quarta-feira, 23 de julho de 2008

Liga Mundial:Brasil X Rússia

Brasil se adapta ao estilo russo e vence na estréia das finais da Liga Mundial


O Brasil começou de forma empolgante a fase final da Liga Mundial de 2008, com uma vitória importante sobre a Rússia por 3 sets a 0 (25/23, 25/18 e 25/15), em 1h18m e assumiu a liderança do Grupo E. Nesta quinta-feira, os russos enfrentam o Japão, o outro time da chave. Se os japoneses vencerem, o time de Bernardinho já estará classificado às semifinais, já que os dois melhores avançam.

O time do técnico Bernardinho começou a partida com a mesma formação que iniciou os jogos anteriores, sem Rodrigão e com André Heller no meio-de-rede. Os russos, com um time muito alto, surpreenderam o Brasil pela boa atuação na defesa, que nunca foi uma característica do vôlei do país, que contava com o bloqueio para atrapalhar os ataques adversários. Os destaques dos donos da casa foram Giba e André Nascimento, e a capacidade de se adaptar ao jogo rival, tornando o jogo mais fácil na medida em que o tempo passava.



Começo de jogo foi desfavorável ao Brasil

O primeiro set começou muito equilibrado, com as equipes trocando a liderança no placar seguidamente. O primeiro ponto foi marcado por André Nascimento, com um bloqueio sobre Tetyukhin. Os russos devolveram na jogada seguinte, com Poltavskiy. Os dois times mostravam força no ataque, mas o Brasil mostrava força no bloqueio, conseguindo chegar ao primeiro tempo técnico em vantagem: 8 a 7. Com uma boa atuação de André Heller, tanto nas bolas de meio quanto no posicionamento na rede, os brasileiros mantiveram o equilíbrio no ataque. Contando com muitos erros de saque da Rússia, o Brasil chegou ao segundo tempo técnico à frente: 16 a 15.



Na volta do tempo técnico, os russos fizeram três pontos seguidos, dois de ataque e um com um bloqueio sobre Giba, e abriram dois pontos no placar: 18 a 16. Com bloqueio e saque melhores a partir daí, e sem uma boa cobertura por parte dos anfitriões, a Rússia parecia caminhar para a vitória no primeiro set, quando Giba, com dois saques fortíssimos, desequilibrou a até então excelente defesa adversária, empatando a partida em 22 a 22. A partir deste momento, o Brasil cresceu em quadra e conseguiu a virada (23 a 22), e, em uma bola de Dante explorando o bloqueio, conseguiu o primeiro set point da partida (24 a 23).



Após uma disputa eletrizante, o Brasil conseguiu fazer a defesa no ataque russo e, em um ataque de André Nascimento que bateu no bloqueio e caiu na quadra russa, venceu o set por 25 a 23 em 26 minutos. O destaque do set foi a quantidade de erros de ataque dos russos (10) contra apenas três dos campeões olímpicos.



Erros de ataque da Rússia ajudam o Brasil

A Rússia continuou forçando (e errando) muitos saques no segundo set. Mesmo assim, nos saques que iam em direção à quadra, o time do técnico Bernardinho não conseguia boas recepções, o que fazia os ataques serem defensáveis pelos adversários. Com consistência no ataque, principalmente com Poltavskiy, a Rússia chegou ao primeiro tempo técnico em vantagem: 8 a 6. O Brasil, que não havia conseguido alcançar os russos até a ida de Giba para o saque no set, mudou o panorama do jogo com o melhor do mundo neste fundamento. Como no fim do primeiro set, o time brasileiro desmontou a defesa russa e o time encostou no placar: 10 a 9.




Muito forte na defesa, que nunca foi sua característica, a Rússia dificultava o ataque brasileiro, mas também dava muitos pontos para o Brasil com os seguidos erros ofensivos. Após três erros seguidos (dois ataques para fora e um toque na rede), permitindo que os brasileiros abrissem 14 a 11 no placar, os russos reclamaram muito do árbitro principal, forçando o técnico a pedir tempo para acalmar seus atletas. Com dois pontos de André Nascimento, o Brasil chegou a 16 a 12, indo para o segundo tempo técnico com quatro pontos de vantagem.

Na volta para a quadra, Bernardinho pôs Bruno e Samuel em quadra, fazendo suas primeiras alterações na partida. em seu primeiro ataque, Samuel levantou a torcida ao acertar, com uma cortada fortíssima, a cabeça do levantador Vadim. Os russos pareciam entregues em quadra, errando muito e facilitando o trabalho brasileiro. Com uma jogada inteligente de Giba, que explorou propositalmente o bloqueio russo para ele mesmo pegar a cobertura e explorar, desta vez com força, o bloqueio adversário, os donos da casa chegaram ao set point. Após um ponto do ataque russo, Mikhaylov sacou para fora, dando o ponto para o Brasil, que fechou o segundo set por 25 a 18, em 23 minutos.



Time se adapta ao estilo russo e torna o jogo fácil

A exemplo dos dois primeiros sets, o Brasil saiu atrás no placar no terceiro, mas conseguiu virar o placar com ótima atuação dos atacantes, principalmente Dante, que mostrou-se mais consistente que no início do jogo. Com muita concentração, e mostrando ter se adaptado ao jogo da Rússia ao longo da partida, o time assumiu a liderança e chegou ao primeiro tempo técnico com um belo ataque de Dante, fazendo 8 a 5.

Com um excelente posicionamento defensivo, praticamente anulando o forte ataque russo, e fazendo 12 a 7 com um bloqueio sensacional de Dante em Poltavskiy, os campeões mundiais chegaram com tranqüilidade a 16 a 10, indo para o segundo tempo técnico com a maior vantagem do jogo neste período do set.



Sem esforço, e contando com o desânimo russo, o Brasil não teve problemas para ampliar a vantagem no placar e fechar o set por 25 a 15 em apenas 21 minutos, vencendo a partida e fazendo a festa da torcida que compareceu em bom número ao Maracanãzinho.

terça-feira, 22 de julho de 2008

13 Rodada:Série B


PARANÁ 1X0 BARUERI
Paraná vence o Barueri e se afasta da zona de rebaixamento da Série B

Embalado pela vitória por 2 a 1 sobre o Brasiliense fora de casa, o Paraná Clube recebeu o Barueri na Vila Capanema. Demostrando muita disposição, o Tricolor fez sua parte e venceu por 1 a 0, gol de Éwerton. Com o resultado a equipe paranaense foi a 17 pontos em 12 partidas e se afastou da zona de rebaixamento. Já o Barueri depende dos resultados dos adversários para se manter no G-4 da Série B.



O primeiro tempo



A partida começou movimentada, com o time do Paraná tomando a iniciativa do jogo. O meio-campo do Barueri não conseguia marcar e acabava permitindo boas jogadas da equipe adversária. Logo aos 8 minutos, Rogerinho chegou bem pela esquerda do ataque e tocou para trás. Leo procurou finalizar rápido, de fora da área, mas bola passou ao lado esquerdo do goleiro do Barueri, Márcio. Menos de dois minutos depois, outra grande jogada do Paraná. Também pela esquerda, Éwerton conduziu a bola e chutou cruzado para a grande defesa do goleiro Márcio. No rebote, o zagueiro Diego, do Barueri, afastou pela linha de fundo.

Só o Paraná atacava. O Barueri não mal chegava ao campo de ataque e não conseguia trocar passes com eficácia. Aos 17 minutos, a superioridade paranaense foi para o placar. Éwerton recebeu a bola na direita do ataque Tricolor, conduziu pelo meio, driblou um zagueiro do Barueri e bateu no canto esquerdo do goleiro Márcio. Paraná 1 a 0.



Em um lance parecido com o gol de Éwerton, o Barueri fez sua primeira jogada perigosa. Aos 34 minutos, Fernando recebeu um passe no lado direto do ataque do Barueri, conduziu a bola na diagonal, passou por Ricardo Ehle, do Paraná, e chutou por cima do gol de Gabriel.





Intervalo


Após sentir uma contusão no fim do primeiro tempo, o goleiro do Barueri, Márcio teve que ser substituído no intervalo. Camilo entrou no seu lugar.





Segundo Tempo



A etapa complementar continuou movimentada com lances perigosos para as duas equipes. Com 10 minutos de jogo Claudemir fez boa jogada e tocou para Giuliano. O meia chutou, mas acabou acertando o companheiro Marcelinho, que passava na frente da jogada. Apenas tiro de meta para o Barueri.

Aos 19 minutos um grande lance do time paulista. Ésley aproveitou o rebote de um ataque despretensioso do Barueri e, da entrada da área, chutou forte. Para a sorte do goleiro Gabriel, a bola bateu no travessão.



Ésley continuava incomodando o Paraná. Depois do chute forte do jogador, que o goleiro do Paraná não conseguiu segurar, a bola sobrou nos pés de Pedrão, do Barueri. O atacante, impedido, marcou o que seria o gol de empate do time a paulista, mas o lance foi corretamente anulado pelo árbitro da partida.

Após os 30 minutos de segundo tempo, cansadas, as duas equipes não demostravam o mesmo interesse pela partida. O Paraná, satisfeito com o placar, 'cozinhava' o jogo, e o Barueri não tinha forças reverter o resultado.



MARÍLIA 1X1 AVAÍ
Marília e Avaí empatam mais uma vez


Avaí e Marília saíram de campo nesta terça-feira com um empate em 1 a 1, em Marília. O time catarinense abriu o placar aos 10 do segundo tempo, com Abuda, e a equipe da casa empatou, aos 22, com Robert. Este é o oitavo resultado de igualdade do time paulista na Série B, liderando as estatísticas neste quesito. Os catarinenses não ficam muito atrás: empataram pela sexta vez.



O jogo


Logo aos 10 minutos, o Marília foi desarmado no contra-ataque e a bola caiu nos pés de Marquinhos. Ele avançou pelo lado esquerdo da área, chutou e a bola passou raspando pelo travessão esquerdo. Aos 12, o Marília respondeu. Leandro Amaral mandou um chute na meia direita da área, e a bola passou por cima da trave.

Com 23 minutos de bola rolando, Odair cruzou, Abuda subiu sozinho pelo lado esquerdo da pequena área mas a bola foi para fora e o Leão perdeu a segunda chance de abrir o marcador. Aos 34 minutos, Sandro Manoel ainda soltou uma bomba de fora da área, mas Martini defende em dois tempos.



Reação do MAC na etapa final


Logo aos 10 minutos do segundo tempo, Vandinho chegou pela direita da área, viu Marquinhos entrando e entregou o passe, ele preferiu achar Abuda mais à esquerda e na cara do gol para chutar certeiro e abrir o placar.

Aos 15 minutos, novamente a bola passou pelos pés de Vandinho em uma chance avaiana. Ele recebeu uma enfiada de bola mas ficou no chão, porém, o juiz não deu nada e a bola sobrou com tranqüilidade para o goleiro Rodolfo.

O empate veio aos 21 minutos. João Vitor chegou à área com categoria, fez a finta no zagueiro avaiano e viu Robert sozinho na meia esquerda, que recebeu e chutou de primeira no canto direito de Martini.


CRB 0X3 FORTALEZA
Fortaleza goleia e afunda o CRB



No jogo dos desesperados, o Fortaleza goleou o CRB por 3 a 0, nesta terça-feira, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela Série B do Brasileirão. Com o resultado, o Tricolor chegou a 13 pontos e saiu provisoriamente da zona de rebaixamento. O time da casa, por sua vez, segue com 8, na lanterna da competição. Os gols foram de Fábio Oliveira (dois) e Dude.

Na próxima rodada, os cearenses encaram o Marília, fora de casa, e a equipe alagoana recebe o América-RN.



O jogo


O Fortaleza não encontrou dificuldade para derrotar o CBR na casa do oponente, apesar de um início apagado. Mesmo que o time alagoano tentasse partir para o ataque, o Tricolor roubava a bola com facilidade e não dava chance para o adversário criar jogadas perigosas.



O primeiro gol saiu aos 23 minutos do primeiro tempo, com Fábio Oliveira. Dude cruzou na medida para o atacante tricolor, que se antecipou ao marcador e tocou no canto esquerdo de Jônatas, que nada pôde fazer.


O centroavante ampliou ainda na etapa inicial, aos 23, após um lance semelhante ao do primeiro tento. Os cearenses seguiram com o domínio e liquidaram a partida aos 12 minutos do segundo tempo, com um gol de Dude. Após uma vitória convincente, o Fortaleza mostrou que tem fôlego para deixar de vez a zona da degola.


SANTO ANDRÉ 1X1 AMÉRICA-RN
Santo André e América-RN fazem duelo equilibrado e ficam no empate

Com poucos torcedores no estádio, o Santo André empatou com o América-RN por 1 a 1, nesta terça-feira, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Com o resultado, a equipe paulista se afastou dos líderes do torneio. Já o clube potiguar continua na zona de rebaixamento para a Série C.

Na próxima rodada, o Santo André recebe o Juventude, no ABC paulista, nesta sexta-feira, enquanto o América-RN enfrenta o CRB, em Alagoas, no sábado.



O jogo


O primeiro tempo começou com as duas equipes arriscando pouco, o que resultou em raras chances de gol. O Santo André jogava um pouco melhor, mas não conseguia chegar ao gol adversário. Na melhor jogada da etapa, Cicinho partiu para dentro da área, driblou o marcador, mas o goleiro Fabiano impediu que o jogador abrisse o placar, aos 45m do primeiro tempo.

