sábado, 26 de abril de 2008

Futebol Internacional

Manchetes:
Barcelona entrega título ao Real.
Inter já é "tri campeão",só um milagre tira o caneco.
Ballack consegue tirar a diferença e empata em pontos com M.U.
Werder de Diego entrega o jogo,e Bayern joga pelo título.

Italianos confirmam amistoso com o Brasil
Depois de quase doze anos, as seleções do Brasil e da Itália voltarão a se enfrentar, em um amistoso que ocorrerá em 11 de fevereiro de 2009 em Londres.

O jogo poderá acontecer no estádio de Wembley ou no Emirates, este último normalmente utilizado pelo Arsenal, informou nesta quinta-feira a Federação Italiana (FIGC).

A última vez que os dois países se enfrentaram foi em 8 de junho de 1997 em Lyon, como preparação para a Copa do Mundo da França, e que terminou em 3 a 3.

Vários antecedentes históricos envolvem os dois times, como a final da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, que o Brasil venceu nos pênaltis, ou a disputa na Espanha em 1982, quando a Itália venceu por 3 a 2.
CAMPEONATO ALEMÃO
Bayern comemora tropeço do Werder

O Bayern foi o maior beneficiado pelos resultados dos jogos deste sábado. O Werder Bremen, seu principal rival na briga pelo título do Campeonato Alemão, empatou com o Karlsruher, abrindo caminho para o time de Munique, que neste domingo vai enfrentar o Stuttgart, na Arena Alianz.

O Bayern tem 63 pontos e poderá somar 66 se vencer o Stuttgart. O Werder Bremen, depois do empate por 3 a 3 com o Karlsruher, chegou aos 54, dividindo a vice-liderança com o Schalke, que venceu o Hamburgo neste sábado por 1 a 0. Assim, o time de Munique poderá abrir 12 pontos, caso vença neste domingo, faltando quatro rodadas para o fim da competição.

Por causa da sua grande vantagem no saldo de gols (o Bayern tem 39 gols, o Werder, 22, e o Schalke, 17), a equipe de Zé Roberto e Lúcio só perderá o título em caso de catástrofe.

O Werder Bremen vacilou depois de ter virado o jogo para 2 a 1. No segundo tempo, o Karlsruher fez 3 a 2 e se manteve na frente até os 41 minutos, quando Sanogo empatou. Os demais gols do Werder foram marcados por Ozil e Diego. Freis (2) e Kapllani fizeram os gols do time da casa.

O Schalke passou pelo Hamburgo e praticamente eliminou o adversário da briga por uma vaga na Liga dos Campeões. O gol da vitória foi marcado pelo brasileiro Kuranyil.
Confira os resultados deste sábado
Bochum 1 x 1 Duisburg
Energie Cottbus 2 x 1 Hansa Rostock
Hamburger 0 x 1 Schalke
Hannover 2 x 2 Hertha
Karlsruhe 3 x 3 Werder Bremen
Nurnberg 2 x 2 Arminia Bielefeld
Sexta-feira
Eintracht Frankfurt 1 x 1 Borussia Dortmund
CAMPEONATO ESPANHOL
Barça perde e fica perto do adeus
O Barcelona está praticamente fora da briga pelo título do Campeonato Espanhol após ser derrotado pelo Deportivo neste sábado, por 2 a 0, em La Coruña. Os gols da partida foram marcados por Rodriguez e Pablo Amo.

Com o resultado, a situação do Barça ficou delicada. A equipe precisa torcer para que o Real Madrid perca neste domingo para o Athletic Bilbao, na capital, para seguir com chances. Se houver empate, apenas um milagre (matemático) poderá manter vivo o time catalão. A equipe merengue pode, inclusive, comemorar o bicampeonato neste domingo. Para isso, precisa vencer seu jogo e torcer por uma derrota do Villarreal para o Bétis, em Sevilla. Restam ainda quatro rodadas.

Apenas três jogadores (Zambrotta, Touré e Márquez ) que começaram o jogo contra o Manchester United, quarta-feira passada, foram mantidos no time pelo técnico Frank Rijkaard. O comandante priorizou a Liga dos Campeões, e os que entraram deram conta do recado, porque conseguiram segurar o La Coruña.

Mas levaram sufoco. E bola na trave também. A verdade é que o Deportivo foi melhor nos primeiros 45 minutos. Com exceção de um ou outro lance, o Barcelona pouco fez. Pelo lado direito, com Wilhelmsson, e pelo esquerdo, com Lafita, o La Coruña ameaçou.

Aos 26, a equipe da casa teve o lance mais perigoso a seu favor. Depois de uma cobrança de falta, o goleiro Pinto, do Barça, soltou a bola nos pés de Coloccini. O zagueiro argentino chutou forte para o meio da área, e Xisco desviou. A bola explodiu no travessão, antes de sair pela linha lateral.

A equipe alternativa escalada por Rijkaard conseguiu parar o ímpeto do Deportivo nos primeiros 45 minutos. Mas será que seria capaz de agüentar mais uma etapa? A resposta é não. Logo aos oito minutos, Lafita cruzou da direita, e Rodriguez, dentro da pequena área, desviou de primeira para abrir o placar.



Deco entrou mas nada pôde fazer
O Barcelona foi castigado pela sua covardia. A equipe, mesmo com a cabeça no Manchester United, deveria ter apresentado uma postura diferente. Deveria ter sido um pouco mais agressiva. Na tentativa de recuperar o tempo perdido, o técnico Rijkaard sacou o volante Touré e lançou o meia Deco. O time saiu mais para o jogo, mas deixou espaços. Em um deles, o La Coruña conseguiu a jogada que resultou no segundo gol. Lafita foi derrubado por Thuram, aos 30. Na cobrança, o zagueiro Pablo Amo, de cabeça, ampliou, acabando com as esperanças do time visitante e fazendo a festa dos seus torcedores.
Outros Resultados:
Sábado, 26/04/2008
> Murcia 0 x 0 Sevilla
CAMPEONATO FRANCES
Lyon tropeça, e Bordeaux... também!
Era a chance que o Bordeaux esperava. Jogando em casa, o Lyon, líder do Campeonato Francês, tropeçou no modesto Caen e não passou de um empate por 2 a 2. Só que, por sua vez, o próprio Bordeaux não conseguiu fazer o seu papel e ficou no 0 a 0, também em casa, com o Nice. Assim, a 35ª rodada da competição termina do mesmo jeito que começou na ponta da tabela: o Lyon mantém quatro pontos de vantagem sobre o Bordeaux: 72 a 68. O Caen foi a 47 (11º) pontos, e o Nice, a 48 (9º). Na 36ª rodada, semana que vem, o Lyon enfrenta o Nice, e o Bordeaux pega o Olympique de Marselha - ambos como visitantes.
Benzema evita vexame

O hexacampeão francês entrou em campo com Juninho Pernambucano e Fred entre os titulares. Mas foi o francês Benzema, destaque do time na temporada, que evitou um vexame no estádio Gerland. Ele abriu o placar aos 34 minutos, finalizando após ótimo lançamento do italiano Grosso. Cinco minutos depois, no entanto, o Caen empatou a partida com o argentino Eluchans, depois de ótima jogada de Gouffran. Aos 44, o time visitante virou o jogo. Compan marcou o segundo após boa troca de passes do ataque. Na ida para o vestiário, a situação ficou ainda pior para o Lyon: Grosso foi expulso por agredir Gouffran.

No segundo tempo, o técnico Alain Perrin sacou os dois brasileiros da equipe. Pôs Clerc no lugar de Juninho e Keita no de Fred. Só que mais uma vez, foi Benzema quem fez a diferença. empatando o jogo aos nove minutos, com um bonito chute. Com mais posse de bola, o Lyon pressionou até o fim, mas não conseguiu o gol da virada.
Muitas chances, nenhum gol
No jogo entre Bordeaux e Nice, o time da casa, que contou com os brasileiros Fernando e Wendel, não conseguiu furar a forte marcação adversária, apesar de atuar com um homem a mais desde os 29 minutos do primeiro tempo. Jeunechamp foi expulso após cometer falta desleal em Wendel. Apesar das finalizações 19 vezes a gol, contra oito do Nice, a má pontaria dos atacantes e a tarde inspirada do goleiro Lloris impediram que o Bordeaux somasse três pontos fundamentais na disputa pelo título.
PSG vence o Auxerre e respira: 3 a 1



O Paris Saint-Germain venceu o Auxerre por 3 a 1, no estádio Parc des Princes, pela 35ª rodada do Campeonato Francês. O resultado leva o time da capital, que briga para não ser rebaixado, a 38 pontos, faltando três rodadas para o término da competição. No primeiro tempo, o PSG, que contou com o brasileiro Ceará desde o início, ex-Inter, marcou duas vezes antes dos 15 minutos, com Pauleta aos três e Diane, aos 13. Mignot descontou para os visitantes aos 32 da etapa final, mas Diane marcou de novo aos 40 e selou o triunfo dos donos da casa.


Terminada a 35ª rodada, o PSG segue na 18ª posição, na zona de rebaixamento, mas agora com o mesmo número de pontos de Lens e Toulouse, que levam vantagem apenas no saldo de gols. Na próxima rodada, semana que vem, o time da capital faz um confronto decisivo com o Toulouse, no campo do adversário. O Lens recebe o Monaco. Com 41 pontos, o Auxerre, que também corre risco de cair, joga em casa contra o Valenciennes.



Confira os jogos da 35ª rodada do Campeonato Francês
Metz 0 x 1 Saint-Etienne
Lille 3 x 2 Toulouse
Rennes 3 x 0 Strasbourg
Le Mans 3 x 2 Lens
Sochaux 1 x 1 Lorient
CAMPEONATO INGLES
Chelsea vence e se iguala ao Manchester
Um pênalti no fim da partida salvou o Chelsea e aumentou a emoção na reta final do Campeonato Inglês. Ballack fez o gol da vitória sobre o Manchester United por 2 a 1, neste sábado, em Londres, aos 41 minutos do segundo tempo. Com o resultado, os Blues se igualaram aos Diabos Vermelhos na tabela de classificação (ambos com 81 pontos ganhos). Faltam duas rodadas para o fim da competição, e a vantagem do Manchester está no saldo de gols (53 contra 37). Se vencer os dois jogos, o time de Cristiano Ronaldo será o campeão, pois dificilmente o Chelsea conseguirá tirar a diferença de 16 gols.

Pensando no confronto contra o Barcelona, na próxima terça-feira, pela Liga dos Campeões, o técnico do Manchester United, Alex Ferguson, decidiu poupar Cristiano Ronaldo, Tevez, Evra e Scholes. Mesmo assim, os Diabos Vermelhos ofereceram resistência ao Chelsea na etapa inicial.

Os primeiros 45 minutos foram muito disputados, com as equipes se alternando no comando da partida. O Chelsea, a partir dos 37, tomou as rédeas e passou a pressionar. Empurrado pela torcida, conseguiu abrir o placar em um lindo gol de Ballack, aos 44. Drogba driblou três adversários e cruzou na cabeça do alemão. Com um leve toque, ele tirou o goleiro Van der Sar da jogada, fazendo a festa da galera em Stanford Bridge.

Durante a comemoração, os jogadores do Chelsea fizeram uma homenagem a Lampard, que perdeu a mãe nesta semana, vítima de uma forte pneumonia. Eles levantaram uma camisa no centro do gramado com o nome dela (Pat Lampard) e o número 8, utilizado pelo meia, que foi liberado pela diretoria e não disputou o clássico.



Rooney faz o gol e deixa o campo
O jogo recomeçou quente depois do intervalo. Mas uma falha do zagueiro Ricardo Carvalho, que vinha tendo boa atuação, recolocou o Manchester United na partida. O português errou passe para John Terry, e Rooney dominou a bola. O atacante invadiu a área e tocou na saída de Petr Cech, empatando em 1 a 1. No lance, o inglês sentiu dores na virilha esquerda e não comemorou o gol (mais tarde ele deixaria o gramado para a entrada de Cristiano Ronaldo).

