sábado, 13 de setembro de 2008

Vamos Falar de Música:Helloween

O Helloween é uma banda alemã originada no começo da década de 1980 por Michael Weikath (guitarra), Kai Hansen (guitarra e vocal), Markus Grosskopf (baixo) e Ingo Schwichtenberg (bateria). É considerada por muitos como a criadora do power metal. Influênciou bandas como Angra, Hammerfall, Stratovarius, entre outras.

Formação
* Andi Deris - vocal
* Markus Grosskopf - baixo
* Michael Weikath - guitarra
* Sascha Gerstner - guitarra
* Dani Loble - bateria

História
O Início de tudo

Embora poucos saibam, a história do Helloween começou no final da década de 70, mais precisamente no ano de 1978. Uma jovem banda alemã, chamada Gentry, que contava com Kai Hansen e Peter Sielck como alguns dos membros, foi o embrião para a formação do Helloween. Em 1980, a banda já havia sofrido algumas mudanças de formação e Markus Grosskopf (baixo) e Ingo Schwichtenberg (bateria) já faziam parte do line-up. Nessa época, o nome do grupo não era mais o mesmo: Second Hell foi o segundo nome utilizado, mas que durou apenas dois anos, quando então eles batizaram a banda com o nome de "Iron Fist". Nesse périodo, o jovem talentoso guitarrista Michael Weikath, juntou-se ao time e então finalmente deram o nome de "Helloween" para o grupo alemão, que tocava um Heavy Metal mais melódico do que o tradicional.

Fase de Revelação
Primeiras Gravações - Walls of Jericho

Participa de uma coletânea intitulada "Death Metal" com as músicas Oernst Of Life e Metal Invaders. Logo depois lançam o seu primeiro trabalho, o EP Helloween (1984) que contém cinco músicas: Starlight, Murderer, Warrior, Victim Of Fate e Cry For Freedom. O primeiro "full lenght" vem em 1985 com Walls of Jericho. Esses primeiros trabalhos trazem um Heavy Metal cru, veloz e melódico que tempos depois viria a ser chamado de Power Metal.

Keeper Of The Seven Keys I e II

Com a sobrecarga de duas funções, Kai Hansen deixa os vocais e concentra-se na guitarra, deixando o posto para o jovem Michael Kiske, então com 17 anos, oriundo da banda I'll Prophecy.

Com essa formação, que por muitos é considerada a clássica, o Helloween lança os dois trabalhos mais famosos da sua história que são os Keeper of the Seven Keys I e II (1987 e 1988 respectivamente). A voz marcante e poderosa de Kiske leva os alemães a atingirem sucesso mundial com turnês em vários países, inclusive no Japão. A idéia era lançar um álbum duplo, o que foi barrado pela gravadora. Por este motivo, os Keepers estão divididos em duas partes. É lançado o primeiro disco ao vivo gravado no Reino Unido, que recebe o nome de "Keepers Live" no Japão, "I Want Out Live" nos Estados Unidos e "Live in the U.K." no resto do mundo.

Kai Hansen sai da banda

Considerado como o mentor da banda e criador do Metal Melódico, Kai deixa a banda no início de 1989 devido às inúmeras desavenças de ordem musical com Michael Weikath e também por não gostar das imensas turnês. Roland Grapow (ex-Rampage) assumiu seu lugar na banda.


Fase de Transição
Pink Bubbles Go Ape e Chameleon

Com essa nova formação o Helloween lança mais dois trabalhos: Pink Bubbles Go Ape (1991) e Chameleon (1993), com um estilo enriquecido por elementos clássicas e medievais. Participaram como convidados músicos conhecidos como Stefan Pintev, Axel Bergstedt e o coral infantil da Orquestra "Johann Sebastian Bach". Os CDs, no entanto, não são bem recebidos pelos fãs da banda por fugir da temática heavy metal original do conjunto. Público escasso e em alguns momentos shows tiveram que ser cancelados por motivos diversos como falta de publico e problemas internos. A banda vivia a sua maior crise. Apesar disso, são dois bons álbuns, onde a banda soou amadurecida.

Ingo falece, Kiske sai, entra Deris

Michael Kiske sai da banda devido a problemas de relacionamento com outros integrantes e Ingo Schwichtenberg por motivos de saúde(saiu no meio da tour do Chamaleon). Kiske segue carreira solo e aposta numa música mais pop. Já Ingo, que sofria de esquizofrenia, suicidou-se atirando-se para a frente de um vagão do metro de Hamburgo,em 1995.

Para substituí-los, são convidados Andi Deris - vocalista vindo da banda de hard rock Pink Cream 69 e Uli Kusch - baterista vindo do Gamma Ray.

Ps: Richie Abdel Nabi foi chamado para tocar na banda quando Ingo saiu. Ele ficou apenas na tour do Chamaleon até chamarem Uli Kusch para entrar na banda.

Retorno ao topo
Era Andi Deris


Master of the Rings

Com uma formação e força novos, o Helloween volta ao auge lançando o álbum Master of the Rings (1994) e começa a ganhar espaço novamente no cenário metálico mundial, sendo esse o álbum recordista de vendas da banda.

