terça-feira, 8 de julho de 2008

10 Rodada:Série B

BRAGANTINO 2X1 BRASILIENSE
Em casa, Bragantino derrota o Brasiliense com pênalti polêmico

O primeiro confronto da história entre Bragantino e Brasiliense terminou com vitória da equipe do interior paulista. Nesta terça-feira, os times se enfrentaram no Estádio Marcelo Stéfani, em Bragança Paulista, pela décima rodada da Série B, e o Leão venceu por 2 a 1. Com o resultado, o Braga chega aos 12 pontos, sobe para o 12º lugar e sai da zona de rebaixamento. O Jacaré fica com 11, na 13ª posição.

Na sexta-feira, o Brasiliense encara o CRB-AL fora de casa, às 20h30m. No dia seguinte, às 16h10m, o Bragantino vai ao Distrito Federal para pegar o Gama.

Primeiro tempo bem disputado

Os primeiros dez minutos da partida foram de muita correria, mas com pouca organização tática dos dois lados e vários erros de passe. Sendo assim, o Braga achou na bola parada a chance de criar chances de gol.

Aos 13, após cobrança de escanteio ensaiada, Nunes aproveitou o desvio no primeiro pau, mas acertou a trave. Seis minutos mais tarde, o atacante apareceu mais uma vez e por pouco não abriu o placar.

Aos 20, a insistência do time da casa foi recompensada. O meia Sérgio Manoel cobrou escanteio, o zagueiro Cris subiu bem e acertou o ângulo de Guto em bela cabeçada. O camisa 1 do Brasiliense ainda evitou que o volante Moradei ampliasse, aos 24, com uma ótima defesa.

O risco de sofrer mais um gol fez o Jacaré despertar e usar a mesma arma do adversário. Aos 34, Fábio Braz recebeu cruzamento na área e cabeceou com muito perigo. Dez minutos depois, um outro zagueiro foi mais feliz. O veterano Júnior Baiano, de 38 anos, aproveitou a cobrança de falta e empatou com uma cabeçada certeira, sem chances para o goleiro do Leão.

Pouca criatividade no segundo tempo



Empurrado pela torcida, o Bragantino tentou tomar a iniciativa na etapa final, mas concentrava suas ações pelo lado direito do ataque e não conseguia furar o bloqueio adversário. Sérgio Manoel tentava sair da marcação, mas faltava o apoio dos seus companheiros de meio-campo. Alex Dias e Dimba também não conseguiam criar jogadas para o Jacaré.



Assim como no primeiro tempo, o Braga tirou o pé do acelerador e o Brasiliense se empolgou. Aos 22, Marcinho teve ótima chance em cobrança de falta da entrada da área, mas bateu muito mal. Logo depois, Valdir recebeu cruzamento perfeito, mas errou a cabeçada. Dimba, sumido até então, recebeu ótimo lançamento dentro da área, mas o bandeirinha marcou impedimento de forma equivocada.



O zagueiro Gustavo quase complicou a vida do Bragantino. Aos 35, ele desviou um chute com a cabeça e por pouco não acertou o ângulo de Gilvan. O goleiro tirou com a ponta dos dedos e evitou a virada.



Pênalti polêmico decide o jogo



Quando os torcedores de Bragança Paulista já pressionavam, um pênalti duvidoso salvou o time da casa do quinto jogo sem vitória no campeonato. Aos 39, Nego caiu na área, e o árbitro marcou a falta. Na cobrança, Nunes mostrou categoria para deixar o Braga em vantagem novamente e garantir três pontos.


GAMA 0X4 SANTO ANDRÉ
Impiedoso, Santo André goleia o Gama


Mesmo jogando no Estádio Mane Garrinha o Santo André não tomou conhecimento do Gama e goleou por 4 a 0, na noite desta terça-feira, em Brasília. Com o resultado o Ramalhão chegou a 15 pontos e se aproxima do G-4 da Série B do Brasileiro, alcançando a sexta posição. Já o time de Brasília segue com dez, em décimo-sexto lugar.


A necessidade de vencer dos dois times não refletiu na qualidade do futebol no primeiro tempo. Tanto o Gama quanto o Santo André erravam muitos passes e as jogadas trabalhadas praticamente não aconteciam. Diante deste panorama, só restava arriscar chutes de longa distância. E foi justamente desta maneira que as equipes tiveram seus lances de maior perigo, assustando os goleiros Neneca e Cristiano.


Porém, apenas aos 44 minutos o susto se tornou realidade. O meia Élton, do Santo André, recebeu na entrada da área, e bateu com força no canto direito do arqueiro do Gama. A bola ainda bateu na trave antes de entrar no fundo da rede do time de Brasília. Na descida para o intervalo, o técnico do Gama, Roberto Cavalo reclamou da apatia de seus jogadores


No segundo tempo, o time da casa voltou mais ligado na partida. Correndo bastante e arriscando jogadas individuais, o time brasiliense por pouco não chegou ao empate aos oito minutos. Após cobrança de escanteio, o goleiro Neneca saiu mal do gol e Bebeto quase fez de cabeça.Daí em diante, o Ramalhão optou por jogar mais recuado, saindo apenas nos contra-ataques.



Desta forma, conseguiu ampliar aos 25 minutos. Jéferson escapou pela direita, deixou dois adversários para trás e bateu na saída do goleiro. O artilheiro ainda fez mais um pouco minutos depois. Ele recebeu na área, driblou Cristiano e deixou o sua segunda marca nas redes do adversário. Já no fim, Pará fez o quarto do time do ABC paulista sacramentando a goleada no Planalto Central.


CRB 0X2 PONTE PRETA
Contra o CRB, Ponte Preta vence a primeira partida fora de casa

A Ponte Preta conseguiu sua primeira vitória fora de casa, na noite desta terça-feira, ao derrotar o CRB por 2 a 0, no Rei Pelé, em Maceió.



A partida começou com a Ponte Preta pressionando. Já aos 4 minutos, Leandrinho se livrou da marcação e aproveitou o cruzamento para, de cabeça, abrir o placar para a equipe de Campinas.

Os alagoanos tentaram responder, com Ivo, que cobrou falta com força, quase surpreendeu o goleiro Aranha, que se esforçou para desviar para escanteio.

A partida seguiu equilibrada e sem grandes lances de perigo. Ao fim da primeira etapa, o CRB insistia em bolas levantadas na área, mas a mira dos atacantes deixava a desejar. A Ponte Preta tentou se aproveitar, explorando o contra-ataque e chegou a criar duas oportunidades claras de gol, com Leandrinho e Wanderley, mas a má pontaria não era exclusividade dos alagoanos, e a rede não voltou a balançar antes do apito do juiz.

A segunda etapa começou debaixo de chuva. Dentro de campo, as equipes mantiveram o equilibrio do fim da etapa inicial, com o CRB buscando o empate e a Ponte valorizando a posse de bola. Leandrinho com a cabeça enfaixada após uma cotovelada que o rendeu um corte no rosto, tentava criar jogadas, mas tinha dificuldade em dar continuidade aos lances.

Aos 11, a Ponte Preta ampliou. Luís Ricardo invadiu a área pela direita e tocou rasteiro na saída do goleiro Jonatas.

Aproveitando a deficiente marcação da ala esquerda alagoana, Raulen recebeu a bola dentro da área e bateu cruzado, mas errou o alvo, aos 27. A Macaca ainda esteve mais perto de ampliar, já nos acréscimos, quando Luís Ricardo aproveitou a falha da defesa e cruzou a bola para dentro da área do time da casa. Sem marcação, Moraes se atrapalhou e acabou chutando em cima do goleiro do CRB.



Com o resultado, a Macaca, do técnico Paulo Bonamigo, soma 13 pontos e ocupa a décima colocação da Série B. O CRB segue na lanterna, com apenas 5 pontos conquistados.


CEARÁ 3X1 CRICIÚMA
Ceará passa pelo Criciúma no Castelão

O Ceará derrotou o Criciúma por 3 a 1, na noite desta terça-feira, no Castelão, em partida válida pela décima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, e se aproxima da zona de classificação para a elite do futebol. Com o resultado, o Tigre permanece com dez pontos, e cai para a 15ª posição. O Alvinegro chega aos 15, e sobe para sétimo lugar.



Na próxima rodada, sábado, o Tigre recebe o arqui-rival Avaí. Já o Ceará encara o clássico contra o Fortaleza, na sexta-feira.





O jogo

Com apenas cinco minutos de partida, o Ceará chegou ao primeiro gol. O meia Cleison recebeu dentro da área e foi derrubado por Luiz André. Em cima do lance o árbitro Wilson Souza de Mendonça marcou pênalti. O atacante Luis Carlos fez a primeira cobrança e anotou, mas o árbitro voltou o lance. Na segunda batida, Luis Carlos trocou o canto e abriu o placar.


Aos 13 minutos, o time da casa ampliou. Em uma jogada controvertida, o atacante Luis Carlos arrancou pela direita, e em posição de impedimento Vavá deixou a bola passar. O jogador continuou a jogada e cruzou para o mesmo Vavá, que acompanhou o lance e marcou o segundo gol.


Na volta para o segundo tempo, o técnico Gelson da Silva promoveu a entrada do atacante Luis Mário, que fez sua estréia no Tigre. Mas o time catarinense levou outro golpe aos quatro minutos. O atacante Vavá recebeu bom passe dentro da área, dominou e, com um lindo toque ,passou por William Amaral e concluiu na saída do goleiro Zé Carlos para marcar o terceiro gol do Ceará.


Surpreendentemente depois do terceiro gol o Criciúma começou a jogar melhor e criar boas oportunidades de gol. Aos 26 minutos o Tigre chegou ao seu gol. O lateral Patric fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro para Jael, que de primeira acertou um belo chute, sem chances para o goleiro Adilson.


Porém, mesmo com maior volume de jogo o Criciúma cansou e não teve pernas para diminuir o placar e acabou saindo de campo com mais uma derrota.

CORINTHIANS 5X0 MARÍLIA
Timão supera problemas, goleia Marília e voa de volta à elite nacional

O Corinthians segue imbatível na Série B do Campeonato Brasileiro. Até mesmo quando se depara com um monte de problemas, o Timão tem sido soberano e voa de volta à elite nacional. Na noite desta terça-feira, por exemplo, a equipe alvinegra massacrou o Marília por 5 a 0, no estádio do Pacaembu, pela décima rodada.

Obstáculos não faltaram para o Timão esta noite. Com menos de 15 minutos, o técnico Mano Menezes perdeu Alessandro e Nilton, machucados. No segundo tempo, viu Acosta ser expulso e também Felipe defender pênalti cometido por Eduardo Ramos. Nada que inibisse a equipe de ir para cima e construir uma goleada.



OUÇA OS GOLS DA PARTIDA

Ainda invicto (são oito vitórias e dois empates), o Corinthians tem agora 26 pontos na liderança da Segundona. Campanha que não só credencia o Timão como favorito ao título, mas também faz o torcedor ter cada vez mais a certeza de que o caminho de volta à Série A não será tão complicado quanto se imaginava.

Por outro lado, o Marília começa a namorar a Série C. Com apenas dez pontos, a campanha do time do interior tem uma vitória, sete empates e duas derrotas. Mas o técnico Jorge Rauli confia no processo de reestruturação que a diretoria faz no clube para de repente reagir a tempo de não perder os rivais de vista.

Na próxima rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, o Marília joga na sexta-feira, dia 11, às 20h30m, contra o São Caetano, no estádio Bento de Abreu. O Corinthians, por sua vez, entra em campo no dia seguinte, às 16h10, ante o Santo André, no estádio Bruno José Daniel, no ABC paulista.

Problemas não abalam, e Timão sai na frente
Sem poder contar com Fabinho (conjuntivite), Douglas e Herrera (suspensos), o técnico Mano Menezes precisou mudar a cara do Corinthians, principalmente pela ausência do camisa 10. O treinador do Timão só não esperava que com menos de 15 minutos precisasse fazer duas alterações por motivos médicos.

O primeiro a deixar o gramado foi o lateral-direito Alessandro, que novamente sentiu lesão muscular. Aos 9 minutos ele deu lugar ao estreante Denis. Um minuto depois, o zagueiro William e o volante Nilton se chocaram no alto. Pior para Nilton, que sofreu uma fratura no nariz e saiu de campo para a entrada de Carlos Alberto.

Mesmo com todos esses problemas foi do Corinthians o domínio da etapa inicial. Tanto que abriu o placar aos 20 minutos. Acosta foi empurrado por Leandro Amaro na grande área e o auxiliar Carlos Augusto Nogueira Junior assinalou a penalidade, confirmada pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Na cobrança, Chicão marcou.

Embora tivesse o controle da partida, o Timão não conseguiu transformá-lo em mais gols. Por outro lado, o Marília foi apático. À exceção dos minutos finais da primeira etapa, quando teve três escanteios consecutivos e aproveitou pane da defesa alvinegra para pressionar. O gol de empate, porém, não saiu.



