Rosberg lidera também a segunda sessão de treinos livres em Melbourne
Mais uma vez equipes com pouca ou nenhuma cotação na temporada passada dominaram os treinos livres para o Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne, na madrugada desta sexta-feira, no horário de Brasília. Na segunda sessão de treinos, o alemão Nico Rosberg, da Williams, liderou novamente como havia feito no primeiro treino, desta vez com o tempo de 1m26s053, seguido pelo brasileiro Rubens Barrichello 1m26s157, da Brawn GP, e em terceiro apareceu o italiano Jarno Trulli, também da Toyota, com 1m26s350.
A Rede Globo passa o treino classificatório no sábado, às 3h, e a corrida, no domingo, também às 3h, com narração de Cléber Machado, comentários de Reginaldo Leme e Luciano Burti, e reportagens de Carlos Gil. O GLOBOESPORTE.COM acompanha, em Tempo Real, a luta pela pole e a prova.
O vice-campeão mundial de 2008, o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, que havia sido o sétimo na primeira sessão, ficou em décimo lugar, enquanto que o atual campeão, o inglês Lewis Hamilton só conseguiu o 18º tempo. O espanhol Fernando Alonso, da Renault, ficou em 12º, e seu companheiro de equipe, o brasileiro Nelsinho Piquet fez o 19º e penúltimo tempo.
Desde o início do segundo treino, as McLarens se revezavam nas últimas colocações e as Ferraris nas posições intermediárias. Enquanto isso, o inglês Jenson Button, da Brawn GP, que ficou com o quinto melhor tempo, Trulli e o alemão Timo Glock, da Toyota, que acabou em sexto, estiveram na liderança no ínício do treino. Rosberg, no entanto conseguiu ainda na primeira meia hora de treino o tempo que lhe garantiria a primeira colocação neste primeiro dia em Melbourne.
Rubens Barrichello, que havia sido o quarto no primeiro treino do dia, só obteve a segunda colocação quando faltavam menos de dois minutos para o fim do treino. Antes tinha ficado em quarto e depois em terceiro. Felipe Massa, que havia ficado em sétimo no primeiro treino, chegou a fazer o 18º, mas se recuperou e ficou à frente do seu companheiro, o finlandês Kimi Raikkonen, uma posição atrás do brasileiro.
O outro piloto da Williams, o japonês Kazuki Nakajima, que no primeiro treino ficou com o segundo melhor tempo, desta vez caiu para o sétimo. Faltando 31 minutos para o fim Sebastien Vettel, da Renault, cometeu um erro bobo, perdeu a direção e ficou na grama, abandonando o treino com o oitavo tempo. Mas não foi superado.
Tempos do segundo treino livre 1°) Nico Rosberg (ALE/Williams) - 1m26s053 (36 voltas) 2°) Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP) - a 0s104 (38) 3°) Jarno Trulli (ITA/Toyota) - a 0s297 (42) 4°) Mark Webber (AUS/RBR) - a 0s317 (30) 5°) Jenson Button (ING/Brawn GP) - a 0s321 (38) 6°) Timo Glock (ALE/Toyota) - a 0s390 (42) 7°) Kazuki Nakajima (JAP/Williams) - a 0s507 (33) 8°) Sebastian Vettel (ALE/RBR) - a 0s687 (19) 9°) Adrian Sutil (ALE/Force India) - a 0s987 (29) 10°) Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 1s011 (35) 11°) Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - a 1s151 (32) 12°) Fernando Alonso (ESP/Renault) - a 1s179 (28) 13°) Giancarlo Fisichella (ITA/Force India) - a 1s229 (32) 14°) Nick Heidfeld (ALE/BMW) - a 1s264 (34) 15°) Robert Kubica (POL/BMW) - a 1s345 (36) 16°) Sébastien Bourdais (FRA/STR) - a 1s426 (36) 17°) Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - a 1s749 (35) 18°) Lewis Hamilton (ING/McLaren) - a 1s760 (31) 19°) Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - a 1s775 (35) 20°) Sébastien Buemi (SUI/STR) - a 2s023 (33)
Barrichello confirma a boa fase, mas Williams rouba cena no primeiro treino.
Para quem espera uma temporada cheia de surpresas este ano na Fórmula 1, a primeira sessão de treinos livres foi o aperitivo perfeito. No circo dominado por Lewis Hamilton, Felipe Massa & Cia, quem começou voando em Albert Park, na Austrália, foi o pelotão dos azarões.
Os dois melhores tempos ficaram com uma inesperada dobradinha da Williams: o alemão Nico Rosberg fez 1m26s687, e o japonês Kazuki Nakajima veio logo atrás, com 1m26s736. Entre os brasileiros, Rubens Barrichello, da Brawn GP, manteve a boa fase no início da temporada e foi o quarto melhor (1m27s226), atrás do ferrarista finlandês Kimi Raikkonen (1m26s750).
Ainda na madrugada de sexta-feira, às 2h30m, os pilotos voltam à pista para a segunda sessão de treinos livres – o SporTV transmite ao vivo, com narração de Sérgio Maurício e comentários de Lito Cavalcanti. A Rede Globo passa o treino classificatório no sábado, às 3h, e a corrida, no domingo, também às 3h, com narração de Cléber Machado, comentários de Reginaldo Leme e Luciano Burti, e reportagens de Carlos Gil. O GLOBOESPORTE.COM acompanha, em Tempo Real, a luta pela pole e a prova.
Na lista dos melhores tempos, os nomes mais badalados só começaram a aparecer no sétimo lugar, com o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, que fez 1m27s642. O espanhol Fernando Alonso, da Renault, foi o décimo, com 1m28s123, mas a grande decepção ficou por conta do atual campeão.
O inglês Lewis Hamilton, da McLaren, que faturou o título no ano passado, fez apenas o 16º melhor tempo (1m29s042). Seu companheiro Heikki Kovalainen evitou o vexame da equipe ao cravar a quinta marca, com 1m27s453, logo atrás de Rubinho.
O brasileiro Nelsinho Piquet também não conseguiu causar boa impressão nos primeiros treinos. Ele chegou a rodar em uma das voltas e terminou em 18º, com 1m29s461.
Confira a lista com os tempos do primeiro treino: 1 - Nico Rosberg (Williams) - 1m26s687 2 - Kazuki Nakajima (Williams) - 1m26s736 3 - Kimi Raikkonen (Ferrari) - 1m26s750 4 - Rubens Barrichello (Brawn GP) - 1m27s226 5 - Heikki Kovalainen (McLaren) - 1m27s453 6 - Jenson Button (Brawn GP) - 1m27s467 7 - Felipe Massa (Ferrari) - 1m27s642 8 - Timo Glock (Toyota) - 1m27s710 9 - Adrian Sutil (Force India) - 1m27s993 10 - Fernando Alonso (Renault) - 1m28s123 11 - Nick Heidfeld (BMW Sauber) - 1m28s137 12 - Jarno Trulli (Toyota) - 1m28s142 13 - Robert Kubica (BMW Sauber) - 1m28s511 14 - Giancarlo Fisichella (Force India) - 1m28s603 15 - Sebastien Buemi (STR) - 1m28s785 16 - Lewis Hamilton (McLaren) - 1m29s042 17 - Mark Webber (RBR) - 1m29s081 18 - Nelsinho Piquet (Renault) - 1m29s461 19 - Sebastien Bourdais (STR) - 1m29s499 20 - Sebastian Vettel (RBR) - 1m32s784
NÁUTICO 4X3 SETE DE SETEMBRO Com muita dificuldade, Náutico vence Sete de Setembro e encosta no líder Sport
O Náutico se aproveitou do tropeço do Sport contra o Ypiranga e se aproximou do rival na tabela de classificação do returno do Campeonato Pernambucano. Jogando em casa, o Timbu bateu o Sete de Setembro por 4 a 3. Com isso, a equipe alvirrubra subiu para a vice-liderança do torneio, ficando a apenas um ponto do time da Ilha do Retiro.
A partida, que teve ares dramáticos, marcou a estreia de Daniel Gonzalez com a camisa timbu. O jogador entrou no segundo tempo da partida e teve uma razoável atuação.
Na próxima rodada, o Náutico encara o Santa Cruz, no domingo, às 16h. No mesmo horário, o Sete de Setembro recebe o Serrano em seus domínios.
O jogo
A partida começou bastante equilibrada. O Náutico apresentava mais qualidade individual dos jogadores, enquanto o Sete de Setembro se aproveitava das falhas de marcação do rival. Logo no primeiro minuto de jogo, Edson Miolo acertou a trave em cobrança de falta. Aos 10m, a zaga do Timbu deu bobeira, mas o goleiro Eduardo salvou a equipe de sofrer o primeiro gol.
Em jogada polêmica, Adriano Magrão caiu na área e pediu pênalti, aos 18. O juiz entendeu que não houve irregularidade no lance e mandou seguir. Mas, quatro minutos depois, Gilmar foi derrubado dentro da área e, desta vez, o árbitro marcou. O próprio Gilmar bateu e colocou o Timbu na frente do placar.
A alegria da torcida alvirrubra não durou muito tempo. Aos 26, a zaga do Náutico cochilou, Nego Pai aproveitou e empatou a partida. Porém, o gol que poderia ter esfriado o time alvirrubro fez com que a equipe se lançasse ao ataque. Com isso, aos 31m, Jonny acertou uma bomba de longe e voltou a colocar o Timbu em vantagem. Aos 39m, Carlinhos bateu falta com categoria e ampliou o marcador.
Apesar da vantagem ao intervalo, o técnico Sérgio China saiu zangado para o intervalo.
- Mais uma vez pecamos depois de estar na frente do resultado – disse, em entrevista à rádio Transamérica.
Gonzalez estreia na equipe
A reclamação de China parecia premonição. Mais uma vez, o Náutico se acomodou com a vantagem conquistada. Claramente, o time alvirrubro voltou para o segundo tempo com o freio-de-mão puxado. No início da etapa, a única coisa que agitava a torcida era a presença de Daniel Gonzalez em campo. O chileno finalmente estreou com a camisa da equipe.
A sonolência alvirrubra foi interrompida aos 23m. Marcelo Paraíba se aproveitou da letargia geral e diminuiu o marcador para o Sete. O gol do rival parecia que ia acordar o Timbu, mas aconteceu justamente o contrário. O time visitante se encheu de confiança e partiu para o ataque. A coragem do Sete foi premiada aos 28m, quando Renatinho acertou o canto empatando a partida.
Embora tarde, o Náutico acordou. Aos 30m, o estreante Daniel Gonzalez teve boa chance, mas chutou para fora. O mesmo Gonzalez tocou para Kuki, mas o atacante não conseguiu finalizar da melhor forma.
O empate era bom resultado para o Sete de Setembro que passou a se resguardar mais, só subindo ao ataque em condições muito favoráveis. Com isso, assim como o Náutico, a equipe visitante foi castigada por se retrair. Depois de muito insistir, o Náutico conseguiu o gol da vitória, aos 41, com uma cabeçada de Adriano Magrão.
- Nosso time recuou um pouco, mas o importante é que conquistamos os três pontos - afirmou Carlinhos, ao fimda partida, em entrevista à rádio Transamérica.
YPIRANGA 1X1 CANOAS Caxias empata com o Ypiranga e se mantém no G-4 pelo saldo
Jogando no Estádio Colosso da Lagoa, em Erechim, Ypiranga e Caxias empataram em 1 a 1, nesta noite de quinta-feira. A partida foi disputada pela 5ª rodada do segundo turno do Gauchão 2009.
Com o resultado, o Caxias se mantém no G-4 do Grupo 2 da competição pelo saldo de gols. A equipe grená sobe para oito pontos, empata com Grêmio e São José, mas ultrapassa o Zequinha no critério de desempate - permanecendo na quartaª colocação.