Fazendo valer o mando de campo, o Santo André voltou melhor no segundo tempo. Na marcação de uma falta, Dedimar colocou a equipe paulista em vantagem. Mas faltando cinco minutos para o fim do jogo, Max empatou o duelo.


CEARÁ 2X2 CORINTHIANS
Luiz Carlos e Dentinho brilham no empate entre Ceará e Corinthians no Castelão

O desempenho está longe de ser igual ao das primeiras rodadas, mas o Corinthians conseguiu reagir após a primeira derrota na Série B. Diante do maior público da competição até agora (47.308 torcedores) e do novo artilheiro da Segundona, Luiz Carlos, quem brilhou foi o atacante Dentinho, maior goleador da equipe na temporada. Com dois gols, o garoto garantiu o empate por 2 a 2 com o Ceará, nesta terça-feira, no Castelão, e evitou que o Timão perdesse pela segunda vez consecutiva.

Com o resultado, o Corinthians chega aos 28 pontos e mantém a liderança isolada. Já o Ceará perde grande chance de entrar de vez na briga por uma das quatro vagas na elite em 2009. O Vovô sobe para 19 na sétima colocação.



Os paulistas voltarão a jogar fora de casa no próximo finla de semana. Enfrentam o Paraná, sábado, às 16h10m, em Curitiba. O Ceará recebe o São Caetano, sexta-feira, às 20h30m, novamente no Castelão.



Timão sai na frente, mas Ceará vira com torcida e artilheiro



Empurrado pelo grande número de torcedores presentes no Castelão, o Ceará tentou pressionar logo nos primeiros minutos, mas sofreu com a forte marcação do Corinthians. Sem Vavá, um de seus artilheiros, machucado, o Vovô sofreu para encontrar espaços e criar jogadas de perigo a seu outro goleador, Luiz Carlos, preso entre William e Chicão.



Com a ofensividade, os nordestinos abriram espaços para o Timão jogar nos contra-ataques. E foi aproveitando uma falta em jogada rápida pela esquerda que os paulistas abriram o placar, aos sete minutos. Eduardo Ramos cobrou pela esquerda, Herrera dividiu pelo alto com um zagueiro e a bola sobrou livre na pequena área para Dentinho fazer o quarto gol dele na Segundona, deixando o estádio em silêncio por alguns segundos.



O Corinthians, porém, não soube aproveitar a vantagem. A equipe deixou o técnico Mano Menezes desesperado no banco de reservas pelo excesso de passes errados e acabou levando o gol de empate, em falha de marcação da defesa, aos 14 minutos. Mancuso cruzou da direita nas costas do lateral-direito Denis, Luiz Carlos dominou livre e fuzilou Felipe. Festa no Castelão!


A virada quase veio, aos 21, quando Marcos Paraná arriscou rasteiro de fora da área e Felipe fez difícil defesa no canto esquerdo. Mas, sete minutos depois, a defesa corintiana voltou a bater cabeça para delírio da torcida. Elias dominou errado na área, Cleisson se antecipou a ele e foi derrubado. Luiz Carlos bateu o pênalti e fez o segundo, chegando a dez gols e assumindo a artilharia isolada.



Apesar da atuação irregular, o Corinthians ainda teve a chance de empatar, aos 33. Apagado em campo, Herrera recebeu na área, ganhou do zagueiro, mas na hora de chutar foi travado pelo goleiro Adílson e desperdiçou.



Mano mexe na equipe, e Timão consegue empate



No segundo tempo, Mano Menezes tentou corrigir as falhas pelo lado direito com a entrada de Carlos Alberto no lugar de Denis. Apesar da melhora no setor, o Timão não atendeu aos pedidos do treinador para tocar mais a bola e pouco incomodou os cearenses nos momentos iniciais.



O problema, aliás, fez o comandante paulista tirar Elias para a entrada de Acosta na tentativa de dar mais qualidade ao setor de criação. A primeira boa chance, porém, foi do Ceará, aos 19. Luiz Carlos recebeu livre na área, tentou driblar Felipe, mas o goleiro conseguiu fazer a defesa.



A resposta do Corinthians veio seis minutos mais tarde. Dentinho aproveitou rebote pela direita e tocou para trás. Na entrada da área, Herrera soltou a bomba e Adílson fez linda defesa no ângulo esquerdo. Aos 26 foi a vez de Acosta receber presente de Mancuso na pequena área e chutar fraco.



Com a zaga do Ceará batendo cabeça, o Timão aproveitou para pressionar. O empate quase veio, aos 29, depois que Herrera recebeu livre pela direita e cruzou. Caíndo, André Rancharia desviou pela linha de fundo e, por pouco, não fez contra.



Aos 36, porém, os cearenses não puderam evitar. Em nova falha do sistema defensivo, Dentinho recebeu livre na área e empurrou para o gol, chegando aos 15 na temporada e assumindo o posto de artilheiro máximo do Timão.


Ficha técnica:
CEARÁ 2 x 2 CORINTHIANS
CEARÁ
Adílson; Dedé, André Rancharia, Dezinho e Fábio Vidal; Michel (André), Mancuso (Alex Brás), Cleisson e Marcos Paraná (Vavá); Luiz Carlos e Ciel.
Técnico: Lula Pereira.
CORINTHIANS
Felipe; Denis (Carlos Alberto), Chicão, William e André Santos; Fabinho, Eduardo Ramos (Wellington Saci), Elias (Acosta) e Douglas; Dentinho e Herrera.
Técnico: Mano Menezes.
Gols: Dentinho, aos sete, e Luiz Carlos, aos 14 e aos 28 minutos (de pênalti) do primeiro tempo; Dentinho, aos 36 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Dedé, Cleisson, Michel, André, Mancuso (Ceará); Chicão (Corinthians).
Estádio: Castelão. Data: 22/07/2008.
Árbitro: Emerson Luiz Sobral (PE).
Auxiliares: Luciano José Coelho Cruz e Marco Antônio da Silva Sampaio (ambos de PE). Público: 47.308 pagantes. Renda: R$ 679.545,00


BAHIA 1X1 SÃO CAETANO
São Caetano luta, mas fica apenas no empate com o Bahia

Precisando vencer para se aproximar de vez do topo da tabela da Série B do Brasileirão, o Bahia recebeu São Caetano, que vinha em péssima fase no campeonato, com quatro derrotas seguidas. O empate por 1 a1 acabou não sendo bom para nenhum das duas equipes. O Tricolor Baiano foi aos 18 pontos em 13 partidas e Azulão agora tem 16 pontos.



O próximo desafio do Bahia é sexta-feira, às 20h30m, contra Bragantino em casa. Também na sexta, no mesmo horário, o São Caetano vai a Fortaleza enfrentar o Ceará.



Início de jogo movimentado


A equipe visitante começou melhor e logo aos seis minutos de jogo abriu o placar. Gérson recebeu a bola do lado direito do ataque do Azulão, soltou uma bomba.O goleiro Darci pulou, mas não conseguiu defender. A resposta do Bahia veio rápido. Elias recebeu cruzamento de Rafael e cabeceou a bola, que ainda bateu na defesa do Bahia antes de entrar.



Após um começo de jogo movimentado, as duas equipes começaram a se estudar mais. O Bahia tomava a iniciativa do jogo, mas pecava no último passe e o São Caetano fazia uma excelente ligação entre a defesa e o ataque e oferecia perigo ao adversário.



O destaque do ataque do São Caetano foi Vandinho, que fez excelente jogada aos 38 minutos do segundo tempo e, na corrida, ganhou de Ávine. Porém na hora de concluir, o atacante chtou do lado direito do gol de Darci.





São Caetano chega, mas não consegue a vitória



No segundo tempo a superioridade do São Caetano ficou mais evidente. Com Finazzi e Vandinho, o time paulista chegava, mas não conseguia fazer o gol. Do lado do Bahia. O estreante Marcelo Ramos não oferecia perigo a defesa adversária. Isolado no ataque, o jogador não recebia muitos passes em condição de fazer o gol.



Aos 28 minutos do segundo tempo, o lateral Ávine, tentando proteger a bola, deixou o braço em um atleta do São Caetano. O jogador, que não tinha cartão amarelo, foi expulso e o Bahia ficou com apenas dez jogadores em campo. A partir desse momento o Tricolor, que já estava mal na partida, ficou ainda pior. O São Caetano procurava a vitória com bolas cruzadas na área, mas Bahia, com quase todos os jogadores na defesa, conseguiu segurar o empate.


PONTE PRETA 2X0 VILA NOVA
Ponte vence a quarta seguida, mas não chega ao G-4 da Série B


A Ponte Preta derrotou o Vila Nova por 2 a 0, nesta terça-feira, em Campinas, e conquistou a quarta vitória consecutiva na Série B do Brasileirão. Com o resultado, a Macaca chegou a 22 pontos, mas segue fora do G-4, na quinta posição. O time de Túlio Maravilha, que não perdia há seis jogos, continua com 19. Os gols foram de Wanderley e Gum. Na próxima rodada, a Ponte recebe o Avaí, e o Vila encara o Gama, fora de casa.



O jogo


Os times fizeram um primeiro tempo movimentado, com boas chances para os dois lados. Túlio Maravilha, que saiu de campo em branco, teve grande oportunidade de marcar aos 25 da etapa inicial. Porém, o domínio foi da Macaca, que pressionou o adversário diante de sua torcida desde o início.

Porém, os gols só saíram no segundo tempo. Wanderley marcou logo aos 6. O segundo tento saiu dos pés de Renato, o craque do time. Ele lançou para Gum, que definiu o jogo, aos 25.


CRICIÚMA 3X1 BRASILIENSE
Criciúma vira e faz 3 a 1 no Brasiliense

O Criciúma virou o jogo e venceu o Brasiliense por 3 a 1 pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, nesta terça-feira, em Criciúma. Com a vitória o Tigre chegou aos 17 pontos termina a rodada na 11ª posição na tabela. O Brasiliense continuou com os 11 pontos e acaba a rodada na penúltima colocação.

O Brasiliense abriu o placar aos 18 minutos do primeiro tempo com Athirson. No segundo tempo o Tigre virou a partida com gols de Júnior Baiano contra, aos 14 minutos, Acerola ampliou aos 17 e Luciano Bebê fechou o placar aos 34 minutos.

Na próxima rodada o Criciúma enfrenta o Barueri no sábado, às 20h30m, no Heriberto Hülse. O Brasiliense enfrenta o ABC, também no sábado, em Natal.


GAMA 2X0 JUVENTUDE
Gama mostra eficiência na vitória sobre o Juventude

O Gama venceu o Juventude por 2 a 0 nesta terça-feira, no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Com o resultado, o time do capital federal foi a 13 pontos em 13 jogos na Série B. Com o mesmo número de partidas, o Juventude permaneceu com 24 pontos no campeonato. Os gols da partida foram marcados por Alisson, aos 27 minutos do primeiro tempo e por Maia, aos 21 minutos da etapa complementar.


A próxima partida do Juventude será na sexta-feira, às 20h30m, contra o Santo André na casa do adversário. Já o Gama recebe o Vila Nova no sábado, às 16h10m, no Mané Garrincha.



O jogo


O Gama mereceu a vitória, pois jogou melhor durante quase a partida. Com um meio-de-campo veloz, o time chegava bem ao ataque. Já o Juventude só conseguia chegar perto do gol nas falhas da defesa adversária. Aos 27 minutos, a Alisson recebeu um excelente e tocou no canto direito do gol do Gama.



O segundo gol do Gama foi em um lance parecido com o primeiro. Maia recebeu lançamento em condição legal e bateu em cima do goleiro Michel. A bola sobrou para o mesmo Maia, que marcou encerrou o placar.O destaque da partida foi o goleiro Donizete, do Gama. Em pelo menos quatro oportunidades ele impediu o gol dos gaúchos.



ABC 0X0 BRAGANTINO
ABC e Bragantino não saem do zero

ABC-RN e Bragantino empataram sem gols na noite desta terça-feira, no Frasqueirão, em Natal, pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Apesar da ausência de gols, o confronto foi relativamente movimentado. Os donos da casa deixaram a desejar no que diz respeito à finalização, enquanto aos visitantes faltou um pouco mais de ousadia.

Com o resultado, a equipe potiguar chegou aos 19 pontos e à oitava colocação na tabela - quatro a menos do que o Barueri, último no pelotão dos quatro primeiros colocados, que ao fim da competição garantem o acesso para a Série A do Brasileiro. O time paulista, por sua vez, ocupa a 14ª posição, com 16 pontos.

O primeiro tempo foi equilibrado e com boas chances para ambos. O ABC-RN, empurrado pela torcida, teve maior posse de bola e fluxo de jogo, mas o Bragantino criou as oportunidades mais claras, sempre na base do contra-ataque.

Os paulistas voltaram para a etapa complementar mais motivados e, logo aos cinco minutos, Éder arriscou de fora da área e a bola explodiu no travessão, sendo esta a melhor chance do jogo até então.