Emoção de sobra na etapa final
Na tentativa de dar mais mobilidade ao Marília, o técnico Jorge Rauli sacou Ricardinho e colocou Tiago Rodrigues. Mas foi o Corinthians que quase abriu o placar logo no primeiro minuto da etapa final. Dentinho fez boa jogada pela direita e cruzou para o uruguaio Acosta cabecear. Mas o goleiro Giovanni fez ótima defesa.

Quatro minutos depois, porém, Giovanni facilitou para o Timão. Acosta tocou a bola para Dentinho na área. O jovem atacante chutou fraco, mas o goleiro do Marília foi mal na bola e a viu passar por debaixo das suas pernas. Foi o segundo gol de Dentinho na Série B. Ele havia marcado na rodada passada, contra o São Caetano.

Mas o jovem atacante do Timão não estava satisfeito. Aos 16 minutos, ele aproveitou sobra na grande área e tocou colocado no canto do goleiro Giovanni.

No minuto seguinte, porém, o Corinthians teve uma baixa importante: Acosta. O atacante uruguaio se irritou com Chiquinho e acertou um chute no adversário. Em cima do lance, o árbitro Wilson Luiz Seneme aplicou o cartão vermelho.

Eduardo Ramos também sofreu uma pane e desviou a bola com a mão na grande área, aos 22 minutos. Mas a estrela de Felipe brilhou. O goleiro, que ficou três jogos afastado do time, fez boa defesa na cobrança de João Victor, salvou o Timão e foi ovacionado no Pacaembu.



Se do lado do Timão Felipe foi herói, do lado do Marília, Giovanni foi vilão. Além do frango que levou no segundo gol, ele segurou com as mãos recuo do zagueiro aos 31 minutos. No tiro livre indireto, André Santos sacramentou a goleada. Sobrou tempo até para o estreante Denis marcar o quinto, aos 37.


Ficha técnica:
CORINTHIANS 5 x 0 MARÍLIA
CORINTHIANS
Felipe, Alessandro (Denis), Chicão, William e André Santos; Nilton (Carlos Alberto), Eduardo Ramos (Carlão), Elias e Lulinha; Acosta e Dentinho.
Técnico: Mano Menezes.
MARÍLIA
Giovanni, Leandro Amaro, René e Alemão (Sammuel); Chiquinho, João Marcos, João Vitor, Ricardinho (Tiago Rodrigues) e João Victor; Betinho (Marcinho) e Robert.
Técnico: Jorge Rauli.
Gols: Chicão, aos 20 minutos do primeiro tempo; Dentinho, aos 5 minutos, e aos 16, André Santos, aos 31, e Denis, aos 37 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Lulinha (C); João Vitor, René, Alemão, João Marcos, Leandro Amaro (M).
Cartão vermelho: Acosta (C).
Público: 21.068pagantes. Renda: R$ 381.815,00.
Estádio: Pacaembu. Data: 08/07/2008.
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP).
Auxiliares: Carlos Augusto Nogueira Junior e João Bourgalber Chaves (ambos de SP).


BAHIA 1X1 ABC
ABC arranca empate com Tricolor no fim


O Bahia desperdiçou uma boa oportunidade de embalar na Série B do Brasileirão na noite desta terça-feira. Aos 36 minutos do segundo tempo, o ABC arrancou um empate por 1 a 1, no estádio Jóia da Princesa, em feira de Santana, em jogo válido pela décima rodada da competição. O técnico do Tricolor, Arturzinho, deixou o campo sob vaias. Com isso, os dois times seguem na zona intermediária da classificação. O time potiguar ocupa agora a nona posição, com 14 pontos, um a mais que os baianos, com 13, em 11º lugar.



O próximo compromisso do Bahia é nesta sexta, contra o Vila Nova, em Goiânia. No sábado, é a vez de o ABC enfrentar o arqui-rival América-RN, em Natal.





O jogo

Embalado pela vitória da sexta-feira passada por 2 a 1 sobre o então vice-líder Avaí, o Bahia começou a partida impondo um ritmo forte. E logo aos dois minutos abriu o placar: após cobrança de falta na entrada da área, Elias tocou para Galvão que acertou um forte chute rasteiro, no canto esquerdo, sem dar chances de defesa para Paulo Musse.

A equipe do técnico Arturzinho poderia ter decidido a partida com menos de 11 minutos, se não desperdiçasse as duas oportunidades com Charles e Galvão após falhas seguidas da defesa do ABC. Aos poucos, porém, o time potiguar foi equilibrando a partida e começou a criar boas chances.

Em uma delas, o lateral-direito Bosco invadiu a área e chutou forte. O goleiro Darci deu rebote, mas quando Valdir Papel estava prestes a concluir, a zaga afastou o perigo. Na seqüência, o atacante também perdeu outra boa chance de cabeça. O Bahia reagiu em uma boa jogada de Emerson Cris, que tabelou com Luciano Baiano e chutou rente à trave de Paulo Musse.

Mesmo com esse lance perigoso, o Tricolor baiano via o adversário ser superior. E já no final do primeiro tempo, o meia Alexandre perdeu um gol incrível, ao furar um cruzamento de Valdir Papel.

As duas equipes voltaram para o segundo tempo sem a mesma disposição dos primeiros 45 minutos. Nenhuma delas conseguia criar e a inoperância acabou contagiando a torcida baiana, que ficou calada a maior parte do tempo. O Bahia seguia administrando a vantagem mínima e o ABC inexplicavelmente não procurava o ataque.

A partida só foi ganhar emoção nos último minutos. Já aos 36, Alysson tabelou com o atacante Ronaldo, invadiu a área e chutou forte, no ângulo de Darci, empatando o jogo. Desesperado pelo mau resultado em casa, o Bahia começou a pressionar o ABC. O sufoco, contudo, foi em vão, e as duas equipes permanecem na zona intermediária da tabela.


AMÉRICA-RN 1X1 FORTALEZA
América-RN e Fortaleza só empatam e seguem na zona de rebaixamento

A busca pela vitória foi em vão na noite desta terça-feira, no Estádio Machadão. América-RN e Fortaleza ficaram apenas no empate em 1 a 1 e seguem em situação complicada na tabela de classificação da Série B. O time cearense chegou a dez pontos e fica na décima sétima coloção. Já a equipe potiguar segue na vice-lanterna, com sete pontos, na frente apenas do CRB


Se a situação dos times na Série B já reunia condições para dar um tom dramático à partida, o mau estado do gramado e a chuva que caiu sobre Natal pioraram ainda mais a situação. Diante de tais fatores, Fortaleza e América-RN fizeram um primeiro tempo de muita luta, mas pouco futebol. Escorregões e furadas, além de erros de passe, foram vistos em grande quantidade.



No único lance de real perigo da primeira etapa, o Tricolor conseguiu o seu gol. Raul pegou a bola na entrada da área e bateu com precisão, no ângulo do goleiro do time rubro, sem chances de defesa. O time da casa ainda tentou partir para o empate, mas continuou esbarrando na zaga da equipe cearense e na dificuldade de seus atacantes.


Na volta o intervalo, já sem a chuva para atrapalhar, a partida melhorou. Precisando do resultado e jogando diante de sua torcida, o América-RN saiu com tudo para conseguir o empate. Nos contra-ataques, o time cearense chegava sempre com perigo. Mas de tanto insistir, o time de Ruy Scarpino chegou à igualdade aos 21 minutos. Saulo recebeu na área e apenas escorou para o gol.



Daí em diante o jogo ganhou ainda mais velocidade. Como o resultado não agradava nem a gregos nem a troianos, tanto o Mecão quanto o Tricolor partiram para conseguir a vitória. O América-RN, empurrado pela torcida, e o Fortaleza sempre explorando os contragolpes. Aos 35, Léo Jaime quase pôs o time de Barbieri na frente no marcado, mas acertou o travessão. No fim, o empate persistiu.

PARANÁ 0X0 VILA NOVA
Vila empata com Tricolor e sai do G-4


O Vila Nova não conseguiu se manter entre os quatro primeiros colocados na Série B do Brasileirão. Na noite desta terça-feira, a equipe goiana ficou no empate sem gols com o Paraná, no Durival Britto, em Curitiba, e acabou perdendo posição para o Avaí, caindo para a quinta posição, com 17 pontos. Já o Tricolor paranaense, graças aos resultados da rodada, conseguiu subir duas posições, passando para a 14ª posição, com 11 pontos.



O Vila volta a jogar nesta sexta, contra o Bahia, em Goiânia. O Paraná continua em casa e encara o Juventude, no sábado.





O jogo

Com campanhas distintas até o momento na Série B, as duas equipes fizeram um belo primeiro tempo na Vila Capanema. Tanto que nos primeiros 15 minutos, cada equipe teve pelo menos duas boas chances de gol. Pelo Paraná, destaque para as investidas de Éverton e Gílson, que tentou de letra, levando perigo ao gol de Max.

Já na equipe goiana, do artilheiro Túlio Maravilha, Bruno Batata foi quem teve a chance de abrir o placar, mas o ex-jogador do J. Malucelli chutou no meio do gol. Túlio também teve a sua chance, só que na primeira o goleiro Gabriel fez fácil defesa. Apesar de o Paraná ter tido maior posse de bola, a partida seguia equilibrada.

Na etapa final, o técnico Rogério Perrô sacou o atacante Gílson para a entrada de Fábio Luis, buscando ter um homem de referência no ataque paranista. A mudança deu certo, e o Paraná partiu para cima do Vila Nova, fazendo o goleiro Max trabalhar muito. Quando atacava, a equipe goiana só assustava com Bruno Batata, já que Túlio, sumido, deixou o gramado aos 19.

Buscando a vitória, Perrô colocou o atacante Clênio, mas após três minutos em campo o jogador teve uma lesão no joelho direito e deixou o gramado, ficando o dez jogadores, já que a equipe tinha feito as três substituições. O Paraná diminiu o ritmo, e, como aparentemente o Vila estava satisfeito com o empate, o placar de 0 a 0 permaneceu.


SÃO CAETANO 1X3 BARUERI
Barueri derrota o Azulão fora de casa e assume a vice-liderança do campeonato

São Caetano e Barueri fizeram um dos duelos paulistas na Série B, nesta terça-feira, pela décima rodada. Em casa, o Azulão tentava se recuperar da derrota para o Corinthians, mas acabou surpreendido no Anacleto Campanella, no ABC. Os visitantes venceram por 3 a 1 e chegaram à vice-liderança da competição, com 20 pontos. Já o time do técnico Pintado ficou com 15, na 8ª posição, fora do G-4.



Na sexta-feira, o Barueri visita o CRB, às 20h30m. No mesmo horário, o São Caetano vai encarar o Marília fora de casa.



Visitantes abrem o placar no primeiro tempo



À vontade na casa do rival, o Barueri foi melhor desde o início da partida. Do outro lado, o São Caetano, com dificuldades, tinha o atacante Finazzi como o principal articulador das jogadas. Não deu certo. Aos 29 minutos, Thiago Humberto acertou um lindo chute de fora da área com o pé esquerdo e abriu o placar para os visitantes. Sem criatividade, o Azulão pouco conseguiu fazer para igualar o placar na etapa inicial.



Thiago Humberto e Pedrão brilham



Pintado voltou para o segundo tempo com o atacante Tatu no lugar do zagueiro Neto Gaúcho. A mudança deu mais mobilidade ao time do ABC. Finazzi perdeu boa chance logo no primeiro minuto. O atacante cabeceou à esquerda de Renê. O Barueri continuou com a partida sob controle, exibindo bom toque de bola e criando chances perigosas.



O duelo ganhou ritmo depois dos dez minutos. Aos 13, Thiago Humberto foi derrubado na área e o árbitro marcou pênalti. Pedrão bateu no canto direito. Dois minutos depois, o Azulão diminuiu com Finazzi. Ele aproveitou a sobra dentro da área para mandar para a rede.

A reação azul parou por aí. Aos 17, o Barueri definiu o placar da sua quarta vitória consecutiva. Pedrão recebeu passe na entrada da área, cortou o zagueiro e bateu cruzado, no ângulo direito de Júlio César.


AVAÍ 1X0 JUVENTUDE
Derrota para o Avaí, nesta terça-feira, custa a vice-liderança da Série B ao Ju


O técnico Silas venceu o duelo com o ex-companheiro de São Paulo Zetti, na noite desta terça-feira, quando o Avaí derrotou o Juventude por 1 a 0, na Ressacada, em Florianópolis, em partida válida pela 10ª rodada da Série B. Com isso, a equipe Alviverde viu o fim de uma seqüência de oito jogos de invencibilidade, além de ter perdido a vice-liderança da competição para o Barueri, que venceu o São Caetano por 3 a 1.

Mesmo sem contar com o artilheiro Mendes, a equipe de Caxias do Sul partiu para cima dos donos da casa. Aos 5 minutos, o goleiro Eduardo Martini foi obrigado a fazer boa defesa, após chute cruzado de Xuxa. A resposta catarinense veio em seguida, no chute de Juliano, desviado de cabeça pelo zagueiro Márcio Alemão.

