quarta-feira, 23 de julho de 2008

Começo da 14 Rodada:Série A

CORITIBA 1X0 IPATINGA
Coritiba vence e afunda o Ipatinga

O triunfo foi suado, mas o Coritiba conseguiu se recuperar da derrota de virada para o Atlético-MG ao vencer o Ipatinga por 1 a 0, nesta quarta-feira, no Couto Pereira. Com o resultado, o Coxa chegou a 20 pontos, e o Tigre segue com dez, na lanterna do Brasileirão. O gol foi de Carlinhos Paraíba, o melhor em campo.



Primeiro tempo


O Coxa entrou em campo num ritmo acelerado e logo aos 7 minutos teve ótima chance de abrir o placar. O atacante Hugo cabeceou, mas o goleiro Fred fez grande defesa. O Tigre, por sua vez, optou por uma marcação forte no meio-de-campo, explorando bem os contra-ataques. A etapa inicial foi movimentada, com as duas equipes buscando o ataque, mas houve raras jogadas realmente de perigo.

Por mais que tentasse, o Coritiba esbarrava nos erros de passe, sobretudo no meio, onde Carlinhos Paraíba tentava sozinho dar um rumo ao time. A segunda boa oportunidade de marcar do Coxa saiu de uma tabela entre Keirrison e Hugo, que passou a bola de calcanhar para o companheiro, aos 35. No finzinho, João Henrique cabeceou sozinho, mas mandou a bola para fora. Antes do intervalo, o Ipatinga também ameaçou o gol de Édson Batos, que defendeu chute de Rodriguinho no canto direito.



Segundo tempo


O Alviverde paranaense voltou do intervalo como começou a partida: com gás total e mais presença de área. O Tigre diminuiu o ritmo, mas sempre aparecia com perigo quando conseguia subir para o ataque.

Assim como na etapa inicial, o Verdão teve mais posse de bola e iniciativa, enquanto o Tigre investiu no contra-ataque mais uma vez. Neste contexto, o gol do jogo só saiu aos 30 minutos. Após bate-rebate na área, a bola sobrou para Carlinhos Paraíba, o melhor em campo, que não perdoou desta vez.



Depois do tento sofrido, o Ipatinga, enfim, partiu para o ataque. Porém, não houve tempo de mudar o placar.



Ficha técnica:
CORITIBA 1 X 0 IPATINGA
CORITIBA
Édson Bastos; Maurício, Rodrigo Mancha e Felipe; Rodrigo Heffner, Dirceu (Alê), João Henrique (Henrique Dias), Carlinhos Paraíba e Ricardinho; Keirrison e Hugo (Cadu).
Técnico: Dorival Junior.
IPATINGA
Fred; Leandro Salino, Tiago Vieira, Leo Oliveira e Beto (Xaves); Augusto Recife, Paulinho Dias, Leo Silva (Luciano Mandí) e Rodriguinho; Adeílson e Marinho.
Técnico: Ricardo Drubsky.
Gols: Carlinhos Paraíba, aos 30 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Keirrison, Rodrigo Mancha, Cadu (Coritiba); Paulinho Dias, Leo Silva (Ipatinga).
Estádio: Couto Pereira. Data: 23/07/2008.
Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho.
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Marcelo Braz Mariano.


CRUZEIRO 0X1 GOIÁS
Mesmo com um a menos, Goiás tira invencibilidade da Raposa no Mineirão


O Goiás jogou com um a menos desde o fim do primeiro tempo, mas mesmo assim venceu o Cruzeiro por 1 a 0, nesta quarta-feira, no Mineirão, tirando a invencibilidade da Raposa em seu estádio no Campeonato Brasileiro. De quebra, o gol de Iarley, de falta, tirou o Esmeraldino da zona de rebaixamento e evitou que o time celeste ultrapassasse o Flamengo e chegasse à primeira colocação.

O triunfo levou a equipe de Hélio dos Anjos a 17 pontos. O Cruzeiro, por sua vez, permaneceu com o 24. Na próxima rodada, Goiás e Raposa enfrentam Sport e Fluminense, respectivamente.



O jogo


A equipe da casa apresentou uma surpresa: o meia Wagner se recuperou de lesão e foi escalado. E seriam dele as principais jogadas da Raposa no primeiro tempo. O cartão de visitas foi aos seis minutos, com um chute de fora da área do camisa 10 que saiu próximo ao ângulo direito de Harlei.

Na jogada seguinte, um lance recorrente da defesa celeste nos últimos jogos. Thiago Heleno se atrapalhou e recuou fraco para Fábio, que saiu nos pés de Alex Terra para evitar o gol. No rebote, Vítor deu toque esperto no canto direito, mas o goleiro cruzeirense foi buscar, espalmando para o lado. As lambanças contra Atlético-MG e Grêmio também renderam vaias a Espinoza durante o primeiro tempo.

E mesmo em um confronto entre o segundo colocado contra o 17º, o jogo era equilibrado. Aos 16, o Esmeraldino teve mais uma oportunidade. Da meia-lua, Fernando bateu falta, mas a zaga conseguiu desviar para escanteio.

O Cruzeiro respondeu novamente com Wagner. Também de falta, ele finalizou buscando o ângulo direito. A bola saiu raspando a trave, aos 24. Com 36 de jogo, a melhor chance da Raposa. Guilherme recebeu de Reinaldo na entrada da área e carimbou a trave esquerda.

Com tantas faltas próximas à área no jogo, era bem possível que um gol saísse de bola parada. E assim foi. Aos 41, Iarley aproveitou nova infração e da intermediária mandou no ângulo esquerdo para abrir o placar.

No fim da etapa, o ala-esquerdo Júlio César colocou a mão na bola em um ataque cruzeirense, recebeu o segundo amarelo na partida e foi expulso de campo, aumentando a expectativa para o segundo tempo.



Adilson tira Jadilson mais uma vez


Na volta do intervalo, Adilson Batista trocou Jadilson por Weldon. Mesmo com um atacante a mais, era Wagner quem dava mais trabalho ao Goiás. No primeiro minuto ele entrou na área pela esquerda e bateu cruzado. Harlei saltou e tirou a bola, que entraria no ângulo direito. Seis minutos depois, o camisa 10 celeste recebeu nas costas de Fernando e chutou por cima do gol, perdendo boa chance.

Com o tempo o Goiás foi se ajeitando na defesa, e ainda sobrava espaço para ir ao ataque. Aos 20, Vítor foi lançado na esquerda. Cruzou de trivela para Alex Terra tocar de primeira, à direita.

Com o resultado adverso, Adilson Batista fez algo pouco comum: deixou apenas um zagueiro em campo quando tirou Espinoza para colocar Gerson Magrão. Mas, apesar da pressão, não conseguiu sequer empatar o jogo.



Ficha técnica:
CRUZEIRO 0 x 1 GOIÁS
CRUZEIRO
Fábio, Jonathan (Elicarlos), Thiago Heleno, Espinoza (Gerson Magrão) e Jadilson (Weldon); Fabricio, Charles, Marquinhos Paraná e Wagner; Guilherme e Reinaldo.
Técnico: Adilson Batista.
GOIÁS
Harlei, Rafael Marques, Henrique e Ernando; Vítor, Ramalho, Fernando (Pituca), Fabio Bahia e Júlio César; Alex Terra (Schwenck), Iarley (Thiago Feltri).
Técnico: Hélio dos Anjos.
Gols: Iarley, aos 41 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Guilherme, Thiago Heleno, Gerson Magrão, Fabrício (Cruzeiro); Fernando, Harlei, Ramalho (Goiás).
Cartão vermelho: Júlio César (Goiás).
Estádio: Mineirão. Data: 23/07/2008.
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (RJ).
Auxiliares: Paulo Ricardo Silva Conceição (RS) e Alexandre Antônio Pruinelli Kleiniche (RS).


VITÓRIA 2X0 NÁUTICO
Vitória não toma conhecimento do Náutico no Barradão


Embalado pelo triunfo sobre o Flamengo no Maracanã, pela 13ª rodada do Brasileirão, o Vitória recebeu o time do Náutico no Barradão. Com grande atuação de Marquinhos, que marcou dois gols, o Leão não tomou conhecimento do Náutico e venceu por 2 a 0. O resultado deixa o Náutico com 18 pontos em 14 partidas. Com o mesmo número de jogos, Vitória atingiu os 26 pontos na Série A.



Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Náutico recebe o Coritiba, sábado, às 18h20m, nos Aflitos. Já o Vitória vai a Minas Gerais enfrentar o Atlético-MG no domingo, às 18h10m.





O jogo



O primeiro tempo começou com chances para os dois lados. As equipes apresentavam praticamente o mesmo volume de jogo e alternavam bons momentos. Aos 4 minutos, o Vitória já chegou com perigo ao gol do Náutico. Williams recebeu a bola na direita do ataque, cruzou rente a trave e Marquinhos desviou, mas a bola saiu à direita dol gol de Eduardo



A resposta do Náutico não demorou muito. Gilmar recebeu passe na direita do ataque do Náutico, conduziu driblou dois adversários e chutou, a bola bateu na zaga e sobrou para Wellington, que livre, finalizou por cima do gol. A partir dos 20 minutos, a superioridade do Vitória no jogo ficou evidente, a equipe baiana chegava com velocidade e explorava todos os setores do campo. A defesa do Timbu tentava se virar como podia e muitas vezes chegava atrasada. O gol do Vitória estava era questão de tempo. E em um lance aos 24 do primeiro tempo, Williams, que vinha tendo uma grande atuação, fez um passe para Ramon. O veterano desviou a bola, ela sobrou para Marquinhos que só teve o trabalho de tocar rasteiro no canto esquerdo de Eduardo.



O Náutico não conseguia articular boas jogadas e sempre que passava para o campo de ataque tinha dificuldades para acertar os passes. O Vitória não tomava conhecimento do adversário, tocava a bola com facilidade, mas era um pouco displicente no momento do último passe.





Segundo tempo



No início da etapa complementar, tanto Vitória como Náutico não conseguiam colocar a bola no chão e organizar seu jogo devido a baixa qualidade do gramado do Barradão.



Ao contrário do primeiro tempo, o Náutico era ligeiramente melhor, porém sem Geraldo, o Timbu não tinha a qualidade necessária para transformar volume de jogo em chances do gol. Mas por ironia do destino, o time pernambucano sofreu o segundo gol no momento em que era melhor na partida. Em uma disputa pelo alto no meio-de-campo, a bola sobrou para Marquinhos que, na velocidade ganhou de Piauí, do Náutico, e chutou com tranquilidade na saída do goleiro Eduardo. Vitória 2 a 0 aos 16 minutos do segundo tempo.



Depois de marcar o segundo gol, o Leão ficou apenas administrando o resultado. Já o Náutico, tentava articular boas jogadas, mas faltava qualidade ao meio-de-campo do Timbu. Mas antes do fim do jogo ainda houve uma lance lamentável. Negretti, do Náutico deu um carrinho frontal em Wallace, que tinha acabado de entrar. Em cima do lance, o árbitro Wágner Tardelli expulsou o agressor.



Ficha técnica:
VITÓRIA 2 x 0 NÁUTICO
VITÓRIA
Viáfara; Rafael, Thiago Gomes, Anderson Martins e Daniel; Renan, Marco Antônio, Willans, Ramon(Ricardinho)e Marquinhos(Muriqui); Rodrigão(Wallace).
Técnico: Vágner Mancini
NÁUTICO
Eduardo; Radamés(Eduardo Erê), Negretti, Luisão e Piauí; Ticão, Alceu, Paulo Santos(Anderson) e Roger (Fabiano Gadelha); Wellington e Gilmar.
Técnico: Pintado
Gols: Marquinhos, do Vitória, aos 24 minutos do primeiro tempo e aos 16 da etapa complementar.
Cartões amarelos: Roger, do Náutico e Viafará, do Vitória
Cartão vermelho: Negretti, do Náutico .
Estádio: Barradão. Data: 23/07/2008.
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo.
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos e Cleriston Clay Barreto Rios.


BOTAFOGO 4X0 ATLÉTICO-MG
No Engenhão, Botafogo aplica goleada e coloca o Galo na zona de rebaixamento


Não foi com futebol vistoso, mas o Botafogo fez o seu papel ao vencer por 4 a 0 o Atlético-MG, nesta quarta-feira, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time carioca chegou aos 18 pontos, se afastando ainda mais da parte de baixo da tabela. O Galo permanece com 15, entrando na zona de rebaixamento.

Esta foi a terceira das seis partidas entre as duas equipes em 2008. O Botafogo, que não perde para o Atlético desde 2001, leva vantagem nos confrontos deste ano, com duas vitórias e um empate. Haverá ainda um outro confronto pelo Brasileiro, em Belo Horizonte, e outros dois pela Copa Sul-Americana.



Pênalti relâmpago



Quem chegou um pouco atrasado ao estádio não viu. Aos 25 segundos de jogo César Prates empurrou Wellington Paulista na área. O árbitro Leonardo Gaciba não hesitou e marcou pênalti. Lucio Flavio cobrou a um minuto e abriu o placar. Foi o 17º gol do capitão na temporada, e o 14º convertendo penalidade máxima.

Passado o baque inicial, o Atlético se arrumou em campo e passou a oferecer perigo ao Botafogo. A equipe mineira pressionava a saída de bola adversária e deixava a defesa do Alvinegro carioca confusa, obrigada a dar chutões para a frente. Aos nove minutos, Gedeon recebeu livre em posição legal, enquanto a zaga carioca pedia impedimento, chutou em cima de Castillo e fez o gol no rebote. O árbitro Leonardo Gaciba parou a jogada e salvou o time da casa.


No Botafogo, tudo era mais na base do improviso. A equipe criava quase que exclusivamente se apoiando em jogadas individuais e lançamentos longos. Não se via o rápido toque de bola e as descidas pelas laterais, como nas últimas partidas. Com a marcação facilitada, o Atlético aproveitava para usar a velocidade nos contra-ataques, mas pecava nas conclusões.

