sábado, 21 de junho de 2008

Olímpiadas de Melbourne:1956

Os Jogos Olímpicos de Verão de 1956 ou XVI Jogos Olímpicos finalmente atravessaram a linha do Equador e instalaram-se no Hemisfério Sul, mais precisamente no Melbourne Cricket Ground, na cidade de Melbourne, Austrália, que ganhou a indicação para cidade-sede por apenas um voto, entre os dias 22 de novembro e 8 de dezembro, com a participação de 72 nações, representadas por 3314 atletas, sendo 376 mulheres.

Pela primeira vez uma das modalidades esportivas dos Jogos não foram realizadas nem na cidade nem no país anfitrião, com o Hipismo sendo transferido para Estocolmo, Suécia, e disputado cinco meses antes de Melbourne, graças a severas leis australianas relativas à quarentena de animais que impediam a entrada de cavalos estrangeiros no país.

Infelizmente, a política internacional, extremamente tensa naqueles dias de Guerra Fria, foi responsável pelos primeiros boicotes e desistências dos Jogos Olímpicos. A invasão da Hungria por tropas soviéticas naquele ano causou a desistência da Espanha, Países Baixos e Suíça. Os egípcios, iraquianos e libaneses boicotaram o evento em protesto pela presença anglo-francesa, então intervindo com tropas na questão do Canal de Suez. Além disso, uma discussão incontornável entre China e Formosa fez com que a primeira se recusasse a comparecer devido à presença da segunda, num conflito que demoraria 28 anos para ser resolvido.

Fatos, destaques e curiosidades

* Vladimir Kuts mostra a força do atletismo soviético ao conquistar o ouro nas provas de 5.000 e 10.000m, façanha conseguida antes apenas pelos fantásticos finlandeses da primeira metade do século e pela “Locomotiva Humana”, o tcheco Emil Zatopek.

* A rainha destes Jogos, para delírio dos anfitriões, foi a australiana Betty Cuthbert, de dezoito anos, apelidada “Golden Girl” e campeã olímpica nos 100, 200 e 4x100m no atletismo.

* Adhemar Ferreira da Silva torna-se bicampeão olímpico do salto triplo e o único bicampeão olímpico do Brasil pelos próximos 48 anos.

* Os alemães ocidentais e orientais participaram juntos num time misto, assim como o fariam nos próximos dois eventos.

* A nadadora Dawn Fraser brilhou nas piscinas liderando a equipe australiana na vitória do revezamento 4x100 e conquistando o ouro nos 100m nado livre.

* A situação na Hungria, com a invasão soviética do país, causou uma das maiores batalhas campais da história dos Jogos, quando as equipes de pólo aquático dos dois países se enfrentaram na competição; após a pancadaria entre atletas e dirigentes dentro e fora da piscina os húngaros venceram o jogo e conquistaram mais tarde a medalha de ouro. Esta ocupação da Hungria fez com que os atletas húngaros fossem apoiados por muitos fãs na sua estadia na Austrália e muitos deles torceram por László Papp, que se tornou o primeiro boxeador tri-campeão olímpico. Vários deles, entretanto, decidiram não voltar ao país natal depois dos Jogos e pediram asilo no Ocidente.

* Em Melbourne, o Comitê Olímpico Internacional acolheu a sugestão de um jovem carpinteiro chinês vivendo no país, chamado John Wing, e estabeleceu que o desfile da festa de encerramento dali em diante deveria ser feito com todos os atletas misturados, simbolizando a união dos povos, ao invés da antiga parada feita ao fim da festa, igual à cerimônia de abertura.


Modalidades disputadas

* Atletismo
* Basquetebol
* Boxe
* Canoagem
* Ciclismo
* Esgrima
* Futebol
* Ginástica
* Halterofilismo
* Hipismo
* Hóquei sobre a grama
* Natação
* Pentatlo moderno
* Pólo aquático
* Remo
* Saltos ornamentais
* Tiro
* Vela
* Wrestling


Quadro de medalhas
Quadro de Medalhas / Melbourne 1956
Posição País Ouro Prata Bronze Total
1 União Soviética 37 29 32 98
2 Estados Unidos 32 25 17 74
3 Austrália 13 8 14 35
4 Hungria 9 10 7 26
5 Itália 8 8 9 25
6 Suécia 8 5 6 19
7 Equipa Alemã Unida 6 13 7 26
8 Grã-Bretanha 6 7 11 24
9 Roménia 5 3 5 13
10 Japão 4 10 5 19
11 França 4 4 6 14
12 Turquia 3 2 2 7
13 Finlândia 3 1 11 15
14 Irão (Irã) 2 2 1 5
15 Canadá 2 1 3 6
16 Nova Zelândia 2 2
17 Polónia 1 4 4 9
18 Checoslováquia 1 4 1 6
19 Bulgária 1 3 1 5
20 Dinamarca 1 2 1 4
21 Irlanda 1 1 3 5
22 Noruega 1 2 3
23 México 1 1 2
24 Brasil 1 1
Índia 1 1
26 Jugoslávia (Iugoslávia) 3 3
27 Chile 2 2 4
28 Bélgica 2 2
29 Argentina 1 1 2
Coréia do Sul 1 1 2
31 Islândia 1 1
Paquistão 1 1
33 África do Sul 4 4
34 Áustria 2 2
35 Bahamas 1 1
Grécia 1 1
Suíça 1 1
Uruguai 1 1

Semana q vem teremos as Olímpiadas de 1960.

GP da França:Treino Livre 3

Nelsinho Piquet é o mais rápido no último treino livre para o GP da França

Nelsinho Piquet foi o mais rápido no último treino livre para o GP da França, que será disputado neste domingo. O brasileiro da Renault está sendo pressionado para melhorar seu desempenho após seu difícil início na Fórmula 1. Com pneus duros, ele superou o australiano Mark Webber, da RBR, por apenas nove milésimos.



Sebastian Vettel, da STR, conseguiu mais um bom resultado neste fim de semana e terminou o treino em terceiro. Como já é habitual, os favoritos andaram carregados de combustível, nas condições da superpole. Kimi Raikkonen, da Ferrari, foi o melhor deles, na quinta posição, logo atrás de Nico Rosberg, da Williams.

Lewis Hamilton, da McLaren, foi o sétimo e Felipe Massa, companheiro do finlandês na Ferrari, conseguiu o nono tempo. Heikki Kovalainen foi o 13º, à frente da dupla da BMW Sauber. Robert Kubica marcou o 14º tempo e Nick Heidfeld, o 19º.



Confira os tempos do último treino livre em Magny-Cours:
1 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m15s750 (19 voltas)
2 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault)- 1m15s759 (14)
3 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m15s827 (21)
4 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m15s974 (17)
5 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m16s003 (18)
6 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m16s147 (20)
7 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m16s182 (16)
8 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m16s235 (18)
9 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m16s256 (17)
10 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m16s282 (18)
11 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m16s344 (20)
12 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m16s437 (20)
13 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m16s545 (16)
14 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m16s617 (20)
15 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m16s644 (16)
16 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m16s651 (20)
17 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m16s658 (17)
18 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m16s687 (19)
19 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m17s365 (23)
20 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m17s612 (21)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Rodada de Sexta


PARANÁ 1X0 ABC
Tricolor, enfim, vence na Série B

Depois de mais de dois meses sem vencer, o Paraná finalmente conseguiu o seu primeiro triunfo na Série B do Brasileirão, na noite desta sexta-feira, na VIla Capanema. A equipe derrotou o ABC por 1 a 0, em jogo válido pela sétima rodada da competição, resultado que deixa os paranistas com sete pontos na classificação, e temporariamente na 16ª posição, fora da zona de rebaixamento. O time potiguar segue com nove pontos, na décima posição. A última vez que o Paraná comemorou uma vitória foi no dia 16 de abril, nos 2 a 0 sobre o Internacional, pela Copa do Brasil.



O Paraná volta a jogar na próxima sexta-feira, diante do América-RN, em Natal. O ABC joga no dia seguinte, sábado, contra o Fortaleza, no Castelão.





O jogo

Logo aos quatro minutos, o time da casa quase abriu o placar. Claudemir deixou Éverton na cara do gol, mas o meia bateu rasteiro, e o goleiro Paulo Musse desviou com a perna esquerda. Dominando as ações do jogo, mas com dificuldades de fazer o gol, o Tricolor voltou a desperdiçar boa chance aos 14, com Claudemir cabeceando libre para fora. No decorrer da primeira etapa, o ABC apertou a marcação e dificultou as coisas para os paranistas.





Na volta do intervalo, o zagueiro potiguar Ben-Hur recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando os visitantes com dez jogadores em campo. Mesmo com um a mais, o Paraná continuou suando para buscar o gol da sua primeira vitória da Série B. Aos cinco, Éverton acertou a trave após chutaço de perna direita. E aos 12, Fábio Luiz errou um chute na cara do gol após rebote de Musse.



Aos 31, em um bonito chute de perna esquerda de Rogerinho, o goleiro Paulo Musse mostrou que estava ali para dificultar e fez uma ótima defesa para escanteio. Até que, aos 33, finalmente, Fábio Luiz acretou uma, pegando uma sobra e batendo forte. A bola ainda desviou na zaga antes de entrar para o fundo das redes, para delírio da toricda tricolor na Vila Capanema, que já não agüentava mais o jejum de vitórias. No finzinho, o ABC quase estraga a festa, mas o goleiro Gabriel salvou uma cabeçada de Ivan com uma bela defesa à queima-roupa.

CRICIÚMA 2X1 FORTALEZA
Criciúma bate o Fortaleza com um gol nos acréscimos e sobe na classificação

Com um gol nos acréscimos, o Criciúma bateu o Fortaleza por 2 a 1, de virada, no estádio Heriberto Hulse, na noite desta sexta-feira, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Na próxima rodada, o Tigre encara o Vila Nova, em Goiânia, enquanto o Tricolor cearense recebe o ABC, no Castelão.

Pressão e castigo



Até os 24 minutos, o Criciúma pressionou o Fortaleza, porém não conseguiu abrir o placar. O Tricolor cearense só foi ameaçar a meta de Zé Carlos aos 25, com Mazinho Lima, em um chute de fora da área. Dois minutos depois, o Leão novamente chegou ao ataque, mas o zagueiro Cláudio Luiz cortou para escanteio.



Cláudio Luiz, Luiz André e Mateus continuaram perdendo chances para o Tigre, e como diz o ditado: quem não faz, leva, aos 44 minutos o Criciúma foi castigado. Gilberto Matuto dominou no lado direito da grande área e bateu rasteiro, cruzado, direto para o gol, surpreendendo o goleiro Zé Carlos e a zaga, que esperava o cruzamento.