O Grêmio é terceiro, e o São José deixa a zona de classificação para as finais, caindo para o quinto lugar. O Ypiranga vem logo atrás, com 7 pontos, e ainda luta para chegar à fase decisiva.
Os gols foram marcados no segundo tempo. Aos 11 minutos, Sharlei abriu o placar para o Ypiranga. Mas o volante Roberto empatou na sequência, aos 18 minutos, definindo a partida em 1 a 1.
Na penúltima rodada do segundo turno, o Caxias faz jogo decisivo contra o São José, adversário direto. A partida está marcada para as 15h de domingo, em Porto Alegre. Também no domingo, às 20h30m, o Ypiranga recebe o líder Santa Cruz.
SANTA CRUZ 2X1 SAPUCAIENSE Santa Cruz vence de virada e assume liderança do grupo do Grêmio
Em uma partida emocionante, o Santa Cruz venceu o Sapucaiense de virada, por 2 a 1, nesta noite de quinta-feira. O jogo foi disputado no Estádio dos Plátanos, em Santa Cruz do Sul, pela quinta rodada do segundo turno do Gauchão 2009.
A vitória leva o Santa Cruz à liderança do Grupo 2. O Galo Carijó chega a nove pontos, empata com a Canoas, mas assume a primeira colocação pelo maior número de vitórias - três contra duas do time de Canoas. O Grêmio, que tem oito pontos, cai para o terceiro lugar.
Já o Sapucaiense volta para casa praticamente rebaixado. Com seis pontos, o time de Sapucaia do Sul precisa combinar nas duas rodadas que restam um aproveitamento de 100%, e ainda secar o Inter de Santa Maria, que tem 12 pontos.
Para se manter na Primeira Divisão, o Sapucaiense tem que vencer os dois jogos, e torcer por duas derrotas do Inter de Santa Maria. Dessa forma, as duas equipes empatariam em pontos e número de vitórias, decidindo quem fica no Gauchão pelo saldo de gols.
Na estreia do técnico Nei Almeida, a noite começou bem para o Sapucaiense. Felipe Cardoso abriu o placar logo aos sete minutos. Ainda no primeiro tempo, o Santa Cruz empatou com Willian, aos 28 minutos.
Na etapa final, o Santa Cruz partiu para cima e virou com Emanuel, aos 13 minutos. Com dois jogadores expulsos - Zé Luís e Lacerda - o Sapucaiense ainda teve forças para reagir, mas Felipe Cardoso desperdiçou uma cobrança de pênalti.
Na próxima rodada, o Santa Cruz vai defender a liderança do Grupo 2 contra o Ypiranga, às 20h30m de domingo, em Erechim. E o Sapucaiense vai decidir se ganha fôlego ou cai para a Segundona enfrentando a Canoas, em casa, às 16h de domingo.
CRUZEIRO 7X0 DEMOCRATA Cruzeiro faz 7 a 0 no Democrata, mas termina fase de classificação em segundo
Se as cobranças por vitórias já incomodavam depois de três empates no Campeonato Mineiro, o Cruzeiro tratou de colocar tudo em ordem. Nesta quarta-feira, o time de Adilson Batista goleou o Democrata por 7 a 0, com direito a três gols de Kléber e do primeiro de Bernardo como profissional. Entretanto, como o Galo venceu o Ituiutaba, a Raposa terminou a fase de classificação em segundo.
Confrontos das quartas-de-final Grupo 1: Atlético (1º) x Uberaba (8º) Grupo 4: Rio Branco (4º) x América (5º)
Grupo 2: Cruzeiro (2º) x Tupi (7º) Grupo 3: Ituiutaba (3º) x Democrata (6º)
Nas quartas-de-final, o Cruzeiro vai enfrentar o Tupi, que terminou o turno na oitava colocação. Apesar da goleada histórica, o Democrata também se classificou e vai enfrentar o Ituiutaba.
O fato de ter perdido a liderança para o Atlético parece ter mexido com o Cruzeiro. Os jogadores mostraram muito apetite desde o início do jogo, tendo nos pés de Ramires, aos nove, e Soares, aos 14, duas chances desperdiçadas.
E bastou o Democrata ameaçar o gol de Andrey pela primeira vez, com Patrick batendo cruzado para a defesa do goleiro, que a gana pela vitória aumentou mais ainda. Pois no ataque seguinte veio o primeiro gol, aos 21. Bernardo tocou para Gerson Magrão. O meia, que nesta quarta era lateral, bateu com violência e quase sem ângulo fez 1 a 0.
Abriu a porteira. O Cruzeiro começou a fazer um gol atrás do outro. Aos 37, pênalti de Geison no jovem Bernardo. Kléber foi para a cobrança e não deixou Santiago sair na foto, tirando o completamente do goleiro.
O terceiro saiu aos 43. Depois de um bate-rebate na área do Democrata, Kléber chutou, Santiago defendeu, e Ramires pegou o rebote para ampliar.
O intervalo não esfriou o ímpeto celeste. Principalmente o de Kléber. O atacante do Cruzeiro marcou aos dois e seis minutos da etapa final. No quarto gol do Cruzeiro, cruzamento de soares para chute de primeira do Gladiador. No quinto, o passe veio da direita, com Jancarlos. Desta vez Kléber usou a cabeça.
Com 12 minutos, Bernardo sofreu mais um pênalti. Desta vez Kléber deixou o garoto bater. Seria o primeiro gol do camisa 10 desta noite na carreira. E assim foi. Bola no ângulo direito de Santiago.
Wanderley entrou no lugar de Kléber e com pouco tempo em campo deixou a sua marca. Aos 23, Bernardo bateu escanteio da direita, o atacante ganhou disputa no alto e cabeceou para o gol. Não perca as contas, este foi o sétimo.
Com a vitória garantida, o técnico Adilson Batista utilizou todas as substituições a que tinha direito. O time tirou o pé do acelerador, e o placar ficou mesmo "só" nos 7 a 0.
Ficha técnica: CRUZEIRO 7 x 0 DEMOCRATA CRUZEIRO Andrey, Jonathan, Gustavo, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Fabrício (Henrique), Elicarlos, Ramires (Marquinhos Paraná) e Bernardo; Soares e Kléber (Wanderley). Técnico: Adilson Batista. DEMOCRATA Santiago, Geison, Eliézio (Riso Surubim), Weldes e Fabiano (Róbson); Leandro, Sandro Manoel, Rodrigo e Ralen (Flávio); Allan e Patrick. Técnico: Moacir Júnior. Gols: Gerson Magrão, aos 21 minutos, Kléber, aos 37, Ramires, aos 43 minutos do primeiro tempo; Kléber, aos dois e seis, Bernardo, aos 13 minutos, Wanderley, aos 23 do segundo tempo. Cartões amarelos: Wanderley (Cruzeiro); Geison, Leandro, Ralen, Riso Surubim e Rodrigo (Democrata). Estádio: Mineirão. Data: 25/03/2009. Horário: 21h50m. Árbitro: Émerson de Almeida Ferreira. Auxiliares: Flamarion Sócrates da Silva e Marconi Helbert Vieira.
ITUIUTABA 1X2 ATLÉTICO - MG Com virada relâmpago, Galo termina a primeira fase na liderança
O Atlético-MG chegou muito perto de perder a liderança do Campeonato Mineiro para o Cruzeiro, mas uma virada relâmpago nos acréscimos do segundo tempo garantiu a permanência do Galo na primeira posição na fase de classificação. O time saiu perdendo e era derrota até os últimos minutos dos jogo, mas os gols de Júnior, aos 47, e Kleber, aos 50 do segundo tempo, decretaram a vitória por 2 a 1 sobre o Ituiutaba na noite desta quarta-feira. Paulinho Pedalada marcou o gol do time da casa, em bela jogada no início do jogo (assista aos gols no vídeo ao lado).
Com a vitória na Fazendinha, o Galo foi ao 26 pontos e se classificou para a fase decisiva em primeiro. Mesmo com a goleada por 7 a 0 sobre o Democrata GV, o Cruzeiro ficou em segundo. Com 20 pontos, o Ituiutaba fechou a primeira fase em terceiro. Na próxima fase, o Atlético enfrenta o Uberaba. E o Ituiutaba tem o Democrata pela frente. (Confira os cruzamentos no quadro abaixo.)
Confrontos das quartas-de-final Grupo 1: Atlético (1º) x Uberaba (8º) Grupo 4: Rio Branco (4º) x América (5º)
Grupo 2: Cruzeiro (2º) x Tupi (7º) Grupo 3: Ituiutaba (3º) x Democrata (6º)
Ituiutaba tem bom início de jogo na Fazendinha
O Ituiutaba começou melhor, mas a primeira chance de gol foi do Atllético. Carlos Alberto recebeu na entrada da área mas chutou por cima do gol. E a reposta do time da casa não demorou. Mateus fez boa jogada de linha de fundo pela direita e cruzou para a área. Rodrigo Hote cabeceou para trás. Paulinho Pedalada, de virada, na pequena área, mandou para o gol, sem chances para o goleiro Jonatas.
Em vantagem, o time da casa seguiu buscando o ataque em boas jogadas pela esquerda. Giovani teve a chance de marcar, mas a bola bateu na zaga e saiu. Depois foi a vez Paulinho Pedalada chegar perto de fazer o segundo, mas, na dividida com o goleiro, ficou sem a bola.
Depois de sair atrás, o Atlético conseguiu se reequilibrar no jogo, mas pouco ameaçou o gol do Ituiutaba. Carlos Alberto chegou a tentar de bicicleta depois de boa troca de passe atleticana, mas a bola passou sem perigo. O goleiro Jonatas, pelo menos na primeira etapa, só se assustou com o chute de Renan Oliveira que, da meia-lua, errou o alvo por muito pouco. Em outras tentativas, trabalhou bem para fazer as defesas.
Galo pressiona na segunda etapa
No segundo tempo o goleiro do time da casa teve que trabalhar muito mais. Depois das tentativas de longa distância do lateral-direito do Ituiutaba Mateus, só deu Galo. Werley, meio sem jeito, foi o primeiro a tentar penetrar a área, mas não conseguiu a finalização.
O chute a gol veio, e com muito perigo, aos 18 minutos da segunda etapa. Lopes, que entrou no lugar de Márcio Araújo, bateu uma falta frontal com violência. A bola passou pelo meio da barreira e o goleiro Jonatas só defendeu por puro reflexo. Carlos Alberto também tentou, mas o arqueiro do Ituiutaba continuou trabalhando bem.
Empate e virada no apagar da luzes
Com o fim da partida se aproximando, o Atlético não conseguiu manter o mesmo ímpeto com que atacou durante grande parte da segunda etapa. Sem organização, o Galo facilitou o trabalho da defesa do Ituiutaba. Mesmo assim, continuou perigoso. Aos 39 minutos, Marcos cabeceou na pequena área e o goleiro Jonatas agarrou a bola sem dar rebote. Até então, o arqueiro era, disparado, o melhor jogador em campo.
Mas, quando parecia que a vitória do Ituiutaba era certa, o Galo surpreendeu. Bastou o juiz indicar os cinco minutos de acréscimo no segundo tempo para o time buscar forças para chegar à virada. Aos 47 minutos, Júnior aproveitou a falha de marcação da zaga do time da casa, avançou pela esquerda e contou com o desvio no zagueiro para vencer o goleiro Jonatas.
Três minutos depois, foi a vez de a estrela de Kleber brilhar. Ele recebeu na área e, de virada, colocou a bola no cantinho, decretando a vitória e garantindo ao Galo a primeira colocação na primeira fase do Campeonato Mineiro. Foi o primeiro gol do atacante no time profissional atleticano.
