sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Campeonato Português

TROFENSE 0X2 MARÍTIMO
Marítimo derrota o vice-lanterna do Português e assume o terceiro lugar



O Marítimo visitou nesta sexta-feira o Trofense, em jogo de abertura da oitava rodada do Campeonato Português . O time da Ilha da Madeira saiu vencedor pelo placar de 2 a 0, gols de Djalma e Olberdam.

Com o resultado, o Marítimo chegou a 14 pontos e assumiu a terceira posição. O Trofense segue em penúltimo lugar, com quatro pontos. O líder é o Leixões (16), que neste sábado visita o Sporting no estádio Alvalade XXI.

Campeonato Alemão

HANNOVER 1X1 BOCHUM


Na abertura da 13ª rodada do Campeonato Alemão nesta sexta-feira, o Hannover recebeu o Bochum e empatou por 1 a 1, gols do atacante Schlaudraff para os anfitriões e Fromlowitz (contra) para os visitantes. Com o resultado, o time da casa chegou aos 13 pontos (13º lugar). Já o Bochum alcançou os dez e deixou a zona de rebaixamento da Bundesliga.


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Octogonal Final da Série C

GUARANI-SP 4X2 DUQUE DE CAXIAS-RJ
Guarani vence o Duque de Caxias e volta ao G-4 da Terceirona


O Guarani-SP deu importante passo para disputar a Série B em 2009. Atuando no Brinco de Ouro da Princesa, o Bugre venceu o Duque de Caixas por 4 a 2, nesta quinta-feira, e voltou ao G-4 do octogonal final da Série C. Nunes, Xandão e Fernando Gaúcho marcaram para os paulistas, enquanto Silva e João Rodrigo descontaram.

Com o Atlético já classificado, três vagas ainda estão em disputa. O Campinense-PB aparece em segundo, com 19 pontos, seguido agora por Guarani (17), Águia-PA (15), Brasil-RS (14), Confiança-SE (14) e Rio Branco-AC (13), todos ainda com chances.

Quem foi ao estádio do Guarani só conseguiu ver gols a partir dos 43 minutos do primeiro tempo. Nunes, de cabeça, abriu o placar para o Bugre. Nos acréscimos, Silva empatou.

O ritmo não caiu na etapa final. Com três minutos, Xadão, também de cabeça, desempatou para o Guarani novamente. Aos 16, Fernando Gaúcho cobrou pênalti e ampliou para 3 a 1.

O Duque de Caxias não se entregou. Com 25 minutos, João Rodrigo diminuiu e deu esperanças à torcida. Entretanto, Fernando Gaúcho marcou mais um, aos 38, e decretou o placar final da partida.




ATLÉTICO-GO 2X0 BRASIL-RS
Campeão, Atlético-GO comemora título com vitória sobre o Brasil-RS



A torcida do Atlético-GO foi ao Serra Dourada, nesta quinta-feira, assistir ao time campeão da Série C 2008. Para completar a festa, o Dragão venceu o Brasil de Pelotas-RS por 2 a 0, confirmando os 100% de aproveitamento dentro de casa em toda a competição. Juninho, aos 14 minutos, fez 1 a 0. O gol que ratificou a vitória, porém, só saiu aos 40 do segundo tempo, com Wesley.

O Atlético chegou aos 28 pontos, nove a mais que o segundo colocado, o Campinense-PB. O Brasil ainda luta por uma vaga na Série B. Os gaúchos têm 14 pontos, um a menos que o Águia-PA, quarto colocado.





O jogo



Os donos da casa mostraram por que têm a melhor campanha e já estão garantidos na Série B em 2009. Logo aos três minutos, Juninho arriscou da meia-lua da grande área. A bola desviou na zaga e saiu pela linha de fundo.

O time pelotense era tímido. O Xavante buscava os cruzamentos, principalmente em jogadas pela esquerda, com Cláudio Milar e Emanuel.

O domínio era do time goiano. Assim, os donos da casa chegaram ao gol aos 15 minutos. O lateral Rafael Cruz alçou bola, da direita, e Juninho dominou e não perdoou o goleiro Vanderlei: 1 a 0.

O gol abalou os xavantes, que tinham dificuldade em criar jogadas de ataque. A melhor chance foi com um chute de Milar, no final da etapa, defendido por Márcio.

Goianos dominam a segunda etapa



A etapa complementar foi de domínio ainda maior dos donos da casa. A todo instantes, o Atlético-GO pressionava e testava o goleiro Vanderlei. O volante Robston era o principal jogador da equipe, marcando bem e saindo ao ataque.

Depois de levar uma bola na trave, Vanderlei não segurou a pressão, aos 39 minutos. Em um contra-ataque rápido, André Leonel chutou de dentro da área e o goleiro xavante fez uma grande defesa. Mas o rebote sobrou nos pés de Wesley, que só teve o trabalho de estufar as redes.



Tabela Dinâmica: simule os resultados da Terceirona

Campeonato Italiano

JUVENTUS 4X1 GENOA
Amauri marca, Juventus goleia e alcança o Inter de Milão na liderança


O Juventus recebeu nesta quinta-feira o Genoa e não teve muito trabalho para vencer por 4 a 1. Grygera, Amauri, Iaquinta e Papastathopoulos (contra) fizeram os gols do time da casa, com Milito descontando. A partida marcou a abertura da 12ª rodada do Campeonato Italiano .

Com o resultado, o Juventus chegou a 24 pontos e alcançou o líder Inter de Milão, que visita o Palermo neste sábado. O Genoa permaneceu com 20 pontos, na sétima colocação do campeonato.

Logo no início, a Velha Senhora se valeu do fato de jogar em casa para partir para cima e abrir o placar. Aos seis minutos, Grygera penetrou pelo lado direito, tabelou com Del Piero e, mesmo sem muito ângulo, soltou uma bomba cruzada para fazer 1 a 0. O goleiro Rubinho (ex-Corinthians) nada pôde fazer.








O Genoa, que teve o volante Thiago Motta, também brasileiro, em campo, chegou a pressionar em busca do empate. Diego Milito perdeu chance incrível de igualar o marcador ao limpar a marcação e bater na rede pelo lado de fora.



O Juventus tratou de serenar os ânimos e ampliou aos 26. Amauri pegou bola na intermediária e lançou Grygera na ponta direita. O lateral esperou pela penetração do próprio Amauri e fez o cruzamento com açúcar. O brasileiro testou com estilo e correu para o abraço.



Na segunda etapa, o Juventus optou por não correr mais riscos e cozinhou bem a partida. O Genoa pouco conseguiu ameaçar e ainda foi castigado com o terceiro gol juventino. Aos 40, Iaquinta, que entrara na vaga de Amauri, recebeu passe primoroso de Del Piero e tocou na saída de Rubinho para fazer 3 a 0.

O gol de honra do Genoa saiu pouco depois. Milito fez de pênalti seu décimo tento no Campeonato Italiano. O argentino lidera a tabela de artilheiros, seguido por Gilardino, da Fiorentina (oito gols). Amauri tem seis gols neste Italiano.

Nos acréscimos, o Juventus fechou a goleada. Camoranesi cruzou da direita e Papastathopoulos fez contra ao tentar cortar.

Octogonal Final da Série C

RIO BRANCO-AC 2X1 CAMPINENSE-PB
Rio Branco vence o Campinense, e Atlético-GO garante o título


O Atlético-GO tornou-se campeão brasileiro da Série C nesta quarta-feira sem precisar entrar em campo. O líder do octogonal final viu o segundo colocado, o Campinense-PB, ser derrotado pelo Rio Branco-AC por 2 a 1 fora de casa. O time goiano é o primeiro clube a conquistar o título da Terceira Divisão pela segunda vez, já que havia sido campeão em 1990.

A diferença entre Atlético e Campinense é de seis pontos (25 a 19), restando apenas dois jogos para os paraibanos. Entretanto, o time nordestino não alcança o número de vitória dos goianos.

No jogo em Rio Branco, os donos da casa abriram o placar com Marcelo Brás, de pênalti, aos 38 minutos. Nos acréscimos, Fernandes empatou para o Campinense. Mas Marcelo Brás, novamente de pênalti, garantiu a vitória do time do Acre.

Apesar da derrota, o Campinense segue com boa chance de se classificar para a Série B. Com 19 pontos, o clube tem quatro pontos a mais que o terceiro colocado, o Duque de Caxias-RS, e não pode ser ultrapassado neste rodada. Já o Rio Branco voltou para a briga. Chegou aos 13 pontos, dois a menos que o G-4.




CONFIANÇA-SE 3X2 ÁGUIA-PA
Confiança encosta no G-4


No outro jogo da noite, o Confiança-SE derrotou em casa o Águia-PA por 3 a 2. Os dois gols de Da Silva e o de Cristiano Alagoano (Aleílson e Ciro descontaram) deixaram o time sergipano de novo na briga pelo G-4.

O Confiança chegou aos 14 pontos - ainda em sétimo - e tem um a menos do que o próprio Águia, pior das equipes que estão no G-4.



Tabela Dinâmica: simule os resultados da Terceirona

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Jogo Isolado na Série A

ATLÉTICO-MG 4X1 VASCO
Atlético-MG goleia e aumenta risco de o Vasco ser rebaixado à Segunda Divisão






A torcida do Atlético-MG esperou um turno inteiro pela revanche da goleada por 6 a 1 que sofreu para o Vasco, em São Januário, na 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. A diferença de gols não foi a mesma, mas o Galo venceu por 4 a 1 (assista aos gols no vídeo ao lado), chegou aos 47 pontos ganhos, assumiu o décimo lugar na tabela de classificação e praticamente assegurou uma das vagas para a Copa Sul-Americana do ano que vem.

Já o Vasco permanece com 37 pontos, na 15ª colocação, e segue na árdua luta contra o rebaixamento. Para não terminar a 35ª rodada entre os quatro últimos do Brasileirão, resta aos cruzmaltinos torcerem contra os adversários diretos nos jogos que serão disputados no próximo fim de semana.



TABELA DINÂMICA: Simule resultados e a classificação do Brasileirão




As duas equipes só voltam a campo no dia 23 de novembro, um domingo. O Atlético-MG enfrenta o Sport, às 19h10m, na Ilha do Retiro, em Recife. O Vasco recebe o São Paulo, às 17h, em São Januário.

A torcida atleticana lotou as arquibancadas do Mineirão e cantou desde o começo, embalando os gols do Galo com os gritos de "Vou festejar o seu sofrer, o seu penar". Um a um eles foram saindo, e depois do quarto, marcado por Leandro Almeida, de pênalti, os torcedores passaram a pedir "mais dois". O Vasco esboçou uma reação aos 23 minutos, com um gol de Madson, mas a derrota já estava sacramentada.


A noite de festa foi completa, já que, além da goleada, o atacante Marques completou 189 jogos com a camisa do Galo e igualou o recorde de Paulo Roberto Prestes; o técnico Marcelo Oliveira fez a sua partida de número 50 no comando do time mineiro; e o atacante Euller, que fez história no clube, colocou seus pés na calçada da fama do estádio.

Galo abre vantagem logo no começo

O Atlético-MG dominou as ações desde o primeiro minuto e tomou conta do meio-campo. O Vasco tentava jogar no erro do adversário, se defendendo como podia. A pressão do Galo surtiu efeito logo aos dez minutos. Marques lançou Renan Oliveira pela direita de ataque. Ele cruzou rasteiro e encontrou na segunda trave Castillo, que, livre de marcação, só teve o trabalho de chutar para abrir o placar.