Mas o cansaço fez com que o ritmo da partida fosse caindo gradativamente. O Braga passou a ver o empate sem gols com bons olhos, enquanto o ABC-RN ainda ensaiou uma pressão já no fim da segunda etapa. Pesaram, porém, a má pontaria e a boa atuação do goleiro adversário, Gilvan.

domingo, 20 de julho de 2008

13 Rodada:Série A

SANTOS 1X0 SPORT
No primeiro triunfo de Cuca, Peixe bate o Sport e larga a lanterna do Brasileiro


Na "reestréia" de Cuca, o Santos conseguiu quebrar o jejum de dez jogos sem vencer na tarde deste domingo, ao bater o Sport por 1 a 0, na Vila Belmiro, pelo Brasileiro. Mesmo após a primeira vitória do treinador, o Peixe segue na zona de rebaixamento, em 19º com 11 pontos, e entregou a lanterna para o Ipatinga, que tem 10. Já o campeão da Copa do Brasil teve um gol anulado em lance polêmico e bem que tentou acabar com a alegria do anfitrião, mas não acertou o pé. Com o resultado, segue com 15 pontos, na 14ª colocação. Na próxima rodada, o Peixe encara o clássico com o Palmeiras, nesta quinta-feira, no Palestra Itália, e o Sport recebe o Atlético-PR no mesmo dia.



Recomeço para Cuca, gol anulado e pênalti



Antes de a bola rolar, o técnico Cuca mostrava otimismo. Ele havia colocado o cargo à disposição após a derrota para o Figueirense por 3 a 0. Mas o presidente Marcelo Teixeira não aceitou. Em oito partidas, o treinador ainda não havia vencido no comando do Peixe.



- Hoje (domingo) é a minha 'estréia', e com o pé direito - resumiu Cuca antes do jogo.



O Sport de Nelsinho Baptista não queria saber das pretensões do técnico santista. Logo aos oito, Carlinhos Bala carimbou a trave de Felipe, e Roger, que iniciou a jogada, não conseguiu pegar a sobra. O troco santista veio aos 15, com uma cobrança de falta de Fabão, que desviou e acertou o travessão, desta vez de Magrão.



O maior susto da torcida da casa foi aos 23 minutos, quando o Sport armou o contra-ataque com Sandro Goiano. Ele lançou para Roger, que deixou Carlinhos Bala na cara do gol. O atacante finalizou, e o zagueiro Marcelo salvou o Peixe em cima da linha.





Aos 26, o desespero foi da torcida pernambucana, mas não por uma ameaça santista, e sim pelo gol anulado de Roger, em um lance polêmico e complicado. A arbitragem entendeu que o atacante estava impedido quando recebeu o cruzamento na área. Ele cabeceou, Felipe espalmou e a bola sobrou novamente para Roger, que finalizou. Mas não valeu nada.



O anfitrião mostrava muita disposição, mas não se encontrava em campo. O time foi encaixar uma boa jogada aos 36, em uma descida de Kléber Pereira pela esquerda. Ele chutou e Magrão fez a defesa.



Mesmo sem conseguir exibir o bom futebol que a torcida esperava, o Peixe teve um pênalti a seu favor: Molina foi derrubado por César. Kléber Pereira cobrou mal, e Magrão espalmou, mas o atacante santista pegou o rebote de cabeça e marcou o gol, aos 43. Ao fim do primeiro tempo, o time do Santos fez uma corrente no campo e recebeu aplausos da torcida.



Visitante tenta estragar a festa santista


No segundo tempo, muita determinação dos dois lados. O Sport seguia apostando nos contra-ataques, e o Peixe tentava o segundo gol, se expondo mais. Aos cinco minutos, Molina cobrou uma falta pela direita. A bola quicou na pequena área e tocou a trave de Magrão. No lance, Marcelo atropelou Sandro Goiano, que chegou a desmaiar e precisou ser substituído por Junior Maranhão. Mas passa bem.



O Sport adiantou a marcação, na tentativa de segurar o ímpeto do Santos. Mas o dono da casa passou a criar mais e buscar o segundo gol com insistência. Aos 21, Cuevas sofreu falta quase na linha da área, e Molina cobrou para fora.



Nelsinho Baptista ainda tentou o empate, ao abrir mão do 3-5-2 e tirar o zagueiro César para a entrada do meia Luciano Henrique. Carlinhos Bala teve boa chance aos 30, mas o chute foi defendido por Felipe. O Peixe se fechou nos minutos finais e esperou o apito para comemorar a vitória. Os quase 14 mil torcedores que estiveram na Vila, aproveitando uma promoção de ingressos, ensaiaram até gritos de "olé" e saíram do estádio aliviados com o resultado.





Ficha técnica:
SANTOS 1 x 0 SPORT
SANTOS
Felipe, Marcelo, Fabão e Fabiano Eller; Apodi (Fabiano), Adriano, Kleber, Molina e Michael (Dionísio); Nelson Cuevas (Maikon Leite) e Kléber Pereira.
Técnico: Cuca.
SPORT
Magrão; Gabriel, Igor e César (Luciano Henrique); Diogo, Daniel Paulista, Sandro Goiano (Junior Maranhão), Fumagalli e Dutra; Carlinhos Bala e Roger (Enílton).
Técnico: N. Baptista.
Gols: kléber Pereira, aos 43 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Fabiano Eller, Michael (Santos); Diogo, Daniel Paulista, Igor, César, Fumagalli (Sport).
Estádio: Vila Belmiro. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Luiz Alberto Sardinha Bites (GO).
Auxiliares: Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ) e Cláudio José de Oliveira Soares (RJ).
Público: 13.918 pagantes


ATLÉTICO-PR 3X1 VASCO
Furacão derruba o Vasco na Arena


O Atlético-PR derrotou o Vasco, na tarde deste sábado, na Arena da Baixada, por 3 a 1, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gols do time paranaense foram marcado por Joãozinho, aos 18 minutos da primeira etapa, Márcio Azevedo, aos 5 do segundo tempo, e Anderson Aquino, aos 48. Alan Kardec, aos 26 da etapa final, fez o gol de honra do time carioca.



Com a vitória, o Furacão, que atuou com uma camisa com listras horizontais vermelhas e brancas, em homenagem ao FC Dallas, dos Estados Unidos, seu parceiro institucional, chegou aos 16 pontos, e pulou para a 11ª posição, ultrapassando o Vasco, que permaneceu com 15, agora em 12º lugar. Na próxima rodada, quarta-feira, o Vasco da Gama enfrenta o rival Fluminense, às 21h45m, no Maracanã. Já o Atlético-PR vai a Recife, no dia seguinte, enfrentar o Sport, às 20h30m, na Ilha do Retiro.





Primeiro tempo



O primeiro tempo começou com as duas equipes se estudando, sem muitas jogadas de ataque, com o jogo concentrado no meio. Tanto que a primeira boa chance surgiu apenas aos 14 minutos, num chute de pé direito de Abubakar que Gallato segurou firme. O Atlético respondeu três minutos depois: Julio dos Santos recebeu lançamento da direita, matou no peito e chutou com perigo, mas a bola saiu à direita de Tiago.

O golpe assustou o Vasco e levou o Atlético ao ataque, que marcou no minuto seguinte. Nei fez bela inversão de bola para o lado esquerdo, e Márcio Azevedo, atento, dominou e cruzou para a área. O atacante Joãozinho, ex-Cruzeiro e Fluminense, se antecipou à zaga e mandou para o fundo da rede, abrindo o placar para o Furacão.



Aos 28, o Atlético quase ampliou numa cabeçada de Rhodolfo, que Tiago teve de se esticar todo para mandar à escanteio. Na cobrança, a zaga vascaína afastou o perigo e o técnico Antônio Lopes aproveitou para colocar Alex Teixeira no lugar de Matheus.

A mudança não surtiu efeito e o Furacão teve outras boas chances para ampliar, ainda na primeira etapa. Aos 32, Leandro Amaral salvou, em cima da linha, o que seria um gol olímpico de Nei. Aos 37 , Julio dos Santos chutou, a bola bateu no braço esquerdo de Eduardo Luiz e saiu pela linha de fundo, gerando protestos dos atleticanos, que queriam a marcação de pênalti.





Segundo tempo





O Vasco voltou para o segundo tempo com Morais no lugar de Jean, mas quem se deu bem foi o Atlético, que ampliou logo aos 5 minutos, após boa jogada de Ferreira pela direita, que cruzou na medida para Márcio Azevedo. Com calma e categoria, o lateral dominou no peito, dentro da área vascaína, e tocou na saída do goleiro Tiago.


Dois minutos depois, Alan Bahia deu belo passe para Joãozinho, que perdeu a chance de ampliar, cara a cara com Tiago. No rebote, Alan Bahia tentou o chute, mas Jonilson salvou novamente o Vasco.



O time carioca reagiu aos 26 minutos. O lateral Wagner Diniz recebeu passe primoroso de Leandro Amaral, foi à linha de fundo e cruzou rasteiro para Alan Kardec, que dominou, limpou o marcador e chutou no canto de Gallato.





Leandro Amaral perde pênalti no fim







Com o gol, o Vasco partiu com tudo para cima do Furacão e passou a dominar as ações na Arena. De tanto pressionar, aos 36 minutos, Wagner Diniz foi derrubado por Márcio Azevedo, dentro da área, e o árbitro, acertadamente, marcou pênalti. Mas, na cobrança, Gallato pulou no canto direito e defendeu a cobrança de Leandro Amaral.

O revés não abateu os vascaínos, que buscaram a todo momento o empate, mas a empolgação fez o time se descuidar na defesa e, nos acréscimos, Anderson Aquino acabou fechando o caixão vascaíno chutando no canto esquerdo de Tiago, que nada pôde fazer.





Ficha técnica:
ATLÉTICO-PR 3 x 1 VASCO
ATLÉTICO-PR
Gallato, Danilo, Antônio Carlos, Rhodolfo (Chico) e Nei; Valencia, Alan Bahia, Julio dos Santos (Anderson Aquino), Marcio Azevedo (Douglas), Joãozinho e Ferreira
Técnico: Roberto Fernandes
VASCO
Tiago, Rodrigo Antônio, Eduardo Luiz, Luizão e Wágner Diniz; Jonílson, Pablo, Matheus (Alex Teixeira) e Jean (Morais); Leandro Amaral e Abubakar (Alan Kardec)
Técnico: A. Lopes
Gols: Joãozinho, aos 18 do primeiro tempo; Márcio Azevedo, aos 5 do segundo tempo, Alan Karcec, aos 26, e Anderson Aquino, aos 48.
Cartões amarelos: Nei, Valencia, Alan Bahia, Leandro Amaral, Rodrigo Antônio
Estádio: Arena da Baixada. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Wallace Nascimento Valente (ES).
Auxiliares: Gelson Pimentel Rodrigues (ES) e Eremilson Xavier Macedo (DF).


NÁUTICO 1X1 INTERNACIONAL
Náutico e Inter ficam iguais nos Aflitos com dois gols irregulares


Com dois gols irregulares, Internacional e Náutico empataram por 1 a 1 na tarde deste domingo, nos Aflitos, pela 13ª rodada do Brasileirão. Foi a estréia do técnico Pintado no comando do Timbu. O volante Radamés abriu cobrando um pênalti que não existiu. E o atacante Nilmar, em posição irregular, empatou aos 41 do segundo tempo



O resultado faz a equipe pernambucana somar 18 pontos. O Colorado continua sem vencer fora de casa, agora com 19 pontos, se afastando mais ainda da zona de classificação à Libertadores.



As duas equipes voltam a entrar em campo nesta quarta-feira. O Náutico visita o Vitória, em Salvador, e o Inter recebe o São Paulo, no Beira-Rio.





Primeiro tempo movimentado

No primeiro lance de perigo da equipe colorada, o lateral Marcão invadiu a área, mas se jogou ao passar por Vágner Silva. O árbitro Rodrigo Cintra entendeu que houve simulação e deu amarelo ao jogador. O Timbu respondeu com o atacante Gilmar partindo em contra-ataque, mas o goleiro Renan fez ótima defesa. O arqueiro voltou a trabalhar na cobrança do escanteio, evitando um gol olímpico. Logo depois, em disparada, Nilmar partiu em direção ao gol, mas Eduardo fechou o ângulo nos pés do camisa 9 do Inter.



O jogo ganhou em volume, com as duas equipes se arriscando mais. Aos 21, Taison chutou da grande área, e Eduardo botou para escanteio. Na cobrança, Magrão desviou para Nilmar escorar no segundo pau: o goleiro alvirrubro defendeu à queima-roupa. O lateral Piauí quase coroou sua estréia no Timbu com uma bola que explodiu no travessão, após chute de longe.


Gilmar voltou a oferecer perigo ao Inter ao receber um passe açucarado e bater cruzado na rede pelo lado de fora. Mas gol perdido mesmo foi o de Nilmar aos 37. O atacante colorado dominou mal, mas se recuperou e, mesmo tendo o gol aberto à sua frente, concluiu para fora. Logo depois, outro lance polêmico. Em um chute de Gilmar, a bola explodiu no braço de Marcão, mas o árbitro interpretou como não-intencional. Magrão ainda levou perigo em uma falta, mas o goleiro do Náutico defendeu de novo.



Roupas diferentes



Os dois times voltaram com uma grande diferença na etapa final: por causa da semelhança entre o primeiro uniforme do anfitrião e a camisa branca do visitante, o Náutico retornou todo do branco, e o Inter, de vermelho. Mas a disposição era a mesma do primeiro tempo. Aos cinco minutos, Paulo Santos levou perigo à meta colorada, com um chute prensado, que quase surpreendeu Renan. E Piauí, aos 12, bateu cruzado à esquerda do poste colorado.