O único lance de real perigo do Botafogo aconteceu apenas aos 27 minutos. Andre Luis fez lançamento longo para Carlos Alberto, que avançou em velocidade e chutou. O goleiro Edson falhou na defesa, e a bola ia entrando, mas o zagueiro Vinícius chegou para tirar quase em cima da linha.

O Atlético respondeu aos 33 numa chance muito clara. Gedeon foi lançado e recebeu livre de marcação. Frente a frente com Castillo, o volante tentou encobrir o goleiro, mas chutou muito mal, e a bola foi para fora. Enquanto isso, o Botafogo continuava a falhar nas conclusões, apesar de ter criado mais chances de gol até o fim do primeiro tempo.



Galo tem dois expulsos no segundo tempo



As duas substituições feitas por Ney Franco no intervalo mostraram que o treinador não estava acomodado com a vitória parcial do Botafogo. Jorge Henrique entrou no lugar de Thiaguinho, que já havia recebido um cartão amarelo e sentia dor na perna esquerda. Zé Carlos, foi substituído por Gil, que passou a atuar mais centralizado no ataque. Túlio foi deslocado para a ala direita.

O Galo insistia a pressionar a saída de bola do Botafogo, mas não criava jogadas, e sim aproveitava-se dos erros cometidos pela defesa adversária. No entanto, a reação do Atlético ficou mais difícil a partir dos 14 minutos, quando César Prates foi expulso ao puxar pela camisa Wellington Paulista, que ia em direção ao gol. A falta aconteceu bem perto da grande área.

Apesar de ter um jogador a mais, o Botafogo atuava de forma muito recuada, deixando Wellington Paulista isolado na frente. Mas apesar da dificuldade em criar jogadas, o Alvinegro chegou ao segundo gol aos 26 minutos. A zaga do Atlético rebateu uma bola para trás e ela parou nos pés de Triguinho dentro da área. O lateral teve tranqüilidade para matar no peito e chutar na saída de Edson. Na comemoração, os jogadores cantaram parabéns para o técnico Ney Franco, que completou 42 anos na última terça-feira.

Após o gol o Botafogo passou a valorizar ainda mais a posse de bola. Embalado pelo grito de olé da torcida, o Alvinegro trocou passes até Leandro Guerreiro achar Wellington Paulista livre, mas o atacante chutou mal, e a bola parou nas mãos de Edson. Nesta altura da partida o Atlético já demonstrava nervosismo e teve mais um jogador expulso aos 36 minutos, quando Yuri cometeu falta violenta em Túlio e foi expulso.



Mesmo com o jogo controlado o Botafogo continuou atacando, e a insistência foi premiada. Aos 41 minutos, Edson chutou para a frente e a bola ficou com Carlos Alberto, que dominou mal, mas acreditou no lance. Ele dividiu com o zagueiro e ficou frente a frente com o goleiro, driblou e ampliou a vantagem. Na comemoração, o camisa 19 ensaiou uns passos de dança. Ainda houve tempo para Gil deixar o seu aos 44 minutos, depois de receber um lançamento e dar um belo toque por cobertura.


Ficha técnica:
BOTAFOGO 4 x 0 ATLÉTICO-MG
BOTAFOGO
Castillo, Renato Silva, Andre Luis e Triguinho; Thiaguinho (Jorge Henrique), Túlio, Diguinho, Lucio Flavio (Leandro Guerreiro) e Zé Carlos (Gil); Carlos Alberto e Wellington Paulista.
Técnico: Ney Franco.
ATLÉTICO-MG
Edson, Mariano, Marcos, Vinícius e César Prates; Francis (Yuri), Serginho, Márcio Araújo e Gedeon; Renan Oliveira (Marques) e Eduardo (Calisto).
Técnico: Alexandre Gallo.
Gols: Lucio Flavio, a 1 minuto do primeiro tempo.Triguinho, aos 26, Carlos Alberto, aos 41, e Gil, aos 44 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Triguinho, Thiaguinho e Túlio (Botafogo); Gedeon, César Prates, Francis, Serginho, Calisto e Marcio Araújo (Atlético-MG).
Cartões vermelhos: César Prates e Yuri (Atlético-MG).
Público: 9.581 pagantes. Renda: R$ 82.972,50.
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 23/07/2008.
Árbitro: Leonardo Gaciba (Fifa/RS).
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e José Antônio Chaves Franco Filho (RS).


INTERNACIONAL 2X0 SÃO PAULO
Com gols de Nilmar, Internacional vence o São Paulo no Beira-Rio


No duelo que era sinônimo de equilíbrio no Beira-Rio, pelo Campeonato Brasileiro, o Internacional conseguiu levar a melhor e venceu o São Paulo por 2 a 0, nesta quarta-feira, em Porto Alegre. O destaque da partida foi o atacante Nilmar, que marcou os dois gols do confronto.



A vitória fez o Inter ampliar para sete jogos a sua série de invencibilidade. Já o São Paulo caiu depois de três êxitos consecutivos.



Com o resultado, o Inter chegou a 22 pontos e agora ocupa a sexta posição no Brasileirão. O time paulista, por sua vez, segue com 23 pontos, na quinta posição.



Na próxima rodada, o São Paulo enfrenta a Portuguesa, domingo, às 18h10, no Morumbi. Já o Internacional visita o Ipatinga, no sábado, às 18h20.





Inter sai na frente e São Paulo reclama de gol anulado



Tentando se aproximar do G-4, o Inter tratou de determinar o ritmo da partida, usando-se da velocidade de Nilmar e da habilidade de Alex. Ao São Paulo restou o artifício dos contragolpes para tentar chegar ao gol de Clemer. Mas foi o time gaúcho quem deu um susto em Rogério Ceni



No primeiro lance de perigo do time da casa, Andrezinho cruzou para Nilmar, na pequena área, cabecear em cima do goleiro são-paulino, que fez bela defesa.



Apostando na velocidade de Éder Luis e Dagoberto, o São Paulo poderia ter saído na frente do marcador se o árbitro Heber Roberto Lopes não tivesse anulado um gol legal do camisa 25 do Tricolor.



Em cruzamento de Jorge Wagner, Dagoberto, que veio de trás da zaga colorada, cabeceou para o gol, mas o assistente da partida assinalou impedimento do atacante. Os jogadores reclamaram muito da marcação no intervalo da partida.



Mais incisivo no ataque, o Inter chegou ao gol aos 35 minutos do primeiro tempo, em uma falha do zagueiro Juninho. Ângelo bateu cruzado, a bola desvia em Joilson e o zagueiro são-paulino falhou, deixando a sobra para Nilmar ficar cara a cara com Rogério Ceni e apenas deslocá-lo para fazer 1 a 0.



Alex ainda teve a chance de ampliar para os gaúchos, arriscando de fora da área, mas Rogério Ceni conseguiu espalmar para a linha de fundo.



Nilmar amplia para o time do Beira-Rio



Na segunda etapa o Inter seguiu pressionando o time paulistano. Em uma bola enfiada para Nilmar, o goleiro Rogério foi obrigado a sair com os pés para evitar novo gol. No rebote, Guiñazu tentou encobrir o arqueiro tricolor, mas Ceni conseguiu se recuperar a tempo.



Na tentativa de empatar o duelo, o São Paulo procurou alternar bastante as jogadas pelas laterais. Mas à medida que o time se aproximava da meta gaúcha, a penetração na defesa colorada ficava mais difícil e os paulistas viam-se obrigados a arriscar de longe. Foi assim com Jorge Wagner e Hugo.



E quando o São Paulo insistia mais no ataque, foi o Inter que ampliou o placar. Em um lance de velocidade, Guiñazu esticou a bola para Andrezinho, que encontrou Nilmar no lado direito. O atacante bateu cruzado e vazou a meta tricolor pela segunda vez na noite: 2 a 0.



A entrada de Aloísio, considerado um homem de referência no ataque, não foi suficiente para que o São Paulo encontrasse o seu gol. E vendo que o lado direito da equipe estava muito frágil, Muricy Ramalho sacou Jancarlos e colocou o volante Jean, passando Joilson para a lateral.



Mas o São Paulo prosseguiu sem conseguir encaixar as jogadas no ataque, mostrando-se nervoso. Juninho ainda teve a chance de se redimir da falha no primeiro gol, mas sem sucesso.



Ficha técnica:
INTERNACIONAL 2 x 0 SÃO PAULO
INTERNACIONAL
Clemer; Ricardo Lopes (Ângelo), Índio, Danny e Ramon; Edinho, Maycon, Andrezinho e Taison (Walter); Alex e Nilmar.
Técnico: Tite.
SÃO PAULO
Rogério Ceni; André Dias, Juninho e Zé Luis; Jancarlos (Jean), Richarlyson, Joílson, Hugo e Jorge Wagner; Dagoberto e Éder Luís (Aloísio).
Técnico: M. Ramalho.
Gols: Nilmar, aos 35 minutos do primeiro tempo. Nilmar, aos 17 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Joilson (São Paulo), Ramon e Guiñazu, Ângelo e Índio (Inter).
Estádio: Beira-Rio. Data: 23/07/2008.
Árbitro: Heber Roberto Lopes.
Auxiliares: Gilson B. Coutinho e Ivan Carlos Bohn.
Renda e Público: R$ 570.020,00 e 41.674 pagantes

PORTUGUESA 2X2 FLAMENGO
Em jogo polêmico do início ao fim, Fla e Lusa empatam no Canindé


Em um jogo emocionante e cheio de polêmicas, Portuguesa e Flamengo empataram por 2 a 2 nesta quarta-feira, no Canindé. O Rubro-Negro, que perdeu um pênalti aos 43 minutos do segundo tempo com o volante Ibson, chegou a 27 pontos e agora torce contra o Grêmio, que pega o Figueirense nesta quinta em Florianópolis, para não perder a liderança. Na estréia do técnico Valdir Espinosa, a Lusa correu atrás do placar e com o ponto somado chegou a 16 no Campeonato Brasileiro, e está em 15º.



Na próxima rodada, domingo, 27 de julho, o Flamengo faz o clássico carioca com o Botafogo, no Maracanã. A Portuguesa terá pela frente o São Paulo, no Morumbi. O time carioca não poderá contar com o goleiro Bruno, que levou o terceiro cartão amarelo, e o atacante Diego Tardelli, que foi expulso.



Primeiro tempo cheio de gols e polêmicas


A opção dos treinadores por formações ofensivas tornou o jogo aberto desde o apito inicial. A primeira boa chance foi do time casa, logo aos três minutos. Bruno Recife cruzou rasteiro da esquerda, Washington antecipou em cima de Ronaldo Angelim e desviou para o gol. Bruno, bem posicionado, defendeu firme. A resposta rubro-negra foi rápida. Aos sete, Tardelli fez jogada de velocidade pela direita e cruzou para Souza, que dominou dentro da área e chutou. A bola pegou na zaga e saiu. Rápido nos contra-ataques, o Fla chegou com perigo novamente aos 14 minutos. Éder deu passe longo para Juan na esquerda, o lateral mandou uma bomba sem deixar a bola cair e assustou o goleiro Sérgio.

Pela esquerda a Lusa conseguia criar as suas principais jogadas. Em uma delas, aos 21 minutos, Diogo driblou Jaílton e cruzou rasteiro para o meio da área. Jonas desviou prensado com a defesa, mas, antes de a bola entrar, Bruno se esticou e fez a defesa. O Flamengo abriu o placar em um lance de bola parada para lá de polêmico, aos 34. Juan levantou a bola na área, Jaílton desviou, e, na segunda trave, Ronaldo Angelim bateu com a mão na bola e fez 1 a 0 para o Rubro-Negro. Antes, o zagueiro do Fla foi agarrado por Ediglê. A reclamação dos jogadores da Lusa foi grande, mas o árbitro validou o lance.

As maiores emoções da primeira etapa ficaram guardadas realmente para os dez minutos finais. Aos 36, o juiz marcou pênalti de Fábio Luciano em Bruno Recife. Na cobrança, Diogo chutou e Bruno defendeu, mas o assistente mandou o lance voltar. Na segunda tentativa, o atacante chutou no canto esquerdo do goleiro e colocou 1 a 1 no placar. O Fla, no entanto, respondeu à altura com outro gol de bola parada. Aos 42, Juan cruzou da direita, Diego Tardelli bateu com a mão na bola, que sobrou para Ibson. O volante chutou firme por baixo de Sérgio e colocou os cariocas novamente em vantagem.



Lusa empata em nova cobrança de pênalti



Os times voltaram do vestiário com a mesma disposição do fim do primeiro tempo. A Lusa não deu tempo aos rubro-negros e empatou a partida novamente aos dois minutos. O árbitro marcou outro pênalti para o time paulista, desta vez de Jaílton em Jonas. Na cobrança, Diogo chutou forte e fez: 2 a 2. Aos nove, quase a Portuguesa vira o jogo. Após um rápido contra-ataque, Fábio Luciano foi fazer o corte e chutou em cima do adversário. A bola encobriu Bruno, bateu no travessão e saiu. Aos 16, em cobrança de falta, foi a vez de Patrício obrigar o camisa 1 rubro-negro a fazer uma grande defesa.



Os donos da casa, animados, continuaram pressionando. Aos 19, Patrício recebeu de cara para o goleiro Bruno e tocou na saída. Antes de a bola entrar, Cristian aliviou o perigo. Os rubro-negros ainda perderam o atacante Diego Tardelli, que colocou a mão na bola propositalmente e recebeu o segundo cartão amarelo, aos 19. Com um jogador a menos, o Flamengo adotou uma postura mais defensiva, e a Lusa se mandou para o ataque definitivamente.

Aos 31 minutos, o atacante Diogo avançou pela esquerda e bateu cruzado. A bola passou rente à trave. Um minuto depois, o atacante aplicou um drible desmoralizante entre as pernas de Fábio Luciano e chutou colocado. Bruno, com a perna, fez outra defesa espetacular. Refeito de outro susto, o Fla voltou a ameaçar aos 38. Depois do chute de Ibson de perna esquerda de dentro da área, a bola sobrou para Maxi, que chutou e o zagueiro, em cima da linha, impediu o gol certo.