A primeira grande chance do Vasco aconteceu apenas aos 25 minutos. Madson chutou forte e a bola passou por cima do travessão do goleiro Juninho. Na jogada, o camisa 1 do Galo sentiu dores nas costas e pecisou ser substituído por Edson. Dois minutos depois, o time mineiro encaixou um contra-ataque pela esquerda e chegou ao segundo gol. Renan Oliveira tabelou com Elton, ganhou na corrida da defesa vascaína e tocou com categoria por baixo do goleiro Rafael.

Com a vantagem no placar, o Atlético-MG passou a valorizar mais a posse de bola e diminuiu o ritmo. O Vasco tentava chegar com Edmundo e Madson, mas esbarrou na boa atuação da defesa adversária.



Renato mexe no time, mas alterações não surtem efeito








O técnico Renato Gaúcho fez uma mudança no seu time no intervalo: colocou o meia Leandro Bonfim no lugar do zagueiro Eduardo Luiz, na tentativa de deixar o seu time mais ofensivo. No Galo, Pedro Paulo substituiu Marques, que reclamou de cansaço.

Mas a pressão do Atlético-MG continuou, e aos 12 o árbitro Leandro Vuaden marcou pênalti de Rafael em Castillo. Leandro Almeida cobrou bem e ampliou. Sem dar tempo de o Vasco assimilar o golpe, o Galo teve mais um pênalti a seu favor quatro minutos depois. Pedro Paulo foi derrubado por Jonílson, e novamente Leandro Almeida foi para cobrança. A equipe de Minas chegava à goleada.



O time cruzmaltino diminuiu aos 23. Madson cobrou falta pela direita, e a bola acabou passando por todos na área até entrar no canto oposto do goleiro Edson. Aos 45, César Prates derrubou Wagner Diniz na área, e o Vasco ainda teve um pênalti a seu favor. Leandro Amaral, no entanto, se enrolou na paradinha, uma vez que o goleiro atleticano não caiu, e chutou por cima do gol (assista ao lance no vídeo acima).


Ficha Técnica:
ATLÉTICO-MG 4 x 1 VASCO
ATLÉTICO-MG
Juninho (Edson), Sheslon, Welton Felipe, Leandro Almeida e César Prates; Nen, Elton (Yuri), Márcio Araújo e Renan Oliveira; Marques (Pedro Paulo) e Castillo
Técnico: Marcelo Oliveira
VASCO
Rafael, Eduardo Luiz (Leandro Bonfim), Jorge Luiz e Odvan; Wágner Diniz, Jonilson, Mateus, Madson (Pedrinho) e Rodrigo Antônio; Edmundo (André) e Leandro Amaral
Técnico: Renato Gaúcho
Gols: Castillo, aos dez, e Renan Oliveira, aos 31 minutos do primeiro tempo; Leandro Almeida, aos 13 e aos 15, e Madson, aos 23 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Marcio Araújo e Sheslon (Atlético-MG); Jonilson e Rafael (Vasco)
Estádio: Mineirão Data: 12/11/2008
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison e Julio Cesar Santos
Renda: R$ 244.750 Público: 42.182 pagantes

Jogo Isolado na Série B

JUVENUDE 1X2 CORINTHIANS
Em clima de guerra, Corinthians vence e complica o Juventude em Caxias do Sul






Mano Menezes pediu seriedade e foi atendido (até demais) pelos jogadores do Corinthians. Em uma partida que excedeu a disputa esportiva e ganhou ares de guerra, nesta quarta à noite, o Timão venceu o Juventude por 2 a 1, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, e mostrou que não está acomodado depois de garantir o acesso e o título da Série B do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro não vencia no Rio Grande do Sul desde 2002 (nove derrotas e cinco empates).



No fim da partida, o goleiro Felipe reclamou de racismo por parte dos torcedores gaúchos.



O resultado mantém a equipe paulista com ampla vantagem na liderança isolada. Agora, soma 79 pontos, 13 a mais que o segundo colocado Avaí, também assegurado na elite em 2009. Já o Juventude praticamente dá adeus ao sonho do acesso. O time aparece em oitavo lugar, com 52 pontos, cinco a menos que o Barueri, quarto. Restam apenas três rodadas.



OUÇA OS GOLS DO JOGO PELA RÁDIO GLOBO

O Corinthians volta a campo no próximo sábado para enfrentar o Vila Nova, às 16h20m, no Pacaembu. Os gaúchos encaram o Brasiliense, no mesmo dia, mas às 20h40m, no Distrito Federal.


Violência, chute no bumbum e gol de Morais








O Juventude bem que tentou assustar nos primeiros minutos para se manter vivo na briga pelo acesso. Empurrado pela torcida e instruído pelo técnico Ivo Wortmann a pressionar desde o início, a equipe da casa foi para cima, principalmente pelo lado esquerdo. Com o veloz Maycon, apostou nos levantamentos à área na procura pelo grandalhão Mendes, preso entre Diego e William.



O Timão também ouviu o que pediu Mano Menezes: seriedade. Mesmo com a vaga e o título em mãos, o Alvinegro jogou nitidamente esperando o adversário atacar para sair em velocidade. E foi assim que abriu o placar, aos sete minutos. Após ótima troca de passes com Dentinho entre a confusa defesa rival, Morais recebeu na área e tocou no canto direito. Michel Alves ainda desviou, mas a bola entrou mansamente.



A desvantagem não fez o Juventude desistir. Aos 11, a primeira boa chance, com Mendes cabeceando com perigo por cima um levantamento da esquerda. Dois minutos mais tarde, Maycon perdeu gol feito. Ele invadiu a área pela esquerda, mas errou o chute e Felipe conseguiu desviar com o pé esquerdo, evitando o empate.








Apesar de o jogo não ser um dos melhores tecnicamente, os times não aliviaram nas divididas e abusaram das jogadas violentas. A bronca dos gaúchos era com o atacante Dentinho por conta de uma falta no volante Renan no duelo do primeiro turno. Por aquela jogada, o marcador precisou passar por cirurgia no tornozelo esquerdo e até agora não voltou a jogar.



Aos 34, um lance curioso. Antes de uma cobrança de falta, o centroavante Mendes se dirigiu à barreira e chutou o bumbum do volante Cristian. Ao mesmo tempo, a comissão técnica do Corinthians abandonou o banco de reservas sob a alegação de não poder trabalhar por causa de objetos atirados pela torcida gaúcha. O jogo ficou parado por quase dois minutos.



- Está impossível trabalhar. Querem ganhar o jogo na marra. Mas, na marra, não vão ganhar - disse durante a paralisação o técnico Mano Menezes, que ainda viu Elias chutar para linda defesa de Michel Alves após desvio na zaga.



Ju empata, mas frango dá vitória ao Timão







O Juventude voltou para o segundo tempo com Schwenck no lugar de Maycon para tentar melhorar o ataque. O problema era que Mendes não estava com o pé bom. Aos quatro minutos, ele desperdiçou ótima oportunidade de manter o clube vivo no torneio. Após cruzamento da esquerda, o centroavante recebeu livre na área, ajeitou, mas bateu para fora.



Curiosamente, o Ju por aí. Apesar de ter mais posse de bola e de ir ao ataque, o time da casa pouco produziu, sobretudo pela boa marcação de Elias e Cristian no meio-de-campo. Assim, o Timão também assustou. Aos, 18 minutos, Alessandro cruzou da direta e Herrera furou na frente de Michel Alves.



Mesmo não jogando bem, os gaúchos empataram, aos 22. A zaga do Corinthians bobeou após lançamento para a área pedindo impedimento, Egídio invadiu e tocou na saída de Felipe. O lateral-direito Alessandro dava condições legais ao meio-campista.



Quando o jogo parecia decidido, o Corinthians chegou à vitória, aos 40. Cristian cobrou falta de longa distância, a bola tocou no "morrinho artilheiro" e o goleiro Michel Alves aceitou, transformando a missão do Juventude em praticamente impossível nos últimos jogos.





Ficha técnica:
JUVENTUDE 1 x 2 CORINTHIANS
JUVENTUDE
Michel Alves; Luiz Felipe (Elvis), Juan Perez, Dirley e Murilo Ceará; Walker, Lauro, Marcelo Costa e Egídio; Mendes e Maycon (Schwenck).
Técnico: Técnico: Ivo Wortmann.
CORINTHIANS
Felipe; Alessandro, Diego, William e Wellington Saci (Lulinha); Cristian, Elias, André Santos e Morais; Dentinho (Diogo) e Herrera (Bebeto).
Técnico: Mano Menezes.
Gols: Morais, aos sete minutos do primeiro tempo; Egídio, aos 22, e Cristian, aos 40 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Dirley, Lauro, Maycon, Elvis (Juventude); William, Alessandro, Dentinho (Corinthians)
Estádio: Alfredo Jaconi.
Árbitro: William Marcelo Souza Nery (RJ).
Auxiliares: Roberto Braatz (PR) e Dibert Pedrosa Moisés (RJ)

Resenha do Chinese Democracy

Novo do Guns N' Roses reflete esquizofrenia de sua história de gravação

Agora, sim: se você for um cidadão norte-americano, já pode encomendar a sua Dr. Pepper de graça. Contrariando as previsões mais pessimistas da fabricante de refrigerantes, o novo álbum do Guns N' Roses, "Chinese democracy", existe, sai em 25 de novembro deste ano, e o G1 já ouviu todas as 14 faixas do disco em uma sessão fechada para jornalistas na noite desta terça-feira (11) em São Paulo.



Aguardado há quase 15 anos (desde o disco de covers "The spaghetti incident", de 1993), o sempre prometido "Chinese democracy" foi adiado sucessivas vezes e acabou virando alvo de piadas, correndo o risco de se tornar o "disco perdido" do GN'R, que atualmente só conta com o vocalista Axl Rose da formação original.



Primeiro as boas notícias aos fãs de Axl: a voz dele ainda mantém aquele timbre característico, agudo e levemente rouco, e muitas vezes o cantor grita como se esivesse em 1989. As guitarras também carregam os timbres, riffs e mesmo os alguns solos que caracterizaram o período em que o cabeludo de cartola Slash (hoje guitarrista da Velvet Revolver) ainda fazia parte da banda.

Mas apesar de preservar certas características que ajudaram a criar a identidade do Guns N' Roses, "Chinese democracy" não soa como um álbum de hard rock, gênero no qual a banda se consagrou. Na verdade, o disco flerta bastante é com a "rocktrônica" dos anos 90: a segunda faixa, "Shacler's revenge" (lançada inicialmente no videogame "Rock band 2"), poderia ter saído de uma colaborção de Axl com White Zombie ou com Prodigy, dependendo da referência do ouvinte.



Juntando os trapos

As orquestrações e programações se espalham por todo o disco, como numa versão revisitada da trilha sonora do filme "Spawn", que juntava bandas de rock pesado com artistas de música eletrônica.



Toques orientais figuram na introdução da faixa-título e em "If the world", enquanto as baladas "Street of dreams" e "This I love" disputam o posto de "nova 'November rain'". "Scrapped" pode trazer a lembrança de "Welcome to the jungle" (com um pouco de boa vontade, claro) com um clima de r'n'b dos anos 90, enquanto "Sorry" é uma balada eletrônica com vocais processados.

Mas graças a essas mesmas orquestrações épicas, programações eletrônicas parecendo datadas e vocais variando em timbre, tom e volume, "Chinese democracy" soa como uma colagem das várias fases de gravação pelas quais o álbum passou -- algumas faixas contam com até cinco guitarristas diferentes.



Engenheiro de som de bandas como Rage Against the Machine e Pearl Jam, o co-produtor Caram Costanzo até se esforça, mas a tendência é que o disco descambe para a mesma esquizofrenia que marcou toda a sua história de gravação.

