter mais dificuldades de chutar a gol. O time paulista se fechou e pareceu ficar bastante satisfeito com o ponto fora de casa. Só aos 21, Tcheco cosenguiu deixar Réver livre na área, mas o zagueiro despediçou boa chance.



Mas aos 30 minutos, a defesa da Lusa falhou na marcação, e o Grêmio virou o jogo. Paulo Sérgio fez chuveirinho na área, e Bruno Recife cabeceiu para trás. Na sobra, estava Marcel, que matou no peito e mandou uma bomba. É o quarto gol dele na competição, igualando a marca de Roger. Depois, foi só segurar o resultado e comemorar a sexta vitória no Brasileirão. No fim, Halisson foi expulso por ato de indisciplina.




Ficha técnica:
GRÊMIO 2 x 1 PORTUGUESA
GRÊMIO
Victor, Léo (Makelele), Pereira e Réver; Paulo Sérgio, Rafael Carioca, Tcheco, Rodrigo Mendes (Soares) e Hélder; André Luís (Anderson Pico) e Marcel.
Técnico: Celso Roth.
PORTUGUESA
André Luis, Patrício, Bruno Rodrigo, Halisson e Bruno Recife; Eric, Carlos Alberto, Gavilán (Claudecir), Preto (Vaguinho) e Edno; Rogério (Washington).
Técnico: Vagner Benazzi.
Gols: Rogério, aos 30, e Marcel, aos 36 minutos do primeiro tempo e aos 30 do segundo.
Cartões amarelos: Pereira (Grêmio); Gavilán e Carlos Alberto (Portuguesa).
Cartão vermelho: Halisson (Portuguesa)
Estádio: Olímpico, em Porto Alegre (RS). Data: 13/07/2008.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa RJ).
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (Fifa RN) e Carlos Berkenbrock (SC).



NÁUTICO 0X2 SPORT
Sport vence o clássico contra o Náutico e se afasta da zona do rebaixamento

O Sport se recuperou da goleada sofrida na última rodada para o Vasco por 4 a 0, e venceu o clássico diante do Náutico, na noite deste domingo, em Recife. Carlinhos Bala e Durval fizeram os dois gols do jogo. Com o resultado do Leão chegou aos 14 pontos e se afastou da zona do rebaixamento. O Timbu ficou com 17. O próximo jogo do Sport é contra o Grêmio, quarta-feira, na Ilha do Retiro. Já o Náutico vai até São Paulo jogar diante da Portuguesa, no Canindé, no mesmo dia



O jogo



O Sport começou a partida querendo apagar a má atuação da última rodada quando perdeu para o Vasco por 4 a 0, em São Januário e foi para cima do rival. De tanto pressionar, chegou ao gol aos 11 minutos. João Paulo errou na saída de bola, Leandro Machado conseguiu recuperar, e mesmo deitado, fez o passe para Carlinhos Bala abrir o placar.



O Leão continuava melhor e reclamou de um pênalti aos 21. Fumagalli lançou para Leandro Machado que dividiu com o zagueiro e caiu dentro da área pedindo falta, mas o juiz Wilson Souza de Mendonça ignorou o lance e mandou o jogo seguir. O Timbu teve sua melhor oportunidade aos 37. Wellington lançou Paulo Santos, que avançou pela esquerda e bateu forte no canto esquerdo do gol de Magrão. A bola passou raspando e foi para a linha de fundo. Quatro minutos depois, João Paulo teve outra chance para o Náutico. Mas, depois do chute forte, Magrão salvou o Sport espalmando a bola para escanteio.



Aos 45, o zagueiro Vágner Silva deu uma entrada forte em Carlinhos Bala que caiu reclamando de dores. Os jogadores do Sport foram tirar satisfação e começou um empurra-empurra. O juiz acalmou os ânimos e deu cartão amarelo ao defensor do Timbu.



Leão aumenta no início do 2° tempo



O Sport voltou para a etapa final como começou o jogo: com muita vontade. Tanto que aos três minutos fez o segundo gol. Fumagalli cobrou falta na área, Gabriel Santos desviou e Durval chegou para cabecear e estufar as redes. Aos 13, Felipe penetra pelo meio da defesa rubro-negra e chuta forte. Magrão salva mais uma vez o Sport.