Zulu vira herói



A etapa complementar começou da mesma forma que os primeiros 45 minutos: o Criciúma no ataque, e o Fortaleza na retranca. Porém, com uma ressalva: o Tigre finalmente balançou a rede, aos sete minutos. Valdeir cruzou para a área, e Zulu escorou de cabeça, no canto esquerdo do goleiro Tiago.



Os catarinenses não pararam. Aos 14, Luciano Bebê descolou um bom lançamento para Valdeir, que escorou de cabeça para Zulu. Na hora de finalizar, a zaga do Fortaleza chegou no desarme. Cinco minutos mais tarde, Luciano Bebê obrigou o goleiro Tiago a fazer uma bela defesa, após um chute forte, de canhota, de fora da área.



Aos 33 minutos, o Fortaleza voltou a ameaçar. Rômulo aproveitou a sobra, na entrada da área, mas bateu sobre o gol de Zé Carlos. O Criciúma permaneceu em cima do Tricolor, e, aos 47 minutos, já nos acréscimos, Zulu aproveitou uma lambança da zaga cearense e marcou o gol da vitória do Tigre.


MARÍLIA 1X1 BRAGANTINO
Marília e Bragantino 'morrem' abraçados no Estádio Bento de Abreu

A situação de Bragantino e Marília na Série B já demonstrava que o jogo seria aberto. Porém, apesar das inúmeras chances de gol dos dois lados, e da desvantagem numérica do Braga na etapa final, o placar ficou mesmo no 1 a 1 na partida da noite desta sexta-feira, no Estádio Bento de Abreu. Com o resultado, as equipes alcançaram oito pontos na tabela de classificação da Série B, permanecendo próximas à zona de rebaixamento. Empate com sabor de derrota tanto para o Braga, quanto para o MAC

A partida começou bastante movimentada, com os dois times correndo muito e mostrando incrível aplicação tática. Justamente por este motivo, as chances de gol foram escassas até a metade da primeira etapa. Daí em diante, o Bragantino começou a mostrar suas armas. Inspirado Malaquias criou boas chances, mas parou na zaga do Marília. Aos 33 minutos o Braga quase abriu o placar. Depois de bonita trocar de passes Pará apareceu na cara do goleiro, mas chutou na trave. Ao time da casa, restou se segurar.

Quando o time de Bragança Paulista parecia tomar ar rédeas do jogo, também na segunda etapa, veio o lance que mudou o panorama. Cris desferiu uma cotovelada em Ricardinho, deixando o Braga com dez. Daí em diante o Marília partiu para cima. Aos 22, Betinho fez bonito giro, mas o goleiro Gilvan. Ao time visitante, só restava a opção dos chutes de longa distância. Sérgio Manoel e Moradei tentaram algumas vezes sem sucesso. Aos 33 o MAC finalmente abre o placar, com Robert aproveitando cruzamento.

A vitória parecia selada para o time da casa, que esteve bem próximo do segundo gol. Mas no fim do jogo, o Bragantino buscou o empate com gol de cabeça de Vanderlei, que deu números finais à partida.

PARADA ROCK

10-Ultraje a Rigor-O Chiclete



9-Dragonoforce-Operation Ground And Pound



8-Led Zeppelin-Black Dog



7-Raimundos-Eu Quero ver o Oco



6-System of a Down-Toxicity



5-Guns n' Roses-Patience



4-Iron Maiden-Different World



3-Slipknot Vermilion pt.2



2-White Stripes-Dead Leaves And The Dirty Ground



1-U2-One

Liga Mundial:França X Brasil

Brasil perde para a França, que mantém a liderança do Grupo A da Liga Mundial

A seleção brasileira entrou em quadra para enfrentar a França nesta sexta-feira, em Paris, com seu time considerado reserva. Com o intuito de testar todos os seus jogadores, Bernardinho listou André Heller, Bruninho, Samuel, Murilo, Anderson, Lucão e Alan para buscar a terceira vitória do Brasil na Liga Mundial, competição em que o Brasil busca o octa.



No entanto, mesmo lutando até o fim, os meninos sentiram a pressão na casa do rival e foram derrotados no tie-break: 3 sets a 2, parciais de 22/25, 25/23, 23/25, 25/22 e 13/15.
O resultado mantém a França na liderança do Grupo A, mas isso pode mudar neste sábado, quando as seleções voltam a se enfrentar às 15h30m (de Brasília), com transmissão ao vivo do SporTV

O treinador já havia avisado antes da estréia em São Paulo, quando a equipe derrotou duas vezes a Sérvia, que o mais importante era dar ritmo a todos os jogadores, fazer novas combinações e acentuar a preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim. Tanto que os titulares da seleção não viajaram para a capital francesa. Giba, que se recupera de uma torção no tornozelo esquerdo, Serginho, Gustavo, Dante, André Nascimento, Rodrigão e Marcelinho ficaram no CT de Saquarema aprimorando os treinos para as Olimpíadas.



E Bernardinho realizou testes. Durante a partida desta sexta-feira, colocou Marlon, que fez sua estréia com a camisa da seleção brasileira, e os centrais Lucão e Eder, que ainda não tinham jogado na Liga Mundial deste ano. Na inversão de 5-1, uma nova combinação. Em vez de trocar o levantador por um oposto, como tinha o hábito de fazer, o técnico trocou o levantador por um meio-de-rede. A mudança trouxe bons resultados dentro de quadra, mas ainda precisa ser ajustada. Assim como alguns fundamentos, que ainda estão falhando.



Partida cheias de altos e baixos



O Brasil começou sacando com Murilo, mas a França abriu o marcador. As equipes começaram trocando pontos, com Samuel crescendo no ataque e Pujol deixando as bolas na finta para os seus atacantes. André Heller esteve muito bem no meio-de-rede, virando todas. Já o oposto Anderson teve dificuldades de pontuar. Muito marcado pelo bloqueio, ele pouco fez.



Enquanto o bloqueio da França parava Anderson, o bloqueio do Brasil foi um dos pontos falhos. Tanto no individual quanto no duplo ou no triplo, a seleção não chegou bem. Sol foi o destaque da França e deu trabalho aos jogadores do Brasil. Como no início da partida, Murilo foi para o saque, outro fundamento em que a seleção também não esteve bem. Este foi na rede, dando a vitória na primeira parcial para os franceses: 25 a 22.



Samuel e Lucão, destaques do Brasil

Diferente da primeira parcial, o Brasil começou arriscando mais no saque na intenção de quebrar o passe da França. Os primeiros pontos foram revezados entres as seleções. Porém, ataques seguidos, como uma boa virada de Anderson (15 a 14) e uma pancada de André Heller (16 a 14), deram a vantagem ao Brasil, que conseguiu ir para o segundo tempo técnico obrigatório com vantagem no placar.

O bloqueio brasileiro começou a aparecer com Lucão, que parou três franceses, em momentos distintos, e passou a ser um dos maiores pontuadores da seleção.



Com 18 a 16, Bernardinho pôs em quadra Marlon e Sidão. O levantador fez a sua estréia na seleção brasileira, vestindo a camisa 17. Até então apagado, Murilo apareceu e, junto com um inspirado Samuel, levou o Brasil à vitória no segundo set: 25 a 23.

Seleção brasileira permite vitória francesa

Totalmente envolvida no jogo, a seleção brasileira começou a parcial mais atenta aos franceses e errando menos fundamentos. O bloqueio, falho demais no primeiro set, passou a chegar bem nos ataques da França. Saque e defesa também melhoraram, mas a recepção e o passe continuaram devendo.



Desde o início, o Brasil esteve na frente do placar. O meio-de-rede Lucão voltou a ser o destaque no bloqueio. Murilo, que perdeu ataques nas primeiras parciais, fez belas jogadas, dando o oitavo ponto ao Brasil em uma bola de fundo. Na volta do primeiro tempo técnico obrigatório, o oposto Anderson melhorou, mudando a sua tática. Em vez de bater, sendo pego no bloqueio ou jogando para fora, ele começou a explorar o paredão. Aos poucos a seleção foi se entrosando, já que nunca jogou junta nesta formação, e foi abrindo no placar.

Com 18 a 16 no marcador, a França reagiu, com boas jogadas do levantador Pujol e bloqueios dos centrais. Com 21 a 21, o técnico Bernardinho sentiu o momento e fez a inversão de 5-1, não mais trocando o levantador por um oposto, mas por um meio-de-rede. Marlon e Sidão entraram. Os franceses fizeram 22, mas o capitão André Heller empatou. Sol fez 23 para a França. Outro saque para fora de Murilo deu o match point para os franceses, que, em um belo rali entre as seleções, acabaram levando o terceiro set: 25 a 23.



Confusão em quadra desestabiliza o Brasil

O set começou quente. Uma provocação do levantador Pujol criou uma grande confusão. Do banco, o técnico Bernardinho reclamou com os juízes e chegou a sinalizar para o francês, que estava de olho nele. Pujol não deu muita idéia e ficou enrolando no saque. Bernardinho reclamou mais uma vez, e a briga passou a ser entre ele e o técnico Philippe Blain.



Confusão de lado, o Brasil se desestabillizou com a provocação de Pujol. Um erro de rodízio francês não marcado pelos juízes também tirou os brasileiros do sério, e eles passaram a cometer alguns erros. Sidão, com 13 a 13 no placar, chegou a jogar um ataque na rede. Na seqüência, Samuel sacou para fora. Os pontos se revezaram entre as equipes, mas o técnico Bernardinho não cansava de dar bronca nos seus jogadores, que pareciam estar sentindo a pressão. O ânimo voltou quando Murilo virou mesmo com bloqueio duplo, deixando 19 a 17 no placar.



No momento decisivo, Bernardinho fez a inversão de 5-1 colocando Marlon e Eder. Após o saque do levantador, o bloqueio triplo fez seu papel. Na sequência, Samuel deu uma pancada na quadra adversária: 23 a 21. A França pediu tempo, mas não parou o saque de Marlon, que fez um ace: 24 a 21. Desfeita a inversão, Sidão cravou e fechou em 25 a 22.

França leva a vitória no tie-break

O tudo-ou-nada começou com Samuel estourando uma bola na quadra do rival. No entanto, Rouzier não deixou o Brasil deslanchar. Após um erro de saque da França, dois bloqueios seguidos de Bruninho e Sidão levaram a seleção a empatar em 4 a 4. Mais uma vez, Rouzier fez a diferença para a França, passando por um bloqueio triplo dos brasileiros.