Quanto aos fãs, a aprovação do disco deve variar de acordo com o grau de nostalgia e paciência de cada um. Mas, para quem esperou tanto tempo, paciência não deve ser uma virtude em falta.


Álbum: Chinese democracy
Artista: Guns N' Roses
Gravadora: Universal
Avaliação: 5,0

terça-feira, 11 de novembro de 2008

35 Rodada:Série B

SANTO ANDRÉ 4X2 ABC
Santo André bate o ABC e está perto de se garantir na Série A






Nesta terça-feira, pela 35ª rodada da Série B, o Santo André bateu o ABC por 4 a 2 (assista ao vídeo), no Bruno José Daniel, manteve a terceira posição com 61 pontos e está bem perto de subir para a Primeira Divisão. O time potiguar caiu para 14º, permanecendo com 43 pontos, e chances mínimas de cair para a Série C.



Na próxima rodada, o Ramalhão encara o Ceará, nesta sexta-feira, às 20h30m, no Castelão. Enquanto o ABC recebe o Marília, no Machadão, sábado, às 16h20m.

Ramalhão fulminante



Mal deu a saída, e o ABC partiu para cima. Contudo, com exatos um minuto e treze segundos, saiu o primeiro zero do placar. No contra-ataque. Márcio Mixirica recebeu na intermediária e esticou para Elton. Atacante deu um corte seco no zagueiro e bateu de canhota, sem chance de defesa para Paulo Musse. O Ramalhão mostrou quem manda no Bruno José Daniel.




Na seqüência, a zaga potiguar evitou o segundo gol do Santo André, desarmando Marcelinho Carioca. E o goleiro Paulo Musse espalmou uma bomba de Jéferson. Tudo isso com menos de dez minutos de partida.



Aos 15, Marcelinho Carioca lançou de três dedos para Elton. O atacante dominou na área, mas finalizou pela linha de fundo. Em seguida, o experiente Fernando recebeu de Márcio Mixirica, mas chutou por cima da meta. O segundo gol do Santo André era questão de tempo.



Aos 23, Jéferson apareceu pela direita, invadiu a área e finalizou no canto de Paulo Musse. Três minutos mais tarde, o mesmo Jéferson praticamente repetiu a jogada do gol anterior, mas escorando por baixo do arqueiro, ampliando a vantagem do Ramalhão para 3 a 0, e marcando o seu décimo gol na competição.



Irritado com os espaços cedidos pelo lateral-esquerdo Piaui, o técnico do ABC, Artur Neto, colocou Panda. No entanto, a alteração não surtiu efeito algum. Pelo contrário, o time potiguar sofreu o quarto gol depois que Marcelinho Carioca aproveitou a falha de Bosco e bateu no canto.



No prejuízo, potiguares vão para cima



Na etapa complementar, Fábio Silva substituiu o meio-campo Rodrigo, e Jean Carioca saiu para a entrada de Marcelinho, no ABC. Juninho ocupou o posto de Willians, no Santo André. A torcida do Ramalhão gritou ‘olé’ muito cedo, e o time relaxou. Aos nove, Bosco desceu pela direita e cruzou para a área. Fábio Silva, de cabeça, diminuiu para o time potiguar.



O jogo ficou franco, com as equipes se alternando no ataque. Aos 29, Fábio Silva desceu pela canhota e chutou cruzado. Neneca não segurou, e Ronaldo Capixaba, oportunista, empurrou para o fundo da rede, deixando o placar em 4 a 2.



Indignado, o técnico Sérgio Soares tirou Alexandre e pôs Cicinho, tentando colocar novamente o Ramalhão na partida. E mais tarde, para segurar o resultado, sacou Jéferson e pôs zagueiro Tiago Matias. O ABC continuou pressionando até o apito final.




AVAÍ 1X0 BRASILIENSE
Avaí vence o Brasiliense na Ressacada e garante vaga na Série A de 2009



Foram 29 anos de espera, mas a torcida do Avaí finalmente pode comemorar: o time está de volta à Série A do Campeonato Brasileiro. Em um jogo sofrido no estádio da Ressacada, em Florianópolis, a equipe venceu o Brasiliense por 1 a 0, gol de Evando, aos 36 minutos do segundo tempo.



Com o resultado, o time chegou aos 66 pontos e já garantiu, no mínimo, a quarta posição na Série B. O Corinthians, líder com 76 pontos, assegurou por antecipação o título e, por conseqüência, o retorno à elite. O Brasiliense, por sua vez, tem 43 pontos e segue ameaçado pelo rebaixamento.







A comemoração do time catarinense começou tão logo o árbitro encerrou a partida. E no gramado logo surgiu a figura do torcedor mais ilustre do Avaí: Guga. Em campo, o ídolo brasileiro simbolizava o delírio da torcida, que fazia sua festa na arquibancada. Eufórico, o tricampeão de Roland Garros foi jogado para o alto pelos atletas e comissão técnica da equipe. Em 2009, o ex-tenista terá a chance de ver pela primeira vez seu time de coração na Primeira Divisão. Afinal, ele tinha apenas três anos de idade em 1979, quando da última participação do clube na Série A.



O jogo

Precisando vencer para selar definitivamente a vaga, o Avaí animou sua torcida logo no início. Com 17 segundos de jogo, o goleiro Guto teve que trabalhar para evitar o gol de William. Empurrado pelo apoio de seu torcedor, a pressão do time da casa se intensificou. Aos quatro, Valber bateu falta da direita, Evando se antecipou à zaga e cabeceou por cima do gol.








O Brasiliense pouco ameaçou na primeira etapa. A melhor chance do time candango veio com 14 minutos, em chute de fora da área de Jóbson. Eduardo Martini espalmou para o lado. Guto voltou a trabalhar aos 19 minutos. Da entrada da área, Valber bateu prensado com a zaga. William partiu para cima da bola e chegou antes do goleiro, que, no entanto, abafou a finalização do atacante.

A chuva, presença constante nos últimos jogos do Avaí, desta vez não compareceu. Assim, o Leão tocava melhor a bola e pressionava o rival. Aos 29, quase saiu o grito de gol tão esperado na Ressacada. Evando foi lançado na área e deu um toque sutil por cima de Guto. Bida mostrou recuperação e tirou a bola em cima da linha.



Times caem de produção, Avaí sobe de divisão

No segundo tempo, apesar de a torcida do Avaí não parar de apoiar, o time catarinense caiu de produção. Apáticos, os homens de frente "aceitavam" a marcação do Brasiliense. A monotonia tomou conta do jogo, pois o Jacaré também não chegava ao gol adversário com perigo. Mas o panorama mudou, com os visitantes crescendo e ameaçando a meta catarinense por três vezes. Na primeira, Jóbson bateu cruzado e obrigou Eduardo Martini a esticar o braço para colocar a bola pela linha de fundo, aos 23. Na cobrança do escanteio, Ailson cabeceou duas vezes, e em ambas parou no goleiro do Avaí.

A tensão aumentou com o passar do tempo, mas os torcedores do Avaí não pararam de incentivar. Quando parecia que o jogo ficaria mesmo no empate, o Leão chegou ao gol. Evando recebeu na esquerda, puxou para o pé direito e bateu de fora da área. A bola desviou em Fábio Braz e entrou por baixo das pernas de Guto. Foi a senha para a torcida entrar em delírio, apenas à espera do apito final que garantiu o retorno do time à elite do futebol brasileiro.



A festa:




Emocionado, Silas comemora retorno do Avaí à Primeira Divisão






Principal jogador do Avaí na campanha da Série B, Marquinhos não joga, mas comemora o retorno do Avaí à Série A






Eduardo Martini, autor de um gol na Série B, analisa: 'O Avaí soube se organizar'







Avaí festeja subida para a Primeira Divisão. Jogadores comemoram com a torcida na Ressacada





MARÍLIA 3X3 CRICIÚMA
Marília evita derrota para Criciúma no fim


Com um gol de Altair aos 49 do segundo tempo, o Marília escapou de uma derrota para o Criciúma no estádio Bento de Abreu, nesta terça. Em partida entre adversários diretos contra o rebaixamento para a Série C, o empate por 3 a 3 não foi bom para nenhum dos dois.

O resultado manteve o Marília no 15º lugar, com 41 pontos. Porém, o time tem agora apenas dois pontos de distância para o Fortaleza, primeiro da zona de rebaixamento. O Criciúma, com 37, caiu para a 18ª posição, ultrapassado justamente pela equipe cearense.

Na próxima rodada, a antepenúltima da Série B, o Marília vai até Natal enfrentar o ABC, no sábado, às 16h20m. No mesmo dia, às 20h40m, o Criciúma recebe o Gama no estádio Heriberto Hulse.



Faltas e chutões


O primeiro tempo não foi bonito, mas as duas equipes mostraram disposição, disputando muito as bolas, algumas vezes até de maneira exagerada. O excesso de vontade do Criciúma, que resultava em muitas faltas, se transformou em uma boa arma para o Marília.

Vinicius ainda conseguiu salvar o time catarinense em tentativas de Flavio Boaventura e Leandro Amaro, aos 10. No entanto, quando Betinho desviou cobrança de falta de Altair, aos 17, o goleiro nada pôde fazer para evitar que o Maríla fizesse 1 a 0.

A reação do Criciúma não poderia ter sido diferente. Com Zulu atuando isolado no ataque, o time dependia de lançamentos longos e, aos 33, Canindé teve sucesso. O meia mandou a bola nas costas de Leandro Amaro, Zulu ganhou na corrida e bateu na saída do goleiro Alencar para empatar o confronto.



Jogo fica aberto no segundo tempo


O Marília voltou melhor do intervalo e partiu em busca do segundo gol, que saiu em bela jogada de Betinho. Aos 11, o atacante pedalou, passou por Everton e chutou forte. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar.

A vantagem da equipe da casa, no entanto, não durou muito. Assim como no primeiro tempo, o Criciúma acordou depois do gol sofrido e foi para o ataque. Aos 21, Coutinho arriscou o chute, a bola bateu no braço de João Vitor e o árbitro Evandro Rogério Roman (PR) marcou pênalti. Na cobrança, Zulu bateu no meio e voltou a empatar a partida.

Com a igualdade no placar, o jogo ficou aberto e o Criciúma soube aproveitar melhor as chances. Aos 29, Canindé cobrou escanteio e Cláudio Luiz, de peixinho, virou a partida para os catarinenses, que poderia ter ampliado três minutos depois. Alexandre Vidal ganhou a dividida e bateu na saída de Alencar, que fez grande defesa.

Quando o jogo já se encaminhava para o fim, Evandro Rogério Roman marcou empurrão de Everton em Betinho, dentro da área. Na cobrança, aos 49, Altair chutou forte e empatou a partida mais uma vez.



Tabela Dinâmica: simule os resultados e veja a classificação





GAMA 1X2 PARANÁ
Gol nos acréscimos deixa o Paraná respirar e praticamente rebaixa o Gama







Ainda com chances de escapar do rebaixamento à Terceira Divisão, o Gama recebeu o Paraná, nesta terça-feira, no estádio Mané Garrincha, no Distrito Federal, cheio de esperança. Mas a situação dos candangos na Série B está muito ruim e o Alviverde está praticamente rebaixado. Os paranistas venceram por 2 a 1 e mantiveram o adversário na penúltima posição na tabela, com 34 pontos. O Tricolor chega a 43 e se afasta da zona de degola (assista ao vídeo ao lado).

Na 36ª rodada, os dois times jogam no sábado. O Paraná recebe a Ponte Preta, enquanto o Gama visita o Criciúma.