The Time Of The Oath e High Live

Em 1996 é lançado outro grande álbum, The Time of the Oath, com faixas famosas como Power, Forever and one, We burn entre outras, o qual gera um álbum ao vivo gravado na Espanha e na Itália: High Live, que gerou uma Versão em fita VHS e posteriormente em DVD. A banda volta a fazer sucesso mundial, onde é escolhida a banda do ano no Japão pela revista Burrrnnn!

Na turnê deste álbum a banda vem pela primeira vez ao Brasil. Pela simpatia dos nipônicos, o Helloween lança um exclusivo para aquele povo: O Pumpkin Box, com quatro cds que abordam toda a carreira do conjunto.



Better Than Raw

Continuando na mesma linha do anterior (The Time of the Oath) , eles lançam o Better Than Raw (1998), encerrando o contrato de gravação com a inglesa Castle, que durava desde o "Master of the Rings". Este álbum possui uma sonoridade mais melódica porém bem pesada, agradando inclusive fãs da formação antiga da banda.

Metal Jukebox

No ano de 1999 a banda lança a coletânia Metal Jukebox, com sucessos não necessariamente relacionados ao metal, mas que influenciaram os integrantes da banda, como as bandas Focus, Scorpions, Jethro Tull, Faith No More, Abba, Beatles entre outras.

The Dark Ride

Assinando contrato com a Nuclear Blast, gigante na Europa no mercado de heavy metal, lançam o álbum The Dark Ride (2000), onde apostam numa sonoridade mais pesada e um pouco obscura, deixando um pouco de lado a melodia e alegria que eram características da banda desde o começo. O álbum gera críticas positivas e negativas, desgastando o relacionamento entre os integrantes da banda.

Devido a desavenças internas, Roland Grapow e Uli Kusch saem para formar o Masterplan e para seus lugares são chamados Sascha Gerstner, (ex-Freedom Call) e Mark Cross (ex- Metalium, Firewind recentemente), que, respectivamente, assumem a guitarra e a bateria. Durante a gravação do novo álbum, Mark Cross foi obrigado a sair da banda devido a problemas de saúde, e Mikkei Dee do Motörhead assumiu provisoriamente a bateria na gravação do álbum.

Rabbit Don't Come Easy

Em 2003 a banda lança Rabbit Don't Come Easy, onde resgata um pouco da melodia perdida em outrora. Stefan Schwarzmann, ex-Running Wild e Accept é convidado para participar como baterista da turnê do álbum, saindo da banda após o início da gravação do próximo álbum.

Com a saída de Stephan Schwarzmann (que pelos comunicados oficiais, não conseguiria tocar os sons do novo álbum, o que motivou sua saída espontânea da banda) Dani Löble ex-Rawhead Rexx é chamado para assumir a bateria.

The Keeper of Seven Keys - The Legacy

Em 2005 a banda lança a terceira parte da saga Keeper of The Seven Keys, Keeper of The Seven Keys - The Legacy, e partem para sua turnê mundial, onde gravaram seu novo DVD ao vivo (entitulado de Keeper of the Seven Keys – The Legacy World Tour 2005/2006 - Live on 3 Continents) na República Tcheca, Japão e Brasil. No Brasil tocaram em cinco cidades: São Paulo (onde ocorreu a gravação do DVD e do CD), Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Santos.

Gambling with the devil

No ano de 2007, o Helloween lança o seu décimo terceiro álbum de estúdio intitulado Gambling With the Devil, tendo aceitação positiva por boa parte dos fãs, critica e pela própria banda. Um aspecto positivo do álbum é que ele traz mudanças no som e no peso, com os acordes elaborados característicos da banda e um peso em todos os instrumentos e no vocal, sendo esse considerado o seu seu álbum mais completo desde o Better Than Raw.
Durante a turnê deste álbum, algo histórico também acontece, pois pela primeira vez na história a banda sai em turnê mundial juntamente com o Gamma Ray, banda criada por Kai Hansen, um dos músicos que originaram o Helloween, ao lado de Michael Weikath e Markus Grosskopf.




Álbuns

* Helloween (1985)
* Walls of Jericho (1985)
* Keeper of The Seven Keys - Part I (1987)
* Keeper of The Seven Keys - Part II (1988)
* Pink Bubbles Go Ape (1991)
* Chameleon (1993)
* Master of the Rings (1994)
* The Time of the Oath (1996)
* Better than Raw (1998)
* Metal Jukebox (1999)
* The Dark Ride (2000)
* Rabbit Don't Come Easy (2003)
* Keeper of the Seven Keys - The Legacy (2005)
* Gambling With The Devil (2007)





Amanhã teremos o Offspring.