Ficha técnica: ITUIUTABA 1 x 2 ATLÉTICO-MG ITUIUTABA Jonatas, Mateus, Neylor Bruno e Radar; Olívio, Rafhael (Machado), Giovani e Kiko; Paulinho Pedalada (Lúcio Flávio) e Rodrigo Hote (Washington). Técnico: Nedo Xavier. ATLÉTICO-MG Juninho, Werley, Leandro Almeida, Marcos e Júnior; Renan, Carlos Alberto, Márcio Araújo (Lopes) e Renan Oliveira (Chiquinho); Éder Luis e Mariano Trípodi (Kleber). Técnico: Emerson Leão. Gols: Paulinho Pedalada, aos, aos 10 minutos do primeiro tempo; Júnior, aos 47, e Kleber aos 50 minutos do segundo tempo Cartões amarelos: Jonatas, Rodrigo Hote e Giovani(Ituiutaba); Werley e Leandro Almeida (Atlético-MG). Estádio: Fazendinha. Data: 25/03/2009. Árbitro: André Luis Martins Dias. Auxiliares: Jair Albano Félix e Marcus Vinícius Gomes.
Primeira fase - 11ª rodada Quarta, 25/03 21h50m - Villa Nova 2 x 2 Social 21h50m - América 3 x 0 Uberaba 21h50m - Guarani 0 x 0 Rio Branco 21h50m - Tupi 2 x 1 Uberlândia
MADUREIRA 2X4 FLAMENGO Josiel responde às críticas do presidente em dose tripla, e Fla vence o Madureira
Se em 2008 as cobranças de Marcio Braga estiveram diretamente associadas aos principais fracassos do Flamengo na temporada, bastou o presidente interino Delair Dumbrosck soltar o verbo após a derrota no clássico contra o Vasco para a equipe voltar a vencer e dar um tempo na crise. Criticado pelo mandatário, que reclamou da carência de um matador, Josiel respondeu dentro de campo, fez três gols e foi o herói na vitória por 4 a 2, sobre o Madureira, nesta quarta, em Edson Passos, pela quinta rodada da Taça Rio. Juan, de pênalti, ampliou, e Bruno e Alex Alves descontaram para o Tricolor Suburbano.
Com o resultado, o Rubro-Negro chegou aos 10 pontos no segundo turno e está na vice-liderança do Grupo B, com o mesmo número de pontos que o Bangu, que venceu o Cabofriense por 1 a 0, e o Botafogo, que empatou por 2 a 2 com o Americano, no Engenhão. O time alvinegro lidera por ter melhor saldo de gols que o Fla (6 a 4). Pelo Grupo A, o Madureira ficou mais distante da classificação para a semifinal. Com 9 pontos, a equipe segue em terceiro, mas está a seis do Fluminense e a três do Vasco, que ainda pega o Mesquita nesta rodada.
No próximo sábado, o Flamengo encara o Resende, às 16h10m, no Engenhão, enquanto o Madureira pega o Boavista, às 16h, no estádio Eucy Resende, em Saquarema.
Mesmo sob o calor escaldante de quase 40 graus em Mesquita, na Baixada Fluminense, o Flamengo não teve muita opção e começou a partida pressionando o Madureira. No embalo do jovem Erick Flores, a equipe tentava marcar a saída de bola do adversário e logo aos dois minutos teve uma boa oportunidade com Zé Roberto. O camisa 10 limpou a jogada pelo lado esquerdo da área e cruzou forte. A bola passou por toda a linha do gol e ninguém apareceu para escorar.
A primeira conclusão da partida, no entanto, foi do Tricolor Suburbano, com Abedi, aos cinco. O ex-vascaíno arriscou da entrada da área, mas sequer assustou Bruno. No minuto seguinte, o Rubro-Negro deu o troco tímido. Everton Silva apareceu bem pela direita e cruzou no segundo pau. Josiel escorou de cabeça nas mãos de Renan. Seis minutos depois, a jogadinha se repetiu, mas a zaga do Madureira impediu a finalização do atacante.
A disposição mostrada pelos jogadores não satisfazia os rubro-negros das arquibancadas, que começaram a reclamar e vaiar em Edson Passos. A pressão fez o Flamengo arriscar mais e, aos 18, Juan chutou de fora da área, obrigando Renan a fazer boa defesa. Cinco minutos depois, o time da Gávea conseguiu balançar as redes com Josiel, em impedimento, após tabelinha de Juan e Ibson, e o gol foi bem anulado.
Em sua melhor exibição na temporada, Juan mais uma vez levou perigo pelo lado esquerdo aos 25. O lateral trocou passes com Zé Roberto e chutou cruzado de canhota. Renan se esticou todo e impediu o gol. No minuto seguinte, porém, não teve perdão.
Erick Flores, que já tinha até pisado na bola, se soltou, fez grande jogada pela esquerda e cruzou na medida para Josiel escorar de cabeça no segundo pau: 1 a 0 Flamengo. A dupla apareceu bem novamente aos 29 e ampliou o placar. Desta vez pela direita, Erick fez fila, invadiu a área e rolou com açúcar para o camisa 9 dominar e empurrar para o fundo das redes.
A vantagem no placar e o sol forte na cabeça fizeram o Flamengo diminuir o ritmo. O time se manteve ofensivo, mas sem ser tão objetivo e passou a trocar passes de um lado para o outro. A sonolência foi castigada aos 41, quando o Madureira encaixou um contra-ataque rápido, e o meia Bruno chutou de canhota no canto esquerdo do xará flamenguista para descontar.
A reação do Tricolor Suburbano não passou de ilusão. Em uma grande trapalhada de Eduardo Luiz, ex-Vasco, Josiel fez seu terceiro gol na partida e se aproximou de Bruno Meneghel na artilharia do campeonato, agora ele tem nove, contra onze o jogador do Resende. O atacante aproveitou uma pixotada do zagueiro com o goleiro Renan, empurrou de cabeça para o gol vazio e garantiu um intervalo tranquilo para o Flamengo.
Fla relaxa, e o Madureira sufoca
A segunda etapa começou na mesma batida da primeira. Sem forçar muito, o Flamengo chegava ao ataque e criava boas chances de gol. Aos 5, Everton Silva avançou bem pela direita, entrou na área e rolou para Josiel concluir fraquinho na pequena área. Eduardo Luiz se recuperou da falha no terceiro gol e salvou em cima da linha.
Quatro minutos depois, o Madureira assustou em jogada de bola parada. Jones cobrou falta de muito longe, ninguém desviou no meio do caminho, e Bruno fez boa defesa. Aos 10, Juan arriscou um chute de direita e jogou a bola nas alturas.
A inoperância do adversário fez com que o Flamengo atuasse em ritmo lento e chamasse o Madureira para o campo de ataque. Aos 22, Luiz Cláudio perdeu um gol feito. Claudemir cobrou escanteio, Wagner dividiu com Bruno e o atacante, livre na pequena área, isolou.
O susto levou o Flamengo ao ataque e Juan, após passe de Josiel, desperdiçou boa oportunidade na frente de Renan, aos 26. O lance não desanimou o Tricolor Suburbano, que encostou no placar aos 29. Após bate-rebate na área, a bola sobrou para Alex Alves, ex-Botafogo, encher o pé e fazer 3 a 2.
Entretanto, o sufoco não durou mais do que nove minutos. Aos 38, Maxi levantou a bola na área, e Eduardo Luiz impediu um voleio de Josiel colocando a mão na bola. Pênalti marcado. Juan deslocou Renan, colocou a bola na rede e bateu no peito gritando: "Eu sou o cara".
O quarto gol foi uma ducha de água fria na reação do Madureira, que ainda teve Renato expulso após falta em Josiel, e na crise pelas bandas da Gávea onde, pelo menos até o próximo sábado, o clima promete ser de paz.
Ficha técnica: MADUREIRA 2 X 4 FLAMENGO MADUREIRA Renan, Claudemir, Ricardo, Eduardo Luiz e Amarildo; Wágner (Warley), Paulo Victor, Abedi (Luiz Cláudio) e Bruno; Alex Alves e Jones (Adriano Felício). Técnico: Róbson Gabriel. FLAMENGO Bruno; Everton Silva, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Juan; Aírton, Toró (Kleberson), Ibson e Erick Flores (Jônatas); Zé Roberto (Maxi) e Josiel. Técnico: Cuca. Gols: Josiel, aos 26 e aos 29, Bruno, aos 41, e Josiel, aos 43 do primeiro tempo. Alex Alves, aos 29, e Juan, aos 38 do segundo tempo. Cartões amarelos: Ricardo, Wágner e Amarildo (Madureira); Toró (Flamengo). Cartão Vermelho: Ricardo (Madureira) Estádio: Giulite Coutinho. Data: 25/03/2009. Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá. Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia e Eduardo de Souza Couto.
BANGU 1X0 CABOFRIENSE Bangu vence mais uma e segue sonhando com vaga nas semifinais
Nem mesmo a derrota no fim de semana para o Fluminense tirou a motivação do Bangu em sua excelente caminhada na Taça Rio. Nesta quarta-feira, em Moça Bonita, a equipe da Zona Oeste derrotou o Cabofriense e chegou aos 10 pontos no Grupo B. Com o resultado, o clube ocupa a liderança provisória da tabela, ao lado do Flamengo, que venceu o Madureira também nesta tarde.
Somália, mais uma vez, foi o destaque do time. Aos 30 minutos primeiro tempo, ele fez o gol da vitória do Bangu sobre um desesperado Cabofriense. O time da Região dos Lagos segue com se calvário, sem ter vencido nenhuma partida na fase e correndo o risco de rebaixamento. O técnico Alfredo Sampaio fez sua estreia no comando da equipe nesta quarta, mas não conseguiu evitar a derrota.
MACAÉ 3X1 DUQUE DE CAXIAS Duque de Caxias perde para o Macaé
Quem também segue na luta contra o rebaixamento é o Duque de Caxias, que perdeu mais uma, desta vez para o Macaé, por 3 a 1. André Gomes, Diogo e Jackson marcaram para o time da casa, enquanto Orlando, contra, fez o do clube da Baixada. Com o resultado, o Macaé sobe para a 5ª colocação no Grupo B, com sete pontos, enquanto o Caxias segue na última colocação do A, ao lado do Cabofriense.
RESENDE 3X1 BOAVISTA Resende também conquistam os três pontos
O duelo entre Resende e Boavista foi marcado pelo desempenho dos atacantes do vice-campeão da Taça Guanabara. O time do Norte-fluminense venceu por 3 a 1, com dois gols de Bruno Meneghel e outro de Viola. Leandro Cruz descontou para a equipe da Região dos Lagos. Agora, Meneghel soma onze e se isola na artilharia da competição.
TIGRES 2X2 VOLTA REDONDA Tigres e Volta Redonda empatam em Xerém
Tigres e Volta Redonda empataram por 2 a 2 na noite desta quarta-feira, em Xerém. Os donos da casa chegam a cinco pontos e passam para a quinta posição do Grupo A da Taça Rio. O Voltaço agora tem sete pontos e pula para a quinta posição do B.
Os gols da partida foram marcados por Pedrão e Oziel, para o Tigres, e Robson Luís e Robinho, para o time da Cidade do Aço.
Na próxima rodada, sábado, às 16h, o Tigres enfrenta o Mesquita fora de casa. O Volta Redonda, às 18h15m, recebe o Vasco no estádio da Cidadania.
BOTAFOGO 2X2 AMERICANO Botafogo joga muito mal e fica no empate com o Americano no estádio Engenhão
Se a partida desta quarta-feira, válida pela quinta rodada da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca, serviu de teste para a segunda fase da Copa do Brasil - pela qual Botafogo e Americano se enfrentam nos dias 8, em Campos, e 16 de abril, no Rio - a torcida alvinegra tem motivos de sobra para ficar preocupada. Com um futebol apático e sem inspiração, a equipe de General Severiano empatou em 2 a 2 com o time de Campos (assista aos gols no vídeo ao lado), e o árbitro André Luis Paes Ramos ainda deixou de marcar um pênalti claro para os visitantes, quando a partida estava 1 a 1.