O técnico Bernardinho pediu tempo, e no retorno Samuel cresceu da linha de 3m. Com 11 a 9 para a França, Anderson explorou o bloqueio e diminuiu a diferença. O oposto apareceu de novo no momento decisivo: 12 a 11. Marlon entrou e errou o saque, deixando a França com 13 a 11.



Mais uma vez, Anderson, que durante a partida deixou a desejar, virou a bola quando precisava. Com um match point para a França, Anderson salvou. Mas em um saque balanceado de Sidão, os franceses armaram bem o ataque e cravaram, fazendo 15 a 13.



França
Rouzier, Sol, Tolar, Pujol, Tuia, Ragondet e Rowlandson
Entraram: Moreau e Hardy Dessources
Técnico: Philippe Blain
Brasil
André Heller, Bruninho, Samuel, Murilo, Anderson, Lucão e Alan
Entraram: Eder, Marlon e Sidão
Técnico: Bernardinho

Quartas de Final da Eurocopa:Croácia X Turqui

Imortal Turquia consegue terceiro milagre e vai à semifinal da Eurocopa

Pela terceira vez seguida nesta Eurocopa , a Turquia conseguiu inverter um resultado negativo no apagar das luzes. Desta vez, a vítima foi a Croácia, que abriu o placar a dois minutos do fim da prorrogação, com Klasnic, mas sofreu o empate nos acréscimos, gol de Semih. Após a igualdade em 1 a 1, os turcos venceram a decisão por pênaltis no estádio Ernst-Happel, em Viena, pelo placar de 3 a 1, e asseguraram uma inédita classificação à fase semifinal da Eurocopa.



Agora, os turcos vão enfrentar a Alemanha, que na quinta-feira eliminou Portugal. A partida será realizada na próxima quarta-feira, em Basiléia, na Suíça.

O terceiro milagre turco (havia virado os jogos contra Suíça e República Tcheca com os gols no finzinho) ocorreu numa partida em que a equipe pouco criou durante os 120 minutos. A Croácia, por sua vez, foi um pouco melhor, mas também esteve longe de mostrar futebol empolgante.



Croácia começa eletrizante, mas cai de rendimento



A Turquia, que entrou desfalcada do brasileiro naturalizado Mehmet Aurélio e do goleiro Volkan (suspensos), começou o jogo tentando pressionar, valorizando a posse de bola. A Croácia, no entanto, não demorou a mostrar por que venceu os três jogos de seu grupo na primeira fase.



Primeiro, após boa jogada de linha de fundo de Rakitic pelo lado esquerdo, Hakan tirou a bola dos pés de Srna justamente quando o croata ia marcar, na entrada da pequena área. Aos 18 minutos, foi a vez de Olic, sozinho, perder o gol mais feito da Eurocopa ao escorar a bola no travessão, após lindo passe de Modric. Srna ainda pegou a sobra, mas mandou para fora.

A partir daí, a Croácia diminuiu seu ímpeto, e o jogo ficou mais morno. A Turquia ameaçou apenas em chutes de longe no primeiro tempo, principalmente com Altintop e Topal. Por fim, as equipes foram para o descanso com o placar sem gols.

Depois do intervalo, o panorama não mudou muito. A Croácia seguiu levemente melhor. Logo aos três minutos, Olic aproveitou lambança da zaga turca e concluiu em gol duas vezes seguidas, mas não conseguiu mandar a bola para dentro.

A Turquia tratou de cozinhar novamente a partida, e o segundo tempo se arrastou até perto do fim quase sem chances. As melhores, por sinal, foram mesmo da Croácia. Srna, de falta, obrigou Rustu a fazer grande defesa. Aos 44, Olic teve mais uma chance quase na pequena área, mas concluiu em cima do goleiro turco.

Na prorrogação, a Turquia demonstrou ter um pouco mais de pernas do que a Croácia e, mesmo sem apresentar nenhuma mudança drástica, subiu de produção. Comendo pelas beiradas, a equipe vermelha passou a criar suas chances.





Prorrogação guarda emoção para o fim



A melhor delas foi aos 11 minutos do primeiro tempo, quando Tuncay arrumou espaço na entrada da área e soltou a bomba rasteira. A bola passou muito perto da trave direita do goleiro croata Pletikosa.



O segundo tempo da prorrogação foi arrastado. As duas seleções pareciam estar satisfeitas com o empate mas, a dois minutos do fim, o goleiro Rustu deu a chance que a Croácia precisava. O goleiro saiu do gol rente à linha de fundo, pelo lado direito da área, mas chegou atrasado, depois de Modric. O meia croata cruzou para Klasnic testar para a rede.



Os jogadores da Croácia já pediam o apito final mas, nos acréscimos, após chutão de Rustu quase de uma área para a outra, a bola sobrou para Semih. O atacante encheu o pé e acertou o ângulo de Pletikosa para, assim, levar a decisão para os pênaltis.



Destruída psicologicamente, a Croácia entregou o jogo de bandeja nos pênaltis. Modric e Rakitic chutaram para fora suas cobranças, enquanto Petric teve sua penalidade defendida por Rustu. Final 3 a 1, e festa turca.





Ficha técnica:
CROÁCIA 1 (1) x 1 (3) TURQUIA
CROÁCIA
Pletikosa, Corluka, Robert Kovac, Simunic e Pranjic; Modric, Niko Kovac, Srna e Rakitic; Niko Kranjcar (Petric) e Olic (Klasnic).
Técnico: Slaven Bilic.
TURQUIA
Rustu, Hamit Altintop, Gokhan Zan, Emre Asik e Hakan Balta; Topal (Semih), Sabri, Tuncay e Arda; Kazim Kazim (Ugur Boral) e Nihat (Gokdeniz).
Técnico: Fatih Terim.
Gols: Klasnic, aos 13, e Semih, aos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação.
Nos pênaltis: converteram: Arda, Semih, Altintop (TUR), Srna (CRO);
perderam: Modric, Rakitic e Petric (CRO)
Cartões amarelos: Arda, Ugur Boral, Emre Asik e Tuncay (TUR).
Estádio: Ernst-Happel, em Viena (AUT). Data: 20/06/2008.
Árbitro: Roberto Rosetti (ITA).
Auxiliares: Alessandro Griselli (ITA) e Paolo Calcagno (ITA).

GP da França:Treino Livre 2


Alonso supera Felipe Massa no fim do segundo treino livre em Magny-Cours

Fernando Alonso foi a grande surpresa desta sexta-feira ao marcar o melhor tempo do segundo treino livre para o GP da França, que será disputado neste domingo. O espanhol fez uma volta sensacional e tirou Felipe Massa da primeira posição por apenas 76 milésimos. Kimi Raikkonen, companheiro do brasileiro na Ferrari, foi o terceiro, 0s221 atrás do primeiro.



Lewis Hamilton foi o melhor da McLaren, com a quarta posição. O finlandês Heikki Kovalainen foi apenas o sétimo. A equipe inglesa, aliás, testou duas configurações diferentes de asas dianteiras nos treinos livres desta sexta-feira. Pela manhã, os pilotos usaram a famosa ponte, lançada pelo time no ano passado. À tarde, porém, o bico tinha sua configuração tradicional.



Sebastian Vettel, da STR, conseguiu um excelente quinto lugar, à frente do líder do campeonato, Robert Kubica, da BMW Sauber. O polonês ficou duas posições e 0s141 à frente de seu companheiro de equipe, o alemão Nick Heidfeld, oitavo colocado na sessão vespertina em Magny-Cours.


Nelsinho Piquet conseguiu uma ótima nona colocação com a Renault. O brasileiro ficou 0s765 atrás do companheiro Alonso, mas o espanhol usou o ajuste de classificação em sua volta rápida. Rubens Barrichello, da Honda, ficou em 19º, duas posições atrás de Jenson Button.

No fim do treino, os pilotos testaram o novo sistema eletrônico que será usado nas entradas do safety car. No entato, a novidade, que pretende limitar a velocidade dos carros em situações de perigo, permanece nos estágios iniciais de desenvolvimento.



Confira os melhores tempos do segundo treino livre:



1 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m15s778 (37 voltas)
2 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m15s854 (24)
3 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m15s999 (42)
4 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m16s232 (29)
5 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m16s298 (42)
6 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m16s317 (35)
7 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m16s340 (36)
8 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m16s458 (43)
9 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m16s543 (39)
10 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m16s572 (36)
11 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m16s682 (42)
12 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m16s743 (43)
13 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m16s758 (42)
14 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m17s002 (32)
15 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m17s092 (39)
16 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m17s106 (38)
17 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m17s244 (37)
18 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m17s394 (42)
19 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m17s591 (27)
20 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m17s868 (33)

GP da França:Treino Livre 1


Massa voa e marca o melhor tempo no primeiro treino livre em Magny-Cours


Felipe Massa voou no primeiro treino livre para o GP da França e marcou o melhor tempo em Magny-Cours. O brasileiro da Ferrari fez 1m15s306, quase sete décimos melhor que Lewis Hamilton, da McLaren, vice-líder do Mundial de Pilotos. Heikki Kovalainen, companheiro do inglês, foi o terceiro, seguido pelo atual campeão mundial, o finlandês Kimi Raikkonen.



Kovalainen, aliás, evitou um acidente forte em sua última volta lançada no treino classificatório. O finlandês da McLaren saiu da pista na curva Estoril e passou em alta velocidade pela caixa de brita, mas conseguiu evitar o choque com o muro.



Robert Kubica, líder do campeonato, foi o quinto colocado, a 1s071 do tempo de Felipe Massa. O polonês da BMW Sauber ficou 23 milésimos à frente de Fernando Alonso, da Renault, o sexto melhor. O espanhol, no entanto, teve um problema a 1m30s do fim da sessão, quando o motor de seu carro estourou na saída da curva 8, uma das mais lentas do traçado.



Jarno Trulli, da Toyota, errou e rodou no hairpin Adelaide, mas conseguiu a sétima colocação no primeiro treino livre. Sebastian Vettel, da STR, que liderou o início da sessão, marcou o oitavo tempo, à frente de Nick Heidfeld, da BMW Sauber. Timo Glock, companheiro do italiano na Toyota, completou a lista dos dez primeiros no início das atividades em Magny-Cours.


Nelsinho Piquet, da Renault, deu 31 voltas no treino e ficou com a 11ª posição. O brasileiro ficou 0s663 atrás de Fernando Alonso, seu companheiro de equipe. Rubens Barrichello, da Honda, foi o 15º, três postos e 0s205 à frente de Jenson Button.