A partida seguiu equilibrada, e Eduardo Martini voltou a mostrar segurança em jogada ensaiada do time do Juventude, quando Bruno bateu no canto direito, e o camisa 1 avaiense desviou para escanteio.

As redes não demoraram a balançar, na segunda etapa. Já aos 10 minutos, Válber cobrou falta com o pé esquerdo, e o goleiro Michel Alves não conseguiu evitar o gol. Pouco depois, aos 14, a situação do Ju se complicou ainda mais. Renan foi imprudente na disputa de bola com Abuda e acabou expulso de campo.
Aos 21, apesar da desvantagem numérica, os gaúchos quase chegaram ao empate. Bruno recebeu dentro da área, girou e chutou, mas a bola subiu demais e saiu pela linha de fundo. A reação catarinense saiu dos pés de Vandinho, que bateu da linha da grande área e acertou o travessão alviverde.

O mesmo Vandinho acabou tornando as coisas mais fáceis para o Avaí, aos 35, quando sofeu falta de Diego Padilha e viu o árbitro expulsar mais um jogador do Juventude. Sem conseguir o gol de empate, o Ju seguiu dando trabalho, principalmente com Xuxa. A marcação acirrada sobre o meia alviverde acabou rendendo mais um cartão vermelho à partida, desta vez para Emerson, do Avaí.



Com o resultado, o clube catarinense ultrapassou o Aliverde gaúcho e chegou à terceira colocação, enquanto o Ju ocupa a quarta.

domingo, 6 de julho de 2008

9 Rodada:Série A

ATLÉTICO-MG 1X1 PALMEIRAS
Verdão sofre com desfalques, arranca empate contra o Galo, mas deixa o G4

Mesmo com muitas dificuldades por causa dos desfalques, o Palmeiras conseguiu um empate em 1 a 1 com o Atlético-MG no Mineirão, neste domingo. Diante das circunstâncias, o resultado acabou sendo bom para a equipe paulista, que foi pressionada durante boa parte do jogo. Por outro lado, com apenas um ponto conquistado, o time de Vanderlei Luxemburgo, com 17, cai para quinto e deixa a zona de classificação para a Taça Libertadores. Já o Galo, com 11, desce uma posição e está em 14º.



O time paulista entrou em campo sem o meia Valdivia e o atacante Kléber, ambos suspensos, os zagueiros Gustavo, Deivid e o lateral-direito Elder Granja, lesionados, além do lateral-esquerdo Leandro que discute sua renovação de contrato.



Só dá Galo no primeiro tempo



O Atlético impôs um ritmo alucinante à partida desde o início. Tanto que com dez minutos de bola rolando, o goleiro Marcos já havia operado um milagre numa cabeçada do seu xará do Galo, aos quatro, e ainda viu a bola bater em sua trave direita, num chute de Eduardo, aos dez.



De tanto insistir, a equipe mineira acabou abrindo o placar aos 11. Danilinho cobrou escanteio da direita e Eduardo subiu mais que a zaga palmeirense para escorar de cabeça no canto esquerdo. Marcos nem pôde esboçar reação .



Aos poucos, o Palmeiras foi se assentando em campo, diminuindo a pressão adversária. No entanto, apesar de ter a bola nos pés, o time de Vanderlei Luxemburgo não conseguia criar alguma jogada mais perigosa. Sem seu principal armador, o chileno Valdivia, o Verdão foi um time sem criatividade.



Somente aos 25 é que a equipe do Palestra Itália conseguiu acertar um cruzamento na área. Alex Mineiro disputou no alto com Vinícius e acertou uma cotovelada na cabeça do zagueiro, que sofreu um corte profundo e teve de ser substituído, pois os médicos não conseguiram estancar o sangramento.


O domínio da posse de bola não significou muita coisa para o Verdão, já que o Galo, marcando forte, conseguia retomá-la para explorar contra-ataques. As descidas de César Prates pela esquerda incomodaram muito os paulistas. O lateral do Galo levou vantagem na disputa com Fabinho Capixaba, lateral-direito do Palmeiras, na maior parte da primeira etapa.


Perigoso, o Galo perdeu grande chance para ampliar. Aos 31, a bola é cruzada da esquerda. O lateral palmeirense Jefferson dá uma voadora e acerta o rosto de Eduardo dentro da área. Pênalti. Na cobrança, aos 33, Renan arrisca a paradinha, mas pega mal na bola e chuta fraco, rasteiro, no canto direito. Marcos pula e pega.



Somente aos 43 minutos é que o goleiro Edson, do Galo, teve trabalho. Diego Souza cobrou falta de longe. A bola saiu rasteira e o camisa 1 teve trabalho para encaixá-la.



Ainda havia tempo para o Galo ameaçar. Marcando mal, o Palmeiras viu Danilinho entrar em sua área driblando quem apareceu em sua frente, aos 44. Quando o atacante finalmente foi travado, a bola sobrou para o boliviano Castillo emendar de esquerda. O goleiro do Verdão salvou com a ponta dos dedos.





Diego salva





No segundo tempo, as deficiências do Palmeiras continuaram evidentes. Sem um pingo de lucidez no meio-de-campo, o time paulista abusou dos erros de passe e deu chance para o Atlético atacar sempre com perigo. Tanto que Marcos trabalhou mais que o seu colega Edson.



Logo aos nove minutos, o goleiro pentacampeão defendeu um chute à queima roupa de Eduardo. O Galo continuou em cima, mas foi diminuindo o ritmo aos poucos. O Palmeiras só conseguia ameaçar em jogadas de bola parada. Como numa cobrança de falta de Gladstone aos 30. A bola passou por cima.



Aos 35, César Prates, que fazia uma boa partida, deu mancada ao chutar a bola para longe depois que o juiz havia parado jogo marcando uma falta. Como já tinha o amarelo, acabou sendo expulso de campo numa jogada infantil.



Na seqüência, aos 36, Diego Souza cobrou falta de pé direito, com muita precisão, e acertou o ângulo direito. Um golaço. Mesmo jogando mal, o Verdão igualava o placar .


Com um jogador a mais, o Palmeiras teve espaço para atacar, mas não conseguiu se aproveitar. Aos 43, Denílson recebeu livre pela esquerda e em vez de tentar um chute firme, optou por um toquinho para encobrir o goleiro. Abusou e errou. Já o Galo, mais na base da vontade, tentou sair para o ataque, mas faltou capricho nos passes.





Ficha técnica:
ATLÉTICO-MG 1 x 1 PALMEIRAS
ATLÉTICO-MG
Edson, Mariano, Marcos, Vinícius (Welton Felipe) e César Prates; Serginho, Renan, Márcio Araújo e Castillo (Elton); Danilinho e Eduardo (Rafael).
Técnico: Gallo.
PALMEIRAS
Marcos, Fabinho Capixaba, Jeci, Gladstone e Jefferson; Pierre, Martinez (Jorge Preá), Léo Lima (Denílson) e Diego Souza; Lenny (Evandro) e Alex Mineiro.
Técnico: V. Luxemburgo.
Gols: Eduardo, aos 11 minutos do primeiro tempo, Diego Souza, aos 36 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Pierre, Jeci, Martinez (Palmeiras), César Prates, Marcos, Serginho (Atlético-MG).
Cartão vermelho: César Prates (Atlético-MG)
Público: . Renda: .
Estádio: Mineirão. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR/Fifa).
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos (RN/Fifa) e Claudemir Maffessoni (SC).


PORTUGUESA 1X2 VITÓRIA
Gol aos 9 segundos leva o Vitória ao G4


A Portuguesa vinha de uma seqüência de três partidas sem levar gols. Mas, neste domingo, no Canindé, o Vitória balançou a rede da Lusa logo no primeiro lance do jogo. O gol-relâmpago de Dinei, aos nove segundos, foi o segundo mais rápido da história do Campeonato Brasileiro. E ele só abriu caminho para o placar de 2 a 1. Com o resultado, o Vitória subiu uma posição, ultrapassou o Palmeiras, que empatou com Atlético Mineiro, e entrou no G4, o grupo dos times que se classificam para a Taça Libertadores da América.



O Vitória começou arrasador. Assim que o árbitro Djalma Beltrami apitou o início da partida, os jogadores da Portuguesa se atrapalharam na saída e Willians aproveitou para roubar a bola. Ele avançou, ainda se livrou de um marcador e rolou para o lado para Dinei acertar o alvo da entrada da área.



O lance deu um baque na Lusa. O Rubro-Negro continuou pressionando e chegava com facilidade ao gol de André Luís. E após algumas investidas o time baiano marcou o segundo. Aos 15 minutos, Marquinhos rolou para Ramon, que invadiu a área como quis e tocou na saída do goleiro.

A Lusa, que passou por Santos, Botafogo e Atlético Paranaense sem levar gols, já tinha levado dois do Vitória nos primeiros minutos. E o visitante não parava de atacar. O primeiro tempo terminou 2 a 0, mas não seria nenhum exagero se terminasse 4 a 0... Só deu Vitória.



Expulsão no Vitória anima a Lusa


Na volta do intervalo, o técnico da Portuguesa, Vagner Benazzi, trocou dois de uma vez: tirou Dias e Washington e mandou a campo Carlos Alberto e Rogério. Seu xará, Vagner Benazzi, pela tranqüilidade do marcador, demorou um pouco mais para mexer. O treinador do Vitória esperou para ver como reagiria a Lusa após as mexidas: Dinei e Ramon deram lugar para Rodrigão e Ricardinho.



O Vitória ficou com um jogador a menos aos 15 minutos do segundo tempo, quando Marco Aurélio, que já tinha cartão amarelo, tentou usar a mão para completar um cruzamento para o gol e recebeu vermelho. A expulsão animou a Portuguesa, que, mais na base da raça e da vontade, tentou equilibrar a partida. Aos 29 minutos, Vaguinho, impedido, conseguiu descontar.

Os últimos minutos foram de desespero para a Lusa, que foi para cima, até teve chance de empatar, mas não conseguiu superar Viáfara. Com o resultado, o Vitória chega aos 17 pontos e, em termos de pontuação, só está atrás do líder Flamengo (22). Empatado com Grêmio, Cruzeiro e Palmeiras, fica a frente do time paulista, mas atrás do gaúcho e do mineiro nos critérios de desempate.



FICHA TÉCNICA:
PORTUGUESA 1 X 2 VITÓRIA
PORTUGUESA
André Luís, Patrício, Bruno Rodrigo, Halisson e Bruno Recife (Sandro); Dias (Carlos Alberto), Gavilán, Edon e Preto; Washington (Rogério) e Vaguinho.
Técnico: Vagner Benazzi
VITÓRIA
Viáfara, Marco Aurélio, Thiago Gomes, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Vanderson, Renan, Ramon (Ricardinho) e Willians; Dinei (Rodrigão) e Marquinhos (Jackson).
Técnico: Vágner Mancini
Gols: Dinei, aos 9 segundos, e Ramon, aos 15 minutos do primeiro tempo; Vaguinho, aos 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Washington (Portuguesa); Viáfara e Anderson Martins (Vitória). Cartão vermelho: Marco Aurélio (Vitória).
Público: 4.420. Renda: R$ 64.413,00.
Estádio: Canindé. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Djalma Beltrami (RJ/Fifa).
Auxiliares: Roberto Braatz (PR/Fifa) e Jair Albano Felix (MG).


FIGUEIRENSE 2X1 VASCO
Figueira vence o Vasco de virada com presença ilustre de Dinamite


O Figueirense aproveitou o mando de campo e derrotou o Vasco por 2 a 1, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, mantendo a sua invencibilidade dentro de casa neste Campeonato Brasileiro. Com a presença do presidente Roberto Dinamite no estádio e à volta da camisa 11, utilizada por Leandro Amaral, o time da Colina errou duas vezes em seu setor defensivo e foi castigado com dois gols de Cleiton Xavier. Rodrigo Antônio marcou para os cariocas.



Com o resultado, o time da Colina permaneceu com dez pontos. Os catarinenses passaram ultrapassaram os cariocas e chegaram aos 12. Na próxima rodada, o Figueirense vai pegar o Palmeiras, em São Paulo. O Vasco tem pela frente o Sport, em São Januário. As duas partidas vão ser na próxima quinta-feira.



Tiago salva o Vasco no primeiro tempo



O primeiro lance de destaque da partida aconteceu aos cinco minutos. Após um lançamento em profundidade, Tiago se antecipou ao atacante Tadeu e saiu jogando. Na seqüência do lance, deu um drible desconcertante em Edu Salles para posteriormente dar um chutão para o ataque.



Com poucas oportunidades de gol, o início da partida foi marcado por muita correria de ambos os lados. Só aos 19 minutos, uma chance clara de gol. Morais tabelou com Edmundo, que tocou para Leandro Amaral dentro da área. O atacante dominou e tocou na saída do goleiro, a bola caprichosamente bateu na trave do goleiro Wilson, que ficou apenas olhando.