Apesar do tropeço no Engenhão, o Alvinegro voltou à liderança do Grupo A, com dez pontos, mas ao lado de Flamengo e Bangu, que perdem no saldo de gols (seis contra quatro e dois, respectivamente). Como domingo é dia de eliminatórias da Copa do Mundo de 2010 para a seleção brasileira, que enfrenta o Equador no estádio Olímpico Atahualpa, em Quito, às 18h (de Brasília), toda a sexta rodada do Estadual será no sábado. O Americano, que soma cinco pontos e está em quinto lugar no Grupo A, recebe o Friburguense no Godofredo Cruz, às 18h30m, enquanto o Botafogo enfrenta o Fluminense, às 20h30m, no Maracanã.
Os botafoguenses presentes ao estádio tiveram a primeira boa notícia da noite antes mesmo de a bola rolar. Apesar de ainda sentir dores no tornozelo esquerdo, em virtude de uma pancada sofrida durante a goleada sobre o Duque de Caxias, no último domingo, Maicosuel foi para o jogo. Mas apenas presença do camisa 10, que atuou com uma proteção no local, não foi suficiente. O mau primeiro tempo do Alvinegro teve seu primeiro destaque negativo aos seis minutos: Victor Simões fez falta dura em Elson, levou o terceiro cartão amarelo e está fora do Clássico Vovô.
Apesar de ter mais posse de bola, os donos da casa esbarravam na forte marcação do time de Campos, se limitando a trocar passes no meio-campo. E tinha de ser numa falha do adversário para o placar sair do zero. Aos 12, Thiaguinho desceu pela esquerda e cruzou para o meio da área. Anderson furou bisonhamente, e a bola sobrou para Victor Simões completar de bico para as redes. Seis minutos depois, Juninho cobrou falta rápida para Reinaldo, que ajeito de primeira para Fahel. Pressionado pela zaga, o volante acabou chutando para fora.
Diante da retranca do Americano, parecia que o Botafogo não levaria susto algum, mas havia de ser numa falha que os visitantes chegariam ao empate. Aos 22, Ernani cobrou falta de longe, e Renan, mesmo com a bola desviando em Victor Simões, aceitou. A bola passou por cima do goleiro, que se atrapalhou e não conseguiu fazer a defesa. O Alvinegro ainda teve duas ótimas chances de voltar a ficar em vantagem, mas esbarrou na má pontaria de seus jogadores.
Aos 29, Thiaguinho, o melhor jogador do Botafogo na primeira etapa, partiu do meio-campo, tabelou com Victor Simões e recebeu sozinho na área, mas mandou em cima de Jefferson. Aos 36 foi a vez de o camisa 7 desperdiçar. Com um leve toque Fahel deixou o artilheiro livre, mas o chute saiu à esquerda do gol do Americano. Os jogadores foram para o vestiário sob vaias dos poucos torcedores presentes.
Botafogo muda, e nem arbitragem impede o empate do Americano
O Alvinegro voltou com a entrada do lateral-esquerdo Gabriel no lugar do volante Léo Silva, com Thiaguinho passando para o meio. A tentativa de deixar o time mais ofensivo só surtiu efeito aos dez minutos, e foi com o próprio Thiaguinho, que fez bela jogada individual e chutou para a defesa de Jefferson. Três minutos depois, o lance que poderia ter mudado o rumo da partida.
A zaga do Botafogo errou na saída de bola e propiciou o contra-ataque ao Americano. Kieza recebeu na área, driblou Renan e foi puxado por Fahel. Pênalti claro que André Luis Paes Ramos não marcou. O árbitro, que ainda deveria ter expulsado o jogador botafoguense, ainda deu amarelo para o atacante do Americano, alegando simulação (assista ao lance no vídeo acima).
Aos 16, Fahel recebeu passe de Thiaguinho e tentou o àngulo esquerdo de Jeferson, com a bola passando muito perto. Alheio ao erro da arbitragem, o Botafogo partiu para cima, mas, sem inspiração, criava poucas oportunidades. Aos 23, Maicosul fez boa jogada pela esquerda e cruzou rasteiro. A bola passou por todo mundo e a zaga afastou quase em cima da linha. E foi num lance individual do camisa 10 que o campeão da Taça Guanabara chegou ao segundo gol. E quem agradeceu foi Reinaldo, que recebeu ótimo passe, girou e chutou cruzado para marcar.
Mas quando a vitória parecia apenas questão de tempo, acabou se fazendo justiça no Engenhão. Depois de falta dura em Kim, Victor Simões recebeu o segundo amarelo e foi expulso, e o Botafogo passou a jogar na base da vontade. Mas não foi suficiente. Aos 41, o Americano chegou ao empate justamente com Kieza, que usou a cabeça para deixar tudo igual no placar. Já nos acréscimos, Renan ainda fez excelente defesa em chute de Cafezinho, evitando a derrota. E a partida terminou da mesma maneira que os primeiros 45 minutos. Com o pouco público presente vaiando os jogadores.
Ficha Técnica: BOTAFOGO 2 x 2 AMERICANO BOTAFOGO Renan, Alessandro, Emerson (Jean Carioca), Juninho e Thiaguinho; Leandro Guerreiro, Fahel, Léo Silva (Gabriel) e Maicosuel; Reinaldo e Victor Simões Técnico: Ney Franco AMERICANO Jefferson; Elson, Anderson e Carlão; Paulo Henrique, Renan, Siller (Kim), Diego Sales (Cafezinho) e Ernani; Eberson (Gil) e Kieza Técnico: Toninho Andrade Gols: Victor Simões, aos 12, e Ernani, aos 22 minutos do primeiro tempo; Reinaldo, aos 33, e Kieza aos 41 minutos do segundo tempo Cartões amarelos: Victor Simões e Alessandro (Botafogo); Anderson, Siller, Kieza e Renan (Americano) Cartões vermelhos: Victor Simões (Botafogo); Gil (Americano) Estádio: Engenhão Data: 25/03/2009 Renda: R$ 36.841 Público: 2.248 pagantes (2.818 presentes) Árbitro: André Luis Paes Ramos (RJ) Auxiliares: Raimundo Araujo dos Santos (RJ) e Ricardo Saldanha Batermarqui (RJ)
VASCO 2X1 MESQUITA Com belo gol de Jéferson, Vasco bate Mesquita e mantém liderança do Grupo A
Sem três titulares, inclusive o meia Carlos Alberto, o Vasco venceu o Mesquita por 2 a 1, de virada, na noite desta quarta-feira, em São Januário, e manteve a invencibilidade na Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca. Com uma péssima atuação, principalmente no primeiro tempo, o time derrotou o rival graças a um golaço do meia Jéferson, aos 41 minutos do segundo tempo. Léo Lima fez o outro, e Elton ainda perdeu um pênalti. Ederson Silva marcou para o time da Baixada, que teve o goleiro Fernando como um dos destaques.
Com o resultado, o Vasco é o líder do Grupo A, com 15 pontos ao lado do Fluminense. O Tricolor fica em segundo por ter pior saldo de gols (10 a 8). O Mesquita segue na última colocação do Grupo B, sem nenhum. Na próxima rodada, o time da Colina encara o Volta Redonda, na Cidade do Aço. O time da Baixada vai enfrentar o Tigres. Os dois jogos vão acontecer no próximo sábado.
Mesquita abre o placar, mas Vasco empata de pênalti
O Vasco começou a etapa inicial em cima do Mesquita, tentando matar o jogo logo nos primeiros minutos. Aos quatro, Elton recebeu um ótimo passe de Léo Lima já dentro da área e chutou de primeira. A bola bateu na zaga e quase enganou o goleiro Fernando, que já estava batido.
Sem o lateral-esquerdo Ramon, o zagueiro Titi e o meia Carlos Alberto, todos expulsos no clássico contra o Flamengo, no último domingo, o Vasco viu o Mesquita crescer na partida. Comandado por Fabrício, o time de Rubens Filho quase marcou aos 11. O meia arriscou de fora da área, e a bola passou perto da trave de Tiago.
Um minuto depois, Léo Lima deu ótimo passe para Jéferson na intermediária. O meia avançou e arriscou de fora da área. A bola estourou na trave do Mesquita e saiu pela linha de fundo. E o Vasco parou por aí. Aos 20, Alex Braz cobrou escanteio da esquerda, e Cleiton apareceu para cabecear com perigo ao gol vascaíno.
O domínio do Mesquita era evidente, e o gol acabou saindo aos 37. Alex Braz cruzou da esquerda na cabeça de Ederson Silva. Sozinho na entrada da pequena área, o atacante apenas escorou para abrir o marcador. O lance e a atuação do Vasco na etapa inicial irritaram o técnico Dorival Júnior, que dava sinais evidentes de que mudaria o time na etapa final.
Aos 43, após cobrança de escanteio, André Andrade segurou Fernando dentro da área, e o árbitro Djalma Beltrami não pensou duas vezes: pênalti para o Vasco. Um minuto depois, Léo Lima cobrou e empatou a partida. Tudo igual na Colina.
Mudanças surtem efeito, e Vasco vira na etapa final
Na volta para o segundo tempo, Dorival sacou Edu Pina e Léo Lima e apostou nas entradas de Fágner e Enrico. Com as alterações, o time subiu de produção e passou a dominar a partida.
Em oito minutos, o Vasco fez mais do que em 45. Rodrigo Pimpão teve três chances de marcar, e o goleiro Fernando salvou todas. Aos cinco, o atacante recebeu passe de Nilton, que havia driblado três adversários, e chutou para grande defesa do camisa 1. No lance seguinte, um minutos depois, o camisa 11 finalizou para outra grande intervenção do arqueiro do Mesquita. Aos oito, recebeu sozinho dentro da área e soltou a bomba. Fernando voltou a segurar.
Aos 17 minutos, o meia Fabrício, do Mesquita, deu um carrinho em Nilton e acabou expulso por Djalma Beltrami. Com um jogador a mais em sua equipe, Dorival foi ousado e sacou o zagueiro Gian para a entrada de Alan Kardec. Com a alteração, Amaral foi deslocado para compor o setor defensivo ao lado de Fernando.
Aos 30, Alan Kardec quase desempatou. Após cruzamento de Nilton, com o goleiro Fernando batido, o atacante triscou na bola, que passou à direita da trave do Mesquita. Cinco minutos depois, Jéferson cruzou, e Elton acertou um belo chute de primeira. O goleiro Fernando voltou a fazer uma ótima defesa. Aos 40, Elton passou por um adversário e, de dentro da área, chutou para fora.
Após tanto pressionar, o Vasco foi premiado aos 41 minutos. Rodrigo Pimpão recebeu pelo lado esquerdo, passou por dois adversários, foi desarmado, mas a bola sobrou na entrada da área para Jéferson. O meia chutou de primeira, no ângulo direito de Fernando, para desempatar a partida. Cinco minutos depois, Elton foi derrubado na área, e Beltrami assinalou novo pênalti. O atacante correu para cobrar, deu a paradinha, e chutou para fora. Mesmo assim, a equipe somou três pontos, garantindo a liderança.
Ficha técnica: VASCO 2 x 1 MESQUITA VASCO Tiago, Paulo Sérgio, Gian (Alan Kardec), Fernando e Edu Pina (Fágner); Amaral, Nílton, Léo Lima (Enrico) e Jéferson; Rodrigo Pimpão e Élton. Técnico: Dorival Júnior. MESQUITA Fernando, João Felipe, Alemão, Vinicius (Alan Kardec) e Cleiton; Haroldo, Yves (Maricá), André Andrade e Alex Braz; Fabrício e Ederson Silva (João Moreno). Técnico: Rubens Filho. Gols: Ederson Silva, aos 37 minutos, Léo Lima, aos 44 minutos do primeiro tempo; Jéferson, aos 41 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos: Fernando, Fágner, Nilton (Vasco); André Andrade (Mesquita). Cartão vermelho: Fabrício (Mesquita). Estádio: São Januário. Data: 25/03/2009. Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (RJ). Auxiliares: Wendel de Paiva Gouvêa (RJ) e Luiz Antonio Muniz de Oliveira (RJ).