Para desespero dos rubro-negros, aos 43, Ibson perdeu um pênalti cometido por Gavilán em Juan. O camisa 7 cobrou e o goleiro Sérgio defendeu, mas o assistente mandou voltar porque o goleiro se adiantou. Na segunda cobrança, o arqueiro da Lusa se superou novamente e garantiu o empate. Maxi ainda tentou chutar no rebote, mas a bola foi para fora após tocar em Bruno Recife.



Ficha técnica:
PORTUGUESA 2 x 2 FLAMENGO
PORTUGUESA
Sérgio, Patrício (Wilton Goiano), Bruno Rodrigo, Ediglê e Bruno Recife; Gavilán, Dias, Preto e Edno; Diogo e Washington (Vaguinho).
Técnico: Valdir Espinosa.
FLAMENGO
Bruno, Leo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Jailton, Cristian, Ibson e Éder (Maxi); Diego Tardelli e Souza (Obina).
Técnico: Caio Júnior.
Gols: Ronaldo Angelim, aos 34, Diogo, aos 39, e Ibson, aos 42 minutos do primeiro tempo. Diogo, aos dois minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Gavilán, Sérgio, Washington, Preto (POR); Diego Tardelli, Fábio Luciano, Juan, Bruno (FLA) .
Cartão vermelho: Diego Tardelli (FLA)
Público: 11.364 pagantes.Renda: R$ 238.775,00
Estádio: Canindé. Data: 23/07/2008.
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa/PR).
Auxiliares: Roberto Braatzz (Fifa/PR) e José Amilton Pontarolo.

VASCO 3X3 FLUMINENSE
Em um jogo eletrizante, Vasco e Flu empatam no Maracanã


Em um jogo eletrizante, Vasco e Fluminense empataram em 3 a 3 na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Após estar vencendo por 3 a 1, o time da Colina deixou o Tricolor igualar o marcador em duas falhas da defesa. Com o resultado, a equipe cruzmaltina seguiu sem vencer um clássico na temporada, e o das Laranjeiras na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.



Com o resultado, o time da Colina, que não vence há quatro jogos, chegou aos 16 pontos na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. O Tricolor permaneceu na zona de rebaixamento, com 13. Na próxima rodada, o Fluminense pega o Cruzeiro, no sábado, no Maracanã. O Vasco vai encarar o Santos, no domingo, na Vila Belmiro.





Edmundo deixa a sua marca na etapa inicial



O Fluminense começou melhor a partida e teve duas chances logo no início do jogo. Com um minuto, Washington aproveitou cruzamento da esquerda, mas cabeceou por cima do gol. No lance seguinte, o camisa 9 recebeu livre pelo lado direito e tentou encobrir o goleiro Tiago, mas exagerou na força, errando o alvo.



Edmundo se mostrava irritado com os erros de passes da equipe e reclamava muito com os companheiros. Aos nove minutos, a primeira chance cruzmaltina. Rodrigo Antônio dominou na entrada da área e chutou. A bola passou à esquerda do goleiro Ricardo Berna.



Aos 12, Conca fez uma linda jogada, dando um drible desconcertante em Edu. Na seqüência, o argentino cruzou na cabeça de Washigton, mas a zaga chegou antes, afastando o perigo. Dois minutos depois, a síndrome da camisa 11 parece ter tomado conta de Leandro Amaral. O jogador recebeu um cruzamento perfeito de Wagner Diniz e, sem goleiro, dentro da pequena área, chutou por cima do gol. Ricardo Berna já estava batido. Ninguém presente no Maracanã acreditou na chance desperdiçada pelo jogador.



Aos 18, não teve jeito. Edu encontrou Madson livre pelo lado esquerdo. O meia chegou à linha de fundo e cruzou para a área. Edmundo aproveitou a lentidão de Luiz Alberto e abriu o marcador, fazendo o seu quinto gol no Campeonato Brasileiro. O lance acordou os vascaínos na arquibancada do Maracanã. O Fluminense partiu em busca do empate, principalmente em bolas pelo alto.



O Tricolor chegou ao ataque com perigo em um chute de Dodô. Aos 31, o atacante recebeu pelo lado direito da grande área, mas acabou travado pela zaga vascaína. Um minuto depois, Madson fez ótima jogada, passou por seu marcador e chutou para fora. Aos 41, Morais encontrou Leandro Amaral dentro da área. O atacante chutou de primeira por cima do gol de Berna. No último minuto da etapa inicial, Dodô aproveitou passe de cabeça de Washington e chutou com força. Edu tirou em cima da linha.





Leandro Amaral e Edmundo completam a festa cruzmaltina



O Fluminense voltou para o segundo tempo com Tartá na vaga de Maurício. A intenção do técnico Renato Gaúcho era dar mais velocidade ao ataque. O time insistia em chutes de fora da área. Aos 7, Conca arriscou, mas a bola passou à direita de Tiago. Só que um minuto depois, Leandro Amaral acabou com o jejum e marcou o seu primeiro gol desde que passou a usar a camisa 11. Em uma bela arrancada, o jogador entrou na área e tocou na saída de Ricardo Berna.



Nem deu tempo para a torcida do Vasco comemorar. Aos 9, Washington tabelou com Dodô e recebeu na frente. O atacante entrou na área, olhou o posicionamento do goleiro Tiago e tocou para diminuir o placar. O time da Colina seguiu jogando em velocidade, usando e abusando dos contra-ataques. E foi em um lance rápido que a equipe marcou o terceiro. Marcus Vinícius carregou a bola até o meio-campo e passou para Morais. O camisa 98 cruzou no pé de Edmundo, que não perdoou: 3 a 1.



O Tricolor sentiu o terceiro gol e caiu de produção na partida. O time não conseguia chegar ao gol de Tiago e só assustava quando a zaga cruzmaltina errava. Fora isso, apenas o argentino Conca mostrava uma certa lucidez. Na arquibancada, os tricolores não perdoavam o lateral-direito Rafael e pediam a saída do técnico Renato Gaúcho. Aos 24, Junior Cesar fez ótima jogada pela esquerda e cruzou na cabeça de Washington, que cabeceou com força. O camisa 1 da Colina fez um milagre.



Em um lance esporádico na partida, Conca encontrou Dodô na entrada da área. O atacante entrou em velocidade e foi derrubado por Rodrigo Antônio: pênalti para o Fluminense. Washington cobrou alto, no canto esquerdo de Tiago, e diminuiu novamente a diferença, aos 29. O Tricolor acordou e partiu para o ataque. Seis minutos depois, Somália acreditou em um lance perdido e cruzou para a área. Tartá aproveitou a falha dos zagueiros do Vasco e empatou a partida.



Aos 38 minutos, Morais fez falta dura em Tartá e é expulso. O jogador já tinha o cartão amarelo e foi advertido novamente pelo árbitro. O jogo seguiu aberto até o fim. Aos 43, Jean teve a chance de marcar, mas Ricardo Berna salvou com a ponta dos dedos. Dois minutos depois, a bola resvalou em um defensor do Vasco e quase entrou, o que selaria uma virada tricolor. Wágner Diniz ainda teve a última chance com um chute por cima do travessão.



Ficha técnica:
VASCO 3 x 3 FLUMINENSE
VASCO
Tiago, Wagner Diniz, Eduardo Luiz, Luizão e Edu (Marcus Vinícius); Rodrigo Antônio, Souza, Madson (Leandro Bomfim) e Morais; Leandro Amaral e Edmundo (Jean).
Técnico: Antônio Lopes.
FLUMINENSE
Ricardo Berna, Rafael (Somália), Luiz Alberto, Roger e Junior Cesar; Fabinho, Arouca, Maurício (Tartá) e Conca; Dodô e Washington.
Técnico: Renato Gaúcho.
Gols: Edmundo, aos 18 minutos do primeiro tempo Leandro Amaral, aos oito minutos; Washington, aos nove minutos; Edmundo, aos 13 minutos; Washington, aos 29 minutos, Tartá, aos 36 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Junior Cesar (F), Washington (F), Eduardo Luiz (V), Souza (V), Conca (F), Morais (V).
Cartão vermelho: Morais (Vasco).
Estádio: Maracanã. Data: 23/07/2008.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ).
Auxiliares: Ricardo Mauricio Ferreira de Almeida (RJ) e Wagner de Almeida Santos (RJ).
Renda: R$ 299.820,50. Público: 19.346 pagantes

Liga Mundial:Brasil X Rússia

Brasil se adapta ao estilo russo e vence na estréia das finais da Liga Mundial


O Brasil começou de forma empolgante a fase final da Liga Mundial de 2008, com uma vitória importante sobre a Rússia por 3 sets a 0 (25/23, 25/18 e 25/15), em 1h18m e assumiu a liderança do Grupo E. Nesta quinta-feira, os russos enfrentam o Japão, o outro time da chave. Se os japoneses vencerem, o time de Bernardinho já estará classificado às semifinais, já que os dois melhores avançam.

O time do técnico Bernardinho começou a partida com a mesma formação que iniciou os jogos anteriores, sem Rodrigão e com André Heller no meio-de-rede. Os russos, com um time muito alto, surpreenderam o Brasil pela boa atuação na defesa, que nunca foi uma característica do vôlei do país, que contava com o bloqueio para atrapalhar os ataques adversários. Os destaques dos donos da casa foram Giba e André Nascimento, e a capacidade de se adaptar ao jogo rival, tornando o jogo mais fácil na medida em que o tempo passava.



Começo de jogo foi desfavorável ao Brasil

O primeiro set começou muito equilibrado, com as equipes trocando a liderança no placar seguidamente. O primeiro ponto foi marcado por André Nascimento, com um bloqueio sobre Tetyukhin. Os russos devolveram na jogada seguinte, com Poltavskiy. Os dois times mostravam força no ataque, mas o Brasil mostrava força no bloqueio, conseguindo chegar ao primeiro tempo técnico em vantagem: 8 a 7. Com uma boa atuação de André Heller, tanto nas bolas de meio quanto no posicionamento na rede, os brasileiros mantiveram o equilíbrio no ataque. Contando com muitos erros de saque da Rússia, o Brasil chegou ao segundo tempo técnico à frente: 16 a 15.



Na volta do tempo técnico, os russos fizeram três pontos seguidos, dois de ataque e um com um bloqueio sobre Giba, e abriram dois pontos no placar: 18 a 16. Com bloqueio e saque melhores a partir daí, e sem uma boa cobertura por parte dos anfitriões, a Rússia parecia caminhar para a vitória no primeiro set, quando Giba, com dois saques fortíssimos, desequilibrou a até então excelente defesa adversária, empatando a partida em 22 a 22. A partir deste momento, o Brasil cresceu em quadra e conseguiu a virada (23 a 22), e, em uma bola de Dante explorando o bloqueio, conseguiu o primeiro set point da partida (24 a 23).



Após uma disputa eletrizante, o Brasil conseguiu fazer a defesa no ataque russo e, em um ataque de André Nascimento que bateu no bloqueio e caiu na quadra russa, venceu o set por 25 a 23 em 26 minutos. O destaque do set foi a quantidade de erros de ataque dos russos (10) contra apenas três dos campeões olímpicos.



Erros de ataque da Rússia ajudam o Brasil

A Rússia continuou forçando (e errando) muitos saques no segundo set. Mesmo assim, nos saques que iam em direção à quadra, o time do técnico Bernardinho não conseguia boas recepções, o que fazia os ataques serem defensáveis pelos adversários. Com consistência no ataque, principalmente com Poltavskiy, a Rússia chegou ao primeiro tempo técnico em vantagem: 8 a 6. O Brasil, que não havia conseguido alcançar os russos até a ida de Giba para o saque no set, mudou o panorama do jogo com o melhor do mundo neste fundamento. Como no fim do primeiro set, o time brasileiro desmontou a defesa russa e o time encostou no placar: 10 a 9.




Muito forte na defesa, que nunca foi sua característica, a Rússia dificultava o ataque brasileiro, mas também dava muitos pontos para o Brasil com os seguidos erros ofensivos. Após três erros seguidos (dois ataques para fora e um toque na rede), permitindo que os brasileiros abrissem 14 a 11 no placar, os russos reclamaram muito do árbitro principal, forçando o técnico a pedir tempo para acalmar seus atletas. Com dois pontos de André Nascimento, o Brasil chegou a 16 a 12, indo para o segundo tempo técnico com quatro pontos de vantagem.

Na volta para a quadra, Bernardinho pôs Bruno e Samuel em quadra, fazendo suas primeiras alterações na partida. em seu primeiro ataque, Samuel levantou a torcida ao acertar, com uma cortada fortíssima, a cabeça do levantador Vadim. Os russos pareciam entregues em quadra, errando muito e facilitando o trabalho brasileiro. Com uma jogada inteligente de Giba, que explorou propositalmente o bloqueio russo para ele mesmo pegar a cobertura e explorar, desta vez com força, o bloqueio adversário, os donos da casa chegaram ao set point. Após um ponto do ataque russo, Mikhaylov sacou para fora, dando o ponto para o Brasil, que fechou o segundo set por 25 a 18, em 23 minutos.



Time se adapta ao estilo russo e torna o jogo fácil

A exemplo dos dois primeiros sets, o Brasil saiu atrás no placar no terceiro, mas conseguiu virar o placar com ótima atuação dos atacantes, principalmente Dante, que mostrou-se mais consistente que no início do jogo. Com muita concentração, e mostrando ter se adaptado ao jogo da Rússia ao longo da partida, o time assumiu a liderança e chegou ao primeiro tempo técnico com um belo ataque de Dante, fazendo 8 a 5.

Com um excelente posicionamento defensivo, praticamente anulando o forte ataque russo, e fazendo 12 a 7 com um bloqueio sensacional de Dante em Poltavskiy, os campeões mundiais chegaram com tranqüilidade a 16 a 10, indo para o segundo tempo técnico com a maior vantagem do jogo neste período do set.