Confira os melhores tempos do primeiro treino livre:



1 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m15s306 (22 voltas)
2 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m16s002 (22)
3 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m16s055 (20)
4 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m16s073 (21)
5 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m16s377 (19)
6 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m16s400 (23)
7 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m16s758 (32)
8 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m16s838 (27)
9 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m16s870 (21)
10 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m16s886 (31)
11 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m17s063 (31)
12 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m17s234 (21)
13 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m17s269 (22)
14 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m17s394 (30)
15 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m17s491 (25)
16 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m17s683 (27)
17 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m17s696 (25)
18 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m17s928 (21)
19 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m18s072 (27)
20 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m18s673 (13)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Eliminatórias da Copa 2010


VENEZUELA 2X3 CHILE
Chile vence a Venezuela e ultrapassa o Brasil, que agora é quinto

O Chile conseguiu um importante resultado fora de casa ao vencer a Venezuela nesta quinta-feira, por 3 a 2, em Puerto La Cruz. Com o resultado, chegou à terceira posição com dez pontos ganhos e ultrapassou o Brasil, que agora é o quinto na tabela de classificação das eliminatórias, com nove. Os venezuelanos permanecem com sete, na sétima posição. Se a competição terminasse nesta rodada, os brasileiros teriam que disputar a repescagem na luta por uma vaga na Copa de 2010.

O próximo compromisso da seleção brasileira será no dia 6 ou 7 de setembro, contra os chilenos, fora de casa.


Os donos da casa começaram a partida encurralando o Chile no campo de defesa. Aos 10 minutos, Vargas fez boa jogada individual, invadiu a área e chutou cruzado. O goleiro Bravo teve que se esticar todo para fazer a defesa. Depois da pressão venezuelana nos primeiros minutos, o Chile equilibrou o jogo e teve uma boa oportunidade de abrir o placar aos 18. Após rápido contra-ataque, Sánchez arriscou da entrada da área, a bola desviou na zaga e acertou a trave.

Até o fim do primeiro tempo, o que se viu foram muitos erros de passe e faltas, e poucas chances de gol criadas de ambos os lados.

Na segunda etapa, as equipes voltaram do vestiário mais dispostas a arriscar. A Venezuela abriu o placar com um gol de bola parada, aos 13 minutos. Rojas rolou para Maldonado, que mandou uma bomba, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro: 1 a 0. Em desvantagem, o Chile foi para cima do adversário. Aos 18, Sánchez foi derrubado dentro da área e o árbitro marcou o pênalti. Na cobrança, Suazo chutou forte e fez 1 a 1.

Aos 27, os chilenos aproveitaram uma bobeira da zaga e viraram. Aos 27, Gonzalez cruzou e Jara, livre, marcou o segundo: 2 a 1. Em desvantagem, a equipe da casa correu atrás do prejuízo e conseguiu o empate aos 34. Após um cruzamento da direita, o zagueiro chileno Fuentes deixou a bola passar no meio da área e Arango chutou para o fundo do gol: 2 a 2.



Para tristeza dos brasileiros, aos 46 minutos, Suazo dominou livre na entrada da área e chutou forte para dar a vitória aos chilenos: 3 a 2.

Quartas de Final da Eurocopa:Portugal X Alemanha


Alemanha avança às semifinais e acaba com a passagem de Felipão por Portugal

A Alemanha mostrou sua força, venceu Portugal por 3 a 2, nesta quinta-feita, na Basiléia, e avançou às semifinais da Eurocopa. Foi a última partida da equipe portuguesa sob o comando do técnico Luiz Felipe Scolari, que vai dirigir o Chelsea na próxima temporada.



Com o resultado, a Alemanha espera pelo vencedor do confronto entre Croácia e Turquia, nesta sexta-feira.





Início arrasador



Portugal, mesmo com jogadores mais técnicos, abriu mão do ataque no início da partida e optou pelos contra-ataques como arma para chegar ao gol alemão. E quando teve a bola, a equipe de Luiz Felipe Scolari não conseguiu ameaçar. Cristiano Ronaldo e Deco, os principais organizadores da equipe, demoraram a se encontrar no jogo, o que fez Portugal sofrer.



A Alemanha, sem ter nada com isso, valorizou a posse de bola. Schweinsteiger, pelo lado direito, e Ballack, na faixa central do campo, eram os dois principais jogadores do time. Eles tinham a ajuda de Lahm, lateral veloz que incomodou Bosingwa o tempo todo.

Aos 21, depois de perder boa chance com Ballack, a Alemanha abriu o placar com um bonito gol pelo lado esquerdo. Podolski recebeu passe em profundidade após tabela e foi ao fundo. O atacante cruzou forte para a área, e Schweinsteiger, de primeira, acertou o canto de Ricardo, que nada pôde fazer.



A Alemanha seguiu melhor depois do gol. E não demorou para ampliar a vantagem. Schweinsteiger cobrou falta na cabeça de Klose, que, em condição legal, fez de cabeça.



O gol despertou Portugal e pôs a Alemanha para dormir. Scolari sacou o volante João Moutinho e lançou o meia Raúl Meirelles. Os portugueses cresceram e igualaram as ações. Aos 41, reduziram a vantagem alemã em jogada de Cristiano Ronaldo. O meia recebeu passe longo e chutou na saída de Lehmann. O goleiro fez defesa parcial, mas Nuno Gomes, de virada, pegou a sobra. Metzelder ainda tentou rebater, mas a bola morreu no fundo do gol.





Alemanha segura Portugal no segundo tempo



O jogo recomeçou de um jeito muito parecido com o do fim do primeiro tempo. Portugal manteve o ritmo, mas a Alemanha veio do vestiário com o freio de mão puxado. Mais recuada. Menos agressiva com a bola nos pés. A decisão chamou os portugueses para o ataque, e o confronto ficou tenso.



Aos 11, o zagueiro brasileiro Pepe perdeu um gol incrível dentro da pequena área. Após cruzamento de Bosingwa, ele, de cabeça, pôs por cima do travessão.



A torcida portuguesa se animou e empurrou o time para a frente. Muito mais na base da vontade do que da inspiração (até porque Deco e Cristiano Ronaldo não tiveram boas atuações), Portugal, senhor do jogo, teve várias chances de empatar, mas quem mexeu no placar foi a Alemanha, com o seu futebol pragmático, muitas vezes chato. Aos 16, Schweinsteiger cobrou falta na cabeça do meia Ballack, que aproveitou a péssima saída de Ricardo para ampliar.



Nos minutos finais, Portugal se lançou ao ataque e reduziu a diferença com Postiga, aos 42 minutos, de cabeça. O jogo ficou dramático. A pressão do time de Scolari foi grande, mas já era tarde demais. Fim de linha para Felipão.





Ficha técnica:
PORTUGAL 2 x 3 ALEMANHA
PORTUGAL
Ricardo, Bosingwa, Pepe, Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira; João Moutinho (Raúl Meirelles), Petit (Postiga), Deco e Cristiano Ronaldo; Simão e Nuno Gomes (Nani).
Técnico: Luiz F. Scolari.
ALEMANHA
Lehmann, Friedrich, Metzelder, Mertesacker e Lahm; Schweinsteiger (Fritz), Ballack, Rolfes e Hitzlsperger (Borowski), Podolski e Klose (Jansen).
Técnico: Joachim Löw.
Gols: Schweinsteiger; aos 21, Klose, aos 26, e Nuno Gomes, aos 41 minutos do primeiro tempo; Ballack, aos 16, e Postiga, aos 42 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Petit, Postiga e Pepe (Portugal); Friedrich e Lahm (Alemanha)
Estádio: St. Jakob Park, Basiléia. Data: 19/06/2008.
Árbitro:Peter Fröjdfeldt (SUE).
Auxiliares: Stefan Wittberg (SUE) e Henrik Andrén (SUE).

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Eliminatórias da Copa 2010


BOLÍVIA 4X2 PARAGUAI
Bolívia derrota o líder Paraguai e sai da lanterna das eliminatórias

O líder Paraguai foi a La Paz nesta quarta-feira e perdeu para a Bolívia, então lanterna das eliminatórias sul-americanas , pelo placar de 4 a 2. Seis jogadores dos que foram titulares contra o Brasil não foram escalados de início pelo técnico Gerardo Martino, o que acabou custando caro. Botero (dois), García e o ex-cruzeirense Marcelo Moreno fizeram os gols da Bolívia. Roque Santa Cruz e Haedo Valdez, que entraram no segundo tempo, descontaram.

Foi a primeira vitória boliviana nestas eliminatórias. A seleção subiu para o penúltimo lugar, com quatro pontos, um a mais que o Peru. O Paraguai segue líder, com 13 pontos, mas pode ser alcançado pela Argentina, que mais tarde nesta quarta-feira visita o Brasil, no Mineirão.



Falha do goleiro freia reação paraguaia


Talvez temendo o desgaste de um jogo na altitude (3.600 metros), o Paraguai foi a campo sem alguns jogadores importantes, que ficaram no banco de reservas. Do trio ofensivo que derrotou o Brasil, apenas Cabañas foi titular. Haedo Valdez e Roque Santa Cruz entraram no segundo tempo, já com o placar em 2 a 0.

A Bolívia aproveitou para se impor e, em 25 minutos, já vencia por 2 a 0. Primeiro, Rivero lançou Botero na área e o atacante tocou por cima do goleiro Bobadilla (substituiu Villar). Depois, García avançou pela direita e bateu cruzado para ampliar.

No segundo tempo, com as entradas de Haedo e Santa Cruz, o Paraguai deu a impressão de que reagiria, principalmente quando o camisa 9 diminuiu o marcador com uma cabeçada.

No entanto, a Bolívia tratou de matar o jogo, com uma mãozinha do goleiro Bobadilla. O paraguaio bateu roupa em chute de longe e Botero pegou o rebote para fazer 3 a 1. Aos 30 minutos, Marcelo Moreno, negociado pelo Cruzeiro ao Shakhtar Donetski, bateu falta com força e fez o quarto.

Haedo Valdez, com chute no ângulo após passe de Morel Rodríguez, ainda diminuiu a desvantagem, mas a vitória boliviana já estava assegurada.


EQUADOR 0X0 COLÔMBIA
Equador e Colômbia empatam sem gols

Debaixo de forte chuva durante boa parte dos 90 minutos, Equador e Colômbia empataram por 0 a 0 nesta quarta-feira, em Quito. A partida foi válida pela sexta rodada das eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2010.

Com o resultado, a Colômbia se manteve como única invicta nas eliminatórias. A seleção soma agora dez pontos e se mantém em terceiro lugar. O Equador chegou a cinco pontos e continua na oitava posição. O líder das eliminatórias é o Paraguai, com 13 pontos.