Carlinhos Bala se destacava na partida. O atacante ganhou na corrida do zagueiro e chutou rasteiro. Eduardo defendeu com o pé e a bola sobrou para Leandro Machado. Mas o jogador perdeu na pequena área. O Sport continuou melhor no jogo. Dois minutos depois, Enílton, que havia entrado no segundo tempo, aproveitou cruzamento da esquerda e cabeceou na trave.



A torcida do Náutico, revoltada com a má atuação do time, começou a pedir a saída do treinador Leandro Machado. O jogo diminuiu o ritmo. O Náutico tentava chegar ao ataque, mas não tinha sucesso.



Ficha técnica:
NAÚTICO 0 x 2 SPORT
NAÚTICO
Eduardo, Ruy, Negretti, Vágner e Everaldo, Ticão(Gilmar), Radamés, Geraldo(Helton) e Paulo Santos, Wellington e Felipe(Tiago).
Técnico: Leandro Machado.
SPORT
Magrão, Luisinho Netto, Igor, Durval e Dutra, Sandro Goiano, Daniel Paulista, Gabriel Santos(César) e Fumagalli(Luciano Henrique), Carlinhos Bala e Leandro Machado(Enílton).
Técnico: Nelsinho Baptista.
Gols: Carlinhos Bala, aos 11 minutos do primeiro e Durval, aos três do segundo.
Cartões amarelos: Leandro Machado(S), Vágner Silva(N), Everaldo(N) e Wellington(N).
Estádio: Aflitos. Data: 13/07/2008.
Árbitro: Wilson Souza de Mendonça (PE).
Auxiliares: Jossemar José Diniz Moutinho (PE) e José Pedro Wanderlei da Silva (PE)

NEW PARADA ROCK

Hj é Dia Mundial do Rock 13/07 e vamos ver os 10 melhores clipes da semana.

10-Bang Camaro-Pleasure (Pleasure)




9-Ultraje a Rigor-Nós Vamos Invadir Sua Praia




8-Audioslave-I Am The Highway




7-Pearl Jam-Black



6-Ramones-Rock N' Roll High School




5-Iron Maiden-The Reincarnation of Benjamin Breeg



4-Nirvana-Lithium




3-Metallica-The Unforgiven




2-AC/DC-Let There Be Rock





1-Guns N' Roses-Civil War

SPORTS HISTORY BRASIL:Goiás

O Goiás Esporte Clube é um clube brasileiro de futebol do estado de Goiás, com sede na cidade de Goiânia. Considerado o principal clube do Centro-Oeste e uma das maiores forças do futebol nacional, é o único representante da região na elite do futebol brasileiro e em competições internacionais.

Tem como principais rivais o Vila Nova. O clube alviverde tem ampla vantagem nos clássicos entre as duas equipes.

Possui a maior torcida do estado de Goiás e da região Centro-Oeste brasileira, conforme pesquisa realizada em 2004 pela revista Placar/IBOPE.


História

Em 6 de abril de 1943 os irmãos Lino e Carlos Barsi, juntamente com João Padatella, Ozório de Oliveira, Luiz Rocha, Pedro Pio Nogueira, Sebastião Ludovico Coelho, Feliz Sadde, Arthur Oscar de Macedo, Sebastião Oscar de Castro, Antônio Camargo e Esmeraldo dos Santos fundaram o Goiás Esporte Clube.

O clube sobreviveu por mais de 20 anos com poucas conquistas. Este cenário mudaria radicalmente a partir de 1966, quando o Alviverde conquistou o primeiro título estadual.

Goiás pelo tempo

* 1943 – É fundado em 6 de abril.

* 1944 – Primeira participação no Campeonato Goiano, ainda na fase do amadorismo.

* 1951 – Decide o estadual pela primeira vez. Empata um jogo e ganha outro do Goiânia, que recorre à Justiça. Seis anos depois, decide-se o título. O Goiânia vence por 3 a 2.

* 1960 – Adquire o terreno da Serrinha numa área conhecido como Fazenda Macambira.

* 1965 – Período de dificuldades da equipe no Campeonato Goiano, quando chega a ser ameaçada de rebaixamento e só escapa graças à vitória numa partida de desempate diante da extinta Sociedade Esportiva Riachuelo.

* 1966 – Com apenas uma derrota para o Anápolis (campeão do ano anterior) na estréia, a equipe alviverde conquista o Campeonato Goiano, o primeiro título da história do clube.

* 1967 – Primeira participação num torneio nacional, a Taça Brasil. Vence o Rabelo-DF por 1 a 0 na estréia, mas não se classifica num grupo que ainda tinha Goytacaz-RJ e Rio Branco-ES.