Aos 13, Ticão recebeu livre de Gilmar e se jogou no chão no meia da zaga colorada. Desta vez, Rodrigo Cintra viu pênalti e apitou. Radamés bateu com categoria e marcou. Na arquibancada, a modelo e atriz Viviane Araújo, namorada do atleta, aprovou. Aos 20, o atacante Gabriel, um dos melhores do jogo, fez um salseiro pela direita e cruzou, mas o ataque do Timbu não soube aproveitar.



Procupado com a possível quinta derrota como visitante, o Inter partiu para cima tentando ao menos um empate. Mas faltava acertar o passe. Aos 26, Andrezinho, aue acabara de entrar na vaga de Taison, bateu mal para fora. E Magrão chutou prensado, logo depois, para Eduardo pegar.



Aos 41, em jogada chorada do ataque gaúcho, Andrezinho cruzou para Guto, que tentou econbrir Eduardo acertando o travessão. No rebote, Nilmar, impedido, tocou para o gol vazio, empatando o jogo e garantindo o ponto suado para o Inter.




Ficha técnica:
NÁUTICO 1 x 1 INTERNACIONAL
NÁUTICO
Eduardo; Everaldo, Negrete e Vagner Silva , Radamés, Ticão, Paulo Santos, Alceu e Piauí (Luizão); Felipe (Anderson) e Gilmar.
Técnico: Pintado.
INTERNACIONAL
Renan, Jonas (Ângelo), Índio, Danny Morais e Marcão; Maycon (Guto), Guiñazu, Magrão e Taison (Andrezinho); Walter e Nilmar.
Técnico: Tite.
Gols: Radamés, aos 15, e Nilmar, aso 41 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Piauí, Vágner Silva e Everaldo (Náutico); Marcão, Magrão, Danny Morais e Guto (Internacional).
Estádio: Aflitos, no Recife (PE). Data: 20/07/2008.
Árbitro: Rodrigo Martins Cintra (SP).
Auxiliares: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (BA) e Renilson Nunes Freire (SE).


GOIÁS 3X2 PALMEIRAS
No Dia do Amigo, Goiás aproveita a camaradagem do Palmeiras e vence


Em pleno Dia do Amigo, neste domingo, 20 de julho, os jogadores do Palmeiras foram bem camaradas com os atletas do Goiás. Com três falhas, duas em jogadas aéreas e uma com Diego Souza perdendo a bola para Romerito, o Esmeraldino venceu o Alviverde paulista por 3 a 2, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, pelo Campeonato Brasileiro. No primeiro tempo, Alex Terra e Paulo Henrique fizeram os gols do time da casa. Alex Mineiro e Jeci deixaram tudo igual. Mas, na etapa final, a equipe goiana chegou ao terceiro gol com Alex Terra.


Com 14 pontos, o Goiás não conseguiu largar a zona do rebaixamento. A vitória do Atlético-MG por 3 a 2 em cima do Coritiba, no Mineirão, deixou o Esmeraldino na 17º colocação, uma acima do Fluminense, que voltou a ficar entre os quatro últimos colocados.



Já a derroba fez o Palmeiras desabar na tabela de classificação e sair outra vez do G-4. Com 21 pontos, o Verdão caiu para a sexta colocação.



Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, a 14ª, o Goiás enfrenta o Cruzeiro, quarta-feira, às 19h30m, no Mineirão. Já o Palmeiras disputa o clássico contra o Santos, quinta-feira, às 20h30m, no Palestra Itália.



Jogo emocionante



O jogo começou muito estudado, com as duas equipes marcando forte e criando pouco. Mas, logo em sua primeira investida no ataque, o Goiás abriu o placar. Aos 11 minutos, Júlio César cruzou na medida e o baixinho Alex Terra aproveitou a falha da zaga palmeirense e, livre de marcação, cabeceou para o fundo da rede.



O Palmeiras respondeu aos 16, com cruzamento de Fabinho Capixaba, que Alex Mineiro, de cabeça, exigiu boa defesa de Harlei. Mas, aos 21, em cobrança de falta de Júlio César, a bola foi alçada na área novamente, os zagueiros não marcaram, Marcos saiu em falso do gol, e o zagueiro Paulo Henrique, livre de marcação, de cabeça, fez 2 a 0.




O técnico Vanderlei Luxemburgo percebeu a apatia do Palmeiras e mexeu na equipe aos 33 minutos do primeiro tempo. Ele sacou o volante Sandro Silva, que já tinha recebido o cartão amarelo e não estava marcando bem, e colocou o meia Evandro, que jogava no Goiás no início do Brasileiro.



Com Valdivia bem marcado por Ramalho, mas com Diego Souza, Leo Lima e Evandro criando boas jogadas no meio-campo, o Palmeiras se lançou para o ataque. O Verdão cresceu em campo, passou a tocar a bola e a chegar com perigo pelos lados do campo.



A pressão do Palmeiras surtiu efeito aos 42 minutos. Em bela jogada de Leo Lima, que percebeu a movimentação ofensiva e fez um lançamento milimétrico para Alex Mineiro. O atacante ajeitou com estilo e, da entrada da área, acertou um belo chute, sem chance de defesa para Harlei.



O Goiás sentiu o gol de Alex Mineiro e tentou se fechar na defesa,

recuando muito, principalmente com os jogadores do meio-campo, para tentar terminar o primeiro tempo em vantagem no placar.



Mas, na base do tudo ou nada, o Palmeiras partiu para o tudo ou nada. E na bola parada a equipe chegou ao empate, também em jogada aérea. Aos 46, Leo Lima cobrou falta na medida, Jeci se antecipou e, de cabeça, deixou tudo igual: 2 x 2.


Segundo tempo

O jogo ficou aberto no segundo tempo. O Palmeiras começou melhor e Alex Mineiro, aos sete minutos, exigiu ótima defesa de Harlei. Aos 12, após falha de Leandro, Júnior César chutou da entrada da área e o próprio Leandro evitou o gol do Goiás.



Mas, em nova falha do Palmeiras, o Goiás chegou ao terceiro gol. Aos 15 minutos, Diego Souza perdeu a bola para Romerito, que se lançou ao ataque e cruzou na medida para Alex Terra, livre de marcação, completou para o fundo da rede.



Inconformado com as falhas individuais do Palmeiras, Luxemburgo mexeu no time outra vez. Primeiro, ele tirou Evandro para mandar a campo Maicosuel. Em seguida, o atacante Kléber foi expulso, pela terceira vez no Brasileiro, por acertar um pontapé em Rafael Marques. Depois, o treinador mandou o apagado Valdivia ceder a vaga para Denílson.



Com um a mais em campo, o Goiás tomou conta do jogo. Marcos fez três ótimas defesas em dois chutes de Alex Terra e um de Vitor. O Palmeiras ainda teve uma boa chance para empatar, com Denílson, mas, ao invés de finalizar, o atacante tentou driblar e perdeu a bola. Melhor em campo, o Esmeraldino venceu o jogo por merecimento. Denílson ainda foi expulso após o encerramento da partida.



Ficha técnica:
GOIÁS 3 x 2 PALMEIRAS
GOIÁS
Harlei; Paulo Henrique (Rafael Marques), Henrique e Ernando; Vitor, Ramalho, Fernando, Romerito e Júlio César; Iarley (Adriano Gabiru) e Alex Terra (Fábio Bahia).
Técnico: Hélio dos Anjos.
PALMEIRAS
Marcos, Fabinho Capixaba, Jeci, Gladstone e Leandro; Sandro Silva (Evandro, depois Maicosuel), Leo Lima, Diego Souza e Valdivia (Denílson); Kléber e Alex Mineiro.
Técnico: V. Luxemburgo.
Gols: Alex Terra, aos 11, e Paulo Henrique, aos 21, Alex Mineiro, aos 42, e Jeci, aos 46 minutos do primeiro tempo. Alex Terra, aos 15 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Alex Terra, Ernando e Ramalho (Goiás); Valdivia, Leo Lima e Sandro Silva (Palmeiras).
Cartões vermelhos: Kléber e Denílson (Palmeiras).
Renda: não divulgada - Público: não divulgado
Estádio: Serra Dourada. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Alício Pena Júnior (MG).
Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Helberth Costa Andrade (MG).


SÃO PAULO 2X1 BOTAFOGO
Com um gol no final do jogo, São Paulo vence o Botafogo e se aproxima do G-4


Foi no sufoco. Mas com um gol salvador de Dagoberto, o São Paulo conseguiu bater o Botafogo por 2 a 1 na noite deste domingo, no Morumbi, e ficar mais próximo do grupo dos quatro melhores do Campeonato Brasileiro.


Depois de ver Rogério Ceni marcar de pênalti e Carlos Alberto empatar, o Tricolor conseguiu chegar à vitória com um gol de cabeça de Dagoberto. Mas com a derrota do Flamengo para o Vitória por 1 a 0, o Tricolor perdeu a chance de alcançar o G-4. Agora, o São Paulo tem 23 pontos e ocupa a quinta posição.



O Botafogo perdeu uma posição e caiu para o 13º lugar, com 15 pontos, e fica perigosamente a apenas um ponto do primeiro colocado da zona do rebaixamento: o Goiás, que soma 14.



Na próxima rodada, o São Paulo enfrenta o Internacional, na quarta-feira, em Porto Alegre. Já o Botafogo recebe o Atlético Mineiro, no mesmo dia, no Engenhão.



Tricolor na frente com Rogério Ceni

Mesmo tendo a opção de poder escalar o atacante Aloísio, suspenso na partida passada, o técnico Muricy Ramalho preferiu apostar novamente na dupla Dagoberto e Éder Luis, pois os atacante foram bem na partida contra o Vitória, vencida por 3 a 1 pelo Tricolor.

Mas quem teve a oportunidade de abrir o marcador foi o volante Zé Luis. Por duas vezes o camisa 23 esteve perto de anotar pelo Tricolor, sendo que em uma delas a bola bateu no travessão de Castillo.



Até a metade do primeiro tempo o São Paulo era só pressão. Mas com o passar dos minutos o time foi relaxando a marcação, dando chances para as investidas do Botafogo.



Com a dupla Jorge Henrique e Wellington Paulista, que era dúvida até o início do jogo por estar com uma forte enxaqueca, o time de Ney Franco igualou o duelo nas chances perdidas.


Zé Carlos pôde marcar o seu, mas na jogada trabalha com Túlio, o atacante acabou chutando para fora.



Passando a jogar mais nos contragolpes, o São Paulo chegou ao gol aos 34 minutos. Mostrando visão de jogo, Hugo faz um belo passe para Alex Cazumba, que é derrubado por Castillo: pênalti. Na batida, Rogério Ceni coloca o time da casa na frente, fazendo 1 a 0.



O gol foi apenas o segundo do goleiro-artilheiro neste ano - no Campeonato Paulista ele também marcou de pênalti, contra o Juventus. Agora, o camisa 1 do Tricolor tem 80 gols marcados na carreira (46 em cobranças de falta e 34 de pênalti).



Carlos Alberto empata, mas Dago decreta vitória

O Botafogo voltou para a segunda etapa dispoto a empatar a partida. Zé Carlos foi o primeiro a arriscar contra a meta de Rogério Ceni, mas a bola acabou se perdendo por cima da meta do Tricolor.



Depois, Lúcio Flávio protagonizou um belo lance no Morumbi. Em um contra-ataque rápido do Alvinegro, o meia tentou encobrir o goleiro são-paulino, mas o zagueiro Alex Silva consegue cortar de cabeça, evitando o gol de empate.



Aproveitando principalmente a marcação frágil do lado direito do time da casa, o Botafogo encontrou suas chances mais claras no apoio de Zé Carlos ao ataque.



Para fortalecer a defesa, Muricy tirou Alex Cazumba e promoveu a entrada de Juninho, ex-Botafogo, passando Jorge Wagner para a ala esquerda.



Carlos Alberto também foi outro que enfrentou sua ex-equipe. Mas na sua tentativa de deixar uma marca na última casa antes de seguir para o Botafogo, o meia esbarrou nas mãos do goleiro Rogério Ceni.



E de tanto insistir, o Botafogo conseguiu chegar ao gol de empate. Em um chute de longa distância, Carlos Alberto pegou bem na bola e ainda contou com um desvio em Alex Silva para fazer 1 a 1 no Morumbi.



O gol de empate despertou o São Paulo no Morumbi. Já no desespero, o time de Muricy pressionou e acabou chegando ao segundo gol nos minutos finais. Em cruzamento de Jorge Wagner, Dagoberto levou a melhor sobre a zaga carioca e decretou o 2 a 1.





Ficha técnica:
SÃO PAULO 2x1 BOTAFOGO
SÃO PAULO
Rogério Ceni; André Dias, Alex Silva e Zé Luis; Éder, Hernanes, Jorge Wagner, Hugo e Alex Cazumba (Juninho); Dagoberto (Jean) e Éder Luis (Aloísio).
Técnico: M. Ramalho.
BOTAFOGO
Castillo;Renato Silva, André Luis e Triguinho, Thiaguinho Túlio (Carlos Alberto), Diguinho, Lúcio Flávio (Gil) e Zé Carlos (Lucas Silva); Jorge Henrique e Wellington Paulista.
Técnico: Ney Franco.
Gols: Rogério Ceni, aos 34min do primeiro tempo. Carlos Alberto, aos 32min e Dagoberto, 43min do segundo tempo.
Cartões amarelos: Castillo (Botafogo), André Dias (São Paulo).
Estádio: Morumbi. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden.
Auxiliares: Carlos Berkenbrock e Claudemir Maffessoni.