Atraso no ínico da partida

Na última sexta-feira, o jogo entre Bahia e Brasiliense começou quase meia hora depois do previsto devido ao atraso do trio de arbitragem. Nesta terça, o jogadores de Gama e Paraná precisaram aguardar a remarcação das linhas que identificam as duas áreas do campo. A partida, prevista para 19h30m, começou 20 minutos mais tarde. A chuva forte apagou as linhas do gramado.


Primeiro tempo de Zandoná

Assustados pelo pesadelo do rebaixamento, os times partiram ao ataque dispostos a conquistar a vitória a qualquer custo, principalmente nos chutes de longa distância. A primeira ação de perigo foi dos candangos, aos 5. Adriano Magrão aproveitou a falha da zaga, chutou rasteiro, e assustou o goleiro Mauro.

A resposta paranista veio aos 14. Após levantamento para a área, o zagueiro Leandro cabeceou no cantinho, mas o goleiro Zandoná fez uma defesa brilhante. Adriano Magrão voltou a assustar o Tricolor, aos 33. Ao ser lançado na entrada da área, o atacante não deixou a bola cair e soltou a bomba, mas ela subiu demais.

Como o jogo estava lá e cá, aos 35, Giuliano ficou livre na área dos donos da casa, bateu de primeira, mas Zandoná apareceu muito bem para impedir o gol.


Segundo tempo ainda mais franco


A etapa final foi disputada em alta velocidade, com uma entrega máxima de ambas as partes. Aos 14, Ricardinho ficou na cara do gol, chutou bonito, mas Zandoná defendeu de forma brilhante. Cinco minutos depois, um lance incrível! Depois da cobrança de escanteio, a bola tocou em um defensor do Gama e bateu na trave. No rebote, o zagueiro Leandro precisou chutar duas vezes para abrir o placar: 1 a 0.

A alegria paranista durou pouco, precisamente dois minutos. Aos 21, Edimar foi derrubado na área por Agenor, e o árbitro André Luiz de Freitas Castro marcou a falta. Na cobrança, Pedro Paulo bateu bem e empatou: 1 a 1.

Aos 24, o Paraná perdeu Pituca. O volante fez uma falta infantil, na lateral direita do campo, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Mesmo com um homem a mais, o Gama não conseguiu pressionar o adversário. Aos trancos e barrancos, o Paraná se defendia de qualquer maneira e tentava aproveitar os contra-ataques, mas sem sucesso.



Aos 46, o Gama acertou a trave de Mauro, mas a bola voltou mansinha para as mãos do goleiro. Aos 48, Julio Cesar fez pênalti em Fabrício, e o juiz marcou pênalti. O próprio Fabrício bateu e deu números finais ao confronto: 2 a 1. O Paraná respira aliviado. No Gama, a disputa da Série C em 2009 já é tratada como realidade.




PONTE PRETA 1X0 BAHIA
Ponte consegue vitória suada sobre o Bahia e se mantém na briga pelo acesso





A Ponte Preta conseguiu uma vitória sofrida, mas importante, na sua luta para voltar à elite do Campeonato Brasileiro. O time bateu por 1 a 0 o Bahia nesta terça-feira, no Moisés Lucarelli, e foi à sexta colocação da Série B, com 54 pontos. Está a três do quarto colocado, o Barueri, mas ainda pode ser ultrapassado pelo Juventude, que tem 52 e enfrenta o Corinthians nesta quarta-feira.



O Bahia, que joga sem qualquer ambição na Série B, está no meio da tabela de classificação, em 11º lugar, com 45 pontos. A Ponte volta a campo no sábado para enfrentar fora de casa o Paraná, que tem risco pequeno de rebaixamento. Um dia antes, o Tricolor baiano recebe o lanterna e já rebaixado CRB.



A equipe de Campinas marcou com 27 minutos de jogo. Rafael Ueta, substituto do suspenso André, matou a bola no peito na meia-lua e chutou. O goleiro Fabiano caiu para fazer a defesa, mas foi enganado pelo quique no gramado irregular.





Pisão na bola impede segundo gol



O meia ainda teve uma ótima oportunidade de fazer o segundo gol, ao driblar dois adversários e ficar cara a cara com o goleiro. Pouco antes da conclusão, no entanto, ele errou a passada e pisou na bola.



- Essa bola é diferente da usada na Série A e às vezes prende no campo com a chuteira - justificou o jogador no intervalo.



No segundo tempo, Rafael Ueta quase brilhou mais uma vez, ao exigir boa defesa de Fabiano em uma cobrança de escanteio direto para o gol. Se o reserva Ueta apareceu em alguns dos melhores momentos da Ponte, com o destaque do time aconteceu o oposto. Renato teve atuação apagada e pouco participou das jogadas de ataque.



E uma bobeada de Renato, que não conseguiu proteger uma bola que ia em direção à linha de fundo, deu um susto na Ponte nos acréscimos. Caio aproveitou cruzamento e cabeceou no travessão de Aranha.



VILA NOVA 2X3 BARUERI
Barueri vence e rouba lugar do Vila Nova no G-4. Túlio isola pênalti






A luta pelas duas últimas vagas na Série A 2009 promete ser disputada até o fim. Nesta terça-feira, o Barueri, então quinto colocado, venceu o Vila Nova, que estava em quarto, por 3 a 2 no Serra Dourada e ultrapassou o rival na classificação da Série B. Val Baiano (duas vezes) e Basílio fizeram os gols paulistas, enquanto Alex Oliveira (também duas vezes) descontou. Túlio perdeu um pênalti para o Colorado.

O Avaí (66 pontos) garantiu sua vaga ao vencer o Brasiliense nesta terça. O Santo André (61) se manteve em terceiro ao bater o ABC. Barueri (57), Vila Nova (55), Ponte Preta (54), Bragantino (53) e Juventude (52) brigam pelas outras vagas. Estes dois últimos ainda jogam nesta rodada.

Barueri marca logo no início

A apreensão tomou conta do Serra Dourada quando Val Baiano abriu o placar para o Barueri aos oito minutos do primeiro tempo. O atacante do time paulista esticou o pé para desviar, a bola bateu no travessão e foi para o chão, quase em cima da linha. O assistente confirmou o gol.

O Vila só empatou no segundo tempo. Foi com Alex Oliveira, aos três. Marcel fez jogada de linha de fundo pela esquerda e cruzou para trás. O meia bateu forte, no ângulo direito: 1 a 1. A festa colorada durou apenas seis minutos. Basílio aproveitou rebote de Max e deixou o Barueri de novo na frente.

Quatro gols no segundo tempo








Sem mostrar que sentiu o segundo gol, o Vila se manteve no campo de ataque. De tanto insistir, conseguiu um pênalti, sofrido por Alex Oliveira. Aos 20, Túlio partiu para a cobrança. Mandou por cima. A festa voltou a ser do Barueri.

Com 26 minutos, o artilheiro da Série B foi substituído. Vaia da torcida do Vila Nova para ele. Já fora de campo, o atacante viu o Barueri marcar o terceiro, dois minutos depois. Jogada de Basílio pelo meio, e conclusão de Val Baiano da esquerda: 3 a 1.

Jogador mais efetivo do Vila Nova, Alex Oliveira apareceu de novo aos 37. Ele fez jogada individual pela direita, levou a bola para o meio e bateu no canto esquerdo, diminuindo para os donos da casa.

A reação, entretanto, parou por aí. O Barueri venceu o jogo e entrou no G-4.



AMÉRICA-RN 0X0 BRAGANTINO
Com Marcelo de Lima Henrique no apito, América-RN e Bragantino ficam no zero


Com a arbitragem de Marcelo de Lima Henrique, o polêmico juiz do clássico entre Botafogo e Flamengo do último domingo, no Maracanã, pela Série A, América-RN e Bragantino não saíram do zero a zero. Em partida de baixo nível técnico no Machadão, pela 35ª rodada da Série B, tanto o Dragão, quanto o Braga se complicaram na classificação. O time potiguar permanece à beira da zona do rebaixamento, em 16º, com 40 pontos, enquanto os paulistas continuam em sétimo, com 54.



Na próxima rodada, o América-RN encara o São Caetano, no Anacleto Campanella, sexta-feira, às 20h30m. O Bragantino recebe o Avaí, que subiu para a Primeira Divisão, no Marcelo Stéfani, sábado, às 16h20m.



Falta qualidade



O primeiro lance de perigo foi do Bragantino, dando pinta de que os visitantes iriam dominar a partida. Nunes recebeu na área, girou, mas bateu para fora. Porém, o América-RN tomou as rédeas do jogo em seguida. Souza e Júlio Terceiro comandavam as ações do meio-campo, enquanto Cascata e Marcelo Nicácio obrigavam o goleiro Gilvan a se virar lá atrás, garantindo a meta do Braga.



O time paulista, atuando com três zagueiros, pouco explorou as jogadas com os alas, tentando sempre as investidas pelo meio com Malaquias. Nunes e Davi, este segundo desaparecido nos primeiros 45 minutos, ficaram muito bem marcados.



Buzinas da discórdia



Antes de começar a segunda etapa um impasse: torcedores do América-RN, situados no local da arquibancada atrás do banco de reservas do Bragantino, perturbavam os suplentes e a comissão técnica do clube paulista. O mais indignado era o experiente Sérgio Manoel, que pediu ao comandante da Polícia Militar que tomasse uma atitude, em vão.



De volta ao jogo, o panorama não mudou. Os jogadores do Dragão permaneceram com um maior volume, enquanto os paulistas se defendiam e tentavam encaixar os contra-ataques. Todavia, Danilo bateu falta da intermediária, aos 13, e quase abriu o marcador para o Braga.



Aos 32, Sérgio Manoel foi quem ameaçou, também em cobrança de tiro livre. Cascata respondeu para o América-RN, aos 34, e a bola passou rente à trave de Gilvan. O meio-campo Pará, do Bragantino, foi expulso aos 37, e o jogo terminou mesmo com o placar zerado.




CRB 1X0 CEARÁ
CRB vence Ceará e encerra longo jejum


Depois de 13 rodadas, o CRB voltou a vencer. Já rebaixado para a Série C em 2009, e lanterna garantido da Série B, o time alagoano derrotou o Ceará por 1 a 0 no Estádio Rei Pelé, na noite desta terça-feira.



- É nosso caráter que está em jogo no campeonato, então vamos continuar lutando pelas vitórias – afirma Glaydson, o autor do gol, em entrevista ao Premiere.

A última vitória do CRB havia acontecido no dia 26 de agosto, sobre o São Caetano, por 4 a 2, em partida válida pela 21ª rodada. Apesar do tempo sem vencer, o time de Maceió já chega ao quarto jogo sem derrota e agora soma 24 pontos. Sem disputar mais nada na competição, o Ceará não mostrou interesse pelo confronto e segue na décima posição, com 46 pontos.

Na próxima rodada, a antepenúltima da segunda divisão, o CRB vai até Salvador, onde enfrenta o Bahia, na sexta-feira, às 20h30m. No mesmo dia e horário, o Ceará recebe o Santo André no Castelão.



Apenas três chances em 45 minutos


O jogo não valia mais nada para o campeonato, mas uma chance ainda no primeiro minuto com Lucio para o Ceará, as equipes deram a impressão de que não iam ligar para isso. Ficou na impressão. O primeiro tempo teve poucas chances para as duas equipes.

Em casa, o CRB ainda se esforçou, mas as tentativas se limitaram a alguns chutes de longa distância. O mais perigoso foi de Edmar, aos 31m, que acertou o travessão adversário.