A partida foi chegando ao fim, mas os times não desistiram de atacar. O Chelsea precisava da vitória para reduzir a vantagem dos Diabos Vermelhos na tabela. E o Manchester queria o triunfo para acabar de vez com as chances dos Blues. No abafa, o time da casa conseguiu um pênalti aos 41. Essien cruzou da linha de fundo, e o árbitro assinalou toque de mão de Carrick. Na cobrança, Ballack explodiu a galera.

O Manchester reclamou, mas não desistiu. Nos segundos finais, teve dois gols negados em cima da linha. Na primeira chance, o lateral Ashley Cole tirou para o alto. Na segunda, foi a vez de Shevchenko salvar, garantindo a vitória.
Confira os resultados deste sábado
Birmingham City 2 x 2 Liverpool
Manchester City 2 x 3 Fulham
Sunderland 3 x 2 Middlesbrough
Tottenham 1 x 1 Bolton
West Ham 2 x 2 Newcastle
Wigan Athletic 0 x 0 Reading
CAMPEONATO PORTUGUES
Luisão faz gol bonito na vitória do Benfica
Com um bonito gol de primeira do zagueiro Luisão, ex-Cruzeiro, o Benfica venceu o Belenenses por 2 a 0, na noite deste sábado, no Estádio da Luz, em Lisboa. Cardozo completou o placar da partida válida pela 28ª rodada do Campeonato Português. Com a vitória, os Encarnados ultrapassam o Sporting, que ainda joga neste domingo, e assumem a terceira posição, com 48 pontos, um a menos que o vice-líder Vitória de Guimarães, que enfrenta o já campeão Porto (69).



A partida
Apesar do placar aparantemente tranqüilo, o jogo não foi fácil para o Benfica. O goleiro Quim foi bastante exigido, principalmente no primeiro tempo, pelo ataque do Belenenses. O brasileiro Rafael Bastos, ex-Bahia, teve duas ótimas chances de marcar, mas não concluiu bem. Aos 40 minutos, depois de uma bola alçada na área do Belenenses, Luisão pegou a sobra e chutou forte, sem chances para o goleiro Julio Cesar, ex-Botafogo: 1 a 0.

O time da casa soube administrar a vantagem na segunda etapa e ficou ainda mais seguro após a falta bem cobrada pelo paraguaio Oscar Cardozo, que fechou a conta em 2 a 0, aos 19.
Confira os jogos da 28ª rodada do Campeonato Português
Sexta-feira
Sporting Braga 2 x 1 Paços de Ferreira

Grid de Largada:GP da Espanha

1 K. Raikkonen (Ferrari)
2 F. Alonso (Renault)
3 F. Massa (Ferrari)
4 R. Kubica (BMW Sauber)
5 L. Hamilton (McLaren)
6 H. Kovalainen (McLaren)
7 M. Webber (RBR)
8.J.Trulli (Toyota)
9 N. Heidfeld (BMW Sauber)
10 N. Piquet (Renault)
11 R. Barrichello (Honda)
12 K. Nakajima (Williams)
13 J. Button (Honda)
14 T. Glock (Toyota)
15 N. Rosberg (Williams)
16 S. Bourdais (STR)
17 D. Coulthard (RBR)
18 S. Vettel (STR)
19 G. Fisichella (Force India)
20 A. Sutil (Force India)
21 A. Davidson (Super Aguri)
22 T. Sato (Super Aguri)

SPORTS HISTORY:Boca Juniors

O Club Atlético Boca Juniors, ou simplesmente Boca Juniors, é o clube o mais popular do futebol argentino.

Seu mair rival: O Boca tem uma tradicionalíssima rivalidade com o River, e os jogos entre as equipes, além de serem muito disputados, atraem a atenção de muitos fãs do futebol na Argentina e no resto do mundo, clássico este conhecido como Boca x River ou "El Superclásico" . Além do River, o Boca também rivaliza com Independiente, Racing e com o San Lorenzo. Este último, por sinal, é o único time da Primera divisão argentina que tem saldo positivo no retrospecto contra o Boca, tanto que seus adeptos se ufanam dizendo que o Boca é hijo (freguês no jargão futebolístico brasileiro) do San Lorenzo.
Boca x River: "El Superclasico"
Considerado pelo jornal britânico The Observer como o maior espetáculo futebolístico do planeta, o jogo entre Boca Juniors e River Plate nunca gira em torno de si mesmo. Sempre que a Asociación del Fútbol Argentino (AFA) divulga a lista de jogos antes de cada campeonato, todos querem saber em que dias jogarão Boca e River. A rivalidade á tanta que o confronto foi denominado de "Super-clássico". O ambiente de provocações entre seus adeptos e até mesmo entre jogadores, os palpites de jornalistas e a cobertura midiática do evento não ficam nada a dever a um grande clássico do futebol europeu. Pode-se dizer que boa parte dos 35 milhões de argentinos acompanha o jogo, por rádio ou TV, e jornalistas de todo o mundo anseiam pelas credenciais cedidas pelos clubes. E os ingressos esgotam-se muitos dias antes do embate.
Os maiores ídolos
Além da exponencial figura de Carlos Bianchi, pode-se mencionar, da equipe atual, a Guillermo Barros Schelotto, Martín Palermo, Rodrigo Palacio Fernando Gago e Cata Díaz. Federico Insúa, Roberto Carlos "Pato" Abbondanzieri, Nicolás Burdisso e Carlitos Tevez são ídolos recentes que deixaram o Boca e rumaram para o futebol europeu. De outras épocas, destacam-se Gabriel Batistuta, Antonio Rattin, Hugo Gatti, Juan Román Riquelme, Blas Giunta, Silvio Marzolini, Alfredo Rojas, Navarro Montoya, entre outros. Acima de todos está a mitológica figura de Diego Armando Maradona, ídolo maior do futebol argentino e um dos grandes nomes da história do futebol mundial.
Títulos oficiais do futebol profissional
3 Copa Intercontinental: 1977, 2000, 2003
6 Copa Libertadores: 1977, 1978, 2000, 2001, 2003, 2007
1 Supercopa: 1989
2 Copa Sul americana: 2004, 2005
3 Recopa Sul americana: 1990, 2005, 2006
Nacionais
29 Campeonato Argentino de Futebol: 1919, 1920, 1923, 1924, 1926, 1930, 1931, 1934, 1935, 1940, 1943, 1944, 1954, 1962, 1964, 1965, 1969, 1970, 1976, 1981, 1991, 1992, 1998, 1999, 2000, 2003, 2005, 2006
Elenco atual
Atualizado até 12 de fevereiro de 2008.

No. Posição Jogador
1 G Mauricio Ariel Caranta
3 Z Claudio Morel
4 Z Hugo Ibarra
5 M Sebastián Battaglia
6 Z Julio César Cáceres
7 A Pablo Mouche
8 M Pablo Ledesma
9 A Martín Palermo
10 M Juan Román Riquelme
11 M Leandro Gracián
12 G Javier Hernán García
13 Z Facundo Roncaglia
14 A Rodrigo Palacio
No. Posição Jogador
15 M Álvaro González
17 A Mauro Boselli
18 Z Fabián Monzón
19 M Neri Cardozo
20 Z Jonathan Maidana
21 M Cristian Chávez
22 M Fabián Andrés Vargas
23 M Jesús Dátolo
24 M Ezequiel Benavídez
25 G Pablo Migliore
26 M Lucas Castromán
29 Z Gabriel Paletta
30 M Nicolás Osvaldo Gaitán
Ailton Segundo M
Outras informações
Atualmente, o Boca é o segundo maior vencedor de títulos internacionais oficiais em todo o mundo, com 17 títulos conquistados, atrás apenas do Milan, com 18 conquistas.
O clube é o segundo maior vencedor da Copa Libertadores da América (Copa Toyota Libertadores a partir de 1997) com seis conquistas. É superado pelo Independiente da Argentina com sete títulos.
Com 3 títulos, o Boca é o segundo maior ganhador do Mundial Interclubes, ao lado de Real Madrid, dos uruguaios Peñarol e Nacional (3 Copas Intercontinentais cada) e do brasileiro São Paulo Futebol Clube (2 Copas Intercontinentais e 1 Mundial de Clubes da FIFA). Perdeu a chance de se tornar o time com maior número de títulos dessa competição ao ser vencido na decisão do Mundial de Clubes da FIFA 2007 pelo Milan, que se tornou então o maior vencedor com 4 títulos, sendo 3 da Copa Intercontinental e 1 Mundial de Clubes da FIFA.
Depois que a temorada européia acabar nó´s vamos ter a temporada 1 do SPORTS HISTORY BRAZIL.

Vamos falar de música:Queen


Queen foi uma banda de rock integrada por Freddie Mercury (vocal), Brian May (guitarra), Roger Taylor (bateria) e John Deacon (baixo). Foi uma das mais populares bandas inglesas dos anos 1970 e 1980, sendo precursora do rock tal como hoje o conhecemos, com magníficas produções dos seus concertos e videoclipes das suas canções. Mesmo nunca tendo sido levada a sério pelos críticos, que consideravam a sua música "comercial", a banda tornou-se a das mais famosas entre o público, graças à sua mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo e carisma da sua estrela maior, o vocalista Freddie Mercury.

O início da banda remonta a 1967, quando Brian May, Tim Staffell e Roger Taylor formaram o trio Smile, no Imperial College em Londres, onde todos estudavam. Após a saída do baixista e vocalista do grupo, Tim Staffell, na Primavera de 1970, May e Taylor foram apresentados por Staffell a Farrokh Bulsara em Abril do mesmo ano, o qual viria a ser o vocalista da nova banda com o nome artístico Freddie Mercury, batizando a banda com o nome Queen. Em 1971, John Deacon completou a formação dos Queen como baixista.
Membros
Apesar da personalidade extravagante e teatral de Freddie Mercury ter sempre predominado na imprensa, os outros membros da banda foram também responsáveis pela criação de grandes êxitos:

Freddie Mercury, vocalista (autor de "Bohemian Rhapsody")
Brian May, guitarrista (autor de "I Want It All")
Roger Taylor, baterista e percussionista (autor de "I'm in Love With my Car")
John Deacon, baixista (autor de "I Want to Break Free")
A maior parte dos álbums do grupo contém pelo menos uma canção escrita por cada um dos membros, e embora Freddie Mercury tenha escrito muitos dos êxitos do grupo, não era de modo algum o compositor dominante; na verdade, os membros consideravam-se a si mesmo como criadores iguais, e até mesmo o mais quieto membro da banda, o baixista John Deacon, escreveu um dos seus maiores êxitos, "Another One Bites the Dust". Nos últimos anos, os quatro membros da banda contribuíram coletivamente para as canções que o grupo compunha; por isso, nos últimos álbuns The Miracle e Innuendo, todas as canções são assinadas pelo Queen, e não pelo compositor em único.
História

1968-1970
Brian May e Roger Taylor tocavam numa banda chamada Smile, com o vocalista/baixista Tim Staffel. Freddie era colega de quarto de Tim e seguia assiduamente os concertos do grupo. A essa altura, Freddie era vocalista de outras bandas, como os Wreckage ou os Ibex. Para além disso, não tinha qualquer problema em partilhar as suas ideias acerca da direção musical que os Smile deviam tomar.

Tim decidiu então pôr fim à sua carreira nos Smile e juntou-se a uma banda chamada Humpty Bong. Freddie substituiu-o e o grupo começou à procura de um baixista profissional. O primeiro seria Barry Mitchell; só em 1971 o grupo descobriu John Deacon. Com a formação definida, o quarteto estava definitivamanete em marcha, possuidores de uma imagem inovadora, desfazendo regras musicais anteriores, compondo temas de absoluta originalidade, nada, ou bem pouco a ver com o resto do rock daqueles tempos.
Anos 1970
O primeiro álbum da banda, intitulado Queen, foi lançado como uma revolução no Reino Unido, mas não teve o sucesso esperado. Este álbum caracterizou-se por um som pesado, misturando a banda à onda heavy metal que já existia na Inglaterra dó início da década de 1970. Deste álbum, destaca-se a faixa "Keep Yourself Alive", canção que conseguiu alcançar o Top 40 do Reino Unido.