Sem esforço, e contando com o desânimo russo, o Brasil não teve problemas para ampliar a vantagem no placar e fechar o set por 25 a 15 em apenas 21 minutos, vencendo a partida e fazendo a festa da torcida que compareceu em bom número ao Maracanãzinho.

terça-feira, 22 de julho de 2008

13 Rodada:Série B


PARANÁ 1X0 BARUERI
Paraná vence o Barueri e se afasta da zona de rebaixamento da Série B

Embalado pela vitória por 2 a 1 sobre o Brasiliense fora de casa, o Paraná Clube recebeu o Barueri na Vila Capanema. Demostrando muita disposição, o Tricolor fez sua parte e venceu por 1 a 0, gol de Éwerton. Com o resultado a equipe paranaense foi a 17 pontos em 12 partidas e se afastou da zona de rebaixamento. Já o Barueri depende dos resultados dos adversários para se manter no G-4 da Série B.



O primeiro tempo



A partida começou movimentada, com o time do Paraná tomando a iniciativa do jogo. O meio-campo do Barueri não conseguia marcar e acabava permitindo boas jogadas da equipe adversária. Logo aos 8 minutos, Rogerinho chegou bem pela esquerda do ataque e tocou para trás. Leo procurou finalizar rápido, de fora da área, mas bola passou ao lado esquerdo do goleiro do Barueri, Márcio. Menos de dois minutos depois, outra grande jogada do Paraná. Também pela esquerda, Éwerton conduziu a bola e chutou cruzado para a grande defesa do goleiro Márcio. No rebote, o zagueiro Diego, do Barueri, afastou pela linha de fundo.

Só o Paraná atacava. O Barueri não mal chegava ao campo de ataque e não conseguia trocar passes com eficácia. Aos 17 minutos, a superioridade paranaense foi para o placar. Éwerton recebeu a bola na direita do ataque Tricolor, conduziu pelo meio, driblou um zagueiro do Barueri e bateu no canto esquerdo do goleiro Márcio. Paraná 1 a 0.



Em um lance parecido com o gol de Éwerton, o Barueri fez sua primeira jogada perigosa. Aos 34 minutos, Fernando recebeu um passe no lado direto do ataque do Barueri, conduziu a bola na diagonal, passou por Ricardo Ehle, do Paraná, e chutou por cima do gol de Gabriel.





Intervalo


Após sentir uma contusão no fim do primeiro tempo, o goleiro do Barueri, Márcio teve que ser substituído no intervalo. Camilo entrou no seu lugar.





Segundo Tempo



A etapa complementar continuou movimentada com lances perigosos para as duas equipes. Com 10 minutos de jogo Claudemir fez boa jogada e tocou para Giuliano. O meia chutou, mas acabou acertando o companheiro Marcelinho, que passava na frente da jogada. Apenas tiro de meta para o Barueri.

Aos 19 minutos um grande lance do time paulista. Ésley aproveitou o rebote de um ataque despretensioso do Barueri e, da entrada da área, chutou forte. Para a sorte do goleiro Gabriel, a bola bateu no travessão.



Ésley continuava incomodando o Paraná. Depois do chute forte do jogador, que o goleiro do Paraná não conseguiu segurar, a bola sobrou nos pés de Pedrão, do Barueri. O atacante, impedido, marcou o que seria o gol de empate do time a paulista, mas o lance foi corretamente anulado pelo árbitro da partida.

Após os 30 minutos de segundo tempo, cansadas, as duas equipes não demostravam o mesmo interesse pela partida. O Paraná, satisfeito com o placar, 'cozinhava' o jogo, e o Barueri não tinha forças reverter o resultado.



MARÍLIA 1X1 AVAÍ
Marília e Avaí empatam mais uma vez


Avaí e Marília saíram de campo nesta terça-feira com um empate em 1 a 1, em Marília. O time catarinense abriu o placar aos 10 do segundo tempo, com Abuda, e a equipe da casa empatou, aos 22, com Robert. Este é o oitavo resultado de igualdade do time paulista na Série B, liderando as estatísticas neste quesito. Os catarinenses não ficam muito atrás: empataram pela sexta vez.



O jogo


Logo aos 10 minutos, o Marília foi desarmado no contra-ataque e a bola caiu nos pés de Marquinhos. Ele avançou pelo lado esquerdo da área, chutou e a bola passou raspando pelo travessão esquerdo. Aos 12, o Marília respondeu. Leandro Amaral mandou um chute na meia direita da área, e a bola passou por cima da trave.

Com 23 minutos de bola rolando, Odair cruzou, Abuda subiu sozinho pelo lado esquerdo da pequena área mas a bola foi para fora e o Leão perdeu a segunda chance de abrir o marcador. Aos 34 minutos, Sandro Manoel ainda soltou uma bomba de fora da área, mas Martini defende em dois tempos.



Reação do MAC na etapa final


Logo aos 10 minutos do segundo tempo, Vandinho chegou pela direita da área, viu Marquinhos entrando e entregou o passe, ele preferiu achar Abuda mais à esquerda e na cara do gol para chutar certeiro e abrir o placar.

Aos 15 minutos, novamente a bola passou pelos pés de Vandinho em uma chance avaiana. Ele recebeu uma enfiada de bola mas ficou no chão, porém, o juiz não deu nada e a bola sobrou com tranqüilidade para o goleiro Rodolfo.

O empate veio aos 21 minutos. João Vitor chegou à área com categoria, fez a finta no zagueiro avaiano e viu Robert sozinho na meia esquerda, que recebeu e chutou de primeira no canto direito de Martini.


CRB 0X3 FORTALEZA
Fortaleza goleia e afunda o CRB



No jogo dos desesperados, o Fortaleza goleou o CRB por 3 a 0, nesta terça-feira, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela Série B do Brasileirão. Com o resultado, o Tricolor chegou a 13 pontos e saiu provisoriamente da zona de rebaixamento. O time da casa, por sua vez, segue com 8, na lanterna da competição. Os gols foram de Fábio Oliveira (dois) e Dude.

Na próxima rodada, os cearenses encaram o Marília, fora de casa, e a equipe alagoana recebe o América-RN.



O jogo


O Fortaleza não encontrou dificuldade para derrotar o CBR na casa do oponente, apesar de um início apagado. Mesmo que o time alagoano tentasse partir para o ataque, o Tricolor roubava a bola com facilidade e não dava chance para o adversário criar jogadas perigosas.



O primeiro gol saiu aos 23 minutos do primeiro tempo, com Fábio Oliveira. Dude cruzou na medida para o atacante tricolor, que se antecipou ao marcador e tocou no canto esquerdo de Jônatas, que nada pôde fazer.


O centroavante ampliou ainda na etapa inicial, aos 23, após um lance semelhante ao do primeiro tento. Os cearenses seguiram com o domínio e liquidaram a partida aos 12 minutos do segundo tempo, com um gol de Dude. Após uma vitória convincente, o Fortaleza mostrou que tem fôlego para deixar de vez a zona da degola.


SANTO ANDRÉ 1X1 AMÉRICA-RN
Santo André e América-RN fazem duelo equilibrado e ficam no empate

Com poucos torcedores no estádio, o Santo André empatou com o América-RN por 1 a 1, nesta terça-feira, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Com o resultado, a equipe paulista se afastou dos líderes do torneio. Já o clube potiguar continua na zona de rebaixamento para a Série C.

Na próxima rodada, o Santo André recebe o Juventude, no ABC paulista, nesta sexta-feira, enquanto o América-RN enfrenta o CRB, em Alagoas, no sábado.



O jogo


O primeiro tempo começou com as duas equipes arriscando pouco, o que resultou em raras chances de gol. O Santo André jogava um pouco melhor, mas não conseguia chegar ao gol adversário. Na melhor jogada da etapa, Cicinho partiu para dentro da área, driblou o marcador, mas o goleiro Fabiano impediu que o jogador abrisse o placar, aos 45m do primeiro tempo.

Fazendo valer o mando de campo, o Santo André voltou melhor no segundo tempo. Na marcação de uma falta, Dedimar colocou a equipe paulista em vantagem. Mas faltando cinco minutos para o fim do jogo, Max empatou o duelo.


CEARÁ 2X2 CORINTHIANS
Luiz Carlos e Dentinho brilham no empate entre Ceará e Corinthians no Castelão

O desempenho está longe de ser igual ao das primeiras rodadas, mas o Corinthians conseguiu reagir após a primeira derrota na Série B. Diante do maior público da competição até agora (47.308 torcedores) e do novo artilheiro da Segundona, Luiz Carlos, quem brilhou foi o atacante Dentinho, maior goleador da equipe na temporada. Com dois gols, o garoto garantiu o empate por 2 a 2 com o Ceará, nesta terça-feira, no Castelão, e evitou que o Timão perdesse pela segunda vez consecutiva.

Com o resultado, o Corinthians chega aos 28 pontos e mantém a liderança isolada. Já o Ceará perde grande chance de entrar de vez na briga por uma das quatro vagas na elite em 2009. O Vovô sobe para 19 na sétima colocação.



Os paulistas voltarão a jogar fora de casa no próximo finla de semana. Enfrentam o Paraná, sábado, às 16h10m, em Curitiba. O Ceará recebe o São Caetano, sexta-feira, às 20h30m, novamente no Castelão.



Timão sai na frente, mas Ceará vira com torcida e artilheiro



Empurrado pelo grande número de torcedores presentes no Castelão, o Ceará tentou pressionar logo nos primeiros minutos, mas sofreu com a forte marcação do Corinthians. Sem Vavá, um de seus artilheiros, machucado, o Vovô sofreu para encontrar espaços e criar jogadas de perigo a seu outro goleador, Luiz Carlos, preso entre William e Chicão.



Com a ofensividade, os nordestinos abriram espaços para o Timão jogar nos contra-ataques. E foi aproveitando uma falta em jogada rápida pela esquerda que os paulistas abriram o placar, aos sete minutos. Eduardo Ramos cobrou pela esquerda, Herrera dividiu pelo alto com um zagueiro e a bola sobrou livre na pequena área para Dentinho fazer o quarto gol dele na Segundona, deixando o estádio em silêncio por alguns segundos.



O Corinthians, porém, não soube aproveitar a vantagem. A equipe deixou o técnico Mano Menezes desesperado no banco de reservas pelo excesso de passes errados e acabou levando o gol de empate, em falha de marcação da defesa, aos 14 minutos. Mancuso cruzou da direita nas costas do lateral-direito Denis, Luiz Carlos dominou livre e fuzilou Felipe. Festa no Castelão!


A virada quase veio, aos 21, quando Marcos Paraná arriscou rasteiro de fora da área e Felipe fez difícil defesa no canto esquerdo. Mas, sete minutos depois, a defesa corintiana voltou a bater cabeça para delírio da torcida. Elias dominou errado na área, Cleisson se antecipou a ele e foi derrubado. Luiz Carlos bateu o pênalti e fez o segundo, chegando a dez gols e assumindo a artilharia isolada.



Apesar da atuação irregular, o Corinthians ainda teve a chance de empatar, aos 33. Apagado em campo, Herrera recebeu na área, ganhou do zagueiro, mas na hora de chutar foi travado pelo goleiro Adílson e desperdiçou.



Mano mexe na equipe, e Timão consegue empate



No segundo tempo, Mano Menezes tentou corrigir as falhas pelo lado direito com a entrada de Carlos Alberto no lugar de Denis. Apesar da melhora no setor, o Timão não atendeu aos pedidos do treinador para tocar mais a bola e pouco incomodou os cearenses nos momentos iniciais.



O problema, aliás, fez o comandante paulista tirar Elias para a entrada de Acosta na tentativa de dar mais qualidade ao setor de criação. A primeira boa chance, porém, foi do Ceará, aos 19. Luiz Carlos recebeu livre na área, tentou driblar Felipe, mas o goleiro conseguiu fazer a defesa.



A resposta do Corinthians veio seis minutos mais tarde. Dentinho aproveitou rebote pela direita e tocou para trás. Na entrada da área, Herrera soltou a bomba e Adílson fez linda defesa no ângulo esquerdo. Aos 26 foi a vez de Acosta receber presente de Mancuso na pequena área e chutar fraco.



Com a zaga do Ceará batendo cabeça, o Timão aproveitou para pressionar. O empate quase veio, aos 29, depois que Herrera recebeu livre pela direita e cruzou. Caíndo, André Rancharia desviou pela linha de fundo e, por pouco, não fez contra.



Aos 36, porém, os cearenses não puderam evitar. Em nova falha do sistema defensivo, Dentinho recebeu livre na área e empurrou para o gol, chegando aos 15 na temporada e assumindo o posto de artilheiro máximo do Timão.


Ficha técnica:
CEARÁ 2 x 2 CORINTHIANS
CEARÁ
Adílson; Dedé, André Rancharia, Dezinho e Fábio Vidal; Michel (André), Mancuso (Alex Brás), Cleisson e Marcos Paraná (Vavá); Luiz Carlos e Ciel.
Técnico: Lula Pereira.
CORINTHIANS
Felipe; Denis (Carlos Alberto), Chicão, William e André Santos; Fabinho, Eduardo Ramos (Wellington Saci), Elias (Acosta) e Douglas; Dentinho e Herrera.
Técnico: Mano Menezes.
Gols: Dentinho, aos sete, e Luiz Carlos, aos 14 e aos 28 minutos (de pênalti) do primeiro tempo; Dentinho, aos 36 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Dedé, Cleisson, Michel, André, Mancuso (Ceará); Chicão (Corinthians).
Estádio: Castelão. Data: 22/07/2008.
Árbitro: Emerson Luiz Sobral (PE).
Auxiliares: Luciano José Coelho Cruz e Marco Antônio da Silva Sampaio (ambos de PE). Público: 47.308 pagantes. Renda: R$ 679.545,00


BAHIA 1X1 SÃO CAETANO
São Caetano luta, mas fica apenas no empate com o Bahia

Precisando vencer para se aproximar de vez do topo da tabela da Série B do Brasileirão, o Bahia recebeu São Caetano, que vinha em péssima fase no campeonato, com quatro derrotas seguidas. O empate por 1 a1 acabou não sendo bom para nenhum das duas equipes. O Tricolor Baiano foi aos 18 pontos em 13 partidas e Azulão agora tem 16 pontos.