Grid de Largada:GP da Itália

grid de largada


Piloto

Ordenar

Equipe

Ordenar

Tempo

Ordenar
1 S. Vettel (ALE) STR 1m37s555
2 H. Kovalainen (FIN) McLaren 1m37s631
3 M. Webber (AUS) RBR 1m38s117
4 S. Bourdais (FRA) STR 1m38s445
5 N. Rosberg (ALE) Williams 1m38s767
6 F. Massa (BRA) Ferrari 1m38s894
7 J. Trulli (ITA) Toyota 1m39s152
8 F. Alonso (ESP) Renault 1m39s751
9 T. Glock (ALE) Toyota 1m39s787
10 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber 1m39s906
11 R. Kubica (POL) BMW Sauber 1m36s697
12 G. Fisichella (ITA) Force India 1m36s698
13 D. Coulthard (ESC) RBR 1m37s284
14 K. Raikkonen (FIN) Ferrari 1m37s522
15 L. Hamilton (ING) McLaren 1m39s265
16 R. Barrichello (BRA) Honda 1m36s510
17 N. Piquet (BRA) Renault 1m36s630
18 K. Nakajima (JAP) Williams 1m36s653
19 J. Button (ING) Honda 1m37s006
20 A. Sutil (ALE) Force India 1m37s417

GP da Itália:Treino Livre 3

Glock é o mais rápido e Hamilton faz o pior tempo no terceiro treino livre



O piloto alemão Timo Glock, da Toyota, foi o mais rápido no terceiro e último treino livre para o Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1, neste sábado, em Monza, onde mais uma vez choveu. Com o tempo de 1m35s464, Glock, que deu 16 voltas, ficou 0s665 à frente de seu compatriota Sebastian Vettel, da Toro Rosso, que fez 11 voltas. O líder do campeonato, o inglês Lewis Hamilton, da McLaren, completou oito voltas e ficou com o pior tempo: 1m46s325.



Já o brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, vice-líder da competição, com apenas seis volta fez o seu melhor tempo em 1m37s263 e ficou em oitavo lugar. O atual campeão, o finlandês Kimi Raikkonen, da Ferrari, só deu três voltas na pista e fez o 18º e antepenúltimo tempo (1m41s164). Os brasileiros Nelsinho Piquet, da Renault, e Rubens Barrichello, da Honda, fizeram os 14º (1m37s833) e 16º (1m38s689) tempos, respectivamente.





Os tempos do último treino livre para o GP da Itália

1º) Timo Glock (ALE) - Toyota - 1m35S464

2º) Sebastian Vettel (ALE) - Toro Rosso - 1m36s129

3º) Nico Rosberg (ALE) - Williams - 1m36s347

4º) Jarno Trulli (ITA) - Toyota - 1m36s686

5º) Kazuki Nakajima (JAP) - Williams - 1m36s706

6º) Nick Heidfeld (ALE) - BMW Sauber - 1m37s972

7º) David Coulthard (GBR) - Renault - 1m37s015

8º) Felipe Massa (BRA) - Ferrari - 1m37s263

9º) Fernando Alonso (ESP) - Renault - 1m37s270

10º) Giancarlo Fisichella (ITA) - Force India - 1m37s285

11º) Adrian Sutil (ALE) - Force India - 1m37s504

12º) Robert Kubica (POL) - BMW Sauber - 1m37s671

13º) Mark Webber (AUS) - Renault - 1m37s778

14º) Nelson Piquet (BRA) - Renault - 1m37s833

15º) Jenson Button (GBR) - Honda - 1m37s882

16º) Rubens Barrichello (BRA) - Honda - 1m38s689

17º) Sebastien Bourdais (FRA) - Toro Rosso - 1m39s319

18º) Kimi Raikkonen (FIN) - Ferrari - 1m41s164

19º) Heikki Kovalainen (FIN) - McLaren - 1m42s683

20º) Lewis Hamilton (GBR) - McLaren - 1m46s325

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Rodada de Sexta

JUVENTUDE 3X0 ABC
Em Caxias do Sul, Ju vence o ABC no 100º jogo de Michel Alves pelo Alviverde







Em jogo que marcou o 100º jogo do goleiro Michel, o Juventude venceu por 3 a 0 o ABC, nesta sexta-feira, em Caxias do Sul. O Ju teve dificuldades para superar o camisa 1 potiguar, Ranieri, mas Abedi entrou no segundo tempo e marcou dois gols, o último deles de letra. Mendes, que voltava ao time, também deixou a sua marca.

Com o resultado, o Alviverde pulou para 35 pontos, tomando a oitava posição do Ceará. O ABC permaneceu com 30, ainda em 11º.



Homenageado tem pouco trabalho


Em jogo que entrou para sua história pessoal, o goleiro Michel Alves foi mero expectador no primeiro tempo. Ele viu seu companheiro de posição, o rival Ranieri, trabalhar bastante e roubar a cena. A série de chances dos gaúchos começou aos 15 minutos, em cobrança de falta de Egídio que o camisa 1 do ABC teve dificuldade para pegar.

Depois, mais duas grandes defesas de Ranieri. Com 31, Egídio bateu falta da esquerda, Mendes desviou e Ivo, na segunda trave, cabeceou. Bola espalmada para o lado. Oito minutos depois, Marcelo Costa cruzou da direita, Mendes cabeceou no contrapé de Ranieri, mas o goleiro se esticou para fazer nova intervenção.