O segundo álbum, Queen II, já apresentava um som mais melódico, mostrando já a influência que Freddie viria a ter nas composições da banda. Aqui destaca-se a composição "Seven Seas of Rhye", primeira canção da banda a alcançar o Top 10 do Reino Unido.

A partir do terceiro álbum, Sheer Heart Attack, a banda viria a ter os seus álbuns distribuídos pela Trident e EMI, ocasionando assim uma reviravolta na trajetória da banda. Lançado em 1974, o álbum foi o primeiro da banda a estar entre os 10 mais vendidos da Inglaterra, e tornou o Queen conhecido dos dois lados do Atlântico. A turné nos EUA foi um sucesso, o que abriu caminho para que a banda pudesse concretizar a sua obra-prima.

Em 1975, o Queen lançou o disco A Night at the Opera, também conhecido entre os fãs como o "White Album" da banda, numa alusão ao disco de mesma altura dos Beatles. Este disco, primeiro da banda a conseguir disco de platina, primeiro a vender mais de um milhão de cópias, primeiro a atingir o topo das paradas do Reino Unido e EUA, definiu um novo tipo de Rock: o rock arte, realizado como uma grande produção, para ser apreciado por todos os ouvidos. Usando uma técnica de retorno da voz, esse disco criou o som que se tornou marca registrada do Queen e o lançou para a fama. Suas canções refletem o espírito da banda: rock pesado com "I'm Love with My Car"; baladas românticas com "Love of My Life" (que foi apresentada por Mercury no Morumbi - São Paulo em 1981 da seguinte forma: "The things that we do for money." "As coisas que a gente faz por dinheiro.", e foi cantada por toda a multidão que presenciou esse show maravilhoso) e "You Are my Best Friend"; experimentalismo com "The Prophet's Song", e uma canção impossível de se classificar, como "Bohemian Rhapsody". Esta Opera Rock, quando lançada em 1975, recebeu críticas por não ter apelo comercial e ser muito longa. No entanto, a gravadora bancou a apósta, e o resultado foi estrondoso: primeiro lugar das paradas durante nove semanas consecutivas, os quatro álbuns dos Queen entre os vinte mais vendidos, um video-clip que ficou conhecido mundialmente pela sua produção e a sua qualidade, iniciando a era do Video-clip e é considerada por muitos o maior classico da história do Rock n' Roll. Após esse álbum, a banda consolidou-se efetivamente como uma das grandes bandas de Rock, firmando terreno para mais e mais sucessos. Aqui, os seus membros (principalmente Mercury) já apresentavam suas excentricidades que ficariam mundialmente conhecidas. Curiosiamente, quando o álbum foi lançado em K7, a canção Bohemian Rhapsody, sua complexidade era tanta que neste ponto a fita ficava transparente; mais, esta canção sempre que era tocada ao vivo em um dos concertos dos Queen ou era como parte de um meddley ou colocavam uma gravação nas partes mais complexas.

Em 1976, o álbum seguinte, "A Day at the Races" (ambos uma ironia, por se tratarem de títulos de filmes dos Irmãos Marx), foi mais dirigido pela guitarra de Brian May e pela bateria de Roger Taylor, tendo, portanto, canções mais pesadas, tais como "Tie Your Mother Down" e "White Man". No entanto, aqui encontramos outra obra-prima vocalística de Freddie Mercury: "Somebody to Love", uma canção recheada de exageros vocais e complexas passagens vocais, que tornou-se exito imediato e que foi executada excepcionalmente em 1982, no Show Queen On Fire, mais conhecido como Live at the Bowl.

Em 1977, "News of The World" troxe os grandes hits dos estádios da banda, "We Will Rock You" e "We Are the Champions", além da belíssima "Spread Your Wings", composta pelo baixista John Deacon. O Queen, embora não tenha sido o primeiro a fazer grandes shows em estádios (mas sim os Beatles), se utilizou muito deles, fazendo shows marcantes (sobretudo se considerarmos que o som era feito exclusivamente pelos quatro integrantes, salvo ajudas de Spike Edney nos últimos shows), que criavam uma relação única com o público, sendo reconhecidos até mesmo pela crítica (alguns consideram os shows feitos pelo Queen em Wembley em 1986 como os melhores shows de rock de todos os tempos, sem falar no estrondoso público de 250 mil pessoas do Rock in Rio).

"Jazz", o álbum seguinte, de 1978, foi mal-recebido pela crítica, sob a alegação que o álbum pouco tem a ver com Jazz, apesar do instrumental acústico refinadíssimo e a alma nervosa e suave das canções - o que parece ser o motivo do nome, não suas semelhanças formais imediatas com o jazz (como acontecia por exemplo com os álbuns de Led Zeppelin, em que se pode dizer que este tom é muito mais evidente). Jazz também decepcionou a banda com relação à aceitação do público. Apesar disso, obteve alguns sucessos, como "Fat Bottomed Girls" e "Bycicle Race" (esta última, no Estádio de Wimbledon, teve como produção uma volta completa no estádio de dezenas de mulheres nuas em bicicletas, o que causou um certo choque na opinião pública).

Em 1979 lançam "Live Killers", um álbum duplo gravado ao vivo na sua turné mundial entre Janeiro e Abril. Brian May aparece espetacularmente em "Brighton Rock" chegando a ser mencionado por Eric Clapton como um dos melhores guitarristas no cenário do rock mundial.
Anos 1980
O ano de 1980 marcou uma mudança no som da banda, até então sempre ressaltada nas capas dos seus discos com a frase "No Syntethizers!". Após o lançamento do álbum ao vivo "Live Killers", em 1979, os Queen lançaram o álbum "The Game", o qual demonstrava a intenção da banda em inserir na sua música a eletrônica. Este álbum foi um sucesso principalmente nos EUA, onde a canção "Another One Bites The Dust", com sua belíssima linha de baixo, alcançou o topo das paradas de rock, soul e disco. Além dessa canção, o rockabilly "Crazy Little Thing Called Love" tornou-se outro sucesso da banda.

Então, a banda lançou a trilha sonora do filme "Flash Gordon", em 1980. Este disco, pela primeira vez, representou um grande fiasco da banda, não agradando tanto a crítica quanto os fãs.

Com sua popularidade reduzida na Europa, fortemente impactada pela onda Punk que surgia no Reino Unido, o Queen passou a buscar novos mercados para seu som, iniciando visitas a países fora do eixo EUA-Europa-Japão. Pela primeira vez uma grande banda realizava turnês na América do Sul e África. Na sua primeira passagem pelo Brasil, em 1981, nos doze meses que antecederam o show as rádios de São Paulo só tocavam as canções dos Queen.

O lançamento do disco "Hot Space", em 1982, foi recebido com indiferença pelos fãs, que já não viam ali a mesma criativa e inovadora banda. Neste álbum, temos a primeira participação dos Queen com outro cantor, David Bowie, na faixa "Under Pressure".

Nessa época, já eram conhecidas as brigas e discussões dos integrantes da banda, com constantes idas e vindas, ameaças de saída, entre outros problemas. Essa década foi marcada pelos trabalhos solo dos integrantes do grupo, marcando assim uma maior distância entre os álbuns.

Após lançar "The Works", em 1984, o Queen teve no ano seguinte a sua redenção. Convidados a participar do Rock in Rio, verdadeira cidade do Rock construída no Rio de Janeiro, a banda roubou a cena dos espetáculos, tanto pelas excentricidades de seus integrantes quanto pela beleza de suas apresentações ao vivo, realizados para mais de 250 mil pessoas com a tranquilidade de um espetáculo caseiro.

Em 13 de Julho de 1985, o Queen mostrou a todo o mundo sua condição de Estrela do Rock, ao atrair todas as atenções para o show beneficente Live Aid, em prol das vítimas da fome na África.Essa Apresentação do Queen no Live Aid é para muitos críticos e fãs do Rock 'N Roll o maior show de Rock de todos os tempos. No mesmo ano foi criada a música One Vision que fez um bom succeso que passou em 1986 a abrir os shows do Queen.

Em 1986 a banda começou uma turnê de despedida chamada Magic Tour onde fizeram uma grande turne pela Europa em paises como Hungria,Reino Unido,Espanha,etc. Especula-se que Freddie tenha contraído AIDS naquele ano.

Neste mesmo ano a banda lançou o disco "A Kind of Magic", contendo a trilha sonora do filme "Highlander". Este disco trouxe os Queen de volta as paradas de sucesso, com canções bem melhor produzidas como "Who Wants To Live Forever", "Friends Will be Friends" e "A Kind of Magic".

Em 9 de Agosto de 1986 o Queen se apresentou pela última vez em público. Eles não conseguiram o Wembley novamente pois o estádio já estava reservado, então disseram ao empresário Roy Thomas Baker para arrumar qualquer outro lugar. Ele conseguiu agendar um show no Knebworth Park, que teve todos os ingressos vendidos em duas horas; mais de 140 mil fãs se espremeram no parque para vislumbrar o Queen ao vivo pela última vez.

No ano seguinte Freddie Mercury descobre que tem AIDS depois de uma consulta a um médico.Logo mais tarde diz sobre a noticia a Jim Hutton(Seu Namorado e companheiro) e mais tarde á Roger Taylor.

Em 1989 a o Queen lança o disco "The Miracle", que ficou conhecido pela complexidade de sua capa, então um desafio para os níveis de computação gráfica da época.O Disco Trazia Grandes Sucessos Como: The Miracle,I Want It All,Scandal,Breakthru,etc.
Anos 1990
Em 1991 começaram a surgir rumores de que Freddie Mercury estava com AIDS. O cantor negou, mas sabendo da verdade (assim como seus companheiros de banda), ele decidiu gravar um álbum livre de conflitos e diferenças. Este álbum foi Innuendo. Embora sua saúde começasse a se deteriorar, Mercury esforçou-se para finalizar suas contribuições. Destacam-se as canções "The Show Must Go On" e "These Are The Days Of Our Lives".
Em 23 de Novembro de 1991, em uma declaração gravada em seu leito de morte, Freddie Mercury finalmente divulgou que tinha AIDS. Doze horas depois do anúncio, Mercury morreu vítima de uma broncopneumonia aos 45 anos de idade. Seu funeral foi privado, feito de acordo com os princípios religiosos zoroástricos de sua família.

Em 20 de Abril de 1992 o público dividiu a tristeza pela perda de Freddie no "The Freddie Mercury Tribute Concert", realizado no Estádio de Wembley de Londres em sua homenagem. Músicos como Annie Lennox, David Bowie, Def Leppard, Elton John, Extreme, Guns N' Roses, George Michael, Liza Minnelli, Metallica, Robert Plant, Roger Daltrey e Tony Iommi, juntamente com os integrantes remanescentes dos Queen, tocaram os maiores sucessos da banda.

Os Queen na verdade nunca se separaram, embora seu último álbum de inéditas tenha sido lançado em 1995, ironicamente intitulado Made In Heaven ("Feito No Paraíso"). Lançado quatro anos depois da morte de Freddie, foi feito a partir das últimas sessões gravadas pelo cantor em 1991, além de material descartado de álbuns anteriores. A banda, menos John Deacon (que saiu do grupo depois de gravar a faixa-tributo à Mercury "No One But You"), ainda reaparece de vez em quando, tocando um projeto chamado "We will Rock You - Queen+" com vários artistas.