A vontade do time alagoano acabou recompensado no fim da primeira etapa. Aos 45, Glaydson ficou com a bola após confusão na área e Glaydson chutou forte, sem chances de defesa para Adilson: 1 a 0.



Jonatas com o uniforme limpo


O segundo tempo teve ainda menos emoção que o primeiro. Com a vantagem no placar, o CRB diminuiu o ritmo e pareceu mais preocupado em apenas garantir a vitória. Sem se esforçar muito, o Ceará não conseguiu armar jogadas e, nas poucas vezes que chegou ao ataque, não obrigou o goleiro Jonatas a qualquer esforço.

As melhores chances da segunda etapa saíram dos pés de Anderson Paim, novamente em tentativas de longa distância. O lateral acertou dois bons chutes, mas parou nas defesas de Adilson.




FORTALEZA 1X0 SÃO CAETANO
Vitória dramática sobre o São Caetano dá fôlego ao Fortaleza



Se apenas a vontade dos jogadores definisse o placar de uma partida, Fortaleza e São Caetano mereceriam a vitória nesta terça-feira. No entanto, só o Leão comemorou no Castelão. O time conseguiu uma vitória, aos 45 do segundo tempo, e continua sonhando com a permanência na Série B.

Ainda sob um sério risco de cair para a Terceirona, o Leão continua na zona de rebaixamento, mas sobe para 17º, com 39 pontos. O Azulão, que ainda sonhava com uma vaga no G-4, fica com 50, em 9º, sem chances de sonhar com retorno à Primeira Divisão.

Na próxima rodada, o São Caetano recebe o América-RN, sexta-feira, no ABC Paulista. No dia seguinte, o Fortaleza encara o Barueri, fora de casa.

Primeiro tempo nota 4

A etapa incial do jogo foi de muita movimentação das duas partes, mas com poucas chances claras de gol. Enquanto o São Caetano explora as jogadas aéreas e buscava o atacante Tuta, o Fortaleza priorizava os contra-ataques com Osvaldo e Pedro Henrique, ambos sem sucesso. Os goleiros pouco trabalharam, e a pontaria não era das melhores.

Segundo tempo com desfecho emocionante

A volta das equipes para o segundo tempo prometia, mas não foi o que se viu. Os meias criavam pouco, e não conseguiam chegar com perigo. Tanto que a melhor chance da partida surgiu aos 31. Flávio Medina chutou com muito efeito, o goleiro Luiz fez a defesa no susto e por pouco não mandou para o próprio gol. Três minutos depois, Eusébio recebeu na área, teve tempo de olhar para o alvo, mas errou feio.

O Fortaleza decidiu ir com tudo para o ataque e teve uma grande chane, aos 37. Mateus recebeu bom passe na área, encarou a marcação e encheu o pé. A bola explodiu na trave. Os ataques acordaram o São Caetano, e a resposta veio dois minutos depois. Em chute de longa distância, Francismar assustou Tiago Cardoso, mas errou por pouco.



Aos 43, Júlio teve ótima chance de dar a vitória aos paulistas. Na cobrança de falta, ele obrigou Luiz a fazer grande defesa. No cotra-ataque, Léo Jaime recebeu na área e soltou uma bomba. O travessão estava no caminho.



Mas ainda havia tempo. Aos 45, Mateus foi derrubado na área, e Wilson Souza de Mendonça marcou pênalti. Enquanto os reservas do Fortaleza se ajoelhavam para esperar a cobrança, Osvaldo batia firme, com categoria, para garantir a vitória do Leão. Muita festa da torcida e dos jogadores no Castelão.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Octogonal Final da Série C

BRASIL-RS 1X1 GUARANI-SP
Brasil e Guarani ficam no empate




O Brasil de Pelotas-RS empatou em 1 a 1 com o Guarani-SP, nesta noite de segunda-feira, no Estádio Bento Freitas. A partida fechou a 11ª rodada do octogonal decisivo da Série C do Brasileirão. Com o empate, ambos sobem para 14 pontos. As duas equipes ficam a um ponto do G-4 da fase final, atrás de Duque de Caxias-RJ e Águia de Marabá-PA, que têm 15. O líder é o Atlético-GO (25), seguido do Campinense-PB (19).

Apoiado pela torcida, o Brasil começou pressionando, principalmente pelo lado direito de ataque, contando com o apoio do lateral Diego Bottin e os avanços do atacante Claudio Milar. Mas ainda no primeiro tempo o Guarani equilibrou a partida, e assumiu o controle do meio-campo.

As melhores chances da etapa inicial foram criadas pelo time paulista. Três vezes o goleiro Vanderlei salvou o Xavante, com defesas espetaculares. As respostas do Brasil saíram apenas de escanteios e cobranças de faltas.



Jogo melhora na etapa final

No segundo tempo, o jogo pegou fogo. Logo a dois minutos, Vainer cobrou escanteio, a defesa do Guarani falhou e Claudio Milar chutou de cima da linha para fazer 1 a 0.


A torcida do Brasil ainda fazia uma grande festa nas arquibancadas, quando o Guarani empatou. Aos 16 minutos, o herói do primeiro tempo falhou: o goleiro Vanderlei rebateu um chute de longe para dentro da área; no rebote, o artilheiro Fernando Gaúcho fez o gol dos paulistas.

Daí em diante, a partida se tornou ainda mais tensa. Ambos tentavam conciliar ao mesmo tempo a busca pela vitória, e a cautela para evitar uma derrota frustrante. Até o final, as defesas tiveram mais sucesso e o empate em 1 a 1 se manteve.

Na 12ª rodada, o Brasil volta a jogar às 20h30m de quinta-feira, contra o líder Atlético-GO. A partida, marcada para o Estádio Serra Dourada, vale muito para os anfitriões: o Rubro-Negro goiano pode conquistar o título da competição depois de se garantir com antecedência na Série B 2009.

No mesmo horário, o Guarani vai receber o Duque de Caxias no Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas.



Tabela Dinâmica: simule os resultados da Terceirona

domingo, 9 de novembro de 2008

34 Rodada:Série A

SPORT 2X1 GOIÁS
Sport derrota o Goiás em partida de um tempo e quebra longo jejum





Em partida de um tempo só, o Sport acabou com o jejum de oito jogos - não vencia desde 14 de setembro, contra o Figueirense - ao derrotar o Goiás neste domingo por 2 a 1 (assista aos gols), na Ilha do Retiro, pela 34ª rodada do Brasileirão. O resultado mantém o Leão, com 45 pontos, em 11º. Já o Alviverde aguarda o fim da rodada para saber se cairá para décimo ou nono. Todos os três gols saíram na movimentada primeira etapa.



O próximo compromisso do Sport é o Ipatinga, sábado, às 18h30m (horário de Brasília), no Ipatingão. O Goiás, no entanto, recebe o Botafogo, no domingo, às 17h, em Itumbiara, já que o clube foi punido com a perda de um mando de campo pela invasão de um torcedor na derrota para o Vasco no Serra Dourada.



Leão dá o bote, mas relaxa


O Sport começou a partida em cima do recuado Goiás, que, com um bloqueio defensivo, impossibilitava o Leão de criar jogadas. Aos três minutos, o zagueiro Rafael Marques levantou o pé na grande área e o árbitro Luiz Antônio Silva Santos assinalou jogada perigosa. Carlinhos Bala desperdiçou boa chance na barreira. No minuto seguinte, o atacante lançou Roger, mas o goleiro Harlei estava atento e saiu do gol na hora certa.

A pressão continuou. Aos 16, Fumagalli fez bom lançamento para Sidny, que dominou no peito e tocou para Carlinhos Bala. Impedido, o atacante chutou na rede do lado de fora. O gol parecia ser questão de tempo.

Mais precisamente seis minutos. Aos 22, Sidny chutou para a grande área. O zagueiro César, sozinho, teve tempo de dominar e mandar para o fundo das redes. A bola ainda passou entre as pernas de Harlei. Se já não conseguia atacar, a defesa do Goiás sofreu um baque. Aos 24, Fumagalli deixou Roger livre para tocar a bola por cima do goleiro esmeraldino e ampliar.

Estava tão fácil que o Sport relaxou. Júnior Maranhão teve ótima chance, mas a preciosidade o atrapalhou ao tentar encobrir Harlei. Quem não faz... Leva. Na primeira finalização do Goiás no jogo, o Alviverde descontou. Paulo Baier, que completou 200 partidas com a camisa esmeraldina, cobrou escanteio aos 34 e Fahel, sozinho, mandou de cabeça para as redes. Aos 45, Durval aproveitou passe de Carlinhos Bala na área e marcou o terceiro, mas a arbitragem assinalou impedimento duvidoso.



Segunda etapa é o oposto do primeiro tempo

Se os primeiros 45 minutos foram animadores, o segundo tempo deixou a desejar. Os dois times mudaram. Sandro Goiano substituiu o apagado Andrade, enquanto o técnico Hélio dos Anjos pôs a equipe um pouco à frente com o atacante Fausto, no lugar do jovem Lusmar. Curiosamente o ânimo foi outro.

Em apenas 11 minutos, o árbitro Luis Antonio Silva Santos distribuiu quatro cartões amarelos por reclamação e faltas, principalmente por parte do time da casa. E nada de chances de gol.

Os goleiros só foram ameaçados depois dos 20 minutos. Júnior Maranhão soltou uma bomba de fora da área e assustou Harlei. No minuto seguinte, Fahel chutou rasteiro e Magrão só acompanhou. A partir daí, o que mais chamou atenção foram as substituições. Relaxado, o time da casa pouco tentava, enquanto o Goiás se limitava a esperar o Leão para encontrar espaços. Resultado que, no fim, acabou agradando ao Sport, que acabou com o jejum, e não incomodou tanto o Alviverde, ainda na zona da Copa Sul-Americana.



Ficha técnica:
SPORT 2x1 GOIÁS
SPORT
Magrão, Igor, César e Durval; Sidney, Andrade (Sandro Goiano), Júnior Maranhão, Fumagalli (Fábio Gomes) e Dutra; Carlinhos Bala (Enílton) e Roger.
Técnico: Nelsinho Baptista.
GOIÁS
Harlei, Ernando, Henrique e Rafael Marques; Fábio Bahia (Leandro), Fahel, Ramalho, Lusmar (Fausto), Paulo Baier e Thiago Feltri; Iarley (Alex Terra).
Técnico: Hélio dos Anjos.
Gols: César, aos 22, Roger, aos 24 e Fahel aos 34 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Iarley, Fahel e Ramalho (Goiás); Andrade, Carlinhos Bala, Durval, Fumagalli e Fabio Gomes (Sport)
Estádio: Ilha do Retiro. Data: 09/11/2008.
Árbitro: Luís Antônio Silva dos Santos (RJ).
Auxiliares: Alecio Aparecido Lezo (MS) e Hilton Moutinho Rodrigues (RJ).




CORITIBA 0X0 NÁUTICO
Em jogo sonolento, Coritiba e Náutico ficam no 0 a 0 no Couto Pereira


Coritiba e Náutico fizeram um jogo sonolento no Couto Pereira, neste domingo, e mostraram pouca disposição para tirar o placar do zero. Como conseqüência, ficaram no 0 a 0. O empate joga os pernambucanos na zona de rebaixamento, em 17º lugar, com 37 pontos. Já os paranaenses, sem muita ambição no Campeonato Brasileiro, somam 50 pontos, na sétima colocação.



O fato que chamou mais a atenção foi a atuação do meia Carlinhos Paraíba, que até pouco tempo vinha sendo um dos destaques do Coxa. Barrado por Dorival Júnior, ele começou no banco de reservas e entrou em campo para o início do segundo tempo. Após 24 minutos e um desempenho apático, foi substituído.