O início do segundo tempo foi de mais trabalho para Ranieri. Mendes bateu cruzado da direita, e o goleiro espalmou para escanteio.

Aos 11, Michel Alves foi obrigado a se esquentar no friozinho que marcava o jogo. Jean Carioca foi lançado livre, entrou na área e tentou driblar o goleiro do Ju, que deu um tapa na bola. O jogador do ABC ainda conseguiu cruzar, e Cris afastou.

Entretanto, o Juventude dominava a partida e chegou ao primeiro gol do jogo com 20 da segunda etapa. Egídio cruzou da esquerda, Ranieri não alcançou, e Abedi completou para o gol. Cinco minutos depois, Mendes mandou bola na trave, mostrando ainda mais da superioridade gaúcha.

No fim, o artilheiro Mendes completou o placar com um gol irregular. Bola foi lançada para Abedi, que estava em posição de impedimento. O meia tocou na bola e deixou para Mendes marcar. A arbitragem não marcou a posição irregular de Abedi, e o gol foi validado.




AMÉRICA-RN 5X1 VILA NOVA
Com Túlio apagado, Max marca quatro e América humilha Vila Nova



Túlio Maravilha estava em campo, mas a noite de sexta-feira foi de Max, do América-RN. No Machadão, a equipe potiguar bateu o Vila Nova por 5 a 1, e deixou a zona de rebaixamento da Série B. O time goiano perdeu a vice-liderança do campeonato para o Avaí, que venceu o Fortaleza.



Max começou o show logo aos cinco minutos de jogo. Após cruzamento da direita, ele completou de pé direito, no canto esquerdo do goleiro xará Max. Aos 11, ele cabeceia firme na pequena área, depois de cruzamento em cobrança de escanteio da esquerda, no primeiro pau, e aumenta.



O terceiro gol veio aos 28. Após chute de fora da área, o goleiro espalmou e o artilheiro pegou o rebote dentro da área, mostrando oportunismo. No quarto, aos 12 do segundo tempo, mais um de cabeça, em cruzamento da esquerda.



Com o resultado consolidado, dois pênaltis no fim do jogo. Aos 43, Marcelo Nicácio fez o quinto. Três minutos depois, Alex Oliveira marcou o gol de honra do Vila, que estacionou nos 44 pontos. O América foi a 26 e ficou em 15º lugar, dois pontos à frente do Paraná, primeiro da zona do rebaixamento.



Confira a classificação da Série B






AVAÍ 2X1 FORTALEZA
Em noite de William, Avaí vence Fortaleza de virada aos 47 do segundo tempo


Em jogo muito movimentado e jogado em um campo muito molhado, com várias poças em que a bola parava, o Avaí conseguiu uma grande virada e venceu o Fortaleza por 2 a 1 na Ressacada, em Florianópolis. O time catarinense chegou a 45 pontos e ultrapassou o Vila Nova e o Santo André, terminando a rodada em segundo lugar da Série B.

O Fortaleza segue na zona de rebaixamento. Continua com 23 pontos, e ainda perdeu uma posição: o América-RN venceu o Vila Nova por 5 a 1 e chegou a 26 pontos, passando o Tricolor cearense.



O jogo

Mesmo com o gramado encharcado, o Avaí foi melhor do que o Fortaleza no primeiro tempo. O time catarinense criou excelente oportunidades de gol, principalmente no início da partida. Os cearenses chegaram com qualidade quando avançaram ao ataque, mas ficaram a maior parte da etapa inicial se defendendo. O resultado da primeira metade da partida foi um 0 a 0.

No segundo tempo, o Avaí continuou em cima, buscando o gol. Mas a melhor oportunidade foi do Fortaleza. Aos 12 minutos, Bam-Bam aproveitou uma falha da defesa para invadir a área e ficar em excelentes condições de marcar. Quase da marca do pênalti, ele chutou cruzado pela linha de fundo.

Aos 29, Chiquinho chegou pela ponta-esquerda e, mesmo pressionado, conseguiu descolar o cruzamento rasteiro para o meio da área. Pedro Henrique, quase caindo, se esticou todo e tocou com a pontinha do pé, o suficiente para desviar a bola para dentro do gol adversário: 1 a 0.

O empate não demorou a sair. Depois de um chute forte da intermediária, o goleiro Tiago Cardoso deu rebote no pé de William, que bateu de primeira e deixou tudo igual: 1 a 1. A defesa do time cearense reclamou muito da posição do jogador do Avaí, pedindo impedimento. No entanto, o árbitro não anulou o gol.



Aos 47, o Avaí, que continuava pressionando muito, foi premiado. Mais uma vez, William brilhou e marcou seu segundo gol no jogo - o segundo dele com a camisa do Avaí - e decretou a virada: 2 a 1.

Volta Virtual do GP da Itália

GP da Itália:Treino Livre 2

Com pista seca, Raikkonen supera BMW e faz melhor tempo no segundo treino livre



Após a chuva torrencial no primeiro treino livre, o sol apareceu e Kimi Raikkonen marcou o melhor tempo na sessão vespertina em Monza. O finlandês fez 1m23s861, apenas 70 milésimos à frente de Robert Kubica e 86 mais rápido que Nick Heidfeld, ambos da BMW Sauber.