FLAMENGO 0X1 VITÓRIA
Vitória surpreende o líder Fla dentro do Maracanã

Mesmo com a pressão de mais de 40 mil torcedores do Flamengo, o Vitória surpreendeu o líder do Campeonato Brasileiro dentro do Maracanã, neste domingo, e venceu por 1 a 0. Apesar do resultado, o Fla continua na ponta com 26 pontos, agora com apenas um de vantagem em relação ao Grêmio, segundo colocado. Com o gol de Dinei, o Rubro-Negro baiano chegou a 23 pontos e voltou ao G-4.



Na próxima rodada, quarta-feira, 23 de julho, o Fla vai até o Canindé enfrentar a Portuguesa. Já o Vitória, em casa, mede força com o Náutico.



Vitória cria as chances mais claras de gol no primeiro tempo


Quem achava que o Vitória jogaria fechado em seu campo de defesa se enganou. Apesar do maior volume de jogo do Fla, foi a equipe baiana que começou a partida criando as melhores chances de gol. Aos dez minutos, Willians foi lançado livre no ataque, o goleiro Bruno saiu em cima do adversário para fazer o corte e o jogador do Vitória caiu dentro da área. Para revolta dos visitantes, o árbitro mandou o lance seguir. Aos 13, outro susto na torcida do Flamengo. Marcou Aurélio cruzou da direita para Dinei, que, de cabeça, desviou rente à trave esquerda.

O Fla sentia a falta de um homem de criatividade no meio-de-campo, e pouco chegava ao gol do Vitória. Aos 18, o time da casa criou a primeira chance. Leo Moura fez boa jogada pela direita e cruzou para Tardelli, que tentou o domínio dentro da área e foi desarmado antes de fazer a finalização. Com muitos erros de passe de lado a lado, as duas equipes tinham dificuldade para penetrar na zaga adversária.

O último lance de emoção do primeiro tempo aconteceu aos 34 minutos. Erick Flores, que havia entrado no lugar de Cristian, deu um ótimo passe para Fábio Luciano, que tinha ido para a área tentar o cabeceio. O capitão cortou para o meio e mandou uma bomba para o gol, mas a bola subiu demais. Na ida para o vestiário, os flamenguistas tiveram que ouvir as vaias da torcida na saída do gramado.



Fla volta melhor, mas é o Vitória que marca



Na volta para o segundo tempo, o Flamengo mostrou logo no início que estava com mais disposição de abrir o placar. Logo no primeiro minuto, Leo Moura tocou para Éder dentro da área, e o atacante chutou cruzado. Diego Tardelli desviou a bola para dentro e fez o gol, mas o árbitro anulou ao confiar na sinalização da assistente Márcia Bezerra, que deu impedimento. Dois minutos depois, Tardelli foi lançado e invadiu a área na velocidade e chutou cruzado. Viáfara defendeu e impediu que Ibson pegasse o rebote.

A pressão do Fla, no entanto, levou um banho de água fria. Aos nove minutos, Dinei foi lançado dentro da área pela direita e chutou cruzado. Bruno se esticou mas não chegou na bola: 1 a 0. Com a vantagem no placar, o time baiano se fechou no campo de defesa e o Flamengo se lançou ao ataque. Aos 25, a equipe carioca quase chegou ao empate. Leo Moura cruzou da direita, Viáfara falhou e Obina quase alcançou a bola. A zaga afastou o perigo.



A resposta do Vitória veio aos 29, em um lance de bola parada. Após o cruzamento na área, Willians subiu mais do que a defesa e mandou de cabeça rente à trave de Bruno. Aos 45, Obina ainda perdeu uma grande chance ao chutar torto, na direção da lateral direita.



Ficha técnica:
FLAMENGO 0 x 1 VITÓRIA
FLAMENGO
Bruno, Leo Moura, Fábio Luciano, Dininho e Egídio; Jailton, Cristian (Cristian), Jônatas (Obina) e Ibson; DiegoTardelli e Souza (Éder).
Técnico: Caio Júnior.
VITÓRIA
Viáfara, Marco Aurélio, Thiago Gomes, Anderson Martins e Daniel; Marco Antônio, Renan, Ramon (Ricardinho) e Willians (Jackson); Dinei e Marquinhos (Wallace).
Técnico: Vágner Mancini.
Gols: Dinei, aos nove minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Anderson Martins, Thiago Gomes (VIT); Erick Flores, Dininho (FLA).
Público: 41.827 pagantes.Renda: R$ 681.802,00
Estádio: Maracanã. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO).
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos e Marcia Bezerra Caetano.


ATLÉTICO-MG 3X2 CORITIBA
Pet comanda virada do Galo sobre o Coxa

Parecia que haveria mais um domingo sombrio para o Atlético Mineiro. A torcida, antes da partida, fez protesto contra a diretoria na porta do Mineirão, e o time, em 20 minutos de jogo, já perdia a partida para o Coritiba por 2 a 0 - gols de Keirrison, de pênalti, e César Prates, contra. Mas, após a entrada do veterano meia sérvio Petkovic, tudo mudou. O jogador deu passe para um gol, de Gedeon, e marcou o outro, de pênalti, o que fez o time chegar ao empate ainda no primeiro tempo. No segundo, outro jogador que saiu do banco, o atacante Eduardo, definiu o triunfo de 3 a 2 que quebrou jejum de seis partidas sem vitória, tirou o time da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e espantou, por ora, a crise.



Agora, o Atlético Mineiro ocupa o 16º lugar, com 15 pontos ganhos. O Coxa, que vinha embalado pela vitória sobre o Flamengo, permanece com 17 pontos ganhos, e continua sem vencer fora de casa - foram três empates e quatro derrotas. Na próxima rodada, o Galo enfrenta o Botafogo no Engenhão, quarta-feira, enquanto o Coritiba recebe o Ipatinga, também na quarta.



Erros da defesa



O primeiro tempo pode ser resumido em antes e depois da entrada de Petkovic. Antes, o Atlético, que entrou em campo já com a pressão de acabar com o jejum de seis partidas sem vencer, tinha como maior novidade a volta de outro veterano, Marques, recuperado de contusão, no ataque ao lado de Castilho. Além disso, Gedeon entrava no meio-campo com a camisa 10, já que Petkovic, ausente da equipe no último jogo, ainda se recuperava de dores musculares.



A intenção era dar mais velocidade, e o time até que criou a primeira chance de gol logo aos quatro minutos, desperdiçada por Castilho ao cabecear mal na pequena área após centro de Marques. O problema é que a defesa cometeu pecados capitais que não estavam no programa. Com isso, o Coritiba marcou dois gols em 20 minutos.



O primeiro surgiu de uma bola centrada. O zagueiro Marcos agarrou outro zagueiro, Maurício, do Coxa, dentro da área. Pênalti bem marcado, que Keirrison não desperdiçou aos nove minutos - bola de um lado, goleiro para o outro.



Entre um chute e outro do Galo - Gedeon arriscava, mas mandava na mão do goleiro Vanderlei, que substituía Edson Bastos, suspenso pelo terceiro cartão amarelo -, outra falha clamorosa da defesa atleticana. Aos 18 minutos, Rubens Cardoso subiu pela esquerda e centrou na área. César Prates tentou cortar de carrinho e marcou contra, para desespero da torcida do Galo.





Pet entra, e Galo reage



Ao Coxa, com vantagem de 2 a 0 em 20 minutos, bastava se plantar bem na defesa e esperar aumentar o desespero do Galo para partir em contra-ataques. Carlinhos Paraíba ditava bem o ritmo da equipe no meio-campo. Só que o time recuou muito, e o técnico Gallo resolveu pôr Petkovic no lugar de Renan. O talento do veterano meia sérvio foi fundamental para a reação do Atlético. Um minuto depois de entrar, dominou uma bola na esquerda, levantou a cabeça e centrou na medida para Gedeon bater de primeira e diminuir o placar aos 30 minutos.



O sérvio parecia mordido. Passou a comandar a equipe, sempre saindo da meia-esquerda. De seus pés saíam as melhores jogadas. Aos 38, mandou de fora da área para boa defesa de Vanderlei, que aos 41 salvou novamente o Coxa, em chute de Sérgio Araújo. O goleiro do Coritiba selava o seu nome como destaque do primeiro tempo - e também da partida - após a defesa sensacional aos 42, em bomba de fora da área de Marques. Só que o troco chegou rápido. Aos 44, Pet entrou driblando na área até ser derrubado por Rubens Cardoso. Pênalti que o jogador cobrou com categoria, deslocando Vanderlei e empatando a partida.



- Começamos mal, mas felizmente conseguimos reagir. Agora, temos que manter o ritmo no segundo tempo - comemorou Pet, na saída do intervalo.



Expulsão



Mal começou a segunda etapa, Rubens Cardoso deu um presente para o adversário. O jogador, que já tinha cartão amarelo após ter feito pênalti em Petkovic, entrou de sola em César Prates e acabou expulso. O técnico Dorival Júnior não demorou a tirar um atacante para pôr um volante - saiu Keirrison, entrou Veiga. O técnico Gallo fez o contrário e ousou: tirou um zagueiro - Vinicius - para pôr um atacante - Eduardo.



Aos 14, o Galo quase virou a partida. Pet tocou na área para Eduardo que bateu meio prensado, e ainda encontrou o goleiro Vanderlei, que tocou com o pé para escanteio. O time desperdiçou outra chance aos 20 minutos, com Castilho.



O jogo caiu sensivelmente de ritmo, principalmente porque ao Coritiba, com um a menos em campo, era melhor tocar a bola para sair do Mineirão com o empate. O Galo, por sua vez, já dava sinais de cansaço pelo esforço para sair da desvantagem de 2 a 0. Mas Eduardo estava cheio de gás, e foi ele o autor do gol da virada, aos 27 minutos, ao receber de cabeça de Castilho.



Depois, o próprio Eduardo desperdiçou a chance de ampliar o placar. Mas o Coxa piorou sua situação ao ter Marlos expulso aos 39, ao entrar duro em Petkovic. No último minuto, Eduardo perdeu mais um gol, mas nem precisava mais. O Galo, por ora, espantou a crise.





Ficha técnica:
ATLÉTICO-MG 3 x 2 CORITIBA
ATLÉTICO-MG
Édson, Mariano, Marcos, Vinícius (Eduardo) e César Prates; Serginho, Márcio Araújo, Gedeon e Renan (Petkovic); Marques (Francis) e Castilho.
Técnico: Gallo.
CORITIBA
Vanderlei, Alex Silva (Henrique Dias), Maurício e Felipe; Ricardinho, Dirceu (Marlos), Rodrigo Mancha, Carlinhos Paraíba e Rubens Cardoso; Hugo e Keirrison (Veiga).
Técnico: Dorival Júnior.
Gols: Keirrison (pênalti), aos 9; César Prates (contra), aos 18; Gedeon, aos 30; e Petkovic (pênalti), aos 45 minutos do primeiro tempo. No segundo tempo, Eduardo, aos 27.
Cartões amarelos: Marcos, Petkovic e Sérgio Araújo (Atlético-MG) e Rubens Cardoso (Coritiba).
Cartão vermelho: Rubens Cardoso e Marlos (Coritiba)
Estádio: Mineirão. Data: 20/07/2008.
Árbitro: Cléber Welington Abade.
Auxiliares: Márcio Luiz Augusto (SP)e Evandro Luís Silveira (SP)

NEW PARADA ROCK

10-Rush-Tom Sawyer


9-Dragonforce-Herores of Our Time


8-Sepultura-Roots Bloody Roots



7-Red Hot Chilli Peppers-Californication


6-Nirvana-In Bloom



5-The Who-My Generation



4-Metallica-Whiplash



3-Iron Maiden-2 Minutes to Midnight



2-Guns n' Roses-Civil War



1-Led Zeppelin-Black Dog

GP da Alemanha


Hamilton dá mais um show, vence, e Nelsinho é segundo na Alemanha


Lewis Hamilton deu mais um show e venceu o GP da Alemanha, disputado neste domingo, em Hockenheim. O inglês se recuperou muito bem mesmo com um pit stop tardio, após a entrada do safety car por causa do acidente de Timo Glock. Nelsinho Piquet se aproveitou da bandeira amarela e assegurou um segundo lugar brilhante após largar em 17º.

Felipe Massa chegou na terceira posição após tentar mudar a estratégia durante a entrada do safety car. O brasileiro da Ferrari fez seu pit stop e levou vantagem em relação a Hamilton, que não parou. No entanto, o piloto da McLaren tinha um ritmo mais rápido e fez a ultrapassagem a dez voltas do fim. Hamilton tomou a posição de Nelsinho três voltas depois. O feito dos brasileiros encerrou um jejum de 13 anos sem dois pilotos do país no mesmo pódio - o último foi na Bélgica, em 1991, com Senna em primeiro e Nelson Piquet em terceiro.

Nick Heidfeld pressionou Felipe Massa no fim da corrida, mas não conseguiu a ultrapassagem. O alemão da BMW Sauber chegou na quarta posição, uma posição à frente de Heikki Kovalainen, da McLaren, e duas à frente de Kimi Raikkonen, da Ferrari. O finlandês conseguiu superar Robert Kubica a sete voltas da bandeirada e o polonês ficou em sétimo.