Na próxima rodada, os dois times pegam concorrentes ao título. O Náutico recebe o Cruzeiro no sábado, e o Coritiba enfrenta o Grêmio no Olímpico, no dia seguinte.





Náutico fica na defensiva



Preocupado com o risco de rebaixamento, o Náutico jogou, antes de mais nada, para não perder. Fechou-se na defesa e pouco se arriscou na frente, mesmo em contra-ataques. Em geral, atacava apenas com Felipe, Clodoaldo e William. E foi com o último que poderia ter chegado ao gol, logo aos cinco minutos, quando levou um puxão de Felipe na área. Carlos Eugênio Simon mandou o lance seguir.



O Coritiba tomou a iniciativa da partida e teve maior posse de bola, mas não criou uma única jogada de perigo - o adversário também não, com exceção do lance do pênalti não marcado. João Henrique substituiu Carlinhos Paraíba, barrado, e se esforçou. Procurou sempre os espaços vazios, mas não conseguiu criar, até por falta de opções. Entre seus companheiros, apenas Marlos se movimentava.



Na frente, Keirrison se mostrou sonolento e errou todos os lances de que participou. Aos dez minutos, ele recebeu ótimo passe e ficou livre no campo de ataque, mas demorou para concluir e foi travado. Ariel se esforçou mais, mas só chamou a atenção pelas vezes em que foi flagrado em impedimento.





Paraíba entra... e sai



No intervalo, o técnico Dorival Júnior puniu a apatia de Keirrison e trocou-o por Henrique Dias. Também substituiu João Henrique por Carlinhos Paraíba. Na frente, Henrique Dias mostrou um pouco mais de disposição do que Keirrison, o que também não era difícil.



No meio-campo, Carlinhos Paraíba poderia provar que merecia começar a partida. Mas se mostrou desinteressado. Não se apresentou para criar jogadas e não ajudou na marcação. Com isso, o Náutico foi ganhando espaço, pouco a pouco. Chegou mais ao campo de ataque e fez com que Vanderlei trabalhasse um pouco, em defesas fáceis aos três minutos, em chute de William, e aos 18, em cobrança de falta de Felipe.



A paciência de Dorival Júnior com Carlinhos Paraíba não durou muito. Depois de ficar 24 minutos em campo, ele deu lugar a Leandro Donizete. Com a substituição, o Coritiba voltou a dominar o setor, mas continuou sem vontade de buscar a vitória. A exceção continuava sendo Marlos, que se movimentava e arriscava. Aos 28 minutos, ele fez boa jogada pela direita e chutou com força. Eduardo espalmou para escanteio.



Aos 45 minutos, Kuki conseguiu a melhor chance do Náutico, com um chute rasteiro e cruzado, assustando Vanderlei. No minuto seguinte, Ariel cabeceou na trave. Mas o placar não merecia mesmo sair do zero.





Ficha técnica:
CORITIBA 0 x 0 NÁUTICO
CORITIBA
Vanderlei, Maurício, Rodrigo Mancha e Felipe; Marcos Tamandaré, Alê, João Henrique (Carlinhos Paraíba, depois Leandro Donizete), Marlos e Ricardinho; Ariel e Keirrison (Henrique Dias).
Técnico: Dorival Júnior.
NÁUTICO
Eduardo, Adriano, Titi e Vágner e Anderson Santana (Caju); Reinaldo, Derley, Willian e Gilmar (Kuki); Felipe e Clodoaldo (André).
Técnico: Roberto Fernandes.
Cartões amarelos: Felipe (Coritiba); William (Náutico).
Estádio: Couto Pereira. Data: 09/11/2008.
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa/RS).
Auxiliares: Katiuscia Mayer Berger Mendonça (Fifa/ES) e Marcio Eustáquio S. Santiago (MG).




PALMEIRAS 0X1 GRÊMIO
Valente, Grêmio derruba o Palmeiras no Palestra e segue na cola do São Paulo







Valeu a garra gaúcha. Em um jogo fraco tecnicamente, mas extremamente tenso, o Grêmio venceu o Palmeiras por 1 a 0, neste domingo, no Palestra Itália, com um gol esquisito de Tcheco (assista ao lance no vídeo ao lado), e segue na cola do São Paulo na luta pelo título do Brasileirão 2008. O Tricolor gaúcho foi a 63 pontos, dois a menos que o xará paulista, que lidera com 65. Já o Verdão, com 61, caiu para o quarto lugar, perdendo para o Cruzeiro, que derrotou o Fluminense por 1 a 0 no Mineirão, no número de vitórias, primeiro critério de desempate: 18 contra 19 da Raposa.



Pela 35ª rodada da competição, o Palmeiras enfrenta o Flamengo, às 17h, no Maracanã. Já o Grêmio recebe o Coritiba no estádio Olímpico, às 19h10m. Ambos os jogos acontecem no próximo domingo.



O jogo começou truncado, com as duas equipes demonstrando nervosismo, mais preocupadas em desarmar o adversário do que em colocar a bola no chão e criar jogadas. Com isso, o que se viu nos primeiros 15 minutos foi um festival de chutões para o alto. A disputa estava tão acirrada que, com apenas cinco minutos de partida, o palmeirense Martinez já estava com a cabeça enfaixada por causa de um corte provocado pelo choque com o atacante gremista Reinaldo. No lance seguinte, foi a fez de Alex Mineiro acertar uma cotovelada em Amaral.



Verdão tem a bola, mas quem ameaça é o Tricolor

Passada a tensão inicial, o Palmeiras colocou a bola no chão e tentou pressionar, mas sentiu muito a falta de Diego Souza, que cumpriu suspensão. Evandro jogou em seu lugar, tentou se movimentar, mas foi presa fácil para a fortíssima marcação do Grêmio, que não deu moleza em nenhum lance. Essa marcação fazia com que o time gaúcho roubasse bolas no meio-campo e explorasse contra-ataques, sobretudo pelo lado direito, com Souza e Tcheco combinando boas jogadas. Dessa forma, apesar da pressão paulista, foram os gaúchos que criaram as melhores chances do primeiro tempo.







A principal delas aos 25 minutos. Reinaldo entrou pelo meio, livre de marcação, invadiu a área e rolou para Marcel marcar. O camisa 9 estava sozinho e teve tempo para dominar e escolher o canto direito. Mas acabou errando o alvo e mandando a bola para fora. A segunda aos 41, quando Reinaldo recebeu pela direita e encheu o pé. Marcos, bem colocado, espalmou, salvando o Verdão.

Sufocado pela marcação adversária, o Palmeiras só conseguiu ameaçar pelo alto, em jogadas de bola parada. Aos 40, até chegou a balançar as redes, com Alex Mineiro completando cruzamento de Evandro, mas o atacante estava impedindo e o lance foi invalidado (assista ao lance no vídeo acima).



Gol do Grêmio leva Alviverde ao desespero



O segundo tempo era monótono. O Grêmio seguia marcando muito forte, e o Palmeiras apresentava sérios problemas na armação de jogadas. A diferença para o primeiro tempo é que o Tricolor não conseguia armar contra-ataques. Ainda assim, o jogo era nervoso. Principalmente pelo lado do Verdão, que acabou pagando um preço alto por isso.



Aos 27, Tcheco cobrou falta da esquerda. A bola subiu muito, cruzou toda a área e acabou entrando no gol, sem que ninguém encostasse nela. O Grêmio saía na frente. Nesse momento, Vanderlei Luxemburgo, que já havia substituído Jumar e Denílson por Maicossuel e Jorge Preá, respectivamente, abriu de vez o time ao tirar o volante Pierre para colocar o atacante Lenny.



O nervosismo alviverde era tamanho que Marcos passou a ir para a área gremista a cada oportunidade de bola parada, irritando profundamente Luxa, que gritava ordenando que o camisa 12 voltasse para o gol. Em vão. O goleiro continuou abandonando o gol, ignorando solenemente os berros do chefe.



Cheio de atacantes, mas todo aberto atrás, o Palmeiras dava vários espaços para o Grêmio, que tinha Souza aberto pela direita e Helder pela esquerda. O jogo estava a caráter para o os gaúchos até ampliarem o placar, O Verdão, por sua vez, tropeçou em seu próprio desespero. Errou passes demais e não conseguiu sequer chutar a gol.



Aos 45, Leandro tentava sair com velocidade e foi atropelado pelo zagueiro gremista Jean, que acabou expulso. O árbitro Heber Roberto Lopes deu mais cinco minutos de acréscimo, e o jogo ficou ainda mais dramático. Marcos, fora de controle, desistiu do gol e foi atuar como centroavante. Com um a mais, o Palmeiras foi todo para a frente, mas insistia nos erros de passe e de finalização. Aos 48, Preá teve a chance para empatar, mas chutou para fora. Um suspiro de frustração no Palestra. Sorte do Grêmio, que continua vivo na competição.



Tabela Dinâmica! Simule a classificação do Brasileirão


Ficha Técnica
PALMEIRAS 0 x 1 GRÊMIO
PALMEIRAS
Marcos; Gustavo, Jéci e Martinez; Elder Granja, Pierre (Lenny), Jumar (Maicossuel), Evandro e Leandro; Alex Mineiro e Denílson (Jorge Preá)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo
GRÊMIO
Victor, Amaral, Jean e Héverton; Souza, Rafael Carioca, William Magrão, Tcheco e Helder (Adílson); Reinaldo (André Luís) e Marcel (Orteman)
Técnico: Celso Roth
Gols: Tcheco, aos 27 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Helder, Amaral, Rafael Carioca, Marcel e Tcheco (Grêmio), Martinez e Maicossuel (Palmeiras).
Cartão vermelho: Jean (Grêmio).
Estádio: Palestra Itália.Data: 09/11/2008.
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa/PR).
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa/PR) e Erich Bandeira (Fifa/PE).
Renda: R$ 761.095.Público: 25.945 pagantes.




CRUZEIRO 1X0 FLUMINENSE
Cruzeiro derrota o Fluminense e ainda sonha com o título






Um gol de cabeça de Ramires, aos 20 minutos do segundo tempo, fez com que o Cruzeiro continuasse sonhando com a conquista do título do Campeonato Brasileiro. A Raposa venceu o Fluminense por 1 a 0, chegou aos 61 pontos e assumiu o terceiro lugar na tabela de classificação, já que o Palmeiras perdeu por 1 a 0 para o Grêmio, no Palestra Itália, e apesar de ter o mesmo número de pontos, o Verdão tem 18 vitórias contra 19 da equipe celeste.

Mesmo com a derrota, o Fluminense permanece fora da zona de rebaixamento, na 16ª posição. O Tricolor tem 37 pontos, a mesma pontuação do Náutico, que empatou por 0 a 0 diante do Coritiba. Mas o saldo de gols é melhor: - 3 contra –13.

Na próxima rodada, o Fluminense vai receber a Portuguesa, sábado, às 18h30m, no Maracanã. Já o Cruzeiro enfrentará o Náutico, no mesmo dia e horário, nos Aflitos, em Recife.



Início de jogo animado e polêmica no fim da etapa





O primeiro tempo começou com um ritmo frenético, com o Cruzeiro e Fluminense criando boas oportunidades de gol. As duas primeiras foram do time tricolor. Aos dois minutos, João Paulo cruzou e Everton Santos chutou forte, por cima do travessão. Três minutos depois, Washington recebeu dentro da pequena área, mas dominou e permitiu a defesa do goleiro Fábio.

A primeira chance do Cruzeiro foi também a melhor da equipe nos primeiros 45 minutos. Aos sete, Guilherme foi lançado nas costas de Thiago Silva, cortou o zagueiro e chutou para Fernando Henrique espalmar a bola. No rebote, Wagner chutou rasteiro e o volante Fabinho salvou o gol quase em cima da linha.