AURORA (BOL) 1X2 GRÊMIO (BRA) Com mais sorte do que juízo, Grêmio vence o Aurora em Cochabamba
Mais sorte do que juízo. O Grêmio desperdiçou uma montanha de gols, teve um jogador expulso e esteve em vias de perder pontos para o fraco time do Aurora, mas um gol de Tcheco aos 42 minutos do segundo tempo, em frangaço do goleiro Dulcich, garantiu a vitória por 2 a 1. Jonas havia marcado o primeiro gol do Tricolor, que depois cedeu o empate em gol de Paredes. A imperícia do time gaúcho nas conclusões a gol havia transformado o goleiro Dulcich em melhor jogador em campo na cidade de Cochabamba. Isso até ele levar o frango.
Com a vitória, o Grêmio fechou o primeiro turno da etapa de grupos na liderança de sua chave na Taça Libertadores, com sete pontos, um à frente do Boyacá Chicó, da Colômbia. O Universidad de Chile aparece em terceiro, com quatro pontos. O Aurora, na lanterna, segue zerado. Como restam dois jogos em casa e apenas um como visitante na primeira fase, o Tricolor não deve ter problemas para se classificar.
A equipe de Celso Roth volta a campo pela Libertadores no dia 7 de abril, novamente contra o Aurora, mas no Olímpico. Antes, tem Campeonato Gaúcho. Na próxima segunda-feira, recebe o São Luiz.
Depois do jogo contra o Boyacá Chico, o jornal espanhol “El Mundo Deportivo” chamou Jonas de “pior atacante do mundo”, em referência aos três gols sequenciais que ele perdeu na partida. Nesta quarta-feira, mesmo que por apenas um instante, o jogador inverteu a situação. Aos 41 minutos, quando recebeu a bola de Alex Mineiro, avançou com ela dominada e mandou um chute forte, certeiro, o atleta virou o melhor atacante do planeta para os gremistas. Foi dele o gol que evitou uma injustiça no primeiro tempo em Cochabamba.
O Grêmio manteve sua especialidade na temporada: perder gols. Foi um atrás do outro, igualzinho às duas partidas anteriores pela Libertadores. O próprio Jonas teve duas oportunidades. Com cinco minutos, mandou uma bomba no travessão do Aurora. Aos 21, avançou livre pela esquerda, mas parou em grande defesa do goleiro Dulcich. Quando fez o gol, o jogador respirou aliviado.
Mas desperdiçar oportunidades não foi privilégio do camisa 7. Aos oito minutos, um lance exemplificou que a bola não anda muito amiga do Tricolor. Souza, pela esquerda, mandou na trave. No rebote, Ruy bateu mal, quase esmagando a bola contra o chão. A zaga cortou. Em novo rebote, Souza mandou por cima.
O Aurora mostrou que é mesmo um time muito fraco. Só ameaçou no começo do jogo, quando o Grêmio ainda esquentava o motor. No primeiro minuto, Paredes até mandou para o fundo da rede de Victor, mas a arbitragem marcou impedimento.
Castigo e sorte
Mais do mesmo. No segundo tempo, o Grêmio seguiu jogando na lata de lixo as possibilidades de balançar a rede rival. Jonas, logo com um minuto, perdeu duas vezes. Primeiro, mandou de bico. O goleiro defendeu. No rebote, o atacante não conseguiu desviar do camisa 1 do Aurora, em noite até então inspirada. Aos seis, Alex Mineiro recebeu de Jonas e, na cara do gol, mandou para fora.
Aí veio o castigo. A etapa final tinha oito minutos quando Alex Mineiro tentou fazer gol de letra. Ao mesmo tempo em que perdeu o gol, o atacante permitiu o contra-ataque boliviano. A bola foi até Paredes, que desviou de Victor para empatar o jogo.
Não bastassem os gols perdidos, Jonas resolveu piorar a situação. De herói no primeiro tempo, virou quase vilão. Quando o Grêmio mais precisava de calma, o atacante foi expulso, acusado de dar cotovelada em um adversário.
Aos poucos, a turma de Celso Roth conseguiu se acalmar e até criou novas chances, mas sem a contundência de antes. Herrera foi a campo e pouco fez. O jogo parecia desenhado para terminar empatado, mas aí brilhou a estrela de Tcheco. Aos 42 minutos, ele bateu falta da entrada da área. O goleiro caiu e ficou só com as penas nas mãos. A bola passou por baixo dele e entrou no gol.
Ficha técnica: AURORA 1 x 2 GRÊMIO AURORA Dulcich, Castellón (Rodríguez), Edward Zenteno, Leonforte, Méndez e Edson Zenteno (López); Escobar, Fernandez, Cardozo (Sossa) e Bongioanni; Paredes. Técnico: Julio César Baldivieso. GRÊMIO Victor, Léo, Réver e Rafael Marques; Ruy (Makelele), Adílson (Thiego), Tcheco, Souza e Fábio Santos; Jonas e Alex Mineiro (Herrera). Técnico: Celso Roth. Gols: Jonas, aos 41 minutos do primeiro tempo, e Paredes, aos oito, e Tcheco, aos 41 do segundo. Cartões amarelos: Paredes, Edward Zenteno e Cardozo (Aurora), Ruy e Adílson (Grêmio). Cartão vermelho: Jonas (Grêmio) Estádio: Félix Capriles, em Cochabamba (Bolívia). Data: 25/03/2009. Horário: 21h50m (de Brasília). Árbitro: Juan Soto (Venezuela). Auxiliares: Plácido Chuello (Venezuela) e Jorge Urrego (Venezuela).
SANTOS 3X0 SANTO ANDRÉ No embalo de seus garotos, Peixe despacha Ramalhão na Vila Belmiro
O Santos venceu a primeira das três "finais" que tem pela frente para conseguir sua vaga para as semifinais do Paulistão. Com grande atuação de sua dupla de garotos, Paulo Henrique e Neymar, o Alvinegro despachou o Santo André, vencendo por 3 a 0, nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, foi a 30 pontos, ultrapassou o Ramalhão, e agora está em quinto lugar. A Portuguesa, que empatou com o Mirassol, está um ponto à frente do Alvinegro. As duas equipes se enfrentam na penúltima rodada. No próximo sábado, o Santos enfrenta o Barueri, mais um confronto direto.
Após susto, Peixe acorda
Os dois sustos que levou logo no início da partida, quando o Santo André quase abriu o placar nos primeiros minutos da partida, fizeram o Santos acordar. Logo o primeiro minuto de jogo, Marcelinho Carioca cobrou falta com muito veneno e Cesinha apareceu sozinho para cabecear. A bola passou à direita, raspando a trave. Em seguida, Antônio Flávio recebeu, fez o giro e cruzou rasteiro. Fábio Costa caiu para defender.
Parecia que o Ramalhão atropelaria o Peixe na Vila Belmiro. Mas aos poucos, o time da casa colocou a bola no chão, respirou e passou a criar chances. O técnico Vagner Mancini manteve o esquema com três jogadores mais à frente, mas mudou as peças. Madson atuou aberto pela direita, na vaga de Roni, com Kléber Pereira pelo meio e Neymar na esquerda. No meio-de-campo, Paulo Henrique Lima jogou na vaga de Lucio Flavio.
Esse quarteto se entendeu muito bem em campo. Com toques rápidos e boa visão de jogo, Paulo Henrique, apesar de não ser veloz, fez seus companheiros correrem. Neymar, cortando da esquerda para o meio, deixava marcadores para trás com extrema facilidade. Pela direita, Madson combinava boas jogadas com Luizinho. Com tantas alternativas, o Santos conseguiu desmontar a marcação adversária.
Aos 18, Neymar fez linda jogada pela esquerda, deixou seu marcador no chão, veio cortando pelo meio e passou para Madson soltar uma bomba de pé esquerdo. A bola saiu com tanto efeito que enganou o goleiro Neneca.
O gol animou ainda mais os santistas, que buscavam o ataque a todo momento. Claro que essa ânsia de marcar o segundo gol fez com que o Alvinegro abrisse espaços para o Santo André atacar. Marcelinho, sempre livre, conseguia achar seus companheiros desmarcados. Faltou ao Ramalhão, porém, maior capricho no passe final.
Aos poucos, o Santos foi diminuindo o ritmo, trocando passes e respirando. E foi numa boa combinação de passes que saiu o segundo gol. Paulo Henrique acertou bom passe para Kléber Pereira, que fez o papel de pivô e ajeitou para Triguinho, que vinha de trás, bater de esquerda. A bomba, certeira, entrou no canto esquerdo.
Caixão fechado
O Santos voltou para o segundo tempo procurando controlar mais o jogo. O Santo André procurou pressionar as saídas de bola do time da casa e chegou até a dominar a posse de bola, posicionando seus zagueiros na altura do meio-de-campo. No entanto, não foi suficiente para ameaçar o gol de Fábio Costa.
O Peixe atraía o adversário e se lançava em contra-ataques rápidos, puxados principalmente por Neymar e Madson. A estratégia deu certo. Aos 21, o baixinho desceu em velocidade pela direita, chegou à linha de fundo e cruzou para trás. Neymar dominou e apenas rolou no canto esquerdo. Estava liquidada a fatura.
O Santo André assustou num chute no travessão de Dirceu. No mais, quem levou mais perigo foi o Santos, em contra-ataques rápidos. Neymar e Paulo Henrique deixaram o gramado mais cedo e foram aplaudidos.
Ficha técnica: SANTOS 3 x 0 SANTO ANDRÉ SANTOS Fábio Costa, Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Triguinho (Domingos); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Paulo Henrique Lima (Roni) e Madson; Neymar (Pará) e Kléber Pereira Técnico: Vagner Mancini. SANTO ANDRÉ Neneca, Cicinho (Ricardo Goulart), César Augusto, Marcel e Elvis; Fernando, Ricardo Conceição, Dirceu e Marcelinho Carioca; Antônio Flávio (Clodoaldo) e Júnior Dutra (Moraes). Técnico: Sérgio Guedes. Gols: Madson, aos 18, e Triguinho, aos 39 minutos do primeiro tempo; Neymar, aos 21 minutos do segundo tempo, Cartões amarelos: Marcelinho Carioca, Moraes, Ricardo Conceição (Santo André), Fabão, Roberto Brum, Triguinho (Santos) . Estádio: Vila Belmiro, em Santos, SP. Data: 25/03/2009. Árbitro: Sálvio Spinola Fagundes Filho. Auxiliares: Vicente Romano Neto e Giovani César Canzian. Público e renda: 9.572 pagantes/R$ 106.205,00
PORTUGUESA 2X2 MIRASSOL Com gol de mão no fim, Portuguesa empata e permanece no G-4
A Portuguesa sofreu, abusou do direito de perder chances e precisou de um gol irregular para não sair de campo derrotada pelo Mirassol. O empate por 2 a 2 manteve a equipe no G-4 do Campeonato Paulista.
A Lusa foi aos 31 pontos e manteve a quarta colocação. Já o Mirassol foi aos 21 pontos e ocupa a oitava colocação.
Jogando em casa, a Portuguesa tomou a iniciativa da partida e sufocou o Mirassol nos primeiros 15 minutos. Com forte marcação e toques rápidos, o time chegou muito pelas laterais.
Logo aos três minutos, após cobrança de lateral, Fellype Gabriel chutou por cima do gol com perigo. Dois minutos depois, foi a vez de Christian levar perigo em arremate de pé direito. O Mirassol, encurralado, não conseguia nem chegar na intermediária adversária.