O próximo desafio do Bahia é sexta-feira, às 20h30m, contra Bragantino em casa. Também na sexta, no mesmo horário, o São Caetano vai a Fortaleza enfrentar o Ceará.



Início de jogo movimentado


A equipe visitante começou melhor e logo aos seis minutos de jogo abriu o placar. Gérson recebeu a bola do lado direito do ataque do Azulão, soltou uma bomba.O goleiro Darci pulou, mas não conseguiu defender. A resposta do Bahia veio rápido. Elias recebeu cruzamento de Rafael e cabeceou a bola, que ainda bateu na defesa do Bahia antes de entrar.



Após um começo de jogo movimentado, as duas equipes começaram a se estudar mais. O Bahia tomava a iniciativa do jogo, mas pecava no último passe e o São Caetano fazia uma excelente ligação entre a defesa e o ataque e oferecia perigo ao adversário.



O destaque do ataque do São Caetano foi Vandinho, que fez excelente jogada aos 38 minutos do segundo tempo e, na corrida, ganhou de Ávine. Porém na hora de concluir, o atacante chtou do lado direito do gol de Darci.





São Caetano chega, mas não consegue a vitória



No segundo tempo a superioridade do São Caetano ficou mais evidente. Com Finazzi e Vandinho, o time paulista chegava, mas não conseguia fazer o gol. Do lado do Bahia. O estreante Marcelo Ramos não oferecia perigo a defesa adversária. Isolado no ataque, o jogador não recebia muitos passes em condição de fazer o gol.



Aos 28 minutos do segundo tempo, o lateral Ávine, tentando proteger a bola, deixou o braço em um atleta do São Caetano. O jogador, que não tinha cartão amarelo, foi expulso e o Bahia ficou com apenas dez jogadores em campo. A partir desse momento o Tricolor, que já estava mal na partida, ficou ainda pior. O São Caetano procurava a vitória com bolas cruzadas na área, mas Bahia, com quase todos os jogadores na defesa, conseguiu segurar o empate.


PONTE PRETA 2X0 VILA NOVA
Ponte vence a quarta seguida, mas não chega ao G-4 da Série B


A Ponte Preta derrotou o Vila Nova por 2 a 0, nesta terça-feira, em Campinas, e conquistou a quarta vitória consecutiva na Série B do Brasileirão. Com o resultado, a Macaca chegou a 22 pontos, mas segue fora do G-4, na quinta posição. O time de Túlio Maravilha, que não perdia há seis jogos, continua com 19. Os gols foram de Wanderley e Gum. Na próxima rodada, a Ponte recebe o Avaí, e o Vila encara o Gama, fora de casa.



O jogo


Os times fizeram um primeiro tempo movimentado, com boas chances para os dois lados. Túlio Maravilha, que saiu de campo em branco, teve grande oportunidade de marcar aos 25 da etapa inicial. Porém, o domínio foi da Macaca, que pressionou o adversário diante de sua torcida desde o início.

Porém, os gols só saíram no segundo tempo. Wanderley marcou logo aos 6. O segundo tento saiu dos pés de Renato, o craque do time. Ele lançou para Gum, que definiu o jogo, aos 25.


CRICIÚMA 3X1 BRASILIENSE
Criciúma vira e faz 3 a 1 no Brasiliense

O Criciúma virou o jogo e venceu o Brasiliense por 3 a 1 pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, nesta terça-feira, em Criciúma. Com a vitória o Tigre chegou aos 17 pontos termina a rodada na 11ª posição na tabela. O Brasiliense continuou com os 11 pontos e acaba a rodada na penúltima colocação.

O Brasiliense abriu o placar aos 18 minutos do primeiro tempo com Athirson. No segundo tempo o Tigre virou a partida com gols de Júnior Baiano contra, aos 14 minutos, Acerola ampliou aos 17 e Luciano Bebê fechou o placar aos 34 minutos.

Na próxima rodada o Criciúma enfrenta o Barueri no sábado, às 20h30m, no Heriberto Hülse. O Brasiliense enfrenta o ABC, também no sábado, em Natal.


GAMA 2X0 JUVENTUDE
Gama mostra eficiência na vitória sobre o Juventude

O Gama venceu o Juventude por 2 a 0 nesta terça-feira, no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Com o resultado, o time do capital federal foi a 13 pontos em 13 jogos na Série B. Com o mesmo número de partidas, o Juventude permaneceu com 24 pontos no campeonato. Os gols da partida foram marcados por Alisson, aos 27 minutos do primeiro tempo e por Maia, aos 21 minutos da etapa complementar.


A próxima partida do Juventude será na sexta-feira, às 20h30m, contra o Santo André na casa do adversário. Já o Gama recebe o Vila Nova no sábado, às 16h10m, no Mané Garrincha.



O jogo


O Gama mereceu a vitória, pois jogou melhor durante quase a partida. Com um meio-de-campo veloz, o time chegava bem ao ataque. Já o Juventude só conseguia chegar perto do gol nas falhas da defesa adversária. Aos 27 minutos, a Alisson recebeu um excelente e tocou no canto direito do gol do Gama.



O segundo gol do Gama foi em um lance parecido com o primeiro. Maia recebeu lançamento em condição legal e bateu em cima do goleiro Michel. A bola sobrou para o mesmo Maia, que marcou encerrou o placar.O destaque da partida foi o goleiro Donizete, do Gama. Em pelo menos quatro oportunidades ele impediu o gol dos gaúchos.



ABC 0X0 BRAGANTINO
ABC e Bragantino não saem do zero

ABC-RN e Bragantino empataram sem gols na noite desta terça-feira, no Frasqueirão, em Natal, pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Apesar da ausência de gols, o confronto foi relativamente movimentado. Os donos da casa deixaram a desejar no que diz respeito à finalização, enquanto aos visitantes faltou um pouco mais de ousadia.

Com o resultado, a equipe potiguar chegou aos 19 pontos e à oitava colocação na tabela - quatro a menos do que o Barueri, último no pelotão dos quatro primeiros colocados, que ao fim da competição garantem o acesso para a Série A do Brasileiro. O time paulista, por sua vez, ocupa a 14ª posição, com 16 pontos.

O primeiro tempo foi equilibrado e com boas chances para ambos. O ABC-RN, empurrado pela torcida, teve maior posse de bola e fluxo de jogo, mas o Bragantino criou as oportunidades mais claras, sempre na base do contra-ataque.

Os paulistas voltaram para a etapa complementar mais motivados e, logo aos cinco minutos, Éder arriscou de fora da área e a bola explodiu no travessão, sendo esta a melhor chance do jogo até então.

Mas o cansaço fez com que o ritmo da partida fosse caindo gradativamente. O Braga passou a ver o empate sem gols com bons olhos, enquanto o ABC-RN ainda ensaiou uma pressão já no fim da segunda etapa. Pesaram, porém, a má pontaria e a boa atuação do goleiro adversário, Gilvan.

domingo, 20 de julho de 2008

13 Rodada:Série A

SANTOS 1X0 SPORT
No primeiro triunfo de Cuca, Peixe bate o Sport e larga a lanterna do Brasileiro


Na "reestréia" de Cuca, o Santos conseguiu quebrar o jejum de dez jogos sem vencer na tarde deste domingo, ao bater o Sport por 1 a 0, na Vila Belmiro, pelo Brasileiro. Mesmo após a primeira vitória do treinador, o Peixe segue na zona de rebaixamento, em 19º com 11 pontos, e entregou a lanterna para o Ipatinga, que tem 10. Já o campeão da Copa do Brasil teve um gol anulado em lance polêmico e bem que tentou acabar com a alegria do anfitrião, mas não acertou o pé. Com o resultado, segue com 15 pontos, na 14ª colocação. Na próxima rodada, o Peixe encara o clássico com o Palmeiras, nesta quinta-feira, no Palestra Itália, e o Sport recebe o Atlético-PR no mesmo dia.



Recomeço para Cuca, gol anulado e pênalti



Antes de a bola rolar, o técnico Cuca mostrava otimismo. Ele havia colocado o cargo à disposição após a derrota para o Figueirense por 3 a 0. Mas o presidente Marcelo Teixeira não aceitou. Em oito partidas, o treinador ainda não havia vencido no comando do Peixe.



- Hoje (domingo) é a minha 'estréia', e com o pé direito - resumiu Cuca antes do jogo.



O Sport de Nelsinho Baptista não queria saber das pretensões do técnico santista. Logo aos oito, Carlinhos Bala carimbou a trave de Felipe, e Roger, que iniciou a jogada, não conseguiu pegar a sobra. O troco santista veio aos 15, com uma cobrança de falta de Fabão, que desviou e acertou o travessão, desta vez de Magrão.



O maior susto da torcida da casa foi aos 23 minutos, quando o Sport armou o contra-ataque com Sandro Goiano. Ele lançou para Roger, que deixou Carlinhos Bala na cara do gol. O atacante finalizou, e o zagueiro Marcelo salvou o Peixe em cima da linha.





Aos 26, o desespero foi da torcida pernambucana, mas não por uma ameaça santista, e sim pelo gol anulado de Roger, em um lance polêmico e complicado. A arbitragem entendeu que o atacante estava impedido quando recebeu o cruzamento na área. Ele cabeceou, Felipe espalmou e a bola sobrou novamente para Roger, que finalizou. Mas não valeu nada.



O anfitrião mostrava muita disposição, mas não se encontrava em campo. O time foi encaixar uma boa jogada aos 36, em uma descida de Kléber Pereira pela esquerda. Ele chutou e Magrão fez a defesa.



Mesmo sem conseguir exibir o bom futebol que a torcida esperava, o Peixe teve um pênalti a seu favor: Molina foi derrubado por César. Kléber Pereira cobrou mal, e Magrão espalmou, mas o atacante santista pegou o rebote de cabeça e marcou o gol, aos 43. Ao fim do primeiro tempo, o time do Santos fez uma corrente no campo e recebeu aplausos da torcida.



Visitante tenta estragar a festa santista


No segundo tempo, muita determinação dos dois lados. O Sport seguia apostando nos contra-ataques, e o Peixe tentava o segundo gol, se expondo mais. Aos cinco minutos, Molina cobrou uma falta pela direita. A bola quicou na pequena área e tocou a trave de Magrão. No lance, Marcelo atropelou Sandro Goiano, que chegou a desmaiar e precisou ser substituído por Junior Maranhão. Mas passa bem.



O Sport adiantou a marcação, na tentativa de segurar o ímpeto do Santos. Mas o dono da casa passou a criar mais e buscar o segundo gol com insistência. Aos 21, Cuevas sofreu falta quase na linha da área, e Molina cobrou para fora.



Nelsinho Baptista ainda tentou o empate, ao abrir mão do 3-5-2 e tirar o zagueiro César para a entrada do meia Luciano Henrique. Carlinhos Bala teve boa chance aos 30, mas o chute foi defendido por Felipe. O Peixe se fechou nos minutos finais e esperou o apito para comemorar a vitória. Os quase 14 mil torcedores que estiveram na Vila, aproveitando uma promoção de ingressos, ensaiaram até gritos de "olé" e saíram do estádio aliviados com o resultado.





Ficha técnica:
SANTOS 1 x 0 SPORT
SANTOS
Felipe, Marcelo, Fabão e Fabiano Eller; Apodi (Fabiano), Adriano, Kleber, Molina e Michael (Dionísio); Nelson Cuevas (Maikon Leite) e Kléber Pereira.
Técnico: Cuca.
SPORT
Magrão; Gabriel, Igor e César (Luciano Henrique); Diogo, Daniel Paulista, Sandro Goiano (Junior Maranhão), Fumagalli e Dutra; Carlinhos Bala e Roger (Enílton).
Técnico: N. Baptista.
Gols: kléber Pereira, aos 43 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Fabiano Eller, Michael (Santos); Diogo, Daniel Paulista, Igor, César, Fumagalli (Sport).
Estádio: Vila Belmiro. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Luiz Alberto Sardinha Bites (GO).
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Cláudio José de Oliveira Soares (RJ).
Público: 13.918 pagantes


ATLÉTICO-PR 3X1 VASCO
Furacão derruba o Vasco na Arena


O Atlético-PR derrotou o Vasco, na tarde deste sábado, na Arena da Baixada, por 3 a 1, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gols do time paranaense foram marcado por Joãozinho, aos 18 minutos da primeira etapa, Márcio Azevedo, aos 5 do segundo tempo, e Anderson Aquino, aos 48. Alan Kardec, aos 26 da etapa final, fez o gol de honra do time carioca.



Com a vitória, o Furacão, que atuou com uma camisa com listras horizontais vermelhas e brancas, em homenagem ao FC Dallas, dos Estados Unidos, seu parceiro institucional, chegou aos 16 pontos, e pulou para a 11ª posição, ultrapassando o Vasco, que permaneceu com 15, agora em 12º lugar. Na próxima rodada, quarta-feira, o Vasco da Gama enfrenta o rival Fluminense, às 21h45m, no Maracanã. Já o Atlético-PR vai a Recife, no dia seguinte, enfrentar o Sport, às 20h30m, na Ilha do Retiro.





Primeiro tempo



O primeiro tempo começou com as duas equipes se estudando, sem muitas jogadas de ataque, com o jogo concentrado no meio. Tanto que a primeira boa chance surgiu apenas aos 14 minutos, num chute de pé direito de Abubakar que Gallato segurou firme. O Atlético respondeu três minutos depois: Julio dos Santos recebeu lançamento da direita, matou no peito e chutou com perigo, mas a bola saiu à direita de Tiago.

O golpe assustou o Vasco e levou o Atlético ao ataque, que marcou no minuto seguinte. Nei fez bela inversão de bola para o lado esquerdo, e Márcio Azevedo, atento, dominou e cruzou para a área. O atacante Joãozinho, ex-Cruzeiro e Fluminense, se antecipou à zaga e mandou para o fundo da rede, abrindo o placar para o Furacão.