Jogando em casa e empolgado por quase ter derrotado a Argentina no último domingo (1 a 1 em Buenos Aires), o Equador dominou boa parte do jogo, embora tenha tido dificuldades para criar chances de gol. Retraída, a Colômbia pouco buscou o ataque.

No primeiro tempo, a melhor chance equatoriana surgiu numa pixotada do colombiano Moreno. Após cruzamento de Valencia para a área, o jogador tentou cortar de cabeça e acertou o próprio travessão.

Com a forte chuva que caiu entre a segunda metade da etapa inicial e o começo da etapa final, o jogo ficou dificultado para as duas equipes.

Na base do abafa e de chutes de longe, o Equador seguiu em busca do gol que lhe daria sua segunda vitória nas eliminatórias. No entanto, o goleiro Julio mostrou-se seguro quando exigido e garantiu os colombianos.

A dez minutos do fim, Dario Moreno invadiu a área equatoriana, driblou o goleiro e foi agarrado pela camisa por Espinoza. A arbitragem não marcou o pênalti e o placar acabou mesmo 0 a 0, depois de o Equador perder pelo menos mais duas boas chances.

BRASIL 0X0 ARGENTINA
Brasil empata com Argentina, e torcida vaia o técnico Dunga

A julgar pelo que foi visto no Mineirão nesta quarta-feira, a popularidade do técnico Dunga no comando da seleção brasileira está bastante arranhada. Apesar de empatar em 0 a 0 com a arqui-rival Argentina, o treinador ouviu toda a sorte de gritos hostis, pedindo sua saída. Este foi o terceiro jogo seguido sem vitória da seleção (havia perdido para Venezuela e Paraguai).



Com o resultado, a seleção brasileira subiu para o quarto lugar nas eliminatórias sul-americanas, com nove pontos - a Argentina está em segundo lugar, com 11 pontos, dois a menos que o líder Paraguai. Mas há um porém. Nesta quinta-feira, a Venezuela recebe o Chile em Puerto La Cruz, às 21h30m (horário de Brasília), para encerrar a rodada. Como as duas seleções estão com sete pontos ganhos, qualquer uma que vença passará o Brasil na tabela - só o empate interessa à seleção de Dunga, que só volta a campo nas eliminatórias no dia 6 ou 7 de setembro, fora de casa, contra o Chile.





Tensão e gols perdidos





O técnico Dunga, que começou a ouvir vaias da torcida quando teve seu nome anunciado no Mineirão, foi a campo apostando em Adriano no ataque na vaga de Luis Fabiano. No meio, Anderson e Julio Baptista ocuparam as vagas de Josué e Diego.

Anderson pareceu nervoso enquanto esteve em campo. O jogador do Manchester United errou muitos passes e saiu aos 33 minutos do primeiro tempo, sentindo dores no joelho esquerdo. Diego entrou. Os demais jogadores de meio também erraram muitos passes durante a primeira etapa. Mineiro perdeu mais bolas do que costuma no meio.

A primeira etapa acabou por ser equilibrada. O Brasil criou duas grandes chances, com Julio Baptista e Robinho, mas a Argentina respondeu com Messi. A torcida mineira, apreensiva, não gritou muito durante a primeira etapa. Adriano teve o nome cantado em coro depois de voltar para ajudar a defesa.

A primeira grande chance do Brasil aconteceu aos 22 minutos. Após chute de Robinho da direita, a bola espirrou e sobrou limpa para Julio Baptista. O camisa 10 chutou exatamente em cima do goleiro Abbondanzieri, que fez grande defesa e ainda correu atrás do rebote para agarrar em definitivo.

Logo depois, Robinho recebeu lançamento no lado esquerdo do ataque, driblou o goleiro Abbondanzieri rente à linha de fundo e partiu para dentro da área. O atacante, entretanto, não conseguiu chutar ao gol ou passar a bola para Adriano, que entrava pelo meio da área. Cercado de argentinos, acabou perdendo a bola.

Os hermanos respeitaram a seleção e não criaram muitas chances no primeiro tempo. Com o grandalhão Cruz como referência e Gutierrez na ala esquerda (uma surpresa), a Argentina foi bem na marcação, porém um tanto tímida no ataque. Teve duas boas oportunidades no primeiro tempo. Na primeira, Julio Cruz entrou nas costas de Juan e cabeceou nas mãos de Júlio César. Depois, Messi penetrou livre na área, por trás de Lúcio, e bateu muito mal, longe do gol.



Show no intervalo e vaias

Como costuma fazer, a Argentina demorou para voltar para o segundo tempo. As duas equipes não sofreram alterações. Depois de assistir ao show do Skank no intervalo, a torcida mineira se inflamou e gritou forte. Em campo, Adriano por pouco não acertou passe para Robinho na área. Abbondanzieri saiu bem do gol e agarrou.

A Argentina respondeu com Messi, que avançou pela direita e foi derrubado por trás por Juan. O brasileiro merecia levar o segundo cartão amarelo, o que resultaria em sua expulsão, mas o árbitro Oscar Ruiz aliviou.


Aos poucos, os agentinos cresceram na partida e ficaram mais perto de abrir o placar. Julio Cruz recebeu bola limpa dentro da área, aos 11 minutos, mas bateu mal, por cima do gol de Júlio César.



Na base da raça, a seleção equilibrou as ações. Apesar de não conseguir grandes finalizações, o Brasil apertou a Argentina na defesa. Os hermanos passaram a parar as jogadas com falta. Os volantes Gago e Mascherano levaram cartões amarelos quase que um após o outro.



As duas seleções resolveram então mexer no ataque. Alfio Basile tirou Cruz e lançou Agüero, jogador de mais velocidade. Dunga foi chamado de burro por tirar Adriano e lançar Luis Fabiano. O nome de Pato era o mais gritado antes da substituição no Mineirão. O Imperador, por sua vez, foi aplaudido ao deixar o campo.





Torcida pede Pato, mas entra Luis Fabiano



Logo em sua primeira jogada, aos 26, Luis Fabiano ganhou de Coloccini, foi ao fundo e cruzou para Julio Baptista. O camisa 10 emendou um voleio, mas o tiro saiu fraco e Abbondanzieri defendeu sem problemas.



A seleção passou a ter mais a bola, embora sem criar grandes oportunidades. Dunga foi novamente chamado de burro ao trocar Diego por Daniel Alves. Daí para a frente, o treinador foi muito hostilizado. Foi chamado também de jumento, além de ouvir o corinho de "Adeus, Dunga".



Daí para o fim, a seleção não se encontrou mais em campo. A Argentina ainda teve uma boa chance, em chute de Messi, mas Júlio César apareceu bem, e o jogo terminou mesmo sem gols.



Ficha técnica:
BRASIL 0 x 0 ARGENTINA
BRASIL
Júlio César, Maicon, Juan, Lúcio e Gilberto; Mineiro, Gilberto Silva, Anderson (Diego) (Daniel Alves) e Julio Baptista; Robinho e Adriano (Luis Fabiano).
Técnico: Dunga.
ARGENTINA
Abbondanzieri, Burdisso, Coloccini e Heinze; Zanetti, Mascherano, Gago, Riquelme (Battaglia) e Gutierrez; Messi (Palacio) e Cruz (Agüero).
Técnico: Alfio Basile.
Gols: -.
Cartões amarelos: Juan, Adriano (BRA), Cruz, Mascherano e Gago (ARG). Cartão vermelho: -. Público: 52.527 pagantes. Renda: R$ 6.605.255,00.
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG). Data: 18/06/2008.
Árbitro: Oscar Ruiz (COL).
Auxiliares: Wilson Berrío (COL) e Rafael Rivas (COL).

PARADA ROCK

10-Mamonas Assassinas-Uma Arlinda Mulher



9-Guns n' Roses-Estranged



8-Twister Sister-I Wanna Rock



7-Guns n' Roses-Sympathy for the Devil



6-Audioslave-I Am The Highway



5-Rage Against the Machine-Testify



4-Incubus-Anna Molly



3-Velvet Revolver-Come on Come in



2-U2-One



1-Green Day-Jesus of Suburbia

3 Rodada da Eurocopa:Grupo D

RÚSSIA 2X0 SUÉCIA
Treinada por um holandês, Rússia vai encarar a Holanda nas quartas-de-final

A Rússia, treinada pelo técnico holandês Guus Hiddink, será a adversária da Holanda nas quartas-de-final da Eurocopa. Nesta quarta-feira, a seleção russa venceu por 2 a 0 a Suécia, em Innsbruck, e garantiu o segundo lugar do Grupo D com seis pontos.



O jogo entre Rússia e a favorita Holanda, dona da melhor campanha da primeira fase no Grupo C, será neste sábado, na Basiléia. A Espanha, líder do Grupo D, vai encarar a Itália, no domingo, em Viena. Os outros confrontos das quartas são: Portugal x Alemanha (nesta quinta, na Basiléia) e Croácia x Turquia (sexta, em Viena).



Os gols da Rússia foram marcados por Pavlyuchenko e Arshavin, um em cada tempo. A seleção de Hiddink foi superior à Suécia em toda a partida e mereceu o resultado.



Em 1988, a União Soviética, da qual a Rússia fazia parte, decidiu a Eurocopa com a Holanda. A Laranja venceu por 2 a 0, com gols de Gullit e Van Basten, atual treinador da seleção holandesa.







Erros suecos, gols russos





A Rússia começou pressionando os suecos desde o início da partida. Depois de insistir, chegou ao primeiro gol aos 23 minutos, com o atacante Pavlyuchenko. A defesa russa ganhou uma dividida no meio-campo e a bola foi lançada para Anyukov, que entrou na área e rolou para Pavlyuchenko bater de primeira e abrir o placar.



Três minutos depois, a melhor chance da Suécia em todo o jogo. Após cruzamento da esquerda, Henrik Larsson, de costas, tocou de cabeça e a bola foi no travessão.



A Rússia respondeu da mesma forma. Ibrahimovic perdeu a bola no meio-campo, os russos saíram em contra-ataque, Pavlyuchenko dominou na área e bateu bonito, mas na trave.



Na etapa final, a seleção de Hiddink precisou de apenas cinco minutos para matar a partida. Após mais um erro na saída dos suecos, Zhirkov partiu com a bola dominada, avançou pela esquerda e cruzou para Arshavin, de carrinho, fechar a vitória em 2 a 0.