Lewis Hamilton, atual líder do campeonato, venceu a primeira batalha contra Felipe Massa no fim de semana do GP da Itália. O inglês marcou o quarto tempo, duas posições e 0s264 à frente do brasileiro da Ferrari. Nico Rosberg, da Williams, foi o quinto colocado e separou a dupla que briga pelo título do Mundial de Pilotos de 2008.



Rubens Barrichello, da Honda, ficou na 14ª posição, uma à frente do seu companheiro de equipe, o inglês Jenson Button. Já Nelsinho Piquet foi apenas o último colocado após rodar com sua Renault na Variante del Rettifiglio e ficar preso. No entanto, ele ficou apenas dois postos atrás do bicampeão Fernando Alonso, que foi o 18º.



Confira os melhores tempos do segundo treino livre:
1 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m23s861 (31 voltas)
2 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - 1m23s931 (26)
3 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - 1m23s947 (29)
4 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m23s983 (25)
5 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m24s110 (33)
6 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m24s247 (34)
7 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - 1m24s365 (29)
8 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m24s521 (35)
9 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m24s669 (22)
10 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m24s773 (35)
11 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m25s100 (25)
12 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m25s192 (39)
13 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m25s204 (24)
14 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m25s296 (25)
15 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m25s309 (34)
16 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - 1m25s330 (28)
17 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m25s397 (28)
18 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m25s481 (22)
19 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m25s753 (29)
20 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m26s195 (23)

GP da Itália:Treino Livre 1


Tempestade é a protagonista do primeiro treino livre para o GP da Itália


Uma tempestade que desabou em Monza atrapalhou o primeiro treino livre para o GP da Itália de Fórmula 1, que será disputado neste domingo. As condições do tempo ficaram impraticáveis com 20 minutos para o fim da sessão, quando escureceu rapidamente e muita água ficou acumulada na pista.





A chuva era tão forte que o pit lane chegou a ficar alagado, com as equipes lutando para expulsar a água de dentro de seus boxes. Acostumados a ferramentas para melhorar os carros, os mecânicos dos times tiveram que trabalhar com os rodos nas mãos na manhã desta sexta-feira na Itália.



Com cinco minutos para o fim do treino, a direção de prova acionou a bandeira vermelha, dadas as terríveis condições de visibilidade e proibiu que os carros fossem para a pista. Com isso, Adrian Sutil, da Force India, ficou com o melhor tempo, marcado ainda no início da sessão, quando a pista estava apenas úmida.



Apenas 14 pilotos conseguiram completar uma volta cronometrada e Rubens Barrichello, da Honda, ficou em segundo, ao andar nas mesmas condições que Sutil. Felipe Massa, da Ferrari, deu cinco voltas, quando a chuva já era mais forte, e ficou em 14º. Lewis Hamilton, atual líder do Mundial de Pilotos, fez apenas uma passagem e não marcou tempo.



Confira os melhores tempos do primeiro treino livre em Monza:
1 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Ferrari) - 1m32s842 (18 voltas)
2 - Rubens Barrichello (BRA/Honda) - 1m33s428 (14)
3 - Giancarlo Fisichella (ITA/Force India-Ferrari) - 1m33s695 (19)
4 - Timo Glock (ALE/Toyota) - 1m36s800 (13)
5 - Nico Rosberg (ALE/Williams-Toyota) - 1m36s900 (9)
6 - Fernando Alonso (ESP/Renault) - 1m36s965 (10)
7 - Sebastien Bourdais (FRA/STR-Ferrari) - 1m37s142 (20)
8 - Jarno Trulli (ITA/Toyota) - 1m37s214 (13)
9 - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - 1m37s392 (5)
10 - Sebastian Vettel (ALE/STR-Ferrari) - 1m37s754 (13)
11 - Nelsinho Piquet (BRA/Renault) - 1m38s057 (11)
12 - David Coulthard (ESC/RBR-Renault) - 1m38s303 (7)
13 - Jenson Button (ING/Honda) - 1m39s062 (12)
14 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m40s233 (5)
15 - Nick Heidfeld (ALE/BMW Sauber) - sem tempo (1)
16 - Kazuki Nakajima (JAP/Williams-Toyota) - sem tempo (2)
17 - Robert Kubica (POL/BMW Sauber) - sem tempo (1)
18 - Heikki Kovalainen (FIN/McLaren-Mercedes) - sem tempo (1)
19 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - sem tempo (1)
20 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - sem tempo (1)

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Eliminatórias Sulamericanas p a Copa do Mundo de 2010

URUGUAI 0X0 EQUADOR
Uruguai e Equador não saem do zero em Montevidéu


Em jogo morno, o Uruguai tropeçou em casa ao ficar apenas no 0 a 0 com o Equador, nesta quarta-feira, no estádio Centenário de Montevidéu, pela oitava rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2010.

O resultado coloca a Celeste na segunda posição com 12 pontos, mas ainda pode ser ultrapassada por Colômbia e Chile nesta quarta. O Equador segue em sétimo, com nove. Uruguaios e equatorianos vinham de vitórias, contra Colômbia e Bolívia, respectivamente.