Sebastian Vettel, da STR, fechou a zona de pontuação em oitavo. No entanto, a revelação alemã protagonizou um lance polêmico da prova, quando dividiu a saída dos boxes com Fernando Alonso após o segundo pit stop e jogou o espanhol para fora da linha branca. O bicampeão mundial reclamou muito, mas cometeu alguns erros e chegou apenas em 11º, nove posições atrás do companheiro na equipe francesa.

A próxima etapa da temporada 2008 da Fórmula 1 será disputada no dia 3 de agosto no circuito de Hungaroring. Lewis Hamilton chegará no GP da Hungria na ponta do Mundial de Pilotos, quatro pontos à frente de Felipe Massa, o segundo. Kimi Raikkonen, que estava empatado com os dois, está agora a sete da liderança.

Safety car e McLaren quase estragam corrida de Hamilton


A corrida na Alemanha começou tranqüila, sem as tradicionais confusões nas duas primeiras curvas e no hairpin de Hockenheim. Lewis Hamilton manteve a ponta, seguido por Felipe Massa e Heikki Kovalainen. Robert Kubica, da BMW Sauber, avançou para quarto após ultrapassar Jarno Trulli e Fernando Alonso de uma vez na primeira volta. Kimi Raikkonen era o sétimo, mas recuperou o sexto lugar ao ultrapassar o espanhol na passagem seguinte.

O pelotão se afastou durante a primeira parte da corrida, antes dos pit stops. Hamilton abriu 12 segundos de vantagem para Massa, que estava seis à frente de Kovalainen. Após as paradas, o cenário continuava inalterado, até o acidente de Timo Glock, da Toyota, na 35ª volta, na última curva do circuito. A suspensão traseira esquerda do carro do alemão quebrou sozinha e ele bateu no muro.

Com isso, o safety car foi obrigado a entrar na pista para que a reta fosse limpa e o carro de Glock retirado. Por precaução, alemão foi levado a um hospital próximo ao autódromo, mas escapou ileso, apenas com algumas dores. Nelsinho Piquet, que estava em uma estratégia de apenas um pit stop, tinha acabado de sair dos boxes e foi o maior beneficiado com a bandeira amarela.

A maioria dos pilotos entrou nos boxes para fazer a parada, menos o brasileiro, Hamilton e Heidfeld. No entanto, os dois últimos ainda precisariam de mais um pit stop. Quando a direção de prova autorizou a relargada, os pilotos da McLaren e da BMW Sauber imprimiram um ritmo muito forte à corrida, para tentar abrir uma vantagem suficiente para voltar ainda na frente.

Nove voltas após a saída do safety car, Hamilton entrou para fazer seu último pit stop, 13 segundos à frente do pelotão. Ele voltou na sexta posição, atrás do companheiro Kovalainen, que cedeu a posição na volta seguinte. O inglês, então, começou a tirar um segundo por volta em relação a Nelsinho e Massa.

Hamilton alcançou Massa na 56ª volta e tentou a ultrapassagem sobre o brasileiro no hairpin. Massa tentou o troco nas curvas seguintes, mas o inglês não deu chances. Três passagens depois foi a vez de Nelsinho ser a vítima. O piloto da McLaren repetiu a receita e o ultrapassou na mesma curva.

Depois disso, o inglês abriu uma boa vantagem e Nelsinho correu tranqüilo para o segundo lugar. Mesmo pressionado por Nick Heidfeld, Massa assegurou a terceira posição, à frente do alemão.


melhor volta: Nick Heidfeld (BMW Sauber) - 1m15s987


Piloto
Ordenar

Equipe
Ordenar

Tempo
Ordenar
1 L. Hamilton (ING) McLaren 67 voltas em 1h31m20s874
2 N. Piquet (BRA) Renault a 5s586
3 F. Massa (BRA) Ferrari a 9s339
4 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber a 9s825
5 H. Kovalainen (FIN) McLaren a 12s411
6 K. Raikkonen (FIN) Ferrari a 14s483
7 R. Kubica (POL) BMW Sauber a 22s603
8 S. Vettel (ALE) STR a 33s282
9 J. Trulli (ITA) Toyota a 37s199
10 N. Rosberg (ALE) Williams a 37s658
11 F. Alonso (ESP) Renault a 38s625
12 S. Bourdais (FRA) STR a 39s111
13 D. Coulthard (ESC) RBR a 54s971
14 K. Nakajima (JAP) Williams a 1m00s002
15 A. Sutil (ALE) Force India a 1m09s488
16 G. Fisichella (ITA) Force India a 1m24s093 (punido)
17 J. Button (ING) Honda a 1 volta
18 R. Barrichello (BRA) Honda a 17 voltas/acidente
19 M. Webber (AUS) RBR a 27 voltas/motor
20 T. Glock (ALE) Toyota a 32 voltas/acidente

SPORTS HISTORY BRASIL:Ipatinga

O Ipatinga Futebol Clube é um clube brasileiro de futebol, com sede na cidade de Ipatinga, no estado de Minas Gerais, e que adquiriu o direito de disputar a Série A do Campeonato Brasileiro de 2008 ao conquistar o vice-campeonato da Série B no ano de 2007.

No dia 06 de abril de 2008, ao ser derrotado pelo placar de 3x2 frente ao Villa Nova, o Ipatinga cai para o módulo II do Campeonato Mineiro.


História

Devido à grande demanda de jogos em Ipatinga, de Atlético e Cruzeiro em competições nacionais e internacionais, surgiu-se a necessidade de se criar um clube profissional em Ipatinga, para representar a cidade e fazer uso do quarto maior estádio de Minas Gerais, o Ipatingão.

No início de 1998, o empresário Itair Machado, ex-atleta de Atlético e Cruzeiro, e até então patrocinador do Social F.C., clube da cidade de Coronel Fabriciano (cidade vizinha de Ipatinga no Vale do Aço), resolveu então criar o Projeto Ipatinga Futebol Clube.

Itair Machado saiu atrás de parceiros, para tirar do papel o projeto. Juntamente com Gercy Mathias, até então presidente do Novo Cruzeiro Futebol Clube (clube amador do bairro Novo Cruzeiro, em Ipatinga), e Cosme Mattos, um antigo desportista da cidade, com o apoio do Dr. Rinaldo Campos Soares (presidente do Sistema Usiminas), Dr. Ronaldo Monteiro de Souza (presidente do Usisaúde), o Sr. Francisco Carlos Chico Ferramenta Delfino (prefeito de Ipatinga), o projeto nasceu grande e ousado.

O primeiro passo foi profissionalizar o Novo Cruzeiro Futebol Clube, que até então era um clube amador da cidade. O clube foi registrado na Federação Mineira de Futebol e, no dia 21 de maio de 1998, a FMF concedeu ao Novo Cruzeiro Futebol Clube o registro de clube profissional, passando a se chamar Ipatinga Futebol Clube, o qual recebeu o nome e cores da cidade.

Destaque nacional

O Ipatinga apresentou um crescimento rápido e, já em 2005, sete anos após sua fundação, conquistava o título de Campeão Mineiro, superando os tradicionais Cruzeiro e Atlético.

Para confirmar que seu aparecimento não era efêmero, por pouco não repetiu o feito em 2006, perdendo o título para o Cruzeiro Esporte Clube, após alcançar o maior número de pontos na principal fase da disputa, o Ipatinga foi perdeu os jogos de mata-mata final, ficando com o vice-campeonato por diferença de um único gol.

A ascensão do clube voltaria a ser presenciada na Copa do Brasil de 2006. O Ipatinga chegou às semifinais da competição, depois de superar as equipes do Botafogo e do Santos, equipes que se sagraram campeãs dos seus respectivos estaduais. A equipe do Ipatinga foi eliminada pelo Flamengo, que seria o campeão.

Após o feito na Copa do Brasil, o Ipatinga fechou o ano com um terceiro lugar no Campeonato Brasileiro da Série C, subindo para a Série B.

E, já em 2007, conseguiu o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro ao conquistar o vice-campeonato da Série B.

Em 2008, no ano que marca a primeira participação do tigre na serie a do brasileirão, o time é rebaixado no campéonato mineiro após ser derrotado pelo Villa Nova por 3 x 2 em pleno Ipatingão.


Títulos
Campeonato Mineiro: 2005.


Elenco atual
Goleiros
Rodrigo Posso
Fred
Thiago Braga
Fernando
Defensores
Henrique
Léo Oliveira
Toninho
Márcio Gabriel
Beto
Marinho Donizete
Léo Silva
Patrick
Ricardo
Renato
Tiago Vieira
Edimar
Baroni
Meio-campistas
Augusto Recife
Hugo
Jackson
Rodriguinho
Marcelo Costa
Henrique
Leandro Salino
Xaves
Atacantes
Adeílson
Neto Baiano
Ricardinho
Marcelo
Marinho
William
Ely Thadeu
Técnico
Ricardo Drubscky



Semana q vem teremos a Portuguesa.

sábado, 19 de julho de 2008

12 Rodada:Série B

FORTALEZA 0X3 PONTE PRETA
Ponte Preta vence no Castelão, e mantém o Fortaleza na zona do rebaixamento

Não foi desta vez que o calvário do Fortaleza teve um fim. Neste sábado, o Tricolor cearense perdeu por 3 a 0 para a Ponte Preta, no Castelão, pela 12ª rodada da Série B, e somou a nona derrota seguida na competição. Com o resultado, o Leão do Pici permanece momentaneamente em 18º, com 10 pontos, enquanto a Macaca sobe na tabela e ocupa a quinta posição, com 19.



Na próxima rodada, o Fortaleza encara o CRB, em Maceió, às 19h30m. Já a Ponte Preta recebe o Vila Nova, em Campinas, no Moisés Lucarelli, às 21h45m. As partidas acontecem nesta terça-feira, com horários de Brasília.



Quem não faz, leva



Jogando em casa e precisando desesperadamente de uma vitória para sair da zona do rebaixamento, o Fortaleza adiantou a marcação nos primeiros minutos, dificultando a troca de passes da Ponte Preta. Logo aos cinco, Leo Jaime aproveitou a sobra na dividida, recebeu impedido e chutou para a rede. O árbitro, corretamente, anulou o gol.



Aos 15, Paulo Isidoro bateu da entrada da área, assustando o goleiro Aranha. Dois minutos mais tarde, Leo Jaime desceu pela esquerda, e bateu cruzado, do limite da linha de fundo. Aranha passou lotado, e a zaga campinense cortou.



A primeira chance de gol dos paulistas aconteceu aos 18. Vicente arrancou pela esquerda e levantou na medida. Luis Ricardo, no segundo pau, escorou de cabeça, por cima da meta.



Um lance polêmico aconteceu aos 24. Paulo Isidoro dominou na pequena área e foi derrubado por Eduardo Arroz. O árbitro errou e não marcou pênalti claro a favor do Fortaleza.



Mas quem não faz, leva. E depois de uma bela tabela entre Eduardo Arroz e Vanderlei, Leandrinho escorou na pequena área, abrindo o placar para a Ponte, aos 37. Nos acréscimos, aproveitando o desvio do zagueiro Vitor, Luis Ricardo ampliou para a Macaca.



Sob os gritos de ‘Timinho’



A torcida do Fortaleza insultou o time quando os jogadores saíram para o vestiário. Para dar mais movimentação ao ataque do Leão do Pici, o técnico Luiz Carlos Barbieri colocou o atacante Marcos Bambam, revelado nas categorias de base do clube, e o lateral Bruno Ribeiro.



A história do jogo não mudou. Enquanto o Tricolor partia para cima, sem organização tática, a Ponte jogava no seu erro. O treinador do Fortaleza apostou a suas últimas fichas na entrada do também atacante Osvaldo, sacando o volante Erandir, que saiu aplaudindo ironicamente a torcida.



Marcelo Soares, que entrou no decorrer da segunda etapa, ampliou para a Ponte, aos 35. O atacante invadiu a área, deixou o zagueiro Vitor para trás, driblou o goleiro Tiago Cardoso e conferiu.



Ainda deu tempo de Ricardo Conceição entrar na Macaca para segurar o jogo, e novamente Marcelo Soares, com um chute forte, obrigar o arqueiro Tiago Cardoso a evitar uma goleada.




CORINTHIANS 0X1 BAHIA
Bahia triunfa e acaba com a invencibilidade do Corinthians


Com marcação forte e um gol ainda no primeiro tempo, o Bahia venceu o Corinthians por 1 a 0, na tarde deste sábado, no Pacaembu, pela Série B do Campeonato Brasileiro. Foi a primeira derrota do Timão na competição, após 11 partidas disputadas. O resultado não tirou a liderança da equipe paulista, que tem 27 pontos, mas a diferença para o segundo colocado caiu para três, graças à vitória do Juventude. Os baianos estão com 17, na décima colocação.



Sem criatividade no meio-campo, a equipe de Mano Menezes pecou nas finalizações durante todo o confronto. Não adiantou apostar em Herrera e Acosta, a primeira dupla de ataque estrangeira em 97 anos de história, pois a forte marcação do time de Arturzinho acabou com os planos do anfitrião.



Na próxima rodada, o Corinthians enfrenta o Ceará, no Castelão, na terça-feira. Já o Bahia recebe o São Caetano, no mesmo dia.





Falha de Felipe deixa Timão atrás na primeira etapa

Apoiado por mais de 30 mil torcedores, o Corinthians começou a partida pressionando, mas também perdendo muitas oportunidades. Eduardo Ramos, Elias e Lulinha não conseguiam encaixar as jogadas corretamente para Herrera e Acosta. Fábio Ferreira até chegou a marcar de cabeça, mas a arbitragem assinalou impedimento do zagueiro alvinegro.