Ficha técnica:
RÚSSIA 2 x 0 SUÉCIA
RÚSSIA
Akinfeev; Anyukov, Ignashevich, Kolodin e Zhirkov; Semak, Zyrianov, Semshov e Bilyaletdinov (Saenko); Arshavin e Pavlyuchenko (Bystrov).
Técnico: Guus Hiddink.
SUÉCIA
Isaksson; Stoor, Mellberg, Hansson e Nilsson (Allback); Svensson, Andersson (Kalstrom), Elmander e Ljungberg; Ibrahimovic e Henrik Larsson.
Técnico: Lars Lagerback.
Gols: Pavlyuchenko, aos 23 do primeiro tempo; Arshavin, aos 5 do segundo tempo
Cartões amarelos: Isaksson, Elmander (SUE), Arshavin, Semak, Kolodin (RUS)
Estádio: Tivoli Neu, em Innsbruck. Data: 18/06/2008.
Árbitro: Frank De Bleeckere (BEL).
Auxiliares: Peter Hermans (BEL) e Alex Verstraeten (BEL).

GRÉCIA 1X2 ESPANHA
Grécia se despede com derrota para os reservas da classificada Espanha

Quatro anos depois de surpreender o mundo ao conquistar o título da Eurocopa , a Grécia se despediu da edição 2008 do torneio com três derrotas em três jogos. Nesta quarta-feira, os gregos perderam por 2 a 1 para o time reserva da classificada Espanha, em Salzburgo, Áustria. Charisteas abriu o placar para a Grécia. De la Red e Güiza viraram.



Com o resultado, a Fúria terminou em primeiro lugar no Grupo D, com nove pontos, e vai encarar a Itália nas quartas-de-final. O jogo é neste domingo. Em segundo ficou a Rússia, com seis pontos. A seleção derrotou a Suécia por 2 a 0, também nesta quarta, e vai encarar a Holanda neste sábado. Os suecos terminaram em terceiro (três pontos), à frente dos gregos, que ficaram sem ponto.





Iniesta é o único titular da Espanha em campo



Com a equipe praticamente toda reserva (apenas Iniesta vinha sendo titular nos jogos anteriores e foi mantido), a Espanha teve uma atuação regular e chegou a merecer melhor sorte na partida pelas chances criadas. A Grécia também fez algumas mudanças em seu time e, mesmo eliminada, não alterou sua forma recuada de jogar.



O primeiro tempo foi morno e quase sem chances. Destaque para um lance tentado pelo volante Xabi Alonso, um dos melhores em campo pela Fúria. O jogador do Liverpool (que perdeu a vaga de titular para Marcos Senna) bateu do meio-campo, tentando encobrir o goleiro Nikopolidis. O arqueiro grego se esforçou para tirar e se chocou com a trave. Por sorte, a bola foi para fora.


A Espanha ainda reclamou de um pênalti em Iniesta. A jogada, duvidosa, foi ignorada pela arbitragem. Aos 42, em seu primeiro ataque perigoso, a Grécia abriu o placar. Depois de falta cobrada da esquerda, Charisteas entrou livre pelo meio da área e cabeceou firme para a rede. O atacante atravessou o campo e cumprimentou o goleiro Nikopolidis, que fazia seu jogo de despedida da seleção.



No segundo tempo, o panorama seguiu parecido. A Grécia, recuada, e a Espanha, um pouco melhor, mas nada brilhante. Amanatidis teve a primeira chance, de cabeça, mas mandou a bola em cima do goleiro Reina.



Xabi Alonso, em chute da intermediária, carimbou a trave de Nikopolidis e acendeu o time da Espanha. O empate surgiu aos 16 minutos, depois que o atacante Güiza foi lançado na área e ajeitou de cabeça para De la Red encher o pé e fazer um bonito gol.



Satisfeita com o empate, a Grécia recuou ainda mais. Aos 29 minutos, o técnico Otto Rehhagel sacou o meia de criação Karagounis para lançar o volante Tziolis.



O castigo para os gregos aconteceu aos 43 minutos. Após cruzamento de Sergio García da direita, Güiza subiu livre para testar, sem chances para Nikopolidis.



Ficha técnica:
GRÉCIA 1 x 2 ESPANHA
GRÉCIA
Nikopolidis, Vintra, Kyrgiakos (Antzas), Dellas e Spiropoulos; Basinas, Katsouranis, Salpingidis (Giannakopoulos), Karagounis (Tziolis) e Amanatidis; Charisteas.
Técnico: Otto Rehhagel.
ESPANHA
Reina, Arbeloa, Albiol, Juanito e Navarro; De la Red, Xabi Alonso, Sergio García, Fábregas e Iniesta (Cazorla); Güiza.
Técnico: Luis Aragonés.
Gols: Charisteas, aos 42 minutos do primeiro tempo; De la Red, aos 16, e Güiza, aos 43 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Karagounis, Basinas, Vintra (GRE), Güiza e Arbeloa (ESP).
Estádio: Wals-Siezenheim, em Salzburgo (AUT). Data: 18/06/2008.
Árbitro: Howard Webb (ING).
Auxiliares: Darren Cann (ING) e Michael Mullarkey (ING).

terça-feira, 17 de junho de 2008

Rodada de Terça

CRB 1X2 BARUERI
Barueri se recupera de goleada para o Santo André e vence o CRB, em Maceió

Depois de ser goleado em casa na última rodada da Série B, o Barueri buscou a sua recuperação na competição, vencendo o CRB, por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, no Estádio Rei Pelé em Maceió. Com a vitória, o time paulista chegou a 11 pontos na tabela de classificação encostando nos líderes. Já a equipe de Alagoas permanece com apenas quatro pontos e segue na zona de rebaixamento para a Série C.


O primeiro tempo começou em ritmo muito lento. Sequer parecia que os dois times precisavam de um bom resultado para se recuperar na segundona. Aos goleiros, bastava apenas assistir ‘de camarote’ a má atuação das equipes e ao grande número de passes errados. Porém, bastou o Barueri chegar com real perigo para abrir o placar. Aos 31 minutos, Marcos Pimentel se aproveitou da desatenção da defesa alagoana, roubou a bola e chutou de fora da área, no ângulo.


Daí em diante a partida melhorou bastante, com o CRB se atirando ao ataque e o Barueri se aproveitando dos espaços. Rafinha quase empatou para o time alagoano aos 34, mas René fez boa defesa. Em seguida, Jean Carlo bateu falta com categoria, e o goleiro paulista só torceu para a bola sair. O time paulista também teve suas chances, mas Alberto não conseguiu aproveitar duas boas jogadas, perdendo a primeira, de cabeça, e outra, de carrinho.


Na etapa final o ritmo voltou a cair. A equipe de Fábio Luiz limitava-se a jogar na defesa, enquanto o time da casa parecia não ter forças para reagir. Perigo mesmo, apenas em jogadas isoladas de bola parada. Mas de tanto insistir, o CRB conseguiu o empate aos 28 minutos. Júnior Amorim invadiu a área e bateu cruzado pelo alto, sem chances para René.


Com um resultado que não agradava nem a gregos nem a troianos, a partida voltou a melhorar. Empurrado pela torcida, o time alagoano passou a pressionar o adversário, que mal conseguia sair do campo defensivo. Porém, no primeiro contra-ataque que o Barueri encaixou, veio o lance do segundo gol. Aos 37, Marcos Pimentel avançou pela direita e foi derrubado na área por Júnior Amorim. Guaru bateu bem e deu números finais à partida.

CEARÁ 2X2 BAHIA
Tricolor baiano sai na frente, mas Ceará arranca empate na etapa final

Em um jogo onde cada equipe fez dois gols em cada tempo, Ceará e Bahia empataram por 2 a 2, na noite desta terça-feira, no Castelão, na abertira da sétima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Na etapa inicial, Galvão e Elias marcaram para o time visitante, mas no segundo tempo, Vavá fez dois para os anfitriões e deixou tudo igual.



O resultado faz o Vovô subir do quarto para o terceiro lugar provisório, com 11 pontos. Mas no decorrer da rodada, o time cearense pode até deixar o G-4. O Tricolor baiano soma nove pontos, mas cai da décima para a 11ª posição.



O próximo compromisso das duas equipes é daqui a uma semana, na terça, dia 24. O Bahia volta a jogar fora de casa, contra o Juventude, em Caxias do Sul. O Ceará vai a Florianópolis encarar o Avaí.





O jogo

O time da casa começou pressionando e dando a impressão de que poderia vencer com certa facilidade. O atacante Luiz Carlos perdeu duas boas chances de abrir o placar para o Vovô nos dez primeiros minutos, mas o goleiro Darci estava bem atento. Até que, aos 17 minutos, em jogada rápida, o atacante Galvão recebeu livre pela direita e bateu cruzado, marcando o primeiro gol do Bahia.





Buscando reação, o atacante alvinegro Ciel chegou com perigo aos 27, mas o goleiro tricolor voltou a fazer boa defesa. Aos 37, o meia Ávine foi derrubado por Dezinho dentro da área cearense, e o árbitro João Alberto Gomes Duarte apitou pênalti. Na cobrança, Elias bateu no meio do gol e ampliou. Nos acréscimos, o juiz anulou um gol tricolor de Bruno Cazarine, que fez falta na jogada.



A segunda etapa começou da mesma maneira que a primeira, com o Bahia sendo pressionado pelo Ceará. Porém, Marcelo Bonan também teve que trabalhar duro e fazer defesa difícil em uma falta cobrada por Marconi. Mas, aos 24, após escanteio pela direita, Zé Adriano desviou de cabeça, e Vavá, livre, tocou para o gol e diminuiu o placar.



A torcida alvinegra cresceu no Castelão, e aos 29, Vavá quase empatou cabeceando na trave baiana. Porém, a pressão aumentou e, aos 33, após cruzamento de Marcos Mendes, ele de novo, Vavá, testou para baixo e fez 2 a 2. Nos últimos minutos, o Alvinegro ficou com um a menos, já que Zé Adriano se machucou e todas as substituições já tinham sido realizadas.

SANTO ANDRÉ 0X0 SÃO CAETANO
Empate sem gols e lances polêmicos no clássico do ABC paulista

No 16º clássico entre Santo André e São Caetano, no Estádio Bruno Daniel, nesta terça-feira, nada de gols, mas muitos lances polêmicos. Os dois times reclamaram de pênaltis, em vão. Com o empate, o time da casa chegou a nove pontos na Série B, e o Azulão, vice-líder, a 12.



Na próxima rodada, o Ramalhão enfrenta a Ponte Preta fora de casa, e o São Caetano recebe o Gama.



Lances polêmicos



Os times fizeram um jogo equilibrado, mas com uma forte pressão do visitante no fim da partida. As duas equipes foram para o intervalo reclamando de pênaltis, e com razão. Márcio Mixirica foi derrubado na área aos 9 minutos do primeiro tempo, e Galhardo reclamou de penalidade máxima no finzinho da etapa inicial. No segundo tempo, o São Caetano cobrou mais dois pênaltis não marcados.