Actualmente realizaram uma digressão que contou com uma passagem em Portugal, nomeadamente no Estádio do Restelo em Lisboa, com o músico Paul Rodgers, ex-vocalista das bandas Free e Bad Company.
Influência na música moderna
O Queen é lembrado por suas teatricalidades nunca antes vistas e seu profissionalismo e apresentações bombásticas, tanto que os críticos os classificaram como tendo papel primordial na evolução da música rock. O Queen é destacado em particular por seu ecletismo e shows inovadores.
Recordes
Primeira banda de Rock a lançar disco no Irã.
Primeira grande Banda de Rock a tocar em Budapeste, Hungria até então Comunista.
Tempo Record na parada Britânica: 1.322 semanas na parada.
Pesquisa BBC para a melhor música para funerais: The Show Must Go On.
Curiosidades
Guitarrista Brian May recebeu a comenda de Sir do Reino Unido.
O Queen é um dos poucos grupos estrangeiros a ter uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood.
Roger uma vez decidiu deixar seu cabelo mais loiro e resolveu pintar antes de um show em 1979. Porém, ele não leu as instruções no pacote e o seu cabelo ficou verde. O resto da banda ficou rindo e brincando com ele, especialmente Freddie. Não há muitas fotos desse show, pois Roger tentou destruir todas dele.
Antes de ser cantor do Queen, Freddie Mercury foi campeão de tênis de mesa. Formado em Ilustração e Design, foi o criador do logotipo do Queen e responsável pelas capas dos primeiros discos do grupo.
Freddie Mercury faleceu em 24 de novembro de 1991, de broncopneumonia, causada pelo vírus HIV. No mesmo dia morreu de câncer Eric Carr, baterista do Kiss.
Roger Taylor antes de ser baterista pensou em seguir carreira como dentista, mas isso era somente uma desculpa, pois ele realmente queria, era ir para Londres e participar de uma banda famosa.
A famosa guitarra Red Special de Brian May foi construída pelo próprio guitarrista com a ajuda do pai, usando materiais como uma lareira e peças de moto para construção.
Roger odeia a capa do disco "Hot Space", "Freddie e eu pensamos que ia ficar ótimo, e é absolutamente uma merda".
A partir do álbum The Miracle, todas as músicas do Queen dava créditos de composição para a banda, não para só um integrante ou outro.
Em abril de 1992 aconteceu o Tributo a Freddie Mercury, show no Wembley Stadium em Londres. O show contou com Elton John, Guns N' Roses e até Robert Plant (do Led Zeppelin)
Roger Taylor estava tão decidido em ter "I’m In Love With My Car" como b-side do single Bohemian Rhapsody, que ele se trancou num armário até Freddie concordar em colocá-la no single.
O vocalista atual do Queen chama-se Paul Rodgers. "Mas ele nunca irá substituir Freddie. Ele está ali para que Brian e Roger continuem com a chama da banda em nome de Freddie Mercury"
Freddie Mercury era africano. Nasceu em Zanzibar (atual Tanzânia).
A bebida favorita de Roger Taylor é a vodka.
Antes do Queen, Roger Taylor e Brian May tinham, junto com Tim Staffell um conjunto chamado Smile.
Roger estava bêbado na gravação do vídeo de "Who Wants To Live Forever".
Antes de Queen, Freddie Mercury foi vocalista da banda Wreckage e Larry Lurex.
Em um show em 86, Roger cuspiu e acertou na cabeleira de Brian que nem tinha reparado isso.
Quando Roger saiu do camarim para o vídeo de I want to break free, David (o diretor) disse: “Roger você está tão linda que eu poderia te comer”, sem perceber que isso estava sendo filmado.
No dia 24 de setembro de 1998, Roger Taylor entrou pro Guinnes Book of Records “por tocar para a maior audiência via internet, acessado pelo site do Queen, o qual o recorde de 595,000 hits durante o evento.
Queen ao vivo
As apresentações ao vivo dos Queen eram verdadeiramente inovadoras, empregando grande quantidade de luzes, pirotecnias e outros efeitos especiais que transformavam o espetáculo em um evento teatral. A energia com que tocavam, a empolgação, era tão natural e genuína que frequentemente a platéia se juntava a eles cantando e participando. Mercury emergia-se na adulação do público e personificava sua empolgação, uma característica a qual muitos, inclusive Kurt Cobain e Axl Rose, demonstravam profunda admiração.

Os Queen começaram a compor canções com o propósito específico de envolver a platéia, como "We Will Rock You" e "We Are The Champions" e outras, como "Radio Ga Ga", que incluíam palmas como meio rítmico. Isso resultou num momento marcante no Live Aid quando cada pessoa da multidão de quase cem mil pessoas no estádio Wembley batia palmas por sobre suas cabeças em uníssono durante "Radio Ga Ga".

Os Queen embarcaram em muitas turnês bem-sucedidas, com shows memoráveis (incluindo a histórica apresentação no Live Aid) feitos no Estádio Wembley na Inglaterra e na "Cidade do Rock", local montado especialmente para o festival Rock in Rio no Brasil,e a última turnê do grupo, divulgando o álbum A Kind of Magic.
Canções mais conhecidas
"Bohemian Rhapsody" (Freddie Mercury)
"Another One Bites The Dust" (John Deacon)
"Killer Queen" (Freddie Mercury)
"Fat Bottomed Girls" (Brian May)
"Keep Yourself Alive" (Brian May)
"Friends Will Be Friends" (Freddie Mercury / John Deacon)
"Don´t Stop Me Now" (Freddie Mercury)
"Save Me" (Brian May)
"Crazy Little Thing Called Love" (Freddie Mercury)
"Somebody To Love" (Freddie Mercury)
"Now I´m Here" (Brian May)
"Play The Game" (Freddie Mercury)
"Princes Of The Universe" (Freddie Mercury)
"Love of My Life" (Freddie Mercury)
"In The Lap Of The Gods Revisited" (Freddie Mercury)
"We Will Rock You" (Brian May)
"We Are The Champions" (Freddie Mercury)
"Tie Your Mother Down" (Brian May)
"Under Pressure" (Freddie Mercury & David Bowie)
"I Want to Break Free" (John Deacon)
"Radio Ga Ga" (Roger Taylor)
"A Kind of Magic" (Roger Taylor)
"I Was Born To Love You" (Freddie Mercury)
"Who Wants To Live Forever" (Brian May)
"Tear It Up" (Brian May)
"Hammer To Fall" (Brian May)
Queen no cinema
Os Queen contribuíram diretamente para os filmes Flash Gordon e Highlander (o filme original, dirigido por Russell Mulcahy). Vários outros filmes tiveram canções do grupo, incluindo Águia de Aço, A Vingança dos Nerds, Quanto Mais Idiota Melhor, Pequenos Guerreiros, Máquina quase mortífera, Super Size Me - A Dieta do Palhaço, Coração de Cavaleiro, e Shaun of the Dead.

Recentemente, Brian May anunciou a intenção de gravar um filme biográfico de Freddie Mercury. O projeto evoluiu rápido, sendo notícia em vários jornais.([1]). O escolhido para representar Freddie foi o ator inglês Sacha Baron Cohen, famoso pelo recente sucesso mundial Borat e disse que até se inspirou em Mercury para construir seu personagem. Antes, a idéia era colocar Johnny Depp no papel, mas o ator ficou muito marcado por interpretar o pirata excêntrico Jack Sparrow na trilogia Piratas do Caribe. A biografia do cantor britânico será produzida por Robert De Niro.
Queen no teatro musical
No dia 14 de maio de 2002, um musical ou "teatro de rock" baseado nas canções dos Queen, intitulado de We Will Rock You, estreou no Dominion Theatre no West End de London. O musicial foi escrito pelo comediante e autor inglês Ben Elton em colaboração com Brian May e Roger Taylor. Ele foi desde então apresentado em Barcelona, Espanha; Melbourne, Austrália; Amsterdã, Países Baixos, e Las Vegas, Nevada, Estados Unidos da América, além de um show no Japão em comemoração ao 130º Aniversário da empresa Toshiba.

O lançamento do musical coincidiu com o jubileu de ouro da Rainha. Como parte da celebrações do jubileu Brian May apresentou um solo de guitarra de God Save the Queen, como apresentado no álbum dos Queen A Night at the Opera, no Palácio de Buckingham.
A nova investida dos integrantes remanescentes
No final de 2004, Brian May e Roger Taylor participaram num concerto de beneficiencia em prol das vítimas da AIDS, tendo como vocalista, Paul Rodgers (ex-vocalista das bandas de blues-rock e hard-rock Free, Bad Company e The Firm). Esse concerto foi determinante na decisão de se fazer uma nova turné dos Queen em 2005, inicialmente chamada "Queen + Paul Rodgers's Tour 2005", a ser realizada, a princípio, na Europa. Com a desistência do baixista John Deacon, por motivos não completamente esclarecidos até o presente momento, os integrantes da banda procuraram alternativas para completar a sua formação. Inicialmente, convidaram o guitarrista Jamie Moses, que acompanha Brian May nas suas investidas solo, para a guitarra base, além do eterno "quinto elemento" dos Queen, Spike Edney, nos teclados. Posteriormente, foi convidado para ser o baixista oficial da turné Danny Miranda, que participava na versão de Las Vegas do musical We Will Rock You. Esta previsto para o Queen lançar seu 1ºalbum de inéditas dia 1ºde setembro de 2008 cujo o nome é "The Cosmos Rocks"com Paul Rodgers nos vocais.O Queen não lança um album com musicas inéditas há 13 anos,o ultimo foi Made In Heaven(1995) que foi feito com ultimas sessões de gravações de Freddie Mercury morto no dia 24 de Novembro de 1991 vítima da AIDS.
Discografia
Álbuns oficiais
Lançamento Título Gravadora Posições
Atingidas
1973 Queen EMI, Parlophone (Europa)
1974 Queen II EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1974 Sheer Heart Attack EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1975 A Night at the Opera EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1976 A Day at the Races EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1977 News of the World EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1979 Live Killers EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1980 The Game EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1980 Flash Gordon EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1982 Hot Space EMI, Parlophone (Europa); Elektra, Hollywood Records (EUA)
1984 The Works EMI, Parlophone; Capitol, Hollywood Records (EUA)
1986 A Kind of Magic EMI, Hollywood Records (EUA)
1989 The Miracle Parlophone (Reino Unido), Hollywood Records (EUA)
1991 Innuendo Parlophone, Hollywood Records (EUA)
1992 Live At Wembley '86 Parlophone, EMI (EUA)
1994 Made In Heaven Parlophone, EMI (EUA)
2004 Queen on Fire - Live at the Bowl Parlophone, EMI (EUA)
2005 A Night at the Opera 30th Anniversary Parlophone, EMI (EUA)
Álbuns não-oficiais
Live In Morumbi
Final Live In Japan
Live in Rock In Rio
Tribute
Compilações
Greatest Hits (Queen) (1981)
The Complete Works (1985): todos os álbuns de 1973-1985 mais material bónus.
Queen at the Beeb (1989)
Greatest Hits II (Queen) (1991)
Classic Queen (1992)
Greatest Hits Hollywood (1992)
Greatest Hits Parlophone (1994)
At the BBC (1995)
Greatest Hits, Vols. 1-2 (1995)
Queen Rocks (1997)
The Crown Jewels (1998)
Greatest Hits III (Queen) (1999)
Platinum Collection, Vols. 1-3 (2001)
Greatest Hits: We Will Rock You Edition (2004)
Return Of The Champions (2005)
Queen Collection (2007)
Semana q vem teremos o Pearl Jam.

Extra:Conmebol muda horário dos jogos da libertadores!

Conmebol muda horários de jogos de ida
A Conmebol divulgou em seu site oficial algumas mudanças nos horários dos jogos desta quarta-feira, dia 30 de abril, pelas oitavas-de-final da Taça Libertadores. A partida do Cruzeiro contra o Boca Juniors, na Bombonera, passa das 17h10m para as 17h40m (de Brasília). O duelo entre Flamengo e América-MEX, no Azteca, será às 19h45m ao invés de 19h30m. O mesmo aconteceu com o clássico argentino San Lorenzo x River Plate.