O primeiro tempo de jogo foi morno. O Uruguai teve mais posse de bola, mas não conseguiu entrar na área adversária. As opções foram os cruzamentos e os chutes de fora da área, como o de Nacho González, aos 19 minutos, defendido por Cevallos.

Já o Equador cumpriu bem o seu papel: com sua linha de defesa bem recuada, se segurou atrás. Na frente, no entanto, as chances foram nulas. Guerrón, aberto pela ponta direita, foi a melhor opção, mesmo sempre isolado.

Os equatorianos mudaram de posturam na etapa final e colocaram mais velocidade no jogo. O efeito foi quase imediato. Em três minutos, duas chances para os visitantes, em chute de Méndez e em cruzamento perigoso do Guerrón.

A nova estratégia dos visitantes favoreceu o Uruguai, que teve mais espaço para jogar. Bueno, aos seis, recebeu grande passe de Forlán e chutou em cima do goleiro Cevallos.

O técnico Oscar Tabárez lançou o Uruguai de vez para o ataque ao colocar tirar o apoiador González para a entrada do atacante Suárez. Após o recuo do adversário, acomodado com o empate, os anfitriões partiram para cima, mas não aproveitaram as oportunidades.








CHILE 4X0 COLÔMBIA
Chile sacode a poeira com goleada sobre a Colômbia em Santiago




O Chile mostrou nesta quarta-feira que soube assimilar bem o golpe sofrido diante do Brasil no último domingo. Jogando no mesmo estádio Nacional de Santiago, em jogo pelas eliminatórias sul-americanas, os comandados de Marcelo Bielsa atropelaram a Colômbia: 4 a 0.

Com o resultado, o Chile voltou à zona de classificação para a Copa do Mundo, com 13 pontos, quatro a menos que o líder Paraguai ( confira aqui a tabela de classificação ). A Colômbia permaneceu com dez pontos, fora das cinco primeiras posições.

Jara, Suazo, Fuentes e Matías Fernández fizeram os gols do Chile no jogo. A equipe local pouco foi ameaçada e, principalmente depois que abriu o marcador, mandou no jogo sem dar chances ao rival.

O primeiro gol saiu aos 25 minutos. Após cobrança de escanteio, a bola foi afastada e Sánchez voltou a levantá-la na área. O zagueiro Medel escorou para o meio e outro defensor, Jara, tocou para a rede quase embaixo dos paus.



Com a vantagem, a torcida chilena se inflamou e o time correspondeu em campo. Suazo, que perdeu gols contra o Brasil, não perdoou depois de receber no lado direito da área. O atacante ainda contou com um desvio na zaga para fazer 2 a 0.
No segundo tempo, o panorama não mudou e o Chile conseguiu ampliar. Após bola chutada por Sánchez, Fuentes, em posição irregular, raspou de cabeça e fez o terceiro. Coube a Matías Fernández, em lindo chute de fora da área, fechar o caixão colombiano em Santiago.



O flamenguista Fierro, que tinha chances de ser titular na seleção chilena, acabou por entrar em campo apenas aos 43 minutos do segundo tempo. Ele mal teve tempo de tocar na bola.










BRASIL 0X0 BOLÍVIA
Brasil irrita torcida no Engenhão e não sai do zero com a Bolívia





Público abaixo do esperado, futebol idem. Após bela atuação e goleada sobre o Chile no domingo, o Brasil jogou mal nesta quarta-feira e ficou no 0 a 0 com a lanterna Bolívia, que ainda teve um jogador expulso no início do segundo tempo. A seleção foi muito vaiada no Engenhão e ouviu a torcida carioca cantar “adeus, Dunga” e gritar "olé" para os bolivianos no final da partida.

O resultado deixa o Brasil com 13 pontos, na segunda colocação das eliminatórias para a Copa. O líder é o Paraguai, que tem 17. Argentina e Chile também somam 13, mas perdem para os brasileiros no saldo de gols. A Bolívia tem apenas cinco, em último.

Com capacidade para 45 mil pessoas, o Engenhão recebeu 31.422 torcedores nesta quarta. Um número considerado baixo, já que a CBF esperava esgotar todos os ingressos no primeiro dia de venda. Quem foi ao estádio se irritou com a falta de atitude do time de Dunga, que não conseguiu furar a retranca boliviana e pouco lembrou o futebol apresentado contra o Chile. Por ironia do destino, o próximo jogo da seleção no Brasil provavelmente será de novo no Rio, em 15 de outubro, contra a Colômbia. Mas desta vez no Maracanã. Três dias antes, a equipe enfrenta a Venezuela, em San Cristobal.

Luis Fabiano, principal jogador no 3 a 0 sobre o Chile em Santiago, quase não tocou na bola, mas quase cavou um pênalti aos 42 do segundo tempo. Ronaldinho procurou pouco a bola na partida, assim como Robinho. O lateral-esquerdo Juan, preferido dos flamenguistas, foi quem mais participou do jogo, mas não conseguiu o gol. Diego levou o segundo cartão amarelo e abre lugar para Kaká voltar ao time contra a Venezuela.