Com o passar do tempo, a Lusa diminuiu o seu ritmo. E o time do Interior, timidamente, conseguiu tocar a bola. Mesmo assim, a Portuguesa seguiu desperdiçando oportunidades. Aos 30min, Christian ajeitou de peito e Edno disparou uma bomba por cima do gol. No minuto seguinte, Christian recebeu dentro da área, girou e bateu de pé direito. Mauro defendeu firme.
Aos 36min, o Mirassol calou o Canindé. No seu primeiro ataque efetivo na partida, Júnior Maranhão abriu o marcador. Mas a Portuguesa não desanimou e, no lance seguinte, chegou ao empate, com Athirson, de cabeça, após cobrança de falta de Marco Antônio. Nos descontos, Edno ficou cara a cara com Mauro, mas chutou em cima do goleiro do Mirassol, perdendo uma oportunidade de ouro para colocar o time do Canindé em vantagem.
Etapa complementar
O panorama da partida não mudou no segundo tempo. A Portuguesa seguiu sufocando o Mirassol. Aos 9min, o segundo gol da Lusa não saiu por falta de sorte. Marco Antônio cobrou falta, Bruno Rodrigo dividiu de cabeça com a zaga do Mirassol e, na sobra, Christian, com o gol vazio, bateu em cima de Edno.
O Mirassol, satisfeitíssimo com o empate, priorizava a marcação. O goleiro da Lusa, Fábio, só assista a partida. O técnico Pintado, para deixar o time mais fechado, tirou o atacante Finazzi e colocou o zagueiro Deleu. Bonamigo respondeu do lado da Lusa tirando o volante Guigov e colocando o meia Preto. A Portuguesa tinha a posse de bola, chegava com facilidade até a entrada da área adversária, mas falhava sempre no último passe ou no cruzamento.
Para desespero do torcedor, o time seguia desperdiçando gols. Aos 24min, Preto, dentro da área, tirou o marcador e chutou por cima do gol de Mauro. Seis minutos depois, Christian recebeu de Fellype Gabriel dentro da área e, na hora do chute, foi travado pela defesa do Mirassol.
Depois de perder um caminhão de gols, veio o castigo no final. Aos 36min, após boa troca de passes, Luís Ricardo recebeu na entrada da área e bateu de pé direito, no canto de Fábio, que nada pode fazer. No desespero, a Lusa seguiu para o abafa. Fabrício Carvalho entrou no lugar de Christian.
E coube ao atacante marcar o gol de empate, aos 42min. É bem verdade que foi um tento irregular. Marco Antônio cobrou falta da intermediária, Fabrício Carvalho desviou com a mão, a bola bateu na cabeça de Alex Silva e entrou. Os jogadores do Mirassol reclamaram muito, mas o juiz Milton Etsuo Ballerini validou o gol.
No fim, a Lusa ainda pressionou. Aos 47min, Edno chegou a marcar o terceiro gol, mas o lance foi anulado, já que o atacante da Lusa estava impedido.
GUARATINGUETÁ 5X0 ITUANO Guaratinguetá goleia o Ituano e ganha fôlego na luta contra rebaixamento
O Guaratinguetá conseguiu uma bela goleada de 5 a 0 sobre o Ituano, nesta quarta-feira, no estádio Dario Rodrigues Leite. Com o resultado, a equipe chega a 18 pontos, na 12ª posição no Campeonato Paulista, e ganha fôlego na luta contra o rebaixamento. Derrotado, o time de Itu permanece com 16, no 14º lugar.
Os gols do Guará foram marcados por Careca, Edson Rocha, Wellington Amorim, Lins e Nino.
Na próxima rodada, sábado, às 18h30m, o Ituano recebe o Paulista em seu estádio. No domingo, o Guaratinguetá vai até a Campinas encarar a Ponte Preta.
PAULISTA 2X3 BOTAFOGO - SP Botafogo bate o Paulista fora de casa
O Botafogo surpreendeu o Paulista nesta quarta-feira, em Jundiaí, e venceu a partida por 3 a 2. Com o resultado, a equipe de Ribeirão Preto chega a 19 pontos no Campeonato Paulista, fica na 11ª colocação e se afasta da zona de rebaixamento. O Paulista permanece com 15 pontos, no 16º lugar, uma posição acima da área de risco.
Os gols do Botafogo foram marcados por Adriano, André Neles e Audálio. Zé Carlos marcou duas vezes e descontou para o Paulista.
Na próxima rodada, sábado, às 18h30m, o Botafogo terá pela frente o lanterna Mogi Mirim fora de casa. O time de Jundiaí, também às 18h30m, encara o Ituano em Itu.
NOROESTE 1X2 SÃO PAULO Sem jogar bem, São Paulo vence o Noroeste e fica perto da semifinal
Mesmo sem mostrar um grande futebol, o São Paulo fez o suficiente, venceu o Noroeste e ficou mais perto da classificação para a fase semifinal do Campeonato Paulista . Com gols de Washington e Jorge Wagner, o Tricolor venceu o Noroeste por 2 a 1, em partida realizada no estádio Alfredo de Castilho, em Bauru. (Assista ao primeiro gol do Tricolor)
Foi a quinta vitória são-paulina como visitante no estadual. O time manteve a terceira posição na tabela, com 33 pontos. Já o Noroeste, que sofreu a sua oitava derrota em 15 partidas, segue na zona de rebaixamento, com 14 pontos.
As duas equipes voltarão a campo no próximo sábado. O São Paulo fará o clássico da rodada, contra o Palmeiras, no estádio do Morumbi. Já o Noroeste terá o Mirassol pela frente, na casa do adversário.
Mesmo não fazendo uma grande partida, o São Paulo foi superior ao Noroeste no primeiro tempo, mas pecou nas finalizações. Sem poder contar com dois de seus quatro zagueiros (Miranda está na seleção brasileira e Renato Silva, suspenso), o técnico Muricy Ramalho resolveu modificar o esquema tático do time, passando do 3-5-2 para o 4-4-2, usando as tradicionais duas linhas de quatro. A primeira com Zé Luis, André Dias, Rodrigo e Junior Cesar. A segunda com Arouca, Jean, Hernanes e Jorge Wagner.
O jogo começou em alta velocidade. O Noroeste, precisando vencer para escapar da zona de rebaixamento, criou a primeira jogada de perigo. Aos três minutos, após cruzamento na área, Marcelinho tocou de cabeça, e a bola raspou a trave direita de Rogério Ceni. O São Paulo respondeu com Borges, aos sete, em cabeçada por cima do gol.
Aos 12, o Tricolor teve uma grande chance de marcar. Hernanes fez lançamento precioso para Washington, que dominou errado e permitiu o corte de Éder. Oito minutos depois, Hernanes cobrou escanteio, Vizzotto espalmou errado, e André Dias, na sobra, bateu à direita do gol.
Após esse lance, o ritmo da partida caiu demais. Havia muita disputa no meio-campo e pouca criatividade. O São Paulo errava muitos passes. Já o Noroeste tinha vontade, mas esbarrava na falta de qualidade técnica.
Quando finalmente conseguiu colocar a bola no chão, o Tricolor chegou com perigo. Aos 41, Jorge Wagner tocou para Washington, que rolou para Borges. O atacante bateu rasteiro, no canto direito de Vizzotto, que espalmou pela linha de fundo. Três minutos depois, o goleiro do Noroeste voltou a fazer bela defesa, desta vez em chute de Hernanes.
Etapa complementar
Os dois times voltaram com as mesmas formações. E, aos cinco minutos, o São Paulo abriu o marcador. Após toque de Arouca para a área, Marcelinho falhou e cabeceou para trás. Washington pegou a sobra, driblou Vizzotto e bateu para o gol vazio. Foi o décimo gol do atacante no Campeonato Paulista.
Em vantagem, o São Paulo passou a jogar como gosta, valorizando a posse de bola e usando o contra-ataque. Aos 16, após bola cruzada na área, Zé Luis fez o segundo gol, mas a arbitragem anulou, alegando impedimento do são-paulino, que não existiu. Mas, dois minutos depois, não teve jeito, e o Tricolor fez o segundo gol. Washington avançou pela direita e tocou para Borges que, na entrada da área, rolou para Jorge Wagner. Pela esquerda da área, o camisa 7 bateu no canto esquerdo de Vizzotto e saiu para o abraço. (Assista ao lado como foi o gol).
Noroeste acorda
Com 2 a 0, o jogo parecia definido. Mas o Noroeste não se entregou. O técnico Fahel Júnior colocou o atacante Joãozinho na vaga do lateral-esquerdo Cláudio. Com três homens de frente, o time foi com tudo para o ataque. E, aos 20, Marcelinho, de cabeça, diminuiu a vantagem são-paulina. Rogério Ceni chegou a tocar na bola, mas ela já havia passado a linha do gol.
O gol animou o time da casa. No São Paulo, o técnico Muricy Ramalho foi obrigado a fazer a primeira alteração. Borges sentiu uma lesão no joelho esquerdo e foi substituído por Hugo. Com um homem a mais no meio-campo, o Tricolor conseguiu controlar o ímpeto do Noroeste. E voltou a criar chances de gol. Aos 36, após jogada de Hugo, Jean bateu com perigo de fora da área, à direita de Vizzotto. Já nos descontos, Hernanes cruzou para Hugo, que bateu no canto direito do goleiro do Noroeste, que fez bela vitória. Foi o último lance de perigo da partida.
Ficha técnica: NOROESTE 1 x 2 SÃO PAULO NOROESTE Fernando Vizzotto; Éder, Anderson Marques, Marcelinho e Cláudio (Joãozinho); Júlio Bastos, Bilu, Bruno César e Gilsinho (Luciano Bebê); Careca (Léo Mineiro) e Marinho. Técnico: Fahel Júnior. SÃO PAULO Rogério Ceni; Zé Luis, André Dias, Rodrigo e Junior Cesar; Jean, Arouca, Hernanes e Jorge Wagner; Borges (Hugo) e Washington. Técnico: Muricy Ramalho. Gol: Washington, aos 5min, Jorge Wagner, aos 18min e Marcelinho, aos 20min do segundo tempo. Cartões amarelos: Gilsinho e Bilu (Noroeste). André Dias, Rodrigo e Washington (São Paulo). Estádio: Dr. Alfredo de Castilho. Data: 25/03/2009. Árbitro: Leonardo Ferreira Lima. Auxiliares: Alessandro Pitol Arantes e Fábio Luiz Freire.
CORINTHIANS 2X2 PONTE PRETA Ronaldo dá show, mas zaga vacila, e Timão só empata com a Ponte Preta
Ronaldo deu o seu show particular na noite desta quarta-feira, no estádio do Pacaembu, mas o restante do elenco dessa vez não o acompanhou. Depois de sair perdendo para a Ponte Preta, pela 16ª rodada do Campeonato Paulista, o Corinthians virou com dois gols do Fenômeno, mas a defesa falhou e permitiu o empate por 2 a 2.
No lance do primeiro gol da Macaca, o setor defensivo do Timão já havia parado pedindo impedimento de Leandrinho que não existiu. Já no gol de empate, Chicão e Boquita não conseguiram interceptar cruzamento, o goleiro Felipe não saiu debaixo da trave e Gum apareceu sozinho para marcar de cabeça.
Ao menos o torcedor corintiano saiu do estádio satisfeito com mais uma grande atuação do Fenômeno. No primeiro jogo em que atuou por 90 minutos (mais os acréscimos), o craque mostrou que está evoluindo a cada partida. Sofreu o pênalti que depois converteu, anotou outro golaço após corte seco em zagueiro e atuou como armador.
O resultado, embora ruim por ser dentro de casa, mantém o Timão invicto na temporada e tranquilo na segunda colocação do Estadual, agora com 34 pontos. Já a Ponte Preta, que vinha de derrota vexatória em Campinas para o Barueri, segue em posição intermediária, com 20 pontos conquistados em 16 jogos.