* 1971/72 – Período de muitos títulos. O clube conquista seu primeiro bicampeonato goiano e leva também os troféus da Taça Governador e do Torneio Goiás-Pará.

* 1973 – O Goiás é o primeiro clube goiano a disputar o Campeonato Brasileiro. Na estréia, empata em 0 a 0 com o Olária no estádio Olímpico, em 26 de agosto. A primeira vitória também é no Olímpico, 1 a 0 diante do Flamengo. O time termina em 13º entre 40 clubes.

* 1975/76 – O segundo bicampeonato estadual do clube coincide com a inauguração do estádio Serra Dourada. Em 25 de agosto de 1975, o Alviverde empata em 0 a 0 com o Santos na primeira vez em que o Serra Dourada é usado no Brasileirão.

* 1981 – Quebra a seqüência de quatro títulos do Vila Nova e volta a ser campeão. A conquista, no entanto, foi no tapetão. Numa das partidas da final, contra a Anapolina, o Goiás ganhou os pontos alegando irregularidade na escalação de um jogador adversário.

* 1983 – Outro título do Campeonato Goiano em cima da Anapolina, dessa vez dentro de campo. Mas o ano é marcado pela excelente participação da equipe no Campeonato Brasileiro, quando chega às quartas-de-final. Negocia o craque Luvanor com o Catania e aproveita para fazer a primeira excursão internacional da história do clube, na Itália. A diretoria negocia a aquisição da área do CT do Parque Anhangüera.

* 1987 – Convidado para participar da Copa União, o Campeonato Brasileiro organizado pelo recém fundado Clube dos 13.

* 1988 – Aplica a maior goleada de um clube goiano em jogos oficiais. No Serra Dourada, em 11 de maio, venceu a Jataiense por 12 a 0.

* 1989 – Início de uma grande fase. É campeão estadual, 10º colocado do nacional e chega às semifinais da Copa do Brasil. Para completar, faz seu primeiro artilheiro do Campeonato Brasileiro, Túlio Maravilha, com 11 gols.

* 1990 – Conquista novamente o Campeonato Goiano, fica em 9º no Brasileirão e disputa a final da Copa do Brasil diante do Flamengo, mas perde o título ao empatar em 0 a 0 no Serra Dourada.

* 1991 – Primeiro tricampeonato estadual.

* 1992 – Não alcança o tetra goiano, faz péssima campanha no Brasileiro e só não é rebaixado porque os "grandes" Grêmio e Bahia promovem virada de mesa. De memorável, apenas uma excursão ao Oriente Médio, onde o time empata duas partidas contra a Seleção do Catar.

* 1993 – Primeiro rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

* 1994 – Retorna à elite do futebol nacional em grande estilo, como vice-campeão do Campeonato Brasileiro Série B. Conquista também o Campeonato Goiano.

* 1995 – Fica entre os oito melhores do Campeonato Brasileiro e inaugura o Estádio da Serrinha num amistoso diante do Kashima Antlers, do Japão.

* 1996 – Uma de suas melhores campanhas no Brasileirão, do qual só é eliminado nas semifinais pelo Grêmio, futuro campeão. O time abre a série de títulos estaduais que vão culminar com o pentacampeonato em 2000.

* 1997 – Chega ao bi estadual e traz os pernambucanos Araújo, Josué e Marquinhos, mas faz campanha ruim no Campeonato Brasileiro. É incluso no seleto grupo do Clube dos 13.

* 1998 – O tricampeonato goiano é a salvação do clube no ano, pois é rebaixado pela segunda vez no Brasileiro.

* 1999 – Ano da redenção. Tetracampeão goiano, o Goiás chega às quartas-de-final da Copa do Brasil e ganha seu único título nacional, o Campeonato Brasileiro Série B.

* 2000 – Com sobras, o pentacampeonato é do Goiás. O time conquista a Copa Centro-Oeste e o torneio seletivo à Copa dos Campeões, ambos de forma invicta. No Campeonato Brasileiro, faz de Dill o artilheiro, com 20 gols, e termina a fase de classificação em 4º, mas cai nas oitavas-de-final.

* 2001 – O clube é bicampeão da Copa Centro-Oeste e faz campanha regular no Brasileirão.

* 2002 – Dois títulos: o tricampeonato da Copa Centro-Oeste e a reconquista do Campeonato Goiano.