O jogo


Bem postadas, as duas defesas não deram muito espaço para os adversários na etapa inicial. Por isso, a maioria dos lances de perigo saiu de chutes de longa distância. Aos 19 minutos, o atacante Luan, do Azulão, arriscou de longe e exigiu boa defesa do goleiro Neneca, que espalmou a bola para escanteio. O meia Marcelinho também finalizou duas vezes de fora da área, mas Júlio César defendeu com tranqüilidade.

Aos 44, o São Caetano quase abriu o placar. De fora da área, o atacante Vandinho chutou forte, Neneca deu um leve toque na bola, que explodiu no travessão e foi para escanteio.

Os times voltaram do intervalo sem muita criatividade. O primeiro momento de destaque foi a expulsão aos 14 minutos do técnico do São Caetano, Pintado, por reclamação contra a arbitragem. O treinador cobrou a marcação do pênalti sobre Luan.

Os dois goleiros praticamente não foram exigidos. Somente no final uma jogada de emoção. No último bom lance, o São Caetano teve a chance de garantir a vitória. Aos 41, o atacante Caiuby cabeceou bem, mas o goleiro Neneca voou para fazer uma linda defesa e garantir o empate.

Eliminatórias da Copa 2010


URUGUAI 6X0 PERU
Uruguai atropela peruanos e ultrapassa o Brasil na tabela das eliminatórias

Depois de decepcionar sua torcida no empate de 1 a 1 com a Venezuela, no último fim de semana, o Uruguai fez as pazes com o bom futebol ao golear o Peru, nesta terça, no Estádio Centenário. Forlán fez três gols nos 6 a 0 da Celeste sobre o Peru, na partida que abriu a sexta rodada das eliminatórias sul-americanas . Bueno (dois gols) e Abreu completaram o marcador.

Com o resultado, o Uruguai assume a quarta colocação, com oito pontos e à frente do Brasil, que tem a mesma pontuação mas perde no saldo de gols (9 a 4). Apenas os quatro primeiros colocados garantem vaga direta na Copa do Mundo. O quinto precisa jogar a repescagem contra o quarto colocado das eliminatórias da Concacaf. A seleção brasileira , no entanto, pode recuperar a posição nesta quarta-feira, pois enfrenta a Argentina no Mineirão. A TV Globo transmite, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha o jogo em Tempo Real a partir das 21h45m.

A seleção uruguaia entrou com algumas mudanças em relação à equipe que tropeçou na Venezuela. O goleiro Castillo, do Botafogo, ganhou a vaga de Carini, que falhou no gol venezuelano. Castillo foi pouco exigido e esteve sempre seguro quando solicitado. Na frente, "El Loco" Abreu foi barrado para a entrada de Bueno.



Peruano é expulso no primeiro tempo


O Uruguai teve sua vida facilitada por conta do destempero do atacante Guerrero. O jogador do Hamburgo, da Alemanha, é o maior craque da atual seleção peruana, que suspendeu por 18 meses Pizarro, Farfán, Acasiete e Mendoza por indisciplina. Guerrero foi expulso por reclamação ainda no primeiro tempo. Foi o atacante quem cometeu o pênalti (duvidoso) que originou o segundo gol uruguaio.



Com a bola rolando, a Celeste não demorou a abrir o placar. Forlán recebeu no lado esquerdo da área e tocou com estilo, por cima de Butrón, para fazer 1 a 0. O Peru até que tentou equilibrar as ações, mas Castillo apareceu bem na única chance da seleção peruana, saindo nos pés de Solano.

Aos 35 minutos, ocorreu o lance que decidiu o jogo. Após cobrança de escanteio, o peruano Paolo Guerrero trombou com Godín na área e a arbitragem marcou pênalti. Guerrero ficou transtornado e reclamou muito. Forlán bateu e não deu chances a Butrón. Como Guerrero continuou reclamando após a cobrança, acabou expulso de campo.

No segundo tempo, com um homem a mais, o Uruguai passeou. Forlán, de cabeça após bola espirrada, fez 3 a 0. Depois, Bueno, testando firme um cruzamento, fez o quarto. O próprio Bueno completou na área uma boa triangulação do ataque celeste e fez 5 a 0.



No apagar das luzes, Abreu, que entrara no segundo tempo, recebeu a bola e, da entrada da área, bateu firme e no canto para sacramentar a goleada.

3 Rodada da Eurocopa:Grupo C


ITÁLIA 2X0 FRANÇA
Itália vence França, ganha mãozinha da Holanda e se classifica às quartas

Um dos jogos mais esperados até aqui na Eurocopa , França x Itália tinha tudo para ser uma guerra de nervos. Afinal, além de as duas seleções precisarem da vitória, ainda tinham de torcer para um tropeço da Romênia diante da Holanda, no outro jogo do Grupo C. No estádio Letzigrund, em Zurique, porém, o que se viu foi uma vitória tranqüila da Azzurra pelo placar de 2 a 0, gols de Pirlo e De Rossi.



Com o resultado, a Itália, que jogou com um homem a mais a partir dos 23 minutos (Abidal foi expulso por cometer o pênalti que originou o primeiro gol do jogo), terminou em segundo lugar no grupo da morte, com quatro pontos, dois a mais do que a Romênia, que perdeu em Berna para a líder Holanda (nove pontos) pelo placar de 2 a 0 . A França, com um ponto, segurou a lanterna da chave.



O adversário da Itália nas quartas-de-final será a Espanha que, embora ainda jogue nesta quarta pela última rodada do Grupo D, já assegurou o primeiro lugar da chave. A nota triste para a Azzurra ficou por conta dos cartões amarelos levados por Pirlo e Gattuso. Os volantes cumprirão suspensão no jogo deste domingo.



Times entram mudados para o jogo



Para a decisão desta terça, a Itália, assim como a França, modificou pela terceira vez sua escalação nesta Eurocopa. A Azzurra apostou nas entradas de De Rossi e Perrotta no meio (ao lado de Pirlo e Gattuso) e Cassano formando dupla de ataque com Luca Toni. Com isso, o esquema de jogo italiano mudou, de 4-5-1 para 4-4-2. No lado da França, Ribéry foi recuado para o meio, no lugar que era ocupado por Malouda, e Benzema formou dupla de frente com Henry. Na defesa, Abidal, normalmente lateral-esquerdo, foi improvisado na quarta zaga na vaga de Thuram. Na lateral direita, Clerc substituiu Sagnol.

O caminhão de mudanças favoreceu a Itália, que começou o jogo muito melhor do que a França. Panucci, de cabeça, quase abriu o placar para a Azzurra logo no início. Para piorar a situação da França, Ribéry se machucou aos nove minutos e deu lugar ao jovem Nasri.



Pênalti e expulsão resolvem o jogo para a Itália
Dona do jogo, a Itália ameaçou com Luca Toni, que bateu da entrada da área e assustou Coupet. Aos 23, no entanto, não teve jeito. O centroavante italiano foi lançado na área, dominou e, quando ia bater, foi derrubado por trás pelo improvisado Abidal. Pênalti e cartão vermelho para o francês. Na cobrança, aos 25, Pirlo bateu sem chances para Coupet.

Para recompor a defesa, o técnico Raymond Domenech foi obrigado a sacar Nasri para lançar Boumsong. Com um a mais em campo, a Itália seguiu bem e teve as melhores chances de gol até o intervalo. Grosso, em cobrança de falta, carimbou a trave de Coupet.

Nos minutos finais do primeiro tempo, a França apresentou alguma melhora e teve até uma ou outra oportunidade. Na melhor delas, Henry girou no lado direito da área, mas bateu rasteiro para fora. Benzema também procurou tabelar com o colega de ataque e incomodou a defesa italiana, mas a França não foi capaz de fazer sequer uma finalização na direção do gol de Buffon.



Lance de sorte sela a vitória da Azzurra
No segundo tempo, a França voltou animada em busca da virada, única hipótese de a seleção conseguir a classificação às quartas-de-final. Henry chegou a acertar a mira em chutes para o gol, mas Buffon não teve dificuldades para defender.



Com um a menos, entretanto, o ímpeto da França foi gradualmente diminuindo. O golpe de misericórdia da Itália aconteceu aos 17 minutos, num lance de sorte. De Rossi soltou a bomba em falta cobrada da intermediária. A bola desviou em Henry, que estava na barreira, e matou o goleiro Coupet.



O técnico Raymond Domenech ainda tentou a medida desesperada de lançar o atacante Anelka na vaga do meia Govou. Mas a Itália soube valorizar bem a posse de bola e não correu muitos riscos até o apito final.





Ficha técnica:
FRANÇA 0 x 2 ITÁLIA
FRANÇA
Coupet, Clerc, Gallas, Abidal e Evra; Toulalan, Makelele, Govou (Anelka) e Ribéry (Nasri) (Boumsong); Benzema e Henry.
Técnico: Raymond Domenech.
ITÁLIA
Buffon, Zambrotta, Panucci, Chiellini e Grosso; Pirlo (Ambrosini), Gattuso (Aquilani), De Rossi e Perrotta (Camoranesi); Cassano e Toni.
Técnico: Roberto Donadoni.
Gols: Pirlo, aos 25 minutos do primeiro tempo, e De Rossi, aos 17 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Evra, Govou, Henry, Boumsong (FRA), Chiellini, Gattuso e Pirlo (ITA).
Cartão vermelho: Abidal (FRA).
Estádio: Letzigrund, em Zurique (SUI). Data: 17/06/2008.
Árbitro: Lubos Michel (SVK).
Auxiliares: Roman Slysko (SVK) e Martin Balko (SVK).

HOLANDA 2X0 ROMÊNIA
Holanda mostra sua força e termina 1ª fase com 100% de aproveitamento

A Holanda mostrou toda sua força na Eurocopa e, mesmo com o time misto e já classificada, derrotou a Romênia por 2 a 0 nesta terça-feira, no Stade de Suisse, em Berna, na última rodada do Grupo C. Com o resultado, a seleção laranja se garante em primeiro lugar da chave, com 100% de aproveitamento. Já os romenos estão fora do torneio.

A Itália, que também nesta terça-feira bateu a França por 2 a 0, ficou com o segundo lugar da chave. A Azzurra encara a Espanha (1ª colocada do grupo D) nas quartas-de-final, enquanto a Holanda pega Rússia ou Suécia.

O jogo

Ao contrário do que se esperava, a Holanda foi quem tomou a iniciativa de procurar o gol na primeira etapa. Com um trio ofensivo formado por Robben, Van Persie e Huntelaar, o time de Van Basten tinha maior posse de bola do que os romenos que, por sua vez, pareciam preocupados com o resultado de França e Itália.