O próximo desafio do Corinthians no Campeonato Paulista é novamente contra um time campineiro. A partida diante do Guarani está marcada para sábado, às 21h10m, no estádio Brinco de Ouro, em Campinas. A Ponte Preta, por sua vez, atua no domingo, no Moisés Lucarelli, às 16h, contra o Guaratinguetá.
Quem tem Fenômeno não se preocupa
O Corinthians iniciou a partida com toque de bola envolvente e pressionando a Ponte Preta no campo de defesa. Só que a primeira chance real de gol foi criada apenas aos 7 minutos, quando Douglas ajeitou para Wellington Saci emendar chute de longe. O goleiro Aranha apenas olhou a bola passar à direita.
Além da maior posse de bola, a equipe anfitriã marcava com eficiência a no campo do adversário. Perdido, o time de Campinas começou a abusar das faltas e dar ao Timão a chance de criar suas melhores jogadas nas bolas paradas. Aos 17, por exemplo, Cristian cobrou falta para dentro da área, Ronaldo cabeceou e Aranha fez ótima defesa.
O lance animou o Corinthians, e, aos 25 minutos, Cristian arriscou chute forte de fora da área, que passou por cima do gol da Ponte. Cinco minutos mais tarde, novamente em bola parada, outra boa chance de abrir o marcador. O zagueiro Chicão bateu colocado e obrigou o goleiro Aranha a fazer boa defesa.
A superioridade do Timão, porém, não impediu que a Ponte Preta abrisse o placar aos 32 minutos. A defesa do Corinthians vacilou, e Leandrinho apareceu livre na cara de Felipe. Com calma e muita categoria, o atacacante da Macaca encobriu o goleiro e fez o primeiro da partida. A zaga dos donos casa tinha parado para pedir impedimento, mas Alessandro dava condição.
Quem tem Ronaldo, porém, não precisa se preocupar. O camisa 9 chamou a responsabilidade para si e construiu o empate do Timão. Aos 35 minutos, após ótima passe em profundidade de Elias, o Fenômeno foi derrubado. Pênalti. Na cobrança, aos 36, o craque mostrou o por que tem esse status há tantos anos.
Com calma, ele partiu para a bola, esperou Aranha escolher o canto e tocou com categoria no meio do gol. Apressado, mas sorrindo, Ronaldo correu para o fundo das redes, pegou a bola e tratou de reiniciar a partida rapidamente. Parecia pressentir que teria outra chance aos 38. Só não esperava furar o cruzamento de Alessandro.
Craque faz a diferença, mas a defesa...
As duas equipes voltaram para a segunda etapa sem alterações. A Ponte Preta, porém, mudou sua postura e apareceu com perigo em dois lances antes dos cinco minutos. No primeiro, Cristian evitou o gol da Macaca. No segundo, o goleiro Felipe saiu nos pés do atacante para salvar a equipe do Parque São Jorge.
O time de Campinas, no entanto, não soube aproveitar o bom momento. Aos 8 minutos, o lateral-direito Edílson fez falta dura em Wellington Saci e, como já tinha sido advertido com o cartão amarelo no primeiro tempo, foi expulso de campo. Logo depois, o corintiano Douglas, machucado, deu lugar ao atacante Otacílio Neto.
Em superioridade numérica, o Corinthians encontrou espaços. E a Ponte Preta deu liberdade a quem não poderia dar: o Fenômeno. Aos 12 minutos, o craque recebeu na grande área, deu belo corte seco no marcador e bateu colocado de perna esquerda, sem chance de defesa para o goleiro Aranha.
A torcida foi à loucura com o quarto gol de Ronaldo com a camisa do Corinthians. Enquanto o atacante comemorava com os seus companheiros, a Fiel gritava o nome do craque, que, em noite inspirada, começou a desfilar seu grande futebol. Aos 19, recebeu passe de Saci, cortou zagueiro e não conseguiu chutar.
Com mais dois gols na conta, o Fenômeno começou a tentar servir os companheiros, como aos 21 minutos. Ele rolou a bola para o fã Dentinho, que dominou e chutou cruzado de perna direita para fora. Dois minutos depois, o camisa 31 deixou o campo na maca móvel após sentir lesão muscular. Lulinha entrou em seu lugar.
A Ponte Preta poderia até parecer morta, mas não estava. A equipe de Campinas continuou tentando e chegou ao empate aos 30 minutos. Após cruzamento da direita, Chicão e Boquita não subiram para cortar, Felipe ficou parado debaixo da trave e Gum apareceu para cabecear para o fundo do gol: 2 a 2.
Ronaldo, então, voltou a aparecer com qualidade ímpar. Aos 34 minutos, ele deu lindo passe de calcanhar para Otacílio Neto, que sofreu falta bem perto da grande área. O Fenômeno até que ficou na bola para cobrança, mas foi Chicão quem bateu e obrigou Aranha a fazer excelente defesa e evitar o que seria o terceiro do Timão.
Os anfitriões mantiveram a pressão até o final. Tanto que em determinado momento o técnico Mano Menezes tirou o zagueiro Diego para colocar o atacante Souza. Aos 49 minutos, emoção na grande área. Ronaldo recebeu, tentou driblar, foi desarmado por um zagueiro e reclamou toque de mão. Mas o árbitro negou.
Ficha técnica: CORINTHIANS 2x2 PONTE PRETA CORINTHIANS Felipe; Alessandro, Chicão, Diego (Souza) e Wellington Saci; Cristian, Elias, Boquita e Douglas (Otacílio Neto); Dentinho (Lulinha) e Ronaldo. Técnico: Mano Menezes. PONTE PRETA Aranha; Edílson, Gum, Jean e Alessandro; Deda, Guilherme, William, Dener (Tinga) e Leandrinho (Bia); Márcio Mexirica (Savóia). Técnico: Marco Aurélio. Gols: Leandrinho, aos 32 minutos, e Ronaldo, aos 36 do primeiro tempo; Ronaldo, aos 12 minutos, Gum, aos 30 do segundo tempo. Cartões amarelos: Cristian (C); Edílson, William, Gum, Jean (P) . Cartão vermelho: Edílson (P). Público: 19.945 pagantes Renda: R$ 506.261,50 Estádio: Pacaembu. Data: 25/03/2009. Árbitro: Robinson José Andréa de Góes. Auxiliares: Cláudio Roberto da Costa e Fábio Rogério Baesteiro.
SANTA CRUZ 4X1 CABENSE Santa goleia o Cabense e se mantém vivo na briga pelo segundo turno
Mesmo saindo atrás, o Santa Cruz goleou o Cabense por 4 a 1, nesta quarta-feira, no Arruda, e se mantém vivo na briga pelo segundo turno do Campeonato Pernambucano (assista ao vídeo). Cléber abriu o placar para a equipe visitante, mas Alexandre Oliveira, Márcio Barros e Marcelo Ramos, duas vezes, garatiram os três pontos para o Time Coral. De quebra, o experiente centroavante assumiu a artilharia do Estadual com 12 gols.
O Santa Cruz foi comandado pelo auxiliar-técnico Nenê Bittencourt, irmão do técnico Márcio Bittencourt, que com suspeita de dengue precisou ser internado no Hospital Memorial São José, onde tomou soro e em seguida foi liberado.
Precisando da vitória para ainda se manter na briga pelo segundo turno e se garantir na decisão do Estadual, o Santa Cruz não deixou o Cabense respirar nos primeiros minutos. Diante de um bom público, Leandro Camilo foi o primeiro a ameaçar a meta de Íbson, obrigando o arqueiro a fazer uma bela defesa, aos 11.
Porém, quem não faz, leva, e aos 23 o Cabense abriu o placar. Depois de jogada de Curinga, Cléber recebeu na intermediária, viu a defesa coral recuar e soltou a bomba, no canto esquerdo de André Zuba.
O Santa sentiu o gol. Parral, Leandro Gobatto e Marcelo Ramos eram os que mais arriscavam, porém faltou caprichar nas finalizações. Antes de terminar o primeiro tempo, o Cabense quase ampliou em duas oportunidades, mas Eduardo pecou pelo excesso de preciosismo, e Léo Batista chutou sobre o goleiro.
Santa vira e goleia
Para a etapa complementar, o Santa Cruz voltou com Roger no lugar de Wagner, e o time ganhou em movimentação. Aos oito minutos, Alexandre Oliveira cobrou falta rasteira, no canto de Íbson, empatando para o Tricolor do Arruda. Aos 15, Márcio Barros acertou o travessão do Cabense, e mais uma vez Alexandre Oliveira poderia ter virado, na sequência.
O experiente zagueiro Sandro sentiu contusão e foi substituído por Memo, aos 19. O Santa Cruz tinha o domínio da partida, enquanto Cabense continuou explorando os contra-ataques. Em um vacilo de Bilica, Eduardo quase desempatou para a equipe visitante.
Com Pedro Henrique na vaga do lateral Adilson, o Santa Cruz foi para o tudo ou nada. E o Tricolor do Arruda foi recompensado pela ofensividade, aos 34. Leandro Gobatto recebeu na área, segurou a marcação e rolou para Márcio Barros virar o jogo. Ainda deu tempo do experiente artilheiro Marcelo Ramos anotar o terceiro gol, após o cruzamento de Parral, e o quarto, depois de jogada de Pedro Henrique.
SPORT 1X1 YPIRANGA Sport apenas empata com Ypiranga na Ilha do Retiro
Todos imaginavam que seria mais uma vitória do Sport sobre o Ypiranga, na noite desta quarta-feira, principalmente porque o jogo era na Ilha do Retiro. Afinal, no primeiro turno, o Leão goleou por 4 a 1, lá em Santa Cruz do Capibaribe. Porém, a equipe visitante abriu o placar com Serjão, e Paulo Baier, de pênalti, igualou para o Leão, que se mantém na liderança do Campeonato Pernambucano com 16 pontos, três a frente do Santa Cruz, e quatro do Náutico, que recebe o Sete de Setembro, nesta quinta-feira, nos Aflitos (assista ao vídeo).
Foi a primeira vez na temporada que a equipe do técnico Nelsinho Baptista perdeu pontos dentro de casa. Na próxima rodada, o Sport encara o Petrolina, fora de casa, neste sábado, enquanto o Ypiranga recebe o Salgueiro, no domingo.
Magrão falha, e visitantes surpreendem
Em um primeiro tempo de muitas faltas violentas e domínio do Sport, foi o Ypiranga que surpreendeu e abriu o placar, aos 27 minutos. Evaldo Bahia cobrou a falta, e Magrão não segurou. No rebote, Serjão, em posição legal, escorou para o fundo da rede.
O quarteto ofensivo formado por Paulo Baier, Fumagalli, Wilson e Ciro deu trabalho à zaga visitante, porém quando não era o goleiro Geday salvando, era a trave que dava o ar de sua graça. O Ypiranga ainda perdeu Valnei expulso por falta violenta em Ciro, já nos acréscimos do primeiro tempo.
Leão corre atrás do empate
Para a etapa complementar, o técnico Nelsinho Baptista colocou Luciano Henrique e Vandinho nas vagas de Fumagalli e Wilson respectivamente. Pelo lado do Ypiranga, que além da expulsão perdeu dois jogadores por contusão, o treinador Rubens Monteiro fez uma mexida.
O panorama não mudou. Enquanto o Leão buscava o empate e uma possível virada, o Ypiranga se segurava lá atrás, com menos um, e tentava encaixar os contra-ataques. Aos 14, Sandro Goiano substituiu Daniel Paulista, que não manteve a regularidade dos últimos jogos no meio-campo rubro-negro.
Dois minutos depois, a última alteração do Sport deu resultado. Sandro Goiano esticou para Moacir, que foi derrubado na área. Paulo Baier cobrou o pênalti e empatou a partida.
Aos 29, o capitão Durval saiu sentindo o tornozelo, e o Sport também ficou com dez homens no gramado. Ainda sim, o Leão continuou pressionando a meta de Geday, que garantiu um pontinho fora de casa para a equipe de Santa Cruz do Capibaribe.