Depois do bom início, o jogo teve uma caída na parte técnica por causa do forte calor que fazia em Belo Horizonte. Aos 20, o Cruzeiro fez uma boa troca de passes na intermediária tricolor e Jajá deixou Jonathan na cara de Fernando Henrique. Ele soltou a bomba, mas a bola passou raspando a trave direita do goleiro. Depois da parada feita pelo árbitro Leonardo Gaciba, para os jogadores se refrescarem, Jajá cabeceou com estilo, aos 33, e obrigou FH a fazer outra defesa difícil. No minuto seguinte, Arouca avançou com a bola e chutou para Fábio defender.

Aos 47 minutos, o lance mais polêmico do primeiro tempo. Guilherme recebeu na entrada da área e chutou. A bola bateu em Jajá e entrou no gol, enganando Fernando Henrique. Mas o auxiliar Milton Otaviano dos Santos marcou, corretamente, o impedimento, anulando o gol da Raposa.



Ramires decide para a Raposa

O segundo tempo começou devagar, com as duas equipes valorizando a posse de bola no meio-de-campo. Não gostando da atitude de seus jogadores, o técnico Adilson Batista fez uma substituição logo aos oito minutos. Ele trocou um atacante por outro, entrando Wanderley e saindo Jajá.

O Cruzeiro melhorou em campo e fez uma blitz de quase três minutos na defesa do Fluminense. Com muitos cruzamentos sobre a área, os zagueiros tricolores levaram a melhor por causa da boa estatura. Mas de tanto insistir nas jogadas aéreas, o time mineiro conseguiu abrir o placar.

Aos 20 minutos, Guilherme dominou a bola na entrada da área e fez um cruzamento perfeito. Ramires apareceu como um foguete na segunda trave e cabeceou no canto esquerdo, sem chance de defesa para Fernando Henrique.

Depois do gol, o Fluminense não demonstrou nenhum tipo de reação em campo e o Cruzeiro passou a dominar ainda mais as ações dentro de campo. Errando poucos passes, a Raposa entrava com facilidade na defesa tricolor. Aos 29, Guilherme recebeu lançamento, ganhou no corpo de Thiago Silva e rolou a bola para a entrada da área. Wagner chutou colocado e acertou a trave direita Fernando Henrique.

No fim da partida, o Fluminense tentou fazer uma pressão no Cruzeiro, mas esbarrou na falta de pontaria de seus atacantes.




Ficha técnica:
CRUZEIRO 1 x 0 FLUMINENSE
CRUZEIRO
Fábio, Jonathan, Thiago Heleno (Thiago Martinelli), Léo Fortunato e Fernandinho (Carlinhos); Marquinhos Paraná, Henrique, Ramires e Wágner; Jajá e Guilherme.
Técnico: Adilson Batista.
FLUMINENSE
Fernando Henrique; Carlinhos, Thiago Silva, Luiz Alberto e João Paulo; Wellington Monteiro, Fabinho, Arouca (David) e Conca; Everton Santos (Ciel) e Washington.
Técnico: René Simões.
Gols: Ramires, aos 20 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Carlinhos (Fluminense).
Estádio: Mineirão. Data: 09/11/2008.
Árbitro: Leonardo Gaciba.
Auxiliares: Milton Otaviano dos Santos e José Antônio Chaves Franco Filho.
Renda: R$ 236.955,00.Público: 16,345.



VITÓRIA 0X1 ATLÉTICO-MG
Atlético-MG não se intimida no Barradão e derrota o Vitória


Quando o Vitória entra no Barradão, a torcida rubro-negra está acostumada a ver um time agressivo e vibrante. Mas não foi o que aconteceu neste domingo, na derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG, pela 34ª rodada do Brasileirão.



Apático, especialmente no primeiro tempo, o Leão não conseguiu a vitória e fica com 45 pontos na tabela, em 10º. O Galo, que se distancia da zona de rebaixamento, chega a 44, é o 12º. Os dois times continuam na área de classificação para a Copa Sul-Americana.



Na próxima rodada, os mineiros recebem o Vasco, quarta-feira, no Mineirão. No domingo, o Vitória visita o Atlético-PR, na Arena da Baixada.



Galo parte para o ataque


No primeiro minuto de jogo, o Atlético-MG criou duas chances de gol e mostrou que estava mesmo disposto a surpreender. Renan Oliveira e Welton Felipe levaram perigo para Viafara.

Aos 6, a nova dupla de ataque de Vágner Mancini tentou chegar ao gol mineiro. Muriqui recebeu de Adriano, se antecipou aos zagueiros para chutar, mas a bola foi desviada pela linha de fundo.

Seis minutos depois, a chance mais clara de gol. Castillo ficou livre na área, tentou passar por Viafara, mas, como perdeu o ângulo, rolou para Renan Oliveira bater. O chute parou na retranca baiana.

O Galo continuava melhor, mas os donos da casa ainda tentavam mostrar força. Aos 19, Rafael bateu de fora da área e Juninho, revelado pelo Vitória, foi buscar no cantinho. Uma grande e difícil defesa. Renan também decidiu testar o goleirão. Em chute de longe, o camisa 1 do Galo foi bem novamente.

Em mais uma tentativa de fora da área, Jackson pegou a sobra de primeira, mas a bola subiu demais, aos 37. Como a pontaria estava muito ruim, a torcida pediu o goleiro Viafara no ataque. Aos 43, ele tentou acertar o gol em cobrança de falta, passou perto, mas não o suficiente.



Subiu a bandeira! Mas subiu na hora errada






O Vitória resolveu jogar no segundo tempo. Aos 10, Marquinhos, muito vaiado pela torcida rubro-negra, ficou livre na área, mas não conseguiu chegar na bola. Dois minutos depois, um lance que poderia ter mudado a partida e prejudicado demais o Atlético. Castillo recebeu livre na entrada da área, fez o gol, mas o auxiliar Alcides Zawaski Pazetto marcou impedimento de forma equivocada.

Aos 16, Adriano e Muriqui foram substituídos. Ramon e Robert entraram. As mudanças mudaram o desempenho do setor ofensivo do Vitória imediatamente. Aos 18, Marquinhos recebeu um bom passe na área, se livrou da marcação, mas chutou mal. Mais vaias no Barradão. Aos 31, Marcelo Cordeiro apareceu na segunda trave, pegou de primeira, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora.



Apesar de um maior volume de jogo dos donos da casa, foram os mineiros que aprontaram. Aos 32, num ataque fulminante, Pet, ex-jogador do Vitória, lançou Renan Oliveira na lateral direita. O garoto só rolou para Pedro Paulo marcar: 1 a 0 (assista no vídeo acima).



Daí em diante, desespero e desorganização nos ataques do Vitória. Aos 37, em cobrança de escanteio, Juninho se atrapalhou na saída do gol, mas conseguiu se recuperar na seqüência da jogada.



Após o apito final, só um som foi ouvido no Barradão: as vaias da torcida do Vitória. O time não vence há seis jogos. Como não tem nada a ver com isso, o Galo comemora.



Ficha técnica:
VITÓRIA 0 x 1 ATLÉTICO-MG
VITÓRIA
Viafara, Rafael, Leonardo Silva, Anderson Martins e Marcelo Cordeiro; Vanderson, Renan, Jackson (Willians) e Marquinhos; Adriano (Ramon) e Muriqui (Robert).
Técnico: Vágner Mancini.
ATLÉTICO-MG
Juninho; Sheslon, Leandro Almeida, Welton Felipe e César Prates; Nen, Márcio Araújo, Elton e Renan Oliveira (Tchô); Castillo (Petkovic) e Marques (Pedro Paulo).
Técnico: Marcelo Oliveira.
Gols: Pedro Paulo, aos 32 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Marcelo Cordeiro, Vanderson, Marquinhos, Anderson Martins, Viafara e Leonardo Silva (Vitória); César Prates e Sheslon (Atlético-MG).
Estádio: Barradão. Data: 09/11/2008.
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (Fifa/SC).
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Alcides Zawaski Pazetto (SC).




INTERNACIONAL 4X0 IPATINGA
Reservas do Inter atropelam o Ipatinga


Os reservas do Inter transformaram o jogo em passeio dominical e golearam por 4 a 0, sem dificuldades, um Ipatinga que respira por aparelhos, condenado ao rebaixamento. Os gaúchos encaminharam a vitória no primeiro tempo, com três gols, e selaram o resultado na etapa final, com mais um. Os mineiros foram prejudicados pela expulsão do zagueiro Leo Oliveira com apenas 15 minutos de partida.

O resultado levou o Inter a 51 pontos, na sexta colocação. O Tigre, com 31, afunda na lanterna, seis pontos atrás do primeiro não-rebaixado, o Fluminense. Na próxima rodada, o Colorado visita o Santos no domingo. Antes, encara o Chivas no México quarta-feira, pelas semifinais da Copa Sul-Americana. O Ipatinga recebe o Sport no sábado.



Expulsão para o Ipatinga, gols para o Inter


Fácil, fácil, como se estivesse com os titulares, o Inter passou por cima do Ipatinga. O time mineiro viu a vaca ir para o brejo antes mesmo de levar o primeiro gol. Leo Oliveira, com 15 minutos, interrompeu ataque colorado puxado por Sandro e foi para a rua direto, sem cartão amarelo prévio, em decisão um tanto exagerada da arbitragem. Aí o sistema defensivo dos visitantes ruiu.

Andrezinho abriu o placar com 20 minutos. Ele recebeu na entrada da área, olhou para o gol e mandou chute seco, forte, com a precisão necessária para o goleiro Fernando não ver nada. A bola raspou no travessão antes de entrar. Belo gol do meia.

Pouco mais tarde, aos 28, Taison repetiu o feito do colega. Ele serpenteou na frente da área e também chutou com qualidade para fazer o segundo. O terceiro foi de Sandro, aos 37. Daniel Carvalho cruzou na área, o volante desviou de leve e o goleiro rebateu na cabeça de Sandro, que só escorou para o gol.

Desnorteado, o Ipatinga pouco fez. Lauro evitou a melhor oportunidade mineira ao praticar grande defesa em conclusão de Igor. No rebote, Rodriguinho pegou mal na bola. Perdeu gol feito.





Inter faz mais um e só administra



O segundo tempo não teve a mesma movimentação da etapa inicial. Com o Ipatinga sem qualidade e o Inter sem ambição, os dois goleiros correram o risco de pegar no sono nos primeiros minutos. Fernando teve que acordar aos 15. Ângelo cruzou da direita, a zaga não cortou e Guto mandou no travessão. A bola bateu além da linha: 4 a 0.

Aí foi só administrar. Sem pressa, com toques laterais, o Inter apenas deixou o tempo passar, observado por um adversário impotente. Na prática, a partida estava encerrada muito antes de o juiz apitar o fim de jogo.