Sob o olhar do presidente Roberto Dinamite, o Vasco parecia mais próximo do gol. Aos 21, mais uma oportunidade para os cariocas. Edmundo cobrou falta na cabeça de Vílson, que tocou para Leandro Amaral dentro da área. O atacante ajeitou para Jean, travado na hora do chute. Dois minutos depois, Tadeu passou por Vílson e chutou para boa defesa de Tiago.



Aos 25, Tiago fez um milagre. Em cobrança de falta de Cleiton Xavier, o goleiro fez uma belíssima defesa e na sobra tirou com o pé no momento em que Tadeu colocaria a bola para dentro da rede do Vasco. Dois minutos, o time da Colina assustou novamente. Após escanteio, a bola sobrou para Leandro Amaral dentro da área. O jogador chutou forte e a bola desviou na zaga.



Aos 35, em uma falha de posicionamento da defesa vascaína, Tadeu entrou livre na grande área e foi derrubado por Tiago, pênalti para o Figueira. Na cobrança, Cleiton Xavier bateu mal e o goleiro cruzmaltino fez a defesa com tranqüilidade. Aos 44 minutos, o Vasco abriu o marcador. Morais cobrou falta da direita, a bola sobrou para Leandro Amaral, que acertou novamente a trave do Figueira. Na sobra, Rodrigo Antônio abriu o marcador para os cariocas.



Cleiton Xavier marca duas vezes e dá vitória ao Figueira





O Figueirense voltou para etapa final disposto a empatar o jogo, mas o Vasco começou um pouco melhor, tendo uma maior posse de bola e assustando em cobranças de falta. Porém, aos cinco minutos, os catarinenses tiveram uma chance de ouro com Bruno Aguiar. Após cobrança de escanteio, o zagueiro cabeceou e o goleiro Tiago voltou a salvar o time carioca.



Aos 13, Diogo chegou à linha de fundo e cruzou para Ricardinho, que acabara de entrar. O atacante recebeu dentro da área, sozinho, e chutou para fora. O jogo seguiu movimentado, com bons lances para ambos os lados. Quatro minutos depois, o Vasco foi quem assustou. Leandro Amaral tocou para Edmundo dentro da área. O Animal foi travado e a bola sobrou para Morais. O meia colocou por cima do goleiro Wilson, que fez uma linda defesa.



O Figueira seguiu tentando o empate. Aos 19, após cobrança de escanteio, Tiago se antecipou ao zagueiro Bruno Aguiar e salvou novamente o Vasco. Aos 28, Edmundo cobrou falta da intermediária e acertou uma bomba no travessão de Wilson, que chegou atrasado na bola. No minuto seguinte, o Animal recebeu dentro da área e foi solado pelo adversário. Jogada perigosa dentro da área do time catarinense. O camisa 10 cobrou em cima da barreira.



No entanto, o Figueira chegou ao empate aos 32 minutos. Após cobrança de falta de Rodrigo Fabri, a bola foi cortada para a entrada da área e sobrou para Cleiton Xavier, que acertou um belo sem-pulo para empatar a partida. Nove minutos depois, o mesmo Fabri fez uma bela jogada pela direita e cruzou na cabeça de Claiton Xavier, que fez o gol da vitória catarinense e o seu segundo na partida.



Ficha técnica:
FIGUEIRENSE 2 x 1 VASCO
FIGUEIRENSE
Wilson, Anderson Luiz, Bruno Perone, Bruno Aguiar e Leandro Soares (Rodrigo Fabri); Diogo, Magal, Marquinho e Cleiton Xavier; Edu Salles (Rafael Coelho) e Tadeu (Ricardinho).
Técnico: PC Gusmão.
VASCO
Tiago, Rodrigo Antônio, Eduardo Luiz e Vílson; Wagner Diniz, Jonílson (Mateus), Morais, Jean (Alex Teixeira) e Pablo; Leandro Amaral e Edmundo.
Técnico: Antônio Lopes.
Gols: Rodrigo Antônio, aos 44 minutos do primeiro tempo; Cleiton Xavier, aos 32 minutos, Cleiton Xavier, aos 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Rodrigo Antônio (V), Bruno Aguiar (F), Tiago (V), Leandro Soares (F), Vílson (V).
Estádio: Orlando Scarpelli. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Guilherme Cereta de Lima (SP).
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP-Fifa) e Márcio Luiz Augusto (SP).


INTERNACIONAL 3X0 CORITIBA
Taison e Alex comandam vitória do Inter: 3 a 0 sobre o Coxa

Taison, nome de boxeador e futebol de moleque atrevido, maltratou o Coritiba e deixou tudo pronto para Alex nocautear o adversário na tarde deste domingo, no Beira-Rio. Amplamente superior, o Colorado aproveitou a jornada pouco inspirada do Coxa, repetiu o bom futebol do Gre-Nal, fez 3 a 0 e pode ter iniciado a tão esperada reação no Campeonato Brasileiro. Todos os gols foram de Alex.

Com a vitória, o time de Tite subiu para 11 pontos, mais perto da zona da Sul-Americana. O Coritiba segue com dez. Na próxima rodada, o Inter volta a jogar em casa, contra o Goiás. O Coxa recebe a Portuguesa. As duas partidas são na quarta-feira.



Coritiba vira sparring de Taison. Inter na frente



Instantes antes de a bola rolar, o técnico do Coritiba, Dorival Júnior, disse que não gostaria de ver sua equipe funcionando como sparring, o sujeito que, no boxe, fica apanhando para treinar o lutador. Pois foi o que aconteceu, e justamente pelos pés de um moleque chamado Taison. Aos 20 anos, o guri teve nova atuação destacada no primeiro tempo, como fizera no Gre-Nal. Infernizou a zaga paranaense e comandou o Inter nas ações ofensivas. Só não fez o gol, que saiu dos pés de Alex, aos 29 minutos.

E foi um golaço. O meia colorado, que tinha atuação de pouco brilho até então, pegou a bola pela ponta esquerda, girou para um lado, girou para o outro, deixou Alê perdido e mandou uma bomba, quase sem ângulo, fora do alcance de Edson Bastos. Golaço.

Mas o Inter não se resumiu ao gol. Antes, criou muito, e sempre com Taison. O camisa 7, nova aposta do Beira-Rio, colocou calor no Coritiba. Foi eficiente no desarme e uma peste nas arrancadas ao ataque. Só faltou um pouco mais de atenção no último passe. Nilmar foi participativo, mas pouco eficiente.

A força ofensiva dos vermelhos constrangeu o Coritiba, que ficou amarrado em seu próprio campo. Alê não sabia para qual lado correr. Ricardinho esteve discreto demais na esquerda. Leandro Donizete pouco fez. Assim, a articulação ficou resumida a Carlinhos Paraíba, em revezamento com esporádicos avanços de Tamandará pela direita e do recuo pouco frutífero de Michael. Keirrison quase morreu de solidão na frente. Resultado prático: a primeira conclusão a gol do Coxa foi só aos 36 minutos, justamente com o centroavante. Aos 44, Paraíba complicou a vida de Clemer, que defendeu em dois lances perigoso chute de fora da área.



Muda o lado, segue o panorama



A passagem do primeiro para o segundo tempo pouco mudou no panorama do jogo. O Inter continuou visivelmente superior, Taison seguiu incomodando, o Coritiba permaneceu mais discreto do que deveria.

Aos 15 minutos, Taison recebeu pelo meio e deixou a bola perfeita para Alex. O chute cruzado foi bem calibrado, mas a bola teimou em sair. Pouco antes, o mesmo Alex, de novo em jogada brilhante de Taison, havia cobrado falta sobre o gol.

Alex tentou uma vez, tentou duas vezes, e alcançou na terceira. Ele cobrou, com paradinha, pênalti marcado sobre Nilmar. Foi aos 24. Cinco minutos depois, o terceiro ato do canhotinho. Ele pegou bola pelo meio, na intermediária, mirou a meta de Edson Bastos e mandou a bomba, certeira, impecável: 3 a 0.

O Coritiba nada mais pôde fazer. Balançado por Taison e nocauteado por Alex, não teve forçar sequer para descontar.

Ficha técnica:
INTERNACIONAL 3 x 0 CORITIBA
INTERNACIONAL
Clemer, Ricardo Lopes, Índio, Sorondo e Marcão; Edinho, Maycon, Guiñazu e Taison (Adriano); Alex (Andrezinho) e Nilmar.
Técnico: Tite
CORITIBA
Edson Bastos, Rodrigo Mancha, Felipe e Tiago Bernardes; Marcos Tamandaré, Leandro Donizete, Alê (Marlos), Carlinhos Paraíba e Ricardinho (Rubens Cardoso); Michael (Cadu) e Keirrison.
Técnico: Dorival Júnior
Gols: Alex, aos 29 minutos do primeiro tempo e aos 24 e 29 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Leandro Donizete, Alê, Ricardinho, Tiago Bernardes (Coritiba); Taison e Adriano(Inter)
Estádio: Beira-Rio. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP).
Auxiliares: Nilson de Souza Monção (SP) e Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP)


BOTAFOGO 2X0 GRÊMIO
Botafogo desencanta e vence o Grêmio


Parece que os papéis se inverteram. O então vice-líder Grêmio jogou como se estivesse perto da zona de rebaixamento, e o Botafogo, que estava a perigo, voltou aos velhos tempos, vencendo por 2 a 0 o Tricolor gaúcho neste domingo, no Engenhão, pelo Campeonato Brasileiro.



O resultado foi um alívio para o Alvinegro, que não vencia há três partidas e estava há duas sem marcar gols, dando maior tranqüilidade para o trabalho de Geninho. A equipe chegou a 11 pontos na tabela, subindo para a 13ª posição. O Grêmio, que continua com 17 pontos, está em terceiro, e mostrou um futebol muito abaixo do esperado.



Mal o árbitro apitou o início da partida, e o Botafogo mostrou que estava disposto a espantar a má fase de qualquer maneira. A equipe entrou em campo com uma disposição incrível, pressionando o Grêmio em seu campo de defesa. Com Perea isolado no ataque, o time gaúcho não conseguia trocar dois passes sem que a bola voltasse aos pés dos alvinegros.

O Botafogo que começou o jogo contra o Grêmio trouxe aos torcedores a lembrança daquela equipe envolvente do início da temporada. Por outro lado, os gaúchos não mostravam a postura de um vice-líder do Brasileirão, atuando de forma defensiva e usando os chutões como forma de aliviar a pressão adversária.

Depois de muito tentar, usando o rápido toque de bola e a algumas jogadas trabalhadas, o Botafogo abriu o placar de forma chorada. Túlio recebeu ótimo lançamento de Wellington Paulista no bico direito da grande área, dominou e demorou a chutar. Quando o fez, a bola tocou em Rafael Carioca, desviou, enganou o goleiro e entrou, aos 15 minutos.

Os jogadores alvinegros no banco de reservas quase entraram em campo para comemorar com os titulares, mostrando o clima de alívio.

Insatisfeito com a inoperância de sua equipe, Celso Roth colocou Marcel e André, seus dois atacantes no banco, no aquecimento. Em campo, o Tricolor tentava colocar mais a bola no chão e, com isso, conseguiu equilibrar as ações. No entanto, ainda carecia de melhor criatividade no meio-campo. Enquanto isso, o Botafogo diminuía o ritmo, embora mantivesse o domínio do jogo até o intervalo. A jogada mais efeitiva das duas equipes aconteceu aos 37 minutos, quando Jorge Henrique cabeceou rente à trave de Victor, depois de um cruzamento de Alessandro.



Grêmio melhora no segundo tempo, mas Botafogo amplia vantagem





O Grêmio voltou para o segundo tempo com Marcel no lugar do meia Rudnei. A alteração mostrou resultado logo nos primeiros minutos da segunda etapa, quando Perea teve boa oportunidade após receber lançamento nas costas de Renato Silva dentro da área. No entanto, o colombiano chutou para fora. O Botafogo continuava a atacar muito, mas mostrava estar mais exposto aos contra-golpes.



Mas antes que o Grêmio pudesse assustar, o Botafogo ampliou a vantagem no placar. Zé Carlos, em cobrança de falta pela esquerda, bateu no contra-pé de Victor e ampliou. Os reservas, enfim, entraram em campo para comemorar com a equipe. Até o goleiro Castillo deixou sua posição para dar os parabéns a Zé Carlos, que começou bem a temporada, mas caiu de produção e vinha ficando no banco.



Somente após sofrer o segundo gol o técnico Celso Roth desistiu do esquema com três zagueiros, tirando Jean. Mas o Botafogo continuava a pressionar, dessa vez investindo mais pelo lado esquerdo. O Alvinegro mantinha a pressão na saída de bola do Grêmio, garantindo o domínio da partida.