Tendo só os contragolpes como arma no confronto, o Bahia soube aproveitar a primeira chance que teve. Em cobrança de falta, o camisa 10 Elias bateu direto. Muito adiantado, como quem esperava um cruzamento, Felipe acabou sendo encoberto pela bola: 1 a 0 para o Bahia.



Chances para o Timão empatar ainda no primeiro tempo não faltaram. Primeiro com William, que recebeu cruzamento de André Santos, mas cabeceou para fora, rente à trave. Depois foi a vez de Lulinha fazer a bola beijar o travessão de Darci, após bela jogada tramada com Elias.



Mas a armação corintiana que mais irritou a torcida aconteceu nos minutos finais da primeira etapa. Próximo da pequena área, Lulinha se atrapalhou para chutar e passou para Acosta, que se enrolou mais ainda e chutou no pé da trave esquerda de Darci.



- O resultado até agora é justo. Foi uma falta de atenção minha, por isso pedi desculpas aos meus companheiros - comentou Felipe, na saída para o intervalo.



Mano aposta em Douglas

Temendo pelo fraco desempenho do sistema de criação da equipe, o técnico Mano Menezes sacou Lulinha e começou a segunda etapa com Douglas, fora do time há duas rodadas por conta de uma lesão no joelho esquerdo.



Apoiado pelo grito da torcida, o Corinthians passou a pressionar mais, marcando até a saída de bola do time de Arturzinho, atitude que não teve na primeira etapa.



Com Douglas armando as jogadas, o time se soltou, mas continuou falhando na finalização. Elias perdeu uma chance incrível de empatar a partida quando esteve na cara do goleiro baiano, mas não conseguiu chutar.



O Bahia, por sua vez, seguiu seu roteiro de só jogar nos contra-ataques, mostrando eficiência na marcação. Tanto que André Santos, lateral-esquerdo que chega muito ao ataque, pouco pôde fazer.



Com o passar do tempo, o Corinthians começou a atacar desesperadamente em busca do empate. E as chances perdidas pelos jogadores do Timão eram cada vez mais inacreditáveis.



Em uma delas, o zagueiro Fábio Ferreira conseguiu errar o chute, quando o gol baiano estava livre. A bola saiu pela linha de fundo, longe da trave de Darci.



Nos muitos finais da partida, para desespero da torcida, Wellington Saci encontrou Careca livre pela ponta esquerda, mas o atacante chutou cruzado para fora. Era o fim da invencibilidade corintiana.





Ficha técnica:
CORINTHIANS 0 x 1 BAHIA
CORINTHIANS
Felipe; Denis, Fábio Ferreira, William e André Santos; Fabinho (Careca), Eduardo Ramos (Wellington Saci), Elias e Lulinha (Douglas); Acosta e Herrera
Técnico: M. Menezes.
BAHIA
Darci; Fábio (Diogo), Marcone, Padovani e Adilson; Rogério, Luciano Totó, Rafael (Douglas) e Elias; Jones (Paulo Roberto) e Galvão.
Técnico: Arturzinho.
Gols: Elias, aos 9 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Marcone, Elias, Luciano Totó, Padovani (Bahia); Denis (Corinthians).
Estádio: Pacaembu. Data: 19/07/2008.
Árbitro: Willian Marcelo Souza Nery.
Auxiliares: Paulo César Pereira de Freitas e Ezequiel Barbosa Alves.
Renda e Público: R$ 696.774 / 33.205 pagantes.


AMÉRICA-RN 3X0 MARÍLIA
Goleada no Machadão coroa grande atuação do time do América-RN

Precisando vencer para espantar a crise, o América-RN recebeu o Marília, no Machadão. Mesmo sem o técnico Ruy Scarpino, suspenso por 30 dias, o time fez sua parte. A equipe potiguar ganhou por 3 a 0, com gols de Róbson, Fábio Neves e Rodrigo Santos e deixou a lanterna da Série B. O resultado deixou os paulistas em 15º com 13 pontos e o América-RN na 17ª colocação com 11 pontos em 12 partidas.



Na próxima rodada, que terá todos os jogos na terça-feira, o América-RN enfrenta o Santo André fora de casa e o Marília recebe o Avaí no estádio Bento de Abreu. As duas partidas serão às 19h30m.



América-RN começa mal, mas se recupera



A partida começou movimentada e o Marília oferecia mais perigo. A equipe do interior paulista atacava tabelando e dava trabalho ao goleiro adversário. O América-RN chegava bem pela esquerda com Juninho Goiano, mas pecava no último passe e não chegava a assustar.

Aos 12 minutos, o Marília quase fez o primeiro. Ricardinho puxou um bom contra-ataque e tocou na esquerda para Marcinho, que foi a linha de fundo e tentou cruzar rasteiro. O goleiro Fabiano saiu bem e evitou o gol.

Os paulistas continuavam no ataque. Robert fez uma grande jogada, também pela esquerda do ataque, driblou dois jogadores, mas se chocou com a zaga do América-RN. Os jogadores do Marília reclamaram de pênalti, mas o juiz não marcou nada. Logo depois uma grande defesa do goleiro americano. Ricardinho bateu escanteio no ângulo esquerdo de Fabiano, que em uma excelente defesa desviou a bola e evitou o gol olímpico.

A resposta do América-RN veio em seguida. Aloísio chegou em velocidade e bateu forte para defesa do goleiro Giovanni. A partir desse momento, o América-RN começou a se recuperar na partida. Os atacantes do time potiguar não estavam tão isolados e a equipe passou a articular melhor as jogadas. O prêmio pela melhora veio aos 28 minutos do primeiro tempo. Aloísio cobrou escanteio no meio da área do Marília. O goleiro Giovanni saiu mal e o capitão americano Robson, que não estava sendo bem marcado, subiu e cabeceou forte para fazer o primeiro gol do time de Natal.

O time do América era outro. Aos 32 minutos Rodrigo Santos, fez um lindo lançamento para Nicácio que dividiu com o goleiro Giovanni e, no rebote, Fábio Neves marcou o segundo gol. Apesar do bom começo de jogo, com o passar do tempo a situação do Marília se complicava. Além dos gols sofridos, o time paulista ainda tinha mais problemas. Após tentar cavar um pênalti, o atacante Marcinho, que já tinha cartão amarelo foi expulso aos 35 minutos.



Perdendo por 2 a 0, o técnico Jorge Rauli resolveu mudar a equipe ainda no primeiro tempo. O meia Rodrigo Batata entrou no lugar do zagueiro René. Era a estréia de Batata no Marília. O jogador veio do J. Malucelli, do Paraná. Com a alteração o volante Rafael Fefo passou a jogar como na defesa.



Segundo tempo


A etapa completar teve um ritmo mais lento. O América-RN continuava melhor e procurava explorar os chutes de longa distância. Aos 20 minutos, Aloísio cobrou falta, Robson desviou de letra e Fabio Neves apareceu na segunda trave, desviou, mas o goleiro do Marília defendeu.

A equipe paulista tentava mostrar disposição, mas, com um jogador a menos, não conseguia ter qualidade na troca de passes. Já os potiguares tentavam marcar o terceiro gol, mas sem deixar espaços na defesa.

Em uma dessas tentativas, aos 34 minutos, Rodrigo Santos, que fazia uma bela partida, recebeu a bola na intermediaria e chutou dali mesmo. O goleiro Giovanni foi atrasado na bola e não evitou o terceiro gol. O resultado era justo, o América-RN era melhor.

O Marília tentava jogadas pela linha de fundo, mas não oferecia perigo. Com a aproximação do fim do jogo, o América-RN tentava gastar o tempo e mesmo assim chegava ao gol do adversário. Depois do termino da partida, os vencedores agradeceram presença da torcida.



JUVENTUDE 4X0 CRB
Com quatro gols no fim, Ju goleia lanterna e segue em segundo lugar


Com quatro gols nos 16 minutos finais do jogo, o Juventude conseguiu se manter em segundo lugar da Série B do Campeonato Brasileiro, ao golear o lanterna CRB por 4 a 0, na noite deste sábado, no Alfredo Jaconi, na partida que encerrou a 12ª rodada. Xuxa, Dema, Walker e Felipe marcaram os gols em Caxias do Sul.



O resultado põe o Alviverde com 24 pontos, apenas três atrás do líder Corinthians, que neste sábado foi derrotado pelo Bahia por 1 a 0, dentro do Pacaembu. A equipe alagoana segue com oito, em último, mas a três pontos de distância do primeiro time fora da zona da degola, o Brasiliense.





Os gols

O primeiro gol do jogo só saiu aos 29 minutos da etapa final. Em jogada individual, o meia Xuxa tentou dar o passe, mas a zaga afastou mal, e ele mesmo completou para as redes. Dez minutos depois, em cobrança de falta, Leandro Cruz levantou na área, o goleiro Jonatas passou da bola, e o zagueiro Dema completou.



Já nos acréscimos, o Alviverde encontrou espaço para mais dois gols. No primeiro, o volante Walker fez uma jogada bonita, limpando na área, e chutando colocado, à esquerda do goleiro. Depois, em contra-ataque, Felipe partiu em velocidade e tocou a saída do arqueiro.



O próximo compromisso das duas equipes é nesta terça, na rodada cheia da competição. O Ju visita o Gama, e o CRB recebe o Fortaleza.

Rodada de Sábado


GRÊMIO 1X0 CRUZEIRO
Grêmio toma o segundo lugar do Cruzeiro

O Grêmio se aproveitou do fato de o Cruzeiro jogar com desfalques importantes para tomar a segunda posição na classificação do Brasileirão, ao vencer por 1 a 0, na noite deste domingo, no Olímpico. O time gaúcho teve total domínio do jogo, apesar do placar apertado. Paulo Sérgio, de primeira, marcou o golaço do jogo aos 18 do primeiro tempo. Mas principal nome da partida foi o goleiro Fábio, que salvou o time mineiro de sofrer mais gols.



O resultado garante o Flamengo na liderança por mais uma rodada, independentemente do resultado do jogo do Rubro-Negro deste domingo, contra o VItória, no Maracanã. O Tricolor gaúcho sobe para 25 pontos e fica a um de distância do líder. A Raposa segue com 24, agora em terceiro, podendo perder mais uma posição se o Palmeiras vencer o Goiás por dois gols de diferença.



O próximo compromisso do Cruzeiro é nesta quarta-feira, em casa, contra o Goiás. O Grêmio joga no dia seguinte, em Florianópolis, contra o Figueirense.





Só Tricolor

Depois de muito mistério na Raposa, o técnico Adilson Batista optou por escalar Henrique, Gérson Magrão, Jonathan e Jonathas nas vagas dos desfalques Fabrício, Ramires, Wagner e Weldon. Marquinhos Paraná voltou à sua posição de origem, e deixou no banco Elicarlos, autor do gol salvador na vitória por 1 a 0 sobre o Atlético-PR no meio da semana.



A escalação cruzeirense não funcionou. O Tricolor começou melhor e com dez minutos já tinha chegado com perigo duas vezes, uma com Willian Magrão e outra com André Luís, ambas defendidas por Fábio. Até que, aos 18, Rafael Carioca cruzou na área para o lateral Paulo Sérgio, que encheu o pé de primeira, entre as pernas do goleiro celeste, abrindo o placar no Olímpico.



O camisa 2 quase fez o segundo dele aos 25, mas desse vez, Fábio fez ótima defesa. O arqueiro celeste era disparado o que mais trabalhava até então. Aos 36, ele fez mais uma importante defesa à queima-roupa em cabeçada de Léo. E nos acréscimos, voltou a pegar uma perigosa cobrança de falta de Anderson Pico.





Acorda, Espinoza!

O time gaúcho voltou do intervalo com Thiego no lugar de Léo, que sentiu dores o músculo posterior da coxa esquerda e foi poupado. E a equipe mineira retornou um pouco melhor, chegando timidamente perto da área adversária, uma vez com Guilherme e outra com Jonathas. Aos sete, Gérson Magrão apareceu muito bem, em jogada individual, mas acertando a rede pelo lado de fora.



Aos 14, o zagueiro Espinoza fez uma besteira que quase decidiu o jogo. O equatoriano entregou a bola nos pés de Perea, dentro da área celeste, mas o colombiano chutou em cima de Fábio. O camisa 1, porém, estava bem alerta. e voltou a fazer ótima defesa em perigoso chute de André Luís. O goleiro tricolor Victor trabalhou pela primeira vez aos 20, espalmando bela batida de Charles de fora da área.



Aos 25, Reinaldo, que entrou no lugar do cansado Perea, fez uma boa jogada pela direita e deixou Tcheco na cara do gol, mas o meia gremista furou feio na frente do gol vazio. Depois, aos 31, Makelele, que substituiu André Luiís, avançou pela esquerda, tocou para Reinaldo bater cruzado para fora. O Tricolor ainda desperdiçou uma outra chance incrível aos 41, mas Jonathan salvou um chute de Rafael Carioca em cima da linha. Mas 1 a 0 foi o suficiente para o Grêmio tomar a segunda posição da Raposa.