Ficha técnica:
INTERNACIONAL 4 x 0 IPATINGA
INTERNACIONAL
Lauro, Ângelo, Danny Morais, Orozco e Gustavo Nery; Maycon (Walter), Sandro Raniere, Andrezinho (Ramon) e Taison; Daniel Carvalho (Talles Cunha) e Guto.
Técnico: Tite.
IPATINGA
Fernando, Henrique, Leo Oliveira e Gian; Afonso (Augusto Recife), Júlio, Leandro Salino, Pablo Escobar e Rodriguinho; Ferreira (Sandro) e Igor (Silvio).
Técnico: Enderson Moreira.
Gols: Andrezinho, aos 20, Taison, aos 27, e Sandro Raniere aos 37 minutos do primeiro tempo; Guto, aos 15 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Andrezinho, Maycon, Guto (Inter).
Cartão vermelho: Leo Oliveira (Ipatinga).
Estádio: Beira-Rio. Data: 09/11/2008.
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF).
Auxiliares: Marrubson Melo Freitas (DF) e Nilson Alves Carrijo (DF).
Público: 8.131 presentes. Renda: R$ 81.320




BOTAFOGO 0X1 FLAMENGO
Kleberson garante vitória sobre o Bota e mantém o Fla na luta pelo título






O Flamengo permaneceu na luta pelo título do Campeonato Brasileiro e na briga por uma vaga na Libertadores com a vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, neste domingo, no Maracanã. Em uma partida de altos e baixos e de alguns erros da arbitragem, o Rubro-Negro seguiu a cinco pontos do líder São Paulo. Kleberson, de pênalti, fez o gol do triunfo do time da Gávea.





Com o resultado, o time rubro-negro permaneceu em quinto lugar, com 61 pontos. O Alvinegro segue com 49 pontos, agora na oitava posição. Na próxima rodada, o Flamengo vai pegar o Palmeiras, no Maracanã. O Botafogo encara o Goiás, no Serra Dourada. As duas partidas vão ser no próximo domingo.





Árbitro ignora pênalti em Jorge Henrique



Logo com 30 segundos de jogo, a primeira polêmica do jogo. Jorge Henrique recebeu dentro da área e foi derrubado pelo goleiro Bruno, pênalti não marcado pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique, que mandou o jogo seguir. O clima esquentou ainda mais no clássico aos cinco minutos. Carlos Alberto sofreu uma falta e quis bater de forma rápida. O argentino Sambueza tentou retardar a cobrança e foi empurrado pelo meia, que levou cartão amarelo.



A primeira chance do Flamengo aconteceu aos 17. Marcelinho Paraíba recebeu bom passe de Luizinho na entrada da área e arriscou. A bola passou por cima do gol de Renan. Mesmo com a finalização rubro-negra, o Botafogo seguiu melhor na partida, tendo mais posse de bola que o rival. Jaílton se destacava pelo lado rubro-negro, principalmente na marcação de Carlos Alberto.



A posse de bola do Botafogo surtiu efeto e o primeiro gol quase aconteceu aos 20 minutos. Thiaguinho cruzou da esquerda, a bola foi afastada pela zaga rubro-negra e sobrou na entrada da área para Triguinho. O lateral-esquerdo soltou a bomba e o goleiro Bruno fez uma defesa espetacular, cedendo o escanteio.



A partir do lance alvinegro, a partida caiu de produção. As duas equipes abusaram de errar passes. Aos 28, o técnico Ney Franco foi obrigado a queimar a sua primeira alteração. O lateral-direito Thiaguinho levou a pior em uma dividida com Juan e acabou deixando o jogo. O atacante Fábio o substituiu.



O Flamengo teve uma chance de abrir o marcador aos 33. Juan cobrou falta da esquerda e Ronaldo Angelim cabeceou para defesa de Renan. No lance seguinte, Ibson falhou na zaga e a bola sobrou para Fábio dentro da área. O atacante acertou uma bomba e Bruno segurou com firmeza.





Kleberson, de pênalti, dá a vitória ao Fla



Antes do início da etapa final, o técnico Caio Júnior decidiu mudar a equipe. O treinador rubro-negro optou por colocar um centroavante de ofício e apostou na entrada de Josiel na vaga do argentino Maxi. Mesmo assim, o Botafogo voltou para o segundo tempo com a mesma disposição, atuando melhor do que o Flamengo. Porém, nada de lances de perigo.



Aos 3, Josiel chegou atrasado após um cruzamento na área alvinegra. O Botafogo A torcida só se empolgou novamente aos 18 minutos. Lucio Flavio dominou na entrada da área e chutou à direita do goleiro Bruno. No lance seguinte, dois minutos depois, Ibson arriscou da intermediária e Renan pegou com tranqüilidade, sem dar rebote.



A partir dos 20 minutos, a partida ganhou em emoção. Os dois times acordaram e passaram a arriscar. O Flamengo foi quem assutou primeiro. Em cobrança de escanteio, aos 25, Ibson subiu mais do que a zaga e cabeceou rente à trave do goleiro Renan. O Botafogo respondeu um minuto depois com Carlos Alberto. O meia arriscou de fora de área e Bruno fez outra excelente defesa.



O Flamengo teve duas chances de abrir o marcador. Na primeira, aos 28, Juan cruzou da esquerda e Ibson e Josiel não alcançaram, desesperando os torcedores que foram ao Maracanã. Aos 30, Fábio Luciano quase marcou após cobrança de escanteio do lado esquerdo. A bola passou à direta de Renan.



Aos 37, o lance decisivo do jogo. Kleberson fez um lançamento primoroso para Ibson dentro da área. O meia dominou, driblou o goleiro Renan e na hora de concluir foi calçado pelo camisa 1 alvinegro, pênalti marcado por Marcelo de Lima Henrique. Dois minutos depois, Kleberson cobrou a abriu o marcador. O Botafogo ainda teve a chance de empatar aos 43. Fábio fez uma bela jogada, entrou na área e chutou para grande defesa de Bruno.



Ficha técnica:
BOTAFOGO 0 x 1 FLAMENGO
BOTAFOGO
Renan, Thiaguinho (Fábio), Renato Silva, André Luís e Triguinho; Túlio, Leandro Guerreiro (Lucas Silva), Diguinho (Eduardo) e Lucio Flavio; Jorge Henrique e Carlos Alberto.
Técnico: Ney Franco.
FLAMENGO
Bruno, Luizinho, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan (Kleberson); Jaílton, Airton, Ibson e Sambueza; Maxi (Josiel) e Marcelinho Paraíba (Fierro).
Técnico: Caio Júnior.
Gols: Kleberson, aos 39 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: Carlos Alberto, Diguinho, Andre Luís (Botafogo); Airton, Juan, Sambueza (Fla).
Cartões vermelhos: Eduardo (Botafogo).
Estádio: Maracanã. Data: 09/11/2008.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ).
Auxiliares: Ediney Mascarenhas (RJ) e Vagner Santos (RJ).

Octogonal Final da Série C

DUQUE DE CAXIAS-RJ 2X2 ATLÉTICO-GO
Duque de Caxias vacila no fim do jogo e empata com o Atlético-GO




A classificação do Duque de Caxias para a Segunda Divisão de 2009 poderia ficar um pouco mais perto. Neste domingo, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, a equipe carioca empatou com o Atlético-GO, líder da Série C, por 2 a 2, pela 11ª rodada do octogonal final.



O resultado até poderia ser considerado normal, já que o Dragão está garantido na Série B do ano que vem e vinha embalado por sete vitórias seguidas, mas o Caxias vencia o duelo até os 45 minutos do segundo tempo, quando permitiu o empate.



O Rubro-Negro entrou em campo com chances de ser campeão. Para isso, seria preciso vencer e torcer por um tropeço do Campinense-PB contra o Confiança-SE, em Campina Grande. A festa foi adiada.



O resultado mantém os goianos em primeiro, com 25 pontos, e o Duque de Caxias chega aos 15, também no G-4. Na próxima rodada, o líder recebe o Brasil de Pelotas-RS, na quinta-feira. No mesmo dia, o Duque de Caxias encara o Guarani, em Campinas.

Jogo franco no Raulino de Oliveira

O Atlético-GO começou melhor, com mais ímpeto, e abriu o placar logo aos 11 minutos. Marcão foi lançado, a zaga parou para pedir impedimento, mas o atacante passou por Borges e deixou do Dragão na frente: 1 a 0.

A partir do gol sofrido, o meio-campo do Duque de Caxias começou a se aproximar do ataque e a criar boas jogadas. Mas foi um lance de bola parada que permitiu a igualdade. Aos 37, Juninho cobrou bem a falta da entrada da área e empatou: 1 a 1.

Duque de Caxias manda na partida

No primeiro minuto do segundo tempo, os cariocas tiveram a chance de virar o jogo, mas Renatinho, dentro da área, chutou sobre o próprio companheiro, o atacante Cléber. Aos 5, Dudu ficou livre na área, mas perdeu o ângulo e concluiu mal.

Autor do gol de empate, Juninho apareceu bem novamente na bola parada. Aos 8, ele cobrou falta com efeito, mas o goleiro Márcio foi buscar no ângulo. O bombardeio estava apenas começando. Insistente, Dudu tentou surpreender mais uma vez. Após receber passe na área, ele girou rápido e soltou uma bomba, mas o goleirão rubro-negro fez ótima defesa, aos 15. No minuto seguinte, Edvaldo bateu colocado, e a bola passou longe do gol goiano. A resposta só veio aos 21 minutos. Juninho arriscou de fora da área, e Borges defendeu em dois tempos.

Aos 28, a persistência do Duque de Caxias foi recompensada. Após cobrança de falta para a área, o atacante Edvaldo subiu muito e cabeceou sem chances para Márcio: 2 a 1, de virada.

Aos 45, o Atlético-GO conseguiu o empate. Após chute colocado de Marcão, o goleiro Borges deu rebote, e André Leonel empatou: 2 a 2. Um minuto depois, Coutinho quase conseguiu a virada para o Dragão. Aos 47, Marcão chutou bonito, mas desta vez o goleiro Borges afastou o perigo de vez e evitou uma tragédia para o Duque de Caxias.



Tabela Dinâmica: simule os resultados da reta final da Série C



CAMPINENSE-PB 2X1 CONFIANÇA-SE
Campinense vence o Confiança e se aproxima da Série B


O Campinense-PB derrotou o Confiança-SE, neste domingo, em Campina Grande, por 2 a 1, e se aproximou do acesso para a Série B de 2009. A partida foi válida pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série C.

A vitória no estádio Amigão, deixou o clube paraibano na vice-liderança, com 19 pontos. Na 11ª rodada da Série C, a equipe abre quatro pontos de vantagem para Duque de Caxias e Águia, terceiro e quarto colocados. O Confiança fica na sétima posição, com 11 pontos.



Primeiro tempo

Com um início de jogo marcado pela afobação dos visitantes, o Campinense que jogava em casa, ficou ainda mais à vontade em campo. Trabalho em dobro ao Confiança que lutava para conter a criação de jogadas dos paraibanos. Destaque para o goleiro Fábio que segurou o placar até os 30 minutos do primeiro tempo. Momento este, que após o vacilo da defesa proletária na cobrança de escanteio do Campinense, proporcionou o primeiro gol aos donos da casa. Aos 30 minutos, a bola passou por todo mundo na área e acabou sobrando para Marquinhos Marabá. Bem posicionado, ele chutou forte de perna direita: 1 a 0.

O gol acordou o Confiança, que decidiu correr atrás do prejuízo com mais movimentação. No entanto, o primeiro tempo terminou sem mudanças no placar.



Segundo tempo


O visitante voltou disposto a virar o jogo. Logo nos primeiros minutos, o goleiro Pantera teve muito trabalho. A postura ofensiva do Confiança não intimidou o Campinense. Aos 11 minutos, em uma jogada rápida, Marquinhos Marabá ampliou.


Após levar o segundo, o sonho do Confiança de se manter na disputa por uma vaga na Série B ficou mais distante. O time tentou reagir, aos 32. Fabinho ficou na cara do gol e não perdeu a oportunidade de diminuir: 2 a 1. O gol serviu para motivar os sergipanos, mas o resultado não mudou.


Outros Resultados:
Águia-PA 1 x 0 Rio Branco-AC