* 2003 – O Alviverde é bi estadual, semifinalista da Copa do Brasil e notabiliza-se com uma impressionante campanha de recuperação no Campeonato Brasileiro, quebrando vários recordes e partindo da lanterna para o 9º lugar. Ao lado de Araújo e Grafite, Dimba forma uma temida linha de frente e alcança a artilharia do Brasileirão, com 31 gols.

* 2004 – Participa de seu primeiro torneio internacional, a Copa Sul Americana. Elimina o Atlético Mineiro na primeira fase, mas pára no Cruzeiro. No Campeonato Brasileiro, faz bonito mais uma vez e termina na 6ª posição.

* 2005 – Melhor campanha do Goiás em Campeonatos Brasileiros. A equipe disputa o título simbólico do Turno, se mantém nas primeiras posições durante todo o Returno e fecha o torneio com uma vitória por 3 a 2 sobre o campeão Corinthians. É 3º lugar no geral e se classifica pela primeira vez à Copa Libertadores da América.

* 2006 – O Alviverde tem pela frente sua primeira disputa de Copa Libertadores da América e não decepciona, é líder do seu grupo e um dos melhores classificados no geral do Torneio, é eliminado nas oitavas de finais pelo Estudiantes da Argentina pelo critério do gol marcado fora de casa terminando a competição em 9º lugar.

* 2007 – Umas das piores campanhas do Goiás em Campeonatos Brasileiros. A equipe realizou uma "final" com o Corinthians no Estádio Serra Dourada, que acabou empatado o jogo em 1x1, com o Goiás perdendo um pênalti. Porém, decidindo na última rodada do campeonato com o rebaixamento inédito do Corinthians e a permanência do Goiás na Elite do Futebol Brasileiro.


Títulos
Campeonato Brasileiro Série B: 1999.
Copa Centro-Oeste: 3 vezes (2000, 2001 e 2002).
Campeonato Goiano: 21 vezes (1966, 1971, 1972, 1975, 1976, 1981, 1983, 1986, 1987, 1989, 1990, 1991, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2002, 2003 e 2006).


Elenco atual
Goleiros
Harlei
Rodrigo Calaça
Leonan
Defensores
Vítor
Alex
Júlio Cesar
Paulo Henrique
Rafael Marques
Ernando
Henrique Santos
Rafael
Fabinho
Thiago Feltri
Meio-campistas
Alexandre
Fábio Bahia
Felipe
Paulo Baier
Romerito
Amaral
Fernando
Adriano Gabiru
Atacantes
Anderson Aquino
Alex Terra
Iarley
Schwenck
Fabrício Carvalho
Frontini
Wendell
Treinador
Hélio dos Anjos



Curiosidades
* O Goiás disputou o primeiro jogo de sua história contra o Atlético Goianiense. Nesta partida, o Goiás utilizou seu primeiro uniforme, camisa verde atravessada por faixas horizontais brancas, doado pelo América Mineiro. A doação porém, foi de apenas nove camisas, sendo necessário completar o uniforme com duas camisas brancas. O terceiro uniforme, que hoje o Goiás usa em competições internacionais, é uma homenagem a esse primeiro uniforme.

* Nas décadas de 1950 e 1960, o Goiás Esporte Clube era chamado ironicamente de “Clube dos 33”, em referência a uma torcida ainda pequena. Contam os torcedores daquela época que, quando chegava um torcedor de camisa verda no Estádio Olímpico, a torcida adversária gritava: “Trinta e dois, trinta e dois...” como forma de dizer que só faltava um torcedor do Goiás para chegar ao estádio. Hoje, esta torcida cresceu e conduziu seu time a uma realidade muito diferente dos primeiros anos. Hoje, o maior time do Estado é também a paixão da maior torcida goiana que, nos estádios por onde passa, colore as arquibancadas de verde e branco.

* Desde a sua fundação, em 6 de abril de 1943, o Goiás Esporte Clube vem surpreendendo com seu crescimento. Em 1973, quando passou a disputar o Campeonato Brasileiro, o Goiás começou a se despontar no cenário do futebol nacional. A partir daquele início de década, o clube conquistou mais torcedores ainda, ganhou também o respeito em todo o País, especialmente com a sua entrada para a seleta Associação Brasileira dos Grandes Clubes de Futebol, o Clube dos Treze. Em 1990 participou da final da Copa do Brasil e, em 1996, tornou-se a primeira equipe goiana a participar de uma semifinal do Campeonato Brasileiro. Em 1999, classificou-se para a Série A do Campeonato Brasileiro, sagrando-se campeão nacional da Série B.