Os jogos fora de casa de São Paulo e Fluminense contra os dois Nacionais, uruguaio e colombiano, respectivamente, serão às 22h.



Confira as datas das oitavas-de-final:


JOGOS DE IDA
29/04 (terça-feira)
20h10m Lanús x Atlas-MEX
22h30m LDU-EQU x Estudiantes-ARG
30/04 (quarta-feira)
17h40m Boca Juniors-ARG x Cruzeiro
19h45m San Lorenzo-ARG x River Plate-ARG
19h45m América-MEX x Flamengo
22h Nacional-COL x Fluminense
22h Nacional-URU x São Paulo
01/05 (quinta-feira)
20h45m Santos x Cúcuta-COL

JOGOS DE VOLTA
06/05 (terça-feira)
18h30m Fluminense x Nacional
21h Estudiantes-ARG x LDU-EQU
23h30m Atlas-MEX x Lanús-ARG
07/05 (quarta-feira)
19h10m Cruzeiro x Boca Juniors-ARG
21h50m São Paulo x Nacional-URU
21h50m Flamengo x América-MEX
08/05 (quinta-feira)
20h30m River Plate-ARG x San Lorenzo-ARG
23h15m Cúcuta-COL x Santos

Desculpas

Gente,me desculpa eu ñ estou dando notícias do Futebol Internacional e vou voltar depois do tilt

Olímpiadas de Estocolmo:1912

Os Jogos Olímpicos de 1912 realizaram-se em Estocolmo, capital da Suécia, entre 5 de Maio e 27 de Julho com a participação de 2407 atletas (48 mulheres) de 28 nações. Abertos oficialmente pelo Rei Gustavo V, os já bastante concorrridos, prestigiados e famosos Jogos foram um modelo da eficiência sueca e o primeiro a que compareceram atletas de todos os cinco continentes representados na bandeira olímpica.

Dotados de uma estrutura nunca antes vista, estes foram os primeiros Jogos que utilizaram um, na época, moderno sistema de som com alto-falantes espalhados pelo complexo olímpico e pela cidade, para informar sobre os resultados de cada esporte disputado; além disso, Estocolmo usou pela primeira vez um sistema de fotografias e cronometragem semi-eletrônica, para marcação dos tempos na natação e no atletismo.

Foram tambem os primeiros onde houve uma cerimônia coreografada de abertura, antes da entrada da delegações nacionais, realizada por duzentos jovens vestidos de branco no centro do gramado do Estádio Olímpico.

Portugal fez nesta edição a sua estréia nos Jogos Olímpicos, onde um atleta de sua delegação teve a fatalidade de proporcionar a mais triste nota da competição: o jovem fundista Francisco Lázaro, carpinteiro de apenas 21 anos, morreu de desidratação e ataque cardíaco após correr 30 kms da Maratona e abandonar a prova. Os outros pioneiros atletas portugueses participaram de provas no atletismo, luta e esgrima, sem, contudo, obter sucesso.
Fatos, destaques e curiosidades
A organização dos Jogos não permitiu as disputas de Boxe no evento, já que a legislação sueca proibia a prática deste esporte no país, o que fez com que o Barão de Coubertin dali em diante aprovasse no COI uma resolução que diminuía o poder sobre a organização dos Jogos pelo país anfitrião.
Foi introduzido nas Olimpíadas o pentatlo moderno, modalidade que combinava esgrima, tiro, corrida pelo campo, equitação e natação numa prova só. Em 5º lugar nesta primeira disputa, e primeiro entre os não escandinavos, chegou um jovem cadete do exército americano, de quem, trinta anos mais tarde, durante a II Guerra Mundial, o mundo todo ouviria falar como George S. Patton.
O grande herói entre de todos os atletas que disputaram estes Jogos foi o americano Jim Thorpe, de descendência indígena, que conquistou a medalha de ouro no pentatlo ( do atletismo, com cinco provas atléticas, prova que hoje não mais existe, e não o recém criado pentatlo moderno) e no decatlo, onde arrasou o recorde mundial, sendo considerado o mais perfeito atleta do mundo.


A saga de Thorpe, após os jogos de Estocolmo, foi contada em vários livros, revistas e até no cinema, onde nos anos 50 sua vida foi levada às telas, com o ator Burt Lancaster, um grande fã seu na vida real, fazendo seu papel. Acusado de ganhar alguns trocados como jogador de beisebol em ligas menores dos Estados Unidos, antes de ser campeão olímpico, Thorpe teve cassadas as suas medalhas por um Comitê cioso do amadorismo puro nos Jogos. Durante anos, nas década seguintes, aficcionados, autoridades e jornalistas lideraram movimentos para que suas medalhas lhe fossem devolvidas, mas sempre encontraram resistência no cioso COI, que, por coincidência, nestes tempos era dirigido pelo também americano Avery Brundage, o maior adversário da restauração olímpica de Thorpe e, curiosamente, um competidor também derrotado espetacularmente na disputa do pentatlo das Olimpíadas de Estocolmo pelo jovem índio. Apenas em 1983, trinta anos após sua morte, o COI reconheceu sua injustiça e numa bonita cerimônia devolveu a seus filhos as medalhas daquele que foi considerado por muitos jornalistas esportivos e pela Associated Press o maior atleta do mundo da primeira metade do Século XX.
A semifinal dos pesos médios na luta greco-romana entre Alfred Asikainen da Finlândia e o russo Martin Klein durou nada mais nada menos que onze horas.
Os Jogos de Estocolmo viram a aparição vitoriosa do atletismo finlandês através principalmente de Hannes Kolehmainen, que ganhou três medalhas de ouro em corridas de fundo - e ganharia a maratona oito anos depois, em Antuérpia - e seria o pioneiro e inspirador de uma legião de extraordinários corredores finlandeses que encantariam o mundo e dominariam o atletismo de pista nos Jogos posteriores à I Guerra Mundial.
Modalidades disputadas
Atletismo
Cabo de guerra
Ciclismo
Esgrima
Futebol
Ginástica
Hipismo
Natação
Pentatlo moderno
Pólo aquático
Remo
Tênis
Tiro
Vela
Wrestling
Quadro de medalhas

Quadro de Medalhas / Estocolmo 1912
Posição País Ouro Prata Bronze Total
1 Estados Unidos 25 19 19 63
2 Suécia 24 24 17 65
3 Grã-Bretanha 10 15 16 41
4 Finlândia 9 8 9 26
5 França 7 4 3 14
6 Alemanha 5 13 7 25
7 África do Sul 4 2 6
8 Noruega 4 1 4 9
9 Canadá 3 2 3 7
Hungria 3 2 3 7
11 Itália 3 1 2 6
12 Australásia 2 2 3 7
13 Bélgica 2 1 3 6
14 Dinamarca 1 6 5 12
15 Grécia 1 1 2
16 Rússia 2 3 5
17 Áustria 2 2 4
18 Países Baixos 3 3

Semana q vem teremos as Olímpiadas de 1920.

sábado, 19 de abril de 2008

Olímpiadas de Atenas:1906 e Olímpiadas de Londres:1908

Olímpiadas de 1906
Em 1906 realizou-se uma edição extraordinária dos Jogos Olímpicos, com pretexto de comemorar os 10º aniversário do recomeço dos jogos em 1896, na cidade de Atenas. Esta edição dos Jogos Olímpicos de Verão de 1906, que seria a quarta, não é considerada oficial pelo Comité Olímpico Internacional visto ter sido realizada fora do ciclo de quatro anos denominado Olimpíada.
Preparação
Apesar do sucesso da primeira edição dos Jogos, as duas edições seguintes saldaram-se como fracassos. Tanto a edição de Paris 1900, como a de Saint Louis 1904, foram integradas nas exposições mundiais que se realizavam nas respectivas cidades, relegadas para um lugar secundário e no geral mal organizadas. Estes dois fracassos colocaram fortes dúvidas sobre o futuro do Movimento Olímpico, pelo que se tornava necessário mudar a situação.

Aproveitando o 10º aniversário da realização dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, foi planeada uma edição intercalar dos jogos, a se realizar também em Atenas, que seriam organizados de forma totalmente diferente das duas edições anteriores.
Modalidades disputadas
Atletismo
Cabo de guerra
Ciclismo
Esgrima
Futebol
Ginástica
Halterofilismo
Natação
Remo
Saltos ornamentais
Tênis
Tiro
Wrestling
Nações

Olímpiadas de 1908
Após a realização dos jogos intermediários de 1906 na Grécia, considerados não-oficiais e que não tiveram seus resultados computados pelo Comitê Olímpico Internacional, os Jogos da IV Olimpíada foram realizados em Londres, Grã-Bretanha, entre 27 de abril e 31 de outubro de 1908. Originalmente deveriam ser realizados em Roma, mas uma erupção do vulcão Vesúvio obrigou as autoridades italianas a usar todos seus recursos econômicos para combater os efeitos da tragédia e a desistir de sediar os Jogos, que acabaram por serem transferidos para a capital britânica.

Considerados os primeiros Jogos realmente bem organizados para um evento deste porte, após os fracassados e improvisados Jogos de Paris e Saint Louis , apesar de terem novamente sua duração alongada por mais de seis meses, eles obtiveram o empenho pessoal do Rei da Inglaterra para sua realização e se desenrolaram no primeiro complexo olímpico construído, o Shepperd’s Bush Stadium, em White City, subúrbio londrino, com capacidade para cem mil espectadores e que constava de estádio de futebol, pista de atletismo, piscina, pista de ciclismo e instalações para a ginástica e a luta.

Inaugurados pelo Rei Eduardo VII , os Jogos tiveram a participação de 22 nações e 2.008 atletas, entre eles 37 mulheres, que disputaram provas em três esportes diferentes: tênis, ginástica e patinação no gelo, embrião dos futuros Jogos de Inverno, do total de 24 modalidades. Foi nestes Jogos que a Grã-Bretanha, a dona da casa, pela primeira e única vez, liderou o quadro de medalhas em uma olimpíada, num total de 145 sendo 56 de ouro, mais do dobro de seus então mais ferrenhos adversários, os norte-americanos.
Fatos, destaques e curiosidades
Pela primeira vez, na cerimónia de abertura os atletas desfilaram por nações, visto que a maioria dos países enviou equipes nacionais.
O italiano Dorando Pietri protagonizou o mais dramático momento destes Jogos, que a história preservou como a maior lembrança dos Jogos de Londres de 1908, ao vencer completamente exausto e desorientado a maratona e ser desclassificado logo depois, por ser ajudado a cruzar a linha de chegada pelos fiscais de pista, caindo desmaiado a seguir. A fotografia que eternizou o momento de sua chegada é considerada o primeiro grande ícone fotográfico dos esportes no Século XX.
Nestes Jogos, a maratona foi disputada pela primeira vez na distância de 42.195m - que se mantém até hoje - para que a família real pudesse acompanhar a largada da prova dos jardins do Palácio de Verão, fazendo assim com que a distância a ser percorrida pelos maratonistas, ganhasse mais 2.195m além dos 40 kms originais.
Devido aos protestos da delegação dos Estados Unidos, que se recusou a aceitar a anulação da primeira prova dos 400m rasos no atletismo e a disputar nova corrida, o inglês Whyndam Halswelle conquistou a medalha de ouro desta prova correndo .....sozinho!
Os arqueiros Charlotte Dod e William Dod, foram os primeiros irmão e irmã a receberem medalhas olímpicas.
Oscar Swahn, então com sessenta anos, foi o atleta mais velho a ganhar uma medalha de ouro, na competição de tiro (disciplina de tiro ao veado, um tiro).
Hóquei sobre grama pela primeira vez fez parte do programa olímpico.
O norte-americano Ray Ewry ganhou, pela terceira vez, as provas de salto em altura e salto em distância sem impulsão (modalidade que não mais existe), mantendo-se até à data o único atleta a ganhar oito medalhas de ouro apenas em provas individuais.
Numa desmonstração do espírito de desportivismo dos Jogos Olímpicos, a final de luta greco-romana entre Frithiof Martensson e Mauritz Andersson foi adiada para permitir que Martensson recuperasse de uma pequena lesão. Martensson acabaria por ganhar a final
Modalidades disputadas
Atletismo
Boxe
Cabo de guerra
Ciclismo
Esgrima
Futebol
Ginástica
Hóquei sobre a grama
Jeu de paume
Lacrosse
Motonáutica
Natação
Pólo
Pólo aquático
Patinação artística
Raquetes
Remo
Rugby
Saltos ornamentais
Tênis
Tiro
Tiro com arco
Vela
Wrestling
Quadro de medalhas

Quadro de Medalhas / Londres 1908
Posição País Ouro Prata Bronze Total
1 Grã-Bretanha 56 51 38 145
2 Estados Unidos 23 12 12 47
3 Suécia 8 6 11 25
4 França 5 5 9 19
5 Alemanha 3 5 6 14
6 Hungria 3 4 2 9
7 Canadá 3 3 10 16
8 Noruega 2 3 3 8
9 Itália 2 2 4
10 Bélgica 1 5 2 8
11 Australásia [1] 1 2 2 5
12 Rússia 1 2 3
13 Finlândia 1 1 3 5
14 África do Sul 1 1 2
15 Grécia 3 3
16 Dinamarca 2 3 5
17 Boémia 2 2
Países Baixos 2 2
19 Áustria 1 1
Semana q vem teremos as olímpiadas de 1912.