Com o placar controlado, o Botafogo passou a valorizar mais a posse de bola, esperando apenas o momento certo para atacar. O Grêmio apostava nas bolas altas, buscando principalmente o atacante Marcel. A torcida alvinegra pedia "mais um", e Wellington Paulista bem que tentou acabar com o jejum que já 14 partidas. Ele teve boa oportunidade aos 35 minuntos, mas Victor fez grande defesa. Os alvinegros reconheceram o esforço, e gritaram "Wellington Paulista, nós gostamos de você."



Como Geninho decidiu não fazer substituições até os 46 minutos do segundo tempo, a equipe preferiu se poupar, já pensando no jogo contra o Vitória, na próxima quarta-feira, em Salvador. Os gaúchos enfrentam o Santos na Vila Belmiro.



Ficha técnica:
BOTAFOGO 2 x 0 GRÊMIO
BOTAFOGO
Castillo, Renato Silva, Leandro Guerreiro e Edson; Alessandro, Túlio, Diguinho, Lucio Flavio (Thiaguinho) e Zé Carlos; Jorge Henrique e Wellington Paulista.
Técnico: Geninho.
GRÊMIO
Victor, Jean (Maylson), Thiego e Rever; Paulo Sérgio, Willian Magrão, Rafael Carioca, Rudnei (Marcel), Rodrigo Mendes (Makelele) e Hélder; Perea.
Técnico: Celso Roth.
Gols: Túlio, aos 15 minutos do primeiro tempo; Zé Carlos, aos 8 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Túlio (Botafogo); Jean, Paulo Sérgio, Rever (Grêmio).
Público: 7.436 pagantes. Renda: R$ 68.722,50.
Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ). Data: 06/07/2008.
Árbitro: Claudio Luciano Mercante Junior (PE).
Auxiliares: Jossemmar Diniz Moutinho (PE) e Fabiano da Silva Ramires (ES).


SÃO PAULO 1X1 IPATINGA
Gol no final faz São Paulo só empatar com o vice-lanterna Ipatinga no Morumbi


Com um gol de Luciano Mandí, aos 44 minutos do segundo tempo, o São Paulo não passou de um empate por 1 a 1 com o Ipatinga, neste domingo, no Morumbi, e se sofreu um duro revés para entrar na briga pelo sexto título do Campeonato Brasileiro.


Com mais um tropeço, o São Paulo aparece agora em sétimo lugar, com 14 pontos. Já os mineiros sobem para seis, mas seguem em situação complicada na luta contra o rebaixamento: estão em 19º, superando apenas o Fluminense, com três.



Na próxima rodada, o Tricolor vai a Recife enfrentar o Náutico, quarta-feira, às 21h45m, nos Aflitos. Já o time do Vale do Aço faz o duelo de Minas Gerais, diante do Cruzeiro, quinta-feira, às 20h30m, no Ipatingão.





Adeílson dá trabalho, mas é Borges quem marca

Quem esperava um massacre do São Paulo no primeiro tempo se surpreendeu. Ao embolar o meio-de-campo com muitos volantes, o Ipatinga atrapalhou os planos do Tricolor na criação. Para complicar ainda mais, aproveitou a avenida nas costas de Joilson e quase abriu o placar, logo aos oito minutos, quando Adeílson invadiu a área após falha de André Dias e tocou para fora na saída de Rogério Ceni.



Com Hugo atuando como um terceiro atacante pelo lado esquerdo, coube a Hernanes e aos laterais a função de armar, mas sempre com muita dificuldade pela forte marcação adversária. Na primeira chance de perigo, apenas aos 15 minutos, Joilson cruzou da direita, a defesa afastou mal e Hugo cabeceou livre nas mãos de Fred.



Apesar de jogar com três zagueiros, o São Paulo continuou tendo problemas com as rápidas descidas de Adeílson pelo lado esquerdo. Aos 17, o atacante passou com facilidade pela marcação de Alex Silva e cruzou. Porém, Neto Baiano e Márcio Gabriel não alcançaram e perderam ótima oportunidade.




Quando a etapa inicial caminhava para terminar empatada, brilhou a estrela do artilheiro Borges. Joilson cruzou da direita e o atacante pegou forte de voleio, acertando o canto direito de Fred. Golaço! Foi o quinto gol dele no Brasileirão. Três minutos mais tarde, quase o segundo. Jorge Wagner bateu falta para a área, Miranda desviou e a bola raspou a trave mineira.





Ipatinga pressiona e Luciano Mandí empata no final



No segundo tempo, o Ipatinga apostou na entrada do atacante Marinho, ex-Atlético-MG, para tentar reagir. Mas foi o São Paulo quem assustou, aos nove minutos. Após boa troca de passes, Jorge Wagner chutou sobre um zagueiro e a bola sobrou para Hugo. Livre de marcação, o jogador bateu mal na saída de Fred e mandou a bola por cima.



Dois minutos depois, Rogério Ceni apareceu para salvar o Tricolor duas vezes. Na primeira, Adeílson deixou Alex Silva sentado e soltou a bomba para o goleiro operar um verdadeiro milagre com o braço esquerdo. Na cobrança do escanteio, Gian desviou na primeira trave e o camisa 1 espalmou novamente.



Sem o mesmo ímpeto dos primeiros minutos, o São Paulo viu o Ipatinga por muito pouco não empatar, aos 25, outra vez com Adeílson. O atacante arrancou em velocidade pela intermediária, chutou forte e a bola explodiu no travessão. A resposta veio em bola parada em seguida. Jorge Wagner bateu falta e Hugo cabeceou com perigo por cima.



No final, o Ipatinga chegou ao empate. Após cobrança de escanteio, Luciano Mandí, que acabara de entrar, subiu entre os zagueiros para cabecear forte, sem chances de defesa para Rogério Ceni. Depois do lance, Zé Luis e Alex Silva trocaram empurrões e foram contidos pelo camisa 1.



O goleiro ainda fez novo milagre em chute forte de Marinho nos últimos instantes. No lance final, Hugo perdeu grande chance ao cabecear para fora ao receber livre na área. Fim de jogo e muitas vaias da torcida.



FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO 1 x 1 IPATINGA
SÃO PAULO
Rogério Ceni; Alex Silva, André Dias e Miranda; Joilson, Zé Luis, Hernanes (Richarlyson), Hugo e Jorge Wagner; Borges e Aloísio (Dagoberto).
Técnico: Muricy Ramalho.
IPATINGA
Fred, Thiago Vieira, Gian (Henrique) e Léo Oliveira; Márcio Gabriel (Marinho), Leandro Salino, Paulinho Dias, Xaves e Rodriguinho; Adeílson e Neto Baiano (Luciano Mandí).
Técnico: Ricardo Drubscky.
Gols: Borges, aos 39 minutos do primeiro tempo; Luciano Mandi, aos 44 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Alex Silva, Miranda (São Paulo); Gian (Ipatinga).
Público: 13.421 pagantes. Renda:R$ 256.375.
Estádio: Morumbi. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS).
Auxiliares: Alécio Aparecido Lezo (MS) e Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO)


GOIÁS 1X0 FLUMINENSE
Com um gol de Iarley, Goiás vence um desanimado Fluminense

O Fluminense começou a brincar no Campeonato Brasileiro. Mas a torcida tricolor não achou nem um pouco de graça. Pelo menos neste domingo, quando o time perdeu por 1 a 0 para o Goiás, gol de Iarley, no estádio Serra Dourada, em Goiânia. O jogo foi válido pela nona rodada.



Com o resultado, o time carioca segue na lanterna da competição com apenas três pontos. Já o Esmeraldino segue na zona de rebaixamento, em 17º lugar, agora com nove pontos. Na próxima quarta-feira, o Goiás vai até Porto Alegre para encarar o Internacional, no Beira-Rio. Já o Fluminense enfrenta o Atlético-PR, no Maracanã.



Após a decepção com a perda do título da Taça Libertadores na última quarta-feira, o Fluminense pela primeira vez jogou com força máxima neste Brasileiro. Mas não foi tão fácil como esperava o técnico tricolor. Renato Gaúcho declarou que não estava preocupado com a lanterna porque o time "iria brincar" quando "estreasse" no campeonato. E mesmo após perder o título continental, o comandante tricolor não perdeu a modéstia e mandou os adversários ficarem preocupados já que uma das vagas na Libertadores seria do Tricolor.



Iarley abre o placar



O jogo começou com muitos erros de passe e sem emoção. O Fluminense era um pouco superior. Thiago Neves mandou uma bomba sem direção. Mas o Tricolor abusava dos cruzamentos na área e a bola parava nas mãos de Harlei.



A primeira jogada de perigo foi do Goiás. Ramalho recebeu passe na entrada da área e chutou forte. Fernando Henrique espalmou para escanteio. Logo depois, Iarley também arriscou e a bola foi para fora.



Aos poucos, o Goiás melhorou e passou a jogar com mais velocidade. Passou a dominar a partida. Aos 23 minutos, Iarley apareceu no meio da zaga tricolor e cabeceou. Fernando Henrique fez difícil defesa no canto direito. No minuto seguinte, Paulo Baier chutou rasteiro da entrada da área e a bola passou muito perto da trave. O gol acabou saindo aos 27. Iarley recebeu na entrada da área, saiu do marcador e chutou rasteiro no canto direito de Fernando Henrique: Goiás 1 a 0. Foi o terceiro gol do atacante no Brasileirão.



Após sofrer o gol, o Fluminense passou a arriscar mais. Mas tanto Conca quanto Thiago Neves estavam apagados. O Tricolor quase empatou em uma jogada de bola parada. Cruzamento para a área, Thiago Silva desviou de cabeça e a bola bateu na trave. Na sobra, Dodô soltou a bomba da marca do pênalti e Harlei defendeu com os pés.



Antes de terminar o primeiro tempo, Paulo Baier ainda teve mais uma chance com o Goiás. O meia cobrou falta no canto direito e Fernando Henrique se esticou para espalmar a bola para escanteio.



Tricolor não tem forças para reagir



O Fluminense voltou pressionando. Junior César cruzou e Cícero cabeceou para fora. Thiago Neves cobrou falta por cima do gol. Mas no contra-ataque o Goiás assustava. Vítor foi deslocado na área por Thiago Silva e o árbitro Célio Amorim errou ao não marcar o pênalti.



O técnico Renato Gaúcho resolveu, então, tirar o volante Ygor e colocar Tartá. O atacante quase empatou. Ele recebeu passe pelo meio, ajeitou para a canhota e chutou rasteiro. A bola foi para fora com muito perigo.



A resposta do Goiás foi rápida. Vitor tocou para Iarley, que dominou e girou na área. O chute passou muito perto da trave esquerda de Fernando Henrique, que ficou apenas olhando e torcendo.



Após a pressão inicial, o desânimo da perda da Libertadores parece ter tomado conta dos jogadores tricolores. O time parou de criar e parecia aceitar a derrota. Dodô, isolado na frente, quase não tocava na bola.



O Goiás ainda quase aumentou com Felipe. O atacante recebeu passe de Romerito, entrou na área e chutou forte. Fernando Henrique defendeu firme, sem rebote. E o jogo terminou. O Fluminense segue sendo o único time sem vencer no Brasileirão.



- Foram dois dias difíceis após a gente perder a Libertadores. Mas jogamos bem, fomos melhores e não merecíamos perder. Ainda vamos nos recuperar no Brasileiro - disse o capitão tricolor Luiz Alberto.



Ficha técnica:
GOIÁS 1 x 0 FLUMINENSE
GOIÁS
Harlei; Rafael Marques, Henrique e Paulo Henrique; Vitor, Ramalho, Fernando, Romerito, Paulo Baier (Fábio Bahia); Iarley (Frontini) e Alex Terra (Felipe).
Técnico: Helio dos Anjos.
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Gabriel (Rafael), Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Ygor (Tartá), Arouca (Allan), Thiago Neves e Conca; Cícero e Dodô.
Técnico: Renato Gaúcho.
Gol: Iarley aos 27 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Alex Terra, Iarley, Ramalho, Frontini, Romerito e Fernando (Goiás); Thiago Silva, Allan e Tartá (Fluminense). .
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia. Data: 06/07/2008.
Árbitro: Célio Amorim (SC).
Auxiliares: Eberval Lodetti (SC) e Luiz Fernando Irineu da Silva (MT)

Liga Mundial:Sérvia X Brasil


Brasil perde para a Sérvia e deixa escapar escrita de 8 anos de triunfos sobre o rival

A seleção brasileira enfrentou a Sérvia neste domingo, em Belgrado, em seu último jogo pela Liga Mundial fora de casa, mais uma vez com boa parte dos seus titulares. Tirando Giba e Rodrigão, que ainda seguem em recuperação e voltam a jogar somente nas etapas no Brasil, Dante, Marcelinho, André Nascimento, Gustavo e Serginho estavam em quadra. Samuel e Eder completaram o time. E com essa formação, a seleção brasileira deixou escapar a escrita de não perder para a Sérvia na 'Era Bernardinho'. De virada, oito anos de triunfos sobre o rival caíram com 3 sets a 2, com parciais de 20/25, 18/25, 25/22, 25/20 e 15/11.