Aos 28, o Atlético quase ampliou numa cabeçada de Rhodolfo, que Tiago teve de se esticar todo para mandar à escanteio. Na cobrança, a zaga vascaína afastou o perigo e o técnico Antônio Lopes aproveitou para colocar Alex Teixeira no lugar de Matheus.

A mudança não surtiu efeito e o Furacão teve outras boas chances para ampliar, ainda na primeira etapa. Aos 32, Leandro Amaral salvou, em cima da linha, o que seria um gol olímpico de Nei. Aos 37 , Julio dos Santos chutou, a bola bateu no braço esquerdo de Eduardo Luiz e saiu pela linha de fundo, gerando protestos dos atleticanos, que queriam a marcação de pênalti.





Segundo tempo





O Vasco voltou para o segundo tempo com Morais no lugar de Jean, mas quem se deu bem foi o Atlético, que ampliou logo aos 5 minutos, após boa jogada de Ferreira pela direita, que cruzou na medida para Márcio Azevedo. Com calma e categoria, o lateral dominou no peito, dentro da área vascaína, e tocou na saída do goleiro Tiago.


Dois minutos depois, Alan Bahia deu belo passe para Joãozinho, que perdeu a chance de ampliar, cara a cara com Tiago. No rebote, Alan Bahia tentou o chute, mas Jonilson salvou novamente o Vasco.



O time carioca reagiu aos 26 minutos. O lateral Wagner Diniz recebeu passe primoroso de Leandro Amaral, foi à linha de fundo e cruzou rasteiro para Alan Kardec, que dominou, limpou o marcador e chutou no canto de Gallato.





Leandro Amaral perde pênalti no fim







Com o gol, o Vasco partiu com tudo para cima do Furacão e passou a dominar as ações na Arena. De tanto pressionar, aos 36 minutos, Wagner Diniz foi derrubado por Márcio Azevedo, dentro da área, e o árbitro, acertadamente, marcou pênalti. Mas, na cobrança, Gallato pulou no canto direito e defendeu a cobrança de Leandro Amaral.

O revés não abateu os vascaínos, que buscaram a todo momento o empate, mas a empolgação fez o time se descuidar na defesa e, nos acréscimos, Anderson Aquino acabou fechando o caixão vascaíno chutando no canto esquerdo de Tiago, que nada pôde fazer.





Ficha técnica:
ATLÉTICO-PR 3 x 1 VASCO
ATLÉTICO-PR
Gallato, Danilo, Antônio Carlos, Rhodolfo (Chico) e Nei; Valencia, Alan Bahia, Julio dos Santos (Anderson Aquino), Marcio Azevedo (Douglas), Joãozinho e Ferreira
Técnico: Roberto Fernandes
VASCO
Tiago, Rodrigo Antônio, Eduardo Luiz, Luizão e Wágner Diniz; Jonílson, Pablo, Matheus (Alex Teixeira) e Jean (Morais); Leandro Amaral e Abubakar (Alan Kardec)
Técnico: A. Lopes
Gols: Joãozinho, aos 18 do primeiro tempo; Márcio Azevedo, aos 5 do segundo tempo, Alan Karcec, aos 26, e Anderson Aquino, aos 48.
Cartões amarelos: Nei, Valencia, Alan Bahia, Leandro Amaral, Rodrigo Antônio
Estádio: Arena da Baixada. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Wallace Nascimento Valente (ES).
Auxiliares: Gelson Pimentel Rodrigues (ES) e Eremilson Xavier Macedo (DF).


NÁUTICO 1X1 INTERNACIONAL
Náutico e Inter ficam iguais nos Aflitos com dois gols irregulares


Com dois gols irregulares, Internacional e Náutico empataram por 1 a 1 na tarde deste domingo, nos Aflitos, pela 13ª rodada do Brasileirão. Foi a estréia do técnico Pintado no comando do Timbu. O volante Radamés abriu cobrando um pênalti que não existiu. E o atacante Nilmar, em posição irregular, empatou aos 41 do segundo tempo



O resultado faz a equipe pernambucana somar 18 pontos. O Colorado continua sem vencer fora de casa, agora com 19 pontos, se afastando mais ainda da zona de classificação à Libertadores.



As duas equipes voltam a entrar em campo nesta quarta-feira. O Náutico visita o Vitória, em Salvador, e o Inter recebe o São Paulo, no Beira-Rio.





Primeiro tempo movimentado

No primeiro lance de perigo da equipe colorada, o lateral Marcão invadiu a área, mas se jogou ao passar por Vágner Silva. O árbitro Rodrigo Cintra entendeu que houve simulação e deu amarelo ao jogador. O Timbu respondeu com o atacante Gilmar partindo em contra-ataque, mas o goleiro Renan fez ótima defesa. O arqueiro voltou a trabalhar na cobrança do escanteio, evitando um gol olímpico. Logo depois, em disparada, Nilmar partiu em direção ao gol, mas Eduardo fechou o ângulo nos pés do camisa 9 do Inter.



O jogo ganhou em volume, com as duas equipes se arriscando mais. Aos 21, Taison chutou da grande área, e Eduardo botou para escanteio. Na cobrança, Magrão desviou para Nilmar escorar no segundo pau: o goleiro alvirrubro defendeu à queima-roupa. O lateral Piauí quase coroou sua estréia no Timbu com uma bola que explodiu no travessão, após chute de longe.


Gilmar voltou a oferecer perigo ao Inter ao receber um passe açucarado e bater cruzado na rede pelo lado de fora. Mas gol perdido mesmo foi o de Nilmar aos 37. O atacante colorado dominou mal, mas se recuperou e, mesmo tendo o gol aberto à sua frente, concluiu para fora. Logo depois, outro lance polêmico. Em um chute de Gilmar, a bola explodiu no braço de Marcão, mas o árbitro interpretou como não-intencional. Magrão ainda levou perigo em uma falta, mas o goleiro do Náutico defendeu de novo.



Roupas diferentes



Os dois times voltaram com uma grande diferença na etapa final: por causa da semelhança entre o primeiro uniforme do anfitrião e a camisa branca do visitante, o Náutico retornou todo do branco, e o Inter, de vermelho. Mas a disposição era a mesma do primeiro tempo. Aos cinco minutos, Paulo Santos levou perigo à meta colorada, com um chute prensado, que quase surpreendeu Renan. E Piauí, aos 12, bateu cruzado à esquerda do poste colorado.



Aos 13, Ticão recebeu livre de Gilmar e se jogou no chão no meia da zaga colorada. Desta vez, Rodrigo Cintra viu pênalti e apitou. Radamés bateu com categoria e marcou. Na arquibancada, a modelo e atriz Viviane Araújo, namorada do atleta, aprovou. Aos 20, o atacante Gabriel, um dos melhores do jogo, fez um salseiro pela direita e cruzou, mas o ataque do Timbu não soube aproveitar.



Procupado com a possível quinta derrota como visitante, o Inter partiu para cima tentando ao menos um empate. Mas faltava acertar o passe. Aos 26, Andrezinho, aue acabara de entrar na vaga de Taison, bateu mal para fora. E Magrão chutou prensado, logo depois, para Eduardo pegar.



Aos 41, em jogada chorada do ataque gaúcho, Andrezinho cruzou para Guto, que tentou econbrir Eduardo acertando o travessão. No rebote, Nilmar, impedido, tocou para o gol vazio, empatando o jogo e garantindo o ponto suado para o Inter.




Ficha técnica:
NÁUTICO 1 x 1 INTERNACIONAL
NÁUTICO
Eduardo; Everaldo, Negrete e Vagner Silva , Radamés, Ticão, Paulo Santos, Alceu e Piauí (Luizão); Felipe (Anderson) e Gilmar.
Técnico: Pintado.
INTERNACIONAL
Renan, Jonas (Ângelo), Índio, Danny Morais e Marcão; Maycon (Guto), Guiñazu, Magrão e Taison (Andrezinho); Walter e Nilmar.
Técnico: Tite.
Gols: Radamés, aos 15, e Nilmar, aso 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Piauí, Vágner Silva e Everaldo (Náutico); Marcão, Magrão, Danny Morais e Guto (Internacional).
Estádio: Aflitos, no Recife (PE). Data: 20/07/2008.
Árbitro: Rodrigo Martins Cintra (SP).
Auxiliares: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (BA) e Renilson Nunes Freire (SE).


GOIÁS 3X2 PALMEIRAS
No Dia do Amigo, Goiás aproveita a camaradagem do Palmeiras e vence


Em pleno Dia do Amigo, neste domingo, 20 de julho, os jogadores do Palmeiras foram bem camaradas com os atletas do Goiás. Com três falhas, duas em jogadas aéreas e uma com Diego Souza perdendo a bola para Romerito, o Esmeraldino venceu o Alviverde paulista por 3 a 2, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, pelo Campeonato Brasileiro. No primeiro tempo, Alex Terra e Paulo Henrique fizeram os gols do time da casa. Alex Mineiro e Jeci deixaram tudo igual. Mas, na etapa final, a equipe goiana chegou ao terceiro gol com Alex Terra.


Com 14 pontos, o Goiás não conseguiu largar a zona do rebaixamento. A vitória do Atlético-MG por 3 a 2 em cima do Coritiba, no Mineirão, deixou o Esmeraldino na 17º colocação, uma acima do Fluminense, que voltou a ficar entre os quatro últimos colocados.



Já a derroba fez o Palmeiras desabar na tabela de classificação e sair outra vez do G-4. Com 21 pontos, o Verdão caiu para a sexta colocação.



Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, a 14ª, o Goiás enfrenta o Cruzeiro, quarta-feira, às 19h30m, no Mineirão. Já o Palmeiras disputa o clássico contra o Santos, quinta-feira, às 20h30m, no Palestra Itália.



Jogo emocionante



O jogo começou muito estudado, com as duas equipes marcando forte e criando pouco. Mas, logo em sua primeira investida no ataque, o Goiás abriu o placar. Aos 11 minutos, Júlio César cruzou na medida e o baixinho Alex Terra aproveitou a falha da zaga palmeirense e, livre de marcação, cabeceou para o fundo da rede.



O Palmeiras respondeu aos 16, com cruzamento de Fabinho Capixaba, que Alex Mineiro, de cabeça, exigiu boa defesa de Harlei. Mas, aos 21, em cobrança de falta de Júlio César, a bola foi alçada na área novamente, os zagueiros não marcaram, Marcos saiu em falso do gol, e o zagueiro Paulo Henrique, livre de marcação, de cabeça, fez 2 a 0.




O técnico Vanderlei Luxemburgo percebeu a apatia do Palmeiras e mexeu na equipe aos 33 minutos do primeiro tempo. Ele sacou o volante Sandro Silva, que já tinha recebido o cartão amarelo e não estava marcando bem, e colocou o meia Evandro, que jogava no Goiás no início do Brasileiro.



Com Valdivia bem marcado por Ramalho, mas com Diego Souza, Leo Lima e Evandro criando boas jogadas no meio-campo, o Palmeiras se lançou para o ataque. O Verdão cresceu em campo, passou a tocar a bola e a chegar com perigo pelos lados do campo.



A pressão do Palmeiras surtiu efeito aos 42 minutos. Em bela jogada de Leo Lima, que percebeu a movimentação ofensiva e fez um lançamento milimétrico para Alex Mineiro. O atacante ajeitou com estilo e, da entrada da área, acertou um belo chute, sem chance de defesa para Harlei.



O Goiás sentiu o gol de Alex Mineiro e tentou se fechar na defesa,

recuando muito, principalmente com os jogadores do meio-campo, para tentar terminar o primeiro tempo em vantagem no placar.



Mas, na base do tudo ou nada, o Palmeiras partiu para o tudo ou nada. E na bola parada a equipe chegou ao empate, também em jogada aérea. Aos 46, Leo Lima cobrou falta na medida, Jeci se antecipou e, de cabeça, deixou tudo igual: 2 x 2.


Segundo tempo

O jogo ficou aberto no segundo tempo. O Palmeiras começou melhor e Alex Mineiro, aos sete minutos, exigiu ótima defesa de Harlei. Aos 12, após falha de Leandro, Júnior César chutou da entrada da área e o próprio Leandro evitou o gol do Goiás.



Mas, em nova falha do Palmeiras, o Goiás chegou ao terceiro gol. Aos 15 minutos, Diego Souza perdeu a bola para Romerito, que se lançou ao ataque e cruzou na medida para Alex Terra, livre de marcação, completou para o fundo da rede.



Inconformado com as falhas individuais do Palmeiras, Luxemburgo mexeu no time outra vez. Primeiro, ele tirou Evandro para mandar a campo Maicosuel. Em seguida, o atacante Kléber foi expulso, pela terceira vez no Brasileiro, por acertar um pontapé em Rafael Marques. Depois, o treinador mandou o apagado Valdivia ceder a vaga para Denílson.



Com um a mais em campo, o Goiás tomou conta do jogo. Marcos fez três ótimas defesas em dois chutes de Alex Terra e um de Vitor. O Palmeiras ainda teve uma boa chance para empatar, com Denílson, mas, ao invés de finalizar, o atacante tentou driblar e perdeu a bola. Melhor em campo, o Esmeraldino venceu o jogo por merecimento. Denílson ainda foi expulso após o encerramento da partida.