O primeiro lance de perigo, entretanto, foi da Romênia. O perigoso Mutu arriscou de longe. O goleiro reserva Stekelenburg fez o golpe de vista sem muita segurança. Sete minutos depois, a Holanda respondeu com um lindo lance de Huntelaar. O artilheiro do Ajax recebeu passe dentro da área, fez o trabalho de pivô e, com um leve toque, deu passe primoroso para Robben. Na conclusão, o jogador do Real não caprichou e chutou para fora.



O lado curioso no início do segundo tempo foi o fato de que o árbitro suíço Massimo Busacca só autorizou a saída quando o quarto ábitro assegurou que o mesmo estava sendo feito na partida entre França e Itália, em Zurique.

Aos três minutos, Van Persie quase abriu o placar. Após dar um lindo giro sobre um defensor romeno, o meia-atacante do Arsenal chutou no canto, obrigando o Lobont a se esticar todo para colocar a bola para escanteio.

No entanto, seis minutos depois, o goleiro romeno não conseguiu evitar o gol do time de Van Basten. Huntelaar, mostrando que é realmente um ‘matador’, escorou para o fundo das redes um cruzamento rasteiro do lado direito feito pelo meia Afellay.

Com o resultado nas mãos, a Holanda cozinhou a partida e ainda teve tempo para marcar o segundo gol. E que gol. Van Persie matou no peito e, com uma bomba de perna esquerda, estufou as redes aos 42 minutos.



Ficha técnica:
HOLANDA 2 x 0 ROMÊNIA
HOLANDA
Stekelenburg, khalid Boulahrouz (Melchiot), Heitinga, Bouma e De Cler; De Zeeuw, Engelaar, Afellay e Van Persie; Robben (Kuyt) e Huntelaar (Jan Vennegoor of Hesselink)
Técnico: Van Basten.
ROMÊNIA
Bogdan Lobont, Cosmin Contra, Gabriel Tamas, Sorin Ghionea e Rat; Nicolita (Petre), Rezvan Cocis, Codrea (Dica) e Chivu; Mutu e Marius Niculae (Daniel Niculae)
Técnico: Victor Piturca.
Gols: Huntelaar, aos nove minutos do segundo tempo, e Van Persie aos 42 minutos do segundo tempo;
Cartões amarelos: Chivu (Romênia)
Estádio: Stade de Suisse. Data: 17/06/2008.
Árbitro: Massimo Busacca (SUI).
Auxiliares: Matthias Arnet e Stéphane Cuhat (SUI).

segunda-feira, 16 de junho de 2008

PARADA ROCK

10-Avenged Sevenfold-Almost Easy



9-White Stripes-Jolene



8-System of a Down-Toxicity



7-Megadeth-Sweating Bullets



6-Ramones-I Don't Want To Grow Up



5-Silverchair-Suicidal Dream



4-Pearl Jam-Better Man



3-Nirvana-Smells Like Teen Spirit



2-Pantera-Walk



1-Metallica-The Unforgiven

3 Rodada da Eurocopa:Grupo B

ALEMANHA 1X0 ÁUSTRIA
Golaço de Ballack classifica Alemanha

Não foi fácil, mas a Alemanha conseguiu assegurar sua vaga nas quartas-de-final da Eurocopa ao derrotar, nesta segunda-feira, uma das anfitriãs do torneio, a Áustria, pelo placar de 1 a 0. Ballack, num golaço de falta, foi o responsável pelo triunfo alemão.



Com o resultado, a Alemanha terminou em segundo lugar no Grupo B, com seis pontos, três a menos que a líder Croácia, que também nesta segunda derrotou a Polônia por 1 a 0. O próximo adversário dos alemães será Portugal, nesta quinta-feira, em Basiléia, na Suíça. A Croácia, por sua vez, terá a Turquia como rival nas quartas-de-final. O jogo é nesta sexta-feira, em Viena, na Áustria.





Mario Gómez perde gol incrível

Podendo empatar o jogo, a Alemanha deu a impressão de que seria soberana na partida. Logo no início, Mario Gómez perdeu um gol incrível, na pequena área. O camisa 9 recebeu passe rasteiro de Klose e, embaixo do gol, chutou mal. A bola subiu e por pouco não caiu dentro do gol, mas a zaga austríaca salvou em cima da linha.

Apesar do susto inicial, a Áustria não se desesperou e, bem postada defensivamente, passou a incomodar a Alemanha, que não conseguia sair para o jogo. Com seus dois laterais muito marcados, os alemães embolaram o jogo pelo meio durante o primeiro tempo e pouco ameaçaram o gol de Macho.



No lado ofensivo, a Áustria foi tímida durante o primeiro tempo mas, ainda assim, incomodou a Alemanha. A dona da casa chegou a reclamar de um pênalti de Metzelder em Hoffer (um agarrão do alemão no atacante austríaco). A arbitragem mandou o jogo seguir.





Técnicos das duas seleções são expulsos

Pouco antes do intervalo, um lance curioso e pouco habitual no futebol europeu. Após desentendimento com o quarto árbitro, os técnicos Josef Hickersberger, da Áustria, e Joachim Löw, da Alemanha, foram expulsos de campo pelo juiz Manuel Mejuto González. Os dois treinadores deixaram o campo lado a lado e apertaram as mãos ao saírem.



Depois do intervalo, um lance de bola parada deu à Alemanha a tranqüilidade de que precisava para jogar. Em falta da intermediária, Ballack soltou a bomba após leve toque na bola de um companheiro. A bola entrou no ângulo, sem chances para o goleiro Macho. Um golaço.



Em vantagem no marcador, a Alemanha tratou de fazer o tempo passar. A Áustria bem que tentou a virada que lhe valeria a vaga, mas esteve longe de conseguir. O poder de ataque dos donos da casa era muito fraco e o goleiro Lehamann teve poucos lances com que se preocupar. No fim, a festa foi mesmo alemã.


Ficha técnica:
ÁUSTRIA 0 x 1 ALEMANHA
ÁUSTRIA
Macho, Garics, Stranzl, Hiden (Leitgeb) e Pogatetz; Aufhauser (Saumel), Fuchs, Ivanschitz e Korkmaz; Harnik (Kienast) e Hoffer.
Técnico: Josef Hickersberger.
ALEMANHA
Lehmann, Friedrich, Mertesacker, Metzelder e Lahm; Frings, Ballack, Fritz (Borowski) e Podolski (Neuville); Gómez (Hitzlsperger) e Klose.
Técnico: Joachim Löw.
Gol: Ballack, aos 4 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Stranzl, Ivanschitz e Hoffer (AUT). Cartão vermelho: -.
Estádio: Ernst-Happel, em Viena (AUT). Data: 16/06/2008.
Árbitro: Manuel Mejuto González (ESP).
Auxiliares: Juan Carlos Yuste Jiménez (ESP) e Jesús Calvo Guadamuro (ESP).

CROÁCIA 1X0 POLÔNIA
Croácia 100% manda Polônia para casa

A Polônia entrou em campo sonhando, mas caiu na realidade e está fora da Eurocopa. A Croácia, já classificada por antecipação, venceu o rival por 1 a 0 nesta segunda-feira, em Klagenfurt (Áustria), e confirmou o primeiro lugar do Grupo B. Nas quartas-de-final, a seleção croata vai enfrentar a Turquia.



A Croácia termina a primeira fase com 100% de aproveitamento (três vitórias em três partidas) e tem, até o momento, a melhor campanha da competição. Com apenas um ponto ganho, a Polônia, do meia brasileiro Roger Guerreiro, ficou na lanterna. A outra classificada do Grupo A é a Alemanha, que venceu a Áustria (um ponto) por 1 a 0 e chegou a seis pontos. Os alemães vão enfrentar Portugal.



O jogo entre Croácia e Turquia pelas quartas-de-final será na sexta-feira. Na quinta, a Alemanha encara a seleção portuguesa, treinada por Luiz Felipe Scolari.



Em Klagenfurt, o gol da vitória dos croatas por 1 a 0 sobre a Polônia foi marcado por Klasnic, na etapa final.





Pressão croata





A Polônia precisava vencer para continuar com chances de ir às quartas. E foi para o ataque no início do jogo. Aos 10, após cobrança de escanteio, Dudka subiu bem e cabeceou muito perto do gol.



A resposta croata veio cinco minutos depois, quando Pranjic tentou encobrir o goleiro Boruc e chutou por cima. Aos 19, Petric tocou de cabeça, rente à trave.



Mesmo já classificada, a Croácia partiu para cima e fez Boruc trabalhar. Primeiro, o goleiro fez grande defesa quando Klasnic entrou na área, cara a cara, após boa tabela. Aos 46, Boruc salvou de novo a Polônia: Rakitic entrou sozinho e bateu, mas o goleiro pegou no reflexo.



No segundo tempo, Boruc nada pôde fazer logo no primeiro ataque croata. Aos 8, em um ataque bem trabalhado, a bola ficou com Pranjic pela direita, ele rolou no meio para Klasnic, que chutou de primeira, sem marcação, para marcar a 1 a 0.



Em desvantagem, a Polônia passou a atacar mais e a assustar o goleiro croata, Runje. A melhor chance foi do brasileiro naturalizado polonês Roger. Aos 17, o ex-lateral de Flamengo e Corinthians recebeu na área, dominou, virou o corpo e bateu rente à trave esquerda.



Nos minutos finais, outras duas boas chances. Smolarek driblou um rival fora da área e arriscou de canhota, muito perto da trave direita, aos 35. Seis minutos depois, Zahorski entrou na área, cara a cara com Runje, mas o goleiro salvou com o pé esquerdo.



Ficha técnica:
POLÔNIA 0 x 1 CROÁCIA
POLÔNIA
Boruc, Wasilewski, Zewlakow, Dudka, Wawrzyniak; Murawski, Lewandowski (Kokoszka), Krzynowek; Lobodzinski (Smolarek) e Roger Guerreiro; Saganowski (Zahorski).
Técnico: Leo Beenhakker.
CROÁCIA
Runje, Simic, Vejic, Knezevic (Corluka), Pranjic; Leko, Pokrivac, Vukojevic, Rakitic; Petric (Kranjcar) e Klasnic (Kalinic).
Técnico: Slaven Bilic.
Gols: Klasnic, aos 8 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Lewandowski, Zahorski (POL), Vejic, Vukojevic (CRO).
Estádio: Worthersse, em Klagenfurt. Data: 16/06/2008.
Árbitro: Árbitro: M. Vassaras (GRE).
Auxiliares: Bozatzidis (GRE) e Saraidaris (GRE).