Gritos até por Obina









Se contra o Chile havia espaço de sobra para jogar, o Brasil encontrou dificuldades para superar a defesa da Bolívia, que entrou em campo como a mais vazada das eliminatórias: eram 20 gols sofridos em sete partidas.

A primeira reação da torcida no Engenhão foi aos 17, quando Maicon cruzou da direita, Luis Fabiano subiu bem e cabeceou por cima. Um grito de “uh” no estádio, não de vaia, mas de lamento pela bola para fora.



Três minutos depois, a melhor chance do primeiro tempo. Ronald Garcia arriscou de longe, Julio César rebateu e Jaime Moreno, dentro da área, chutou rente ao gol brasileiro. A partir daí, a torcida carioca começou a perder a paciência com a seleção.

Aos 24, Maicon errou um cruzamento e o Engenhão ouviu as primeiras vaias ao time de Dunga. Três minutos depois, a equipe errou muitos passes no meio-campo e o volume das reclamações aumentou. Aos 35, até gritos por Obina saíram das arquibancadas, puxados, claro, por flamenguistas. Outro rubro-negro a chamar a atenção era o lateral-esquerdo Juan. Quando pegava na bola, os fãs do Fla aplaudiam, mas os dos outros clubes cariocas vaiavam.


Robinho cava expulsão de boliviano



Quando o árbitro equatoriano Alfredo Intriago apitou o intervalo, muitas vaias. A torcida chegou a cantar até “Adeus, Dunga”. Os jogadores deixaram o gramado reclamando da retranca boliviana.







No segundo tempo, em oito minutos o Brasil ficou com mais espaços: Ignacio Garcia dividiu com Robinho, o brasileiro foi esperto, caiu com a mão na perna e o juiz deu cartão vermelho para o boliviano.

Mesmo assim, a seleção pouco chegava perto do goleiro Arias. Aos 15, Dunga tirou Lucas e colocou Júlio Baptista. O resultado? Vaias e gritos de “burro”. A torcida resolveu pegar no pé do time e vaiava Josué e Ronaldinho sempre que pegavam na bola.

A entrada de Júlio Baptista deixou o Brasil mais ofensivo. Aos 20, Juan cruzou para Ronaldinho na área, mas a zaga afastou. Quatro minutos depois, a melhor jogada brasileira no jogo: após bela troca de passes entre Luis Fabiano, Robinho e Diego, Júlio Baptista chutou de fora e Arias defendeu.



Aos 30, a chance de Juan: Ronaldinho rolou para o lateral na entrada da área, mas o camisa 6 chutou por cima, para desespero dos flamenguistas no estádio. Logo depois, o camisa 10 deixou o gramado muito vaiado para a entrada de Nilmar.



Pablo Escobar, contratado recentemente pelo Ipatinga, entrou no lugar de Marcelo Moreno e em seu primeiro lance fez falta em Josué quase na linha da grande área. Elano cobrou nas mãos do goleiro boliviano, aos 34.



Aos 46, o último "uh", também por lamento. Após cruzamento em falta, Júlio Baptista subiu bem e cabeceou rente à trave esquerda.




Ficha técnica:
BRASIL 0 x 0 BOLÍVIA
BRASIL
Julio César, Maicon, Lúcio, Luisão, Juan; Josué, Lucas (Júlio Baptista), Diego (Elano); Robinho, Ronaldinho Gaúcho (Nilmar) e Luis Fabiano.
Técnico: Dunga.
BOLÍVIA
Arias, Hoyos, Raldes, Ignacio Garcia, Rivero; Flores, Robles, Ronald Garcia, Vaca (Botero); Marcelo Moreno (Pablo Escobar) e Jaime Moreno (Gutierrez) .
Técnico: Erwin Sánchez .
Cartões amarelos: Josué, Juan, Diego (BRA), Jaime Moreno, Hoyos (BOL).
Cartão Vermelho: Ignacio Garcia
Estádio: João Havelange, no Rio de Janeiro. Data: 10/09/2008.
Público: 31.422 presentes. Renda: R$ 3.047.770,00.
Árbitro: Alfredo Intriago (EQU).
Auxiliares: Félix Badaraco (EQU) e Juan Cedeño (EQU).



PERU 1X1 ARGENTINA
Argentina deixa escapar no fim do jogo em Lima a vitória e a vice-liderança



Em mais uma fraca atuação, a exemplo do que ocorrera no sábado, em Buenos Aires, contra o Paraguai, a Argentina acabou castigada no fim e deixou escapar uma vitória que não merecia sobre o Peru, em Lima, em jogo que terminou no início da madrugada desta quinta-feira (no horário de Brasília). O empate de 1 a 1, acabou favorecendo o Brasil, que se manteve na vice-liderança das eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo de 2010.



Agora Brasil e Argentina têm 13 pontos, quatro a menos que o Paraguai, mas os brasileiros levam vantagem no saldo de gols: 7 contra 6. Os peruanos, que haviam conseguido a primeira vitória nas eliminatórias contra a Venezuela, no sábado, permanecem em penúltimo lugar, com apenas sete pontos, o mesmo que os venezuelanos, mas com saldo bem pior: -11 a -4.