* A primeira reunião para a fundação do Goiás Esporte Clube se deu sob um poste de luz em frente a casa do fundador Lino Barsi na rua 27, no centro da Cidade. Sendo fundado sob uma luz, por isso é que tem tido um caminho tão iluminado.

* Esse campeonato ficou marcado para os esmeraldinos goianos com um jogo memorável contra o Santos no Pacaembu. O Peixe, com Pelé e Cia em campo, ganhava do Goiás por 4x1, quando nos últimos 15 minutos o Goiás, comandado por Paghetti, em uma partida inspiradíssima em que marcou 3 (três) gols, arrancou um glorioso empate, ficando a partida em 4x4. Quando o Santos vencia por larga vantagem, o seu técnico, numa clara demonstração de menosprezo ao Verdão Goiano, subsituiu Pelé. O Rei conta que estava saindo do chuveiro quando o jogo acabou e seus companheiros entraram cabisbaixos no vestiário dando a notícia do empate. Pelé diz que na hora não acreditou e pensou que fosse uma gozação de seus companheiros. Outra curiosidade é que essa partida, válida pelo campeonato de 1973, foi disputada em 6 de fevereiro de 1974.

* A conquista do Campeonato Goiano de 1981 pelo Goiás Esporte Clube é, até hoje, questionada pelos adversários. Isso porque a Anapolina fez melhor campanha dentro de campo (76 pontos) do que o Goiás (65 pontos). Goiás e Anapolina fizeram a final em três partidas, nos dias 29/11, 02/12 e 06/12, tendo as três terminadas empatadas por 2x2, 1x1 e 1x1, respectivamente, o que dava o título ao time da cidade de Anápolis. Porém, na segunda partida, a Anapolina escalou um jogador em situação irregular. Assim, o Goiás reclamou e ganhou os pontos daquela partida na justiça desportiva e, dessa forma, ficou com o título.

* Por mais torcedores que conquistasse, o Goiás, por algumas décadas, teve que conviver com o insulto dos rivais que diziam que o clube tinha apenas 33 torcedores. O lendário Tão Segurado, que jogou de 1954 a 1961, aproveitou a gozação para transformá-la numa homenagem. Ele falava que havia feito 33 gols, um para cada torcedor, num de seus campeonatos goianos, apesar de oficialmente ser reconhecido como artilheiro do Estadual em 1956 com 22 gols. A marca seria recorde até hoje, já que o maior goleador de todos os tempos no Estado foi Baltazar, o "Artilheiro de Deus", com 31 gols, em 1978.


Semana q vem teremos o Coritiba.

Moto GP:GP da Alemanha


Pedrosa cai, Stoner vence, e Rossi pula para a liderança da MotoGP


Debaixo de muita chuva, o australiano Casey Stoner venceu neste domingo a 10ª etapa da MotoGP, no circuito alemão de Sachsenring. Segundo colocado, o italiano Valentino Rossi assumiu a liderança do campeonato, com 187 pontos. O ex-líder Daniel Pedrosa caiu na quinta volta quando liderava a corrida e agora é está em segundo na classificação, com 167 pontos. Com a vitória Stoner está a quatro pontos do espanhol. No próximo domingo, 20, as motos voltam a roncar em Laguna Seca, nos Estados Unidos.

A corrida



O pole Stoner caiu para quarto lugar na largada, mas ainda na primeira volta recuperou duas posições, atrás de Dani Pedrosa. Em quatro voltas, o líder do campeonato já tinha mais de sete segundos de vantagem sobre Stoner. Porém, faltando 25 voltas, Pedrosa caiu feio da moto e deslizou até a caixa de brita. Melhor para o australiano, que ganhou de bandeja a liderança da prova. O vice-líder Valentino Rossi, que largara em sétimo, ganhava posições e na oitava volta alcançou o segundo lugar. Quando o italiano começou a encostar, Stoner tratou de acelerar para manter a ponta e na 23ª volta, a diferença para Rossi era de mais de cinco segundos. Nas voltas finais, Chris Vermeulen conseguiu defender a terceira posição e Alex de Angelis acabou em quarto. Stoner guiou com cautela para vencer pela terceira vez seguida, quarta vitória na temporada. E Rossi preferiu garantir a posição que lhe deu a liderança do campeonato.