Mesmo com a derrota, Bernardinho dá continuidade ao seu plano de preparar sua equipe para os Jogos Olímpicos de Pequim, em agosto. Depois de poupar os titulares nos jogos contra a França e Venezuela, fora de casa, deixando-os em treinamento forte no CT de Saquarema, o técnico começa a dar ritmo e volume de jogo ao grupo principal. De acordo com as declarações dadas pelo técnico, o objetivo é fortalecer a seleção a partir de agora. Em Belo Horizonte, Goiânia e Rio de Janeiro, nas finais no Maracanãzinho, ele terá sua formação oficial.



Brasileiros começam inspirados em quadra


O Brasil começou com uma postura diferente do jogo de sexta-feira. Apesar da vitória, a seleção brasileira precisou do tie-break para somar mais pontos na Liga Mundial. Na partida deste domingo, no entanto, o time entrou em quadra mais ofensivo e com Eder, que foi uma boa mudança feita pelo técnico Bernardinho. No lugar de André Heller, o central conseguiu bons saques e mostrou domínio na rede. Além dele, Samuel iniciou o primeiro set de ponteiro no lugar de Nalbert. E confirmando a sua boa fase, soltou o braço: 25 a 20.



A Sérvia, assim como no período anterior, colocou seu time principal para jogar. O gigante Miljkovic, o capitã Grbic e o central Geric davam o ritmo da equipe dentro de quadra. Mantendo a pressão de sexta-feira, os sérvios não conseguiam parar os brasileiros. Dante, nas bolas de 3 metros, André, na saída, Samuel, na entrada, Gustavo e Eder, pelo meio, e Serginho no fundo estavam inspirados. Marcelinho soube muito bem organizar as jogadas, distribuindo bem as bolas. Assim, a seleção fechou em 25 a 18.



Cai a escrita de triunfos sobre a Sérvia na 'Era Bernardinho'



O terceiro set foi bastante equilibrado, com as seleções se revezando na frente do marcador. Nos dois tempos técnicos obrigatórios, a Sérvia esteve com a vantagem a seu favor. O Brasil se recuperou com um belo bloqueio do capitão Gustavo e um ataque fulminante de Dante. Mudanças feitas pelo técnico sérvio Igor Kolakovic fortaleceu o conjunto sérvio, que venceu: 25 a 22.



O mesmo aconteceu no quarto set. Com a modificações feitas pelo comandante sérvio, principalmente pela entrada do jovem Starovic, o Brasil não conseguiu se encontrar em quadra. Bruninho e Anderson entraram em quadra, mas a seleção continuou com dificuldades para bater a Sérvia: 25 a 20.





Mais equilíbrio no tie-break. A Sérvia abriu três pontos, mas o Brasil chegou junto no placar. André Nascimento, a esta altura da partida, já estava muito marcado no bloqueio. A solução foi explorar o bloqueio. Bruninho e Anderson entraram em quadra. Samuel cometeu alguns erros e foi substituido por Murilo. Uma sequência de saques de Gustavo pôs seu time no jogo. Mas Starovic estava tinindo e caiu com a escrita da Sérvia de oito anos sem vencer o Brasil: 15 a 11.



Sérvia
Bjelica, Miljkovic, Podrascanin , Grbic, Janic, Geric e Samardzic
Entraram: Starovic e Nikic
Técnico: Igor Kolakovic
Brasil
Gustavo, Eder, Dante, Samuel, André Nascimento, Marcelinho e Serginho
Entraram: Bruninho, Anderson e Murilo
Técnico: Bernardinho

NEW PARADA ROCK

Depois de vários dias estamos de volta neste domingo e agora vamos começar.

10-Guns n' Roses-Don't Cry



9-Pantera-Cowboys From Hell




8-The Who-My Generation




7-Ramones-Rock n' Roll High School



6-The Vines-Outthaway




5-The Hives-Tick Tick Boom



4-AC/DC-Baby Please don't Go




3-Velvet Revolver-Come on Come in



2-Black Sabbath-Paranoid




1-Led Zeppelin-Whole Lotta Love

SPORTS HISTORY BRASIL:Sport

O Sport Club do Recife é um clube brasileiro de desportos, situado na cidade do Recife, no estado de Pernambuco. Fundado em 13 de Maio de 1905, por um pernambucano que viveu por muitos anos na Inglaterra, Guilherme de Aquino Fonseca, e que regressou a Pernambuco trazendo consigo a paixão pelo novo esporte daquele país.

O Clube tem o maior patrimônio do Norte-Nordeste com uma estrutura que conta, além do estádio e centro de treinamento, com quadras de tênis, basquete, handebol, hockey e outros esportes.

Segundo algumas pesquisas, o Leão da Ilha possui a maior torcida do Nordeste, e uma das maiores do Brasil.Motivos esses, de grande orgulho para a torcida Sportista.

Tem uma rivalidade histórica com o Clube Náutico Capibaribe, donde o confronto entre ambos é conhecido como o Clássico dos Clássicos, sendo este o segundo clássico mais antigo do país, e com o Santa Cruz Futebol Clube, cujo confronto é denominado de Clássico das Multidões.


História

1905 - 1950


1905 - Fundação

13 de maio de 1905, data da fundação do Sport Club do Recife, durante concorrida a festa de inauguração deste club, comparecendo um grande número de senhoritas e cavalheiros. Constou o festival de uma partida de football em que tomaram parte sócios do Sport e do English Eleven.

1916 - Primeiro Título Estadual

Primeira vez que o Sport disputa o Pernambucano e vence o campeonato, numa final realizada no dia 16/12 contra o Santa Cruz que terminou com o placar 4x1, com gols de Mota (2), Asdrúbal e Vasconcelos. O Sport inova trazendo o zagueiro Paulino do América do Rio de Janeiro.
Time do Sport: Cavalcanti, Briant e Paulino; Town, Robson e Smerthurst; Asdrúbal, Mota, Anagam, Vasconcelos e Smith.

1917 - Primeiro Bicampeonato

O Sport, reforçado pelo atacante Ciro Werneck oriundo do Botafogo-RJ, vence de virada o Santa Cruz por 3x1 e levanta o seu primeiro bicampeonato Pernambucano. Time do bicampeonato: Cavalcanti, Briant e Paulino; William, Teague e Salazar; Hogger, Werneck, Tobias, Batista e Zé Luís.

1919 - Primeira Excursão e Criação do Escudo

Sport, como sempre pioneiro, faz uma excursão para o Belém (PA), que era então um centro de futebol mais desenvolvido. Empatou em 3x3 contra um combinado Remo-Paysandu. Em seguida, na disputa do troféu Leão do Norte, um belo troféu onde havia uma escultura de um leão, o Sport venceu o mesmo combinado por 3x2, levando o troféu, o que deixara inconformada a torcida paraense que tentou retomar o cobiçado troféu, ocasião em a cauda do leão foi partida. A partir desta conquista, foi criado o escudo rubro-negro, com um leão como símbolo. O troféu é mantido até os dias de hoje, com sua cauda partida, unida por um laço, na Sala dos Troféus, na sede do Clube.

1923/1925 - Primeiro Tricampeonato

Conquista o seu primeiro tricampeonato pernambucano. Em 1923 uma campanha quase perfeita, 12 jogos com 11 vitórias e apenas 1 derrota. Em 1924 mais uma boa campanha, 13 jogos com 11 vitórias, 1 empate e 1 derrota. Fechando o tricampeonato, em 1925, o Sport soma 7 vitórias, 2 empates e 1 derrota e tinha como time-base: Jucá, Alarcon e Pedro Sá; Adhemar, Altino e Aureliano; Witham, Dubeux, Péricles, Ary e Aluízio.

1935 - A Sede

Sport compra o terreno da sua sede. A data história é 29 de novembro e o preço pago pela então chamada "Chácara da Ilha do Retiro" foi 53 contos de réis.

1937 - A Ilha do Retiro

No dia 4 de julho o Sport inaugura o estádio da Ilha do Retiro (nome dado por ter sido construido sobre uma ilha e aterrado em torno) que mais tarde viria a se chamar Adelmar Costa Carvalho, presidente nos títulos de 1955 e 1956. Foi um amistoso contra o Santa Cruz, que o Leão venceu num jogo disputado que acabou 6x5. Os destaques do jogo foram Danzi e Haroldo Praça, que marcou o gol da vitória. No dia 11 de julho houve o primeiro jogo do Campeonato Pernambucano, Sport x Tramways que acabou 2x2.

1942 - O Sport brilha em gramados do Sul

No início dos anos 40 havia uma direrença muito grande do futebol do Sudeste e do Sul para o futebol do Norte/Nordeste. Jamais um time nortista tivera a audácia de empreender uma temporada pelo Sul/Sudeste do Brasil. Em dezembro de 1941, o Sport começou a realizar sua temporada pelo Sul e Sudeste do país, que para muitos, jornalistas e até torcedores era uma excursão suicida.

O Sport jogou em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Disputou dezessete partidas, vencendo onze (5x1 América-MG, 4x2 Atlético-MG, 1x0 Britânia-PR, 4x0 Coritiba-PR, 3x1 Coritiba-PR, 5x0 Savóia-PR, 5x3 Joinville-SC, 3x2 Força e Luz-RS, 3x0 Grêmio-RS, 5x4 Vasco-RJ e 3x1 Flamengo-RJ), empatando dois (0x0 Palestra Itália-MG e 2x2 Internacional-RS) e perdendo apenas quatro jogos (1x3 Flamengo-RJ, 3x4 Santos-SP, 5x8 Juventus-SP e 1x2 Coritiba-PR).

O time do Sport impressionou a imprensa e aos clubes do Sul. Alguns de seus jogadores foram contrados para jogar em grandes clubes. Zago, Djalma e Ademir ficaram no Vasco. Magri no América-RJ. Pirombá no Flamengo e Pinhegas no Fluminense. Esta temporada ficou marcada na história do futebol pernambucano.

O plantel era o seguinte: Navamuel, Bibi, Ciscador, Walfredo, Magri, Salvador, Furlan, Mulatinho, Ademir, Manoelzinho, Pirombá, Djalma, Clóvis, Zago e Pinhegas.

1950 - 1979

1950 - Copa do Mundo

A Ilha do Retiro tem a honra de sediar uma partida válida pela Copa do Mundo de 1950 entre Chile x EUA, que acabou 5x2.

1955 - Cinquentenário

Sport é campeão no seu cinqüentenário, vencendo o Náutico por 3x2 sob o comando de Gentil Cardoso e destaques como Moreira, Traçaia, Naninho, Gringo, Soca. Time da final: Osvaldo, Bria e Pedro Matos, Osvaldinho, Eli e Pinheirense, Traçaia Naninho Gringo, Soca e Geo

1957 - Excursão pela Europa

Faz sua primeira excursão ao "Velho Mundo" e apesar das muitas dificuldades e contusões durante a viagem, conquistou resultados significativos.

1975 - Um jogo de 158 minutos

Sport vence seu 21º título pernambucano num jogo sensacional contra o Náutico. Um jogo de 158 minutos, Nos 90 minutos regulares houve uma vitória do Náutico por 1x0 sendo o empate favorecedor do Sport. Houve a primeira prorrogação, a segunda,. a terceira e só na quarta prorogação, com 158 minutos de jogo e os jogadores exaustos, Mauro caido num esforço sobre-humano chutou certeiro decretando a vitória do Sport.
Time da final: Gilberto, Cardoso Samuel Djalma e Nelsinho; Cacau e Pitta (Tovar); Amílton Rocha (Roberto), Mauro, Totonho e Darci. Téc Ênio Andrade.

1978 - Sport fora do Estadual

Sport briga com a federação pernambucana e não disputa o pernambucano deste ano. O presidente do Sport diz que “em pescoço de leão, canga não, só a Juba”. O presidente acusava a FPF de ser sempre a “campeã” nos campeonatos pernambucanos. O conselho do Sport apoiou unanimimente o presidente e o Sport não entrou na disputa.

1980 - 1989

1980 - Campeão Pernambucano

Sport vence o Santa por 2x0 quando só precisava de um empate e conquista o campeonato pernambucano com um gol de Edson, de penalti, e Roberto, numa cabeçada entre as pernas do goleiro tricolor.
Time da Final: País; Antenor, Jaime, Taborda e Romero; Givanildo, Mérica e Édson; Edu (Bill), Jorge Campos (Roberto) e Afrânio.

* Primeira reforma da Ilha

Sport inaugura a primeira reforma da ilha, levantando o setor onde hoje fica o setor de Arquibancada e as gerais e o seu placar eletrônico.