A seleção argentina teve durante toda a partida uma postura mais ofensiva, e a peruana, mesmo jogando em casa, pensava primeiro anular os jogadores mais importantes do adversário para depois tentar surpreender num contra-ataque. Riquelme e Messi, cada um no seu estilo, não estiveram muito inspirados na partida, o que prejudicou a atuação argentina.

Depois de um primeiro tempo muito fraco, a segunda etapa só engrenou a partir dos 20 minutos, quando em chute de Chávez Castillo, Carrizo salvou a Argentina com grande defesa. O goleiro argentino voltaria a fazer bela defesa aos 29, em perigosa cabeçada de Vargas.





Gols na parte final da partida





A Argentina respondeu aos 35, após cobrança de falta de Riquelme, que Demichellis cabeceou por cima do travessão, mesmo completamente livre na pequena área. Dois minutos depois, Cambiasso recebeu de Messi, desviou para o gol de pé esquerdo e parecia que daria a vitória para os argentinos.



Mas na garra, os peruanos empataram em lance parecido com o gol argentino. No último lance da partida, aos 48 minutos, Vargas fez grande jogada pela esquerda e cruzou rasteiro para Espinoza desviar por baixo de Carrizo.



Os próximos jogos dos argentinos serão contra o Uruguai, em Buenos Aires, dia
11 de outubro, e o Chile, dia 14, em Santiago. Já os peruanos enfrentarão a
Bolívia no dia 11, em La Paz, e três dias depois o Paraguai, em Assunção.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Classificação das eliminatórias européias

GRUPO 1

J PG V E D GP GC S
Albânia 2 4 1 1 0 3 0 3
Dinamarca 2 4 1 1 0 3 2 1
Suécia 2 4 1 1 0 2 1 1
Portugal 2 3 1 0 1 6 3 3
Hungria 2 1 0 1 1 1 2 -1
Malta 2 0 0 0 2 0 7 -7

GRUPO 2

J PG V E D GP GC S
Grécia 2 6 2 0 0 5 0 5
Israel 2 4 1 1 0 4 3 1
Letônia 2 3 1 0 1 2 3 -1
Luxemburgo 2 3 1 0 1 2 4 -2
Suíça 2 1 0 1 1 3 4 -1
Moldávia 2 0 0 0 2 2 4 -2
GRUPO 3

J PG V E D GP GC S
Polônia 2 4 1 1 0 3 1 2
Eslovênia 2 4 1 1 0 3 2 1
Eslováquia 2 3 1 0 1 3 3 0
República Tcheca 1 1 0 1 0 0 0 0

Irlanda do Norte

2 1 0 1 1 1 2 -1
San Marino 1 0 0 0 1 0 2 -2

GRUPO 4

J PG V E D GP GC S
Alemanha 2 4 1 1 0 9 3 6
Rússia 1 3 1 0 0 2 1 1
País de Gales 2 3 1 0 1 2 2 0
Finlândia 1 1 0 1 0 3 3 0
Azerbaijão 2 1 0 1 1 0 1 -1
Liechtenstein 2 1 0 1 1 0 6 -6

GRUPO 5

J PG V E D GP GC S
Espanha 2 6 2 0 0 5 0 5
Turquia 2 4 1 1 0 3 1 2
Bélgica 2 4 1 1 0 4 3 1
Bósnia 2 3 1 0 1 7 1 6
Armênia 2 0 0 0 2 0 6 -6
Estônia 2 0 0 0 2 2 10 -8

GRUPO 6

J PG V E D GP GC S
Inglaterra 2 6 2 0 0 6 1 5
Ucrânia 2 6

2

0 0 4 1 3
Bielorrússia 2 3 1 0 1 3 2 1
Croácia 2 3 1 0 1 4 4 0
Cazaquistão 3 3 1 0 2 4 6 -2
Andorra 3 0 0 0 3 1 8 -7

GRUPO 7

J PG V E D GP GC S
Lituânia 2 6 2 0 0 5 0 5
Sérvia 2 3 1 0 1 3 2 1
Áustria 2 3 1 0 1 3 3 0
França 2 3 1 0 1 3 4 -1
Romênia 2 3 1 0 1 1 3 -2
Ilhas Faroe 2 0 0 0 2 0 3 -3

GRUPO 8

J PG V E D GP GC S
Itália 2 6 2 0 0 4 1 3
Irlanda 2 4 1 1 0 2 1 1
Montenegro 2 2 0 2 0 2 2 0
Bulgária 1 1 0 1 0 2 2 0
Chipre 1 0 0 0 1 1 2 -1
Geórgia 2 0 0 0 2 1 4 -3

GRUPO 9

J PG V E D GP GC S
Holanda 1 3 1 0 0 2 1 1
Macedônia 2 3 1 0 1 2 2 0
Escócia 2 3 1 0 1 2 2 0
Noruega 1 1 0 1 0 2 2 0
Islândia 2 1 0 1 1 3 4 -1