SPORTS HISTORY:Olympique Lyonnais

Olympique Lyonnais, conhecido como Lyon, é um clube francês de futebol da cidade de Lyon.

O clube tem dominado a Primeira divisão francesa, a Ligue 1, nos primeiros anos do século XXI. Depois do vice-campeonato em 2001, o OL ganhou seis vezes consecutivas a Ligue 1 (2002-2007).

O surgimento do clube Olympique Lyonnais vem do antigo clube fundado em 1899, o Lyon Olympique Universitaire que veio mais tarde, em 1950, a se tornar o nome do clube que hoje é utilizado.
Títulos
Copa Intertoto da UEFA: 1 (1997)
Campeonato Francês: 6 (2001/02, 2002/03, 2003/04, 2004/05, 2005/06 e 2006/07)
Supercopa da França: 7 (1973, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006 e 2007)
Copa da França: 3 (1963/64, 1966/67 e 1972/73)
Copa da Liga Francesa: 1 (2000/01)
Campeonato Francês - Ligue 2: 3 (1950/51, 1953/54, 1988/89)
Números aposentados
16 – em reconhecimento ao goleiro Luc Borrelli. Borrelli morreu em um acidente de carro, em Fevereiro de 1999.

17 – em reconhecimento ao meio-campista Marc-Vivien Foé. Foé morreu jogando pela seleção de Camerões na Copa das Confederações de 2003 no Stade de Gerland, Lyon.
Elenco 2007/2008
Goleiros
1 Grégory Coupet
25 Joan Hartock
30 Rémy Vercoutre
35 Frédéric Roux
Defensores
2 François Clerc
3 Cris
4 Patrick Müller
11 Fabio Grosso
20 Anthony Réveillère
22 Anderson
29 Sébastien Squillaci
32 Jean-Alain Boumsong
33 Mickaël Charvet
Meio-campista
5 Mathieu Bodmer
6 Kim Källström
8 Juninho (C)
19 César Delgado
21 Marc Crosas
24 Romain Beynié
28 Jérémy Toulalan
Atacantes
9 Fred
10 Karim Benzema
14 Sidney Govou
18 Hatem Ben Arfa
23 Kader Keïta
27 Anthony Mounier

Semana q vem vamos encerrar o SPORTS HISTORY,temporada 1 com o Boca Juniors.

Vamos falar de música:The Doors






The Doors foi uma banda de rock estado-unidense dos fins da década de 60 e princípio da década de 70. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda ainda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o blues, jazz, flamenco e a bossa nova.

Canções como "Break on Through (To the Other Side)", "Light My Fire", "People Are Strange" ou "Riders on the Storm", aliadas à personalidade e escândalos protagonizados por Jim Morrison, contribuíram de sobremaneira para o aumento da fama do grupo.

Após a dissolução da banda no início da década 70, e especialmente desde a morte de Morrison em 1971, o interesse nas músicas dos Doors tem-se mantido elevado, ultrapassando mesmo por vezes o que o grupo teve enquanto esteve activo. Em todo o mundo, os seus discos já venderam mais de 75 milhões de cópias, e continuam a vender cerca de 1 milhão anualmente.
História
Origens (1965 - 1966)
As origens dos The Doors surgem de um encontro ao acaso entre dois estudantes da escola cinematográfica UCLA, Jim Morrison e Ray Manzarek, em Venice Beach, Califórnia em Julho de 1965.[6] Morrison disse então a Manzarek que andava a escrever canções e, a pedido de Manzarek, cantou "Moonlight Drive". Impressionado pelas letras de Morrison, Manzarek sugeriu que formassem uma banda.[7]

O teclista Ray Manzarek estava numa banda chamada Rick And The Ravens com o seu irmão Rick Manzarek,[8] enquanto Robby Krieger e John Densmore tocavam com os The Psychedelic Rangers[8] e conheciam Manzarek das aulas de yoga e meditação. Em agosto, Densmore juntou-se ao grupo e juntamente com os membros dos Ravens e o baixista Patty Sullivan, gravaram uma demo de seis canções em setembro de 1965. A demo foi bastante pirateada e acabou por surgir completa mais tarde, em 1997, na coletânea dos Doors.

Nesse mesmo mês o grupo recrutou o guitarrista Robby Krieger e o alinhamento final estava formado — Morrison, Manzarek, Krieger e Densmore. A banda retirou o seu nome do título de um livro de Aldous Huxley, "The Doors of Perception", que por seu turno havia sido 'emprestado' do verso de um poema do artista e poeta do século XIX, William Blake: "If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is: infinite" (em pt: Se as portas da percepção fossem abertas, tudo apareceria como realmente é: infinito). [9]

Os Doors não tinham uma formação comum à maioria dos grupos rock porque não possuíam qualquer baixo quando actuavam ao vivo. Deste modo, Manzarek tocava as secções de baixo com a sua mão esquerda no recentemente inventado Fender Rhodes bass keyboard, uma variação do conhecido piano eléctrico Fender Rhodes, enquanto tocava as partes de teclado com a sua mão direita. Já nos álbuns de estúdio, os Doors usaram diversos baixistas, tais como Jerry Scheff, Doug Lubahn, Harvey Brooks, Kerry Magness, Lonnie Mack, Larry Knechtel, Leroy Vinegar e Ray Neapolitan.

Muitas das canções originais dos Doors eram compostas pelo grupo, com Morrison ou Krieger a contribuirem com a letra e melodia inicial, e os restantes com as sugestões rítmicas e harmónicas ou até secções inteiras (por exemplo, a introdução de Manzarek em "Light My Fire").

Em 1966, o grupo tocava no clube The London Fog, tendo pouco tempo depois passado para o Whisky a Go Go.[10] A 10 de agosto, foram vistos pelo presidente da Elektra Records, Jac Holzman, que se encontrava presente a recomendação do vocalista dos Love, Arthur Lee, que estava ligado à Elektra. Após Holzman e o produtor Paul A. Rothchild verem duas performances da banda no Whisky a Go Go, os Doors assinaram contrato com a Elektra Records a 18 de agosto,[6] tendo marcado aí o início da longa e bem sucedida parceria com Rothchild e o engenheiro de som Bruce Botnick.

A hora foi fortuita, pois a 21 de agosto o clube despediu a banda após tocarem a canção "The End". Num incidente que serviu de presságio para a polémica que seguiria o grupo, um Morrison pedrado recitou a sua própria interpretação do drama grego "Oedipus Rex" no qual o protagonista Oedipus mata o seu pai e faz sexo com a sua mãe. A versão de Morrison consistia em "Father? Yes son? I want to kill you. Mother? I want to fuck you" (em pt: Pai? Sim filho? Eu quero matar-te. Mãe? Eu quero foder-te).
Strange Days (1967)
Em Outubro de 1967, foi lançado o segundo trabalho dos Doors, intitulado Strange Days[16] e considerado menos espontâneo que seu antecessor, ainda que tenha também ficado creditado pela sua atmosfera e letras. A faixa final, "When the Music's Over", era, tal como "The End", longa e dramática, e contribuiu para aumentar a reputação de Morrison como figura do rock. O álbum incluiu canções clássicas dos Doors como "People Are Strange" e "Love Me Two Times".

Como resultado do seu sucesso, os Doors deixaram o seu estatuto de heróis do underground. Permitiram que a revista Sixteen os usasse como ídolos de adolescentes e as suas "espontâneas" performances em palco já não eram assim tão espontâneas. Um artigo de Jerry Hopkins da edição de 10 de fevereiro de 1968 da Rolling Stone tipificou o fim do estado de graça:

Uma rotina, ou parte do negócio, não realizada em Shrine, foi a cuidadosamente executada queda "acidental" de Morrison palco para o público. Durante meses fez parte dos espectáculos e gerava muitos gritos por parte das adolescentes. No entanto, surgiu uma análise num jornal no qual a queda era considerada um dos actos mais falsos de sempre. Morrison, em resposta a uma pergunta sobre se ele tinha lido o artigo, disse 'Sim, e penso que está correcto.' Morrison não fez a queda nessa noite em Shrine.

— Jerry Hopkins - 10 de fevereiro de 1968, num artigo da Rolling Stone
Waiting for the Sun e o incidente de Miami (1968)
Em abril, a gravação do terceiro álbum ficou marcada pela tensão resultante da crescente dependência de Morrison pelo álcool. Em aproximação do seu pico de popularidade, os Doors realizaram uma série de espectáculos ao ar livre que levaram a várias situações descontroladas entre fãs e polícia, particularmente no "Chicago Coliseum" a 10 de maio.[17]

A banda começou a sair do seu som original no terceiro LP, Waiting for the Sun, principalmente pelo facto de terem esgotado o seu reportório original e começado a escrever novo material. Tornou-se o seu primeiro e único LP a chegar ao primeiro lugar da Billboard 200[18] e o single "Hello, I Love You" foi o seu segundo e último a atingir o primeiro lugar no Billboard Hot 100. Este novo álbum reforçou o afastamento dos Doors do panorama underground. Em 1969 na Rock Encyclopedia, Lilian Roxon escreveu que o álbum "fortaleceu as suspeitas de que os The Doors apenas estavam lá pelo dinheiro".[19] O LP incluiu "The Unknown Soldier", que foi banida das rádios pelas sua controversa letra. Nesta fase, o grupo realizou outro vídeo musical.[20] "Not to Touch the Earth" foi retirada da peça conceptual de 30 minutos "Celebration of the Lizard", embora não tenham conseguido gravar uma versão satisfatória da peça completa para o LP. Foi eventualmente lançada numa compilação de maiores êxitos, em CD.

Houve uma controvérsia nesta altura por causa do lançamento do single "Hello, I Love You", com a imprensa musical a apontar parecenças musicais da canção com o sucesso de 1965 dos The Kinks, "All Day and All of the Night". Os membros desse grupo concordaram com os críticos e, de forma sarcástica, o guitarrista Dave Davies costumava tocar partes de "Hello, I Love You" durantes os solos em performance ao vivo de "All Day and All of the Night".[21] Nos concertos, Morrison por vezes não cantava a canção, deixando para Manzarek essa tarefa.

Um mês após as tumultuosas cenas de "Singer Bowl" em Nova Iorque,[22] o grupo viajou para o Reino Unido para as suas primeiras actuações fora da América do Norte. Realizaram uma conferência de imprensa no Instituto de Artes Contemporâneas em Londres e actuaram no The Roundhouse Theatre. Os resultados da digressão foram gravados pela Granada TV com o título The Doors Are Open, que foi mais tarde lançado em vídeo. Também fizeram espectáculos noutros locais da Europa, incluindo um show em Amesterdão sem Morrison, após este ter perdido os sentidos devido a abuso de drogas. Morrison regressou a Londres a 20 de Setembro e permaneceu lá durante um mês.