Segundo turno - sexta rodada Quarta-feira, 25/03 20h30m - Porto 3x0 Salgueiro 20h30m - Serrano 2x0 Central 20h30m - Petrolina 2x3 Vitória
Quinta-feira, 26/03 20h30m - Náutico x Sete de Setembro
METROPOLITANO 1X2 AVAÍ Avaí vira o jogo contra o Metropolitano e conquista o returno
O Avaí virou o jogo contra o Metropolitano em Blumenau e venceu a partida em 2 a 1, nesta quarta-feira, no estádio do Sesi. Com a vitória, o Leão chegou a 22 pontos, ficou com o título do returno do Campeonato Catarinense e leva um ponto para a próxima fase. O Metropolitano, com a derrota, fica de fora do quadrangular.
16h - Chapecoense (1º ìnd. técnico) x Avaí (2º turno)
16h - Joiville (2º índ. técnico) x Criciúma (1º turno)
O Metropolitano abriu o placar com Ricardo Lobo cobrando pênalti aos 41 minutos do primeiro tempo. Evando empatou um minuto depois para o Leão. O gol da vitória saiu dos pés de Léo Gago aos 38 minutos do segundo tempo.
Pela primeira partida do quadrangular, o Avaí enfrenta o JEC no sábado, às 16h, na Arena, em Joinville.
O jogo
A partida começou com o Avaí partindo para cima do Metrô e mostrando que, além da vaga para o quadrangular, queria também conquistar o segundo turno do Catarinense.
O atacante Evando teve a primeira oportunidade para o Leão aos cinco minutos. Odair o deixouu na cara do gol, ele chutou na saída do goleiro João Paulo e a bola saiu à direita do gol do Metrô.
Aos sete minutos, o Avaí assustou o Metropolitano mais uma vez. O lateral Etlinho fez grande jogada pela esquerda e bateu forte de dentro da área, o goleiro João Paulo fez uma grande defesa, evitando o primeiro gol do Leão.
O Metropolitano chegou pela primeira vez aos oito minutos. Cristiano fez grande jogada pela esquerda, entrou na área e chutou sem ângulo, a bola bateu na rede pelo lado de fora.
Bem melhor em campo o Avaí voltou a chegar com perigo aos 15 minutos. Odair lançou mais uma vez para Evando, o goleiro João Paulo saiu bem do gol, a bola sobra para Caio, que bateu de primeira, mas a bola subiu muito e saiu pela linha de fundo.
Depois dos 30 minutos, o Leão teve mais duas oportunidades de marcar. O lateral Medina arrancou pela direita e passou para Caio, que com o corpo driblou o adversário e chutou de esquerda, o goleiro João Paulo fez uma ótima defesa. Aos 36 minutos, Eltinho cruzou para Evando, que de voleio acertou um belo chute, mais uma vez o goleiro João Paulo apareceu bem na partida.
Quando o primeiro tempo se encaminhava para o final sem gols, o Metrô abriu o placar aos 41 minutos. Depois de cobrança de falta, Medina divide com Edimar e o árbitro Edmundo Alves do Nascimento marca pênalti. Ricardo Lobo cobrou pênalti com categoria no canto direito sem chances para Martini e abriu o placar no Sesi.
Nem deu tempo para a torcida do Metropolitano comemorar. Aos 42 minutos, a zaga do Metrô falhou e a bola sobrou para Evando, o atacante driblou o zagueiro e tocou devagar, no canto direito do goleiro João Paulo para empatar a partida.
Segundo tempo
As duas equipes voltaram para a segunda parte da partida mais cautelosas, porém não abdicando de atacar. Aos 10 minutos, Marcus Winícius cruzou pela direita, a bola chegou em Eltinho, que chutou forte, a bola desviou na zaga e sai para escanteio.
Aos 13 minutos, Edimar fez grande jogada e da entrada da área e chutou forte, Eduardo Martini fez grande defesa e na sobra, Doriva chutou, mas o árbitro apontou impedimento no lance.
Aos 18 minutos, o Metrô teve sua melhor oportunidade. O atacante Ricardo Lobo recebeu grande lançamento, o goleiro Eduardo Martini chegou antes na bola e evitou o segundo gol do Metrô.
Depois do ímpeto inicial, as equipes cadenciaram a partida e tiveram poucas oportunidades de gol. Somente aos 29 minutos, o time de Blumenau voltou a atacar forte o Leão. Barbieri caiu pela esquerda e cruzou rasteiro, a bola passa por toda a área e o zagueiro Rafael mandou a bola para a lateral.
O Avaí, mesmo com um jogador a mais recuou muito e o Metropolitano cresceu na partida, mas Silas fechou bem o time e o adversário não conseguia entrar na defesa avaiana. Porém, o cansaço era evidente no time de Blumenau.
Aos 35 minutos, Leo Gago chutou forte, a bola desviou na zaga e Evando chutou na cara de João Paulo, que fez a defesa e mandou a bola para escanteio. Com espaços para finalizar o Avaí chegou ao gol da virada três minutos depois.
Depois de cobrança de escanteio, a bola sobrou para Leo Gago, o volante chutou de esquerda, a bola entrou no canto direito, sem chances para o goleiro João Paulo e marcou o gol da vitória do Leão no Sesi.
Pela primeira partida do quadrangular, o Avaí enfrenta a Chapecoense, no Índio Condá em Chapecó.
JOINVILLE 0X1 CHAPECOENSE Chapecoense vence o Joinville e garante vaga no quadrangular
O Chapecoense venceu o JEC por 1 a 0, na Arena, e conseguiu a vaga no quadrangular final do Catarinense. O time entrou na terceira fase do Estadual por índice técnico, somando 33 pontos, um a mais que o Joinville, que já estava classificado. No cruzamento semifinal, o JEC vai enfrentar o Criciúma, sábado, na Arena. Os outros semifinalistas são Avaí e Chapecoense.
Confira a primeira rodada da fase quadrangular
Sábado, 28/03 (horário de Brasília)
16h - Chapecoense (1º ìnd. técnico) x Avaí (2º turno)
16h - Joinville (2º índ. técnico) x Criciúma (1º turno)
Primeiro tempo
A pressão do Chapecoense foi grande na primeira etapa. A primeira boa chance foi aos 15 minutos. O JEC cobrou falta, a defesa do time do Oeste recuperou e armou o contra-ataque. O goleiro Fabiano salvou. Em seguida, numa disputa entre Lima e Anderson Lima, o centroavante do JEC caiu na área, a torcida pediu pênalti, mas a arbitragem nada marcou.
Aos 27, mais pressão contra o JEC: o Chapecoense tirou a bola de Valdeir e quase marcou. Dois minutos depois, resposta do JEC: Lima concluiu e Nivaldo colocou para escanteio. Na cobrança, cabeçada de Lima que o goleiro da Chapecoense defendeu. A esta altura o Joinville começava a viver um bom momento e a torcida cantava. E quase gritou gol aos 30, quando Fábio Oliveira cabeceou na trave.
A reação do JEC na etapa parou aí. Aos 40, em cobrança de falta na entrada da área, a bola de Anderson Lima foi para fora após desviar na barreira. Mas aos 43 não teve jeito: Bedé chutou cruzado e abriu o placar para o Chapecoense.
Segundo tempo
A primeira boa chance foi aos 15 minutos. O JEC cobrou falta, a defesa do time do Oeste recuperou e armou o contra-ataque. O goleiro Fabiano salvou. Em seguida, numa disputa entre Lima e Anderson Lima, o centroavante do JEC caiu na área, a torcida pediu pênalti, mas a arbitragem nada marcou.
Aos 27, mais pressão contra o JEC: o Chapecoense tirou a bola de Valdeir e quase marcou. Dois minutos depois, resposta do JEC: Lima concluiu e Nivaldo colocou para escanteio. Na cobrança, cabeçada de Lima que o goleiro do Chapecoense defendeu.
A esta altura o Joinville começava a viver um bom momento e a torcida cantava. E quase gritou gol aos 30, quando Fábio Oliveira cabeceou na trave.
A reação do JEC na etapa parou aí. Aos 40, em cobrança de falta na entrada da área, a bola de Anderson Lima foi para fora após desviar na barreira. Mas aos 43 não teve jeito: Bedé chutou cruzado e abriu o placar para o Chapecoense.
Se a torcida não gostou do primeiro tempo, a segunda etapa teve ainda menos emoções. O Chapecoense tratou de defender o resultado e sair nos contrata-ataques e as chances reais de gol foram poucas.
Aos sete minutos, Juliano quase empatou para o JEC, mas esbarrou na boa intervenção do goleiro Nivaldo. Demorou para o tricolor arrancar um aplauso das arquibancadas. As palmas vieram aos 26: Lima se livrou da marcação e tocou para Aldair. A jovem revelação do Joinville bateu para o gol e novamente apareceu Nivaldo.
Uma das poucas chances do Chapecoense foi com Fabinho, mas Fabiano estava bem colocado. Sempre com Juliano tentando comandar a equipe, o Joinville apareceu mais duas vezes no ataque e não marcou, perdendo a terceira partida seguida.
FIGUEIRENSE 5X4 CRICIÚMA Chuva de gols no Scarpelli na despedida com vitória do Figueira: 5 a 4 no Criciúma
Em um jogo de nove gols, o Figueirense venceu o Criciúma por 5 a 4, na noite desta quarta-feira, no Estádio Orlando Scarpelli, no clássico que serviria de avaliação para os técnicos nas duas equipes. A partida teve dois tempos distintos. Na etapa inicial, o Criciúma fez 3 a 0. O Figueirense virou o placar na etapa final em 26 minutos, cedeu o empate em seguida, mas garantiu a vitórias nos minutos finais.
Confira a primeira rodada da fase quadrangular
Sábado, 28/03 (horário de Brasília)
16h - Chapecoense (1º ìnd. técnico) x Avaí (2º turno)
16h - Joinville (2º índ. técnico) x Criciúma (1º turno)
Difícil fazer um prognóstico com duas equipes tão descaracterizadas. Mas o Tigre não quis saber se o clássico não valia nada e abriu o placar logo a um minuto e 40 segundos. O zagueiro Bruno Perrone falhou e Flavinho marcou após desvio na saída do goleiro Dalton. Melhor na partida, o Criciúma ampliou o marcador aos 24, após cobrança de escanteio que Willian escorou e Anderson Kanu completou para o gol.
O terceiro gol do Tigre surgiu aos 34, assinalado com a cabeça, pelo pequenino Marcelinho. No intervalo, o técnico Roberto Fernandes colocou Pedrinho e o meia fez a diferença. Logo a três minutos, foi a vez de Thiago Matos falhar e Lucas marcar o primeiro gol do alvinegro. O segundo gol veio após nova falha individual, desta vez do goleiro Rafael Fava. O zagueiro Dieyson foi o último a empurrar a bola para o fundo das redes.
O empate aconteceu aos 22, após pênalti de Anderson Kanu, que Douglas converteu para delírio do torcedor. O gol da virada nasceu dos pés de Pedrinho que cruzou para Lucas completar, aos 26. Em seguida, Talhetti foi expulso. O Tigre empatou aos 30 minutos, em chute de fora da área de Marcelinho, que seria expulso cinco minutos depois. Mas aos 43 minutos, Rafael Coelho marcou o gol da vitória.
No Norte do Estado, o Brusque venceu o Tubarão por 4 a 1, com gols de Rogélio, Rafael Bittencourt, Valdo e Leonardo. Alan marcou para o time de Tubarão. Já o Atlético de Ibirama e Marcílio Dias empataram em 1 a 1, com gols de Júnior e Celico.
Segundo turno - nona rodada Quarta, 25/03 Atlético Ibirama 1 x 1 Marcílio Dias Brusque 4 x 1 Tubarão