Ficha técnica:
GOIÁS 3 x 2 PALMEIRAS
GOIÁS
Harlei; Paulo Henrique (Rafael Marques), Henrique e Ernando; Vitor, Ramalho, Fernando, Romerito e Júlio César; Iarley (Adriano Gabiru) e Alex Terra (Fábio Bahia).
Técnico: Hélio dos Anjos.
PALMEIRAS
Marcos, Fabinho Capixaba, Jeci, Gladstone e Leandro; Sandro Silva (Evandro, depois Maicosuel), Leo Lima, Diego Souza e Valdivia (Denílson); Kléber e Alex Mineiro.
Técnico: V. Luxemburgo.
Gols: Alex Terra, aos 11, e Paulo Henrique, aos 21, Alex Mineiro, aos 42, e Jeci, aos 46 minutos do primeiro tempo. Alex Terra, aos 15 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Alex Terra, Ernando e Ramalho (Goiás); Valdivia, Leo Lima e Sandro Silva (Palmeiras).
Cartões vermelhos: Kléber e Denílson (Palmeiras).
Renda: não divulgada - Público: não divulgado
Estádio: Serra Dourada. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Alício Pena Júnior (MG).
Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Helberth Costa Andrade (MG).


SÃO PAULO 2X1 BOTAFOGO
Com um gol no final do jogo, São Paulo vence o Botafogo e se aproxima do G-4


Foi no sufoco. Mas com um gol salvador de Dagoberto, o São Paulo conseguiu bater o Botafogo por 2 a 1 na noite deste domingo, no Morumbi, e ficar mais próximo do grupo dos quatro melhores do Campeonato Brasileiro.


Depois de ver Rogério Ceni marcar de pênalti e Carlos Alberto empatar, o Tricolor conseguiu chegar à vitória com um gol de cabeça de Dagoberto. Mas com a derrota do Flamengo para o Vitória por 1 a 0, o Tricolor perdeu a chance de alcançar o G-4. Agora, o São Paulo tem 23 pontos e ocupa a quinta posição.



O Botafogo perdeu uma posição e caiu para o 13º lugar, com 15 pontos, e fica perigosamente a apenas um ponto do primeiro colocado da zona do rebaixamento: o Goiás, que soma 14.



Na próxima rodada, o São Paulo enfrenta o Internacional, na quarta-feira, em Porto Alegre. Já o Botafogo recebe o Atlético Mineiro, no mesmo dia, no Engenhão.



Tricolor na frente com Rogério Ceni

Mesmo tendo a opção de poder escalar o atacante Aloísio, suspenso na partida passada, o técnico Muricy Ramalho preferiu apostar novamente na dupla Dagoberto e Éder Luis, pois os atacante foram bem na partida contra o Vitória, vencida por 3 a 1 pelo Tricolor.

Mas quem teve a oportunidade de abrir o marcador foi o volante Zé Luis. Por duas vezes o camisa 23 esteve perto de anotar pelo Tricolor, sendo que em uma delas a bola bateu no travessão de Castillo.



Até a metade do primeiro tempo o São Paulo era só pressão. Mas com o passar dos minutos o time foi relaxando a marcação, dando chances para as investidas do Botafogo.



Com a dupla Jorge Henrique e Wellington Paulista, que era dúvida até o início do jogo por estar com uma forte enxaqueca, o time de Ney Franco igualou o duelo nas chances perdidas.


Zé Carlos pôde marcar o seu, mas na jogada trabalha com Túlio, o atacante acabou chutando para fora.



Passando a jogar mais nos contragolpes, o São Paulo chegou ao gol aos 34 minutos. Mostrando visão de jogo, Hugo faz um belo passe para Alex Cazumba, que é derrubado por Castillo: pênalti. Na batida, Rogério Ceni coloca o time da casa na frente, fazendo 1 a 0.



O gol foi apenas o segundo do goleiro-artilheiro neste ano - no Campeonato Paulista ele também marcou de pênalti, contra o Juventus. Agora, o camisa 1 do Tricolor tem 80 gols marcados na carreira (46 em cobranças de falta e 34 de pênalti).



Carlos Alberto empata, mas Dago decreta vitória

O Botafogo voltou para a segunda etapa dispoto a empatar a partida. Zé Carlos foi o primeiro a arriscar contra a meta de Rogério Ceni, mas a bola acabou se perdendo por cima da meta do Tricolor.



Depois, Lúcio Flávio protagonizou um belo lance no Morumbi. Em um contra-ataque rápido do Alvinegro, o meia tentou encobrir o goleiro são-paulino, mas o zagueiro Alex Silva consegue cortar de cabeça, evitando o gol de empate.



Aproveitando principalmente a marcação frágil do lado direito do time da casa, o Botafogo encontrou suas chances mais claras no apoio de Zé Carlos ao ataque.



Para fortalecer a defesa, Muricy tirou Alex Cazumba e promoveu a entrada de Juninho, ex-Botafogo, passando Jorge Wagner para a ala esquerda.



Carlos Alberto também foi outro que enfrentou sua ex-equipe. Mas na sua tentativa de deixar uma marca na última casa antes de seguir para o Botafogo, o meia esbarrou nas mãos do goleiro Rogério Ceni.



E de tanto insistir, o Botafogo conseguiu chegar ao gol de empate. Em um chute de longa distância, Carlos Alberto pegou bem na bola e ainda contou com um desvio em Alex Silva para fazer 1 a 1 no Morumbi.



O gol de empate despertou o São Paulo no Morumbi. Já no desespero, o time de Muricy pressionou e acabou chegando ao segundo gol nos minutos finais. Em cruzamento de Jorge Wagner, Dagoberto levou a melhor sobre a zaga carioca e decretou o 2 a 1.





Ficha técnica:
SÃO PAULO 2x1 BOTAFOGO
SÃO PAULO
Rogério Ceni; André Dias, Alex Silva e Zé Luis; Éder, Hernanes, Jorge Wagner, Hugo e Alex Cazumba (Juninho); Dagoberto (Jean) e Éder Luis (Aloísio).
Técnico: M. Ramalho.
BOTAFOGO
Castillo;Renato Silva, André Luis e Triguinho, Thiaguinho Túlio (Carlos Alberto), Diguinho, Lúcio Flávio (Gil) e Zé Carlos (Lucas Silva); Jorge Henrique e Wellington Paulista.
Técnico: Ney Franco.
Gols: Rogério Ceni, aos 34min do primeiro tempo. Carlos Alberto, aos 32min e Dagoberto, 43min do segundo tempo.
Cartões amarelos: Castillo (Botafogo), André Dias (São Paulo).
Estádio: Morumbi. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden.
Auxiliares: Carlos Berkenbrock e Claudemir Maffessoni.


FLAMENGO 0X1 VITÓRIA
Vitória surpreende o líder Fla dentro do Maracanã

Mesmo com a pressão de mais de 40 mil torcedores do Flamengo, o Vitória surpreendeu o líder do Campeonato Brasileiro dentro do Maracanã, neste domingo, e venceu por 1 a 0. Apesar do resultado, o Fla continua na ponta com 26 pontos, agora com apenas um de vantagem em relação ao Grêmio, segundo colocado. Com o gol de Dinei, o Rubro-Negro baiano chegou a 23 pontos e voltou ao G-4.



Na próxima rodada, quarta-feira, 23 de julho, o Fla vai até o Canindé enfrentar a Portuguesa. Já o Vitória, em casa, mede força com o Náutico.



Vitória cria as chances mais claras de gol no primeiro tempo


Quem achava que o Vitória jogaria fechado em seu campo de defesa se enganou. Apesar do maior volume de jogo do Fla, foi a equipe baiana que começou a partida criando as melhores chances de gol. Aos dez minutos, Willians foi lançado livre no ataque, o goleiro Bruno saiu em cima do adversário para fazer o corte e o jogador do Vitória caiu dentro da área. Para revolta dos visitantes, o árbitro mandou o lance seguir. Aos 13, outro susto na torcida do Flamengo. Marcou Aurélio cruzou da direita para Dinei, que, de cabeça, desviou rente à trave esquerda.

O Fla sentia a falta de um homem de criatividade no meio-de-campo, e pouco chegava ao gol do Vitória. Aos 18, o time da casa criou a primeira chance. Leo Moura fez boa jogada pela direita e cruzou para Tardelli, que tentou o domínio dentro da área e foi desarmado antes de fazer a finalização. Com muitos erros de passe de lado a lado, as duas equipes tinham dificuldade para penetrar na zaga adversária.

O último lance de emoção do primeiro tempo aconteceu aos 34 minutos. Erick Flores, que havia entrado no lugar de Cristian, deu um ótimo passe para Fábio Luciano, que tinha ido para a área tentar o cabeceio. O capitão cortou para o meio e mandou uma bomba para o gol, mas a bola subiu demais. Na ida para o vestiário, os flamenguistas tiveram que ouvir as vaias da torcida na saída do gramado.



Fla volta melhor, mas é o Vitória que marca



Na volta para o segundo tempo, o Flamengo mostrou logo no início que estava com mais disposição de abrir o placar. Logo no primeiro minuto, Leo Moura tocou para Éder dentro da área, e o atacante chutou cruzado. Diego Tardelli desviou a bola para dentro e fez o gol, mas o árbitro anulou ao confiar na sinalização da assistente Márcia Bezerra, que deu impedimento. Dois minutos depois, Tardelli foi lançado e invadiu a área na velocidade e chutou cruzado. Viáfara defendeu e impediu que Ibson pegasse o rebote.

A pressão do Fla, no entanto, levou um banho de água fria. Aos nove minutos, Dinei foi lançado dentro da área pela direita e chutou cruzado. Bruno se esticou mas não chegou na bola: 1 a 0. Com a vantagem no placar, o time baiano se fechou no campo de defesa e o Flamengo se lançou ao ataque. Aos 25, a equipe carioca quase chegou ao empate. Leo Moura cruzou da direita, Viáfara falhou e Obina quase alcançou a bola. A zaga afastou o perigo.



A resposta do Vitória veio aos 29, em um lance de bola parada. Após o cruzamento na área, Willians subiu mais do que a defesa e mandou de cabeça rente à trave de Bruno. Aos 45, Obina ainda perdeu uma grande chance ao chutar torto, na direção da lateral direita.



Ficha técnica:
FLAMENGO 0 x 1 VITÓRIA
FLAMENGO
Bruno, Leo Moura, Fábio Luciano, Dininho e Egídio; Jailton, Cristian (Cristian), Jônatas (Obina) e Ibson; DiegoTardelli e Souza (Éder).
Técnico: Caio Júnior.
VITÓRIA
Viáfara, Marco Aurélio, Thiago Gomes, Anderson Martins e Daniel; Marco Antônio, Renan, Ramon (Ricardinho) e Willians (Jackson); Dinei e Marquinhos (Wallace).
Técnico: Vágner Mancini.
Gols: Dinei, aos nove minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Anderson Martins, Thiago Gomes (VIT); Erick Flores, Dininho (FLA).
Público: 41.827 pagantes.Renda: R$ 681.802,00
Estádio: Maracanã. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO).
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos e Marcia Bezerra Caetano.


ATLÉTICO-MG 3X2 CORITIBA
Pet comanda virada do Galo sobre o Coxa

Parecia que haveria mais um domingo sombrio para o Atlético Mineiro. A torcida, antes da partida, fez protesto contra a diretoria na porta do Mineirão, e o time, em 20 minutos de jogo, já perdia a partida para o Coritiba por 2 a 0 - gols de Keirrison, de pênalti, e César Prates, contra. Mas, após a entrada do veterano meia sérvio Petkovic, tudo mudou. O jogador deu passe para um gol, de Gedeon, e marcou o outro, de pênalti, o que fez o time chegar ao empate ainda no primeiro tempo. No segundo, outro jogador que saiu do banco, o atacante Eduardo, definiu o triunfo de 3 a 2 que quebrou jejum de seis partidas sem vitória, tirou o time da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e espantou, por ora, a crise.



Agora, o Atlético Mineiro ocupa o 16º lugar, com 15 pontos ganhos. O Coxa, que vinha embalado pela vitória sobre o Flamengo, permanece com 17 pontos ganhos, e continua sem vencer fora de casa - foram três empates e quatro derrotas. Na próxima rodada, o Galo enfrenta o Botafogo no Engenhão, quarta-feira, enquanto o Coritiba recebe o Ipatinga, também na quarta.



Erros da defesa



O primeiro tempo pode ser resumido em antes e depois da entrada de Petkovic. Antes, o Atlético, que entrou em campo já com a pressão de acabar com o jejum de seis partidas sem vencer, tinha como maior novidade a volta de outro veterano, Marques, recuperado de contusão, no ataque ao lado de Castilho. Além disso, Gedeon entrava no meio-campo com a camisa 10, já que Petkovic, ausente da equipe no último jogo, ainda se recuperava de dores musculares.



A intenção era dar mais velocidade, e o time até que criou a primeira chance de gol logo aos quatro minutos, desperdiçada por Castilho ao cabecear mal na pequena área após centro de Marques. O problema é que a defesa cometeu pecados capitais que não estavam no programa. Com isso, o Coritiba marcou dois gols em 20 minutos.



O primeiro surgiu de uma bola centrada. O zagueiro Marcos agarrou outro zagueiro, Maurício, do Coxa, dentro da área. Pênalti bem marcado, que Keirrison não desperdiçou aos nove minutos - bola de um lado, goleiro para o outro.



Entre um chute e outro do Galo - Gedeon arriscava, mas mandava na mão do goleiro Vanderlei, que substituía Edson Bastos, suspenso pelo terceiro cartão amarelo -, outra falha clamorosa da defesa atleticana. Aos 18 minutos, Rubens Cardoso subiu pela esquerda e centrou na área. César Prates tentou cortar de carrinho e marcou contra, para desespero da torcida do Galo.





Pet entra, e Galo reage



Ao Coxa, com vantagem de 2 a 0 em 20 minutos, bastava se plantar bem na defesa e esperar aumentar o desespero do Galo para partir em contra-ataques. Carlinhos Paraíba ditava bem o ritmo da equipe no meio-campo. Só que o time recuou muito, e o técnico Gallo resolveu pôr Petkovic no lugar de Renan. O talento do veterano meia sérvio foi fundamental para a reação do Atlético. Um minuto depois de entrar, dominou uma bola na esquerda, levantou a cabeça e centrou na medida para Gedeon bater de primeira e diminuir o placar aos 30 minutos.