1981 - Super-Campeão

Sport vence o Náutico por 2x0 e levanta o bicampeonato Pernambucano, sendo este um supercampeonato.
Time da Final: País, Vilson, Marião, Aílton e Chico Fraga; Merica, Givanildo e Denô; Nilson (Hêider), Roberto e João Carlos (Édson). Tec: Orlando Fantoni

1982 - Terceiro Tri

Sport conquista seu terceiro tricampeonato diante de um jogo duríssimo contra o Central onde o Sport só conseguiu dobrar os caruaruenses com um gol no segundo tempo da prorrogação. Neste mesmo ano o Sport perde o seu lateral Carlos Alberto Barbosa que se sentiu mal durante o jogo, foi levado ao hospital e não resistiu.
Time da final: Serginho; Betão, Marião, Aílton e Augusto; Merica, Givanildo e Édson; Chiquinho (João Carlos), Carrasco (Roberto) e Joãozinho. Tec: Roberto Brida

1987 - SPORT, Campeão Brasileiro de 1987

Após tumultuada decisão por pênaltis, o título de 1987 do Módulo Amarelo, disputado entre Sport e Guarani foi dado ao Sport. Através de decisão do Conselho Arbitral da CBF e Clube dos 13 antes do campeonato, ficou acertado que a decisão do Título Brasileiro do ano sairia em partida decidida entre os campeões dos módulos Verde e Amarelo, onde o torneio quase não começa exclusivamente por esta questão. Clubes tradicionais como Sport Recife, Vitória-BA, Atlético-PR, Portuguesa-SP, Bangu-RJ, Guarani (atual vice) e outros não aceitavam ficar de fora do Módulo Verde e por isso a proposta do Conselho foi aprovada por todos os clubes. No final, Flamengo e Internacional, o campeão e vice do Módulo Verde não quiseram disputar o título geral com Sport e Guarani e por isso perderam seus jogos por WO. Sport e Guarani fizeram assim os dois jogos finais, 1x1 em Campinas e 1x0, para o Sport, na Ilha do Retiro, em Recife. Apesar de muitos contestarem, o STJD e o órgão maior do futebol, a FIFA, consideram o Sport campeão brasileiro de 1987 e não o Flamengo, sagrado campeão do Módulo Verde.

1988 - Campeonato Pernambucano

Sport vence mais um pernambucano ao bater o Náutico nas duas finais (1x0 no Arruda e 4x1 na Ilha do Retiro)

1988 - Libertadores da América

O Sport não se classificou para a fases seguintes da competição, terminando em 15º lugar na classificação geral. Quem se sagrou campeão foi o Nacional, do Uruguai, após derrotar o Newell's Old Boys, da Argentina.

1989 - Vice-campeão da Copa do Brasil

O Sport chega a final da 1ª Copa do Brasil, contra o Grêmio, mas fica com o vice-campeonato.

1990 - 1999

1990 - Campeão Brasileiro da 2ª Divisão

O Sport conquista o título de campeão brasileiro da 2ª Divisão e retorna à elite do futebol nacional.

1994 - Campeão do Nordeste

O Sport, comandado por Givanildo Oliveira, conquista o 28º título pernambucano e a Copa Nordeste, em Alagoas, vencendo o anfitrião CRB nos penaltis após um empate no tempo normal por 0x0.
Time da final; Jéfferson, Givaldo, Adriano, Sandro e Dedé; Dário, Chiquinho (Joca) e Juninho; Leonardo (Saulo), Fábio e Zinho.

1996 - O início do Penta

O Sport conquista o seu primeiro título de uma série de cinco consecutivos num campeonato muito movimentado, onde o Santa venceu o primeiro turno e o Sport os dois seguintes. A finalíssima tornou-se um duelo particular entre Abel Braga (treinador do Santa) e Hélio dos Anjos (treinador do Leão), que acabou levando a melhor na final com um empate de 1x1, sendo o gol do sport marcado por Luis Müller. O Sport terminou o campeonato com a brilhante marca de 22 Vitórias, 11 empates e duas derrotas (para o Central e para o Santa, em 7 de abril de 1996, depois da qual o Sport ficou 03 anos sem perder para o Santa Cruz, seu maior rival).
Jogadores que participaram da campanha: Albérico, Russo, Adriano, Chico Monte Alegre, Chiquinho, Luís Müller, Ataíde, Marcão, Marcelo, Joãozinho, Dedé, Dário, Érlon, Gaúcho, Edinan, Rogério, Pig, Givaldo, Wallace e Gilvan.

1997 - Bicampeonato

Foi um campeonato mais fácil do que o de 96, os adversários mais competitivos do Leão foram o Recife e o Porto, este último foi contra o sport disputou a final. O Sport venceu por 2x0 com gols de Leonardo e Didi. O Sport em 27 jogos venceu 18 empatou 7 e perdeu outros 2. Leonardo foi o grande detaque do Sport no torneio.Jogadores que participaram da campanha: Albérico, Marcinho, Márcio, Jackson, Juninho Petrolina, Ildo, Valdomiro, Rogério, Didi, Érlon, Wallace, Luís Müller, Saulo, Dedé, Dário, Leomar, Batistinha, Wanderley , Fabiano, Marcelão, Neto, Gláuber, Rômulo, Marcinho Sergipano, Pig, Douglas, Ricardo, Esquerdinha, Ronald, Montanha, Junior e Chico Monte Alegre.

1998 - Tricampeão Invicto

Com uma certa facilidade o sport venceu mais um campeonato o seu terceiro campeonato sendo de forma invicta, sofrendo só alguma resistencia do Porto. A final foi disputada em Caruaru e o Sport venceu com dois gols de Irani numa Ilha lotada com 57 mil pessoas, batendo o recorde de público do estádio. O destaque rubro-negro foi o meia Jackson e o nosso goleador Maurício Pantera com 10 gols.

1999 - Tetra

Um Santa Cruz mais reforçado com os argentinos Mancuso e Almandoz não conseguiu barrar a fúria do leão por mais um título Pernambucano, o tricolor chegou a vencer um turno enquanto o Sport venceu os outros dois e na final deu Sport na Ilha do Retiro por 2x1 com gols de Nildo e Leonardo.Elenco: Albérico, Bosco, Sandro Blum, Márcio, Sangalleti, Erlon, Wílson Gottardo, Saulo, Cheppo, Wallace, Juninho Rodrigues, Leandro, Vítor, Nildo, Dário, Guttemberg, Cris, Leomar, Juninho Petrolina, Irani, Dida, Rogério, Neto, Márcio Ferrari, Velasquez, Rosivaldo e Márcio Alan.

2000 - 2008

2000 - Pentacampeão, bicampeão e finalista

O Sport conquista o incontestável título de pentacampeão pernambucano. Como no ano anterior, o Sport venceu o primeiro e o terceiro turno perdendo para o Santa Cruz o segundo turno. Na final, vence o rival por 1 x 0.

No mesmo ano, levanta o bicampeonato da Copa do Nordeste, sob o comando do técnico Celso Roth após empate em 2x2 contra o Vitória na Ilha do Retiro e chega à final da Copa dos Campeões, perdendo o título para o Palmeiras por 2 x 1.

2001 - Finalista da Copa do Nordeste

Sport chega a final da Copa do Nordeste, mas é derrotado pelo Bahia por 3 x 1. No Campeonato Brasileiro de Futebol de 2001, termina na última colocação, sendo rebaixado à Série B.

2003 - Mais um título

O clube conquista seu 34º título de campeão pernambucano. O clube também fica em 3º na Copa do Brasil.

2005 - Centenário do Sport

13 de maio de 2005. com um enorme buzinaço ao meio-dia. o Sport completa 100 anos de Glórias, no Domingo dia 15 fez-se uma grande carreata em alusão ao centenário com direito a show de Jorge Aragão em frente a Ilha do Retiro, faixa de provocação em um ultra-leve com os dizeres "Hexa e Campeão do Centenário é Luxo" e derrota em casa pela série "B" do brasileiro por 2x1 para o Santo André, marcaram a festa. No Campeonato Pernambucano em meio a muita polêmica sobre a arbitragem o Maior Rival Rubro-Negro, o Santa Cruz Comemora o titulo em PE de Campeão 2005 e para completar conquista umas das vagas de acesso para série "A" 2006 sendo Vice-Campeão.
O Sport pode não ter ganho nada em 2005, sendo apenas 3º colocado no PE e perdendo o direito de disputar a Copa do Brasil em 2006, ficou em 16º colocado, quase sendo rebaixado para 3ª divisão do brasileiro, mas a torcida Rubro-Negra deu um show a parte tendo a melhor média de público no estadual e a 3ª melhor na 1ª fase da série "B".

2006 - Decisão proibida para cardíacos e volta à Série A

O Campeonato Pernambucano 2006 não poderia ter um desfecho mais emocionante. Pela segunda partida da final o Sport jogava pelo empate, para o Santa Cruz só a vitória importava para levar a decisão para os pênaltis. E não é que no final da partida aos 45 o Santa Cruz fez um gol. Lecheva cobra o escanteio e a bola desvia em Marcos Tamandaré. Com a vitória dos visitantes, a decisão foi para os pênaltis. Marco Brito iniciou as penalidades. Gustavo defendeu. Depois, Léo Oliveira bateu e Gilmar também defendeu, mas o árbitro mandou repetir a cobrança. Na seqüência, o zagueiro rubro-negro chutou a bola na trave. Em seguida, Tiago Gentil marcou para os corais: 1x0. Marcos Tamandaré empatou: 1x1. Carlinhos Bala colocou o Santa na frente de novo: 2x1. Depois, Geraldo igualou o escore outra vez: 2x2. Alex Oliveira também balançou as redes: 3x2. Durval detonou uma bomba para cima. A bola do jogo ficou nos pés de Lecheva. Ele chutou no canto, e Gustavo defendeu. Welington fez 3x3. Nas cobranças alternadas, Gilmar e Marco Antônio marcaram. Já Neto não converteu. Ele bateu no canto, e Gustavo novamente defendeu. A bola do jogo, então, passou para Hamilton. O cabeça-de-área, com frieza, fez o gol do título: 5x4. Festa dos rubro-negros que conquista o seu 35º Título Estadual.

Permanecendo durante todo o campeonato entre os quatro primeiros colocados, o Sport se torna o vice-campeão da Série B e volta à elite do Futebol Brasileiro.

2007 - Bicampeão

Numa conquista marcada pela facilidade, o Sport não tomou conhecimento dos adversários e sagrou-se bicampeão pernambucano, vencendo os dois turnos e conquistando o título por antecipação. Uma vitória sobre o Náutico, na Ilha, garantiu a 36ª taça rubro-negra. Weldon e Luciano Henrique fizeram os gols do jogo.

Time-base: Magrão, Osmar, César Lucena, Durval e Bruno; Ticão, Everton, Fumagalli e Vítor Júnior; Weldon e Carlinhos Bala. E ainda: Gustavo, Evanílson, Du Lopes, Rodrigão, Bia, Heleno, Rosembrick, Edmílson, Luciano Henrique, Anderson Aquino, Zé Eduardo.

2008 - Campeão estadual e nacional

O ano começou com o Sport conquistando o tri-campeonato pernambucano.

Em junho, o Sport conquistou seu terceiro título nacional, a Copa do Brasil , ao bater o Corinthians por 2 x 0 no jogo final na Ilha do Retiro. Conquistou o título pelo critério de gols marcados como visitante, já que havia perdido o jogo de ida por 3 x 1. Com esse título, foi o primeiro clube brasileiro a garantir vaga na Taça Libertadores da América de 2009.

Durante a campanha, eliminou times que já haviam sido campeões, como o Internacional e o Palmeiras. Também eliminou o Vasco. Além do título, um dos artilheiros da competição foi Romerito, com 6 gols.


Títulos
Campeonato Brasileiro: 1987.
Copa do Brasil: 2008.
Campeonato Brasileiro da Série B: 1990.
Copa do Nordeste: 4 vezes (1968, 1970, 1994 e 2000).
Campeonato Pernambucano: 37 vezes (1916, 1917, 1920, 1923, 1924, 1925, 1928, 1938, 1941, 1942, 1943, 1948, 1949, 1953, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962, 1975, 1977, 1980, 1981, 1982, 1988, 1991, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2003, 2006, 2007 e 2008).
Copa Pernambuco: 3 vezes (1998, 2003 e 2007).



Elenco atual
Goleiros
Magrão
Cléber
Jeferson
Saulo
Laterais
Luisinho Netto
Dutra
Cássio Lopes
Diogo
Márcio Goiano
Zagueiros
Durval (C)
Elias
Igor
César
Gabriel
Volantes
Éverton
Fábio Gomes
Bia
Júnior Maranhão
Daniel Paulista
Sandro Goiano
Dudé
Moacir
Meias
Fumagalli
Luciano Henrique
Kássio
Juninho
Francisco Alex
Atacantes
Carlinhos Bala
Leandro Machado
Enílton
Jadílson
Roger
Joélson
Lúcio
Treinador
Nelsinho Baptista





Curiosidades

* Primeiro clube nordestino Campeão do Campeonato Brasileiro
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão do Campeonato Brasileiro, conquistando o título em 1987. Um ano mais tarde, em 1988, o Sport disputava a sua primeira Taça Libertadores da América ficando no 15º lugar geral.

* Primeiro clube nordestino Campeão da Copa do Brasil
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube nordestino campeão da Copa do Brasil, conquistando o título em 2008 e também o direito de disputar a Taça Libertadores da América de 2009.