Ficha técnica:
GRÊMIO 1 x 0 CRUZEIRO
GRÊMIO
Victor, Pereira, Léo (William Thiego) e Réver; Paulo Sérgio, Rafael Carioca, Willian Magrão, Tcheco e Anderson Pico; Perea (Reinaldo) e André Luís (Makelele).
Técnico: Celso Roth.
CRUZEIRO
Fábio, Jonathan, Thiago Heleno, Espinoza e Jadilson; Henrique, Charles, Marquinhos Paraná e Gérson Magrão (Jajá); Jonathas e Guilherme.
Técnico: Adilson Batista.
Gol: Paulo Sérgio, aos 18 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Willian Magrão e Réver (Grêmio); Jonathan (Cruzeiro).
Estádio: Olímpico, em Porto Alegre (RS). Data: 19/07/2008.
Árbitro: Sergio da Silva Carvalho (DF).
Auxiliares: Nilson Alves Carrijo (DF) e Renato Miguel Vieira (DF).



IPATINGA 4X1 PORTUGUESA
Tigrão goleia a Lusa por 4 a 1 e passa a lanterninha para o Peixe

Finalmente, o torcedor do Ipatinga teve o que comemorar no Campeonato Brasileiro. Com os gols de Ricardinho (2), Dias (contra) e Marinho - com Halisson descontando -, viu no Ipatingão uma boa atuação de sua equipe na goleada de 4 a 1 sobre a Portuguesa, neste sábado, em partida válida pela 13ª rodada. A segunda vitória da equipe na competição, comandada por Ricardinho e Marinho, um em cada tempo, deixou-a com 10 pontos ganhos, no 19º lugar, e tirou-a da incômoda lanterna, que até este domingo está nas mãos do Santos, que enfrenta o Sport neste domingo, na Vila Belmiro. Na próxima rodada, o Tigre enfrenta o Coritiba, fora de casa, na quarta-feira.

A Portuguesa mantém-se em 14º lugar, com 15 pontos ganhos, mas vai esperar o término da rodada neste domingo para ver como ficará sua situação. Na próxima rodada, recebe o Flamengo, quarta-feira, no Canindé.





Tigre domina



Depois de conseguir dois empates - diante de São Paulo e Cruzeiro - e sofrer duas derrotas - Figueirense, em casa, e goleada por 4 a 0 para o Botafogo -, o Tigre, sabendo que precisava melhorar e muito a pontuação, entrou disposto a fazer valer o mando de campo. E o técnico Ricardo Drubscky mandou o time explorar as laterais do campo, principalmente o lado esquerdo, com Beto. Rápido, o jogador procurava as bolas aéreas para a área. Na primeira, aos 10, botou a bola na cabeça de Adeílson, que mandou para fora. Na segunda, aos 12, deu tudo certo. Com estilo, Rodriguinho sequer saiu do chão, mas testou firme, no ângulo esquerdo de Sérgio, que nada pôde fazer: Ipatinga 1 a 0.



A Portuguesa, que vinha de uma virada espetacular sobre o Náutico por 3 a 2, estava mal posicionada em campo. Diogo, a grande promessa do time, estava apagado. Além de prender muito a bola - nas poucas vezes em que a teve -, pouco se aproximava de Jonas no ataque. Quem mais procurava chegar perto do atacante era Sidnei, que numa jogada de bola parada deu o primeiro susto à defesa do Ipatinga. Em cobrança de falta, aos 16 minutos, fez o goleiro Fred a espalmar para escanteio.



Mas o meio-campo do time paulista armava mal as jogadas, e os atacantes, distantes, estavam perdidos. Nada, no entanto, se posicionava pior em campo do que a defesa. Rodriguinho agradecia. Aos 35, aproveitou-se de um cochilo de Halisson para, após centro da esquerda de Adeílson, bater de virada, de voleio, para fora, com perigo. No minuto seguinte, o destaque da partida deixou novamente a sua marca ao receber um presente de Carlos Alberto, que saiu jogando errado na entrada da área. O camisa 10 bateu como ela lhe chegou, rasteira, sem defesa para Sérgio.




Depois do segundo gol, até que a Lusa se aventurou melhor ao ataque. Jonas, em jogada individual, deixou Tiago Vieira no chão e bateu para fora, aos 39. No minuto seguinte, Erick, de frente para o gol, bateu meio torto. Mas em nenhum momento dos primeiros 45 minutos o time mostrou um padrão de jogo que o credenciasse a nova reação. O jeito era torcer para um segundo tempo melhor.







Ipatinga chega aos quatro



Na tentativa de ter melhor marcação na defesa e reposição mais rápida de bola no meio-campo, o técnico Vágner Benazzi trocou Gavillán por Dias no intervalo. Deu certo. A Lusa passou a sair mais veloz para o ataque. Usando melhor as laterais, e com Diogo e Sidnei encostando mais em Jonas na frente, aproveitou-se também da velha tática de recuar para segurar o resultado feita pelo Ipatinga. Resultado: diminuiu o placar aos 19 minutos. Após uma cobrança de escanteio, a bola sobrou para Jonas, que bateu de raspão. Fred soltou e o zagueiro Halisson, bem colocado, bateu firme.



A Lusa viu a possibilidade de nova reação. Dois minutos depois do gol, Sidnei teve a grande chance de empatar, que acabou desperdiçando. Aí, pouco depois, Vagner Benazzi trocou o jogador, que estava bem na partida, para pôr Rogério. O time acabou punido. Justamente quando dominava, sofreu o terceiro gol do Ipatinga. Em escanteio cobrado aos 29 minutos, Dias tocou de cabeça e marcou um gol contra, para desespero do goleiro Sérgio.



O desânimo tomou conta da equipe. O Tigrão se aproveitou. Marinho, que já se destacava na segunda etapa pela rapidez nos contra-ataques, recebeu bola no meio-campo, partiu em velocidade e tocou, sem defesa, para Fred: 4 a 1, para a alegria da torcida do Ipatinga, que ainda podia ter visto mais gols, tivesse Sandro aproveitado a boa chance e o árbitro Wilson de Souza Mendonça marcado pênalti em Marinho. Mesmo assim, a festa já estava feita.







Ficha técnica:
IPATINGA 4 x 1 PORTUGUESA
IPATINGA
Fred, Leandro Salino, Gian (Leo Oliveira), Tiago Vieira e Beto (Sandro); Paulinho Dias, Augusto Recife, Leo Silva (Luciano Mandi) e Rodriguinho; Adeílson e Marinho.
Técnico: Ricardo Drubscky
PORTUGUESA
Sérgio, Wilton Goiano, Bruno Rodrigo, Halisson e Ralph; Erick, Gavillán (Dias), Sidnei (Rogério) e Carlos Alberto; Diogo e Jonas.
Técnico: Vágner Benazzi.
Gols: Rodriguinho, aos 12 e 36 minutos do primeiro tempo; Halisson, aos 19, Dias (contra), aos 29, e Marinho, aos 31 do segundo tempo
Cartões amarelos: Beto, Gian, Fred, Erick e Wilton Goiano.
Estádio: Ipatingão. Data: 19/07/2008.
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça.
Auxiliares: José Javel Silveira (RS) e Altemir Hausmann (RS)


FLUMINENSE 1X0 FIGUEIRENSE
Flu vence o Figueira e sai da zona de rebaixamento


A brincadeira ainda não começou para o Fluminense, mas sua torcida pelo menos voltou a sorrir. O Tricolor sofreu muito, mas venceu o o Figueirense por 1 a 0 na noite deste sábado, no Maracanã, pela 13ª rodada. Graças aos gol de Thiago Neves, o time carioca chegou a 12 pontos em 16º lugar, mas precisa torcer por derrotas de Atlético-MG e de Goiás, neste domingo, para não voltar ao grupo dos quatro últimos colocados do Brasileirão.

O Figueira está em oitavo com 19 pontos, mas pode perder posições ao fim da rodada. A equipe catarinense deixou o gramado revoltada com a arbitragem, pois considera que o gol tricolor foi irregula - Washington subiu com o braço levantado, o goleiro Wilson socou mal a bola, que sobrou para Thiago Neves completar.

Na próxima quarta, o Flu tem o clássico contra o Vasco, no Maracanã, às 21h45m. O time de Florianópolis recebe o Grêmio na quinta, às 20h30m.



A partida foi a última de Thiago Neves e Thiago Silva antes de se apresentarem ao técnico Dunga na seleção olímpica. Como os jogadores interessam a clubes europeus, há o risco de terem feito a despedida com a camisa do Flu.



Flu acerta duas bolas na trave logo no início


O Fluminense começou o jogo partindo com tudo para cima do Figueirense e quase abriu o placar nos minutos iniciais. Aos 3, Washington fez grande jogada pela esquerda, em cima de Felipe Santana, e cruzou rasteiro para Thiago Neves, que estava no meio da área, mas não conseguiu concluir graças à intervenção providencial do goleiro Wilson, que saiu nos pés do apoiador tricolor.

No minuto seguinte, Dodô carimbou a trave do goleiro catarinense, após passe de Rafael. A blitz tricolor continuava e, aos seis, Thiago Neves cobrou falta da entrada da área, mas a bola desviou na barreira e saiu pela linha de fundo. Quatro minutos depois, em mais uma cobrança de falta, da intermediária, Washington cobrou no ângulo direito de Wilson, mas a bola bateu na junção da trave com o travessão do Figueirense.

Após tantas chances não resultadas em gol, os jogadores do Fluminense diminuiram a pressão, e o Figueirense começou a se lançar ao ataque. Mas a zaga tricolor, segura, bloqueou as principais ações do adversário. O melhor lance do Figueirense se deu aos 22 minutos, num chute de Jackson que assustou o goleiro Ricardo Berna.


O Tricolor, aos poucos, voltou a dominar as ações, mas a falta de jogadas pelas laterais obrigava a dupla de atacantes do Flu a sair da área, facilitando a tarefa da defesa do Figueirense, que abusou da violência – não coibida pelo árbitro - em alguns lances, irritando os jogadores do Fluminense. A última boa chance da primeira etapa saiu aos 44 minutos, numa jogadaa iniciada por Fabinho, que lançou Rafael na direita. O lateral cruzou, a zaga do Figueira afastou e, no rebote, Junior Cesar chutou para o gol, mas a bola saiu à direita de Wilson, sem muito perigo.



Gol polêmico no fim gera revolta do Figueirense



O segundo tempo começou no mesmo ritmo do primeiro, com o Fluminense partindo com tudo para cima do adversário. No lance inicial, Washington, após uma linha de passe na área adversária, perdeu o tempo de bola e, na hora de cruzar para Dodô, foi desarmado. No minuto seguinte, Thiago Neves recebeu pela esquerda e, do bico da pequena área, preferiu chutar em vez de cruzar e quase abriu o placar para o Fluminense.



Com o susto, o Figueirense acordou e equilibrou as ações em campo, mas por pouco tempo, já que aos 16 minutos, Arouca fez boa jogada pela direita e cruzou para Dodô, mas o atacante, completamente livre, isolou a bola na arquibancada.



O técnico Renato Gaúcho, então, fez a substuição costumeira, aos 20, colocando Tartá no lugar de Fabinho. PC, que no intervalo já havia posto Wellington Amorim no lugar de Ricardinho, colocou Ramon no lugar de Rodrigo Fabri. Com as mudanças, o Flu voltou a pressionar o Figueira, que recuou completamente. Mas como a pressão não surtia efeito, aos 32, Somália entrou no lugar de Dodô, que saiu vaiado pela torcida. PC, por sua vez, pôs Rafael Coelho na vaga de Tadeu.



A mudança, desta vez, surtiu efeito para o Flu. O Figueirense até criou a primeira chance, numa jogada confusa pela esquerda, com Marquinhos, que pediu pênalti no lance, aos 34. Mas o Tricolor quase marcou aos 36, num chutaço de Thiago Neves que Wilson foi no ângulo espalmar. Três minutos depois, o goleiro do Figueira fez mais uma espetacular defesa, outra vez em chute de Thiago Neves.



Mas aos 40 não teve jeito. Após escanteio cobrado pela esquerda, Washington tentou alcançar a bola com a mão, o goleiro Wilson socou mal a bola, que caiu nos pés do camisa 10 tricolor. Thiago Neves concluiu bem e salvou o Flu. Para revolta geral dos catarinenses, o juiz confirmou o gol, mesmo diante dos protestos. Sem nada com isso, os mais de 13 mil tricolores que foram ao Maracanã saíram felizes. E aliviados com a escapulida da zona de rebaixamento.





Ficha técnica:
FLUMINENSE 1 x 0 FIGUEIRENSE
FLUMINENSE
Ricardo Berna, Rafael, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior Cesar; Fabinho (Tartá), Arouca, Conca e Thiago Neves (Maurício); Dodô (Somália) e Washington
Técnico: Renato Gaúcho
FIGUEIRENSE
Wilson, Anderson Luiz, Bruno Aguiar, Asprilla, William Matheus, Jackson, Leandro Carvalho, Marquinho, Rodrigo Fabri (Ramon), Ricardinho (Wellington Amorim), Tadeu (Rafael Coelho)
Técnico: PC Gusmão.
Gols: Gian, aos 41 minutos do primeiro tempo; Adeílson, aos nove, Charles, aos 24, e Jadilson, aos 43 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Leandro Carvalho, Rodrigo Fabri, William Matheus e Arouca.
Estádio: Maracanã. Data: 19/07/2008.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Auxiliares: Jair Albano Felix (MG) e Guilherme Dias Camilo (MG).
Renda: R$ 148.267 Público pagante/presente: 12.499/13.419