O sérvio parecia mordido. Passou a comandar a equipe, sempre saindo da meia-esquerda. De seus pés saíam as melhores jogadas. Aos 38, mandou de fora da área para boa defesa de Vanderlei, que aos 41 salvou novamente o Coxa, em chute de Sérgio Araújo. O goleiro do Coritiba selava o seu nome como destaque do primeiro tempo - e também da partida - após a defesa sensacional aos 42, em bomba de fora da área de Marques. Só que o troco chegou rápido. Aos 44, Pet entrou driblando na área até ser derrubado por Rubens Cardoso. Pênalti que o jogador cobrou com categoria, deslocando Vanderlei e empatando a partida.



- Começamos mal, mas felizmente conseguimos reagir. Agora, temos que manter o ritmo no segundo tempo - comemorou Pet, na saída do intervalo.



Expulsão



Mal começou a segunda etapa, Rubens Cardoso deu um presente para o adversário. O jogador, que já tinha cartão amarelo após ter feito pênalti em Petkovic, entrou de sola em César Prates e acabou expulso. O técnico Dorival Júnior não demorou a tirar um atacante para pôr um volante - saiu Keirrison, entrou Veiga. O técnico Gallo fez o contrário e ousou: tirou um zagueiro - Vinicius - para pôr um atacante - Eduardo.



Aos 14, o Galo quase virou a partida. Pet tocou na área para Eduardo que bateu meio prensado, e ainda encontrou o goleiro Vanderlei, que tocou com o pé para escanteio. O time desperdiçou outra chance aos 20 minutos, com Castilho.



O jogo caiu sensivelmente de ritmo, principalmente porque ao Coritiba, com um a menos em campo, era melhor tocar a bola para sair do Mineirão com o empate. O Galo, por sua vez, já dava sinais de cansaço pelo esforço para sair da desvantagem de 2 a 0. Mas Eduardo estava cheio de gás, e foi ele o autor do gol da virada, aos 27 minutos, ao receber de cabeça de Castilho.



Depois, o próprio Eduardo desperdiçou a chance de ampliar o placar. Mas o Coxa piorou sua situação ao ter Marlos expulso aos 39, ao entrar duro em Petkovic. No último minuto, Eduardo perdeu mais um gol, mas nem precisava mais. O Galo, por ora, espantou a crise.





Ficha técnica:
ATLÉTICO-MG 3 x 2 CORITIBA
ATLÉTICO-MG
Édson, Mariano, Marcos, Vinícius (Eduardo) e César Prates; Serginho, Márcio Araújo, Gedeon e Renan (Petkovic); Marques (Francis) e Castilho.
Técnico: Gallo.
CORITIBA
Vanderlei, Alex Silva (Henrique Dias), Maurício e Felipe; Ricardinho, Dirceu (Marlos), Rodrigo Mancha, Carlinhos Paraíba e Rubens Cardoso; Hugo e Keirrison (Veiga).
Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Keirrison (pênalti), aos 9; César Prates (contra), aos 18; Gedeon, aos 30; e Petkovic (pênalti), aos 45 minutos do primeiro tempo. No segundo tempo, Eduardo, aos 27.
Cartões amarelos: Marcos, Petkovic e Sérgio Araújo (Atlético-MG) e Rubens Cardoso (Coritiba).
Cartão vermelho: Rubens Cardoso e Marlos (Coritiba)
Estádio: Mineirão. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Cléber Welington Abade.
Auxiliares: Márcio Luiz Augusto (SP)e Evandro Luís Silveira (SP)

NEW PARADA ROCK

10-Rush-Tom Sawyer


9-Dragonforce-Herores of Our Time


8-Sepultura-Roots Bloody Roots



7-Red Hot Chilli Peppers-Californication


6-Nirvana-In Bloom



5-The Who-My Generation



4-Metallica-Whiplash



3-Iron Maiden-2 Minutes to Midnight



2-Guns n' Roses-Civil War



1-Led Zeppelin-Black Dog

GP da Alemanha


Hamilton dá mais um show, vence, e Nelsinho é segundo na Alemanha


Lewis Hamilton deu mais um show e venceu o GP da Alemanha, disputado neste domingo, em Hockenheim. O inglês se recuperou muito bem mesmo com um pit stop tardio, após a entrada do safety car por causa do acidente de Timo Glock. Nelsinho Piquet se aproveitou da bandeira amarela e assegurou um segundo lugar brilhante após largar em 17º.

Felipe Massa chegou na terceira posição após tentar mudar a estratégia durante a entrada do safety car. O brasileiro da Ferrari fez seu pit stop e levou vantagem em relação a Hamilton, que não parou. No entanto, o piloto da McLaren tinha um ritmo mais rápido e fez a ultrapassagem a dez voltas do fim. Hamilton tomou a posição de Nelsinho três voltas depois. O feito dos brasileiros encerrou um jejum de 13 anos sem dois pilotos do país no mesmo pódio - o último foi na Bélgica, em 1991, com Senna em primeiro e Nelson Piquet em terceiro.

Nick Heidfeld pressionou Felipe Massa no fim da corrida, mas não conseguiu a ultrapassagem. O alemão da BMW Sauber chegou na quarta posição, uma posição à frente de Heikki Kovalainen, da McLaren, e duas à frente de Kimi Raikkonen, da Ferrari. O finlandês conseguiu superar Robert Kubica a sete voltas da bandeirada e o polonês ficou em sétimo.

Sebastian Vettel, da STR, fechou a zona de pontuação em oitavo. No entanto, a revelação alemã protagonizou um lance polêmico da prova, quando dividiu a saída dos boxes com Fernando Alonso após o segundo pit stop e jogou o espanhol para fora da linha branca. O bicampeão mundial reclamou muito, mas cometeu alguns erros e chegou apenas em 11º, nove posições atrás do companheiro na equipe francesa.

A próxima etapa da temporada 2008 da Fórmula 1 será disputada no dia 3 de agosto no circuito de Hungaroring. Lewis Hamilton chegará no GP da Hungria na ponta do Mundial de Pilotos, quatro pontos à frente de Felipe Massa, o segundo. Kimi Raikkonen, que estava empatado com os dois, está agora a sete da liderança.

Safety car e McLaren quase estragam corrida de Hamilton


A corrida na Alemanha começou tranqüila, sem as tradicionais confusões nas duas primeiras curvas e no hairpin de Hockenheim. Lewis Hamilton manteve a ponta, seguido por Felipe Massa e Heikki Kovalainen. Robert Kubica, da BMW Sauber, avançou para quarto após ultrapassar Jarno Trulli e Fernando Alonso de uma vez na primeira volta. Kimi Raikkonen era o sétimo, mas recuperou o sexto lugar ao ultrapassar o espanhol na passagem seguinte.

O pelotão se afastou durante a primeira parte da corrida, antes dos pit stops. Hamilton abriu 12 segundos de vantagem para Massa, que estava seis à frente de Kovalainen. Após as paradas, o cenário continuava inalterado, até o acidente de Timo Glock, da Toyota, na 35ª volta, na última curva do circuito. A suspensão traseira esquerda do carro do alemão quebrou sozinha e ele bateu no muro.

Com isso, o safety car foi obrigado a entrar na pista para que a reta fosse limpa e o carro de Glock retirado. Por precaução, alemão foi levado a um hospital próximo ao autódromo, mas escapou ileso, apenas com algumas dores. Nelsinho Piquet, que estava em uma estratégia de apenas um pit stop, tinha acabado de sair dos boxes e foi o maior beneficiado com a bandeira amarela.

A maioria dos pilotos entrou nos boxes para fazer a parada, menos o brasileiro, Hamilton e Heidfeld. No entanto, os dois últimos ainda precisariam de mais um pit stop. Quando a direção de prova autorizou a relargada, os pilotos da McLaren e da BMW Sauber imprimiram um ritmo muito forte à corrida, para tentar abrir uma vantagem suficiente para voltar ainda na frente.

Nove voltas após a saída do safety car, Hamilton entrou para fazer seu último pit stop, 13 segundos à frente do pelotão. Ele voltou na sexta posição, atrás do companheiro Kovalainen, que cedeu a posição na volta seguinte. O inglês, então, começou a tirar um segundo por volta em relação a Nelsinho e Massa.

Hamilton alcançou Massa na 56ª volta e tentou a ultrapassagem sobre o brasileiro no hairpin. Massa tentou o troco nas curvas seguintes, mas o inglês não deu chances. Três passagens depois foi a vez de Nelsinho ser a vítima. O piloto da McLaren repetiu a receita e o ultrapassou na mesma curva.

Depois disso, o inglês abriu uma boa vantagem e Nelsinho correu tranqüilo para o segundo lugar. Mesmo pressionado por Nick Heidfeld, Massa assegurou a terceira posição, à frente do alemão.


melhor volta: Nick Heidfeld (BMW Sauber) - 1m15s987


Piloto
Ordenar

Equipe
Ordenar

Tempo
Ordenar
1 L. Hamilton (ING) McLaren 67 voltas em 1h31m20s874
2 N. Piquet (BRA) Renault a 5s586
3 F. Massa (BRA) Ferrari a 9s339
4 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber a 9s825
5 H. Kovalainen (FIN) McLaren a 12s411
6 K. Raikkonen (FIN) Ferrari a 14s483
7 R. Kubica (POL) BMW Sauber a 22s603
8 S. Vettel (ALE) STR a 33s282
9 J. Trulli (ITA) Toyota a 37s199
10 N. Rosberg (ALE) Williams a 37s658
11 F. Alonso (ESP) Renault a 38s625
12 S. Bourdais (FRA) STR a 39s111
13 D. Coulthard (ESC) RBR a 54s971
14 K. Nakajima (JAP) Williams a 1m00s002
15 A. Sutil (ALE) Force India a 1m09s488
16 G. Fisichella (ITA) Force India a 1m24s093 (punido)
17 J. Button (ING) Honda a 1 volta
18 R. Barrichello (BRA) Honda a 17 voltas/acidente
19 M. Webber (AUS) RBR a 27 voltas/motor
20 T. Glock (ALE) Toyota a 32 voltas/acidente

SPORTS HISTORY BRASIL:Ipatinga

O Ipatinga Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, com sede na cidade de Ipatinga, no estado de Minas Gerais, e que adquiriu o direito de disputar a Série A do Campeonato Brasileiro de 2008 ao conquistar o vice-campeonato da Série B no ano de 2007.

No dia 06 de abril de 2008, ao ser derrotado pelo placar de 3x2 frente ao Villa Nova, o Ipatinga cai para o módulo II do Campeonato Mineiro.


História

Devido à grande demanda de jogos em Ipatinga, de Atlético e Cruzeiro em competições nacionais e internacionais, surgiu-se a necessidade de se criar um clube profissional em Ipatinga, para representar a cidade e fazer uso do quarto maior estádio de Minas Gerais, o Ipatingão.

No início de 1998, o empresário Itair Machado, ex-atleta de Atlético e Cruzeiro, e até então patrocinador do Social F.C., clube da cidade de Coronel Fabriciano (cidade vizinha de Ipatinga no Vale do Aço), resolveu então criar o Projeto Ipatinga Futebol Clube.

Itair Machado saiu atrás de parceiros, para tirar do papel o projeto. Juntamente com Gercy Mathias, até então presidente do Novo Cruzeiro Futebol Clube (clube amador do bairro Novo Cruzeiro, em Ipatinga), e Cosme Mattos, um antigo desportista da cidade, com o apoio do Dr. Rinaldo Campos Soares (presidente do Sistema Usiminas), Dr. Ronaldo Monteiro de Souza (presidente do Usisaúde), o Sr. Francisco Carlos Chico Ferramenta Delfino (prefeito de Ipatinga), o projeto nasceu grande e ousado.

O primeiro passo foi profissionalizar o Novo Cruzeiro Futebol Clube, que até então era um clube amador da cidade. O clube foi registrado na Federação Mineira de Futebol e, no dia 21 de maio de 1998, a FMF concedeu ao Novo Cruzeiro Futebol Clube o registro de clube profissional, passando a se chamar Ipatinga Futebol Clube, o qual recebeu o nome e cores da cidade.

Destaque nacional

O Ipatinga apresentou um crescimento rápido e, já em 2005, sete anos após sua fundação, conquistava o título de Campeão Mineiro, superando os tradicionais Cruzeiro e Atlético.

Para confirmar que seu aparecimento não era efêmero, por pouco não repetiu o feito em 2006, perdendo o título para o Cruzeiro Esporte Clube, após alcançar o maior número de pontos na principal fase da disputa, o Ipatinga foi perdeu os jogos de mata-mata final, ficando com o vice-campeonato por diferença de um único gol.

A ascensão do clube voltaria a ser presenciada na Copa do Brasil de 2006. O Ipatinga chegou às semifinais da competição, depois de superar as equipes do Botafogo e do Santos, equipes que se sagraram campeãs dos seus respectivos estaduais. A equipe do Ipatinga foi eliminada pelo Flamengo, que seria o campeão.

Após o feito na Copa do Brasil, o Ipatinga fechou o ano com um terceiro lugar no Campeonato Brasileiro da Série C, subindo para a Série B.

E, já em 2007, conseguiu o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro ao conquistar o vice-campeonato da Série B.

Em 2008, no ano que marca a primeira participação do tigre na serie a do brasileirão, o time é rebaixado no campéonato mineiro após ser derrotado pelo Villa Nova por 3 x 2 em pleno Ipatingão.


Títulos
Campeonato Mineiro: 2005.


Elenco atual
Goleiros
Rodrigo Posso
Fred
Thiago Braga
Fernando
Defensores
Henrique
Léo Oliveira
Toninho
Márcio Gabriel
Beto
Marinho Donizete
Léo Silva
Patrick
Ricardo
Renato
Tiago Vieira
Edimar
Baroni
Meio-campistas
Augusto Recife
Hugo
Jackson
Rodriguinho
Marcelo Costa
Henrique
Leandro Salino
Xaves
Atacantes
Adeílson
Neto Baiano
Ricardinho
Marcelo
Marinho
William
Ely Thadeu
Técnico
Ricardo Drubscky



Semana q vem teremos a Portuguesa.