* Primeiro clube de futebol de Pernambuco
O Sport Club do Recife foi o primeiro clube de futebol de Pernambuco, sendo inaugurado já em 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca, e portanto, o pioneiro no estado, já que ainda não havia existência de nenhuma agremiação futebolística. A história do futebol do Sport naquela época, nasceu junto com a do futebol pernambucano.

* Fla-Flu em Recife?
No ano de 1947 a torcida pernambucana assistiu a um clássico inédito na Ilha do Retiro. Flamengo e Fluminense, que estavam realizando temporadas no Nordeste, jogaram em Recife para um público que lotou o campo do Sport, na tarde de 13 de junho. O jogo foi emocionante e terminou num justo 1 a 1.


Semana q vem teremos o Náutico.

GP da Inglaterra

No molhado, Lewis Hamilton faz corrida sensacional e vence na Inglaterra


Após receber muitas críticas pelo seu desempenho nesta temporada, Lewis Hamilton se redimiu no GP da Inglaterra. O inglês da McLaren venceu a corrida, que foi disputada em condições completamente adversas, com chuva e pista muito molhada. Ele dominou a prova desde o início e deixou Nick Heidfeld, da BMW Sauber, na segunda posição, mais de um minuto atrás.

Rubens Barrichello fez uma corrida sensacional na chuva de Silverstone. Largando em 16º, o brasileiro ganhou dez posições na primeira volta. Depois, quando a chuva apertou, fez a escolha correta, colocando pneus para chuva forte. No fim, o piloto da Honda garantiu um pódio heróico, com a terceira posição.

Com o resultado, Lewis Hamilton empatou em pontos com Felipe Massa, que chegou em 13º após errar muito durante toda a corrida, e com Kimi Raikkonen, o quarto colocado. No entanto, o inglês lidera a tabela, por ter um abandono a menos que o brasileiro da Ferrari. O finlandês tem uma vitória a menos.


Resultado Final:
1 Lewis Hamilton (ING/MC Laren)
2 Nick Heidfeld (ALE/BMW-Sauber)
3 Rubens Barrichello (BRA/Honda)
4 Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari)
5 Heikki Kovalainen (FIN/MC Laren)
6 Fernando Alonso (ESP/Renault)
7 Jarno Trulli (ITA/Toyota)
8 Kazuki Nakajima (JAP/Willians)
9 Nico Rosberg (ALE/Willians)
10 Mark Webber (AUS/RBR)
11 Sebastian Bourdais (FRA/STR)
12 Timo Glock (ALE/Toyota)
13 Felipe Massa (BRA/Ferrari)
Não Completaram:
Nelainho Piquet (BRA/Renault)
Sebastian Vettel (ALE/STR)
Robert Kubica (POL/BMW-Sauber)
David Coulthard (ESC/RBR)
Jenson Button (ING/Honda)
Adrian Sutil (ALE/Force India)
Giancarlo Fisichella (ITA/Force India)

sábado, 5 de julho de 2008

9 Rodada:Série B

CORINTHIANS 1X0 SÃO CAETANO
Dentinho espanta a má fase e faz Timão voltar a vencer na Série B do Brasileirão


Na volta de Felipe e no reencontro de Finazzi e Mano Menezes, brilhou a estrela do garoto Dentinho. Ameaçado de perder a vaga durante toda a semana de treinamentos, em Itu, por ter feito apenas um gol nos últimos 18 jogos, o atacante garantiu a vitória do Corinthians por 1 a 0 sobre o São Caetano, neste sábado, no Pacaembu, pela nona rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.



O triunfo faz o Timão espantar a desconfiança da torcida depois de dois empates consecutivos. Agora, a equipe sobe para 23 pontos e abre cinco para o segundo colocado, o Juventude. O Azulão, que começou a rodada em terceiro, cai para quinto, com 15, fora da zona de acesso.



O Corinthians volta a jogar na próxima terça-feira, contra o Marília, às 20h30m, novamente no Pacaembu. Já o São Caetano recebe o Barueri, sexta-feira, às 21h45m, no Anacleto Campanella, no ABC.

A necessidade de quebrar a série de dois empates seguidos fez o Corinthians começar a partida pressionando. Com as falhas na marcação adversária, o Timão chegou com facilidade ao ataque, mas esbarrou na boa atuação do goleiro Julio Cesar. Aos três e aos dez minutos, ele salvou o Azulão em chute do volante Eduardo Ramos e em cabeçada do meia Douglas.



Com apenas um atacante, o São Caetano apostou na velocidade dos laterais Júlio Farias e Andrezinho e dos meias Vandinho e Rafinha. Abusando da velocidade, sobretudo nos contra-ataques, a equipe criou duas boas chances pelos lados do campo e só não marcou devido às finalizações atrapalhadas do ceontroavante Finazzi.



Aproveitando os erros na marcação, o Corinthians continuou atacando pelo lado esquerdo. E foi por lá que desperdiçou outras oportunidades, todas nas mãos de Julio Cesar. Na primeira, aos 16 minutos, Chicão bateu falta no ângulo esquerdo e o goleiro fez ótima defesa. Na segunda, oos 41, André Santos driblou para o meio da área e bateu de perna direita muito próximo da trave.



Pouco antes, aos 32 minutos, o Azulão voltou a preocupar Felipe em contra-ataque. Após boa troca de passes do sistema ofensivo na intermediária, Júlio Farias recebeu de Finazzi sem marcação na entrada da área, mas errou o chute e mandou a bola pela linha de fundo.



Dentinho garante vitória do Corinthians

Na volta do intervalo, o técnico Mano Menezes optou por não fazer alterações. E a estratégia deu certo. Sem deixar o adversário praticamente passar do meio-campo, o Timão chegou ao gol, aos dez minutos. Dentinho recebeu passe de Herrera na área, driblou o goleiro Julio Cesar e tocou para o gol vazio.



Sem o lateral-direito Júlio Farias, substituído no intervalo pelo meia Rosembrick, o São Caetano perdeu sua principal saída para o ataque. Melhor para o Corinthians, que quase marcou o segundo, aos 14, quando Herrera recebeu de Douglas na direita e bateu cruzado para fora.



O São Caetano só melhorou a partir dos 20 minutos com a entrada de Luan na vaga de Vandinho e Hernani no lugar de Rafinha. As trocas, porém, não permitiram que a equipe criasse muitas chances.



Sem o adversário assustar, o Corinthians passou a administrar o resultado. Mesmo assim, ainda encontrou tempo para quase marcar o segundo, aos 37. Em rápido contra-ataque, Acosta recebeu de Douglas, passou por um marcador e bateu forte para Julio Cesar espalmar para fora.



Ficha técnica:
CORINTHIANS 1 x 0 SÃO CAETANO
CORINTHIANS
Felipe, Alessandro, Chicão, William e André Santos; Nílton (Carlos Alberto), Elias (Lulinha), Eduardo Ramos e Douglas; Dentinho (Acosta) e Herrera.
Técnico: Mano Menezes.
SÃO CAETANO
Júlio César, Tobi, Leonardo e Lino; Júlio Farias (Rosembrick), Glaydson, Daniel, Rafinha (Hernani) e Andrezinho; Vandinho (Luan) e Finazzi
Técnico: Pintado.
Gol: Dentinho, aos dez minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Herrera, Douglas (Corinthians); Tobi (São Caetano).
Cartão vermelho: Luan (São Caetano).
Público: 21.294 pagantes. Renda: R$ 406.643,00
Estádio: Pacaembu. Data: 05/07/2008.
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP).
Auxiliares: Marcelo C, Van Gasse (SP) e Newton dos Reis Barreira (SP).



BARUERI 2X1 BRAGANTINO
Com pênalti no fim, Barueri bate o Braga


Apenas a vitória interessava para Bragantino e Barueri. Porém, apenas o time da casa, o Barueri, teve motivos para comemorar, após bater o Braga por 2 a 1, na tarde deste sábado, na Arena Barueri, em jogo válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Com o resultado, a equipe de Heriberto da Cunha entrou no G4, com 17 pontos na terceira colocação. Já o time de Bragança Paulista, permanece na zona de rebaixamento, com apenas nove pontos.

Jogando em casa e brigando por uma vaga no G4 da Segundona, o Barueri partiu com tudo para o ataque. E antes mesmo de os dois times se organizarem em campo, conseguiu o seu gol. Alberto recebeu cruzamento da direita, mas não dominou bem a bola, que sobrou para Ésley. O atacante tocou de bico, na saída do goleiro, abrindo o placar. Depois do susto, o Bragantino se ajeitou e igualou as ações ofensivas, já que, na zona de rebaixamento, mais uma derrota seria desastrosa para a equipe de Bragança Paulista.

Sob a batuta do experiente Sérgio Manoel, o Braga saia bem para o ataque, sempre oferecendo perigo para o goleiro Renê. Já o time da casa buscava os contra-ataques para responder, mas tinha dificuldades para trabalhar bem a bola no seu setor ofensivo. De tanto tentar, o Bragantino finalmente chegou ao empate. Aos 25 minutos, Sérgio Manoel cobrou falta com perfeição e só precisou observar a bola morrer no ângulo. Ainda no fim da primeira etapa, o Barueri teve a chance de voltar à liderar o placar, depois de bonito chute de Ésley, que explodiu no travessão de Gilvan.

Como o resultado não agradava nem a gregos nem a troianos, o jogo voltou acelerado na etapa final. O Barueri passou a pressionar ainda mais o Bragantino, mas continuava esbarrando na atuação apagada de seus atacante, principalmente de Alberto. Já o Braga, com pouco poder de reação, começava a dar mostras de que um empate atuando fora de casa já seria um bom negócio.

Aos 25 minutos o Barueri conseguiu finalmente balançar as redes do adversário, mas foi em vão. Pedrão recebeu cruzamento rasteiro da esquerda e só escorou para o gol. Porém, o Bandeira assinalou, corretamente, o impedimento. Logo em seguida, o atacante ainda sofreu pênalti ao ser derrubado na área, mas o árbitro Rodrigo Cintra mandou o lance seguir. Porém, aos 44 minutos, veio a penalidade máxima. Guaru caiu na área e o juiz, desta vez, marcou. Pedrão converteu e fechou o placar.


ABC 3X3 CEARÁ
Valdir Papel marca três vezes, e ABC empata com Ceará em Natal


O atacante Valdir Papel acabou com um jejum de gols que já durava mais de três meses. E em grande estilo: marcou os três do ABC no empate em 3 a 3 com o Ceará, em Natal, pela Série B do Campeonato Brasileiro, neste sábado. Luis Carlos (duas vezes) e Chicão marcaram para o time cearense, que continua sem ganhar fora de casa na competição.



O ABC foi a 13 pontos na tabela de classificação, um a mais do que o adversário. Na próxima rodada, na terça-feira, o Ceará recebe o Criciúma, e o ABC encara o Bahia em Salvador.



Logo aos 19 minutos, a equipe cearense perdeu seu goleiro, Marcelo Bonan, que defendeu com a mão, fora da área, uma bola de Valdir Papel e recebeu o cartão vermelho. Nove minutos depois, o próprio Valdir Papel abriu o placar para o ABC, com uma cabeçada. Aos 42 minutos, o Ceará empatou no Frasqueirão, também em uma cabeçada, de Luiz Carlos.





Ceará faz 3 a 1, mas cede o empate



Aos sete minutos do segundo tempo, o ABC teve um jogador expulso: Jean, por uma entrada por trás em Cleison. Mais organizado em campo, o Ceará marcou duas vezes, fazendo 3 a 1 em pouco tempo. Chicão chutou de fora da área, aos 11, e Luiz Carlos deu um corte em Paulo César dentro da área e bateu com categoria no canto, aos 15.



No minuto seguinte, porém, o ABC teve um pênalti a seu favor. Valdir Papel pegou mal na bola, mas ela passou entre os braços do goleiro. O time da casa chegou ao empate aos 28 minutos, quando Papel pulou mais do que o adversário e cabeceou após cruzamento.



A quatro minutos do fim do jogo, Ciel perdeu chance incrível para o Ceará, ao driblar o goleiro Paulo Musse e chutar na trave.

MARÍLIA 2X2 GAMA
Mal na tabela, Marília e Gama empatam


Mal na Série B do Brasileirão, Marília e Gama ficaram no empate em 2 a 2, na noite deste sábado, no estádio Abreuzão, em Marília. O time paulista, que foi a dez pontos (na 16ª colocação) e saiu da zona de rebaixamento, chegou a estar vencendo por 2 a 0. O Gama, também com dez pontos, ocupa o 14º lugar.



Tiago Rodrigues abriu o marcador, de pênalti, aos 43 minutos do primeiro tempo. Logo aos sete do segundo, Robert aumentou a vantagem do Marília, em cobrança de falta. A reação do Gama começou aos 26 minutos, em pênalti batido por Thiaguinho. Cinco minutos depois, Tiago Bezerra chutou da entrada da área para empatar.