O grupo realizou mais nove concertos nos Estados Unidos antes de começarem a trabalhar, em Novembro, no seu quarto LP. O ano de 1969 começou com um espectáculo completamente esgotado no Madison Square Garden em Nova Iorque a 24 de Janeiro[23] e com novo single bem sucedido, "Touch Me", lançado em Dezembro de 1968, que chegou ao terceiro lugar nos EUA.

Em Janeiro de 1969, Morrison participou numa produção de teatro que mudou o curso da banda. No auditório da Universidade do Sul da Califórnia, ele fez uma actuação que apelava à sua busca pela liberdade pessoal. Isto resultou numa "jam" em estúdio a 25 de Fevereiro, que se tornou na lendária sessão "Rock Is Dead", mais tarde lançada no box-set dos Doors de 1997. Serviu também de base para um episódio controverso e muito badalado.

O incidente de Miami ocorreu a 1 de Março de 1969, num concerto no "Dinner Key Auditorium" em Miami, Flórida. Morrison tinha estado a beber desde que tinha falhado o seu voo para o concerto.[24] Os 6.900 lugares do auditório estavam completamente lotados, havendo a estimativa de se encontrarem 13.000 pessoas.[24] Então Morrison vociferou para o microfone: "O que quer que tu queiras, vamos fazê-lo". Dito isto, alegadamente, expôs as suas partes íntimas. Na sua autobiografia, Manzarek afirma que tal nunca aconteceu.

Essa é a minha opinião. Havia uma hipnotização geral. Ele [Morrison] disse-lhes que o ia mostrar e, meu Deus, eles acreditaram. Ele estava a segurar a sua camisola à sua frente, puxando-a rapidamente para a frente e para trás, para a frente e para trás, como um toureiro, enquanto dizia, "Vocês viram? Vocês viram? Eu mostrei-vos! Ele saiu. Eu não o vou deixar de fora. Agora vejam, vou fazê-lo novamente." E ele voltaria a mexer para a frente e para trás a camisola. Estava calor e havia demasiada gente no local, e as pessoas estavam a ficar loucas, gritando, rodando e puxando este frágil palco temporário. Pensámos que ia desabar - enventualmente parte dele caiu. Foi a insanidade total.

— Ray Manzarek em Light My Fire: My Life with the Doors

O incidente indignou as autoridades locais e Morrison foi preso por obscenidade. Concertos por todo o país foram cancelados. "Nós tínhamos a nossa primeira grande digressão a vinte cidades programada, e estávamos todos apreensivos por isso," escreveu Manzarek. "Vinte cidades? Meu Deus, nós vamos fazer uma digressão de um mês? Até então, nós não tínhamos estado na estrada por mais de quatro ou cinco dias. Mas todas as cidades cancelaram, por todo o país."

A banda confrontou nesta altura Morrison por causa do seu alcoolismo. O incidente permanece inconclusivo.

Morrison gravou alguma da sua poesia nesse mês e em abril começou as filmagens para HWY, um filme experimental sobre um viajante à boleia, interpretado por ele próprio. Os Doors transformaram a sessão de poesia em música para o álbum de 1978 An American Prayer.

Embora Morrison recebesse grande parte da atenção, tendo uma maior imagem na capa do álbum de estreia do grupo, ele mantinha-se inflexível de que todos os membros da banda deviam ser igualmente reconhecidos. Antes de um concerto, quando o apresentador introduziu o grupo como "Jim Morrison and The Doors", Morrison recusou-se a entrar em palco enquanto o grupo não fosse anunciado novamente como "The Doors".[25]

Nos últimos dois anos da sua vida, Morrison reduziu o seu consumo de drogas e começou a beber bastante, o que afectou as suas performances em palco e no estúdio. Ganhou peso e deixou crescer barba, levando a Elektra a usar fotos mais antigas para a capa do LP Absolutely Live, lançado em 1970. O álbum inclui actuações gravadas durante a digressão norte-americana dos Doors em 1970 e em 1969, e inclui uma versão completa ao vivo da canção "The Celebration of the Lizard".

A única aparência em público foi numa gravação especial para a PBS feita em finais de Abril e transmitida no mês seguinte. O grupo tocou apenas canções do seu álbum seguinte, Soft Parade.

Os Doors continuaram os espectáculos no auditório de Chicago a 14 de Junho e actuaram a 21 e 22 de Julho no "Aquarius Theatre" em Hollywood, tendo sido mais tarde lançado em CD. Morrison, com barba, vestiu roupas mais largas e dirigiu o grupo em volta de um som mais blues, através de canções como "Build Me A Woman", "I Will Never Be Untrue" e "Who Do You Love".

The Soft Parade (1969)
O seu quarto álbum, The Soft Parade, lançado em julho de 1969,[26] distanciou mais o grupo da sua base de fãs original, contendo arranjos mais "pop" e secções de trompetes. O primeiro single "Touch Me" também teve colaboração do saxofonista Curtis Amy.[27]

Enquanto que a banda tentava manter o seu ímpeto, as tentativas para expandir o seu som deram ao álbum um sentido experimental, originando críticas à sua integridade musical. Os problemas de bebida de Morrison tornavam-no imprevísivel, e as sessões de gravação estenderam-se por várias semanas. Os custos de gravação dispararam, o que levaram quase à desintegração dos Doors.

Durante a gravação do seu álbum seguinte, em Novembro de 1969, Morrison teve problemas com as autoridades após ter agido com agressividade contra o pessoal do avião, enquanto se dirigia para Phoenix, Arizona para assistir a um concerto dos The Rolling Stones. Foi libertado em Abril de 1970 após um guarda ter erradamente identificado Morrison como seu companheiro de viagem, o actor norte-americano Tom Baker.[28]

O grupo iniciou o ano em Nova Iorque com duas bem recebidas noites no "The Felt Forum".
Morrison Hotel (1970)
Os Doors regressaram ao sucesso em 1970 com o seu quinto LP, Morrison Hotel.[29] Com um som hard rock consistente, o primeiro single do álbum foi "Roadhouse Blues", tendo este atingido o 4º lugar nos EUA.

A banda continuou a actuar em arenas durante o verão. Morrison enfrontou julgamento em Miami em agosto, mas o grupo ainda conseguiu fazer a sua única participação num grande festival, o Isle of Wight Festival, a 29 de Agosto.[30] Actuaram juntamente com artistas como Jimi Hendrix, The Who, Joni Mitchell e Miles Davis. Duas canções desse concerto foram inseridas no documentário de 1995 Message To Love.

A 16 de Setembro, Morrison voltou ao tribunal, mas o juri considerou-o culpado por profanidade e exposição indecente a 20 de Setembro. Morrison foi condenado a oito meses de prisão mas foi-lhe permitido sair em liberdade, pendente de recurso e após pagar fiança.[31]

A 8 de Dezembro de 1970, no seu 27º aniversário, Morrison gravou outra sessão de poesia.

L.A. Woman e os últimos dias (1971 - 1972)
Durante a última performance pública dos Doors com o alinhamento original, na "Warehouse" em Nova Orleães, Louisiana, a 12 de Dezembro de 1970, Morrison aparentemente teve um colapso nervoso, tendo deixado cair por várias vezes o microfone ao chão.[32]

De qualquer forma, os Doors recuperaram definitivamente, nesta altura, o estatuto que haviam perdido nos registos anteriores (excepto Morrison Hotel) com L.A. Woman, lançado em Abril de 1971.[33] Apesar da saída de Rothchild da produção, este álbum regressava às origens R&B da banda. Rothchild recusou-se a produzir o novo reportório por o considerar "música cocktail", tendo entregue o trabalho a Botnick.[30] Como resultado desta mudança, os Doors produziram aquele que é considerado um dos seus registos mais históricos. Os singles "Love Her Madly" e "Riders on the Storm" tiveram sucesso nas rádios e nos tops norte-americanos, e ainda hoje em dia passam com regularidade nas programações de rádio.

Em 1971, após a gravação de L.A. Woman, Morrison decidiu parar algum tempo para descansar e partiu para Paris com a namorada, Pamela Courson, a 11 de Março.[34] Ele havia visitado a cidade no Verão anterior e sentia-se confiante em escrever e explorar aquele local.[34]


Local onde Jim Morrison foi sepultado, no cemitério de Père Lachaise.Em Junho, voltava a ter problemas de álcool. A 16 de Junho, a última gravação conhecida de Morrison foi feita quando ele travou amizade com dois músicos de rua num bar e convidou-os para ir a um estúdio. Os resultados foram lançados em 1994 num "bootleg CD" designado The Lost Paris Tapes.

Morrison morreu em circunstâncias misteriosas a 3 de Julho de 1971. O seu corpo foi encontrado na banheira do seu apartamento. Foi concluído que morreu de ataque cardíaco, embora tenha sido revelado mais tarde que não foi realizada qualquer autópsia antes do corpo de Morrison ter sido enterrado no Cemitério de Père Lachaise a 7 de Julho.[35]

Ainda existem rumores persistentes de que Morrison simulou a sua morte para escapar à fama ou que morreu num clube noturno e o seu corpo foi então levado secretamente para o seu apartamento. Contudo, no seu livro Wonderland Avenue, Danny Sugerman, antigo manager de Morrison, afirma que durante o seu último encontro com Courson, que ocorreu pouco tempo antes de ela morrer de overdose de heroína, esta confessa ter feito Morrison entrar na droga e, por causa dele ter medo de agulhas, foi ela que lhe injectou a dose que o matou.
Pós-Morrison (1972 - 2000)
Os restantes membros dos Doors continuaram durante mais algum tempo a actuar, considerando inicialmente em substituir Morrison com novo vocalista. Chegou-se a afirmar que Iggy Pop era um dos cantores considerados para a possível entrada. No entanto, Krieger e Manzarek ficaram com os vocais, lançando mais dois álbuns, Other Voices e Full Circle, e partiram em mais uma digressão. Ambos os álbuns venderam menos que os registos da era Morrison, e por isso os Doors pararam as actuações e as gravações no final de 1972. O último álbum entrou no território do jazz. Os álbuns só foram relançados em CD na Alemanha e Rússia, num pacote 2 em 1.[36]

O terceiro álbum lançado após a morte de Morrison, An American Prayer, surgiu em 1978.[37] Este consistiu na adição de música às recentemente descobertas gravações de recitação de poesia por parte de Morrison, constituindo assim os primeiros registos a serem lançados postumamente. O álbum foi um sucesso comercial e foi sucedido pelo lançamento de um mini-álbum com material ao vivo inédito.

Em 1979, Francis Ford Coppola, que estudou com Morrison na UCLA, lançou o filme Apocalypse Now, com "The End" a ter destaque na banda sonora. Quatro anos depois, foi lançada uma apresentação ao vivo sob o título de Alive, She Cried.

Em 1991, o realizador Oliver Stone lançou o filme The Doors, com Val Kilmer no papel de Morrison e presenças especiais de Krieger e Densmore. A interpretação de Kilmer e o próprio filme foram bem acolhidos pela crítica, apesar das suas imprecisões. Os membros do grupo criticaram o retrato feito por Stone sobre Morrison, fazendo-o passar por um sociopata descontrolado. O cantor Billy Idol fez uma aparição no filme e gravou uma cover de "L.A. Woman". Em Janeiro de 1993, o grupo foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame.[38] Durante a apresentação, contaram com a presença de Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, para cantar "Light My Fire" e "Break on Through".[39]
Reunião (2001 - presente)
Em 2001, Ray Manzarek, John Densmore e Robby Krieger reuniram-se pela primeira vez em mais de vinte e cinco anos para tocar canções dos The Doors como parte da série VH1 Storytellers. A cantar com a banda estiveram vários vocalistas convidados, incluindo Ian Astbury dos The Cult, Scott Stapp dos Creed, Scott Weiland dos Stone Temple Pilots, Perry Farrell dos Jane's Addiction e Travis Meeks dos Days of the New. O espectáculo foi mais tarde lançado no DVD VH1 Storytellers - The Doors (A Celebration).

Em 2002, Manzarek e Krieger voltaram a juntar-se e criaram uma nova versão dos Doors, designada "The Doors of the 21st Century." O alinhamento era liderado por Astbury, com Angelo Barbera da Krieger's Band no baixo. No seu primeiro concerto, o grupo anunciou que o baterista John Densmore não participaria, e mais tarde foi reportado que não podia tocar devido a um problema de tinnitus. Densmore foi inicialmente substituído por Stewart Copeland dos The Police, mas após Copeland partir o braço numa queda de bicicleta, a parceria acabou por mútuo acordo, e entrou Ty Dennis, da Krieger's Band.

Densmore afirmou mais tarde que não tinha sido afinal convidado para fazer parte da reunião. Em Fevereiro de 2003, ele procede a uma acção judicial contra os seus antigos companheiros de banda, para evitar que estes usassem o nome "The Doors of the 21st Century." A sua moção foi recusada em tribunal em maio. Manzarek afirmou publicamente que o convite para Densmore regressar ao grupo mantinha-se firme. Nesta altura, a família de Morrison juntou-se a Densmore na tentativa de evitar que Manzarek e Krieger usassem o nome "The Doors". Em julho de 2005, Densmore e os representantes de Morrison ganharam uma acção judicial permanente, obrigando a nova banda a mudar o nome para "D21C." Actualmente tocam sob a designação Riders on the Storm, em referência à canção da banda com o mesmo nome. Também foram autorizados a actuarem como "antigos membros dos Doors" ou até "membros dos The Doors."[40]

Ray Manzarek afirmou uma vez: "Estamos todos a ficar velhos. Nós devíamos, os três, tocar essas canções porque, ei, o fim está sempre próximo. Morrison era um poeta, e acima de tudo, um poeta quer que as suas palavras sejam ouvidas." No entanto, em 2007, Densmore afirmou que só entraria no grupo, caso o vocalista escolhido fosse "desse nível" de Jim Morrison, como Eddie Vedder dos Pearl Jam.[41]

Quando Jim Morrison foi questionado pelo que é que ele gostava que fosse mais lembrado, respondeu: "As minhas palavras, meu, as minhas palavras."[42] Morrison disse ainda: "Eu gosto de qualquer reacção que possa ter com a minha música. Qualquer coisa que ponha as pessoas a pensar. Eu quero dizer que se conseguires pôr uma sala cheia de gente pedrada e bêbada a reflectir e a pensar, então estás a fazer algo."

Em 2004, a Rolling Stone colocou os Doors [43] no 41º posto na sua lista dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos.[44] No ano anterior, já havia considerado os álbuns The Doors, L.A. Woman e Strange Days os 42º, 362º e 407º melhores álbuns de sempre, respectivamente.[45] Já as canções "Light My Fire" e "The End", ambas do primeiro álbum do grupo, foram consideradas, respectivamente, as 35ª e 328ª melhores canções de sempre.[46]

Bastante actividade foi anunciada em 2006 por ocasião do 40º aniversário do álbum homónimo de estreia da banda. Para comemorar a efeméride, saiu mais um box-set com os seis primeiros álbuns de estúdio, o livro "The Doors by The Doors" e foi anunciado o início da produção de um documentário oficial sobre o grupo.[47]

Em 2007, os The Doors foram galardoados, juntamente com os Grateful Dead e Joan Baez, com o Grammy Lifetime Achievement Award nos Grammy Awards de 2007 e, a 28 de Fevereiro, receberam uma estrela no Passeio da Fama de Hollywood.[48]. Pelo meio, a 16 de Fevereiro, Ian Astbury abandona os Riders on the Storm, para relançar a sua antiga banda The Cult,[49] sendo sustituído por Brett Scallions, antigo vocalista dos Fuel.[50]

A 24 de Julho é lançado um álbum triplo com registos ao vivo de uma actuação dos Doors na Boston Arena a 10 de Abril de 1970.[51]

A popularidade dos Doors hoje em dia é demonstrada pela quantidade de cópias que os seus álbuns continuam a vender
Integrantes
Integrante Instrumento Período Álbuns gravados
Jim Morrison Vocal 1965 - 1971
The Doors
Strange Days
Waiting for the Sun
The Soft Parade
Morrison Hotel
L.A. Woman
An American Prayer

Robby Krieger Guitarra
Vocal 1965 - 1972
2002 - Presente
Todos

Ray Manzarek Órgão
Piano
Vocal 1965 - 1972
2002 - Presente
Todos

John Densmore Bateria 1965 - 1972
Todos

Discografia
The Doors lançou nove álbuns de estúdio,[52] sendo três destes após a morte de Jim Morrison. Além destes, a banda possui inúmeros singles, compilações e apresentações ao vivo.[52]

Canções da banda foram usadas em filmes como "The End" em Apocalypse Now[53] e Knoflíkári,[54] "Soul Kitchen" e "Love Her Madly" em Forrest Gump,[55] assim como "Break On Through (To The Other Side)", que aparece também em Soldado Anônimo,[56] Gardens of Stone[57] e Os Que Me Amam Tomarão O Trem[58], "People Are Strange", que também aparece em Os Garotos Perdidos[59] e American Pop,[60] e "Hello, I Love You", que consta na trilha sonora de Neighbors;[61] "Touch Me" em Escola de Rock,[62] "The Changeling" em Sans toit ni loi,[63] "Riders on the Storm" em Rail Kings[64] e Diário de um Adolescente,[65] "Peace Frog" em The Waterboy,[66] "Moonlight Drive" em Abaixo de Zero[67] e Two-Lane Blacktop,[68] "Strange Days" em Strange Days,[69] "Light My Fire" em More American Graffiti[70] e Altered States,[71]"The Spy" e "Maggie M'Gill" em Os Sonhadores,[72] "Roadhouse Blues" em Garota, Interrompida[73] e O Sonho Já Era?,[74] "Over The River and Through The Woods" em I'll Be Home for Christmas,[75] e "The Crystal Ship" em The X-Files,[76] Doidas Demais[77] e True Believer.[78] No entanto, grande parte da sua contribuição em bandas sonoras foi no filme sobre o grupo, The Doors, onde grande parte das canções são da sua autoria.[79]

Também já protagonizou uma única vez, um comercial, da Pirelli na Inglaterra, já que é política da banda, particularmente de Densmore, não ceder as canções da banda para campanhas publicitárias, tendo já inclusive recusado ofertas milionárias da Apple e Cadillac[80][81] com a justificativa de ser anti-ético para o legado do grupo e para a memória de Jim Morrison.[80]

As pessoas perderam a sua virgindade com esta música, ficaram chapadas pela primeira vez com esta música. Já ouvi pessoas dizerem que morreram miúdos no Vietname a ouvirem esta música, outras a afirmarem que conhecem alguém que não cometeu suicídio por causa desta música…. Em palco, quando tocávamos aquelas canções, elas pareciam misteriosas e mágicas. Isso não está à venda.[82]

— John Densmore para o The Nation

Várias séries consagradas já usaram canções dos The Doors, entre as quais se destaca Os Sopranos, Alias, Cold Case, Charmed, Os Simpsons e My Name is Earl.[83]

Além disso, um trecho de "Soul Kitchen" foi adaptado em uma canção de Imani Coppola intitulada "I'm a Tree", presente na trilha sonora de Alguém Como Você[84] e Virtual Sexuality.
Estilo e influências
O estilo musical dos The Doors baseia-se essencialmente numa mistura entre blues e o psicadélico. Ray Manzarek fornece elementos de música clássica e blues, Robby Krieger insere ritmos de flamenco,[86] enquanto que Densmore usa os seus conhecimentos de jazz na bateria.[87]

As letras negras do grupo, compostas na sua maioria por Jim Morrison, afastam-se em boa medida das convencionadas pela pop da época. Nos primeiros discos (The Doors e Strange Days), os elementos visionários próprios da música psicadélica surgem expressos em imagens inspiradas na tradição romântica e simbolista, actualizando-a com referências ao existencialismo e à psicanálise.[88] De destacar também a influência dos simbolistas franceses, como Arthur Rimbaud ou Charles Baudelaire, na poesia de Morrison.[89] Nos últimos discos, em especial L.A. Woman, as letras de Morrison tornaram-se mais simples e imediatas, evoluindo assim com o som da banda em direcção ao blues.[90]

Em 2007, Manzarek descreveu o som da banda como:

Música Bauhaus. É limpa, é pura. De um lado há o piano, do outro uma guitarra, a bateria no meio, um tom de baixo no fundo e o vocalista à frente e tu consegues ouvir as letras. Essa é uma das razões porque o som dos The Doors continua ser importante hoje em dia. É claramente moderno. E era isso o que pretendíamos.[91]

— Ray Manzarek para a The World Magazine, em Fevereiro de 2007
Legado

O trabalho dos The Doors serviu de inspiração para muitos artistas,[92] entre eles Iggy Pop,[93] Trent Reznor,[94] Eddie Vedder,[95] Bruce Springsteen, Scott Weiland, Patti Smith e Billy Idol.[96].

Jim Morrison, com a sua atitude e presença em palco, influenciou vocalistas de vários estilos que surgiram depois de si, permanecendo um dos mais populares e influentes vocalistas e compositores da história do rock,[97] enquanto que o catálogo dos Doors tornou-se presença habitual nos programas de rock clássico das rádios.

Hoje em dia, Morrison é apresentado como o protótipo da estrela rock: arrogante, sexy, escandaloso e misterioso. As calças de ganga que usava quer em palco quer fora dele tornaram-se estereotipadas como parte do perfil de um roqueiro. Serviu de inspiração para outros vocalistas rock da época, como Roger Daltrey (The Who) e Robert Plant (Led Zeppelin).

Instigado pelo jogador Robin Ventura, a equipa estado-unidense de basebol New York Mets adoptou a canção "L.A. Woman" como tema tocado nos altifalantes durante os jogos, com o público a cantar a letra "Mr. Mojo Risin'" (anagrama de "Jim Morrison").[98] Em 2007, foi anunciado que uma campanha de caridade, a Global Cool, com vista a combater o aquecimento global, tinha encomendado uma canção a ser feita com um poema escrito por Morrison, "Woman in the Window", que será lançada no álbum de estreia dos Satellite Party, Ultra Payloaded.[99] Morrison inclusive já foi citado num trabalho preliminar para a Comissão Europeia, sobre telecomunicações.
Certificados da RIAA
Estas estatísticas foram compiladas do banco de dados online da RIAA.[101]

The Doors - Disco de Platina Quádruplo (29 de janeiro de 2007)
Strange Days - Disco de Platina (15 de novembro de 2001)
Waiting for the Sun - Disco de Platina (10 de junho de 1987)
The Soft Parade - Disco de Platina (10 de junho de 1987)
Morrison Hotel - Disco de Platina (15 de novembro de 2001)
L.A. Woman - Disco de Platina Duplo (10 de junho de 1987)
An American Prayer - Disco de Platina (15 de novembro de 2001)
The Best of The Doors - Disco de Diamante (15 de fevereiro de 2007)
"Light My Fire" - Disco de Ouro (11 de setembro de 1967)
"Hello, I Love You" - Disco de Ouro (28 de agosto de 1968)
"Touch Me" -Certificados da RIAA
Award Shows
Estas estatísticas foram compiladas através do banco de dados do site The Envelope, do Los Angeles Times.[38]

The Doors - Performer Inductees, Rock and Roll Hall of Fame (1993) (vencedor)
The Doors - Hall of Fame, Grammy Awards (2001) (vencedor)
The Doors - Lifetime Achievement Award, Grammy Awards (2007) (vencedor)[102]
Semana q vem teremos o Queen.